[pt] Atentados Explosivos de Outubro

“A única forma possível de começar uma declaração deste tipo é dizendo que detesto escrever. O processo por si só resume o conceito de “pensamento legítimo”. O que está escrito tem uma importância que nega a oralidade… É um dos caminhos do mundo branco para a destruição das culturas dos povos não-europeus, a imposição de uma abstração sobre a prática oral de um povo… Na verdade, não me importo se minhas palavras chegam aos brancos ou não, eles já demonstraram, através de sua história que não podem ouvir, nem ver, que sabem apenas ler (claro, há exceções, mas as exceções apenas confirmam a regra). É preciso um grande esforço de cada um dos índios do continente americano para não ser europeizado. A força deste esforço pode vir apenas da tradição, de suas formas e caminhos, dos valores tradicionais que nossos anciãos retém. Deve vir do aro, das quatro direções do vento, das relações: não pode vir das páginas de um livro ou de mil livros… Mas há outro caminho. Há o caminho tradicional dos Lakota e os caminhos dos outros povos indígenas deste continente. É o caminho que sabe que os humanos não têm o direito de degradar a Mãe Terra, que existem forças além de tudo o que as mentes europeias conceberam, que os seres humanos devem estar em harmonia com todas as relações ou tais coisas eliminarão a desarmonia…

A arrogância europeia de atuar como se estivesse acima da natureza de todas as coisas pode apenas resultar em total desarmonia e em um reajuste que corta o tamanho da arrogância do ser humano, que lhe dê um gostinho da realidade que está além do seu alcance ou controle e restaure a harmonia. Não há necessidade de nenhuma teoria revolucionária para isso, está além do controle humano. Os povos naturais deste planeta sabem e não precisam teorizar sobre isso. A teoria é abstrata, nosso conhecimento é real. A racionalidade é uma maldição, pois pode fazer com que os humanos esqueçam a ordem das coisas de maneira que outras criaturas não podem fazer. Um lobo nunca esquece seu lugar na ordem natural.

A Mãe Terra foi abusada, os poderes foram abusados, e isso não pode seguir para sempre. Nenhuma teoria pode alterar essa simples verdade. A Mãe Terra retaliará, todo o ambiente retaliará e os agressores serão eliminados, as coisas completam o círculo de volta ao ponto de partida. Essa é a revolução, e esta é uma profecia do meu povo, do povo Hopi e de outros povos corretos.” – Wanbli Othinka, Para que a América viva a Europa deve morrer.

A questão agora é o que fazer com estas palavras. Apenas guardá-las (como vocês acadêmicxs frequentemente fazem) nos cofres do conhecimento inútil, para depois trazê-las à tona em alguma conversa, escrito ou debate através do qual alimentarão seu ego miserável? Ou realmente levarão a sério pela primeira vez algo que não visa a um benefício egoísta?

Porque, sejamos sincerxs, muitxs de vocês sabem que tanto a antropologia quanto a própria academia são besteiras, mas sabem que através dela podem obter certos benefícios civilizados: conforto, reconhecimento, poder dentro de sua sociedade. Então apenas se desculpam e até mentem para si mesmxs dizendo que daquele lugar darão sua contribuição para melhorar as coisas, mas nós sabemos que não é assim, sabemos que a grande maioria só quer ganhar dinheiro e obter confortavelmente suas possibilidades. Esta sociedade hipocritamente quer o bem para todxs, mas o bom é inimigo do melhor, e o que é bom para vocês, é mau para a terra, para xs indivíduxs que não desejam se submeter a esta ordem mundial doentia. Para nós, o único caminho digno e honrado é a guerra contra esta sociedade civilizada, a essa ordem tecnoindustrial e, sobretudo, à escuridão que prolifera dentro do coração humano e que se materializa diante de nossos olhos nessa grande catástrofe apocalíptica que testemunhamos horrorizadxs, mas que nos alimentamos dia a dia.

Hoje, muitos espíritos de sábixs ancestrais se vendem por qualquer miséria, alienadxs, buscam escapar de seu sofrimento, e tentando fugir dele, ele aumenta cada vez mais, alçando o círculo de autodestruição. Isso que acontece a nível aparentemente pessoal, acontece a nível macro, como espécie completa. Por este motivo, nós deixamos de ignorar a voz dos espíritos, NOSSA PRÓPRIA VOZ, e enfrentar uma guerra espiritual, que é travada em nosso interior, e que ao mesmo tempo se manifesta em nossa vida, atacando também materialmente esta sociedade e cada um de seus bastiões.

12 de Outubro:

Segundo a “história oficial”, há quinhentos e vinte e sete anos uma frota europeia chegou a estas terras em busca das Índias. Foi assim que começou a devastação de nosso mundo sagrado, o mundo de nossos avós.

Com os europeus, uma nova e decadente forma de se compreender a realidade e se relacionar com ela foi trazida aqui (isto é, de se relacionar com o Grande Espírito, o TODO).

O respeito à vida e seus ciclos, a medicina sagrada, a sexualidade e eté a alimentação, a nossa magia e nossas Deidades foram alteradas por uma cosmovisão inferior e medíocre chamada catolicismo, uma religião criada vários séculos antes por outros europeus ambiciosos (romanos) com a intenção de criar súditxs a partir da psiquê, formar escravxs em massa (em todo o império), tentando garantir a perpetuidade de sua tirania.

Isso só poderia ser alcançado cobrindo os olhos e ouvidos espirituais de todos os povos subjugados (poderíamos dizer que a conquista aconteceu primeiro na Europa). A perda das almas ao separar (cada vez mais) x indivídux de seus ciclos, de seus arredores, de seu pai céu, de sua mãe terra e das estrelas irmãs, de sua medicina, das energias e seres vivos, de todo o conhecimento guardado com amor pelos antepassados.

