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[pt] (México) Décimo sétimo comunicado de Individualistas Tendendo ao Selvagem/Seita Pagã da Montanha

Traducción al portugués del dieciseisavo comunicado de ITS en conjunto con la Secta Pagana de la Montaña.

Traducción a cargo de Anhangá.

¡Viva la Mafia Eco-extremista!


“Atacamos indiscriminadamente e em graus diferentes, se a ação exige um atentado contra pessoas físicas, a faremos sem consideração alguma, se a ação pede apenas a destruição material-simbólica, não duvidaremos em atuar.”

Setembro de 2015 (1)

Passaram-se já vários invernos desde que começamos a preparar tocaias e atentar contra o Alheio. Cobertos sempre pelo manto do Oculto nossa palavra embora estivesse em um silencio relativo, pacientemente foi guardada, e agora a recuperamos.

Sob a cumplicidade da criminalidade eco-extremista, desta vez estivemos acompanhados dos ferozes membros do Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS), e isso para desenvolvermo-nos indiscriminadamente em atos e experiências, os quais, potencializam a individualidade no âmbito terrorista, então nos responsabilizamos pelos seguintes atos passados e atuais:

– 23 de março de 2016: nos surpreende a “pontualidade” da imprensa ao nos mencionar em suas notas quando um par de lacaios federais frustraram nosso ataque, aquele que pretendia atentar contra a infraestrutura da civilização (juntamente com tudo que tivesse no meio), tendo como alvo a ponte veicular do quilômetro 22+500 do Circuito Exterior Mexiquense, entre os municípios de Tultepec e Zumpango, no Estado do México. (2)

Nesta ocasião a imprensa publicou:

(…) “Quando elementos do grupo especializado da CESC chegaram na área e realizaram seus primeiros trabalhos informaram que as bolsas de plástico escondiam vários explosivos altamente perigosos…”

“Membros do grupo tático informaram que os referidos artefatos explosivos são semelhantes aos que explodiram e causaram graves danos a várias unidades do Mexibús de Ecatepec em outubro de 2015 (3), por isso não se descarta que os responsáveis por este ato ilícito sejam os mesmos delinquentes, situação que, segundo disseram, já deu origem a uma série de investigações para identificar, localizar e deter a estes bandidos, pois é evidente que aparentemente tentavam cometer outra de suas ações.”

b7b6f839-fa6f-4800-868Bem, os jornalistas e policiais tiraram as palavras de nossa boca. De qualquer modo, nós, os bandidos, nos responsabilizamos pelo ocorrido que, a propósito, dada a delicadeza do assunto e novamente sem conseguir nos pegar, as autoridades tiveram que negar TUDO o que a imprensa havia declarado esse dia… (4)

– 13 de outubro de 2016: a estação do Metrô Hidalgo na Cidade do México foi afetada durante horário de pico, dezenas de robóticos usuários inalaram a fumaça de sua asquerosa cidade capital (5). Segundo a imprensa três pessoas precisaram de atenção médica após serem intoxicadas pela fumaça que iniciamos por meio de uma simples ferramenta incandescente acendida estações antes e que teve efeito sobre essa estação, uma das estações mais repugnantemente utilizadas pela massa que quisemos ver aterrorizada. Com isso declaramos três coisas:

– Uma: que tal ato NÃO FOI UMA FALHA TÉCNICA como disse a mídia (6), usando novamente a velha desculpa de sempre para encobrir ATENTADOS.

metrohidalgo-320x171– Duas: é surpreendente a atitude pusilânime do ser humano moderno, pois muitos dos usuários afetados não reagiram de modo algum ao ver toda a fumaça que saía da plataforma. Mesmo estando em um lugar fechado muitos preferiram permanecer ali sem se importar com sua integridade física e esperaram até que fossem desalojados. O ser humano moderno (de qualquer sociedade) tornou-se tão inútil que está acostumado que alguém chegue e diga o que fazer, e isso em todos os aspectos de suas miseráveis vidas. Neste caso tiveram que chegar as autoridades do metrô para evacuar a estação, senão havia sido assim, o atentado teria deixado mais intoxicados.

1019426_npadvhover-copia-320x194– Três: não é de se estranhar que através de um elemento tão simples o metrô se preencha de caos. Já havíamos experimentado isso em 25 de maio de 2015 (junto a outras individualidades) na mesma estação, o qual também funcionou (7).

A sombra de Teotlapan Tlacochcalco Mictlampa nos cobriu mais uma vez, com ela avançamos para o Desconhecido, assumindo nossa condição de humanos civilizados, mas ao mesmo tempo nos apegando a nossas raízes mais primitivas.

Cumplicidade com os grupos eco-extremistas VERDADEIROS no Mexhico, Na Lagoa (Coahuila) e nos Caminhos Teochichimecas (Jalisco)!

Força para os grupos Terroristas Niilistas!

Morte aos hiper-civilizados!

Saudando os ferozes grupos eco-extremistas do Chile, Brasil e Argentina!

Que viva a Máfia Eco-extremista!

Seita Pagã da Montanha – Estado do México

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Cidade do México

– Clã de Popocatzin

Notas:

1) Primeiro comunicado da Seita Pagã da Montanha.

2)-http://www.aztecanoticias.com.mx/notas/estados/247033/aseguran-4-kilos-de-explosivo-plastico-c4-en-edomex

3)-http://www.animalpolitico.com/2015/10/detonan-explosivos-en-mexibus-hay-danos-en-tres-unidades/

4)-http://www.sdpnoticias.com/local/edomex/2016/03/23/dejan-presunto-explosivo-casero-en-el-circuito-exterior-mexiquense

5)-http://www.excelsior.com.mx/comunidad/2016/10/13/1122187

6)-https://elsemanario.com/157410/humo-metro-hidalgo-sea-evacuado/

7)-http://archivo.eluniversal.com.mx/ciudad-metropoli/2015/objeto-en-vias-provoca-fallas-en-estacion-hidalgo-del-metro-1087396.html

(en-tü) Knives in the shadow

Traducción al inglés y al turco de “Cuchillos en las sombras”, uno de los poemas en la Revista Regresión N° 6.


Oh flesh that is torn apart!
The blood rains down on the asphalt,
The cry implores, it almost weeps,
Body that fades up high
Body killed by a roar,
A howl and a wise meow,
Disguised as knives destined to stab,
To extinguish the shine of the civilized.
The shadow hides the act,
Faces dyed in savage pupils;
They share destruction and touch,
Only the stars caress grief.
Grief, pains, tragedies…
Those which have condemned, chained.
Untamed forests, only in the memory,
Knives in the shadow for every savage slain.

-Lunas de abril


Gölgedeki Bıçaklar

Ah bu beden paramparça!
Asfaltın üzerinden aşağı yağan kan,
Haykırarak yalvarır, neredeyse ağlar,
Yükseklerde solan beden.
Bir feryat ve bilgece miyav,
Bir kükreme tarafından öldürülen beden,
Bıçaklanmaya mahkûm bıçak gibi gizlenmiş,
Medeniyetin parlaklığını söndürmek için.
Hareketi gizleyen gölge,
Vahşi öğrenciler tarafından boyanan yüzler;
İmha ve iletişimi paylaşıyorlar,
Sadece yıldızlar acıyı okşuyor.
Keder, acılar, trajediler…
Kınanmış, zincirlenmiş olanların.
Evcilleşmemiş ormanlar, sadece zihinde,
Her vahşi katil için gölgedeki bıçaklar.

(es-en-it-pt) “CUADERNOS” cuarta y última entrega

La Revista Regresión ha publicado la última entrega de su trabajo editorial “Cuadernos”.

