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[pt] (CHILE) Comunicado 64 de ITS: Sobre a Junta de Vizinhos de Internet

Traducción al portugués del comunicado 64 de ITS.


I.

A verdade é que agora não nos interessa em nada entrar em uma disputa com os ambientes anarquistas locais ou internacionais, entendemos que é apenas gastar palavras e nos entendiarmos em pleitos virtuais. Em geral, preferimos continuar com as nossas atividades, mas às vezes os escândalos de certos personagens merecem ser abordados. Tal como tem sido a última aprontada de alguns blogueiros europeus.

A estas alturas não é de se admirar que tenhamos chegado a este ponto, acreditamos que são as consequências de nossa guerra extremista contra a humanidade civilizada. E como sulistas pertencentes a ITS, temos algo a dizer.

Comecemos com algumas perguntas, estes “anarquistas” nos devem lealdade? Respeito? Empatia ou algo parecido? A resposta é claramente NÃO. Eles não nos devem absolutamente nada, não são nenhum pouco afins às nossas andanças, tanto que somos INIMIGOS. Se pode esperar algo bem intencionado de um inimigo? A resposta novamente é NÃO. Então, se eles estão em todo seu direito, do que podemos nos queixar? Com que cara podemos nos queixar se nossos irmãos atentaram fisicamente contra anarquistas e seus espaços? Esta é apenas a consequência óbvia que deve ser enfrentada inteligentemente e violentamente, se necessário.

Os irmãos da SSS do Brasil já disseram, nós poderíamos pagar com a mesma moeda, começar a expor fotos, nomes e endereços, mas não o faremos porque não somos miseráveis, ponto final. Nós não estamos aqui para sair caguetando algum criminoso, isso nunca. Nós estamos nesta terra para propagar o Caos, para estourar carnes humanas com os nossos explosivos, estamos para desencadear a vingança dos espíritos da terra contra a humanidade.

Não iremos desperdiçar palavras ameaçando a este tipinho de gente, sabemos que de nada serviria e sinceramente acreditamos que não tem efeito algum sobre estas pessoas. Isso se confirma logo após os irmãos de ITS no México e Brasil se pronunciarem. O que fizeram estas pessoas? Se assustaram? Se retrataram? Não, pelo contrário, seguem em seu caminho inquebrantável. E agora não satisfeitos em ter exposto um teórico da tendência, expuseram o endereço de seu domicílio, e até “revelaram” o endereço de IP do blog “Maldición Eco-extremista” (risos).

Dizer que seus métodos não tiveram efeito na tendência seria ilusório, porque as consequências são óbvias. Foram abandonados valiosos projetos de propaganda e difusão na internet, pode-se dizer com firmeza que sua campanha acusatória resultou em mil maravilhas. Mas, o que acham? Pensaram que as atividades de ITS iriam cessar? Que nos dobraríamos ante a suas campanhas virtuais? Que nos dará medo que nossos rostos apareçam em seu site? Que vamos deixar a guerra? ISSO NUNCA. Tiramos de letra a inteligência policial, então evitá-los não será um grande problema.

Por enquanto, sigam com suas picuinhas virtuais já que é a única coisa que sabem fazer bem. Nós seguimos mesclando o salitre, carvão e enxofre, seguimos testando recipientes, seguimos corroborando as ruas. Tenham cuidado, pois seguimos em nosso caminho de terror.

II.

É assim que o véu é levantado e se revela as verdadeiras intenções desta gente. Elas não estão nisso para atacar ou destruir qualquer sociedade, nem para defendê-la, se for o caso, elas não são o “anti” de nenhuma civilização, na verdade são as forças de coesão social levadas um passo adiante, como os super-heróis dos filmes em inimizade com a polícia por seus métodos radicais, mas sempre perseguindo os verdadeiros vilões. Para aqueles que em atos e não em palavras querem ver tudo queimando.

O véu foi levantando há muito tempo, e estes personagens estão mostrando a sua verdadeira face, aquela mais cidadã. Nós não poderíamos, nós nos recusamos a acreditar que esta campanha acusatória estivesse sendo encabeçada por “anarquistas”. Não nos entraria na cabeça que alguns “anarquistas” chegaram a isso…

Isso de colocar fotos e endereços é digno de uma ONG ou uma junta de vizinhos. Vocês são uma vergonha para a anarquia (a verdadeira anarquia), são uma vergonha para a memória dos anarquistas terroristas antigos, são uma vergonha para a anarquia de Mauricio Morales, para a anarquia que queima cílios com molotovs, para a anarquia que detona extintores e incendeia bancos..

Vocês já não são anarquistas, meninos (se é que alguma vez foram), já não resta nenhuma célula de anarquia em seus corpos. E se esta é a “nova anarquia”, as coisas não vão bem…

Pela memória dos incontáveis anarquistas terroristas do passado e alguns atuais, deixem a velha anarquia em paz e não sigam manchando o pouco do respeitável que resta da anarquia no mundo.

E nos perguntamos, por que nenhum de seus amiguinhos de internet replicaram as fotos e endereços de sua campanha acusatória? Por que será? Por acaso será porque seus amigos de internet perceberam que isso não é coisa de anarquistas?

E por favor, digam a este “chinêzinho” para parar de falar bobagens, já foram duas cartas endereçadas a nós e ninguém está interessado. Já deu…

III.

Temos conversado entre os irmãos do sul e esta situação das “fotinhas” nos deixa bem preocupados. Pode ser que alguém nos reconheça aqui pelo sul e enviem as fotos de alguns de nós a estas pessoas e nos publiquem em seu site para depois nos prenderem. Olhe, nos livramos por vários anos da inteligência policial no sul para que venham nos prender por causa de uma laia de gente que anda do outro lado do oceano e, passageiramente, fazer em instantes o que em três anos não puderam fazer os governos daqui.

Então, em vista desta complicada situação, aproveitamos para fazer um chamado público a todos os que sabem quem somos; “a toda a cena rebelde, se agradeceria de coração que não enviassem nossas fotos a estes senhores para que não nos postem em seu blog. Desde já, muito obrigado.” haha

A verdade é que nós tomamos esta situação com um pouco de humor já que pouco nos importa si apareçamos em seu site, vamos ver se conseguem nos achar primeiro. Dizem que enviarão os mercenários antifascistas que estiveram em Rojava até o México e Brasil para caçar os grupos de ITS HAHAHAHAHAHAHA boa sorte nos subúrbios mexicanos e nas favelas brasileiras, onde o sangue jorra pelas ruas e o cheiro de morte é algo cotidiano.

Podemos ter muito senso de humor, mas os fatos são fatos, esta junta de vizinhos expôs um propagandista do eco-extremismo e isso é algo que não tem reparos. Há alguns cúmplices enfurecidos, muitas coisas se passaram em nossas mentes para agir em consequência disso, muitas são as possibilidades, por enquanto o sul não teve grandes pleitos com a cena anarquista. De qualquer modo, estamos atentos ao que aconteça…

Poderão nos desacreditar e nos difamar, irão querer nos apontar com o dedo, difundir nossos nomes e rostos, mas não nos assustam as freiras no cio, cagamos e andamos em sua moral bastarda e virgem.

Doa a quem doer, ITS seguirá em seu caminho de destruição. Os pesares da humanidade continuarão, nós já estamos do lado do desastre, é apenas uma questão de tempo para que a balança se incline para o Caos.

Continuamos com nosso caminho, nunca fazendo o trabalho da polícia, nunca sendo heróis. Sempre orgulhosos criminosos e verdadeiros anti-sociais.

Coragem aos difusores da tendência, que apesar das adversidades levantam projetos e seguem contribuindo com suas palavras para a guerra.

Evitando toda as polícias, as profissionais e as autodidatas!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Horda Mística do Bosque

– Bando Inquisidor Vingativo

(es) Anhangá 2 -Editorial-

Traducción de la Editorial de la segunda revista Anhangá, enviada por “Mata”.

¡Que el poder del Watu inspire a los guerreros eco-extremistas!

¡Que el recuerdo de Yayá los llame a la confrontación!


“Para nosotros, el Watu (Río) es una entidad, no una cuenca hidrográfica como dicen los blancos. Así como allá en la India tienen el Río Ganges, que es sagrado y las personas entienden eso. Aquí en Brasil, los ríos pueden convertirse en cloacas, porque son vistos solo como un cuerpo de agua. […] Los niños hoy miran y preguntan a sus padres: “¿El Río murió? ¿El Río se terminó?”. Para la infancia es una marca que no se puede sanar […] Mirar a la Tierra, el Río y el Bosque como mercancía es un engaño muy grande que nos enterrará a todos”, Krenak Ailton sobre la muerte del Watu en manos de las empresas mineras Samarco y Vale.

Pindorama – el regreso de la conspiración eco-extremista desde este lado del sur ya era una promesa, los temblores en la tierra, que recientemente aterrorizaron a los civilizados por aquí fueron las reacciones animistas a los pasos dados por los guerreros de la Mafia ITS, nuevamente rumbo a la indiscriminada caza en las extensiones de la antigua Tierra de las Palmeras. Reposamos por algunos ciclos lunares agazapados en las sombras y la oscuridad. El motivo es que parte de nuestra Editorial se enfadó por una ridícula investigación bajo el nombre de Érebo. Contrariamente a lo que esperaban, no fue una amenaza para nosotros y entonces otra vez acá estamos, orgullosamente dando vida a este proyecto propagandístico iniciado hace un año, la Revista Anhangá – En Guerra Contra la Civilización y el Progreso Humano Desde el Sur, que ahora entra en su segunda edición.