Vocês, antropólogxs, ouviram a voz de nossos povos e deturparam suas palavras por conveniência, acreditam que tudo pode ser traduzido para sua pobre língua ocidental, seu raciocínio medíocre. A antropologia é outra expressão da arrogância ocidental e dos rasteiros e traidores que são xs brancxs. (Lembre-se que a brancura é uma aculturação, um modo de pensar, de ser, se relacionar e assumir um lugar no mundo, e não apenas uma cor de pele específica). Eles se envolvem com uma determinada comunidade, retiram toda a informação que podem, deformam-na com sua interpretação corrupta para compartilhá-la com seu mundo (e claro, exaltar seu próprio nome) e utilizam o conhecimento obtido para seus propósitos egoístas, muitas vezes em detrimento da própria comunidade que lhes abriu as portas. Vocês ocidentais trancadxs em suas academias não fazem nada além de masturbar seus egos e contar mentiras.

O conhecimento que eles obtém quase sempre é usado para manter a ordem macabra (que eles costumam dizer que odeiam), fortalecendo o progresso de sua sociedade degenerada (sociedade da qual somos inimigxs).

São ridículos seus discursos humanistas sobre paz, respeito pela alteridade ou inclusão. Quem disse que queremos ser incluídxs no inferno deles? Não queremos ser escravxs do mundo ocidental, queremos atacá-lo para iluminar sua escuridão.

Há quinhentos e poucos anos seus progresso chegou à nossa mãe, tentando destruir tudo em nome de sua ambição. Vocês foram e são os verdadeiros demônios!

A modernidade e tudo o que agora atormenta a vida no planeta não seriam possíveis sem o cristianismo, sem a razão instrumental, sem o desejo de possuir tudo.

Eles levaram seu germe imundo a cada canto do planeta e se enriqueceram com nosso sofrimento. Mas não é mais tempo para lamentos, são tempos de guerra e fé! É por isso que atacamos este símbolo da arrogância, brancxs “ensinando” sobre nossxs ancestrais, que ofensa asquerosa nos cospem na cara!

Saibam que cada causa tem um efeito, e que cada ação é uma reação. Nós não somos amigxs, vocês não são bem-vindxs nesta Terra. Seu estilo de vida não será mais tolerado por nós. Europeus, gringxs, colizadorxs que traem seu sangue, saibam que o punhal os aguarda ao dobrarem cada esquina. Somos xs Jovens Guerreirxs que se preparam para iluminar a noite com relâmpagos. Sorrimos à morte porque amamos a vida.

Somos filhos do sol e da lua!
Somos Tlahuele Iknoyotl!
Somos a Conspiração do Trovão!

https://www.eluniversal.com.mx/nacion/sociedad/uam-reporta-hallazgo-de-artefacto-explosivo-en-edificio-de-unidad-iztapalapa

https://www.paralelo19.mx/nacional/item/8607-encuentran-artefacto-explosivo-en-uam-iztapalapa

[pt] (México) Comunicado 91 de ITS

Por este meio reivindicamos os seguintes atos:

– 19 de dezembro: Incêndio na subestação da Comissão Federal de Eletricidade de Santa Marta Acatitla, Iztapalapa, na Cidade do México. O incêndio afetou dezenas de bairros que ficaram sem energia, sendo um ataque bem-sucedido que comprova que seguimos em tocaia.

– 24 de dezembro: Enquanto a celebração de Natal estava prestes a começar, incendiamos o popular Mercado de la Merced, e como esperado, as chamas avançaram rapidamente devido à quantidade de lixo vendido lá.

Temos o prazer de mencionar que houve duas pessoas mortas após nossas chamas. Não lamentamos em nada suas mortes, já que isso é uma Guerra contra a sociedade, não nos importa que seus integrantes sejam ricos ou pobres, atuamos indiscriminadamente, sem contemplações por ninguém, e isso muitos já sabem. Não estranhem se sigamos matando direta e indiretamente os robôs cuja única finalidade é incomodar e habitar o mar de gente que vive em uma das cidades mais povoadas do mundo.

Os vemos com repúdio, suas celebrações nos repugnam, vocês nos criaram e agora terão que nos engolir.

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Cidade do México

https://cnnespanol.cnn.com/2019/12/25/alerta-procuraduria-cdmx-arranca-investigacion-de-mortal-incendio-en-la-merced/