Los puedes descargar en el link o leer en los apartados en español, inglés, italiano y portugués.

Para ver los demás “Cuadernos” recomendamos visitar el blog de la Revista Regresión.

¡Por la difusión del caos terrorista!

DESCARGA:

https://mega.nz/#!mt1nQKzJ!EGA6PxMvabNIHkgwH8CpxjnzWN1hE2PDG9e1AFat9lE

LEER:

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(Mexico) Eighteenth Communiqué of the Individualists Tending Toward the Wild / Indiscriminate Faction

Traducción al inglés del dieciochoavo comunicado de ITS en conjunto con el Grupúsculo Indiscriminado.

¡Muerte a la moral del ataque!


“I chase you, you look for prestige, that’s why now we talk about explosives.” In the shadows there emerge figures that stalk your back and stab you to death, or with bombs. It is winter, the snow wipes away my footprints… you provoke, they will kill you by mouth.”

 Mr. Grey

The Indiscriminate Faction in coordination with the Individualists Tending Toward the Wild take responsibility for the following attacks:

1. Wednesday, October 19th: We abandoned an explosive device in the transport bus “COPESA”, on the Cuemanco Canal corridor of Chalco-metro Barranca del Muerto. We do not know what became of that device.

2.Thursday, November 19th: We abandoned an envelope with an explosive charge in the Faculty of Sciences of the UNAM. The envelope wasn’t addressed to anyone, it was only labeled, “Winner of the iPhone Award.” This was for any person who would take it and find a nice explosive present when they opened it.

3. Wednesday, November 23rd: We abandoned an explosive device in the Faculty of Philosophy and Letters of the UNAM. Let this be a warning to all of those worthless leftist humanities students who talk shit about us. Let it be known that we have eyes and ears in places they wouldn’t expect…

4. Thursday, November 24th: We left another explosive device in the same bus as we did in October.

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Communique of the Indiscriminate Faction

You’re attacking public transportation that is used by the poor citizenry, those hard working folks! A “sympathizer” might be riding on it. Yes! And we will keep doing it, we don’t care who is riding mass transit, and that’s why we attack it. We want to harm passengers as well as infrastructure which every day erase more of the little nature that still exists. If we attack persons it’s because they’re just as responsible for urban sprawl, for cutting down trees to build their miserable concrete houses, more highways, and thus, bringing more cars with them to get back to their comfortable houses.

Since human beings have become sedentary, they have condemned themselves to extinction. This world doesn’t need more humans. It doesn’t need for the human being to keep living in it. To see a more beautiful world, the human being must go extinct. We know that this is far off, even though it is still possible. We know that we personally will not get rid of the human masses, but as long as we’re walking the Earth, we’ll try to kill off the greater part of the human masses that we can. That’s why we attack the most affluent neighborhoods.

Another idiot has said, “If you are so radical and nihilist, why don’t you just strap a bomb to yourselves?” Oh, brainless and dumb kids, you haven’t understood a thing. In the end, “he who likes to eat shit will keep eating shit.”

“I go from the mountains towards the buildings. You’re not doing honor to this, cousin. I left my life behind, I don’t need it. The crows make the scarecrow sweat. I am a wolf, not a baby goat.”

Once again with the UNAM… blah blah blah the same drivel that one would expect. There the “computer geeks” are formed (a slang term that makes us laugh quite a bit). It pisses us off to repeat the same thing as always, the same “sound bite”, so once again: Yes, once more, the UNAM. If it’s simple to attack mass transit which is so full of people, imagine how easy it must be to attack a university. Piece of cake! We don’t have to disguise ourselves to pass unperceived, or put on a fake moustache or wig. We don’t even have to invent a movie script, though I suppose we could say something along the lines of:

“We put on a fake mustache; we even disguised our gender so that no one would notice and we entered the UNAM to leave an explosive package… While we were leaving, we aimed a nine millimeter pistol at the students and personnel. When we go to the exit we robbed a bus with forty people on it to plant our explosive device. Then the police followed us and a firefight broke out in which we wounded five police and killed three more.”

Wow, not even ISIS does that! But no, we only went in and left some bombs and that’s it. We did it in plain sight. In the Faculty of Sciences we left an explosive package in the hallway of pp Building. In the Faculty of Philosophy and Letters we left a bomb while the same old leftists were hawking their wares, or rather, their “self-managed works.” It’s that easy to attack the citizenry, without any complications or without much of a spectacle.

But why attack the good and popular left anarchists? These beings, these “anarchists” don’t merit our respect. These anarchists only know how to complain and cry about being victimized. That’s all they know how to do… oh, and march, sure. Mexican anarchism is dead, it’s in death agony. This pack of kids only knows how to get drunk, snort drugs, and believe themselves to be super-insurrectionaries of direct action. You don’t think so? Then ask yourself the question: why support a “comrade” (as anarchists like to call them) when he’s detained for just being a little druggie faggot? We say let them die like dogs. Why support those little cliques of “support for anarchist prisoners” when they fuck up the donations for the prisoners? Rascals! Do they really think that people don’t know? Ugh. Of course people will come out of the woodwork and scream that it isn’t true. “Those are lies!” “A group full of infiltrators says that to tarnish the anarchist movement!” “They’re part of the government!” [Sob] What “anarchist movement”? That’s a wrap, dudes! You guys are just a bunch of conformists and reformists. Since the real anarchists of old have went extinct, the “new anarchists” aren’t worthy of any respect.

Lastly, to finish our sermon, we have seen the growth of a number of individuals who feel a fleeting empathy with the “eco-extremist tendency”. To them we would like to state the following:

It makes us sick to our stomach that more and more individuals are attracted in a superficial manner to this. We despise that there are more people out there who are flaky, those who feel themselves to be “free and wild” with lines crossing their face. They are the ones who like to hike in the woods, the desert, and the jungle. They feel like they’re shamans and pagans (we’d love to see them sacrifice or kill something, to see how much of the “shaman” they still feel then). We hate these people who hold their little “re-wilding skills” events. We’re sick of these people. For this reason, hypocritical fake groups emerge like the Whore Eco-Extremist War… Oh, excuse us, Guamera Eco-extremist War and Shadow of the Forests (who are either people with a short attention span or police who we are dealing with in these lands.) We’d like to state to all those people who attracted by “natural beauty” that you too are in our sights. Just like the list of scientists, the list of “forest lovers” who we will attack is quite long. Don’t be surprised if one day while you’re out camping the “Devil” shows up. This time you won’t be offered as a sacrifice, you’ll just be fertilizer for the trees. “The coyotes descended from the mountain, now they return to them.”

Without further ado we end this entry. The next time we’ll just take responsibility for our attacks and that’s it. That’s in order to keep the tendency “pure” since, as in the Mafia, we believe in hierarchies and no one can enter unless we give the order.

-Indiscriminate Faction (GI)

-Individualists Tending Toward the Wild (ITS)

“Fury of the Lynx Occult Group”

-Indiscriminate Group Tending Toward the Wild (GITS)

(it) Nuevo trabajo de la Revista Regresión: “CRONOLOGIA MALEDETTA”

Recientemente la Revista Regresión ha publicado un nuevo trabajo editorial en italiano, que hace poco habíamos publicado en formato texto.

Ahora se presenta en formato PDF, el que puedes descargar o leer:

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(MESSICO) DICIOTTESIMO COMUNICATO DELLE ITS/ GRUPPUSCOLO INDISCRIMINATO

Traducción al italiano del 18 comunicado de ITS en conjunto con el Grupúsculo Indiscriminado, reivindicando atentados incendiarios y explosivos y haceidno una severa crítica a entornos anarquistas y a la sociedad civil.

Traducción a cargo de Rapace.