Debido a una serie de acontecimientos el primer número de esta publicación fue lanzado de forma inconclusa, pero igual agradecemos a los wachos que tomaron la importante decisión de lanzarlo. Lejos de las condiciones en que se concibió la versión inaugural del proyecto, sale ahora el Nº 2 de esta Revista contando con más de 100 páginas mullidas de escritos que nutren la teoría y práctica del individualista eco-extremista. Esta edición nace de un tremendo esfuerzo cómplice de hermanos y hermanas afines del Sur y del Norte. El período entre la primera publicación y la actual, está marcado por una significativa expansión de los grupos ocultos adheridos a ITS, sumados a los rugidos y asaltos por el Sur, estos también surgieron y crecieron en las tierras del Viejo Continente, aquel donde pisaron los bárbaros, los vikingos, que con ferocidad y paganismo implantaron el terror en el corazón de las civilizaciones europeas. Las esporas del eco-extremismo fueron llevadas por fuertes vientos y cruzaron las grandes aguas hasta caer en los suelos de Grecia, donde caminan ahora la Secta Iconoclasta y los Cazadores Nocturnos; Reino Unido, tierra maldita de Misanthropos Cacoguen y España, territorio de los Criminales Animistas. Ya por el Sur y el Norte el ánimo de los guerreros no se detiene, contamos con aproximadamente una decena de muertes en más de 50 diversos ataques; paquetes incendiarios y explosivos abandonados indiscriminadamente despedazando carnes e imponiendo el terror; incendios salvajes contra máquinas, instituciones y objetos; explosivos abandonados contra blancos específicos exitosamente detonados; ataques armados contra peregrinos cristianos y montañistas asesinados a balazos; ataques armados contra estructuras de mega-empresas; amenazas de bomba; envenenamientos y maldiciones; puñaladas homicidas contra sacerdotes y funcionarios de universidades; paquetes bomba contra universidades y centros de investigación; un certero disparo en el cráneo al vice-rector del instituto tecnológico; una drogadicta asesinada y tantos otros ataques que por cuestiones estratégicas no fueron reivindicados públicamente. Como apuntan los medios gringos ya somos una amenaza terrorista internacional creciente en el mundo. Lo que se originó allá por el año 2011 en México se esparce por los cuatro cantos como una plaga maldita y ahora tiene presencia en diferentes ciudades de varios países en tres continentes. La Mafia Eco-extremista es nutrida por el odio catastrófico contra el progreso humano que destruye todo lo que es Salvaje, contra el progreso civilizado que exterminó a nuestros antepasados, sus creencias y modo de vida, contra la lógica occidental de domesticar y manipular lo que es silvestre, contra el esquematizado pensamiento religioso moderno y el racionalismo ateo que desprecia y destruye la forma animista de sentir, ver y entender el mundo, especialmente la serenidad y el Caos que habita dentro de nosotros, la fuerza antigua que nos empuja a revivir los adormecidos instintos, a recordar a nuestros antepasados y también el hecho de que un día fuimos parte de todo eso, del entorno y la vida salvaje, antes de la llegada de los civilizados.

A algunos de nosotros nos enfurece saber, mediante nuestros abuelos y bisabuelos, que hace tres generaciones fuimos forzados a abandonar nuestras tierras ancestrales y sometidos a sobrevivir marginalmente en un entorno domesticado mientras los bosques eran talados, los montes explotados y excavados y los ríos barridos y drenados; nos duele no poder expresar lo que vemos o comunicarnos a través de nuestro idioma akwén, puesto que al hacerlo eramos asesinados porque decían que hablar nuestra propia lengua era señal de demencia y atraso, nos entristece saber que nuestro entendimiento fue completamente entorpecido por costumbres y creencias ajenas a las que practicamos desde tiempos inmemorables y en su lugar nos fuerzan a tragarnos al dios cristiano. Por todo eso es nuestra guerra, por nosotros mismos, por los Antiguos, por lo poco que queda del entorno salvaje y por la certeza de que los actos de aquellos que asesinan a los Espíritus de la Naturaleza no quedarán impunes. Landerretche lo sabe muy bien después de que lo wachos cómplices de la Horda Mística del Bosque enviaran a su casa un paquete explosivo que detonó en sus manos y que, por suerte (para él), no lo mató. El bastardo es uno de los jefes de una de las empresas mineras más grandes del mundo. Seguro que su nombre se sigue entonando en los cantos de guerra de los mafiosos y que tarde o temprano, la venganza otra vez tocará su puerta. Samarco y Vale son otros dos monstruos mineros responsables de causar destrucciones de proporciones colosales como la del Río Dulce y tantas otras, por eso la cita de Krenak. Otro motivo para la cita es que en el pasado, y por aquella misma región, fue donde centenares de nuestros bisabuelos fueron forzados a abandonar sus tierras. Los ríos, los bosques, las llanuras, los animales, los montes, todo esto fue removido o asesinado con la llegada del progreso y de los civilizados, con aquello moría parte de nosotros. En vista de eso no nos que nada más que la guerra a vida o muerte, somos inadaptables a este mundo moderno; no solo por sensatez, sobretodo por instinto y por el llamado primitivo de aquellos que vinieron antes que nosotros. Caminar en las urbes sintiendo a través del piso la respiración sofocante de la Tierra sepultada por el cemento no es algo que dejaremos pasar desapercibido, por eso regresamos con el segundo número de la Revista Anhangá, esperando que el material que contiene esta publicación nutra y conecte el imaginario y la fuerza de tantos otros individualistas guerreros y guerreras, tal como Regresión, Ajajema, Extinción y Atassa lo han hecho.

En esta edición se hallarán escritos sobre la espiritualidad eco-extremista, la potencialidad del individualismo, debates y críticas sobre moralidad y valores civilizados, reflexiones sobre humanismo y violencia indiscriminada, escritos sobre veganismo y la evolución de la dieta, críticas a ideologías izquierdistas y a la creencia en un revolución, escritos que reviven memorias de prácticas guerreras, cosmología pagana, apuntes sobre misantropía y extincionismo, apuntes sobre primitivismo, lecciones tomadas de grupos terroristas, vandálicos, delincuentes y de movimientos libertarios, además de varios poemas, canciones, textos filosóficos, manifiestos personales, un manual para la fabricación de Peróxido de Acetona y un análisis crítico desde una mirada eco-extremista de la más reciente obra de Theodore Kaczynski.

Como un órgano difusor de la Mafia Eco-extremista esperamos que el material contribuya no solo a aquellos guerreros y guerreras que están en pie de guerra contra el Sistema Tecno-Industrial, sino también a aquellos y aquellas tendientes a lo salvaje, a los criminales, antisociales, egoístas, misántropos, anarquistas caóticos, nihilistas terroristas y tantos otros que siembran en el aquí y ahora el Caos en el interior de esta civilización, que atacan sus valores, sus estructuras e instituciones y también a sus invenciones tecnológicas.

Con profundo respeto pedimos a Yayá que desde su cueva nos dé sabiduría para nuestros movimientos. Ciertamente cuando los civilizados escuchen el silbido estridente del viento, sabrán que desde la oscuridad fuimos convocados por este furioso espíritu para atacar y asesinar. Solamente por venganza. Al igual que las catástrofes somos una de las respuestas de la Naturaleza Salvaje a todo esta artificialidad, porque también somos parte de ella y de su reacción. Valerosos indiscriminados sin valores morales, como las tempestades, terremotos, huracanes y otras catástrofes que no distinguen clase social, sexo o color de piel ni el momento de sus manifestaciones homicidas. Y para finalizar queremos agradecer cariñosamente a los hermanos y hermanas cómplices de estas tierras y de afuera, a Nẽn-pém, XXX, Urucun, Xale, a los hermanos de la Revista Ajajema y algunos otros que dieron textos para citar, y además de contribuir de algún modo para el seguimiento de esta revista, son también fuente de gran inspiración; algunos geográficamente más cercanos, otros más distantes, pero todos en la misma guerra contra la civilización y defendiendo con garras el mismo proyecto, la Mafia de ITS.

Pedimos que los Espíritus de la Tierra borren los pasos de los afines de sangre y de guerra y que la terrible furia de Yayá caiga sobre aquellos que destruyen la Naturaleza Salvaje.

La emboscada sigue hasta tu muerte o la mía… ¡GUERRA!

Grupo Editorial Ponta de Lança (Punta de Lanza).

Otoño de 2018

Contacto: pontadelanca(a)pm.me

[pt] (CHILE) Comunicado 59 de ITS – Horda Mística do Bosque: Pacote-Bomba Contra a Faculdade de Agronomia da Universidade do Chile

Traducción al portugués del comunicado 59 de ITS.


Mais uma vez saímos de nossos refúgios com nossas sombrias intenções, saímos das sombras carregando o caos. Saímos encomendados a todas as energias ancestrais, orando aos espíritos dos antigos, saímos rezando o “ritual pagão do atentador”. Tocamos a terra e nos conectamos com o seu espírito, falamos com ele e lhe pedimos para cuidar de nossos corpos, que abençoe os nossos passos enquanto nos dirigimos ao abismo, lhe pedimos para que apague as nossas pegadas e que não restem rastros dos irmãos.

Nosso quarto atentado não transcendeu a mídia, talvez os gambés se inteiraram e o neutralizaram. Desta vez, o alvo foi novamente estudantes universitários e mais uma vez da Universidade do Chile. Não sossegaremos até que algum destes viadinhos abra algum de nossos presentes.