(it) UN’AFFERMAZIONE DIONISIACA DELL’ESISTENZA

È in “Ecce Homo” che Nietzsche rivela il significato dello Zarathustra e il motivo per cui è all’opposto della singolarità del “persiano” nella storia. “Zarathustra [storico] è stato il primo a vedere nella lotta tra il bene e il male la vera ruota motrice l’ingranaggio delle cose – la trasposizione della morale al metafisico, come forza, causa, fine a se stessa, è opera sua ”. E questa sarebbe precisamente la risposta al perché. Ora, se Zarathustra era responsabile del recepimento della morale nella metafisica, della creazione dell’errore più fatale, Zarathustra doveva anche essere il primo a riconoscerlo. Pertanto, spetta a Zarathustra [Nietzschiano] svolgere il compito di “il superamento della moralità dalla verità, il superamento di sé del moralista nel suo opposto” (Ecce Homo, Perché io sono un destino, §3)
Questo è il motivo per cui Zarathustra non solo parla in modo diverso, ma è anche diverso (cfr. Ecce Homo, Prologo, §4), e questa differenza può essere vista dalle prime pagine di “Così Parlò Zarathustra”. Se il profeta persiano ha introdotto i principi del bene e del male nel mondo, sottoponendo così la cosmologia alla morale, allora lo Zarathustra nietzscheano fa implodere le dicotomie dei valori. Per ristabilire l’innocenza del divenire. Se il risultato del pensiero metafisico e della affabulazione cristiana era il dualismo dei mondi, spetta a Zarathustra dissipare questo malinteso riunendo physis e logos, riconciliando l’uomo con il divenire, annichilendo l’opposizione tra ego e fatum. Per aver rotto con l’unità tra physis e logos, per aver spopolato un mondo pieno di dei in cui la religione è diventata soprattutto un “teismo monotono” (L’Anticristo, §19), per svalutare questo mondo e nominarne un altro essenziale, eterno e immutabile, la cui cultura socratico-ebraica-cristiana divenne nichilista sin dal suo inizio. Ecco perché la morte di Dio costituisce l’atto più grande che consente “una storia più elevata di tutta la storia fino ad oggi” (Gaia Scienza, §125).
È la morte di Dio che permette a Zarathustra di attraversare il nichilismo. È suo compito scacciare i pericoli derivanti dal collasso dei valori superiori. Se si è in un mondo soprasensibile, è in un mondo reale che i valori trovavano legittimità, il compito ora è quello di annientare il terreno anche da cui sono stati eretti in modo da poter creare nuovi valori. Dato che il compito per antonomasia zarathustriano è quello di dissipare il malinteso dello Zarathustra storico, superare le barriere imposte dalla dualità dei mondi risultanti dalla affabulazione di un mondo reale in tutta la cultura occidentale, è il passo decisivo per il ritorno dell’uomo all’uomo, condizione per l’affermazione dell’esistenza. È nel ripristinare l’innocenza del divenire che si possono generare nuovi valori, ora in linea con la terra. Questa è quindi la prospettiva dalla quale il filosofo intende intraprendere la trasvalutazione di tutti i valori.
In effetti, prima della stessa finitudine l’uomo inventò la metafisica, costruì il cristianesimo e stabilì valori morali. Per sbarazzarsi della sofferenza imposta dalla morte, la metafisica ha generato un altro mondo, un mondo vero e immutabile, che per secoli è rimasto sede e origine di tutti i valori morali. Allo stesso modo, la religione cristiana, al fine di riscattare questa esistenza, inventò l’aldilà e fabbricò il regno di Dio per legittimare le azioni umane. Inoltre, è stato concepito un uomo che aspira alla felicità attraverso la ricerca del piacere e la fuga del dolore, a cui sono stati imposti norme di condotta attraverso lo sguardo del risentimento. Pertanto, le dottrine morali, perché basate sul piacere e sul dolore, sono diventate semplici accessori con cui misurare “il valore delle cose”, motivo per cui sono semplicemente “falsi modi di pensare e di ingegnosità”. (Al di là del bene e del male, §225)
Per questo motivo, la metafisica, la religione cristiana e le dottrine morali sono solo un mezzo che l’uomo ha trovato per giustificare l’esistenza. “Dubitando e svalutando il mondo che siamo”, il vero mondo creato dalla metafisica, “ora è stato il nostro attacco più pericoloso alla vita” (Frammento Postumo 14 [103] della Primavera del 1888); inducendo l’uomo a cercare un altro mondo, a voler essere diversamente e ad essere altrove, “il concetto di” Dio “è stato finora l’obiezione definitiva contro l’esistenza” (Il crepuscolo degli idoli, I quattro grandi errori §8 ); e poiché le dottrine morali si basano solo sul piacere e sul dolore, sono diventate solo accessori con cui il valore delle cose è ingenuamente misurato (cfr. Al di là del bene e del male, §225), motivo per cui è da confutare non solo il mondo reale e la favola cristiana, ma anche le stesse dottrine morali.
In questo senso, quando Nietzsche concepisce una trasvalutazione di tutti i valori, la concepisce con un doppio pregiudizio. Da un lato, l’obiettivo principale è quello di annientare il terreno da cui sono stati finora generati i valori, sia che si tratti della metafisica, della favola cristiana o delle dottrine morali. È su questo punto che il filosofo rivendica il compito di dinamitare le fondamenta, demolire le fondamenta e rovesciare gli idoli, evidenziando così l’intera faccia corrosiva della propria filosofia. D’altra parte, il filosofo lavora attraverso il volto costruttivo e affermativo, che non solo cerca di trasformare in “oro” (cfr. Lettera di Nietzsche a Brandes del 23/05/1888) quello che fino ad allora era odiato dall’umanità, o cioè l’efficacia stessa, ma crea anche nuovi valori che sono in linea con la prospettiva della Terra. Pertanto, la sopravvalutazione di tutti i valori non è altro che la soppressione totale del mondo reale e le conseguenti aggregazioni in modo che l’uomo possa riconciliarsi e reinserirsi affermativamente nel proprio mondo nella prospettiva del divenire. Una volta riconciliati, uomo e mondo devono condividere lo stesso destino in cui non c’è ego ma solo fatum. Questo fatum, che, dal punto di vista di una filosofia dionisiaca, deve essere dichiarato incondizionatamente.