¡Conspiración y terrorismo!


“Ti perseguo, cerchi prestigio, per questo parliamo di esplosivi. Nelle ombre sorgono forme che insidiano la tua schiena e ti ammazzano con il coltello, o con le bombe. È inverno, la neve cancella le mie orme..provochi, ti ammazzano nelle bocche.”
Sig. grigio

Il Gruppuscolo Indiscriminato, in coordinazione con gli Individualisti Tendenti al Selvaggio, si assume la responsabilità dei seguenti attentati:

1.- mercoledì 19 di ottobre: abbandoniamo un ordigno incendiario nel trasporto collettivo “COPESA”, bus Cuemanco della metro Chalco- Burrone del Morto. Non siamo a conoscenza di cosa sia successo con quest’ordigno.

2.- giovedì 19 di novembre: abbandoniamo un plico con carica esplosiva, nella facoltà di scienze dell’UNAM. Il plico non era diretto a nessuna persona in particolare, aveva solo la legenda “vincitore del premio iphone”. Questo perché se qualunque persona l’avesse preso e aperto, avrebbe avuto un buon regalo esplosivo.

3.- mercoledì 23 di novembre: abbandoniamo un ordigno esplosivo nella facoltà di filosofia e lettere dell’UNAM. Che questo sia da avvertenza a tutti gli inutili umanisti sinistrorsi, che sputano merda su di noi, che sappiano che abbiamo occhi e orecchie in luoghi dove meno se lo immaginano…

4.- giovedì 24 di novembre: ritorniamo ad abbandonare un ordigno esplosivo nel medesimo trasporto pubblico di ottobre.

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Comunicato del Gruppuscolo Indiscriminato

E vai! Con l’attentare al trasporto pubblico, il quale è usato per la povera cittadinanza, per il paese lavoratore! Il trasporto che un “affine” può usare. SI! E continueremo a farlo, a noi non c’interessa chi è quello che usa il trasporto pubblico, per questo motivo preciso lo attacchiamo, per causare un danno, tanto ai passeggeri come all’infrastruttura che, ogni giorno spiana la poca natura che ancora esiste. Se attacchiamo, le persone, è perché sono responsabili allo stesso modo dello sviluppo urbano, che disbosca alberi per edificare misere case materiali, costruendo più strada e per questo, incorporando automobili, per arrivare a esse.

Da quando l’essere umano è diventato sedentario, si è condannato all’estinzione. Questo mondo non ha bisogno di più persone, non necessita che gli esseri umani continuino a vivere in lui, per vedere un mondo più bello si ha bisogno dell’estinzione dell’essere umano, benché sappiamo che questo è ancora lontano, e benché ci sia la possibilità che succeda, sappiamo che noi NON “finiremo” con la massa umana, ma finché calpestiamo questa Terra, tenteremo di assassinare la maggior parte della massa umana, ed è per questo motivo che attentiamo in zone molto popolate.

Un altro dei cosiddetti coglioni ha detto: “perché, se sono tanto radicali, tanto nichilisti, non si legano gli esplosivi sui loro corpi? Ah! Ragazzi tanto ingenui e decerebrati, non avete capito niente, il fine… “a chi piace mangiare merda, continuerà a mangiarla.”

“vado dal monte verso gli edifici, non fai onore al primo,ho lasciato dietro la mia vita con quello di cui non ho necessità, ai corvi gliene fotte dei spaventapasseri, sono un lupo, non una spia.”

Un’altra volta con l’UNAM bla bla bla lo stesso lamento di sempre, si molestano i “tecnonerds” (parola domenicale che ci fa molto ridere), si sta bene nel ripetere sempre la stessa cosa, tirare fuori gli “avanzi “, cosicché il punto è:

Sé un’altra volta si parla dell’UNAM, e se è facile attentare al trasporto pubblico, il quale è gremito di persone, immaginiamo attentare in un’università: è pane mangiato! Non dobbiamo mascherarci per passare inosservati, metterci baffo o parrucca, né inventarci una storia da film, benché avremmo potuto affermare:

“ci mettiamo i baffi, cambiamo perfino sesso affinché nessuno si renda conto di noi, entriamo all’UNAM per abbandonare il pacchetto esplosivo…Mentre usciamo, al personale e gli studenti, puntiamo la nostra arma calibro 9 millimetri, uscendo rubiamo l’autobus con 40 persone a bordo per collocare il nostro ordigno incendiario , mentre la polizia ci insegue, e avviene una sparatoria nella quale rimangono feriti 5 poliziotti e 3 sono i morti.”

Wow! Neanche l’Isis fa questo. No! Arriviamo e abbandoniamo l’ordigno. Punto. Con gli occhi attorno a noi, lasciamo il pacchetto esplosivo nella facoltà di scienze ,nel corridoio dell’edificio pp. Nella facoltà di filosofia e lettere lo abbandoniamo mentre i sinistrorsi di sempre “vendono” le loro chiacchiere: perdono! I loro lavori autogestiti! Cosicché è facile attentare alla cittadinanza, senza tante complicazioni senza tanti “show”.

Oh ma, perché contro i buoni e popolari anarchici di sinistra? Questi soggetti, questi “anarchici” non meritano il nostro rispetto, questi anarchici sanno solo lamentarsi e piangere mentre si vittimizzano, è l’unica cosa che sanno fare. Ah! E sfilare chiaro. L’anarchismo messicano è morto, sta agonizzando, tutta questa “palla” di bambini sa solo ubriacarsi, inalare intensamente e credere di essere i super – insurrezionali dell’azione diretta, no? Allora che dire, perché “appoggiare” un “compagno” (gergo usato dagli anarchici), quando è detenuto, se è solo un fottuto drogato? Per noi possono morire come i cani. Perché sostenere i loro gruppi di “appoggio ad anarchici carcerati” quando essi sono quelli che rubano i soldi raccolti (è questo il modo per cui si solidarizza con i carcerati)? Astuti! Per caso credono che tutto questo non si sappia? Uh! E non manca quello che fa “finta di nulla”, dice “questo non è certo, “sono bugie”, afferma “un gruppo infiltrato per screditare il movimento anarchico”, “fanno parte del governo”, wa wa wa …Quale “movimento anarchico?” Sono imberbi! Ora sono solo una “palla” di conformisti e riformisti. Come i veri anarchici dei vecchi tempi si spensero, oggi i “nuovi anarchici” non meritano nessun rispetto.

Infine e per finire col sermone, abbiamo notato un crescente numero di individui che sentono una “passeggera” empatia con la “tendenza eco-extremista”, e vogliamo affermare quanto segue:

Siamo nauseati che sempre più individui si sentono attratti in maniera superficiale alla nostra tendenza, odiamo che sorgano più soggetti che sono solo una “facciata”, che si sentono “liberi e selvaggi”, con la decorazione facciale” sul grugno, che escono solo per passeggiare nel bosco, nel deserto, la selva, che si sentono stregoni, e pagani, (vorremmo vederli in un sacrificio o nell’assassinio di individuo, e vedere se continuano a credere di essere tanto “stregoni”). Odiamo e siamo stufi di questi soggetti che portano avanti i loro piccoli eventi di “sopravvivenza selvaggia”, e per la stessa ragione odiamo il nascere di pseudo- gruppi ipocriti. Parlandoci chiaro, ci riferiamo ai gruppi come Guerra Eco-estremista Ramera (puttana Ndt.), “perdono”, Guamera e Ombre dei Boschi, (che siano persone con mancanza di attenzione, o che siano poliziotti. Ci stiamo occupando di loro in queste “terre”).