Continuaremos no caminho do terror, nossas tentativas e nossas vontades não ficarão em silêncio, por isso, mesmo que algum de nossos explosivos não detonem ou sejam neutralizados pelo GOPE, seguiremos reivindicando nossos dispositivos que portam feridas e mortes.

Com esta pequena mensagem orgulhosamente reivindicamos o abandono de um novo pacote-bomba na Faculdade de Agronomia da Universidade do Chile na avenida Santa Rosa 11315, em plena Zona Sul, em meio às terríveis populações onde estão alojados estes imbecis “agricultores”. Através de nossos cúmplices nos inteiramos de um belo ponto de ônibus utilizado unicamente por estes universitários, então vimos a oportunidade perfeita para colocar em prática o nosso ataque.

Na sexta-feira 7 de Setembro, abençoados pelos espíritos da terra, abandonamos no ponto de ônibus uma caixa de sapatos com uma mensagem para o curioso. O artefato estava composto de uma garrafa térmica preenchida por 300 gramas de pólvora negra e dezenas de fragmentos de lâminas em seu interior. Prometia o pior…

Então, nós o abandonamos e vazamos. Mais uma vez saímos sãos e salvos de nossas andanças terroristas. Mais uma vez seguimos impunes, conspirando para mais atentados, com nossos cúmplices preparados para o que vier.

Voltamos às sombras, seguimos impunes, livres e salvagens. Abençoados pelo manto do desconhecido. Guiados pelo sol conseguimos fugir e agora agradecemos às energias da terra, beijamos as ramas das árvores em um ato de misticismo para sentir a essência da terra em nossos lábios.

Seguimos atentando em nome da autoridade da terra e de seus processos violentos contra a civilização. Gambézinhos da “inteligência” policial, nem com todas as suas tecnologias modernas encontrarão rastros de nossos pacotes, continuem buscando que não acharão nada. Nós somos uns fantasmas, deixamos vocês em ridículo por mais de dois anos e aqui ainda estamos… voltaremos ao tempo.

Pelos antigos habitantes. Pela guerra contra o humano e o progresso. Viva às andanças dos ITS no sul, norte e Europa!

Irmãos, a guerra continua no sul até a morte!

Misantropia, Natureza Selvagem e Caos, salve!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Horda Mística do Bosque

(es) Anhangá 1 -Editorial-

Traducción de la Editorial de la primer revista Anhangá, enviada por “Mata”.

Saludamos con ahínco terrorístico la nueva iniciativa de propaganda surgida en tierras sureñas, recordemos que Anhangá se encuentra actualmente en su segundo número, pero la traducción de esta Editorial era una cuenta pendiente desde su publicación, al parecer la traducción de la segunda Editorial también esta en proceso, por la cual esperamos con ansias eso también.

¡Ánimo a los nuevos propagandistas!


La espora del eco-extremismo en las indomables tierras del sur hacen brotar un proyecto más contra la civilización y el progreso humano. Es con una gran orgullo que presentamos el inicio de la criminosa Editorial Punta de Lanza, una iniciativa oculta que servirá para el alzamiento de la guerra eco-extremista entre los y las individualistas hablantes del portugués. En el rumbo nihilista y eco-extremista el proyecto servirá para elevar la teoría y la práctica del eco-extremismo principalmente por medio de la publicación revelada en este instante, la Revista Anhangá: En Guerra Contra la Civilización y el Progreso Humano Desde el Sur.

Anhangá, espíritu en el que los antiguos tupis depositaban su creencia. Para los nativos, un violento protector del mundo salvaje, para los jesuitas, la manifestación maldita del diablo cristiano. Según saberes antiguos, Anhangá es una entidad metamórfica que puede tener diversas formas, pudiendo adquirir fisionomías animalescas y hasta humanas, pero comúnmente se manifiesta con la forma de un venado blanco con ojos de fuego. Anhangá es un espíritu maldito errante que vaga por los bosques, es maldecido por los cristianos y temido principalmente por aquellos que devastan las selvas de forma desmesurada, rompiendo el equilibrio. Cuando este espectro atroz percibe destrucciones en el mundo salvaje o se encuentra con cazas innecesarias, se escucha en el lugar un estridente silbido que hace que las presas cazadas desaparezcan instantáneamente selva adentro, dejando solo al humano frente a este espectro pagano. Enardecido, Anhangá castiga con furia a todos aquellos que interfieren en la naturaleza más de lo necesario, pudiendo llevar a su victima a la locura por medio del tormento, algunas veces le produce una intensa fiebre mortal, nunca dejando impune a los que osan profanar lo salvaje. Anhangá es traicionero, por medio de emboscadas ataca a los profanadores de las selvas, y les causa heridas y confusión sin siquiera ser percibido, porque embiste desde las sombras. Verlo, escucharlo o siquiera presentirlo, se torna en un presagio de la desgracia. Según dicen los tupis, encontrarse con este espíritu maldito es sinónimo de culpabilidad, una atribución que siempre es recordada a través de la agonizante venganza.

Vista como infernal y muchas veces comparada con el demonio cristiano, es esta temible entidad que rescatamos y cuyo nombre tomamos para ferozmente darle título a nuestro proyecto editorial de difusión de la Mafia Eco-extremista y Nihilista, una iniciativa que orgullosamente servirá de soporte para la consolidación del proyecto internacional de ITS en estas tierras amazónicas y en otras regiones de habla portuguesa. En esta publicación la teoría eco-extremista será detalladamente presentada en conjunto con toda su base fundamental. Nos concentraremos inicialmente en la explicación de qué es el eco-extremismo en si, de forma cruda. Importantes textos complementarios podrán ser añadidos en el desarrollo de esta revista.

Temas como revolución, primitivismo, individualismo, veganismo, amoralidad, violencia indiscriminada, paganismo etc., serán discutidos en el cuerpo de esta publicación. Lejos de ser una mera iniciativa propagandística la Revista Anhangá es pura apología al crimen y en resumen, a la práctica delincuente, terrorista y ancestral. Nosotros potenciamos la modalidad eco-extremista, valorizamos la acción individual por encima de todo. Esta iniciativa es para los que escuchan el llamado sagrado de las montañas, de los ríos, de lo profundo de los bosques, de los cielos, de la tierra y de los seres silvestres, es para aquellos y aquellas que escuchan el eco de lo indómito rogando por violentos atentados contra los hiper-civilizados y toda su basura tecnológica acumulada en los cementerios de cenizas de concreto y acero habitados por la especie más repugnante de este planeta. Esta es una publicación para individualistas con coraje que eligieron la guerra extremista contra la civilización y toda su artificialización como el único camino a seguir en vida, es para quien escucha el grito de sus antepasados aborígenes que dieron guerra al progreso humano y que toman partido de esta misma guerra en el ahora sin esperar por días mejores, abdicando de ideas utópicas, posiciones izquierdistas o salvaciones mesiánicas, es para egoístas que creen que su “yo” estará siempre encima de cualquier colectivo, norma o código social y moral, es para misántropos que quieren ver a la especie humana extinta de la tierra y sus huellas borradas de la historia del planeta, es para quien desea rescatar y revivir las prácticas de sus guerreros ancestrales y las creencias paganas de los antiguos, es para los individualistas que renuncian al occidentalismo y para cualquier ecologista extremista que desea dirigir su profunda venganza hacia el rostro del progreso tecnológico-humano que destroza la Naturaleza Salvaje. Como Anhangá nosotros los eco-extremistas desde las sombras asumimos las más diversas formas para despedazar y matar a nuestras presas humanas en repentinas emboscadas. Como Anhangá nosotros los individualistas terroristas vengamos la destrucción que el progreso tecno-humano genera al mundo salvaje, atacando mortalmente a nuestra propia especie y a sus creaciones. Como Anhangá somos una amenaza invisible que vaga por los bosques y por las asquerosas urbes maldiciendo la destrucción causada por el antro y maldiciendo a sus propias edificaciones. Como Anhangá enaltecemos lo indomable, oculto y lo desconocido, venerando todo lo bello perteneciente a las profundidades de lo salvaje, es por eso, inspirados en este espíritu, que presentamos esta revista.

El título y la creación de este proyecto surge también inspirado en otra iniciativa sureña aparecida hace poco tiempo, la Revista Ajajema. Ajajema es el espíritu maligno en el que creían los Alakalufes patagónicos, el espíritu de la destrucción que tenía en su dominio las fuerzas de la naturaleza. Basándonos en esta iniciativa decidimos también rescatar del profundo olvido a una entidad temible de las tierras de Píndorama (nombre que los antiguos indígenas de estas tierra daban a “Brasil”), el metamórfico Anhangá. Por lo tanto, desde estas tierras amazónicas saludamos a los feroces individualistas responsables por la Revista Ajajema, un caluroso abrazo a todos ellos, fueron para nosotros una fuente de inspiración. Tanto como esta iniciativa sureña, la Revista Regresión, esta vez del norte, que igualmente nos influenció, e inclusive se ofrecieron para valiosamente contribuir con algunos importantes detalles de esta publicación. Agradecemos a todos estos wachos que se dispusieron a ayudarnos. Agradecemos también a todos los hermanos cómplices que contribuyeron con este proyecto, a “Espectro”, “XXX”, “Nẽn-pé”, a “Tuira”, y a todos los otros hermanos que eligieron el anonimato y nos proveyeron de material para citar, realizando contribuciones cruciales. Sin ustedes este proyecto no podría alcanzar esta elevada calidad final.

