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(pt) “Salvar o Mundo” como a maior forma de Domesticação

Texto de Chahta-Ima traducido al portugués de su original en inglés, disponible también en español.

Traducción a cargo de “Ctenomys”.


“Cada Apache decide por si mesmo se ele luta ou não. Somos um povo livre. Não forçamos os homens a lutar como fazem os mexicanos. O serviço militar forçado produz escravos, não guerreiros.”

– “Avô”, citado em In the Days of Victorio: Recollections of a Warm Springs Aparche, por Eve Ball e James Kaywaykla

O contexto desta citação é interessante por ter sido proferida em uma reunião de líderes apaches cujo tema era sobre se devem ou não continuar a resistência contra o homem branco invasor ou sucumbir à poderosa força invasora. Com uma visão retrospectiva, pode-se afirmar que tal postura é uma tolice: se os Apaches fossem uma “frente unida” em vez dos diversos bandos que sempre foram, eles poderiam ter tido uma chance de vitória, é o que nosso raciocínio nos faz pensar. Em vez disso, sua incapacidade de adaptar sua organização social a novas condições levou-os diretamente à sua queda. Diante de uma sociedade de cidadãos intercambiáveis que constituem um Leviatã maciço e unificado, os Apaches continuaram a ser o povo indomável e selvagem de antes. E eles pagaram o preço final por isso: derrota, humilhação, exílio e, em muitos casos, morte prematura.

Mas talvez, mesmo assim, os fins não justifiquem os meios. Ou melhor, os “fins” são realmente os “meios” projetados e amplificados em uma conclusão lógica e monstruosa. Mesmo que os chefes apaches tivessem recrutado todos os guerreiros e os tivessem obrigado a lutar, mesmo que alguns dos guerreiros não tivessem fugido e se tornado caçadores de seu próprio povo para o exército branco, mesmo que pudessem ter segurado o Exército dos EUA por alguns anos mais, eles não teriam feito isso como Apaches, ou como o povo que sempre foram. O caso aqui é parecido, “para salvar a cidade, teríamos que destruí-la”. Ou melhor, para evitar que a cidade fosse estabelecida na terra dos apaches, eles tinham que se tornar a cidade no raciocínio da civilização. E eles sabiam o que isso significava: a escravidão de uma forma ou de outra. Eles aceitaram as conseqüências de sua recusa, mesmo que tivessem dúvidas sobre isso.

Podemos aplicar essas lições à nossa própria situação. Muitos grupos “anarquistas verdes” ou “pós-esquerdistas verdes” como o Deep Green Resistance e outros semelhantes têm uma atitude “militarista” ou “militante” em relação ao “desmantelamento” ou “destruição” da civilização. Existem até mesmo grupos “pró-Unabomber” que sonham com uma “revolução” contra a “sociedade tecno-industrial”. Mas e se, como diz o avô acima, em seus esforços para combater a escravidão, eles estiverem apenas criando mais escravos? Não seria esta a essência do projeto esquerdista/revolucionário: uma última “escravidão”, um último “martírio” que acabará com todas as escravidões e martírios? Só mais um grande empurrão e vamos constituir o lugar onde não há tristeza, nem suspiros, nem mais dor. O Leviatã já teve esse sonho antes, uma miríade de vezes agora, e as pessoas se lançaram contra as rodas do Progresso para torná-lo realidade. Eles ainda estão mortos, e não estamos mais perto da liberdade.

Ainda assim, há outros, como John Zerzan, que pensam que “desistir” de defender o mundo que a civilização criou é algo semelhante ao niilismo e ao desespero. “Esperança”, de acordo com esse raciocínio, seria encontrar uma maneira de “deixar todo mundo terminar bem”, de evitar todas as conseqüências negativas do fim de um modo de vida que não tem produzido nada além de conseqüências negativas para aqueles que se opuseram a ela (como nossos Apaches aqui). O Réquiem cantado para um mundo construído no enorme cemitério de outros mundos mortos deve ser pastoral e pacífico, é o que nos dizem, para que não sucumbamos à vingança e ao ódio, para que não pecamos contra os valores da “Iluminação” que de algum modo escaparam de ser plenamente domesticados, mesmo quando tudo o mais foi (mirabile visu!).

Mas e se esse desejo de salvar o mundo, esse desejo de “derrubar a tirania”, não importando o custo, essa coceira para “lutar por um mundo melhor”, for apenas mais uma roda de hamster, outro jugo para ser colocado em nós, para resolver problemas que nós não criamos e para nos sacrificarmos por um mundo melhor que nunca veremos (engraçado como isso funciona)? E se a perspicácia da civilização domesticada se baseia em aproveitar nossa hostilidade para torná-la melhor, mercantilizando nosso radicalismo e perpetuando valores civilizados em inimigos auto-proclamados como um vírus em um hospedeiro inocente? Por que não apenas manter nossos princípios, como fizeram os Apaches derrotados, e deixar as fichas caírem onde elas irão cair? E se percebêssemos que, como animais, não sabemos o que o futuro vai trazer, que a única resistência que temos é a resistência no agora, e os cuidados de amanhã cuidarão de si mesmos? Na verdade, simplesmente não temos poder sobre o amanhã, assim como não temos poder para ressuscitar o passado. Se o fizéssemos, não seríamos animais, e o revolucionário/esquerdista/tecnocrata estaria certo.

Os eco-extremistas mexicanos estão incorporando essas idéias como na seguinte passagem, que eu traduzi de um trabalho recente deles:

“Percebemos plenamente que somos seres humanos civilizados. Encontramo-nos dentro deste sistema e usamos os meios que ele nos proporciona para expressar uma tendência oposta a ela, com todas as suas contradições, sabendo muito bem que há muito tempo estamos contaminados pela civilização. Mas mesmo como os animais domesticados que somos, ainda nos lembramos de nossos instintos. Vivemos mais tempo como uma espécie em cavernas do que em cidades. Não estamos totalmente alienados, e é por isso que atacamos. A característica distintiva do RS nessa conversa é que dizemos que não há melhor amanhã. Não há como mudar o mundo para um mundo mais justo. Isso nunca pode existir dentro dos limites do sistema tecnológico que engloba todo o planeta. Tudo o que podemos esperar é um amanhã decadente, cinza e turbulento. Tudo o que existe é o agora, o presente. É por isso que não estamos apostando na “revolução” tão esperada nos círculos esquerdistas. Mesmo que isso pareça exagerado, é assim que é. A resistência contra o sistema tecnológico deve ser extremista no aqui e agora, não esperando por mudanças em condições objetivas. Não deve ter “metas de longo prazo”. Deve ser realizado agora por indivíduos que assumem o papel de guerreiros sob sua própria direção, aceitando suas próprias inconsistências e contradições. Deve ser suicida. Não pretendemos derrubar o sistema. Nós não queremos seguidores. O que queremos é a guerra individualista travada por várias facções contra o sistema que nos domina e subjuga. Nosso grito para a Natureza Selvagem será sempre o mesmo até o nosso próprio extermínio violento: “E iraram-se as nações, e veio a tua ira… e o tempo em que tu deverias destruir os que destroem a terra” (Apocalipse 11:18).”

Talvez a única resposta verdadeiramente livre, a única que escapa ao ciclo da domesticação, seja aquela que afirma firmemente que este mundo não vale a pena ser salvo, que seus dias estão contados e quanto mais cedo o mal cair, melhor. Às vezes, a condenação na escatologia cristã não é meramente um castigo, mas é o que é melhor para a alma saturada de iniqüidade. O mundo deve cair, e provavelmente nada irá substituí-lo, nada que possamos prever de qualquer maneira. A única práxis real, portanto, é a da rejeição e não a da reconstrução: um dos animais heróicos que se defronta com o gigante civilizado da escravidão e do medo.

– Chahta-Ima (2016)

(es-en-it-pt) Textos de la tercera entrega de “CUADERNOS”

La Revista Regresión ha publicado los textos completos de su tercera entrega de “Cuadernos”.

Los cuales los puedes leer aquí.

Publicamos entonces, uno de los textos que contiene el número en español para su lectura.


Primitivismo sin catástrofe

Toda buena idea necesita un punto de venta. El punto de venta de la ideología que abarca todo lo que puede ir con cualquier nombre llámese “anarco-primitivismo” del “pensar anti-civilización”, es que la moderna civilización tecno-industrial es la destrucción de la raza humana, y si queremos detener esta destrucción, tenemos que destruir la civilización. Es una cuestión de auto-preservación. Debemos renunciar a la tecnología, la ciencia, la medicina moderna, etc., con el fin de salvarnos a nosotros mismos. ¿Cómo sabemos esto? Pues bien, la tecnología, la ciencia, la medicina moderna, etc., así lo dicen. Yo probablemente no soy el primero que ha notado la falta de coherencia en esta perspectiva, pero tal vez yo soy uno de los primeros en decir algo al respecto.
El “pensamiento anti-civilización” (a falta de un mejor término), tiene un “problema del conocimiento”. Es decir, se pretende criticar la totalidad desde la vista de la totalidad. Se trata de desmantelar las herramientas que han construido todo lo que desprecia el uso de las mismas herramientas. Esto culmina en la idea de “catástrofe”: el colapso catártico de su enemigo y una oportunidad para la restauración de un orden justo. Para alguien con un martillo, todo parece ser un clavo, y para alguien con una narrativa apocalíptica, todo conduce al fin del mundo. De hecho, algunos podrían decir que una catástrofe para el primitivista, es lo que la resurrección de Jesús fue para San Pablo: la condición del sine qua non fuera de la cual no puede existir sin un mensaje. Si la humanidad no está condenada a través de la tecnología, si toda la vida en la tierra no está en peligro por el mono egoísta recién llegado de África, entonces, ¿qué hacemos aquí? Puede ser que también acaba de volver a casa y disfrute de los televisores de pantalla plana y el aire acondicionado.

Cosas, por supuesto, no son realmente así de simples. Pero la primera pregunta debería ser: “¿Estamos condenados?” Unos pocos libros han salido recientemente para tratan de responder a la pregunta en sentido negativo, a pesar de que toman la ciencia Casandra del cambio climático y el agotamiento de recursos muy en serio. Ronald Bailey en su libro “The End of Doom: Environmental Renewal in the Twenty-first Century” es una de las mayores aportaciones al género eco-modernista. A pesar de que no vamos a tener el tiempo para revisarlo aquí, por lo menos podemos ir por del punto más fuerte en su libro (al menos desde mi punto de vista): sobre el análisis de la idea ecologista de que “no hacer nada” es mejor que “hacer algo”.

Este concepto es, sin duda, un una sustitución de frase en el discurso ecologista. La naturaleza ha estado haciendo cualquier cosa por millones de años, y por lo tanto, según cuenta la historia, la naturaleza es sabia. Bailey llama a esto, “el principio de precaución”, mejor formulada por la frase que se aborda después en su tercer capítulo, “Nunca trates alguna cosa como la vez primera”. Algo nuevo es culpable hasta que se demuestre lo contrario, la carga de la prueba recae en la novela que debe demostrar más allá de toda duda razonable, que no va a crear más problemas de los que está tratando de resolver. Se hace evidente que aquellos que se aferran al principio de precaución, están paralizados contra el desempeño de cualquier acción, ya que no tienen la certeza metafísica completa sobre cómo un desarrollo tecnológico se filtra hacia fuera. (Piense que aquí, por ejemplo, de los alimentos modificados genéticamente y del feroz debate en torno a ellos.) Los que sufren a causa de esta vacilación, Bailey argumenta, no tienen el lujo de duda: necesitan el medicamento contra el cáncer, la comida barata, y otros beneficios del avance tecnológico que puede proporcionar. Como Bailey afirma:
Por desgracia, el principio de precaución suena razonable para muchas personas, especialmente para aquellos que viven en sociedades repletas de tecnología. Estas personas tienen su casa con calefacción central, en el bosque; disfrutan de la libertad de la necesidad, de la enfermedad y de la ignorancia que la tecnología puede ofrecer. Ellos pueden pensar que pueden permitirse el lujo de precaución final. Pero hay miles de millones de personas que todavía anhelan la transformación de  sus vidas. Para ellos, el principio de precaución es una orden de la pobreza continua, no de la seguridad. (93-94)

Así que aquí el problema de conocimiento se dio la vuelta y luego se dio la vuelta de nuevo. El pensador anti-civilización neoludita ha estudiado lo suficiente en relación con la sociedad tecno-industrial para saber que es una causa perdida. Él sabe esto, a través del uso de las herramientas que la sociedad tecno-industrial le ha dado. Él sabe que no hay soluciones tecnológicas para el atolladero que la sociedad moderna ha creado. Sin embargo, el eco-modernista Bailey luego da la vuelta alrededor y muestra cómo este pesimismo se basa en una visión optimista del conocimiento humano, con el apoyo de una infraestructura tecnológica que permite el estudio y la reflexión. ¿Si no se sabe muy bien, y sabemos que no se sabe muy bien, estamos en la obligación de probarlo? ¿No es tal ignorancia una oportunidad y no una barricada? ¿No es esto lo que la Ilustración y la Revolución Científica eran?
En gran parte del resto del libro, Bailey muestra una y otra vez, temas que van desde la población hasta el petróleo y a la supuesta propagación del cáncer debido al uso de productos industriales, que los agoreros se han equivocado, y muy mal, hasta este punto. Bailey deduce de ello, que el homo sapiens es un animal astuto y capaz de arrancar la victoria de las fauces de la derrota del tiempo otra vez. Bailey tiene pocas dudas y vamos a seguir teniéndolas, incluso si admite algunas cosas, como el cambio climático, y que parece ser uno de los problemas reales que afectan a toda la raza humana.
Irónicamente, la aceptación las premisas de Bailey podrían ser la posición más “primitivista” de todas. Si estamos en última instancia, como los animales que son incapaces de salvarse a sí mismos a no ser que nos deshagamos de los instrumentos de nuestra propia energía aparentemente absoluta, ¿cómo es que podemos condenarnos totalmente a la no existencia? O, más bien, si somos demasiadamente tontos para salvarnos a nosotros mismos, podemos estar demasiadamente tontos como para matarnos a nosotros mismos. Hay, por supuesto, el principio entropía, y la intuición de que es más fácil romper algo de lo que se puede arreglar. Pero esa analogía en realidad no se mantiene aquí, ya que estamos hablando de miles de millones de animales individuales de todo el mundo que han demostrado ser resistentes al punto de desplazar a todo lo demás.