Vogliamo dire che tutte queste persone attratte “dalla bella natura” sono nel nostro mirino. Allo stesso modo come la lista di scienziati che è lunga, lo è anche la lista di persone “amanti del bosco “che attaccheremo. Che non vadano troppo lontano, magari un giorno al “campeggio”, “ appare loro il diavolo”, e questa volta, la loro vita non sarà offerta solo come sacrificio, ma saranno anche concime per gli alberi… “i coyote scesi dal monte, ritornano ai loro monti”.

La seguente rivendicazione, termina senza compianto, perché alla fine abbiamo voluto menzionare esclusivamente l’attentato/ gli attentati, per mantenere la nostra “tendenza” pura, e come la Mafia, crediamo nella gerarchia, e nessuno può accedervi senza il nostro ordine.

Gruppuscolo Indiscriminato (GI)

Individualisti Tendenti al Selvaggio (ITS)

“Gruppo Occulto Furia di Lince”

Gruppo indiscriminato tendente al selvaggio (GITS)

(es-en-it-pt) Textos de la tercera entrega de “CUADERNOS”

La Revista Regresión ha publicado los textos completos de su tercera entrega de “Cuadernos”.

Los cuales los puedes leer aquí.

Publicamos entonces, uno de los textos que contiene el número en español para su lectura.


Primitivismo sin catástrofe

Toda buena idea necesita un punto de venta. El punto de venta de la ideología que abarca todo lo que puede ir con cualquier nombre llámese “anarco-primitivismo” del “pensar anti-civilización”, es que la moderna civilización tecno-industrial es la destrucción de la raza humana, y si queremos detener esta destrucción, tenemos que destruir la civilización. Es una cuestión de auto-preservación. Debemos renunciar a la tecnología, la ciencia, la medicina moderna, etc., con el fin de salvarnos a nosotros mismos. ¿Cómo sabemos esto? Pues bien, la tecnología, la ciencia, la medicina moderna, etc., así lo dicen. Yo probablemente no soy el primero que ha notado la falta de coherencia en esta perspectiva, pero tal vez yo soy uno de los primeros en decir algo al respecto.
El “pensamiento anti-civilización” (a falta de un mejor término), tiene un “problema del conocimiento”. Es decir, se pretende criticar la totalidad desde la vista de la totalidad. Se trata de desmantelar las herramientas que han construido todo lo que desprecia el uso de las mismas herramientas. Esto culmina en la idea de “catástrofe”: el colapso catártico de su enemigo y una oportunidad para la restauración de un orden justo. Para alguien con un martillo, todo parece ser un clavo, y para alguien con una narrativa apocalíptica, todo conduce al fin del mundo. De hecho, algunos podrían decir que una catástrofe para el primitivista, es lo que la resurrección de Jesús fue para San Pablo: la condición del sine qua non fuera de la cual no puede existir sin un mensaje. Si la humanidad no está condenada a través de la tecnología, si toda la vida en la tierra no está en peligro por el mono egoísta recién llegado de África, entonces, ¿qué hacemos aquí? Puede ser que también acaba de volver a casa y disfrute de los televisores de pantalla plana y el aire acondicionado.

Cosas, por supuesto, no son realmente así de simples. Pero la primera pregunta debería ser: “¿Estamos condenados?” Unos pocos libros han salido recientemente para tratan de responder a la pregunta en sentido negativo, a pesar de que toman la ciencia Casandra del cambio climático y el agotamiento de recursos muy en serio. Ronald Bailey en su libro “The End of Doom: Environmental Renewal in the Twenty-first Century” es una de las mayores aportaciones al género eco-modernista. A pesar de que no vamos a tener el tiempo para revisarlo aquí, por lo menos podemos ir por del punto más fuerte en su libro (al menos desde mi punto de vista): sobre el análisis de la idea ecologista de que “no hacer nada” es mejor que “hacer algo”.

Este concepto es, sin duda, un una sustitución de frase en el discurso ecologista. La naturaleza ha estado haciendo cualquier cosa por millones de años, y por lo tanto, según cuenta la historia, la naturaleza es sabia. Bailey llama a esto, “el principio de precaución”, mejor formulada por la frase que se aborda después en su tercer capítulo, “Nunca trates alguna cosa como la vez primera”. Algo nuevo es culpable hasta que se demuestre lo contrario, la carga de la prueba recae en la novela que debe demostrar más allá de toda duda razonable, que no va a crear más problemas de los que está tratando de resolver. Se hace evidente que aquellos que se aferran al principio de precaución, están paralizados contra el desempeño de cualquier acción, ya que no tienen la certeza metafísica completa sobre cómo un desarrollo tecnológico se filtra hacia fuera. (Piense que aquí, por ejemplo, de los alimentos modificados genéticamente y del feroz debate en torno a ellos.) Los que sufren a causa de esta vacilación, Bailey argumenta, no tienen el lujo de duda: necesitan el medicamento contra el cáncer, la comida barata, y otros beneficios del avance tecnológico que puede proporcionar. Como Bailey afirma:
Por desgracia, el principio de precaución suena razonable para muchas personas, especialmente para aquellos que viven en sociedades repletas de tecnología. Estas personas tienen su casa con calefacción central, en el bosque; disfrutan de la libertad de la necesidad, de la enfermedad y de la ignorancia que la tecnología puede ofrecer. Ellos pueden pensar que pueden permitirse el lujo de precaución final. Pero hay miles de millones de personas que todavía anhelan la transformación de  sus vidas. Para ellos, el principio de precaución es una orden de la pobreza continua, no de la seguridad. (93-94)

Así que aquí el problema de conocimiento se dio la vuelta y luego se dio la vuelta de nuevo. El pensador anti-civilización neoludita ha estudiado lo suficiente en relación con la sociedad tecno-industrial para saber que es una causa perdida. Él sabe esto, a través del uso de las herramientas que la sociedad tecno-industrial le ha dado. Él sabe que no hay soluciones tecnológicas para el atolladero que la sociedad moderna ha creado. Sin embargo, el eco-modernista Bailey luego da la vuelta alrededor y muestra cómo este pesimismo se basa en una visión optimista del conocimiento humano, con el apoyo de una infraestructura tecnológica que permite el estudio y la reflexión. ¿Si no se sabe muy bien, y sabemos que no se sabe muy bien, estamos en la obligación de probarlo? ¿No es tal ignorancia una oportunidad y no una barricada? ¿No es esto lo que la Ilustración y la Revolución Científica eran?
En gran parte del resto del libro, Bailey muestra una y otra vez, temas que van desde la población hasta el petróleo y a la supuesta propagación del cáncer debido al uso de productos industriales, que los agoreros se han equivocado, y muy mal, hasta este punto. Bailey deduce de ello, que el homo sapiens es un animal astuto y capaz de arrancar la victoria de las fauces de la derrota del tiempo otra vez. Bailey tiene pocas dudas y vamos a seguir teniéndolas, incluso si admite algunas cosas, como el cambio climático, y que parece ser uno de los problemas reales que afectan a toda la raza humana.
Irónicamente, la aceptación las premisas de Bailey podrían ser la posición más “primitivista” de todas. Si estamos en última instancia, como los animales que son incapaces de salvarse a sí mismos a no ser que nos deshagamos de los instrumentos de nuestra propia energía aparentemente absoluta, ¿cómo es que podemos condenarnos totalmente a la no existencia? O, más bien, si somos demasiadamente tontos para salvarnos a nosotros mismos, podemos estar demasiadamente tontos como para matarnos a nosotros mismos. Hay, por supuesto, el principio entropía, y la intuición de que es más fácil romper algo de lo que se puede arreglar. Pero esa analogía en realidad no se mantiene aquí, ya que estamos hablando de miles de millones de animales individuales de todo el mundo que han demostrado ser resistentes al punto de desplazar a todo lo demás.