In questo senso, Zarathustra è concepito dal filosofo come il cambiamento di prospettiva, la figura in base alla quale tutta la dualità, forgiata sotto gli auspici della prospettiva generata dallo storico Zarathustra, deve lasciare il posto alla visione agonistica della volontà di potenza, alla lotta stessa, di impulsi antagonisti che nella fluidità del divenire creano e si distruggono eternamente. Zarathustra è il personaggio destinato a realizzare una visione dionisiaca del mondo, a sperimentare l’amor fati. È suo compito generare una filosofia dionisiaca, quella filosofia eroica (cfr. Frammento postumo 1 [83] di luglio-agosto 1883) in grado di sostenere la realtà del divenire. Ecco perché, per il filosofo, Zarathustra è il più affermativo degli spiriti, “in lui tutti gli opposti si fondono in una nuova unità. Le forze più basse e più alte della natura, le più dolci, le più leggere, le più terribili, sgorgano da una sorgente con certezza perenne … Ma questa è l’idea stessa di Dioniso. “(Ecce Homo, Così Parlò Zarathustra 6).
Pensato nel contesto di una filosofia essenzialmente affermativa, Zarathustra è direttamente associato alla figura di Dioniso. Simbolo della dinamica del divenire, della tensione tra gli opposti nel gioco della creazione-distruzione, Dioniso viene visto da Nietzsche, non solo come il nome del flusso eterno del divenire, come l’incarnazione della creazione, come distruzione presente nel cosmo, ma anche come “affermazione religiosa della vita, di una vita, non negata e dimezzata” (Frammento Postumo14 [89] della Primavere del 1888). È nell’affermazione incondizionata del divenire come flusso eterno di creazione-distruzione che Dioniso serve come parametro per il personaggio. Zarathustra può svolgere il suo compito solo se incorpora le caratteristiche stesse del dio greco, poiché è solo in questa accessibilità agli opposti che “Zarathustra si sente come la forma suprema di tutto ciò che è” (Ecce Homo, Così Parlò Zarathustra , §6)
È quindi da questa prospettiva che, dalle prime pagine di “Così Parlò Zarathustra”, il personaggio figura come l’annunciatore di una svolta completa nella nostra cultura. Incarnando la proposta nietzscheana di porre fine alla morale in decadenza, Zarathustra mostra, dalle prime linee del lavoro, ciò a cui l’esperienza e la sua dottrina si oppongono. Proprio come Gesù all’età di trenta anni lascia la terra natale, così Zarathustra lascia la sua terra. Per quanto diverso, non è nel deserto che il personaggio si ritira, ma verso le montagne. E a differenza del personaggio evangelico, che si ritira per quaranta giorni, Zarathustra si ritira per dieci anni. Tuttavia, a differenza dei Vangeli (cfr Lc 3,23), non è all’età di trent’anni ma all’età di quarant’anni che inizia il suo ministero e, a differenza di Platone, non è fuori dalla caverna, ma è internamente che diventa saggio.
Opposto al cristianesimo e al platonismo, deve tornare al simposiaco degli uomini. Proprio come il sole che, dopo aver bruciato la terra, passa dietro l’oceano, portando la sua luce anche negli inferi (cfr. Così parlò Zarathustra, Prologo, §1), Zarathustra, dopo essere stato saturo della propria saggezza, deve abbandonare anche la montagna e scendere a valle. Zarathustra deve declinare, deve attraversare il nichilismo e incarnare l’eterno ritorno, poiché può solo affermare l’esistenza nel desiderio di sperimentarlo, dionisicamente, ancora e ancora. Con ciò, il filosofo intende generare una nuova concezione dell’uomo capace di sperimentare il divenire, mentre si presenta, sotto l’affermazione senza restrizioni effettive, specialmente in ciò che è più terribile e doloroso.
Una simile concezione riunisce un’accettazione incondizionata del divenire che, nel flusso eterno della circolarità del tempo, si svolge ininterrottamente nel processo eterno di creazione e annientamento di se stesso. In questo senso, non è un caso che nei successivi scritti, specialmente in “Ecce Homo” (cfr. Così parlò Zarathustra, §6), il filosofo si riferiva alla figura di Dioniso stesso come un’affermazione illimitata di vita ed esistenza. Per questo motivo, c’è una stretta connessione tra Dioniso e il personaggio di Zarathustra, poiché è responsabilità di quest’ultimo incorporare allo stesso tempo la suprema distruzione e creazione caratteristica di Dioniso. In questo senso, Zarathustra è l’affermatore per eccellenza, poiché è lui che “contraddice con ogni parola questa affermazione degli spiriti; in lui tutti gli opposti si fondono in una nuova unità ”(Ecce Homo, Così parlò Zarathustra §6).
In questo senso, il divenire è dionisiaco, poiché la parola “dionisiaco” esprime già “il sentimento di unità tra la necessità di creare e annientare” (Frammento Postumo 14 [14], della Primavera del 1888). Il mondo stesso è dionisiaco, è il pieno divenire, un cambiamento seguito da un altro, in cui ad ogni stadio raggiunto un altro succede. Il mondo stesso è una totalità nella generazione permanente e nella distruzione di se stesso. È un processo, un’interrelazione e una lotta permanente, un’interconnessione dei campi di forza, come dinamica in costante tensione. Privo di nómos e telos, non si sottomette a poteri trascendenti né a nessuna sostanza che ne garantisca la coesione. Questa unità dipende esclusivamente dall’interrelazione delle molteplici forze. È per il carattere molto dinamico della forza che si esercita, così come è per la volontà di diventare più forte, che il conflitto diventa incessante. Per questo motivo, “questo mondo è la volontà di potenza – e nient’altro che questo” (Frammento Postumo 38 [12] Giugno 1885). Non è un essere, ma un pathos da cui proviene (cfr. Frammento Postumo 14 [79] della primavera del 1888). Non si adatta alle caratteristiche di un essere metafisico o trascendente, poiché come qualità di ogni evento in cui la forza stessa viene effettuata è un fenomeno universale e assoluto (cfr. Al di là del bene e del male, §22).