Entonces, ¿cuál es entonces? ¿Somos salvos o estamos condenados? ¿Es una realidad ineludible la catástrofe o un deseo masoquista? Es largo o es corto: no lo sabemos. Y los que pretenden saber quizá se aferran a un baluarte impar de certeza en la condenación o en el optimismo en el que los cisnes negros de Nassim Nicholas Taleb nunca se reproducen. El futuro no puede ser totalmente sombrío, ni podemos tener la seguridad de que el desastre no va a suceder sólo porque no ha sucedido todavía. Todo lo que tenemos es el presente.
Así que volvemos al título: ¿Puede haber un primitivismo sin catástrofe? ¿Y si esta sociedad puede resolver las cosas bien? ¿Podemos todos ir a casa, entonces? ¿Por qué damos un pase de este orden capitalista tecnoindustrial, y por lo menos reconocer que, si no podemos estar en la sociedad que queremos, debemos amar a la sociedad en que nos encontramos? Después de todo, todos somos seres humanos, todos compartimos las mismas almas y cuerpos, el mismo intelecto y sentimientos. ¿Puede ser que también que debemos de trabajar para salvar a todos, y quién le importa cómo lo hacemos? Sueños de volver a tener la vida idealizada de cazadores-recolectores, más fácil puede llegar a ser menos atractiva por ahora.

En este callejón sin salida, añadimos los pensamientos de una reciente entrevista con los miembros de la tendencia mexicana eco-extremista:

“la diferencia entre lo que propone Kaczynski y sus pupilos, en primera es de estrategia; nosotros no esperamos la llamada Gran Crisis Mundial para comenzar a atacar y atentar en contra de las estructuras físicas y morales del sistema tecnológico, nosotros  atacamos desde el presente porque el futuro es incierto,  no puedes trazar una estrategia basándote en meras suposiciones, creyendo que todo irá según lo planeado y estar seguro que ganarás. Nosotros dejamos de lado todo esto cuando vimos la enormidad del sistema, de sus componentes y del nivel monstruoso que ha abarcado tanto en este planeta como fuera de este. Si la civilización cae mañana, o dentro de 30 o 50 años, nosotros desde nuestra propia individualidad sabremos que dimos la batalla que teníamos que dar.”

“Nosotros no sabemos cuánto tiempo más durarán las estructuras que mantienen en pie esta civilización en vías de decadencia, podemos leer mucho sobre las  variadas teorías que existen pero siempre nos  quedaremos esperando aquel año profético en el que quizás todo esto termine de una vez, de cualquier forma, todo lo que puedan predecir los estudiosos solo son teorías.”  [1]

Con los eco-extremistas, a continuación, podemos encontrar nuestro camino fuera de la posición defectuosa de “un futuro mejor por volver al pasado.” En este caso, diremos que el futuro es nuestro enemigo. Todos los sentidos propuestos única y exclusivamente, ya sean sobre las garantías libertarias de Bailey o los esquemas tecno-progresista de izquierda, son algo a lo que nos negamos. No queremos cooperar, rechazamos la salvación del mundo. Nos negamos a ofrecer nuestras vidas o las vidas de otros para un mejor mañana. Esto siempre se promete, pero nunca llega. Y aquí, el problema del conocimiento entra de nuevo: nunca llega, porque nadie puede entregarlo. Las cosas sólo “mejoran todo el tiempo” porque hemos sido domesticados pensando que la zanahoria es la meta y que estamos cada vez más cerca, y el palo no está realmente allí, incluso cuando está justo en nuestra nariz. Tal es la esencia de la civilización, el pasado mítico de la niebla, y el futuro diferido constantemente.

Catástrofe es la catarsis en la que termina el ciclo del sufrimiento. Pero al igual que la versión budista, también es difícil de alcanzar y nunca sucede en esta vida. De hecho, el verdadero problema con el “pensamiento anti-civilización”, especialmente en su forma anarco-primitivista, es que no sabe lo que quiere, porque lo que quiere está moldeado por lo que odia. Ni siquiera se saben algo sobre la naturaleza, en realidad, ya que niega a reconocer que los seres humanos no pueden saber con certeza, y así construyen a la naturaleza como un ídolo que contiene todos sus deseos ambivalentes. La idea de la defensa de la propia naturaleza hace a uno consciente de que nuestro conocimiento de la naturaleza, especialmente el peculiar concepto de la “naturaleza virgen” de América del Norte, es infundado. David George Haskell describe la difícil situación de la vegetación forestal en la cara al reciente resurgimiento de la población de ciervos en su libro, “The Forest Unseen: A Year’s Watch in Nature”:

“Los seres humanos han eliminado a algunos depredadores pero últimamente han añadido a tres nuevas criaturas que matan a los venados: los perros domésticos, coyotes inmigrantes que invaden desde el oeste, y las defensas de los automóviles. Los dos primeros son depredadores eficaces de cervatillos; el último es el principal asesino de los asesinos urbanos. Nos enfrentamos a una ecuación imposible. Por un lado, tenemos la pérdida de decenas de especies de herbívoros; por el otro tenemos la sustitución de un depredador por otro. ¿Qué nivel es lo normal, aceptable o natural en nuestros bosques? Estas son preguntas difíciles, pero lo cierto es que la vegetación exuberante del bosque, que creció en el siglo XX fue inusualmente desequilibrado.”

Un bosque sin grandes herbívoros es una orquesta sin violines. Nos hemos acostumbrado a las sinfonías incompletas, y nos resistimos cuando los tonos incesantes de los violines regresan y silencian a los instrumentos más conocidos. Esta reacción contra el retorno de los herbívoros no tiene buen fundamento histórico. Es posible que tenga que tomar una visión más amplia, escuchar toda la sinfonía, y celebrar la asociación entre el animal y el microbio que ha ido desgarrando árboles jóvenes durante millones de años. Arbustos adiós; hola garrapatas. Bienvenido de nuevo al Pleistoceno. (33 a 34)

Así que tenemos que enfrentar el hecho de que no puede haber “catástrofe”, y si la hay, no va a tener el efecto purificador que esperamos. La definición del capitalismo moderno es la crisis, y el buen hombre de negocios hace de la crisis una oportunidad. ¿Eso significa que no luchemos? ¿Qué hay que deponer las armas derrotados por el quietismo y el agnosticismo? No necesariamente, pero sí significa que debemos definir mejor por qué nos oponemos a la sociedad actual, incluso si tiene el potencial de durar un millón de años, e incluso si lo hace, en algunos aspectos, hacemos de nuestras vidas algo “mejor”. O por lo menos, debemos definir que nos oponemos a ella, y definir por qué no pensar que se puede seguir a través de cualquiera de sus promesas de traer a todos los animales humanos de la miseria.

En primer lugar, vamos a empezar con la naturaleza. No puede oponerse a la catástrofe como un concepto sin matices, precisamente porque la naturaleza es una catástrofe, a largo plazo. Esto se debe a que la naturaleza es el cambio, es el cambio que empequeñece la experiencia humana, incluso en su forma más científica y abstracta. Los seres humanos modernos tienen el problema generalizado de concebir sus ideas como consustancial con la realidad, a menudo, cuando no tienen ninguna razón para hacerlo. Dominan cosas incomprensibles como el tiempo, el espacio, la materia, la luz, etc., en abstracto y por lo tanto piensa que no hay nada más para ellos en el hormigón, aunque no han abandonado la comodidad de su silla o su espacio delante de la pizarra. La naturaleza es una catástrofe porque la naturaleza interrumpe, rompe, destruye todo y nace de nuevo: desde las más lejanas estrellas a las células de nuestro cuerpo. Los adherentes anti-civilización tienen dificultades para aceptar el concreto, aunque pueden buscarle un lugar en lo abstracto. Para que uno pueda decir: “¡Médico, cúrate a ti mismo!”

¿Qué es la naturaleza en relación con nosotros, entonces? Cómo podemos llegar a la idea, a menuda repetida por los críticos primitivistas que “cosifican la naturaleza”. Aquí, voy a ofrecer una frase cambiada por una cripto-hegeliana. Muchos de los “primitivistas” (de nuevo, por falta de un término mejor) piensan de la naturaleza como algo fuera de nosotros, y que nos ofrece una existencia como un regalo pasivo, y el verdadero problema es que hemos olvidado el aspecto y voluntario que es ese regalo (recordar aquí el concepto cristiano de la gracia). Del mismo modo que el hombre no puede ganar la salvación del Dios de Calvino, por lo que el hombre es impotente para crear su medio de vida sin el consentimiento de la naturaleza. Por supuesto, esto es una formulación absurda. La naturaleza, o si queremos usar la tan denostada terminología de James Lovelock, Gaia, es el producto de miles de millones de seres vivos a lo largo de los eones que trabajan juntos y apoyándose mutuamente: es el acto de seres vivos. Ambos están formados por él y lo forman, en una malla elaborada que va desde el microorganismo más pequeño, a los más vastos ecosistemas complejos a la propia biosfera. Hay que tener esto en cuenta cuando nos fijamos en la “naturaleza prístina.” Como dice Haskell en otra parte de su libro antes citado, la naturaleza no es una sala de meditación, y no es el Edén donde se recoge la fruta sin esfuerzo del árbol. Hay combate y lucha, al igual que existe la cooperación y la misericordia. El hecho de que ha persistido tanto tiempo es prueba de ello.
El pecado del hombre domesticado no se resiste a su naturaleza humana pasiva, ya que algunos primitivistas lo implicarían. Está pensando que es independiente de la naturaleza misma, que puede ir por la libre, que puede dominar con firmeza y no dejar nada a la sombra de felicidad del misterio. Este es el hombre moderno domesticado, cortante, implacable, y ensimismado. No es lo que hace, pero lo que hace muy bien, o eso cree, es el problema. Es por eso que no hay una “solución”. No hay una abstracción humana que absorba todo el problema y haga que sea digerible. El mundo en el que existen las soluciones es un mundo que no debería existir, o más bien, el mundo que crea problemas en primer lugar. La catástrofe como el hombre moderno lo entiende (final, devastador, purificación), es el mito necesario que pesa sobre la utopía como la espada de Damocles. Algunos de nosotros preferimos la caída de espadas al paraíso imaginario.

La solución eco-extremista es, pues, brutal y pesimista. No hay futuro, no hay una nueva comunidad. No hay “esperanza”. Indicamos que no con alegría gótica, pero con alivio, como tener una carga despegado de nuestros hombros. Los seres humanos están destinados a perder la marca, estamos destinados a fracasar más de lo que conseguimos. Pero en eso, formamos parte de un todo, dejamos a otros detrás de nosotros para ganar y perder, y para luchar otro día. Nuestra ambición no tiene fin, porque nunca se logra la victoria. Y nos fijamos en las sociedades pasadas extintas que aceptan sus limitaciones (o eso creemos, ya que no podemos saberlo concretamente) de admiración; una admiración que sabe que, si no eran “perfectos”, es porque había algo malo con nuestras expectativas domesticadas, y nada realmente mal con ellos. Todo lo que podemos esperar es luchar y quemar esta existencia, donde una parte pretende que se pueda tragar en conjunto.
Y eso es precisamente el primitivismo sin catástrofe, sin una narración cerrada, sin un “final feliz”, es así: la satisfacción del ojo y todos los otros sentidos, en la cara de lo que sabemos que es la naturaleza, incluso si no entienden que, aunque parezca mutilada e incomprensible en el aquí y ahora. No es algo que hacemos (aunque tenemos una parte en ello), ni es algo que controlemos (aunque hacemos todo lo posible). Pero mezclado en el corazón y en la mente del hombre, es realmente algo maravilloso para la vista: el conjunto, el vasto campo de estrellas, el canto del ave, el caracol deslizándose, el nuevo día, la decadencia, la muerte, la vida… o para terminar con la mayor voz poética de Robinson Jeffers:

Para saber que las grandes civilizaciones han desglosado en violencia,
y sus tiranos llegan, muchas veces.
Cuando aparezca la violencia abierta, para evitar con honor o elegir
la facción menos fea; estos males son esenciales.
Para mantener la propia integridad, ser misericordioso y no corrompido
y no desear el mal; y no ser engañado
Por sueños de justicia universal o la felicidad. Estos sueños de
no cumplirse.
Para saber esto, y saber que por muy feas las partes aparecen
el conjunto sigue siendo hermoso. Una mano cortada
Es una cosa fea y el hombre descubierto de la tierra y las estrellas
y su historia… para la contemplación o para el hecho…
A menudo aparece atrozmente feo. La integridad es la totalidad,
es la mayor belleza
síntesis orgánica y la totalidad de la vida y de las cosas, la belleza divina
del universo. El amor que, no el hombre
Aparte de eso, o de lo contrario va a compartir confusiones lamentables del hombre,
o se ahogan en la desesperación cuando sus días se oscurecen. [2]

Abe Cabrera

Notas

[1] Ver “Politically Incorrect: An Interview with Wild Reaction” (http://anarchistnews.org/content/politically-incorrect-interview-wild-reaction)

[2] Robinson Jeffers, “The Answer,” in The Collected Poetry of Robinson Jeffers, ed. Tim Hunt (Stanford: Stanford University Press, 1995).

(pt) O que queremos dizer quando falamos “natureza”?

Nueva traducción al portugués del texto “¿Que queremos decir cuando decimos “naturaleza”?

Traducción a cargo de Tapuia.

Abajo, también lo publicamos en español.

¡Viva la expansión del eco-extremismo!


Um tema que surgiu recentemente entre os críticos do eco-extremismo é a ideia de que adoramos uma falsa ideia de “Natureza”. A seus olhos, estamos postulando algo vago, talvez usando um pensamento ilusório, e tentando encaixar a esfera redonda da realidade no buraco quadrado de nossos conceitos. Não estamos aqui para dar a definição do que cada eco-extremista quer dizer com “natureza” ou “Natureza Selvagem”. Eu só vou dar a minha própria ideia sobre isso. Outra vez, qualquer um é livre para se pronunciar, porque eu reconheço que este é um tópico difícil de tratar. Pelo menos para aqueles que estão presos à tentativa de definir o que acreditam que é o mais profundo de si mesmos e do mundo, talvez eles possam se referir a isso e encontrar algo útil. Com isso em mente:

Um objeto “natural” na linguagem moderna geralmente indica uma coisa que existe apenas para si. Ela é, simplesmente isso, e não precisa de qualquer outro propósito adicionado a ela. Se um arqueólogo, por exemplo, está caminhando através de uma floresta, ele pode ver centenas de árvores e milhares de plantas, mas nenhuma delas o interessa. Se ele vê uma grande pedra com gravuras, no entanto, ele vai definitivamente parar e estudá-la. Enquanto a floresta pode realmente ser o que sobrou de uma antiga floresta cultivada ou o produto de milhares de anos de cultivo ou de horticultura de corte e queima, o arqueólogo não tem meios de saber isso. Mas ele, assim como qualquer amador, sabe o que é “natural” e o que não é, o que é feito diretamente pela mão do homem e o que não é.