Entonces, ¿cuál es entonces? ¿Somos salvos o estamos condenados? ¿Es una realidad ineludible la catástrofe o un deseo masoquista? Es largo o es corto: no lo sabemos. Y los que pretenden saber quizá se aferran a un baluarte impar de certeza en la condenación o en el optimismo en el que los cisnes negros de Nassim Nicholas Taleb nunca se reproducen. El futuro no puede ser totalmente sombrío, ni podemos tener la seguridad de que el desastre no va a suceder sólo porque no ha sucedido todavía. Todo lo que tenemos es el presente.
Así que volvemos al título: ¿Puede haber un primitivismo sin catástrofe? ¿Y si esta sociedad puede resolver las cosas bien? ¿Podemos todos ir a casa, entonces? ¿Por qué damos un pase de este orden capitalista tecnoindustrial, y por lo menos reconocer que, si no podemos estar en la sociedad que queremos, debemos amar a la sociedad en que nos encontramos? Después de todo, todos somos seres humanos, todos compartimos las mismas almas y cuerpos, el mismo intelecto y sentimientos. ¿Puede ser que también que debemos de trabajar para salvar a todos, y quién le importa cómo lo hacemos? Sueños de volver a tener la vida idealizada de cazadores-recolectores, más fácil puede llegar a ser menos atractiva por ahora.

En este callejón sin salida, añadimos los pensamientos de una reciente entrevista con los miembros de la tendencia mexicana eco-extremista:

“la diferencia entre lo que propone Kaczynski y sus pupilos, en primera es de estrategia; nosotros no esperamos la llamada Gran Crisis Mundial para comenzar a atacar y atentar en contra de las estructuras físicas y morales del sistema tecnológico, nosotros  atacamos desde el presente porque el futuro es incierto,  no puedes trazar una estrategia basándote en meras suposiciones, creyendo que todo irá según lo planeado y estar seguro que ganarás. Nosotros dejamos de lado todo esto cuando vimos la enormidad del sistema, de sus componentes y del nivel monstruoso que ha abarcado tanto en este planeta como fuera de este. Si la civilización cae mañana, o dentro de 30 o 50 años, nosotros desde nuestra propia individualidad sabremos que dimos la batalla que teníamos que dar.”

“Nosotros no sabemos cuánto tiempo más durarán las estructuras que mantienen en pie esta civilización en vías de decadencia, podemos leer mucho sobre las  variadas teorías que existen pero siempre nos  quedaremos esperando aquel año profético en el que quizás todo esto termine de una vez, de cualquier forma, todo lo que puedan predecir los estudiosos solo son teorías.”  [1]

Con los eco-extremistas, a continuación, podemos encontrar nuestro camino fuera de la posición defectuosa de “un futuro mejor por volver al pasado.” En este caso, diremos que el futuro es nuestro enemigo. Todos los sentidos propuestos única y exclusivamente, ya sean sobre las garantías libertarias de Bailey o los esquemas tecno-progresista de izquierda, son algo a lo que nos negamos. No queremos cooperar, rechazamos la salvación del mundo. Nos negamos a ofrecer nuestras vidas o las vidas de otros para un mejor mañana. Esto siempre se promete, pero nunca llega. Y aquí, el problema del conocimiento entra de nuevo: nunca llega, porque nadie puede entregarlo. Las cosas sólo “mejoran todo el tiempo” porque hemos sido domesticados pensando que la zanahoria es la meta y que estamos cada vez más cerca, y el palo no está realmente allí, incluso cuando está justo en nuestra nariz. Tal es la esencia de la civilización, el pasado mítico de la niebla, y el futuro diferido constantemente.

Catástrofe es la catarsis en la que termina el ciclo del sufrimiento. Pero al igual que la versión budista, también es difícil de alcanzar y nunca sucede en esta vida. De hecho, el verdadero problema con el “pensamiento anti-civilización”, especialmente en su forma anarco-primitivista, es que no sabe lo que quiere, porque lo que quiere está moldeado por lo que odia. Ni siquiera se saben algo sobre la naturaleza, en realidad, ya que niega a reconocer que los seres humanos no pueden saber con certeza, y así construyen a la naturaleza como un ídolo que contiene todos sus deseos ambivalentes. La idea de la defensa de la propia naturaleza hace a uno consciente de que nuestro conocimiento de la naturaleza, especialmente el peculiar concepto de la “naturaleza virgen” de América del Norte, es infundado. David George Haskell describe la difícil situación de la vegetación forestal en la cara al reciente resurgimiento de la población de ciervos en su libro, “The Forest Unseen: A Year’s Watch in Nature”:

“Los seres humanos han eliminado a algunos depredadores pero últimamente han añadido a tres nuevas criaturas que matan a los venados: los perros domésticos, coyotes inmigrantes que invaden desde el oeste, y las defensas de los automóviles. Los dos primeros son depredadores eficaces de cervatillos; el último es el principal asesino de los asesinos urbanos. Nos enfrentamos a una ecuación imposible. Por un lado, tenemos la pérdida de decenas de especies de herbívoros; por el otro tenemos la sustitución de un depredador por otro. ¿Qué nivel es lo normal, aceptable o natural en nuestros bosques? Estas son preguntas difíciles, pero lo cierto es que la vegetación exuberante del bosque, que creció en el siglo XX fue inusualmente desequilibrado.”

Un bosque sin grandes herbívoros es una orquesta sin violines. Nos hemos acostumbrado a las sinfonías incompletas, y nos resistimos cuando los tonos incesantes de los violines regresan y silencian a los instrumentos más conocidos. Esta reacción contra el retorno de los herbívoros no tiene buen fundamento histórico. Es posible que tenga que tomar una visión más amplia, escuchar toda la sinfonía, y celebrar la asociación entre el animal y el microbio que ha ido desgarrando árboles jóvenes durante millones de años. Arbustos adiós; hola garrapatas. Bienvenido de nuevo al Pleistoceno. (33 a 34)

Así que tenemos que enfrentar el hecho de que no puede haber “catástrofe”, y si la hay, no va a tener el efecto purificador que esperamos. La definición del capitalismo moderno es la crisis, y el buen hombre de negocios hace de la crisis una oportunidad. ¿Eso significa que no luchemos? ¿Qué hay que deponer las armas derrotados por el quietismo y el agnosticismo? No necesariamente, pero sí significa que debemos definir mejor por qué nos oponemos a la sociedad actual, incluso si tiene el potencial de durar un millón de años, e incluso si lo hace, en algunos aspectos, hacemos de nuestras vidas algo “mejor”. O por lo menos, debemos definir que nos oponemos a ella, y definir por qué no pensar que se puede seguir a través de cualquiera de sus promesas de traer a todos los animales humanos de la miseria.

En primer lugar, vamos a empezar con la naturaleza. No puede oponerse a la catástrofe como un concepto sin matices, precisamente porque la naturaleza es una catástrofe, a largo plazo. Esto se debe a que la naturaleza es el cambio, es el cambio que empequeñece la experiencia humana, incluso en su forma más científica y abstracta. Los seres humanos modernos tienen el problema generalizado de concebir sus ideas como consustancial con la realidad, a menudo, cuando no tienen ninguna razón para hacerlo. Dominan cosas incomprensibles como el tiempo, el espacio, la materia, la luz, etc., en abstracto y por lo tanto piensa que no hay nada más para ellos en el hormigón, aunque no han abandonado la comodidad de su silla o su espacio delante de la pizarra. La naturaleza es una catástrofe porque la naturaleza interrumpe, rompe, destruye todo y nace de nuevo: desde las más lejanas estrellas a las células de nuestro cuerpo. Los adherentes anti-civilización tienen dificultades para aceptar el concreto, aunque pueden buscarle un lugar en lo abstracto. Para que uno pueda decir: “¡Médico, cúrate a ti mismo!”