Pertanto, la vita e la volontà di potenza sono identificate, poiché come insegna Zarathustra stesso: “dove c’è vita c’è anche volontà: ma non volontà di vita, ma – questo è ciò che ti insegno – volontà di potenza” (Così parlò Zarathustra, II, Della superazione di sé stessi). Attivo in ogni essere vivente, è efficace in ogni elemento che, di fronte alla resistenza di altri elementi circostanti, innesca una lotta permanente e agonistica per più potere. In questa costante comparsa di vincitori e vinti, le gerarchie stabilite non sono mai definitive, poiché in questo costante processo di creazione e distruzione ogni vita vive a spese di un’altra vita (cfr. 1886) e “la nostra vita, come tutta la vita, è allo stesso tempo una morte perpetua” ( Frammento Postumo 37 4 giugno – luglio 1885).
È così che Nietzsche, come “discepolo del filosofo Dioniso (Ecce Homo, Prologo, §2), rivendica il divenire, la distruzione, il flusso e la necessità del processo permanente di annientamento e creazione. In questo intende affermare la vita così com’è, “Questo mio mondo dionisiaco che si crea eternamente, che distrugge eternamente se stesso, questo mondo misterioso di voluttà, questo mio al di là del bene e del male” (Frammento Postumo 38 [12] giugno-luglio 1885) Dioniso figura quindi a Nietzsche, come espressione della sua forza effettiva.
Incorpora le condizioni necessarie affinché la vita sia assimilata e affermata senza restrizioni. Tanto che in “Ecce Homo” il filosofo esprime chiaramente che un prerequisito per la natura dionisiaca è proprio la “durezza del martello, il piacere stesso di distruggere”. Osa, non si tratta di fare concessioni a idoli affermati o di generare valori immutabili radicati nell’altro mondo, ma piuttosto di stare in piedi come un martello contro i valori che svalutano la vita, con l’obiettivo della distruzione, perché è preminente, condizione per la creazione. “L’imperativo: ‘diventare duro!’ La certezza fondamentale che tutti i creatori sono duri, è il vero marchio di natura dionisiaca” (EH, Così Parlò Zarathustra, §8), aggiunge ulteriormente il filosofo.
Pertanto, la durezza di una filosofia a martellate, una filosofia essenzialmente basata sull’accettazione incondizionata dell’eterno ritorno, costituisce una prerogativa di base per creare e distruggere. È in questa prospettiva che Zarathustra, assumendo le stesse caratteristiche di Dioniso, figura in “Così parlò Zarathustra” come danzatore e distruttore. In questo senso, non è sorprendente che il filosofo abbia pubblicato un’opera intitolata: “Il crepuscolo degli idoli o come si filosofa con il martello”. Allo stesso modo, non c’era da meravigliarsi se scrisse nel prologo di questa stessa opera: “Questo piccolo libro è una grande dichiarazione di guerra; e per quanto riguarda l’analisi degli idoli, questa volta non sono solo idoli di questa epoca, ma idoli eterni ” (Il crepuscolo degli idoli, Prologo) . Fu anche in una guerra dichiarata che il filosofo non solo cercava di modellare la nascita e il rovesciamento del mondo reale, ma, soprattutto, di collocare il suo prediletto personaggio come contrappunto alla prospettiva del mondo reale.
Quindi il Zarathustra [nietzschiano] non è solo un antagonismo alla negazione della prospettiva della vita, non è solo un individuo con la missione di annullare il malinteso storico generato dal profeta persiano, è prima di tutto l’incarnazione di Dioniso, che, nell’accettazione incondizionata del divenire, non solo afferma l’esistenza nella forma migliore e peggiore, ma emancipa e riscatta l’uomo dal suo più grande errore, dalla prospettiva del mondo reale. Nell’insegnare che l’uomo deve essere superato e che l’oltreuomo è il senso della terra (cfr. Così parlò Zarathustra, Prologo, §3), Zarathustra, nella propria annessione dell’eterno ritorno e l’esperienza nell’amor fati, indica l’abbondanza della vita al contrario dell’indebolimento della vita.
È a questo proposito che il filosofo contrappone la concezione del mondo con quella concepita dalla filosofia socratica-platonica-cristiana. Mentre la prima considera la sofferenza parte integrante dell’esistenza e la accetta, la seconda la concepisce come punizione e castigo, e quindi la respinge. Se la prospettiva della prima è di celebrare la vita e il mondo, la seconda è di negarla e denigrarla. Da un lato, Dioniso, dall’altro, il Crocifisso, e la differenza non è nel martirio ma nel suo significato, poiché mentre “il dio sulla croce è una maledizione sulla vita, un dito puntato per riscattarlo, il Dioniso diviso a pezzi è una promessa di vita: rinascerà per sempre e tornerà dalla distruzione ”(Frammento Postumo 14 [89] della primavera del 1888).
Pertanto, una filosofia dionisiaca, come la concepisce Nietzsche, è quella che afferma il fatum senza riserve, che accetta l’affermazione attraverso l’uomo, che interpreta la vita, non concependo più l’uomo in opposizione al mondo, ma entrambi in armonia. Il dionisiaco è anche la filosofia che concepisce l’uomo come creatore e non più come creatura, che si diverte a distruggere e creare e che, contrariamente alla prospettiva del mondo reale, si rivolge a ciò che è terreno, poiché questa è l’unica realtà esistente. Questa è senza dubbio la massima espressione di una filosofia che vuole essere soprattutto affermativa e dionisiaca. E forse è per questo che il filosofo è stato anche in grado di sentenziare alla fine di “Ecce Homo” (Perché io sono un destino, §9): “Sono stato capito? – Dioniso contro il crocifisso…”