Que la civilización arda con la invocación de Anhangá al igual que en Chile ardió en llamas después de la llamada de Ajajema. Esta entidad maldita es ahora rescatada para dar continuidad a la guerra contra el progreso humano en estas tierras. Como el maldito Anhangá los eco-extremistas están de emboscada en las ciudades y en los bosques afilando sus puñales, preparando sus bombas, venenos, objetos punzantes y cortantes, y cargando sus armas para descargar fuego, balas y bombas contra todo lo que es civilización, en esta guerra amoral e indiscriminada. Dormido hace muchos años Anhangá ahora despierta lleno de cólera y con sus ojos ardiendo en llamas, protegiendo lo que el progreso tecno-humano engulló, casi toda la belleza del mundo, y percibiendo que no hay inocentes en medio de toda esta desgracia.

Estamos viviendo en una era de extremos, la Naturaleza Salvaje indiscriminadamente sacude y derrumba las estructuras tecnológicas creadas por la especie humana, reclamando lo que siempre fue suyo y demostrando que nunca va a haber lugar en el mundo para la existencia de civilizaciones. Como lo indómito avanza por encima de las urbes, el extremismo ecológico se expande por los cuatro cantos de la tierra. La mafia internacional de los ITS ya se encuentra enraizada por América y posee cómplices de sangre en Europa y Asia. Pero los individualistas surgen cada día del abandono de las antiguas creencias utópicas izquierdistas y toman partido en esta guerra amoral de vida o muerte, sepultando de una vez por todas el viejo anarquismo y hasta la mismísima “nueva anarquía”. La era de las revoluciones ha acabado, las utopías han fracasado y atacar es lo único que queda. Pensar que el eco-extremismo podrá ser erradicado es insensato.

Más allá de que ya se ha hablado de esto, antes que nada, por los Jê. Es por ustedes, mis hermanos y hermanas guerreros y guerreras Xakriabás. Es por esta ancestralidad perdida y por sus creencias menospreciadas por los occidentales. Pocos quedan de ustedes, muchos fueron los que cayeron en guerra o fueron profundamente humillados. Aquí y ahora reivindico la ancestralidad Xakribá. Que los hiper-civilizados paguen con sus vidas por sus acciones, porque esto es y será, hasta tu muerte o la mía.

Verano 2017

Por Jê.

 

¡Por la defensa extremista de la Naturaleza Salvaje!

¡Guerra a muerte contra la civilización y los que la perfeccionan!

¡Por la expansión de los atentados amorales e indiscriminados contra todo lo tecno-humano!

¡Muerte a los híper-civilizados y que todo lo indómito avance catastróficamente sobre lo artificial!

[pt] (MÉXICO) Comunicado 58 de ITS – Clã de Popocatzin: Incêndio em Ônibus da Metrobús

Comunicado 58 de ITS en idioma portugues. Via MA.


O Grande Consumidor voltou a se levantar ameaçadoramente pelos ares entre a cidade grande, no meio de uma das áreas mais vigiadas e em um de seus transportes públicos mais utilizados na área metropolitana, deixamos a nossa pegada terrorística.

No Sábado, 14 de Julho, tarde da noite, abordamos o veículo 010 do Metrobús na altura da Insurgentes Sur, e abandonamos um artefato incendiário próximo ao motor, descemos e sem problemas esperamos que o nosso presente fizesse a sua parte. A alguns metros começamos a ver como era que o artefato iniciava o fogo e tudo começava a arder. Os poucos passageiros foram evacuados na estação Durango enquanto a chegada dos bombeiros terminou a nossa festa de “Sábado à noite”. Mas isso não importa, o veículo ficou com danos e nos preenchemos de uma nova experiência para futuros atentados no transporte público.

As mentiras da imprensa e das autoridades não tardaram muito eles se apressaram para dizer que o nosso atentado “foi um curto-circuito”. Que piada, sem problema algum poderíamos fazer o mesmo em outras linhas do Metrobús, até mesmo no Mexibús de qualquer município mexiquense, então as bocas se calariam quando isso acontecesse. Ficam advertidos, não poderão tapar o sol com a peneira.

Este tipo de atentado incendiário não é novo, já puseram em prática os cúmplices de ITS no Chile, que em Janeiro de 2016 incendiaram por completo um veículo da Transantiago, e o mesmo aconteceu em agosto de 2017. Aqui no México a Seita Pagã da Montanha (agora unida a ITS) abandonou várias bombas em diversas veículos da Méxibus em Outubro de 2015.

Putos cidadãos asquerosos, não ficarão tranquilos nem em seus malditos transportes!
Fogo e mais fogo a suas cidades!
Com a força e a astúcia do Selvagem!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Cidade do México

-Clan del Popocatzin

Notas:

https://twitter.com/oscarin1198/status/1018359098000080897/video/1

https://www.elsoldemexico.com.mx/metropoli/se-registra-incendio-en-la-estacion-del-metrobus-durango-1840975.html

(pt) (Editorial) Revista Ajajema N° 5 – Contra el Progreso Humano Desde el Sur

Quinta editorial de la Revista Ajajema traducida al portugues. Via MA.


EDITORIAL

“(…) I’m out my mind, see fear in your eyes

I’m sick, I despise myself again

The tears never come, my body is numb

I feel like a god amongst the men

Cut out my eyes, feed me with lies

That I don’t never have to see again

I feed the hate, I feed the truth

I give the pain to the youth

Fuck the devil for your wealth

Pistol chilling on my shelf

I control my own death

I don’t need no fucking help (…)”

-X

Começa um novo ciclo para a Terra e com ele chega a nova edição da nossa Revista Ajajema. Novamente fortalecidos pela majestade do frio assassino. O inverno está apenas começando e já foram registradas temperaturas históricas abaixo de zero, tanto na capital quanto em outras regiões. De fato o sul do Chile tem registrado fortes nevascas. O terrível frio exitosamente já conseguiu acabar com a vida de quase uma dezena de humanos… e é apenas questão de tempo para que esse número aumente.

As andanças dos criminosos misantropos de ITS continuam pelo sul. Os individualistas seguem impunes e desejando mais e mais. Seus artefatos são a prova disso e apenas o destino não quis que os dispositivos dos irmãos matassem ou ferissem a alguém. Os demônios não conseguiram se libertar com a explosão terrorística dos pacotes explosivos da Horda Mística do Bosque nem com os artefatos incendiários dos Sulistas Incivilizados. Deve apenas ter sido pelo acaso ou por algumas outras razões. A verdade é que os manos de ação não deixaram de tentar de novo e de novo. Esperamos pacientemente e com máxima alegria o dia em que um desses dispositivos se ativará nas mãos de algum estudante ou executivo, esperamos e sabemos que mais cedo ou mais tarde se desatará o fogo ou a explosão infernal dos irmãos.

É essa a verdade, os cúmplices atentadores do sul continuam em seu caminho mortífero de guerra contra a civilização e o humano. Apenas eles sabem quando e como retornarão. Com o último acontecimento que soubemos da máfia sulista, podemos dizer que os esquerdosos da Universidade Católica Silva Henríquez se salvaram por um fio. Como gostaríamos que alguns de seus combativos e revolucionários estudantes abrissem o presente dos manos da HMB. Que bom teria sido ver um deles com as mãos remendadas que nem as de Landerretche…

Os cúmplices terroristas continuam a guerra e, não, o nosso caminho propagandístico pelo sul não deu para trás nem irá recuar, é por isso que estamos aqui, seguindo “na beirada do desfiladeiro”. Continuamos elogiando e espalhando o germe da tendência Eco-extremista com a nossa quinta edição da Revista.

É assim que o nosso caminho editorial nos preencheu de riquíssimas emoções, vivências e cumplicidades. No caminho, contatamos valiosos irmãos que contribuem na propaganda. Como não lembrar do nosso primeiro número lá em meados do final de Janeiro de 2017, apenas alguns dias depois que ITS-Chile feriu as mãos de Landerretche o nosso projeto saiu. Em uma espécie de zueira sarcástica contra os aparatos de inteligência que buscavam como loucos os irmãos, nós em nosso projeto nos alegramos com o atentado dos manos e chegamos a incluir até mesmo as instruções para fazer um pacote-bomba, alegria e zombaria que seguimos sustentando até hoje. De fato, nossos contatos mafiosos para esta edição conseguiram acessar um set fotográfico do pacote-bomba usado contra a UCSH e outro set de fotos do niple de aço, em abril passado. Estas fotografias são o registro da impunidade Eco-extremista, são as únicas pegadas dos fantasmas misantropos mais buscados do sul. São também as únicas pistas que encontraram do feroz atuar dos manos.

Não nos resta mais nada a não ser seguir em nosso caminho de apologia ao Caos misantropo e é por isso que a partir da nossa toca e com especial carinho saudamos a iniciativa editorial do Brasil com sua “Revista Anhangá“. Saudamos os irmãos do blog “Maldición Eco-extremista” por nos manter informados dos ataques de ITS a nível internacional. Também enviamos abraços cúmplices ao projeto musical “Iconoclasta” que com suas terríveis letras afins nos fez estremecer o espírito. Enviamos também a todos os demais irmãos que se encarregam de apoiar a tendência nos demais blogs em diferentes idiomas. Aos que estão colaborando sempre na edição de vídeos e aos que ultimamente se deram a tarefa de criar e gerir alguns canais no “Telegram”. Sabemos que nas sombras estão sendo gerenciados interessantes projetos de difusão e esperamos que logo venham à tona. Para todos eles e elas, para os que estão aqui e para os que virão, muita força ancestral para os seus projetos!