¿Qué es la naturaleza en relación con nosotros, entonces? Cómo podemos llegar a la idea, a menuda repetida por los críticos primitivistas que “cosifican la naturaleza”. Aquí, voy a ofrecer una frase cambiada por una cripto-hegeliana. Muchos de los “primitivistas” (de nuevo, por falta de un término mejor) piensan de la naturaleza como algo fuera de nosotros, y que nos ofrece una existencia como un regalo pasivo, y el verdadero problema es que hemos olvidado el aspecto y voluntario que es ese regalo (recordar aquí el concepto cristiano de la gracia). Del mismo modo que el hombre no puede ganar la salvación del Dios de Calvino, por lo que el hombre es impotente para crear su medio de vida sin el consentimiento de la naturaleza. Por supuesto, esto es una formulación absurda. La naturaleza, o si queremos usar la tan denostada terminología de James Lovelock, Gaia, es el producto de miles de millones de seres vivos a lo largo de los eones que trabajan juntos y apoyándose mutuamente: es el acto de seres vivos. Ambos están formados por él y lo forman, en una malla elaborada que va desde el microorganismo más pequeño, a los más vastos ecosistemas complejos a la propia biosfera. Hay que tener esto en cuenta cuando nos fijamos en la “naturaleza prístina.” Como dice Haskell en otra parte de su libro antes citado, la naturaleza no es una sala de meditación, y no es el Edén donde se recoge la fruta sin esfuerzo del árbol. Hay combate y lucha, al igual que existe la cooperación y la misericordia. El hecho de que ha persistido tanto tiempo es prueba de ello.
El pecado del hombre domesticado no se resiste a su naturaleza humana pasiva, ya que algunos primitivistas lo implicarían. Está pensando que es independiente de la naturaleza misma, que puede ir por la libre, que puede dominar con firmeza y no dejar nada a la sombra de felicidad del misterio. Este es el hombre moderno domesticado, cortante, implacable, y ensimismado. No es lo que hace, pero lo que hace muy bien, o eso cree, es el problema. Es por eso que no hay una “solución”. No hay una abstracción humana que absorba todo el problema y haga que sea digerible. El mundo en el que existen las soluciones es un mundo que no debería existir, o más bien, el mundo que crea problemas en primer lugar. La catástrofe como el hombre moderno lo entiende (final, devastador, purificación), es el mito necesario que pesa sobre la utopía como la espada de Damocles. Algunos de nosotros preferimos la caída de espadas al paraíso imaginario.

La solución eco-extremista es, pues, brutal y pesimista. No hay futuro, no hay una nueva comunidad. No hay “esperanza”. Indicamos que no con alegría gótica, pero con alivio, como tener una carga despegado de nuestros hombros. Los seres humanos están destinados a perder la marca, estamos destinados a fracasar más de lo que conseguimos. Pero en eso, formamos parte de un todo, dejamos a otros detrás de nosotros para ganar y perder, y para luchar otro día. Nuestra ambición no tiene fin, porque nunca se logra la victoria. Y nos fijamos en las sociedades pasadas extintas que aceptan sus limitaciones (o eso creemos, ya que no podemos saberlo concretamente) de admiración; una admiración que sabe que, si no eran “perfectos”, es porque había algo malo con nuestras expectativas domesticadas, y nada realmente mal con ellos. Todo lo que podemos esperar es luchar y quemar esta existencia, donde una parte pretende que se pueda tragar en conjunto.
Y eso es precisamente el primitivismo sin catástrofe, sin una narración cerrada, sin un “final feliz”, es así: la satisfacción del ojo y todos los otros sentidos, en la cara de lo que sabemos que es la naturaleza, incluso si no entienden que, aunque parezca mutilada e incomprensible en el aquí y ahora. No es algo que hacemos (aunque tenemos una parte en ello), ni es algo que controlemos (aunque hacemos todo lo posible). Pero mezclado en el corazón y en la mente del hombre, es realmente algo maravilloso para la vista: el conjunto, el vasto campo de estrellas, el canto del ave, el caracol deslizándose, el nuevo día, la decadencia, la muerte, la vida… o para terminar con la mayor voz poética de Robinson Jeffers:

Para saber que las grandes civilizaciones han desglosado en violencia,
y sus tiranos llegan, muchas veces.
Cuando aparezca la violencia abierta, para evitar con honor o elegir
la facción menos fea; estos males son esenciales.
Para mantener la propia integridad, ser misericordioso y no corrompido
y no desear el mal; y no ser engañado
Por sueños de justicia universal o la felicidad. Estos sueños de
no cumplirse.
Para saber esto, y saber que por muy feas las partes aparecen
el conjunto sigue siendo hermoso. Una mano cortada
Es una cosa fea y el hombre descubierto de la tierra y las estrellas
y su historia… para la contemplación o para el hecho…
A menudo aparece atrozmente feo. La integridad es la totalidad,
es la mayor belleza
síntesis orgánica y la totalidad de la vida y de las cosas, la belleza divina
del universo. El amor que, no el hombre
Aparte de eso, o de lo contrario va a compartir confusiones lamentables del hombre,
o se ahogan en la desesperación cuando sus días se oscurecen. [2]

Abe Cabrera

Notas

[1] Ver “Politically Incorrect: An Interview with Wild Reaction” (http://anarchistnews.org/content/politically-incorrect-interview-wild-reaction)

[2] Robinson Jeffers, “The Answer,” in The Collected Poetry of Robinson Jeffers, ed. Tim Hunt (Stanford: Stanford University Press, 1995).

Anónima propaganda en Youtube

Una gran sorpresa nos hemos llevado cuando a nuestro correo nos llegaron unos links de YouTube de algunos de los videos del canal de los afines “Nahual-Conjuro” en Goblin Refuge. Entre los videos ahora disponibles en YT están los últimos tres trabajos audiovisuales, “La guerra eco-anarquista contra el progreso en Chile”, “Inferno Egoico” y “La espora del eco-extremismo en el sur América”, entre otros más.

Desde ya aplaudimos a aquellas anónimas manos que de manera desinteresada se han tomado el tiempo de republicar los videos de “Nahual-Conjuro” en YT, también entendemos completamente sus aclaraciones en algunos de ellos.

Saber y evidenciar que hay algunos cuantos individualistas que sabiendo de la “impopularidad” del discurso eco-extremista, mas todo el seguimiento que los aparatos de “inteligencia” tienen para con las practicas difusoras de la tendencia incivilizada, y que se atrevan a propagar las pecadoras palabras extremistas, es un respiro de aire fresco y una muy agradable SORPRESA.

¡Adelante, anónimos difusores!

¡Adelante, anónimos atentadores!

(MÉXICO) DÉCIMO OCTAVO COMUNICADO DE ITS/GRUPÚSCULO INDISCRIMINADO

Reconocemos que será difícil entender el contenido de este comunicado para las personas que no tienen el conocimiento de lo que pasa en México actualmente, y sobre todo por la jerga que se emplea, aun así es importante visualizar íntegramente el contenido de este para darnos cuenta que la Mafia Eco-extremista sigue su curso, aliándose y conspirando con grupos que han dado mucho de qué hablar en este caso con el Grupúsculo Indiscriminado, y que a pesar de los obstáculos, los fieros individualistas de las sociedades secretas eco-extremistas y/o nihilistas terroristas tienden a más.