Da mesma forma, em nossas próprias vidas, se vemos um controle remoto em uma sala que nunca estivemos antes, perguntamos que máquina ela pode controlar: para que serve? Se vemos uma planta em um vaso, não surge tal questão. Se estamos no nosso quintal e vemos um veado ou um guaxinim, não perguntamos: “Mas para que serve?” Nós até podemos, mas não sendo domesticados, não é como se eles reformassem seu propósito de acordo com as ideias que nós temos deles. Natureza, selvageria, o selvagem, o animal, etc., são por si mesmos.

Assim, quando nos encontramos com uma pessoa, geralmente fazemos a pergunta: “Então, o que você faz?” Enquanto domesticados, somos como gado em que nossa própria existência se baseia no que fazemos pelos outros e não por nós mesmos. Eu não sou um contador por mim mesmo; não é inerentemente parte da minha natureza. Calcular números ou conhecer o código tributário não me traz nenhum benefício direto, não é algo que eu faria naturalmente com pouca solicitação e pequeno esforço. O mesmo é o caso de um edifício: muitas pessoas (se não a maioria) pode talvez ter uma sensação de temor ao olhar para um edifício impressionante, e eles podem até confundi-lo com um mysterium tremendum et fascinans. No entanto, a razão pela qual muitos gostam de olhar para uma floresta ou estar cercado por vegetação é talvez porque eles querem se lembrar de que existem coisas que existem para si mesmas e não para os outros. O mesmo é verdade com as crianças, já que crianças, pelo menos quando muito jovens, não são “úteis”.

Além disso, há a ideia de “brincar”. As crianças são definidas pelo seu amor por brincar: atividade que não tem nenhum benefício além da alegria de realizá-la. Alguns dizem que a atividade dos caçadores-coletores assemelha-se profundamente à brincadeira, na medida em que a divisão do trabalho é apenas uma questão de grau. Os homens crescidos caçam, e os meninos pequenos imitam a caça, então capturam presas menores. E, claro, as meninas imitam e participam na coleta e outras atividades de fabricação. Em todos, os benefícios de toda a atividade são geralmente imediatos e óbvios.

Claro, há aqueles que não gostam nem de crianças e nem da natureza, mas isso é principalmente porque elas não respeitam os projetos que as pessoas têm preconcebido para as coisas em suas cabeças. Só posso dizer que, para mim, estar na natureza é transformador por estar em contato com coisas que não precisam de outro propósito senão elas mesmas. Elas apenas são.

Alguns diriam que toda experiência humana é mediada pela cognição e agência humanas, mas ao dizer isso no contexto das pessoas modernas, elas estão perdendo uma distinção crucial. “Natureza” como um espaço intocado e intocável de vegetação é talvez um conceito recente. Mesmo caçadores-coletores “primitivos” manipularam e “coletaram” de seus ambientes de formas muito complexas. Eles teriam percorrido uma floresta ou outra paisagem e não teriam visto apenas uma cena de admiração ou de meditação, como uma pintura, mas uma “fábrica” viva que produz o modo como eles viviam, com sua “ajuda”, embora eles possam não perceber dessa forma. Por outro lado, não é correto afirmar que as pessoas modernas fazem exatamente o mesmo quando elas derrubam uma floresta, explodem uma montanha procurando carvão ou despejam resíduos industriais em um rio.

Aqui, divergirei das ideias adotadas pelo discurso “anti-civilização” ou anarco-primitivista e declaro que não se trata de viver “em harmonia” com a natureza ou estar sujeito a ela, seja o que for que isso signifique. Isso não é um programa de software inato que nós ou seguimos à letra ou não, por nosso próprio risco. A questão, como já afirmei anteriormente, é de escala e capacidade. Se os povos “primitivos” pudessem ter criado plástico ou escavadeiras ou motosserras, talvez o tivessem feito, embora os resultados poderiam não ser os mesmos que vemos hoje. Nosso mundo moderno não é uma inevitabilidade teleológica. Ele pode atender certos desejos daquela coisa indescritível chamada “natureza humana”, mas as pessoas viveram dezenas de milhares de anos, talvez mais, sem nenhum de nossos gadgets ou sistemas de governança. Comparativamente, a domesticação, a agricultura, a vida urbana, etc. são uma espécie de “cisne negro” que tem sido tremendamente bem-sucedido na tentativa de conquistar tudo o que lhes é estranho, mas isso não significa que não poderia ter sido de outra forma. Na maioria dos lugares e circunstâncias com presença de homo sapiens, não tem que ser assim. A civilização tem a pretensão de ter dominado o tempo no abstrato, mas no concreto, ele só existe por um minúsculo período de tempo, e esse tempo pode estar se esgotando.

Assim é também a natureza. Nós pensamos que porque nós manipulamos a natureza, nós a “criamos” e a “definimos”. Isso pressupõe que podemos colocá-la em nossas cabeças e fazer com ela o que quisermos. Aqueles que se opõem a uma linha dura entre a natureza e a cognição humana da matéria muitas vezes não se opõem quando se trata da linha entre a mente humana e os objetos que ela contempla e procura alterar. Nisso, a cognição/consciência humana é soberana, masculina, especial e quase divina. A mente humana é, assim, “de outra ordem”, e assim a linha estrita entre natureza e mente é mantida. Na verdade, quando a mente olha para a natureza, tudo o que realmente está fazendo é olhar para si mesma olhando para… qualquer coisa. Ela não sabe o que, nem nunca poderá saber. Todas as coisas são por elas mesmas, mesmo as coisas que ela não pode controlar, mesmo as coisas que possivelmente não podem perceber (?)

Assim, na minha própria ideia de natureza, percebi que estou dando um salto de fé bem menor ao afirmar que, sim, de fato, há algo lá fora, para além de mim, para além da minha percepção ou cognição. Eu não sou um sistema fechado ou auto-sustentado: eu não sou a origem da existência. Caso contrário, qual seria o resultado de declarar a potencial onisciência do pensamento humano; a mediação absoluta da cognição humana em tudo; a ideia de que todas as coisas são para nós, e nós somos, finalmente, todas as coisas? Para mim, isso cheira a um complexo de Deus, como no deus monoteísta que habita o céu realizado por outros meios, quer chamemos isso de ciência, ou filosofia, ou solipsismo, ou o Futuro, ou o que quer que seja. Estes todos executam a mesma função.

A natureza existe porque a mente humana é fraca e limitada. É mortal, é feita de carne, e, finalmente, este é o seu limite, mesmo que não possamos vê-la. É como se ela estivesse jogando um jogo com o resto da existência, e ela vai perder. A existência da natureza é o limite do pensamento. É o fato de que todas as coisas não são para nós, nossos pensamentos não fazem as coisas: as coisas estão lá por si mesmas, e estariam lá sem a nossa intervenção. Em outras palavras, nós não somos deuses, não somos espíritos, precisamente porque essas coisas não existem como nós as entendemos. Nosso pensamento não compreende e não pode compreender tudo, e é por isso que é tão miseravelmente pouco confiável.

Há coisas que existem puramente para si. Uma criança sabe isso. Até um idiota pode saber isso. É preciso que o “sábio” do “Mundo” (um termo bíblico) o negue. Há coisas neste mundo que nunca vamos dominar. Podemos ser capazes de aterrissar o nosso lixo tecnológico na Lua, mas não podemos alimentar todas as crianças que estão com fome, ou impedir o nosso estremecimento diante da sombra da morte. É por isso que a humanidade será suplantada, e a natureza permanecerá.

O eco-extremismo é, na minha opinião, a confiança na ordem com a qual a própria natureza tem operado, bem como as “fracas” sociedades humanas que foram formadas por ela. Confiar na natureza não é um salto de fé, pelo contrário. A civilização é um culto que exige fé, exige a obediência à ideia de que o “bem comum” é o bem supremo de todos. É um ato de fé acreditar que sacrificar a si mesmo e a natureza selvagem de hoje de alguma forma trará benefícios para todos amanhã. Nós preferimos o “bem” que está diante de nós, nas árvores, nos rios, nos oceanos, no céu azul, nas montanhas e em nossos próprios desejos não-domesticados; e não um “bem” inventado pela civilização que busca a escravidão e destruição de todas as coisas que são por elas mesmas. Detestamos isso, atacamos isso, e não lhe damos nenhuma trégua. Quando falamos “Natureza Selvagem”, não estamos sendo vagos: estamos nos referindo a algo bem na frente de seu nariz. Que você não vê que é seu problema, não nosso.

– Chahta-Ima

Nanih Waiya

Hash Bihi (Maio), 2016.

(es-en-it-pt) Textos de la primera entrega de “Cuadernos”

Los cómplices de la Revista Regresión han publicado recientemente el contenido de su trabajo editorial número uno, “Cuadernos” en los 4 idiomas que maneja la Mafia Eco-extremista.

Publicamos aquí un extracto del contenido del “Sin número” en español, para los que estén interesados en leer o ver los demás contenidos en sus respectivos idiomas, dejamos aquí la dirección del blog de la Revista Regresión, la cual solo es posible acceder por medio de Tor Browser.

http://cuadernoscontraelprogreso.torpress2sarn7xw.onion/

¡Por la propaganda y el ataque!


pores

Un falso escape

La mentira de la civilización es una hidra, cada una de sus cabezas busca el momento indicado para morder, para matar nuestros instintos salvajes y volvernos autómatas que caminan en condición de cómplices. De esta condición nadie está exento al encontrarse dentro de la sociedad. Para nosotros los eco-extremistas es una constante guerra interna y continua, donde se intenta vivir alejado de las prácticas y valores sociales. Varias de estas prácticas son, para muchos sujetos -incluso algunos que se llaman a sí mismos “anti-sistemas”- liberadoras, cuando en realidad son prácticas impuestas por la civilización. En este trabajo me remitiré a una práctica social en la cual, un gran número de híper-civilizados y sujetos con “posturas anti sistémicas” están inmersos: la vida dentro de un vicio. Estos sujetos, encuentras muchas razones y justificaciones para llevar esa vida cíclica. La diversión, una medida contra la tristeza, la decepción, “abrir la mente”, y la que resulta más despreciable para mí; la búsqueda por escapar de la realidad.

La realidad nos golpea constantemente, vivimos dentro de un mundo en que el camino hacia la muerte se va haciendo más y más corto de una manera rápida. La cotidianidad aburrida y depresiva a la que una gran parte de la ciudadanía están atados: estrés, trabajo, familia, escuela, rutina, transporte, tráfico, etc. Ante todos estos pesares se buscan “escapes”, algo que de un respiro y haga olvidar esos malos ratos. Sería un error el pensar que dichos escapes los cuales se vuelven parte de una vida cíclica sólo son sustancias ingeridas.

La gran dominación tecnológica es un fuerte pilar de la vida cíclica, se ha vuelto “normal” poder ver a jóvenes que la mayor parte de su vida van con el celular en la mano -esto literalmente- cual esclavo y cadena. Hundidos en un “mundillo” virtual, con amigos al igual virtuales y una fuerte adicción a las redes sociales, las cuales no logran durar ni unos minutos sin revisarlas. Dependientes totales de los celulares y de las redes sociales -dentro de estas el morbo y la opulencia dictan el día a día- así camina gran parte de la sociedad en especial la juventud hacia una vida de progreso y tecnología. Anhelando dentro de sus aparatos celulares la “vida ideal” que quisieran llegar a tener, mientras a su alrededor todo lo vivo sigue pereciendo. Su vida ideal se resume en el consumismo desenfrenado, en relaciones vánales, una existencia donde todo se asume como una verdad y nada se somete a crítica. La juventud va ya perdida, son tan dependientes tanto del celular como del alcohol. No veo ninguna esperanza en el porvenir. Algunos ilusamente pensarían que las generaciones futuras, al ver la gran destrucción de la Naturaleza Salvaje reflexionarían y optarían por una vida antagónica a la establecida dentro de la civilización tecno-industrial. Esto me resulta increíble. Los “jóvenes” quienes para los estúpidos izquierdistas son biológicamente revolucionarios, se encuentran también en la condición de híper-civilizados, llevando a cabo las mismas acciones que los adultos, empeñados en sus estudios, dejando toda su vitalidad para el “gran” progreso de la humanidad, un progreso que está a unos cuantos pasos del acantilado. Si los jóvenes son “nuestros” próximos revolucionarios, a dónde iría su revolución, y qué si se cambian los modos de producción, a ultimas la producción continúa. Y con esto de la revolución… ¿Qué revolución podría hacer un joven que la mayoría de su existencia se encuentra adherido a un aparato tecnológico? Cómo tendría vigencia la idea de “el pueblo organizado”, si este “pueblo” va encadenado a las tecnologías, y sigue perpetuando el estilo de vida dentro de los cánones de la tecno-industria. Que esto no sea una confusión, como eco-extremista no intento establecer una revolución que derrumbe a la civilización tecno-industrial como una “respuesta” o una “mejor” revolución. Entonces, ¿por qué criticar la idea de una revolución?, o, ¿por qué criticar a los jóvenes que se sienten revolucionarios?

LEE COMPLETO AQUÍ.

Daune colaterale: O aparare eco-extremista a violentei nediscriminante

Texto “Una guerra sin bajas civiles: Una defensa eco-extremista de la violencia indiscriminada” por Chahta-Ima, traducido al idioma rumano, traducido en “Vremuri Salbatice” (Tiempos Salvajes).

Texto en español.

Texto en inglés.

Texto en portugués.


Fiind doar un propagandist eco-extremist,  atentia mea este atrasa de reactiile cititorilor anarhisti si stangisti  fata de actiunile ITS si a altor grupuri eco-extremiste. Prima reactie pe care o intalnesc este de obicei de dezgust. Cum pot eco-extremistii sa  organizeze atentate impotriva proprietatilor si a oamenilor, cum ar fi, arderea autobuzelor si trimiterea de colete cu bombe, in locuri unde ‘’oamenii inocenti’’ pot fi vatamati? Ce ar fu daca un copil ar fi in raza unei bombe sau secretara omului de stiinta, mama si sotie, ar deschide coletul in locul omului de stiinta? Ce-I cu aceasta violenta nihilista, unde oamenii inocenti sunt omorati? Nu este acest lucru fara folos in lupta contra civilizatiei? Nu arata acest lucru ca eco-extremistii sunt deranjati mintal, probabil suparati pe parintii lor, nu si-au luat medicamentele, marginali, etc.?

Adevarul e ca opozitia stangistilor, anarhistilor, anarho primitivistilor sau oricare grup care reactioneaza negativ in fata violentei eco-extremiste este una de o mare ipocrizie: ipocrizie pe care numai cineva de nivelul lui Nietzsche sau alt bun manipulator al cuvintelor o poate usor diseca. Pentru ca civilizatia, si oricare alta ideologie, este bazate pe violenta nediscriminatorie, pe ascunsul rufelor murdare si pe maturatul mizeriei sub pres pentru ca nimeni altcineva sa nu o vada.