É uma grande alegria para nós como grupo editorial evidenciar o avance da difusão oral da tendência Eco-extremista, mas a alegria é maximizada quando se trata do avance da guerra e a práxis extremista nas mãos dos ITS. Nós nos alegramos no Caos quando nos inteiramos de que os atentados da Máfia ITS se materializaram na Europa. Primeiro na Grécia, lá por Janeiro deste ano. Apenas alguns dias depois os individualistas aparecem no “Abismo Europeu” que com uma bomba alarmaram a região. Mas a expansão da Máfia não parou por aí, dois meses mais tarde conseguem atentar em terras espanholas, iluminando a noite. Depois novamente atentam os manos da Grécia, e somando a isso há o retorno infernal da SSS-ITS-Brasil, que em pouco mais de um mês regressou com dois atentados separados, sendo que no último queimaram uma igreja.

Desta forma, somos testemunhas do violento e furioso avance da tendência mafiosa, junto aos contundentes atentados e assassinatos perpetrados pelos irmãos no México e de como o modus operandi do pacote-bomba se estendeu pelas terras do sul, tanto no Chile como na Argentina, gerando assim inéditos atentados e violentas explosões. A Máfia ITS conta em sua história com 57 comunicados oficiais e 4 entrevistas. Inimigos mortos, sangue, explosões, incêndios, disparos, conjurações, dezenas de reportagens na TV, Egos, misantropia, paganismo, Caos, primeiras páginas, alarmes nacionais e ridiculosidade policial são algumas das consequências dos atos dos irmãos.

Ante tudo isso nós seguimos firmes e orgulhosos defendendo e propagando o ódio contra toda a civilização, contra o asqueroso humano moderno, contra os seus rituais e os seus costumes. Seguimos com as palavras em nome do Desconhecido, seguimos invocando com cada editorial o espírito assassino dos Fueguinos, Ajajema.

Espírito ancestral: queime a todos, queima-os como você costumava queimar, queima a civilização e seus habitantes, desata a tua vingança…

Irmãos atentadores do sul, continuem com as suas ações de terror, que nós seguimos firmes com a Máfia até as últimas consequências. Continuem nos entregando afiados comunicados e terríveis ações, porque Ajajema por aqui seguirá. Que os demônios antigos sigam controlando as suas mentes. Possuídos pela mística ancestral dos povos antigos, que sigam agindo.

Com as divindades místicas dos Patagões presentes na guerra extremista sempre; com Wöllapatuch, “O Grande Assassino”, com Kenos, com Yoaloch e com os nossos espíritos protetores Yefádschel. Assim também com os de carne e osso; com a ancestral Lola Kiepja, com o índio Selk’nam Tschikiol e com o corajoso Utschich. Viva aos atentados contra a civilização!

E por último. Irmãos, sintamos o frio, assim como sentimos o calor. Que o paralisante gelo nos adormeça o corpo e que isso nos recorde de que estamos vivos, que os efeitos naturais do corpo adaptando-se ao gélido ambiente sintam e desfrutem. Contra a cultura híper-civilizada do humano moderno pervertido que vive no inverno como se estivesse no verão. Malditos imbecis que não podem apreciar a superioridade do clima frio. E que fique claro que isso não é um chamado para morrermos de frio, não. Este é um chamado para sentir a majestosidade do ambiente, para levar nossos corpos, mesmo que seja um pouco, até uma parte de como se desenvolveram os velhos humanos.

Nos montes e em suas cidades, com o Frio e o Calor, que continuem as feitorias de ITS!

A Ajejema segue com sua glória à Máfia…

“(…) Can’t keep my dick in my pants.

I gave her dick, she got mad.

She put her tongue on my dick.

That lil’ bitch got her throat fucked.

Skeet on your main bitch’s forehead.

Don’t want your pussy, just want head (…)”

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Grupo Editorial Revista Ajajema

[pt] Segunda Entrevista a Individualistas Tendendo ao Selvagem

Segunda entrevista a ITS traducida al portugues. Via “Maldição Ancestral” (MA).


Por quê mataram-na?

A pergunta pode ter várias respostas, mas vamos direto ao ponto, o assassinato da mulher na Cidade Universitária foi uma brutal e sufocante reação de repulsa ao ser humano moderno. Por acaso você acha que uma pessoa vagando na madrugada cambaleando devido as drogas químicas ingeridas é digna de seguir vivendo? Nós pensamos que NÃO, é por isso que ela recebeu o que queria, o que ansiava profundamente, a morte.

Todos os membros de ITS repudiam completamente os vícios do ser humano moderno, rechaçamos nitidamente a sua diversão asquerosa, nós odiamos aqueles que com pouco ou muito dinheiro que tem vivem alterando os seus sentidos, estes e estas que apenas removem oxigênio do mundo, são um desperdício, um lixo de pessoas, sejam homens ou mulheres, são o mesmo vírus que infecta esta bela Terra e é por isso que merecem a sua extinção.

A mulher assassinada na CU é o reflexo fiel de uma sociedade decadente que vive com pesar, pessoas fracas que não podem enfrentar a vida com toda e sua crueza, e decidem se drogar com substâncias estranhas, covardes que estão no mundo epenas vegetando inutilmente.

É engraçado que a reação por ter assassinado uma mulher dentro da CU seja tanta, e embora não seja estranho, é certeza que o mesmo teria acorrido se uma mulher tivesse sido morta na Cineteca Nacional, no Politécnico, ou em qualquer outra área onde as feministas operam. A CU, como já dissemos, é um dos berços do progresso, ali é onde o humanismo pestilento é escondido e ensinado sob o enganoso manto do “pensamento próprio e crítico”. Já vimos as amostras de repúdio e ficamos com um sorriso derramando bile. Todas estas feministas são umas idiotas que com estas demonstrações banais sabem apenas se ver como indefesas, se veem como umas “vítimas revitimizadas”, algo completamente contrário ao que quiseram demonstrar. Para todas as feministas e “feministos”, ou seja, para todos os progressistas, a nossa mais hedionda e execrável cuspida. O novo e mais escandaloso atentado realizado em seu berço é a prova de que isso não é um jogo e de que estamos falando sério. Chamem-nos de assassinos, covardes, pós-modernistas e toda a sua besteira, nenhum de seus insultos através de um computador, nem suas marchas, nem suas assembleias esquerdozas, nem o repúdio podem apagar o que fizemos.

Ah! E é claro, sim, estamos contra o progresso, odiamos a sociedade tecnológica, e não nos importa merda alguma se nos chamem de “incongruentes” com este discurso, isto é, quando usamos computadores para lançar nossas as mensagens misantropas contra as massas.

Como podem provar que foi vocês?

Lembram da vez que o grupo de ITS “Máfia Eco-extremista/Niilista (ME/N) disse em Junho do ano passado que haveria mais derramamentos de sangue? Não era uma piada e olha, aí está a prova. Vale ressaltar que ITS tem vários grupos operando no México e fora deste território, ME/N disse que em seu próximo assassinato removeriam o couro cabeludo de suas vítimas, e respeitamos a sua decisão. Nós somos outro grupo que nos distinguem os assassinatos sem nenhum modus operandi específico, então não esperem provas de nada, apenas a reivindicação surpresa como agora.

Quais outros homicídios e ações realizaram nos últimos meses?

Em Janeiro vários grupos de ITS participaram de saqueios, roubos e uma grande variedade de atividades delinquenciais após o gasolinaço no Estado do México e Cidade do México.

Neste mesmo mês ITS do Brasil abandonou uma carga explosiva numa rodoviária em Brasília, assim como ITS do Chile enviou um pacote-bomba à casa do presidente da diretoria da mineradora multinacional Codelco, Óscar Landerretche, em Santiago. O pacote detonou exitosamente ferindo tanto o alvo como a sua filha e a empregada.

Em Fevereiro grupos de ITS da cidade de Torreón, Coahuila, reivindicaram o abandono de dois artefatos incendiários em igrejas da região, bem como abandonaram um pacote-bomba em uma loja pertencente a uma empresa de biotecnologia (Sanki).

Um grupo de ITS no município de Tlalnepantla incendiou um ônibus com passageiros dentro, embora não houve feridos.

No último dia de Fevereiro um grupo de ITS na cidade de Chihuahua assassinou com um tiro na cabeça o vice-reitor da Tec de Monterrey quando este saía de uma igreja.

Em Março um grupo de ITS realizou um ataque armado contra um prédio de propriedade da ICA/CARSO no município de Zumpango, Estado do México.

Em Abril um grupo de ITS em Torreón, Coahuila, abandonou de maneira indiscriminada um pacote-bomba em um dos bancos de La Alameda, resultando em uma adolescente com queimaduras.

Muitos já sabem o que aconteceu em 30 de Abril quando matamos a uma dupla de caminhantes no Monte Tlaloc em Texcoco, Estado do México, e em 3 de Maio, a tal Lesby.

Estamos apenas começando, a Máfia de ITS se estende pelo México, Chile, Brasil e Argentina e não há indícios de que possam nos deter.

Quais serão as suas próximas ações?