“Te persigo, buscas prestigio por eso ahora hablamos de explosivos. En las sombras surgen formas que asechan a tu espalda y te matan a cuchillo, o con bombas. Es invierno, la nieve borra mis huellas…provocas, te van a matar por bocas.”

Sr gris

Grupúsculo indiscriminado en coordinación con Individualistas Tendiendo a lo Salvaje, se responsabiliza de los siguientes atentados:

1.- miércoles 19 de octubre: abandonamos un artefacto incendiario en el transporte colectivo “COPESA”, corredor Cuemanco canal de Chalco-metro Barranca del Muerto. Desconocemos lo sucedido con dicho artefacto.

2.-jueves 19 de noviembre: abandonamos un sobre con carga explosiva, en la facultad de ciencias de la UNAM, el sobre no iba dirigido a ninguna persona, solo tenía la leyenda “ganador del premio iphone”. Esto para que cualquier persona lo tomara y al abrirlo, se llevara un bonito regalo explosivo.

3.- miércoles 23 de noviembre: abandonamos un artefacto explosivo en la facultad de filosofía y letras de la UNAM. Que esto sirva de advertencia a todos esos inútiles humanistas izquierdistas que escupen mierda de lo nuestro, que sepan que tenemos ojos y oídos en lugares hasta donde ni lo imaginan…

4.-jueves 24 de noviembre: volvimos a abandonar un artefacto incendiario en el mismo transporte público que en octubre.

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Comunicado del Grupúsculo Indiscriminado

¡Y dale con atentar con el transporte público, el cual es usado por la pobre ciudadanía, por el pueblo trabajador! En el transporte que un “afín” puede usar. ¡SI! Y lo seguiremos haciendo, a nosotros no nos interesa quien sea el que usa el transporte público, precisamente por eso lo atacamos, para causar un daño, tanto a los pasajeros como a la infraestructura, que, cada día arrasa con la poca naturaleza que aún existe, si atacamos a las personas es porque son igual de responsables que el crecimiento urbano, talando árboles para edificar sus míseras casas de concreto, construyendo más carreteras y por ende, incorporando vehículos automotrices, para llegar a sus cómodas casas.

Desde que el ser humano se volvió sedentario se condenó a su extinción. Este mundo no necesita más personas, no necesita que el ser humano siga viviendo en él, para ver un mundo más hermoso se necesita la extinción del ser humano, aunque sabemos que eso está un poco lejos, aunque cabe la posibilidad de que suceda, sabemos que nosotros NO acabaremos con la masa humana, pero mientras pisemos esta Tierra trataremos de asesinar a la mayor parte de la masa humana, por eso es que atentamos en zonas con mucha afluencia.

Alguno que otro pendejo ha dicho “y ¿Por qué si son tan radicales, tan nihilistas, no se atan los explosivos en sus cuerpos? ¡Ah! Muchachos tan ingenuos y descerebrados, no han entendido nada, en fin…  “a quien le gusta comer mierda, seguirá comiendo mierda”.

“voy del monte hacia los edificios, no haces honor a esto primo, dejé atrás mi vida con ello no la necesito, a los cuervos se la suda el espantapájaros, soy un lobo, no un chivato.”

Otra vez con la UNAM… bla bla bla el mismo choro de siempre, ahí se moldea a los “tecnonerds” (palabra dominguera que nos causa mucha risa), nos encabrona repetir lo mismo de siempre, sacar “retazos”, así que al punto: Sí otra vez la UNAM, pues si nos es fácil atentar contra el transporte público, el cual va atascado de personas, imagínense atentar en una universidad, ¡pan comido! No tenemos que disfrazarnos para pasar desapercibidos, ponernos bigote o peluca, ni aventarnos una historia de película, aunque podríamos decir:

“nos pusimos un bigote, incluso cambiamos de sexo para que nadie se diera cuenta e ingresamos a la UNAM para abandonar un paquete explosivo… Mientras salíamos, al personal y a los alumnos les apuntábamos con nuestra arma calibre 9 milímetros, posteriormente llegamos a la salida y robamos el camión con unas 40 personas a bordo para colocar nuestro artefacto incendiario, mientras la policía nos seguía se desató una persecución y una balacera en la cual hubo 5 policías heridos y dejamos muertos a 3 más.”

¡wow! Ya ni el isis hace eso. ¡No! nosotros solo llegamos y abandonamos los artefactos y punto. Con ojos a nuestro alrededor. En la facultad de ciencias dejamos el paquete explosivo en el pasillo del edificio pp, en la facultad de filosofía y letras lo abandonamos mientras los izquierdistas de siempre vendían sus chacharas, ¡perdón! sus trabajos autogestivos. Así de fácil es atentar contra la ciudadanía, sin tantas complicaciones sin tanto “show”.

Oh pero, ¿por qué contra los buenos y populares izquierdistas anarquistas? Estos seres, estos “anarquistas” no merecen nuestro respeto, estos anarquistas solo saben quejarse y llorar mientras se victimizan, es lo único que saben hacer, ¡ah! Y desfilar claro. El anarquismo mexicano está muerto, está agonizando, toda esta bola de niños solo saben embriagarse, inhalar activo y creerse los súper insurreccionalistas de acción directa, ¿Qué no? Entonces cuestiónense, ¿Por qué “apoyar” a un “compañero” (jerga usada por anarquistas), cuando es detenido, si solo es un puto drogadicto? Por nosotros que se mueran los perros. ¿Por qué apoyar a sus grupillos de “apoyo a anarquistas presos” cuando ellos son los que se chingan el varo recaudado (quesque para solidarizarse con los presos)? ¡Pillines! ¿Acaso creen que todo eso no se sabe? ¡uh! Y no va a faltar el que se hace de la “vista gorda”, dicen “eso no es cierto”, “son mentiras”, “lo dice un grupo infiltrado para desprestigiar el movimiento anarquista”, “son parte del gobierno”, wa wa wa…  ¿Qué “movimiento anarquista”?  ¡Ya fueron chavos! Ahora son solo una bola de conformistas, reformistas. Ahora como los verdaderos anarquistas de aquellos viejos tiempos se apagaron, hoy los “nuevos anarquistas” no se merecen ningún respeto.

Por último y para acabar con el sermón, hemos visto un creciente número de individuos que sienten una pasajera empatía con la “tendencia ecoextremista”, queremos decir desde acá lo siguiente:

Nos dan nauseas qué más y más individuos se sientan atraídos de manera superficial a esto, nosotros aborrecemos que surjan más seres que solo son fachada, de esos seres que se sienten “libres y salvajes”, con sus líneas cruzadas en la jeta, que solo salen a pasear al bosque, al desierto, a la selva, de esos seres que se sienten brujos, y se sienten paganos, (quisiéramos verlos en un sacrificio o asesinando a un ser, a ver si se siguen creyendo tan “brujos”), aborrecemos a esos seres que hacen sus eventillos de “supervivencia salvaje”, de esos seres estamos hartos, por esa misma razón es que salen pseudo-grupos hipócritas, hablando claro, nos referimos a los grupos como Guerra Eco-extremista Ramera, perdón, Guamera y Sombras de los Bosques, (ya sea que, sean personas con falta de atención, o que sean policías de los cuales ya nos estamos encargando desde estas tierras), queremos decir que todas estas personas atraídas por “la bella naturaleza” también están en nuestra mira, al igual que la lista de científicos es larga, también lo es la lista de personas “amantes del bosque” que atacaremos, que no se extrañen si un día van de “camping” y “se les aparece el diablo”, esta vez, sus vidas no serán ofrecidas como ofrenda… solo serán abono para los arboles… “los coyotes bajaron del monte, ahora regresan a sus montes”

Sin tanto choro dejamos este escrito, ya que para la siguiente reivindicación solo mencionaremos el/los atentados y hasta ahí, para mantener “pura” esta “tendencia” ya que, como la Mafia, nosotros creemos en jerarquías y nadie puede entrar sin que nosotros demos la orden.