(it) Il femminismo è umanista, ma io no

Di Johanna Schmidt

“Prima, quando erano solo gli uomini a governare, essi decidevano, tra le altre cose, di rispettare lo Stato e rispettare le sue leggi. Oggi è tutto molto diverso; oggi governano anche le donne, e esse decidono, tra le altre cose, di rispettare lo Stato e le sue leggi.”
Rene Mostrenco

“Bruceremo le chiese e gli altari.”
Canto Anarchico

Io arriverò a me stessa e a ciò che è mio attraverso il femminismo? La femminista, chi considera una sua simile? La donna! Si soltanto una donna, e lo sei, e la femminista ti chiamerà sua sorella.
Poco le importano le tue opinioni e le tue necessità private, dal momento in cui possa vedere in te una donna. Poco le importa quello che sei nel particolare, perché è conseguente, i suoi principi le impediscono di dargli minore importanza; non vede oltre ciò che sei genericamente.
In altri termini, non vede te stessa, ma il genere; non Malena o Maria, solo la donna; non la reale o l’unica, ma la tua essenza o il tuo concetto; non l’individuo di carne e ossa, ma lo spirito.
In quanto Malena, non le saresti uguale, perché lei è Maria e non Malena; ma in quanto donna, sei quello che è lei.
Se è davvero una femminista e non un’ egoista incosciente, tu, Malena, ai suoi occhi, è come se non esistessi, che, tra parentesi, le facilita abbastanza il sostentamento del suo amore fraterno; quello che ama in te non è Malena, di cui non sa nè vuole saperne niente, ma unicamente la donna.
Non vedere nulla in te e in me oltre che ‘la donna’, è portare all’estremo la visione cristiana, secondo la quale una non è per le altre nient’altro che un concetto (per esempio, un’aspirante alla salvezza, ecc.).
Il cristianesimo propriamente detto ci riunisce comunque in un concetto meno generale: così, siamo le “figlie di dio”, le guidate dallo spirito di dio [1]; tuttavia non tutte possono sentirsi orgogliose di essere figlie di dio, visto che lo spirito stesso testimonia il nostro spirito, oltre che le figlie di dio [2], questo stesso spirito segnala quelle che sono figlie del diavolo. [3]
Per essere figlia di dio, era necessario non essere figlia del diavolo; la famiglia divina esclude alcune donne. Al contrario per essere figlie delle donne e quindi donne, non basta appartenere alla specie umana, essere esemplari di questa specie.
Non ti interessa quello che sono, se sei una buona femminista; ignori e devi ignorare le mie questioni private; è sufficiente che siamo due figlie di una stessa madre, la specie umana: in quanto nata da una donna, sono una tua simile.
Cosa sono, dunque, per te? Sono quella in carne e ossa che va e viene? Qualsiasi cosa tranne questo! Sono quella con i suoi pensieri, le sue valutazioni e le sue passioni, è ‘qualcosa di privato’ che non ti riguarda, di certo.
Per te non esiste nient’altro che il concetto di me, il concetto della specie a cui appartengo, la donna, che forse si chiama Malena, ma potrebbe benissimo chiamarsi Juana o Micaela. Tu vedi in me, non me, la reale, corporea, ma quella irreale, il fantasma: una donna.
Nel corso dei secoli cristiani, ogni tipo di persona è stato nostro simile, ma l’abbiamo sempre giudicato secondo lo spirito che ci aspettavamo da questo; nostra simile fu, per esempio, quella il cui spirito manifestava il bisogno di redenzione; più tardi, quella che aveva spirito di buona volontà; poi, alla fine, quella che mostrava uno spirito e un volto umani. Così cambiò il fondamento dell’uguaglianza.
Dal momento in cui si concepisce l’uguaglianza come uguaglianza dello spirito umano, si è scoperta un’uguaglianza che abbraccia veramente tutte le donne; perché, chi oserebbe negare che noi donne possediamo uno spirito umano?
Siamo perciò più evolute dall’inizio del cristianesimo? Il nostro spirito doveva essere divino allora, e oggi deve essere umano; ma se il divino non bastava per esprimerci, come potrebbe l’umano esprimere tutto quello che siamo?
Feuerbach, per esempio, crede di aver scoperto la verità quando umanizza il divino. Però se dio ci ha fatto soffrire crudelmente, ‘la donna’ è nella posizione di martirizzarci anche più crudelmente. Diciamo, in poche parole: se siamo donne, questo tipo di donne è solo una piccola parte e non ha alcun significato e importanza oltre che come una delle nostre ‘proprietà’, contribuendo a formare la nostra individualità.
Certamente io sono, tra le altre qualità, una donna, allo stesso modo in cui sono,per esempio, un essere vivente, un animale, un’americana, una platense, eccetera; però il fatto che non apprezzeresti in me nient’altro che la donna o la platense mi sarebbe indifferente. Perché? Perché apprezzeresti solo una delle mie proprietà e non me.
Lo stesso succede riguardo allo spirito. Io posso annoverare tra i miei attributi uno spirito cristiano, uno spirito leale, ecc., e questo spirito è mia proprietà; ma io non sono questo spirito: lui è mio, io non sono sua.
Continuiamo a trovare, dunque, tra le femministe l’antico disprezzo delle cristiane per l’ IO, per la Malena o la Maria in carne e ossa. Anzi che prendermi per quello che sono, non si considera nient’altro che la mia proprietà, i miei attributi, e se ci si vuole unire a me, è solo per amore del mio portafoglio; si sposano con quello che ho e non con quello che sono. Una cristiana si avvicina al mio spirito e la femminista alla mia umanità.
Però se lo spirito, quello spirito che non si guarda come proprietà dell’Io reale e corporeo, ma come l’Io stesso, è un fantasma, la donna in cui si vuole riconoscere, non a uno dei miei attributi, ma all’Io propriamente detto, è, anch’essa, solamente un fantasma, un pensiero, un concetto.
Per questo la femminista vaga eternamente, senza poterne uscire, nello stesso circolo in cui è rinchiusa la cristiana. Così come se lo spirito dell’umanità ti abita, sei una donna, così sei una cristiana se lo spirito di cristo abita in te. Però posto che la donna che è in te non è altro che un secondo Io, anche se fosse il tuo vero Io e il tuo o migliore, continua ad esserti estraneo, e devi sforzarti per arrivare ad essere pienamente donna.
Uno sforzo sterile come quello che compie la cristiana per diventare pienamente spirito beato!
Oggi che il femminismo ha proclamato la donna, si può dire che il cristianesimo è stato spinto alle sue ultime conseguenze e che, dalla sua origine, il cristianesimo non si è dedicato ad altro che al compito di realizzare la donna, la “vera donna”.
Si capisce, dunque, che è un errore credere che il cristianesimo conceda all’Io un valore infinito (come, per esempio, potrebbe lasciar supporre la dottrina dell’immortalità, la cura della salvezza, ecc). No: quel valore lo attribuisce solo alla donna. Solo la donna è immortale e solo in quanto donna lo sono anche io.
Il cristianesimo insegnò bene che nessuno muore completamente, e anche il femminismo dichiara che tutte le donne sono uguali; ma l’ eternità da una parte e l’ uguaglianza dall’altra, riguardano solo la donna che c’è in me, non me. Solo in quanto sostegno, ospitante della donna, io non muoio; allo stesso modo si dice: la regina non muore, Victoria muore ma la regina le sopravvive. E io muoio, ma il mio spirito, la donna, sopravvive.
Si è trovata una formula per identificare completamente l’Io e la donna, e si emette questa sentenza: ‘che una deve diventare generica’.
La religione umana non è che l’ultima metamorfosi della religione cristiana. Il femminismo, di fatto, è una religione perché mi separa dalla mia essenza e la colloca sopra di me, perché eleva “la donna come la religione eleva i suoi dei o i suoi idoli, perché trasforma ciò che è mio in qualcosa di estraneo e fa dei miei attributi, della mia proprietà, qualcosa di diverso da me, cioè un’essenza: insomma, il femminismo è una religione, perché mi sommette alla donna e perciò mi impone una “vocazione”. [4].