Apenas nós e o Oculto sabemos dos nossos próximos atentados, não há garantia em nada, não há avisos de advertências assim como o Jaguar em seu ataque, como a repentina tempestade que cai do céu, como os terremotos que sacodem e deixam destruição…

Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS)

Grupo Indiscriminado Tendendo ao Selvagem (GITS)

(pt) Maldição Ancestral

Con tremendo orgullo criminal publicamos la presentación del nuevo sitio Maldição Ancestral (MA), nuevo sitio que dará seguimiento a las actividades y propaganda de guerra de los grupos eco-extremistas y terroristas nihilistas en habla portuguesa.
Y para comenzar con el seguimiento de este importante proyecto, MA ha publicado la portada de la próxima Revista “Anhangá” en su segunda edición, la cual esperamos con tremendas ancias, así como tambien varias traducciones, entre ellas, la traducción al portugués de la carta del individualista Tripa!
Desde Maldición Eco-extremista nos sumamos a las palabras filosas de los cómplices que llegan con su proyecto mejorado y renovado, la Tocaia sigue, la venganza será terrible!!

¡Fuerza para todos los proyectos que insitan a la Guerra anti-humanista!
¡Adelante criminales impunes!

Maldición Eco-extremista blog


Da Tocaia surge o blog Maldição Ancestral!

Muito se passou nos últimos meses nas terras de Pindorama e por isso as atividades propagandísticas tiveram que ser detidas por algum tempo, mas isso jamais significou uma rendição, coisa que nunca acontecerá, muito pelo contrário, significou o maior aperfeiçoamento possível destas atividades, e não só delas como o tempo dirá… em Tocaia nós, os Individualistas Terroristas, maldizíamos a todo o progresso humano e ao próprio (humano!) e preparávamos O Nosso para o regresso. Com a paciência dos Antigos e a cobertura do Oculto e do Desconhecido caminhávamos tanto pelas podres cidades como pelas Florestas, aguardando que o momento chegasse para ressurgir como um terremoto. Sabíamos que a semente havia sido plantada nestas terras do Sul e a flor do submundo continuava crescendo, e a certeza absoluta disso foram acontecimentos que, se for o caso, serão um dia aqui mencionados. Houve uma dispersão e passadas certas ocorrências, se consolidou a reorganização para dar seguimento ao que agora é o sucessor direto do blog Tocaia Eco-extremista, o difusor lusófano Maldição Ancestral. O novo projeto terrorístico é um esforço de Individualistas para dar sequência a propaganda eco-extremista e niilista terrorista em língua portuguesa através da difusão de materiais neste idioma, além de também ser um canal de difusão de comunicados extremistas contra a civilização e a todo o progresso humano, assim como contra esta própria raça.

Este blog marca certamente o início de uma nova fase eco-extremista nestas terras, a começar pelo seu nome. Maldição Ancestral é o resgate extremo de todo o Antigo para ser impactado contra tudo o que é humano, para que este se despedace e desapareça junto com as suas construções e inovações tecnológicas, é a invocação máxima da Maldição dos Antigos contra o avance de todo o civilizado, é a Crença Suprema no Inumano, no Inominável, no poder do Desconhecido e do Oculto e sobretudo na supremacia da Natureza Selvagem frente às criações humanas, este é Maldição Ancestral, palavras Nossas e sobretudo atos de guerra nunca antes vistos desferidos pelos Individualistas afins dispersos por estas terras e para além delas.

Juntamente ao retorno do blog alguns Individualistas afins garantem também o seguimento da Revista Anhangá e tão logo a sua segunda versão que contará com mais de 100 páginas sobre a teoria e prática eco-extremista, niilismo terrorista e conteúdos relacionados, além de garantirem também o lançamento de materiais audiovisuais.

Durante este tempo seguiu-se o avanço imparável do eco-extremismo e do terrorismo misantropo que chegaram a novas terras como a Grécia, o berço da civilização ocidental, ao Reino Unido, local utra-vigiado, mas pouco intimidatório para os Nossos, e por que não… Estados Unidos? (Glória à Mark A. Conditt!) bem como o seguimento dos atentados de ITS e afins no México e afora, assassinando e causando Terror, além de danos. É importante mencionar também o seguimento da marcha que traça o fim das crenças utópicas e humanistas, ela seguiu com força enojando a mais e mais ex-utopistas que buscavam construir um “mundo novo” (ânimo e vingança, Tripa!). Vimos o crescimento da misantropia e extincionismo assim como a destruição do humanismo, submergindo este mundo-morto ainda mais ao Abismo Destrutivo do Caos. Portanto, o antigo blog morre e nasce Maldição Ancestral, mas a Tocaia segue, extremista como sempre foi. Regressamos para nos juntarmos novamente ao Maldición Eco-extremista e a outros blogs afins à Máfia e a outros grupos extremistas caóticos. Ressurgimos desde as sombras para propagar, exaltar e incentivar a mais e mais atos terroristas contra aqueles que danam à Terra, contra os malditos que constrangem os Espíritos da Terra, contra os que profanam a toda a Beleza. Reaparecemos para enviar forças aos Individualistas Caóticos que se lançam ao conflito mortífero e egoisticamente atentam sem maiores preocupações a não ser com si próprios. Guerra!

Guerra à civilização, ao humano e a seu progresso!

A Tocaia segue…

Maldição Ancestral blog.

(pt) A flor que cresce no submundo: Uma introdução ao eco-extremismo

Traducción en portugués del texto “La flor del inframundo que creció en esta era: Una introducción al eco-extremismo” publicado originalmente en inglés en la Revista Atassa.

Traducción a cargo de Anhangá.


“Una salus victis nullam sperare salutem.” (A única esperança dos conquistados é não esperar a salvação.) – Virgil, The Aeneid

“Se a morte vier, continuaremos destruindo as coisas no inferno; mundo repugnante, vou dar risadas enquanto assisto sua queda, neste eterno confronto…” – Décimo primeiro Comunicado de Individualistas Tendendo ao Selvagem, 2016

O eco-extremismo é uma das mais recentes escolas de pensamento do nosso tempo, mas mais do que uma escola de pensamento é também um plano de ação, uma atitude de hostilidade e uma rejeição de tudo o que aconteceu antes dele na sociedade tecno-industrial. Nascido de várias ideologias radicais como a libertação animal, o anarquismo insurrecional, o anarco-primitivismo e o neoluddismo de Theodore Kaczynski, germinou e brotou como algo completamente diferente: um poema de amor à violência e à criminalidade; uma visão ecológica radical onde a esperança e o humanismo são superados pelo cano de uma arma, pela explosão do dispositivo incendiário e pela faca que persegue presas humanas na escuridão. Todos os seus verdadeiros adeptos são atualmente desconhecidos. Não é uma ideologia que se formou na academia ou mesmo em espaços políticos “alternativos”. Seus escritos só podem ser encontrados (alguns diriam ironicamente) em sites anônimos na Internet. O eco-extremismo foi formado nas sombras, e permanecerá ali, uma ameaça clandestina até que todos os eco-extremistas sejam capturados ou mortos… ou seja, até que outros tomem seu lugar.

Pouco depois de eu ter escrito meu ensaio na Ritual Magazine, “Rumo à Selvageria: desenvolvimentos recentes do pensamento eco-extremista no México”, o principal grupo descrito nesse ensaio, Reacción Salvaje, se desfez (em agosto de 2015), citando uma nova etapa de sua luta e desenvolvimento. Muitos dos sites que eu usei para a minha pesquisa também se silenciaram ou anunciaram seu fim. No entanto, rumores eco-extremistas podiam ser ouvidos no sul, ecoados através de notícias na Internet. Grupos como a Seita Pagã da Montanha cometeram ataques no Estado do México e em outras partes do país, usando a mesma retórica contra os “hiper-civilizados” e sem nenhuma preocupação com a moralidade e a sociedade tecnológica em massa. Uma das principais revistas do eco-extremismo, a Revista Regresión, continuou a ser publicada fora do México.

Em janeiro de 2016, novos sites eco-extremistas e até mesmo um extenso documentário em vídeo sobre eco-extremismo surgiram on-line. No final do mês, foi emitido o primeiro comunicado do reorganizado Individualistas Tendendo ao Selvagem (Individualistas Tendiendo a lo Salvaje, ITS) no principal site eco-extremista, Maldición Eco-extremista, bem como no anti- authoritarian news. Logo começou a se perceber que a continuação do ITS havia se espalhado para outros países, nomeadamente o Chile, a Argentina e, mais tarde, o Brasil, juntamente com os grupos aliados de Terroristas Niilistas na Itália. Os textos eco-extremistas foram traduzidos em idiomas que vão do espanhol e inglês ao turco, tcheco e romeno. As ações eco-extremistas no último ano civil variaram de incêndio, ameaças de bomba, bombardeamentos indiscriminados até o assassinato de um trabalhador científico na maior universidade do México. Pelo que sabemos, ninguém foi detido ou investigado por esses crimes.

A recente teoria eco-extremista enfatizou a ação acima do estudo histórico e da teoria. Grande parte da energia polêmica no início deste ano foi consumida por uma defesa do “ataque indiscriminado”: isto é, bombardeio, tiro, incêndio, etc. que não leva em conta “espectadores inocentes”, mas ataca um alvo, independentemente do “dano colateral ” que possa causar. Outras questões de contenção têm sido a relação entre niilismo e egoísmo (a ideia de que os ITS e outros eco-extremistas não acreditam em um futuro e lutam no aqui e agora por nenhum objetivo estratégico particular), primitivismo, animismo/paganismo e individualismo. No que se segue vou discutir termos essenciais e conceitos que esperamos que possam esclarecer a retórica e linguagem eco-extremista. Deve-se notar desde o início que o eco-extremismo não visa uma clareza absoluta para o observador imparcial, mas sim busca estimular a afinidade naqueles que estão em desacordo com a tecnologia, a artificialidade e a civilização.