Sa incepem numaratoarea:

Opozitia contra violentei eco-extremiste poate fi privita din perspective dogmei de aur crestine: ‘’Fa celorlalti ceea ce ai vrea sa iti faca si ei tie.’’ Nu ai vrea sa fi aruncat in aer in autobuz. Nu ai vrea ca o explozie sa te lase fara degete sau sa primesti un glont in cap atunci cand tu ‘’iti faci doar treaba’’. Toata lumea are dreptul la munca si sa se intretina singuri, nu-I asa? Dar sansele sa fi o tinta in cadrul atentatelor puse la cale de eco-teroristi sunt minuscule: probabil ca ai mai multe sanse de a castiga la loterie. Pe celalalta parte, sansele sa fi implicat cauzezi un accident auto sau sa fii lovit de o masina sunt infinit mai mari prin comparatie. Sansele de a muri de cancer sau din cauza unei boli de inima din cauza alimentelor procesate sunt inca si mai mari. Dar, ultimele cauza sunt ‘’perfect naturale’’ iar a fi ‘’victima colaterala’’ intr-un razboi pentru apararea naturii insasi este cumva o tragedie. Scutiti-ne.

Bineinteles ca aceste dezaprobari reprezinta faptul ca oamenii accepta in mod tacit violenta statului si violenta civilizatiei. Pentru liberalul burthez ‘’violenta terorista’’ este oribila pentru ca numai Statul poate desemna oamenii care trebuiesc ucisi (daca ai trai in Afganistan sau Yemen de exemplu ar trebui sa iti faci mai multe griji decat ca o sa mori in accidente de masina; ar trebui sa te temi si de dronele care arunca o ploaie de bombe din aer. Dar asta este ok pentru ca democratia Americana este de accord cu asta.)  Stangistii si anarhistii pot critica actiunile eco-extremiste cu un pic de mai multa integritate, daca e sa o luam asa, pentru ca si ei resping violent capitalismului si a statului. Pe de alta parte, ei creeaza lumi fantastice unde ‘’cei vinovati’’, parazitii bogati pe care ei i-au judecat si pedepsit la moarte in capul lor, in confortul convorbirilor lor, sunt omorati fara discriminare, chiar cu cruzime, fara sa tina cont ca, chiar si acesti burghezi sunt soti, tati, fii, fiice, etc. Si bineinteles, ei se asteapta ca aceasta sa aibe loc cu o violent minima, pentru ca revolutiile au fost dintotdeauna petreceri cu ceai unde cei inocenti nu au niciodata de suferit…

Ceea ce avem de infruntat aici este Mareata Holograma a Civilizatiei: una care ne oblige sa ne pese de oameni pe care niciodata nu i-am cunoscut, sa empatizam cu cetateanul abstract, camaradul, copilul lui Dumnezeu. Ar trebui sa ne suparam la vederea unui autobus in flacari sau a unor birouri distruse, sau la ramasitele unor resturi de material incendiare lasate in apropierea cladirilor guvernamentale. Trebuie sa ne cream scenario in cap: ‘’Daca fiica mea ar fi fost in fata acelei cladiri? Daca sotia mea ar fi fost in acel birou?

Daca eu as fi fost acel om de stiinta lasat sa moara intr-o balta de sange in parcare?’’ Ok, si daca ai fi fost? Si, la modul cel mai serios acum, nu ai fost, asa ca, de ce te gandesti la asemenea scenario?

Nu este asta narativa civilizatiei: cu toti suntem implicate? Asta este o minciuna, pentru ca nu suntem. Viata ta este doar ceva minor intr-o mare Masinarie, si daca Masinaria decide sa te scuipe afara, vei fi scuipat afara. Nu ai nici o valabilitate, moralitatea ta este o iluzie. Este buna doar sa acopere violenta si moartea care au fost folosite pentru fabricarea hainelor de pe tine si mancarii pe care o mananci. Este acceptabil ca un numar extrem de mare de animale sa moara, sa fie taiate toate padurile si totul sa fie pavat. Este acceptabil ca oamenii sa fie redusi la statutul de sclavi salaritati, sa inaltam monumente celor care au distrus lumile salbaticilor, sa sacrifice visele si sanatatea oamenilor vii de azi pentru un viitor mai bun. Dar pentru numele lui Dumnezeu nu pune o bomba artizanala in fata guvernului! Asta este prea mult.

Uite cheia eliberarii tale: nu ai nici o datorie fata de societate si nici nu trebuie sa faci ceea ce ea iti spune. Pe acei oameni ucisi in celalta parte a globului nu ia interesat niciodata de tine si nici nu o sa le pese vreodata. Esti doar o cifra intr-un sistem Dunbar: cel mult vei fi o stire candva iar dupa aceea vei fi uitat. Felul in care te identifici cu ‘’cetatenii’’ sau ‘’copii Domnului’’ morti la distante de sute de kilometrii este doar un mod prin care societatea te manipuleaza pentru a face ceea ce ea doreste: este doar o unealta pentru domesticire, atata tot.

Poetul Robinson Jeffers a scris ca cruzimea este cel mai natural lucru dar ca, omulului civilizat ii place sa fie contra naturii. Unele triburi din ceea ce este acum California de nord au fost observate si descries de europeni ca fiind cele mai pacifiste si mai violentre in acelasi timp: pacifiste pentru ca nu exista razboiul organizat, violente pentru ca stiau sa resolve disputele inter-personale. Acei care isi arata lasitatea in fata actelor de violenta  individuala sunt aceiasi care apara dreptul Statului si civilizatie de a avea putere exclusive asupra vietii si mortii asupra oamenilor.

Sunt proprietatea lor, asa ca, cum au acei eco-teroristi tupeul sa reclame acel drept, mai mult, cum au tupeu sa atace 10.000 de ani de lege si ordine civilizata si sa comande ei cine sa traiasca si cine sa moara!

Imi inchei textul cu doua citate din Iosif Stalin. Primul este: ‘’Trebuie sa spargi cateva oua pentru a face o omleta.’’ Bineinteles ca asta este ceea ce oponentii eco-extremismului vor spune ca e adevarat:  ca sacrificam vietile oamenilor inocenti pentru a crea propria noastra versiune a Edenului. Oricine cu o jumatate de creier si putina putinta de a intelege un text isi da seama ca asta e un cacat. Eco-extremismul nu cauta sa sparga oua pentru a face o omleta: cauta sa distruga intreaga ferma, iar daca ouale sunt distruse, asta este doar natura bestiei. Cate oua sunt sparte la o ferma zilnic?

Al doilea citat din Stalin este: ‘’Moartea unui om este o tragedie, un million de morti este o statistica.’’ Nu cumva asta este logica anarhistilor si a stangistilor? Ei pot trece cu vederea o lume intreaga macelarita de civilizatie, pot trece cu vederea milioanele de morti ale salbaticilor care nu au facut decat sa isi apere pamantul, si ei se pot juca jocuri in mintea lor unde ei ii omoara pe capitalisti in paturile lor dar atunci cand vad un autobus in flacari sau un laborator distrus de o explozie ei tipa, ‘’De ce nu va ganditi la copii!

Te poti gandi ca aceste actiuni nu sunt de folos; te poti gandi ca ele sunt produse de mintile unor sociopati, poti sa faci ce vrei. Noi nu incercam sa schimbam lumea, preferam sa o vedem cum dispare in flacari. Si daca tu nu vezi cum Pamantul, raurile, muntii, padurile si oceanele, sunt distruse atunci sa stii ca asta inseamna nebunia adevarata si noi nu te putem ajuta , si nici nu dorim sa facem acest lucru. Ascunde-te atunci cand ne vezi venind.

Chahta-Ima

Uma guerra sem baixas civis: uma defesa eco-extremista da violência indiscriminada

Traducción al portugués del texto de Chahat-Ima, en el que hace un defensa del ataque indiscriminado.

Traducido por “Anhangá”


Sendo um propagandista eco-extremista, percebo as reações dos leitores anarquistas e esquerdistas ao ler sobre as ações de ITS e outros grupos eco-extremistas. A primeira reação geralmente é de repulsão. Como pode ser que os eco-extremistas executem atentados contra as pessoas e a propriedade, como incendiar ônibus ou enviar pacotes-bombas que podem causar danos a “civis inocentes”? E se uma criança estiver perto do explosivo? Ou se a secretária do cientista, também uma mãe e uma esposa, abre o pacote e morre ao invés do cientista? De onde vem esta obsessão com a violência niilista onde inocentes são mortos? Isso não ajuda a “causa” pela destruição da civilização? Não é um sinal de que os eco-extremistas estão mentalmente perturbados, talvez irritados com seus pais, precisam tomar seus medicamentos, são uns excluídos, etc.?

Em realidade, a oposição dos esquerdistas, anarquistas, anarco-primitivistas, e vários outros tipos de pessoas que se opõem à violência eco-extremista, é hipócrita, é hipocrisia à nível de que Nietzsche e qualquer outro pensador adepto poderia refutar. Posto que a civilização, assim como qualquer ideologia, se baseia na violência indiscriminada, e no esforço de esconder esta violência à luz do dia.

Vamos fazer os cálculos: a oposição à violência eco-extremista pode ser considerada desde o ponto de vista da regra de ouro cristã: “trate os demais como você gostaria que fosse tratado”, “você não iria gostar que alguém explodisse uma bomba no ônibus em que estivesse viajando”, “você não quer perder os dedos em uma explosão, ou que alguém dê tiros em sua cabeça quando você apenas está trabalhando para triunfar”, “todos temos o direito de trabalharmos e ganhar a vida honestamente”, certo? Mas a probabilidade de estar próximo a uma explosão eco-extremista é mínima, você tem mais probabilidade de ganhar na loteria. Em comparação, a probabilidade de morrer em um acidente de carro é muito mais alta, e a probabilidade de morrer por uma doença causada por comer comida processada, como câncer ou cardiopatia, é ainda mais alta. Costumam dizer, em último caso, alguém morreu de “causas naturais”, mas, por outro lado, se alguém morre em um ataque — “baixa civil” — na guerra eco-extremista é uma tragédia. Isso é um absurdo.

Claro, uma condenação da violência eco-extremista neste caso, é uma aprovação tácita da violência do Estado ou da civilização. Para o liberal burguês, “a violência terrorista” é horrível, uma vez que somente o Estado pode determinar quem deve perder a vida (por exemplo: se alguém vive no Iêmen ou Afeganistão teria mais a temer do que apenas acidentes de carros, pois há “drones” que lançam morte diariamente, porém não há nenhum inconveniente porque tudo foi aprovado pela democracia yanqui). Por outro lado, parece que a esquerda e os anarquistas tem mais direto a criticar a violência, posto que se opõem ao Estado e ao capitalismo. De qualquer forma ainda inventam fantasias onde tomam o poder e executam aos parasitas ricos que foram julgados e sentenciados à morte em suas reuniões, e os matam de maneira cruel e sem piedade, não considerando que os burgueses também são pais, filhos, cônjuges, etc. E obviamente, a violência na dita Revolução será a menor possível, uma vez que, poucos inocentes morreram desnecessariamente em uma revolta popular.

Colidimos com a Grande Ilusão da Civilização, que nos obriga a nos preocupar com pessoas que nunca vamos conhecer, a ter empatia com o cidadão abstrato, o companheiro, e um filho de Deus. Devemos nos preocupar vendo um ônibus queimado, ou um escritório destruído, ou os vestígios de um artefato explosivo deixado do lado de fora de um ministério do governo. Nós somos obrigados a nos perguntar coisas como: o que aconteceria se minha filha estivesse em frente a este edifício? E se minha mulher estivesse neste escritório? Se eu fosse este cientista morto e coberto de sangue no estacionamento? Bom, se assim fosse, o que mudaria? Mas, na realidade, você não estava ali, então, porque está fazendo este filme?

Não é esta a grande narrativa da civilização, que todos nós estamos envolvidos nesta questão? É mentira, porque não estamos. Você é um elo a mais na cadeia, e se a Grande Máquina da civilização escolhe te rejeitar, você será jogado ao lixo. Você não tem nenhuma agenda pessoal, a moralidade é uma ilusão. Somente cobre a violência e morte necessária para produzir a comida que você come e a roupa que veste. É perfeitamente aceitável que numerosos animais morram, que queimem os bosques, que pavimentem os campos, que milhões sejam feitos escravos em fábricas, que sejam erguidos monumentos para as pessoas que destruíram o mundo dos selvagens, que sacrifiquem os sonhos e a sanidade mental dos que vivem hoje para obter um “amanhã melhor”, mas pela amor de Deus, não deixem uma bomba em frente a um ministério do governo, isso não aguentamos!

Aqui te apresento a chave para tua libertação: você não deve nada à sociedade, e não tem que fazer o que te pedem. Essas pessoas que são assassinadas no outro lado do mundo não se preocupam com você, e nunca se preocuparão. Você é uma pessoa a mais nos números de Dunbar: será uma notícia no jornal e será esquecido. Se identificar com a morte de um cidadão ou um “filho de Deus” a milhares de quilômetros de você, é a maneira em que a sociedade te manipula para que faça o que te é ordenado: é uma ferramenta para tua domesticação e nada mais.

O poeta estadunidense Robinson Jeffers escreveu que, a crueldade é algo muito natural, mas o homem civilizado acredita que é contrária à natureza. Os europeus observaram que alguns grupos indígenas do norte da Alta Califórnia, eram os mais pacíficos e ao mesmo tempo os mais violentos: pacíficos porque não tiveram guerras organizadas, violentos porque usaram a violência para solucionar problemas interpessoais. Os que se opõem com mais fervor à violência eco-extremista, estão defendendo o direito exclusivo do Estado e a civilização de determinar quais, entre os seres humanos, devem viver ou morrer. As pessoas com esta atitude são propriedade exclusiva do Estado, então como se atrevem os eco-extremistas, a desafiar este direito absoluto que existe há mais de dez mil anos, as leis que determinam a vida e a morte?

Termino este discurso com duas citações (apócrifos?) de Joseph Stalin, a primeira é: ” não se pode fazer omelete sem quebrar alguns ovos”. Os que se opõem ao eco-extremismo dirão que estamos sacrificando a vida de inocentes para estabelecer nosso Paraíso na terra. Qualquer pessoa com a mínima inteligência para ler um pouco, perceberá que isso é uma mentira. O eco-extremismo não busca quebrar alguns ovos para fazer um omelete, pelo contrário, ele quer destruir a caixa inteira, e se alguns ovos se quebrem neste acontecimento, de qualquer forma, quantos ovos são quebrados em uma propriedade industrial a cada dia?

A segunda citação é: “uma única morte é uma tragédia, um milhão de mortes é uma estatística”. Não é esta a lógica da civilização, do esquerdista e do anarquista? Pretendem ignorar que o mundo está sendo destruído pela civilização, se perturbam um pouco pelos selvagens que morreram defendendo a terra de seus ancestrais, fazem um videogame em sua imaginação onde estrangulam os capitalistas dormindo em suas camas, mas se veem um ônibus queimado ou um laboratório destruído, gritam, “Meu Deus, que barbaridade!”.