Note:
[1]romani, 8,14
[2] cfr. romani, 8, 16
[3] in questo si manifestavano i figli di dio e i figli del demonio: tutto quello che non fa giustizia, e che non ama il suo fratello, non è di dio.” Giovani 3,10
[4] Max Stirner, L’Unico e la sua Proprietà, utopia libertaria, Buenos Aires, p. 175. Nel testo si parla dell’uomo e del liberalismo, ma il vassallaggio alle istituzioni e ai suoi codici ha mai fatto distinzioni di genere?

[en] (Mexico) 91 Communique of ITS

Through this text we take responsibility for the following acts:

-December 19: Arson attack in the substation of Federal Commission of Electricity in Santa Marta Acatitla, Iztapalapa, Mexico City. The fire caused a black-out in dozens of neighborhoods that remained without electric supply, being thus a sucessful attack and being an evidence that we still lurking.

-December 24: While the christmas celebrations were about to begin, we set on fire the popular Market of la Merced, it was more than ready, the flames spread quicky due to the huge amount of garbage that is storaged there.
We are glad to mention that two people died because of our flames, loses of wich we feel no regrets at all, this is a War against society, we do not care if its members are rich or poor, we act indiscriminately, without mercy for anyone, this is already known by many people. Do not be surprised of the fact that we will continue killing directly and indirectly automatons whose only purpose is to be in the midst of sea of scum who live one of the most populated cities of the world.

We look at you with hatred, your celebrations disgust us, you created us and now face the consequences.

Individualists Tending Towards the Wild – Mexico City

https://cnnespanol.cnn.com/2019/12/25/alerta-procuraduria-cdmx-arranca-investigacion-de-mortal-incendio-en-la-merced/

(tü) Benim Yetkim

Kafadaki Kaçıklık

Sen kaçıksın be adam! Kafasında büyük şeyler ve tanrılar dünyası kuran ve kurduklarına da inanan sen, hayaletler ülkesi kurup kendini onlara karşı vazifelendiriyorsun, oysa o, sana el sallayan bir idealdir. Senin saplantın var!

Tımarhanedeki zavallı bir delinin, Tanrı baba olduğu ya da Japonyanın kralı, kutsal tin ve benzeri olduğu kuruntusuna düşmesiyle, huzur içinde yaşayan bir vatandaşın, iyi bir hıristiyan, dinci bir protestan, sadık bir vatandaş, erdemli bir insan ve benzeri olmasını kendi kaderi olduğunu sanması – bir ve aynı “saplantıdır”. İyi bir hıristiyan, dinci protestan ve erdemli insan ve benzeri olmamaya kalkışamayan ya da çalışamayan kişi, dindarlığın ve erdemliğin esiri ve kölesidir.

Evet, tüm dünyada hayalet kol geziyor!

Seninle beslenen kalbim, doyuma ulaşan gereksinimlerim ve seni sevdiğim için üstüne pervane oluyorsam, bu herhangi bir üstün varlık adına yapılmamaktadır, ki sen bunun kutsallaşmış bedenisin, ve seni bir hayalet olarak ya da görünüşteki bir tin olarak gördüğümden de değil, bizzat egoist hazzımdan dolayı: sen özün itibariyle benim için değerlisin, çünkü senin varlığın üstün varlık değildir, senden üstün ve senden genel de değildir. O biriciktir, senin gibi, çünkü sen biriciksin.

Hak toplumun tinidir. Toplumun bir iradesi varsa, işte bu irade haktır: Toplumun varlığı sadece hakka dayanır. Toplum sadece bireyler üzerine tahakküm kurmakla var olabildiği için, hak onun hükmeden iradesidir. Aristo adaletin toplumun yararına olduğunu söyler.

Var olan her hak yabancı haktır, bana “verilen” ve “hisseme düşendir”. Tüm dünya bana hak verseydi, haklı mı olurdum? Devlet ya da toplum tarafından eldeettiğim bir hak yabancı bir hakkın aynısı değil midir? Bir aptalın bana hak vermesi üzerine, kendi hakkıından şüphelenirim; onun hak vermesini beğenmiyorum. Bir bilgenin de bana hak vermesiyle haklı olmam. Benim haklı olup olmadığım aptalın ve bilgenin hak vermesinden tamamen bağımsızdır.