Eco-extremismo é uma tendência que visa recuperar o selvagem. Exalta os instintos de guerreiro ancestral de cada um e declara guerra a tudo o que é civilizado. O eco-extremismo é corporificado por eco-extremistas individuais escondidos que emergem com ferocidade fria no momento oportuno. O eco-extremista é um individualista na medida em que ele desafia a proibição do coletivo ou comunidade, qualquer comunidade, à lutar, ferir, mutilar ou matar. Nenhum coletivo tem a autoridade de dizer-lhe o que fazer, pois todos eles perderam a sua autoridade (inexistente) em sua guerra contínua contra a Natureza Selvagem. Junto com a renúncia ao coletivo há uma renúncia à esperança ou qualquer “futuro primitivo”. Eco-extremistas acreditam que este mundo é lixo, eles entendem o progresso como a escravidão industrial, e eles lutam como animais selvagens encurralados, uma vez que sabem que não há escapatória. Eles olham a morte nos olhos, e gritam, “Hoka Hey!” (Hoje é um bom dia para morrer.)

O eco-extremismo é uma resistência violenta que imita a reação reflexiva da Natureza Selvagem contra aquilo que procura alienar e escravizar todas as coisas vivas e inanimadas. Contra a artificialidade da sociedade moderna, e tudo o que subjuga o instinto humano a um “fim superior”.

Comecemos, no entanto, a definir nossos termos:

Natureza Selvagem: Natureza Selvagem é o principal agente da guerra eco-extremista. Os filisteus se opõem à invocação da “Natureza Selvagem” taxando isso de atavismo ou “superstição”, mas o fazem apenas por causa da sua própria domesticação e idiotice. “Natureza Selvagem” é tudo o que cresce e se manifesta no planeta em objetos animados e inanimados, de pedras a oceanos, de microrganismos a toda a flora e fauna que se desenvolveram na Terra. Mais especificamente, “Natureza Selvagem” é o reconhecimento de que a humanidade não é a fonte e o fim da realidade física e espiritual, mas apenas uma parte dela, e talvez nem mesmo uma parte importante. O eco-extremismo, na medida em que pensa sobre a epistemologia, baseia-se na ideia de que a realidade é governada por nossos sentidos e instintos animais. Como Chahta-Ima afirmou em seu ensaio, “O que queremos dizer quando dizemos, ‘natureza’?”:

“A natureza existe porque a mente humana é fraca e limitada. Ela é mortal, é feita de carne e, por fim, este é o seu limite, mesmo que não possamos vê-lo. É como se ela jogasse um jogo contra o resto da existência, e ela vai perder. A existência da natureza é o limite do pensamento. É o fato de que todas as coisas não são para nós, nossos pensamentos não fazem as coisas: as coisas estão lá para a tomada, e estariam lá sem a nossa intervenção. Em outras palavras, nós não somos deuses, não somos espíritos, precisamente porque essas coisas não existem como nós as entendemos. Nosso pensamento não compreende e não pode compreender tudo, e é por isso que é tão miseravelmente pouco confiável.”

O eco-extremismo, portanto, adota uma posição pessimista no que diz respeito à empreendimentos humanos e conquistas, sejam elas físicas, espirituais ou morais. É por isso que se opõe à civilização, especialmente na sua manifestação tecno-industrial. A civilização moderna procura subjugar tudo a si mesma, e sua hubris é sua queda. Eco-extremistas procuram ser instrumentos dessa queda, embora eles não acreditem que possam fazê-lo por si sós. Mais importante ainda, a natureza selvagem é encontrada em nós, principalmente em nossos instintos, e ao sentir o gemido da terra em face da destruição causada pela vida civilizada. Esta tendência procura (embora imperfeitamente) recuperar crenças baseadas nas montanhas, desertos, costas, pântanos, florestas, animais, fases da lua, e assim por diante.

Muitos eco-extremistas ouvem o chamado de seus antepassados que resistiram à sua subjugação. Quando a Natureza Selvagem fala, ela o faz na linguagem de seus antepassados Teochichimecas, os Selk’nam, os Yahis, os Navajo, os Maoris, os bárbaros europeus, os Waranis, os Taromenanes, os Seris, os Tobas e qualquer outro grupo que lutou contra a extinção de seu antigo modo de vida. A natureza selvagem está assim dentro de nós, na individualidade que recusa a mentalidade e a moral da civilização e da domesticação.

Individualismo: Mais do que uma corrente filosófica, o individualismo é uma importante escolha tática dentro da sociedade de massas. É a decisão de se tornar um lobo no meio de todas as ovelhas. É a decisão de cuidar do próprio interesse e agir em conformidade com ele. Os individualistas aprendem com a solidão e buscam a auto-realização porque entenderam que não podem mais seguir as normas e costumes que a civilização lhes ditou. Os individualistas negam a moralidade aceita e rejeitam os valores que lhes foram ensinados desde o nascimento. Eles não esperam para tomar a iniciativa, mas sim unem-se com aqueles de disposição semelhante para melhorar sua teoria e prática. O individualismo é uma arma contra o coletivismo progressista imposto pelo sistema. Como um eco-extremista escreveu:

“’Eu e depois eu!’, Eu grito tentando acabar com minha domesticação, quebrando os laços de relacionamentos inúteis, lançando-me de cabeça em uma guerra contra a civilização e seus escravos. Contra seu coletivismo, seu altruísmo e humanismo. Morte às relações fundadas na hipocrisia! Longa vida às afinidades sinceras! Meus aliados que lutam esta guerra perdida junto comigo sabem: para mim será sempre eu antes deles, e vice-versa: para eles, o ‘eu’ deles vem antes do meu ‘eu’. Assim nós continuaremos já que somos indivíduos amorais e egoístas.”

Os eco-extremistas individualistas são cautelosos e espirituais, amam profundamente e quando odeiam, não perdoam. Eles agem de forma indiscriminada, são frios e calculistas. Eles rondam e camuflam-se nas paisagens urbanas e rurais com a astúcia de uma raposa. Eco-extremistas usam tudo o que tiver ao seu alcance para alcançar seus objetivos, mas tentam ligar-se ao passado sagrado sabendo que o tempo para a paz já não mais existe. Procuram oferecer as suas vítimas como um sacrifício aos seus antepassados e à própria Terra. Como em muitas das guerras passadas contra a civilização, a força motriz por trás dela não é a moralidade nem a justiça, mas sim a vingança.

Ataque indiscriminado: A mente progressista moderna se opõe à ataques indiscriminados, uma vez que ainda não foi capaz de livrar-se da moralidade ocidental. Para os eco-extremistas, agir indiscriminadamente é um dos principais métodos de ataque. Atacar indiscriminadamente é atacar um alvo sem considerar “espectadores inocentes” ou “danos colaterais”. Enquanto os individualistas eco-extremistas geralmente visam alvos que são significativos para a sociedade tecno-industrial (ministérios governamentais, universidades, veículos de transporte), os terroristas individualistas o fazem com a intenção de infligir o máximo de danos, incluindo as mortes humanas. Como o ITS expressou em seu Quinto Comunicado deste ano:

“Consideramos inimigos todos aqueles que contribuem para o processo sistemático de domesticação e alienação: os cientistas, os engenheiros, os investigadores, os físicos, os executivos, os humanistas e (por que não?), afirmando o princípio do ataque indiscriminado, a sociedade em si e tudo o que ela implica. Por que a sociedade? Porque ela tende ao progresso, tecnológico e industrial. Contribui para a consolidação e avanço da civilização. Podemos pensar em todos os que fazem parte da sociedade como sendo meras ovelhas que fazem o que lhes é dito e nada mais, mas para nós não é assim tão simples. As pessoas obedecem porque querem. Se tivessem uma escolha e, se dependessem deles, gostariam de viver como aqueles malditos milionários, mas apodrecem na sua pobreza como os servos eternamente fiéis ao sistema que nos escraviza como animais domésticos”.

O eco-extremismo realiza ataques indiscriminados como um eco da natureza selvagem e para mostrar que sua hostilidade para com a sociedade é real. Os tsunamis não param de repente quando chegam aos bairros pobres, os jacarés não distinguem entre inocentes e culpados em suas caças noturnas e os furacões não atacam as pessoas de acordo com a raça. O eco-extremismo é parte desse ciclo de ação e reação. O tempo da “ação revolucionária” já passou, e os eco-extremistas procuram levar a cabo uma guerra real, com verdadeiras baixas e ações que não são meramente simbólicas, mas que, de fato, derramam sangue.

Niilismo: O niilismo é principalmente uma recusa do futuro. Como eu descrevi no meu ensaio “Primitivismo Sem Catástrofe”, as sociedades humanas em todos os níveis, mas especialmente a sociedade tecno-industrial, são extremamente complexas, compostas de muitas partes complexas e de muitas pessoas. Assim, qualquer aspiração de pastorear as pessoas em um curso coletivo de ação, seja ele humanista, socialista, liberal ou mesmo anarquista, não funcionará e terá de enfrentar a oposição daqueles que buscam resistir à sua própria escravidão tecno-industrial.