Talvez você acredite que estes atos são poucos efetivos, talvez acredite que são atos de sociopatas, ou o que quer que seja. Não queremos mudar o mundo, preferimos vê-lo consumido em chamas. E se você não vê a destruição da Terra, dos rios, montanhas, florestas e oceanos, esta é a verdadeira loucura, não podemos te ajudar, e não queremos te ajudar. Apenas se agache quando ver-nos chegar.

Halputta

El caimán es un cazador nocturno. Durante el día, la mayoría de las veces se le ve con sus cabeza apenas afuera del agua, descansando. Pero cuando se cae el sol, empieza a cazar. Caza indiscriminadamente, casi como una “maquina” dirán algunos tontos. Pero se equivocan, las mandíbulas fácilmente pueden romper una pierna o un brazo o más, su cola la mueve rápidamente en el agua buscando la presa, sus poderosas garras se mueven en la tierra, todo esto es la fuerza de la Naturaleza. Si se ve algo moviendo en la orilla, lo acecha, lo ataca, lo muerde, lo lleva bruscamente al agua, lo ahoga, y finalmente lo devora. Sin importar lo que sea, tal vez si se da cuenta que no se le antoja, lo deja, pero siempre ataca primero, muerde primero, y después decide consumir o no. El caimán hace lo que el caimán hace, no puede hacer nada más. Todo el razonamiento del mundo no lo puede cambiar.

Los pueblos que se formaron alrededor de las aguas de los caimanes sabían muy bien como son. Los reverenciaban, con uno de los dueños de las aguas. Los hiper-civilizados, con su soberbia y su ignorancia, pretenden que la Naturaleza debe inclinarse hacia su voluntad. Pero después son descuidados, se sienten seguros, y la Naturaleza otra vez ataca.

Eso pasó en el “Reino Mágico”, en lo que ahora se conoce como el estado de Florida en los Estados Unidos. Una familia de Nebraska, un estado en el interior sin litoral, pensaba dejar a su bebe de 2 años que jugara en la orilla de un lago cerca de su hotel, alrededor de las 21 horas. Por supuesto, los caimanes estaban cazando, y al bebe le tocó ser la presa. El papá vio al caimán garrar a su hijo, luchó con él, pero no podía hacer nada. El caimán se llevó a su hijo y no lo comió. Lo dejó en el agua, ahogado y muerto, una tragedia para la familia joven del interior que estaba de vacaciones en Disneylandia con su hijo. Los civilizados, por pura venganza vestida de “seguridad” mataron al caimán, después otro y otro buscando al culpable, al criminal, el animal delincuente que se atrevió a seguir su naturaleza feroz, caiga quien caiga. Aún no están seguros si atraparon el malhechor.

Cada salvaje en esas tierras, sabía que no debía estar cerca de la orilla en esa hora de la noche. Respetaba la hora del caimán, del puma, del oso, de la serpiente, y los demás animales que eran manifestación de la fuerza y el esplendor de la Naturaleza, la Vida y la Muerte. Todo lo Salvaje. Pero la familia “inocente” no, la familia “inocente” pensaba que su hijo estaba en una “bañera”, jugando en su casa con sus muñequitos. Era un tiempo de gozo y relajamiento que se convirtió en la venganza para la esclavitud de la Naturaleza. Así pagó el precio más alto el padre:

“En medio de la noche mató Yahvé a todos los primogénitos de la tierra de Egipto, desde el primogénito del faraón, que se sienta sobre su trono, hasta el primogénito del preso en la cárcel…”

El eco-extremista es una manifestación de la Naturaleza, no tan perfecto como el caimán, claro. Es un ser rechazado, un producto defectuoso y mal hecho de la sociedad tecno-industrial. Por eso no respeta sus leyes, su horario, su orden. Ataca como el caimán y después se esconde en las oscuridades de las urbes apestosas como un caimán se esconde en el agua pantanosa, acechando. Y sobre todo, es indiscriminado. Cuando le toca a la presa, le toca, no hay remedio. No es que no tenga “libre albedrío”, que es francamente un chiste. La civilización no nos da elección, es un asunto que se acepta completamente o te clasifican como un delincuente, un criminal, un perverso. Bueno, el eco-extremismo rechaza la elección falsa del sistema tecno-industrial. La única elección que se le ofrecerá es el ataque, el fuego, la muerte, aun de los “inocentes”.

Que los hiper-civilizados, aun los más progresistas, aun los más “anti-autoritarios” tiemblen, que se mueran de asco pensando en los actos indiscriminados de los eco-extremistas. Como los caimanes, no se les puede cambiar. Es una cuestión de cazar o ser presa, a veces le toca serlo a uno, a veces el otro.

Animo, siempre ha sido así.

Buena suerte.

-Bowlegs

kvco-hvse (junio), año del crucificado 2016

(es-en-it) OCTAVO COMUNICADO DE INDIVIDUALISTAS TENDIENDO A LO SALVAJE-ARGENTINA

Comunicado publicado el 19 de junio 2016.

Imagenes acá: https://mega.nz/#!pk8UlTpB!tVANbcThPxekw_ElOsBRVMv0HNKILwINsYOzjiQK2Ig

Comunicado de ITS-Argentina reivindicando diferentes amenazas de bomba en varias escuelas y universidades, y un explosivo contra el presidente de subtes.

¡Con la Naturaleza Salvaje del lado de los eco-extremistas!

¡Adelante con la conspiración internacional contra la civilización y el progreso humano!


“Es mejor tener la boca cerrada y parecer estúpido que abrirla y disipar la duda”

M.

A los indudablemente estúpidos…

Mediante este breve mensaje ITS se hace responsable de:

– Las reiteradas amenazas de bombas realizadas a escuelas porteñas que generó denuncias, un “abrazo a la escuela” (?) y hasta una página en la red social Facebook. “Esta página la hemos creado para que se pare con las reiteradas amenazas de bombas que sufre nuestro querido establecimiento” (1)

– La amenaza de bomba realizada a la Universidad Nacional de Quilmes. (2)

– La amenaza de bomba en la estación Diagonal Norte de la línea C del Subte realizada el pasado 15/6. (3)

A la prensa le decimos: La amenaza de bomba en Diagonal Norte fue estratégicamente pensada y realizada, sabíamos del paro en la línea B y de los conflictos gremiales con las otras líneas, además de ser una estación donde se realizan combinaciones y por ende provocaría como efecto dominó retrasos en las otras líneas. Pero que quede claro que solo fue una mera estrategia, no nos interesan los conflictos sindicales, las luchas obreras, ni el despido de tal o cual trabajador. ITS puede ser un animal carroñero, ténganlo en cuenta…

La amenaza de bomba en Diagonal Norte fue un aviso y lo saben bien, luego que habilitaran nuevamente el servicio les enviamos un mensaje bien claro que al parecer no tuvieron en cuenta por eso el sábado por la tarde fuimos hasta allí, nos hicimos presentes y abandonamos un artefacto explosivo dirigido al presidente de subtes Juan Pablo Piccardo que lamentablemente no explotó, será la próxima.

Nuestras amenazas son el rayo que anuncia la tormenta, amenazamos al subte y luego fuimos por su presidente, mañana quién sabe…

Individualistas tendiendo a lo salvaje – Argentina

Constelaciones salvajes

 

Notas:

(1) http://larazon.com.ar/ciudad/Reiteradas-amenazas-bomba-escuelas-porteno_0_786000072.html 

http://telefenoticias.com.ar/actualidad/la-comunidad-educativa-se-une-en-un-abrazo-al-normal-1/

https://www.facebook.com/No-a-las-amenazas-de-bombas-del-Normal-n1-126057641134301/

(2) http://www.radiofmq.com/detalle.php?tipo=1&documento=71046&sistema=fmq

http://www.quilmespresente.com/quilmes/amenaza-de-bomba-en-la-unq-143526

(3) www.minutouno.com/notas/1492680-subte-falsa-amenaza-bomba-paralizo-el-servicio-la-linea-c

https://www.youtube.com/watch?v=a_VFVzCFn3g


(Argentina) Eighth Communiqué of the Individualists Tending Toward the Wild

“It’s better to keep your mouth shut and appear stupid than open it and remove all doubt.”

M.

To the undoubtedly stupid:

By this brief message ITS claims responsibility for:

-The repeated bomb threats on schools in Buenos Aires which have generated denunciations, “a hug for the school” (?), and even a page on Facebook. “We’ve made this page in order to stop the repeated bomb threats that our beloved establishment has suffered”. (1)

– The bomb threat against National Quilmes University. (2)

– The bomb threat against the Northern Diagonal C line of the Buenos Aires subway made this past June 15th. (3)

To the press we say: The bomb threat on the Northern Diagonal was strategically planned and carried out. We knew of the strike on the B line and of the union conflicts on other lines. Also we know that it is a station where transfers are made and thus a threat would cause delays on other lines. But let it be clear that this was a mere strategic move. We aren’t interested in union conflicts, working class struggle, nor the firing of any given worker. ITS can also be a scavenger animal, take that into account…

The bomb threat against the Northern Diagonal was a warning and they know it well. When they got everything running normally again we decided to follow up as they didn’t seem to get the message the first time. Thus, on Saturday evening we went over there and left an explosive device directed to the President of the Buenos Aires Subway, Juan Pablo Piccardo, which unfortunately didn’t explode. That will be for next time.

Our threats are the lightening strike that announces the storm. We threatened the subway and then we went for its president. Tomorrow, who knows…

Individualists Tending Toward the Wild – Argentina

Wild Constellations


OTTAVO COMUNICATO DEGLI INDIVIDUALISTI TENDENTI AL SELVAGGIO-CONSTELLAZIONI SELVAGGIE

“È meglio avere la bocca chiusa e sembrare stupido che aprirla e dissipare il dubbio”.

M.

Agli innegabili stupidi…

Mediante questo breve messaggio le ITS rivendicano:

-Allarmi bomba reiterati e realizzati nelle scuole elementari che hanno generato delle denunce, un “abbraccio” alla scuola (?) e per fino una pagina nella rete sociale di Facebook. “Questa pagina l’abbiamo creata affinché si fermino gli allarmi bomba reiterati che la nostra amata scuola sta sopportando “. (1)

-L’allarme bomba compiuto all’università nazionale di Quilmes. (2)

-L’allarme bomba nella stazione Diagonale Nord della linea C della metropolitana realizzato il 15/6. (3)

Alla stampa diciamo: L’allarme bomba nella stazione Diagonale Nord fu pensato e realizzato strategicamente, sapevamo della mancanza di lavoro nella linea B e dei conflitti corporativi con le altre linee, oltre ad essere una stazione dove si realizzano scambi e che avrebbe potuto provocare un effetto dominò e ritardi nelle altre linee. Che rimanga chiaro che fu solo per mera strategia, non c’interessano i conflitti sindacali, le lotte operaie, né il licenziamento di tale o quale lavoratore. ITS può essere un animale necrofago, tenetelo in conto.

L’allarme bomba nella stazione Diagonale Nord era un avviso e loro lo sanno bene, dato che dopo hanno abilitato nuovamente il servizio. Il messaggio inviato indubbiamente non è stato tenuto in conto poiché il sabato sera eravamo la, eravamo presenti e abbiamo abbandonato un artefatto esplosivo diretto al presidente della metropolitana Juan Pablo Piccardo, che avversità, non è esploso. Sarà per la prossima volta.

Le nostre minacce sono il lampo che annuncia la tempesta, minacciamo la metropolitana, dopo sarà per il presidente, e domani chi sa..

Individualisti tendendo al selvaggio- Argentina

Costellazioni selvagge

OUR RESPONSE IS LIKE AN EARTHQUAKE: IT COMES SOONER OR LATER

*Trabajo PDF con este texto en inglés, español e italiano:

https://mega.nz/#!F11XzLiI!PJ00zI-u9kkMp0TInQm9kXhTcF_S_SL6BfrQU5F1_Bc


Preliminary note: This text is written with a good dose of sarcasm and satire, reader discretion is advised.

Preliminary note 2: This text is not to be interpreted as the standard “invitation to dialogue” nor is it an “intervention to work out ideas,” as some have characterized our destructive criticisms. This is just straight trolling from those who administer this blog and meant to be offensive to those who talk shit.

Preliminary note 3: See Preliminary note 1

Since the inception of eco-extremist actions and interventions, there has been a steady and unending flow of criticisms from various schools of thought. It should be pointed out that few of these have the intention of being constructive. The majority are just plain shit-talking, criticizing for criticism’s sake, or straight defamation. Here we are going to try to answer and refute them. We say “try” because it would seem for our haters that eco-extremist texts are written in a special hieroglyphics, as it seems impossible for them to understand. Or maybe they’re just retarded, hard to say, but either way, let’s get started…

“Those who take aim at us the most are the ones who admire us the most.’“

T.

A) From the blog

As we’ve mentioned before, “Maldición Eco-extremista” is not a cute inoffensive blog. We are not a news site that avoids discussion and we don’t really want to keep putting up preliminary notes on any text that tries to describe our disagreements with a particular position. If the content of a particular text does not convince us usually we just ignore it.

We don’t publish criticisms, analysis, and claims of responsibility for actions that smell of radicalism with explanatory notes for good measure. That’s what most “counter-information” sites out there do, and it’s clear we aren’t one of them.

It should also be taken into consideration that eco-extremism means illegality. It’s pissing on legal and juridical statutes imposed by civilization. Since we follow this attitude we state it openly. Thus, in our preliminary notes we publicly root for individualists to satisfy their darkest instincts while leaping over barriers of what is “legal” or “permitted.”

Sure, these have logical consequences before the legal representatives. These are well-known and it would bore us to have to describe them again here. As we say, those are the consequences, reactions to our actions or the actions of others. Being the “public face” of eco-extremism carries with it certain responsibilities and one of these is to reply to all of the shit-talking against us. We would love to not have to deal with all of this stupidity and gossip, but as the title states: “Our response always comes, like an earthquake.”

B) Critics of México, Argentina, Chile y Gringolandia, UNITE!

For some time, a handful of criticisms have been published on different blogs, in magazines, etc. mostly of the anarchist persuasion. Most of these are incorrect interpretations or mere unfounded judgments of the words and deeds of the eco-extremists. These are texts that it would be worth the time to respond to rapidly, but to be honest when we first read them we had to laugh:

-(México) “Contra el eco-extremismo a la mecsicana” was written by Heliogeorgos Caro (HC), a self-styled intellectual in the Department of Political and Social Sciences at the UNAM who thinks that his intellectual formation makes him “slightly above average”. The eunuch HC, to refresh your memory, was owned several times by the criticism of Reacción Salvaje in the piece, “Ya nos habíamos tardado: Breves contemplaciones sobre los comentarios catedráticos de Heliogerogos Caro,” from March 18th, 2015.