Bununla birlikte şimdiye kadar bu hakkı elde etmeye çalıştık. Hak arıyor ve bu amaçla da bir mahkemeye baş vuruyoruz. Hangi mahkemeye? Kralın, papazın ya da halk mahkemesine vb. Bir sultan mahkemesi, sultanın hak olarak belirlediği bir haktan başka hak verebilir mi? Sultanın bana verdiği hakka uygun olmayan bir hak ararsam, sultan mahkemesi bana hak verir mi? Örneğin, sultana göre hak olmayan ağır ihaneti bana hak olarak tanıyabilir mi? Benim hakkımı umursamayan o, bir sansür kurulu olarak, düşünce özgürlüğü hakkını bana verebilir mi? Ne arıyorum öyleyse ben bu mahkemede? Ben benim hakkım olanı değil, sultansal hak, yabancı hak arıyorum. Yabancı hak benim hakkımla uyum sağladığı sürece şüphesiz benim de hakkımdır.

Devlet tek tek insanların birbirleriyle kavga etmelerine izin vermiyor; düelloya karşı çıkıyor. Kavga edenlerin polisi çağırmamalarına rağmen polis cezalandırıyor; bu durum bir Ben ile bir Sen arasındaki kavga olarak kabul görmüyor. Aile reisinin çocuğunu dövmesine benzetiliyor. Aile hak sahibidir ve aile adına da baba, ben biricik olarak bu hakka sahip değilim.

Vossische Zeitung “hukuk devletini“ bize takdim ediyor. Hukuk devletinde her şeyin kararı bir yargıç ve bir mahkemenin elinde olması gerekiyor. Bu gazeteye göre, üst-sansür-kurulu “hakkın olduğu“ bir “mahkemedir”. Nasıl bir hak? Sansür hakkı. Sözkonusu mahkemenin yargısını haklı bulmak için, sansürü haklı bulmak gerekiyor. Aynı zamanda ama bu mahkemenin bir koruma sunduğu söyleniyor. Evet, tek bir sansürcünün yanılgısına karşı koruma: Bu mahkeme, isteminin yanlış yorumlanmasına karşı sadece sansür yasama kurulunu koruyor, yazanlara karşı ama kendi yasasını “hakkın kutsal yetkisiyle” daha da pekiştiriyor.

Haklı ya da haksız olduğumu yargılayan benim, benden başka bir yargıç yoktur. Başkaları sadece, benim hakkımı onaylayıp onaylamadıklarını ve bunun onlarca da haklı olup olmadığını yargılayabilirler.

(México) 91 COMUNICADO DE ITS

Por este medio nos reivindicamos los siguientes actos:

-19 de diciembre: Incendio en subestación de la Comición Federal de Electricidad de Santa Marta Acatitla, Iztapalapa, en la Ciudad de México. El incendio afectó a decenas de colonias que se quedaron sin el servicio eléctrico, siendo un ataque exitoso dando la prueba de que seguimos acechantes.

-24 de diciembre: Mientras la celebración navideña estaba a punto de empezar, incendiamos el popular Mercado de la Merced, este estaba más que puesto, las llamas avanzaron rápidas por la cantidad de basura que se vende ahí.
Nos alegra mencionar que hubo dos personas muertas tras nuestras llamas, de las cuales no lamentamos para nada sus pérdidas, esto es una Guerra contra la sociedad, no nos importan que sus integrantes sean ricos o pobres, actuamos indiscriminadamente, sin contemplaciones para nadie, eso ya más de uno lo sabe, que no se extrañe que sigamos matando directa e indirectamente autómatas que su única finalidad es estorbar en el mar de gentuza que vive en una de las ciudades mas pobladas del mundo.

Los vemos con repudio, nos asquean sus celebraciones, ustedes nos crearon y ahora la beben o la derraman.

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje – Ciudad de México

https://cnnespanol.cnn.com/2019/12/25/alerta-procuraduria-cdmx-arranca-investigacion-de-mortal-incendio-en-la-merced/

[en] (Greece) Zografou bomb could be linked to new group

17 de diciemrbe 2019

The counterterrorism department of the Greek Police (ELAS) believes the culprits that planted an explosive device across the road from a police precinct next to the campus of the National Technical University of Athens (NTUA) in Zografou, eastern Athens, Monday were young members of anti-establishment groups experimenting with bomb making, possibly linked to a group calling itself the Iconoclastic Sect.

Investigators found significant similarities between the devices wiring with that of an bomb planted by the Sect outside the NTUAs civil engineering department in April 2018.

The same group had planted a bomb outside the Church of Agios Dionysios in Kolonaki, central Athens, in late December last year, which exploded and injured a church employee and a police officer. As with Monday’s incident, there was no warning phone call.

According to police sources, the explosive device in Monday’s attack consisted of gunpowder (of the type used in large firecrackers etc) in a tightly closed metal tube inside a 5-liter plastic container filled with nails. The device had a timer.

Investigators were unable to determine when exactly the perpetrators had planned for the bomb to go off. They believe that the aim was for it to detonate either during the night or in the early morning, but this did not occur due to some kind of fault.

The bomb was found at around 9 a.m. by the police precinct chief, who noticed it as he was parking his motorcycle. A bomb disposal unit destroyed the device in a controlled explosion.

The Iconoclastic Sect has claimed responsibility for a string of attacks since last year. In one of their statements regarding the explosion in Kolonaki last December they bemoaned the fact it did not cause more mayhem. Although the injuries were not serious and [the two wounded] escaped death by chance because the explosion was not as strong as we thought, we learnt our lesson for the next time, the group said at the time.

The text had been published on a Spanish-language website titled Eco-extremist curse (Maldicion Eco-extremista), and members of the group declared themselves members of an international federation of eco-extremists called Individualists Tending toward the Wild (ITS).