Na “Mafia Eco-extremista” (como eles gostam de chamar a si mesmos) há os Terroristas Niilistas, particularmente na Itália. Estes niilistas aderem à posição de que o verdadeiro niilismo é o niilismo ativo, do contrário não seria um niilismo completo. Não adianta falar de “niilismo” ou “egoísmo” enquanto se paga impostos e obedece às leis de trânsito. Tal egoísmo ou niilismo puramente passivo talvez seja mais parecido com o budismo ou o niilismo filosófico do século XIX, que sustenta todas as coisas que condenam a pessoa a ser uma engrenagem na grande máquina social, mas oferece algum tipo de integridade ou pureza invisível (ou um “espaço emancipado” particular) semelhante à “libertação espiritual”. O Niilismo Ativo Terrorista, praticado pela Seita do Niilístico Memento Mori e outros, busca atacar o que obviamente escraviza o indivíduo à sociedade, e esse ataque deve ser sempre um ataque físico contra alvos reais como máquinas, edifícios, etc. e os autômatos humanoides que constroem e operam. Todas as outras manifestações de niilismo ou egoísmo não são melhores do que o ascetismo oriental ou o cristianismo.

“O puro golpe para a vida que flui na margem do “viver”. Sou o criminoso niilista que nega a humanidade obsoleta, transcendendo o humano moral-mortal, numa representação categórica e identificadora de valores iguais”. – Nechaevshchina, “Nihilist Funeral”

Paganismo/animismo: O eco-extremismo é fundado no animismo pagão e tenta resgatar divindades ancestrais que muitas vezes foram esquecidas pela sociedade cristã/secular. Por razões profundamente pessoais e estratégicas, o eco-extremista busca reviver a adoração dos espíritos da Terra e oferecer sacrifícios a eles. O componente estratégico é renunciar e opor-se à filosofia do cientificismo secular defendida por alguns anarquistas que clamam: “Sem deuses, nem mestres!” Os eco-extremistas reconhecem a necessidade de autoridades espirituais, mesmo que estas sejam mal compreendidas ou quase esquecidas, já que estas ainda determinam o curso da vida e da morte. Nenhum guerreiro pode fazer a guerra por conta própria: sempre há forças maiores em ação que nem mesmo a civilização tecno-industrial pode dominar. Na guerra eco-extremista, apesar do individualismo tático, um componente espiritual é necessário para realizar um ataque contra essa sociedade pútrida e se livrar dela. Isso também lembra o eco-extremista que, em última instância, se ele ou ela vive ou morre não é uma questão que está nas mãos dele, mas sim nas mãos de forças que sempre estiveram no controle, e ainda estarão mesmo depois de nós termos partido. Como Halputta Hadjo afirmou em seu monógrafo, “Os Calusa: Um Reino Selvagem?”:

“[O eco-extremista] pode atacar ou ele pode render-se, mas tudo o que ele faz está limitado pela cegueira e impotência de sua própria natureza carnal. Isso não é motivo para desistir, e não é motivo para o desespero. Pelo contrário, isso é razão para reverenciar as forças que criaram as coisas dessa maneira, e estes são os “espíritos”, ou os “deuses”, de um ambiente específico, seja qual for o nome que você queira chamá-los. A atitude dos eco-extremistas é a hostilidade eterna contra a civilização tecnológica em nome dos espíritos que são seu patrimônio perdido”.

Como o selvagem guerreiro do passado, o eco-extremista entende que, apesar de o couro cabeludo e sangue do inimigo poder ser seu no curto prazo, no longo prazo, seu destino é a decadência como toda a carne, com seu espírito voltando ao vento e à poeira. O eco-extremista não foge de seus “fantasmas”, de seu “lado negro”, ou de sua ignorância, mas abraça-os para que estes lhe deem coragem contra o inimigo. Estes são seus deuses, seus próprios espíritos guardiães que são emissários da Natureza Selvagem. Ele não necessita da racionalidade matemática do domesticado para agir, mas age por instinto com o conhecimento necessário para atacar seu inimigo. Seu único consolo é que ele também é Natureza Selvagem, que seu lamento é seu lamento, que sua vitória final será sua, mesmo que ele não viva para vê-lo com seus olhos físicos. No final, todos os sentimentos elevados e as ideias estão a uma mera batida do coração de serem extinguidos, o que dá ao eco-extremista um sentido de urgência na luta contra a domesticação e artificialidade.

Conclusão: Guerra com data de vencimento, guerra sem fim

O eco-extremismo é o sentido trágico da vida encarnado em nossa época. É um produto das contradições de nosso tempo, da turbulência da erudição antropológica, da renúncia à ação política e do impasse ideológico contemporâneo. Esta tendência sabe que este impasse não será resolvido por melhores filosofias ou códigos morais, mas apenas pela destruição de tudo o que existe, incluindo o “hiper-civilizado” (isto é, todos nós). A sociedade tecno-industrial é um problema que nunca deveria ter existido em primeiro lugar, e todos os “defeitos” e “contradições” do eco-extremismo como ideologia são o resultado de contradições da sociedade refletidas como um espelho distorcido. Não há solução. A única resposta adequada é fogo e balas.

Esta atitude coloca o eco-extremista em conflito não só com as autoridades da sociedade tecno-industrial, mas também com outros grupos chamados radicais. Não há nenhum “chamado às ruas” ou expressões de “solidariedade” por parte dos eco-extremistas. Não há nenhuma tentativa de se justificar moral ou filosoficamente. “Inocência” ou “culpa” nunca entram no cálculo eco-extremista. De fato, essa tendência absorve os “piores” aspectos da sociedade moderna, incluindo a criminalidade, sem qualquer esforço de justiça por meio da lógica da “justiça civilizada”. A recente introdução ao ensaio “Os Calusa: Um Reino Selvagem?” destaca os atores e grupos societários que o eco-extremismo procura imitar em nosso tempo:

“‘Os Calusa: Um Reino Selvagem?’ Ensina uma lição valiosa; nomeadamente, que muito pode ser aprendido tanto dos pequenos grupos nômades como das grandes civilizações pré-colombianas. Aqui não há perigo de cair em uma “contradição” teórica, pois os eco-extremistas podem fazer referência aos selk’nam e aos maias. Podem referir-se às experiências dos pequenos criminosos, bem como as das grandes máfias; as gangues guatemaltecas, bem como a rígida organização do Estado islâmico. Ou seja, os eco-extremistas se vêem livres para se referirem a tudo que os interessem, sem qualquer indício de moralidade, com a única condição de que isso sirva como uma lição particular útil no que diz respeito ao planejamento e execução de sua guerra”.

O ecletismo teórico só entra em choque no eco-extremista quando se vê frente à obstinação pelo ataque violento. O eco-extremista tem abandonado sua afinidade com o hiper-civilizado e vê praticamente todos como um inimigo. Estes individualistas têm vindo a valorizar o ataque mais do que suas próprias vidas, como inúmeros outros guerreiros e selvagens têm feito antes deles. Eles não pedem ajuda àqueles que hoje vêem como, na melhor das hipóteses, inúteis, e na pior das hipóteses, o adversário odiado digno de morte. Os eco-extremistas já estão no radar das autoridades dos países onde operam, e além. Eles não alimentam a ilusão de que serão capazes de evitá-los indefinidamente.

A Natureza Selvagem corrói a civilização pouco a pouco por meio da entropia assim como a água diminui aos poucos a massa de uma pedra. Juntamente com as mudanças climáticas, terremotos e outros desastres naturais, os novos individualistas que resistem à sua domesticação tomarão o lugar dos eco-extremistas, talvez conscientes daqueles que vieram antes deles. Estamos agora entrando numa era de extremos, uma era de incerteza, onde ilusões de esquerda e banalidades conservadoras não podem mais nos preparar para o nosso rumo futuro. O individualista continuará sendo uma ameaça invisível, imune à coerção moral do rebanho e trabalhando na total privacidade de seus próprios pensamentos e desejos. As massas podem se enfurecer e as autoridades lamentar, mas sempre haverá bolsões de recusa destrutiva emergindo como faíscas no escuro apenas para sair novamente, até que esta sociedade seja moída até o pó, e os espíritos de todos os guerreiros vão mais uma vez caçar na terra de seus antepassados. Axkan kema, tehuatl, nehuatl! [Até a sua morte, ou a minha!]

 

REVISTA AJAJEMA N° 2

Con total complicidad criminal publicamos, el segundo número de la “Revista Ajajema: Contra el progreso humano desde el Sur”.

Saludamos la iniciativa de propaganda eco-extremista con gran alegría, y animamos a la multiplicación de proyectos como este que se dediquen a pulir las armas homicidas anti-humanistas.

¡Por la continuidad de la Guerra ancestral!


REVISTA AJAJEMA N° 2

Contenido:

-Editorial

-Epew (Cuento Mapuche)

-En lo lechoso, la extrañeza reside en el camino (Traducción de “Puma”)

-Creación del mundo (Mitología Mapuche)

-El mundo espiritual de los Fueguinos (Tomado de Martín G.)

-Cuentos Fueguinos (Varios autores)

-Un poema de guerra (Traducción de Zúpay)

-Reventando los barrotes de las jaulas anárquicas: Breves reflexiones desde un ex-anarquista

-Una gran y terrible tormenta (Traducción de Zúpay)

-Del norte al sur (Xale)

-La noche del mundo infernal (Traducción de Espíritu Tanu)

-Apología del Caos (Grupo editorial)

-A la Mafia del Sur (Espíritu Pwelche)

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