It seems that “Hípster Cagón” [Shitty Hipster] wanted payback with his little essay, the rematch (LOL!) for all of the butthurt that RS inflicted on him and now he is searching desperately for a reply. Poor thing…

Of this criticism, we’ll not say much. Only that it’s totally off base. His premises are useless since they don’t have much to do with the essence of eco-extremism. It’s a criticism from a pseudo-mathematician who defends scientism at all costs. So there’s not much to see there, really.

-(Argentina)  Another staunch critic wrote an expose in the Argentine magazine, “Puñal Negro,”  [Black Dagger] that in its first issue had an article entitled, “Objetivos ¿amorales? del ataque”. These anarchists look up to us so much they even gave us their first essay in their magazine. Wow!

Those “black dagger” folks are an example, but don’t get excited, they’re an example of bad interpretation of eco-extremist writings. For one thing, they confuse “indiscriminate attack” with “random attack,’ which to be fair is a common mistake for the nuns of anarchism and brain dead folks like them.

It’s pretty obvious that the objectives that eco-extremists choose to hit are OBJECTIVE TARGETS and not random as those dagger folk would have it. Eco-extremists have at least had the guts to say that they do NOT regret the wounding of bystanders who find themselves in the middle of an attack. This is what is meant when we bring up “indiscriminate attack,” and, in fact, this is the ancient and venerable manner of waging war. To be sure the most primitive ancestors of the black dagger folks brutally killed and maimed members of other tribes indiscriminately during any given conflict. Only it seems like this brand of anarchist only accepts “modern” methods of attack: ones that are done with much care, going out of the way not to harm the random bystander. What garbage!

We know that our conditions aren’t the same as those of our ancestors, but the war practically is. It is the War against the Artificial within the eco-extremist perspective. So that’s why we exhort anarchists of this type to see more than what they want to see and look beyond their own noses. If they don’t want to, it’s better if they just shut up.

It’s an all-too-common hypocrisy in some radical circles, those which are always going on about the defense of “life,” “against domestication,” “against exploitation,” and other boring endless dreck. But when a passerby is wounded in one of their attacks, they either keep quiet about it or apologize. The first is cowardice, the second is a sign that, if you keep on carrying out actions like that, others might be similarly injured or even killed. So if you don’t want to die from all of those pangs of conscience, you might as well devote yourself to helping old ladies cross the street, or something similar.

When eco-extremists speak of “Indiscriminate Attacks,” they’re saying that they DON’T care if bystanders get hurt or killed during their attacks, as long as the target is hit. That is to say, they are out to hit a SPECIFIC target. That’s it.

This was also the case with Severino Di Giovani and his gang. Do you remember that from your Anarchist History class, Dagger dudes? No. Alright, let’s refresh your memory, boludooos:

May 7th, 1928: A powerful explosion destroyed a significant portion of the Italian Consulate in Buenos Aires, Argentina. The target was the General Consul of Italy, one Mr. Capani, one of the right hand men of Benito Mussolini. The two anarchists, Severino and Ramé, not being able to make it to Capani’s office, abandoned the suitcase with the bomb in it on the stairs of the diplomatic headquarters. The bomb exploded powerfully, leaving nine dead and 34 wounded. Seven of the dead were fascists, the other two dead and the majority of the wounded were BYSTANDERS. Because of this attack, Severino’s group would be labeled as a “gang of violent crazy men.” Today we don’t live in Severino’s time when he used terrorism to fight the fascism of his age. Today we fight the new face of fascism which is civilization and the domestication of those who celebrate it. The eco-extremists don’t hesitate to attack it.

We mention that this attack of Di Giovani is what we mean by “Indiscriminate Attack,” so that you idiot daggers can understand better where we are coming from. The Great Terrorist Di Giovani’s act was a good example of this. Compare this REAL anarchist with the fascist gangs, take into consideration the fierce and indiscriminate practices of the past. Do it and they will come back from the past to take your lives like they did that of the anarchist López Arango, who talked a lot of shit about Severino.

Then the “daggers” continue saying:  “what we carry out is what we do because we feel like it. It is not a call from any type of morality or a call of the sacred forest or any other mystical bullshit.”

We have thrown the bible of anarchism and its church in the trash a long time ago. Specifically, we have cast aside that slogan, “no gods, no master,” or “against any God.” For sure, we piss and shit on the Christian god and his religion. No doubt about that! Our belief is in Pagan animism.

Our paganism believes in the cycles of the Earth. Thus, we venerate and extol the Wild and Ineffable: the Mountain, the Rain, the Thunder, the Sun, the Wind, the Moon, the Rivers, the Condor, the Deer, etc. With the greatest pride we extol that which WE ARE and what we believe. We walk with our DEITIES at all times, as once our ancestors did. Just as the last wild tribes on Earth do, bound to their Gods and their mysteries.

The truth is that in every attack against civilization, eco-extremists act possessed by that spirit of what you call the Wild Forest. This call incites us to commit violent and radical acts against progress and civilization.

Eco-extremist Paganism is Accursed, its attacks will also be Accursed…

We hope with this that we have cleared up any doubts concerning the term, “Indiscriminate Attack.” And if we haven’t, that’s not our problem. It’s the result of your inferior intellectual abilities. Lastly, if our pride bothers you, or our paganism, or what we are or do, just stop reading eco-extremist communiqués and stop coming by our blog. Stop being our judge, jury, and executioner. Stop saying that you don’t want to argue even when you’re making an indirect argument. Either way, eco-extremists aren’t ones to lie down and keep quiet.

-(Argentina) The anarchist publication “De la propaganda a los hechos” (May 2016).

It would seem that the anarchist who wrote the essay, “On ITS” has understood the concept of “Indiscriminate Attack” better than many others. This only goes to show that it’s only out of stubbornness and stupidity that some have refused to understand this term and not because eco-extremists have explained themselves badly.

But hold on a second, this anonymous anarchist also doesn’t seem to have understood all of the questions that disturb them. Let’s take a look.

To start, it’s necessary to state to the anonymous author that eco-extremist attacks are NOT POLITICAL. Eco-extremism does not seek or claim any determined political positions, and thus our acts ARE NOT POLITICAL, Thus, by pure logic, its ends are not political either. Therefore, the majority of the criticisms that have to do with “virtual symbolisms,” “unleashing material actions that really affect progress,” etc. are self-refuting.

He states, “if they only attack for the sake of attacking, and they don’t seek to move past the line between virtual symbolism and unleashing in material actions that truly affect progress”.

Really eco-extremists are not looking to end civilization with their attacks, or anything of the sort. To think otherwise would be delusional, since doing that is impossible. Even if you killed all of the scientists in the world, destroying their lab and blowing up all of the bridges of the city. Not even the most destructive action can halt the advance of techno-industrial progress. In this we are extreme realists and we ask ourselves if any of our actions will stop progress and we believe that they won’t. That’s the sad reality and we have come to accept it.

On this point, we are confused as the author of the text, at coming to the same conclusion by saying, “but the structures that allow civilization to function cannot be allowed to halt one minute for fear of the citizenry. We see that after these attacks the places of exploitation will keep functioning, the machines will keep working, and if the employee dies, he will be replaced with someone else the next day,” still he criticizes the idea of disinterested attack or attack for attack’s sake. Yes, eco-extremists are pessimists and sadly we have concluded that the destruction of civilization is impossible. The only one capable of inflicting SERIOUS harm on civilization, or better to destroy it, is Wild Nature herself. So then, what is to be done? Twiddle your thumbs and wait? Watch civilization spread far and wide destroying all Wild places, without doing anything? NEVER!

Yes, eco-extremists choose disinterested attack that expects NOTHING in return: an attack in the name of Wild Nature against civilization. An attack in defense of ourselves and all that we are losing. And let it be known that they do it for the EGO trip too, for the sheer pleasure of attack, and they have no qualms admitting it. That’s why they claim responsibility for their attacks and they adopt acronyms and names for their groups.

Let it be clear: eco-extremism doesn’t pretend to try to “destroy civilization.” It does not want to “end progress.” It aims to HARM civilization, to STRIKE OUT at progress in the PRESENT and DESTABILIZE what can be destabilized. For that, eco-extremism employs indiscriminate and selective attacks, terrorism, sabotage, assassination, threats, various criminal activities, etc.

The anonymous author also writes about ISIS. He writes that the attacks of those terrorists carried out in the metro and airport in Belgium didn’t halt progress, stating, “we see that after these attacks, people don’t stop heading out to their places of exploitation, the machines don’t stop working, if an employee dies, he’s replaced by another the next day.” He’s right, of course. Progress doesn’t stop for anything. And sure, groups like ISIS want to destroy Western civilization by force to impose an Islamic civilization instead. But what does this have to do with eco-extremists?

The author continues: “While capital advances with the great strides in technological developments, and world overpopulation gets worse by the day, why should we think that attacking an innocent bystander who is bound in servitude has any effect on the advance of civilization?”

When was that ever mentioned in the communiqués of eco-extremists?

No one has ever said that attacking an innocent bystander halts the advance of civilization! Because saying that would be really dumb.

And, to be honest, we can turn that question the other way around and ask the anarchists: Why do you plant bombs in banks when the next day the insurance will cover the damage and the bank will keep functioning as if it never happened? Why plant bombs in police stations if people don’t stop becoming police afterwards? Why support anarchist prisoners if solidarity actions won’t shorten their sentences let alone free them? Why write hit pieces available in PDF format if most of the criticisms contained therein collapse under the weight of the ignorance of their anonymous authors? Why “struggle” and “heighten the contradictions”? Why anarchy then?

The anonymous author continues with his dumb questions saying: “Why have recourse to symbolic terror against the docile masses during their commute when we could be thinking about biotechnologists instead and the significant infrastructure that provides the city with energy?”

It seems that this idiot thinks that civilization is only about the electrical grid and scientists, which is obviously NOT THE CASE. Civilization also includes the neighborhood corner store. But of course that’s not eco-extremism’s target (for the time being).

Dear Mr. Anonymous, please think before you write things down, because your supposed criticisms are poorly thought-out. It’s appropriate to say that your words seem to be only “criticisms” vested with “good intentions” for the sake of  “moving discourse forward” while employing the technical language of anarchy. But really they are counterproductive defamation. And even if we don’t particularly care for confronting these sterile criticisms, we mention them without censoring them.

The anonymous author also criticizes the word “antisocial”. We eco-extremists affirm that yes, EVERYONE IS OUR ENEMY: all hyper-civilized people, the masses, the accomplice citizenry, civilization as a whole. Why, Mr. Anonymous Author, are we EXTREMISTS then? Because we advocate half-measures? It should be mentioned that if we had the power to kill off 40 million people in your region and others, annihilating the infrastructure that maintains civilization, we would do so without thinking twice about it.

The anonymous author asks as well, “Being antisocial would be any action that attacks a passerby or a worker? Or only the actions that are classified under the title of being ‘wild’?”

We respond that this is not necessarily the case. An attack that is truly antisocial is one that is carried out with an attitude of hatred, revenge, reaction, etc. against the values of society; against its symbols and its members, and it wouldn’t necessarily fall under a misanthropic attack.

And even if it appears that the author has a computer he doesn’t seem to have a dictionary. For he doesn’t quite know which definition of the world “anti-social” to employ. Since I have a dictionary right here I can help him so that he stops spewing such epic idiocies:

“Antisocial: 1 –  That which is contrary to society or harmful to it. 2- One who has difficulties with life in society or who feels repulsion to it.”

Dude, it’s that simple!

And when the anonymous author pretends to have the bull by the horns and celebrates his “victory” by deceiving himself that he has our number with his shitty criticisms, he then labels our tendency as “moralist” since he recalls the slogan that ITS used back in 2011: “Nature is the good, Civilization is evil.” Let’s remind this anarchist again that ITS has not used this slogan since beginning its new phase in 2016. If he wants to criticize stuff from five years ago, maybe it’s best that he doesn’t, because these arguments no longer apply.

ITS has not used this slogan recently, nor the term, “individual freedom”, nor used an “x” to designate the gender of words, nor returned to any of the other bad habits that were present in the first communiqués. We recommend that the author read the ITS communiqués again, and take notice this time the evolution of eco-extremism in ITS and other groups. Then he can avoid spitting out dumbass arguments that only confuse and deceive his readers.

And the dummy keeps asking, “or are we to affirm that misanthropy, hate, rebellion, or war exist in wild nature?”

We respond that NO, in wild nature there is no misanthropy, or hate, or rebellion, but there is WAR and REVENGE. We recommend that the author also spend less time in the city and more time outside of it in contact with nature. If he doesn’t, he’s probably not going to understand what we’ve written.

And in addition, without wanting to repeat ourselves, we recommend that he also learn to distinguish between “warning calls” and “threats” before saying that ITS has contradicted itself in that regard.

This concludes the first part of the response from the administrators of this blog. The second part will address reactions from Chile and Gringolandia.

Until next time.

We continue:

-(Chile) There’s no doubt that eco-extremism has been a pain in the side of many since its arrival in South America. So much so that “some” anarchist cells have staged a drama “demanding” (directly or indirectly) that all of the other anarchists excommunicate us from their “churches” for being blasphemers. These arson-committing “nuns” have taken on many names, but it’s evident that it’s the same group of assholes. They deceptively hide behind the initials of the Informal Anarchist Federation (FAI), and they issue communiqués published on various important blogs in anarchist circles. You guys know which ones we’re talking about it, don’t think we’re not going to notice! So keep on reading.

February 1st:  Note that this was only weeks after the fierce arson attack on a Transantiago bus that had all of its passengers on board in broad daylight, an attack for which ITS in its third communiqué took responsibility. This also announced the internationalization and expansion of the group. After this attack, the Paulino Scarfo Revolutionary Cell (FAI/FRI) devoted itself to anarchist business as usual in setting fire to a bank, and then issuing a boilerplate communique recording the facts of the attack, the “revolutionary reasoning” behind it which is now as sacrosanct as Christ’s cloak, and some other things for good measure. However, they deviated from the standard anarchist fare by mentioning two things that surprised us.

One of them was this:

“(herp derp) Also on the basis of this revolutionary perspective of conceiving of the confrontation with Power and Authority, we distance ourselves from all discourse that seeks to propagate indiscriminate attack and the defining of any person as a target to physically harm and kill. The unlimited source of our actions seeks to avoid collateral damage against persons who by chance are found near our targets during our operations. This understands that all planning today is according to the narrowing down of the material objective. Attack has a morality to it and is not indiscriminate. We embrace the arson but we do not share the discourse that it sought to propagate.”

For those who don’t speak “revolutionary anarchist,” here’s a translation:

 “We didn’t understand jack shit of what the eco-extremists wrote about concerning ‘Indiscriminate Attack, but it sounds ugly so we don’t agree with it because it doesn’t sound like revolution, or social war, or solidarity with prisoners, or insurrectionalism, or the FAI, or ‘againstpowerandauthority’.

Our attack on the Santander bank was an exemplary attack, that’s how it’s done folks. We teach by example.

We are morally superior since we have morals unlike those eco-extremists, but we don’t just come right out and say it because we’re cowards.

We wouldn’t know what to do if in one of our attacks, innocent people were hurt. We don’t want to judge anyone, but we’ll make an exception for that text that ITS-Chile put out taking responsibility for the incendiary attack against the Transantiago bus with people on board.”

Pretty pathetic…

The second thing that surprised us was that these anarchists are shameless (though to be honest we find that kind of admirable) in christening their “cell” with the name of Paulino Scarfó!

We laughed heartily at that, as it seems like these shit-flinging anarcho-nuns, with their insinuations and great sense of humor, have no idea what the anarchist Paulino Scarfó did in his day; that is, being a member of Di Giovani’s fierce indiscriminate gang of anarcho-bandits. These anarchists need to read more and immerse themselves in the history of the TRUE anarchists of yesteryear. We’re sure that Scarfó is turning in his grave knowing that his name has been taken up by a bunch of anarcho-Boy Scouts, who are always looking out for the citizenry and launch insinuations against the bad terrorists who don’t care about hurting people when hitting their target.

Scarfó executed many attacks, and here we will mention only one:

January 20th, 1931: Three powerful explosives were detonated at three different train stations in the subways of Buenos Aires, Argentina. Paulino Scarfó abandoned one of the bombs at the Plaza Once station. Mario Cortucci placed another bomb at the Maldonado Station of the Central Argentine Railway. And Márquez left the last explosive at Constitution station. The casualties were serious, with four dead and twenty wounded. All civilians. (Severino Di Giovani: Ideologue of Violence. Osvaldo Bayer. “Sombraysén Editores”/ PDF page 272).

Certainly more than one anarchist crosses himself when faced with this information and wholly denies that Scarfó was one of those responsible for this act that is “despicable,” “ruinous,” “similar to the acts of the Islamic State,” (as modern anarchists bloviate when faced with similar acts). Funny how this bears a resemblance to the Indiscriminate Faction’s aborted attack against the Mexico City subway in October 2015 that spooked so many anarchists. But go ahead, read Osvaldo Bayer’s book on the subject and see for yourselves that Scarfó was an indiscriminate terrorist and a TRUE anarchist. We hope that in the process you will realize that your words and hypocritical precautions for the populace are nothing but humanist garbage.

-In March, days after ITS groups published their Fifth Communique where they make public their expansion from Mexico into Chile and Argentina, the “Cell of Individualists and Anarchist Nihilists for Anti-Authoritarian Insurrection (FAI / FRI)”, after detonating an acid bomb at an auto dealership, issued a shitty communiqué which was way funnier than the other one.

They wrote:

“History, past and present, has shown us that the foundation and exercise of authority has also developed in communities that existed before the emergence of civilized life, and also it has been manifested in groups that have remained outside of civilization. That is why our struggle is essentially ANTIAUTHORITARIAN. This obligates us to distance ourselves from the self-proclaimed ‘eco-extremist tendency’ that has defended indiscriminate attack. It goes against the idea of being ‘against all authority’ and denies international solidarity in word and deed with comrades who have been imprisoned for the cause of insurrectionary anarchy.”

So to begin, we have to state, “LOLWUT?” Who wrote this? This doesn’t even seem to be

from anarchists, more like a group of priests who want to dress up the Virgin Mary in the black mantle of anarchy!

We’re going to further break down their argument. They state:

“This obligates us to distance ourselves from the self-proclaimed “eco-extremist tendency” that has defended indiscriminate attack. It goes against the idea of being “against all authority” and denies international solidarity in word and deed with comrades who have been imprisoned for the cause of insurrectionary anarchy.”

Translation:

“This obligates us as purists to not mix with the sinful eco-extremists, those who have defended blasphemy. It goes against the idea of eternal salvation, and they deny philanthropic solidarity of supporting one’s neighbor.”

It’s clear that these anarchists are so puritanical that they are beyond absurdity.

After saying that shit they continue stating:

“We’re not interested in online polemics with them. We prefer to dialogue with our comrades through action.”

That’s hysterical. They throw a rock and hide their hand behind their back instead of launching it and staying for the rest of the fight. It’s clear that these modern anarchists have nothing to do with the fierce anarchists of two centuries ago. What a pity…

Before that they wrote:

“History, past and present, has shown us that the foundation and exercise of authority has also developed in communities that existed before the emergence of civilized life, and also it has been manifested in groups that have remained outside of civilization. That is why our struggle is essentially ANTIAUTHORITARIAN.”

On this we’re not going to attempt to make them understand that not all forms of authority are harmful, since they obviously WON’T GET IT. They should think more profoundly and not remain in the old expired discourse of social criticism that they defend. It’s true that “authority” has existed in ancient ethnic groups before civilization, but it’s worth asking: Is the authority exercised by a leader of a Bushman tribe (for example), one that helps to feed them, something that is harmful?  Is the authority of the Taromenane shaman, one which cures and alleviates illnesses in his band of wild humans, something harmful? Was the authority of the great Teochichimeca warriors, who were able to take revenge against the Spanish in their day, something harmful? If you say “yes”, you’re hopeless…

You guys are so pure that surely you notice in every social circle the stain of sin… oh sorry, I meant to say, “authority.” You reject it, just like your Neonazi rivals are also so pure that they notice every stain of sin… oh, sorry again, my bad, I meant to say, “multiculturalism.” They reject it in the same manner. The only difference between you and them is the banner you defend, and nothing deeper than that.

-The last defamatory “cell” to publish its poison was the so-called, “Heriberto Salazar Pack of Saboteurs (FAI-FRI)” in May. Once we suspected that the other two “cells” were the same as this one, we stopped to analyze the communiqué, as well as profoundly think out and compare these situations. In this way, we reached two conclusions:

1.THE SUPPOSED ANARCHISTS ARE REALLY COPS:

On this communique before anything (besides making our sides hurt from so much laughing, like when they asked that people boycott our blog LOL!) , we find the origins and intentions of this document rather dubious. At least the other two communiqués took responsibility for an attack, this one didn’t. That led us to believe straight away that these people were either COPS or REPORTERS. We’re 98.99% sure of this.

We’re not just saying it to say it. Any reader with half a brain would notice something strange going on here. Reading the way they phrase things, how they mix up terms right and left, this would at least set off alarm bells for a careful reader.

*On blogs that have performed the task of spreading the poison of the police

The poisonous communique can still be found on the “Contrainformante blog”, “Voz como arma,” “Instinto Salvaje,” “Autistici-Cruz Negra” (Italian translation), and “325” (English translation) (for whoever wants to read it). You could have found it as well on the super-blog, “CONTRAINFO” until they realized that they made a mistake and then deleted it. The other blog, like the sheep they deny being, took it as being authentic on the basis of having been published on the “reliable source” Contrainfo (ha!), just as the “preliminary note” says on the Spanish blog, “Voz como arma”:

“I republish from Contra Info this communiqué signed by the Heriberto Salazar Pack of Saboteurs – FAI / FRI, which criticizes from some place in Chile the so-called, ‘eco-extremist tendency’. In particular, the issues center on indiscriminate attack, and the distinct insults and threats from these factions against the wider anarchist scene.”

It seems that these dumb sheep dressed in wolves’ clothing have fell hook, line, and sinker for the words of this “Pack” of police. All the latter had to do was start saying bad things about eco-extremism, as some time ago the same people decided to publish the communiqués of Reacción Salvaje (for example) and say in their boring “preliminary notes” that they didn’t agree with the texts but they did agree with the attacks. Thus we ask, why did you publish the RS communiqués if you didn’t agree with them? That’s a sign of your negligent “positivity”, your solicitous and promiscuous attitude, a lack of analysis and your suffocating inclusive modus operandi. Then we noticed again that you call yourselves, “Voz con arma (Voice with Weapon), with good reason because your words are toxic and they can be used as a biological weapon.

The fact that Contrainfo deleted the suspicious communqiue confirms for us the doubts as to the origin of the text, and that we aren’t just being paranoid.

What a shame that these “important” blogs within militant virtual circles, which make “important” interventions for “libertarian theory and praxis,” don’t have any filters and publish any shit that pretends to be or is signed by FAI-FRI even when it’s actually COPS or REPRORTERS who wrote it. What a shame that they can’t distinguish “critical comments” from poison like that.

The police are so obliging that you mistake them for comrades? But you aren’t so obliging with the eco-extremists, since those at “Contrainfo” didn’t publish the Seventh Communique of ITS nor the Indiscriminate Faction’s communiqué taking responsibility for the assassination of the IPN computer science student, or the presentation of the now-defunct “Tierra Maldita” blog (which should be mentioned was sent multiple times). And for obvious reasons you probably won’t publish this either. Nevertheless it’ll be in the inbox of Contrainfo as well as the other blogs (wink).  We get why they haven’t published the latest eco-extremist texts, since we looked over again their “Conditions for publication”, and one of the points reads, “only that which conforms to limits of decency and respect for human dignity, personal information, equality of the sexes and of all human beings will be published.”

Eco-extremists definitely are neither decent nor do they respect the humanist values that are implied in that condition, and they spit on the equality of the sexes. That is to say that eco-extremists have been “EXCOMMUNICATED” by Contrainfo!

We’re not saying that they have to publicize the controversial words and acts of eco-extremists just because they are emailed to them or they have to do it by force. No, but for fuck’s sake, everything signed “FAI/FRI” is published without even reading it? That’s a damn shame, because it would seem that any idiot who wants to stir up shit in a communiqué will have a place to do it in the blogs of “counterinformation” if they just stick as “FAI/FRI” at the end of it. What a bunch of dumbass motherfuckers!

It’s sad that they are so bewitched by those acronyms, which are important to many anarchos, that they are manipulated by people coming out of the woodwork who want to poison the well of many radical circles.

Sure, anyone can make the mistake of publishing such idiocies as those of this “Pack”, but the thing is that they won’t even fess up to doing it, at the very least. It’s to be expected that, if they fuck up publicly, they can at least admit that they made a mistake, right?

*Does this type of anarchist remember anything?

A similar story occurred some months ago, the same thing but with a few changed details.

This was the supposed criticism that was signed by the “Colectivo Libre Observador (CLO). Some will remember this, if not, we will refresh your memories.

The campaign of the “Black December” having ended, CLO published a defamatory communiqué entitled, “Criticism of the Gray December”. In this communiqué the CLO came out of the militant campaign sowing doubts and distrust in anarchist circles. At the end of it they expressed their doubts and also invited various “comrades” to question the actions of other groups, among them the “Kapibara Group”, a group of fierce eco-anarchists who we sympathize with. In other words, they wanted to point the finger at these groups accusing them of being “cops”.

On the scene then arrived the again the anarcho-pleasers who administer the “Instinto Salvaje” and Contrainformante” blogs. With the same incompetence and unwillingness to read or analyze what comes to them or what they publish, they uploaded the CLO text on their sites. This created a series of discussions, criticisms, and polemics within anarchist circles, the same as what is happening now with the stuff from the “Pack”.

A group called “Uncivilized Southerners” published its own sharp polemic against the CLO entitled, “Against the Calumnies of Civil Anarchism”, which concludes as follows:

“We believe that this defamation against this group also attacks those individuals who embrace eco-extremist practices against civilization and progress. These are having increasing relevance in the lands of the south with the emergence of various individuals opposing technology. These idiotic words (halfway down) by the “free thought collective” show nothing more than their fear at the heightening of the conflict. They assume the role of defaming all that is not in accord with their anarchist principles, while labeling as ‘terrorist’ all those who diverge from their ideal (though ‘terrorist’ is a compliment in our eyes.)”

They should know that the war against civilization and its supporters will not cease, on the contrary, we will make sure that our acts horrify those who continue to defend the ideals of justice and social equality, as well as those who defend anarchism. Here we make a distinction between that and anarchy itself.

We are putting the pressure on so that the conflict takes a continually extremist direction in the name of all that is wild. We will ensure that the ideas and acts of ecological radicals spread and continue in the southern lands.”

It was a surprise to many when this same group (Uncivilized Southerners) took responsibility for the attack on the Transantiago bus, adopting the acronym “ITS”, in an internationalization of the eco-extremist project into South America.

Other anarchists who took positions against the CLO were “Sin Banderas Ni Fronteras”, who issued their own communiqué entitled, “On Black December and police tactics to poison us with doubts and distrust,” in which they wrote:

“No one in these months has issued ‘reflections’ which have come from those addresses. However, the blog, ‘Instinto Salvaje’ and the Facebook page, ‘Contrainformante,’ published the text, ‘Against the Gray December” and opened the door for validating those who have been sending the calumnies and detractions previously mentioned. Instinto Salvaje retracted the text from their blog, probably since people pointed these things out and criticized various counterinformation projects, including the one to which we are presently writing.”

Thus when we write, “the ones (Instinto Salvaje and the Contrainformante blog) with the same idiocy and lack of reading comprehension of what they read or of what comes to them,” we aren’t mistaken, since these two already have a history of not checking the texts that come to them, allowing this poison to spread in radical circles.

And in this case, the same thing happened with the “Pack”. They got wind of the dispute between the anarchos and the eco-extremists, and used it to spread their defamatory message by taking advantage of the lack of reading comprehension and ignorance of eco-extremist texts (a common trait shared by many anarchos). This meant that more than one of them would fall for these lies and even sympathize with the shit that the “Pack” was spewing, as one can read in the “Voz como arma” page.

Those of the “Sin Banderas Ni Fronteras” affirmed the following in their previously mentioned text:

“Already in 2012 the ex – Chief of the National Intelligence Agency of Chile, Gonzalo Youseff, announced that they had begun a campaign of ‘poisoning’ due to their difficulties in infiltrating anarchist cells. He stated:

‘Among the departmental techniques to inhibit political violence are collaboration with police, increased hostility from the judiciary… and internal poisoning by spreading distorted information given to anarchist cells so that, for example, distrust is spread among their members’. (Gonzalo Youssef in an interview with the newspaper, “La Segunda,” December 2012)”

Let’s remember that the police paint all “radicals” with the same brush: anarchists, feminists, occupiers, eco-extremists, etc. For them, we’re all the same. They use this strategy to counter those who seek to undermine societal order, no matter what ideological orientation they claim. It’s a pity that those who are in charge of publicizing actions on anarchist blogs don’t get that this is what is going on. Through their negligence they end up assisting the police in spreading their poison in radical circles as the author of the above cited text indicates. We also feel pity for the cell that issued its polemic against the eco-extremists (the ones who attacked the La Cisterna bank), which was cited by the poisonous communiqué of the Pack.

To conclude this point, we will mention the last paragraph of that same text:

“To conclude, the problem isn’t that the police or dumb people send fake messages to try to deceive us. Today it could be ‘Libre Observador’ and ‘Rodrigo Opazo,’ but tomorrow it could be another message with the same intentions.”

2.THE “PACK” ARE ANARCHISTS OF THE MOST “RADICAL” TYPE:

Or maybe they really are anarchists (who act like police or reporters) who wrote that communiqué and we are just being paranoid. And knowing that there are anarchists who are very close to these positions, as well as the fact that various anarchist blogs have published their communiqué without reservation, and it’s still up on their sites today, we should take them at their word. We will examine this position below.

*Analysis

We thus proceed to review the communiqué that this “Pack” issued. They wrote:

“(Herp derp) These are so-called eco-extremists who shout coolly ‘death to anarchy’ thus disowning their own origins and formation, the idea following which they used to take nourishment from the warriors of the urban guerrilla of the past and the present, and then they went on to emphasize certain aspects that have always been within anarchy and its struggle for the liberation of humans, our brothers the animals and the earth.”

First of all, eco-extremists have NEVER stated or indicated that we support the defamatory slogan, “death to anarchy” (death to civil anarchism, SURE). Maybe the members of the “Pack” were stoned or drunk when they read something about eco-extremism and that’s what they understood. That seems far more likely of an explanation.

They say that we deny our anarchist roots, something that is false since eco-extremists have always at every opportunity pointed out anarchists who we identify with in the past and the present. We’ve never denied our start as eco-anarchists, and on the contrary, we are proud that we came out of that scene. The thing is that we have made our own path out of it.

This “Pack” of stoners wants to damage our relationship with the few anarchist to which we maintain some affinity. That’s not going to happen, since TRUE anarchists can read the bad intentions of the “Pack” which only have the potential of getting either our people or theirs thrown in prison.

They continue:

 “Being extraneous to the constant tension we want to keep and to our struggle to make anarchy alive, a certain self-proclaimed eco-extremist sector is throwing away the libertarian ideal that manifests itself in the insurrectional struggle.”

If the ideas of the “Pack” defends are to poison our relations, talk shit, and then hide behind the “FAI/FRI” designation, and these symbolize the “libertarian ideal”, for certain we’ll toss these in a trash heap so that we can spit, piss, and shit on them as appropriate.

Continuing:

 “A certain small group linked to the imaginary category of ‘symbolic populations’ and musical/countercultural university areas (they disown university but they attend it… and they study the subjects they hate so much), despise the human animal and therefore see the enemy everywhere.”

What the hell is this? Is this an accusation? This paragraph is irrefutable evidence that the “Pack” is a police front that is trying to get some benefit out of the “dispute” between some isolated anarchists and eco-extremists, in order to strike out at the terrorists or whoever.

If these anarcho-police want to look for the eco-extremists in the universities, let them look. For certain we’re studying nanotechnology or communications in order to work on NatGeo Wild, that’s for sure.

In order to point out more groups, the “Pack” states:

“7 years after Mauricio Morales went away we greet warmly the Manada de Choque Anarquico Nihilista for their cool and intelligent insurrectional actions during the demos of May 1 and April 21, when they gave yet another proof of the importance of the coordination between people in affinity.”

What does MCAN have to do with any of that?

In conclusion they state:

 “We also greet the warriors of the Célula Revolucionaria Paulino Scarfó (FAI-FRI), who in their claim of an attack on the Banco Santander in La Cisterna wrote: ‘Attack has its ethics and is not indiscriminate; we embrace incendiary actions and we don’t agree with what is being said around.’

It should be remembered (again) that the CRPS (FAI-FRI) was the first “cell” in this block of three “cells” that directly and indirectly positioned themselves against the eco-extremist attacks. They should be thanked for drawing the attention of the security forces of the State (which they hate so much) on this “dispute. No doubt the police will greatly benefit from all of this.

The responsibility of all of this has been on both sides: our responsibility as we have responded to them, and the responsibility of those who have published the calumnies of the “Pack”. But the people who got the ball rolling were there anarcho-cops. It should be remembered that when you play with fire you will get burned.

This is the first and the last time that as Maldición Eco-extremista we comment so extensively on this shit. We don’t want to give more fodder for more confrontations nor acknowledge the acts of the most puritan anarchists of the southern part of the continent. Or keep responding to the trolling of police playing anarchists. This latter action was necessary to make themselves visible in virtual anarchist circles where there are few who are truly analytical. It could even be said that intelligent anarchists with a publication project are an endangered species, such as those few who did not publish the “Pack’s” communiqué knowing what we have described above. Many pages of “counterinformation” fell for the trap, even those of similar ideological trajectory in foreign countries (325, CAN-Italy, etc.). The latter sites don’t know anything about this shit and were tripped up by their own ignorance. But here we say that they were just as culpable as the Spanish language “counterinformation” sites.

We also recall here the whole past drama back in 2011 when ITS began to publish its communiqués publicizing its terrorist actions in Mexico. At that time, many anarchists in the region were beside themselves once they found out about the situation. They couldn’t believe that a group like that could exist. Many blogs just ignored ITS (in particular, saboteamos.info), and a bunch of anarcho-Zapatistas even made a video where they drew the conclusion doubting the existence of the eco-extremist group. They stated in particular that ITS was a “front group” created by the Mexican army, that they were fascists, that they were agent-provocateurs of the PRI (the governing party) and the CIA to unleash repression on the poor “social movements.” They also stated that ITS was an “anti-anarchist group of the left” and a bunch of other laughable things. In their exasperated reasoning and desperation for someone to believe them, they were almost to the point of saying that ITS was a puppet group of alien reptiles trying to take over the world (?) They said many things at that time, but ITS always responded with attacks and by continuing the project up to this day. That is the situation as it plays itself out in Chile, Argentina, the United States, business as usual…

Thus, having thoroughly gone over and exposed the supposed “critique” of the “Pack”, we conclude by asking these anarcho-cops: What did you think you would gain by this communiqué? It doesn’t scare us. Do you think it will make the Eco-extremists stop their attacks? Do you hope to demoralize us and that we retreat? That’s not going to happen. It’s true that the poisoning of the anarchist milieu took place just as the ex-chief of the National Intelligence Agency of Chile predicted, thanks in large part to the same anarchists who have fallen for it because certain “counterinformation” sites have dropped the ball. Before this situation all that there is left to do is be intelligent, sniff things out and be aware of the enemy dressed up as a critic. Some anarchists have shown themselves to be imprudent and have jumped to erroneous conclusions. They are unable to recognize their mistakes which is why they are bogged down in the mire in which they find themselves.

We are certain that some of the publishers of these “blogs” will read what we wrote above and reflect on this situation and their role in it. Others will double down and continue to swallow the poison that comes down to them from the “spheres of power” (putting it in terms that they can understand).

-(Gringolandia) Speaking concretely, we can divide the criticisms of the “yanquis” into various groupings. The most significant for our purposes is the response from U.S. anarcho-primitivism, which has a broader influence on eco-radical circles. Specifically, John Zerzan has accused eco-extremism of being “nihilist” and “postmodernist”. “Nihilist” presents us with no problems whatsoever since we have nihilist buddies, specifically in Italy, and we’re proud of our affiliation with them. But leaving aside that particular calumny, Zerzan excommunicates eco-extremism for its use of indiscriminate attack and its lack of respect for leftist values. These values have a special place in the heart of the old hippy even though he proclaims himself to be “post-left”. His leftism is anything but “post-”. According to Zerzan, we have to have “hope” that 7 billion people will unite in one accord to dismantle the economic, political, and social system that sustains their existence, and that they will do this more or less peacefully. (“The future primitive”) But in pointing out that this is an impossible fairy tale, we are condemned as “nihilists” (as if that word was offensive to us, LOL!) and cast out of the flock of U.S. green anarchism, with all of its resources and professional websites (we mention here Anarchist News among others).

In the end, Zerzan wants to destroy civilization in the physical realm without destroying the values on which it is based. This really means that no one will do anything save for supporting the same mischief of anarchist kids with Daddy issues, and any act of resistance amounts to the same “creative destruction” that is characteristic of any given civilization.

Civilization destroys Wild Nature, sure, but you still have to respect the concepts of innocence and guilt, morality and solidarity because… well to tell the truth we don’t know why. Of course, you can question language and “symbolic thought” (as Zerzan and his acolytes do) but civilized morality is sacrosanct for them.

Then we have the phlegmatic U.S. nihilists. The ones who are cooler than anyone else, the popular kids of the class, who reject all action a priori since they don’t want to make a mistake and by that be considered “moralists” or anything like that. We applaud their egoism, but we are a bit confused as to why their nihilism always ends up doing nothing, supporting nothing, but criticizing everything. It should be mentioned that some even support eco-extremism (with reservations, of course). Maybe one day they’ll even pass over to our side, little by little. All we can say now is that, for being such nihilists, they sure have the certainty to be super-critical of everything that crosses their path. If they really believe in nothing, maybe they can leave us alone, right?  Or is it the case that they wear their nihilism like designer clothing which makes them special snowflakes but means nothing more than producing books that change nothing, but hey, it sure feels good publishing them…

In general, we don’t know if we are translating things into Mandarin instead of English, because it seems that people up there are only reading what they think we are saying, and not what we are really saying. It’s almost as if the “hard sayings” traumatize people since they don’t square with the modern liberal mind (we mean “liberal” here in the classical sense). Just to be clear: we eco-extremists aren’t searching for reasons to attack, because we don’t need them. If you need them, you’re part of the problem and not the solution. Your needing a “reason” is domestication if it’s anything at all. And eco-extremists already know that trying to find ways to include the masses in what we do is a waste of time. That the anarchists rack their brains trying to include them in a “winning strategy” perplexes us to no end. If history teaches us anything, it’s that the masses will never change the world. If that’s the case, does that mean you’re going to stay home and twiddle your thumbs because nothing can be done? Are you going to wait for the masses’ or democracy’s permission to attack?

The strategy of attack in the here and now comes from the premise that society does not exist nor can it, at least how anarchists conceive it. In truth, society is merely a grouping of confused human animals dominated by interlocking webs of power with the aim of augmenting human power as an end unto itself. In that sense, these human animals are only “talking tools” in this process. Collective agency, as Chahta-Ima points out in one of his essays, is an illusion. What’s more, to try to spread ideas like “liberation” or whatever other stupidity in the masses is trying to destroy the machine with its own logic. In these attempts, the machine always wins. The machine has ways of transforming any given project for “liberation” into a method of strengthening domestication against Nature.

Thus, eco-extremists don’t care about society, and only take it into consideration to the extent that it is destroyed under its own weight or by entropy. We are on entropy’s side. Civilization with its ideas about equality and self-determination don’t impress us. If you don’t want to use the term “Nature” here you can use “entropy” or “chaos” instead, they’re all the same thing. All civilized order is a threat to Nature: that’s the way it is, it’s always been this way, and it always will be. From the cradle, we are trained to love that which isn’t good for us, to do things we don’t want to do, and think things that are foreign to our interests. We applaud any behavior that attacks that slavery; domestication in which the animal, the plant, the forest, and the river don’t exist for themselves but rather are manipulated to serve the Idea of Civilization: of control, security, innovation, progress, and, (why not?) liberty, equality, and fraternity. For us, the love of specific wild places with which some of us have an extensive personal relationship, but also the wildness within ourselves, the complete rejection of domestication and society, all of these are the only things that we hold dear. What’s more, they are the reason behind our rage which leads to the indiscriminate war against society.

The reality is that eco-extremism is expanding. From a tendency that only existed in North America, it has spread into South America, and allied Nihilist Terrorist groups are multiplying in Europe.

Because Nihilist Eco-Extremism is not only the explosives of ITS in Mexico, Chile, and Argentina; not only the bullets of the Indiscriminate Faction piercing the brain of the techno-geek; not only the nonchalant terrorist attitude of the “Guamera Eco-Extremist War”; not only the polemical words of Revista Regresión and Chahta-Ima; not only the Indiscriminate Attacks of the Memento Mori Nihilist Sect in Italy; not only the translations of “Místico y Maldito”, “Nechayevshchina,” “Palmer Amaranth,” and others… no. Eco-extremism is the armed resistance of Amazon tribes in their war against the logging, oil, and mining industries; it is the arrows of isolated tribesman fired at helicopters in Africa; it is the continuation of pagan belief which resists total Christianization; it is the resistance of the individual against domestication manifested in criminal activities;  it is the tornado, the earthquake, the fierceness of the last coyotes, the hostility of elephants, the bee who stings and lets loose her stinger before dying. Eco-extremism is the violent defense of the same Wild Nature: her reaction, her answer, her power.

You can jail, finger, defame, or even kill all of us eco-extremists as well as all of the Nihilist Terrorists who have declared themselves our allies, but the War will continue, even if under another name, or even as something nameless…

We end with these words of a known and controversial imprisoned anarchist whose name needs no mentioning. We recall here his powerful words to demonstrate that the era of “good feelings” has ended, and that killing and terrorist indiscriminate violence against civilization is now underway:

 “To those critics, judges without gavels who judge and criticize those who entered that church, I send my infinite hatred. From here and not from anonymity I say that I consider them my enemies. They are the same as those who sat in judgment (if not exactly the same) against those who put planted an explosive device in a house in the La Reina neighborhood in 2011 (which unfortunately didn’t explode), and that threatened to blow up a school. The same as those who sat in judgment of an action in Macul con Grecia in 2013, where they threw Molotov cocktails at a Transantiago bus that ran their barricade and where people from the bus were “affected” by the vengeful and beautiful fire. They are as idiotic as those who claimed to be the “Macul Blockade” arguing that those who attacked the bus weren’t the real blockade, ha! For sure some miserable university folks criticized. They are the same as those who criticize / criticized (even from other parts of the world) the bomb in the Metro Military School in 2014, where many bystanders were wounded and a woman “suffered” the amputation of her fingers; and some months later she would parade her mutilated hand on television. They are the same as the judges who cried for the death of those who lit a bank on fire during a demonstration in Greece, which resulted in the bank being reduced to ashes with three workers inside. We could go on giving a thousand more examples. I shit and piss on all of those judges without gavels. I expect for the common citizenry that an infinite number of bombs explode among them, since “filthy citizen life is not only found in the barracks.” I am against civilization and in the citizenry / humanity I find the most civilized target (myself included).  These are the ones clinging to progress and who devote themselves to destroying the untamed, all for the filthy and disgusting plastic called money.

Long live individuality! Strength to those who conspire!”

 

In the spirit of attack:

Maldición Eco-extremista

Öme Archival Group

Místico y Maldito

Chahta-Ima

Yoloxochitl