Grupúsculo indiscriminado (GI)

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje (ITS) 

“Grupo Oculto Furia de Lince”

Grupo indiscriminado tendiendo a lo salvaje (GITS)

(es-en) Animismo apopático

Texto-reflexión del jefe editorial de la revista Atassa traducido al español, en donde trata el tema sobre al animismo tipo eco-extremista. Recomendable lectura para su crítica y el ahondamiento de creencias individuales alejadas de la religiosidad chocante y alienante.

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Una objeción que en el pensamiento eco-extremista se repite una y otra vez es que cae en el misticismo / superstición como si fuera alguna moda de la Nueva Era, pero esta vez con bombas. A decir verdad, aferrándome a los escritos eco-extremistas tanto como traductor como pensador, tengo que admitir que también tengo problemas a veces esta nueva “espiritualidad” de ciertos escritos eco-extremistas. Por ejemplo, voy a citar un pasaje de un artículo no traducido [al inglés] que es una especie de “autocrítica” por haber tomado en serio los comunicados de un grupo llamado “Guerra Eco-extremista Guamera”. Después de haber demostrado que sus comunicados eran muy probablemente el resultado de un “trolling”, entonces lanzaron esta maldición:

“¡Nos cagamos en sus falsedades, arrojamos fluidos sanguinolentos en sus intenciones sospechosas, y maldecimos con todas nuestras deidades sus cuerpos y mentes!

¡Que los señores oscuros Mesoamericanos, Tlacotecolotl y Miclantecutli los atormenten y los devoren vivos!

¡Que las paganas maldiciones en náhuatl que aterrorizaban a los occidentales despierten de su sueño y destruya a estos farsantes!

¡TEHUIHUICALLIZTLI TLAMI MICQUI!”

Las personas modernas por supuesto no pueden dejar de rodear con sus ojos esto, y tengo la misma tentación. Yo no porque, mientras que el buen anarquista o el izquierdista puede condenar la “superstición” porque piensan que conocen la historia, conozco la historia aún mejor, así que pienso dos veces antes de hacerlo. Hegel escribió en alguna parte que, mientras que los griegos antiguos podían inclinarse a los ídolos, el hombre moderno ya no puede. Esto es porque se ha hecho un ídolo de sí mismo, de su logro científico y la comprensión del mundo. Aunque voy más lejos que muchos defensores “anti-civilización”, en mi apreciación de la ciencia y la tecnología modernas (principalmente por lo que hacen, no por lo que representan), sé muy bien que ellos también son producto de una cierta Forma de pensamiento religioso, de una genealogía que se remonta a Einstein y Newton y a la magia renacentista, al neoplatonismo, a la escolástica, a Aristóteles, a los pre-socráticos, etcétera. Rehusar la “mistificación” de la naturaleza basado puramente en la racionalidad de la Ilustración parece detenerse muy por debajo de los orígenes históricos de la “racionalidad” en Occidente. No veo el pensamiento secular como otra cosa que una menor desviación de todas esas tendencias.

Esto podría ser un buen punto desde el nivel abstracto, pero en términos concretos, la gente moderna está radicalmente separada de la “espiritualidad” como algo distinto de una elección del consumidor. Un eco-extremista mismo lo ha señalado, como en el largo ensayo de Halputta Hadjo, “Los Calusa: ¿Un Reino Salvaje?”:

“Antes de discutir la religión Calusa y la oposición de los españoles a ella, siento que es apropiado discutir brevemente el cisma en la mente moderna entre la religión y el conocimiento. Para llegar inmediatamente al punto, la religión de la gran mayoría de su existencia ha sido una cosa eminentemente práctica. Es decir, cómo la gente creía y cómo sabía que del mundo era uno en sí mismo. Eso es porque los seres humanos, por lo general no tienen el lujo de hacer actos de fe, esperando contra toda esperanza. “Bienaventurado los que no han visto, y sin embargo creen”, habría sido una premisa incomprensible para cualquier persona “primitiva”, y este fue el caso más probable con los Calusa. Sus espíritus y su entorno eran uno mismo, sus prácticas religiosas y su forma de vida eran una sola, y no había ninguna razón para dudar de ello, ya que se basaron en las cosas que constituían su realidad cotidiana. El Calusa creyó en un mundo lleno de dioses, algo que no nos es posible concebir en nuestra mentalidad tan occidental y tan secularizada. Por lo tanto, desafiar sus creencias era desafiar su forma de vida. Fuera de la mayor parte de los pueblos de su región, fue el Calusa que conservó sus creencias hasta el fin. Ellos nunca fueron conquistados, sino que desaparecieron gradualmente, junto con el mundo espiritual que habitaban.”

En el Occidente moderno, no vemos que son nuestros espíritus, o más bien la Tierra, la que nos alimentan. La civilización nos alimenta, la tecnología nos arropa, la moral nos protege, etc. Por lo tanto, no es de extrañar que incluso el más “radical” de los ideólogos híper-civilizados vuelva la mirada hacia los sistemas pasados para acercarse al mundo y los encuentre deseosos. No siente ninguna conexión con ellos, puede respetarlos, pero no se va a subyugar a ninguna entidad numinosa, ni pretender ser su mensajero, etc.

¿Cómo entonces se enfoca la idea del “paganismo / animismo” (sí, hay una diferencia, pero no me importa ese punto)? ¿Cómo se recuperan los “dioses”, es incluso necesario, deseable, etc.? Siento que Halputta Hadjo en su ensayo ya abordó ese punto al final de su trabajo, pero voy a proporcionar mi propio enfoque. Lo que sigue es mi propio intento de ser un animista en el siglo XXI, con todas las contradicciones en el pensamiento y ninguno de esos rituales frescos. Es mi actitud, y sobre todo mi comprensión de que probablemente nunca tendré lo que necesito, porque sentir que “necesito” es el problema en primer lugar.

Mi propia entrada en la crítica contra la civilización viene del sentido de lugar. De hecho, los libros influyentes para mí en los últimos años no han sido acerca de la teoría, sino sobre dónde plantar mis pies ahora y donde los he plantado. Por ejemplo, tuve el gran placer de traducir el XVI Comunicado de ITS de la ciudad de Torreón, Coahuila. Esta es la ciudad de mis abuelos, mi madre fue criada en un pequeño pueblo a sus afueras. A menudo iba allí cuando era niño en vacaciones, y mi sentido siempre fue que era feo y poco atractivo. Un desierto sin mucho que ver, olía a animales de granja y había edificios de adobe en ruinas, no esperaba visitar más ahí. De hecho, he borrado de la memoria el paisaje de mi cabeza. Así que esta parte del comunicado sonó cierto para mí:

“La Naturaleza Salvaje fue destruida, el futuro ideal es tan gris e inerte. Desde esta realidad atacamos; somos individualistas librando una guerra vengativa, en nombre de la montaña derrumbada para construir una mega carretera, por la flora y fauna destruida en nombre del progreso, en nuestro ser portamos la esencia del río desaparecido por alguna gran presa.”

“Merecido lo tiene Torreón y sus ciudadanos, quienes con sus prácticas colaboran a la perpetuación de la civilización tecno-industrial. Ves al horizonte y encuentras un cerro negro artificial creado por la empresa “socialmente responsable” de nombre Peñoles, agua envenenada, el aire contaminado, fauna y flora aniquilada por la expansión sin freno que tiene la urbe. Para todo eso…, tres muertos nos parecen pocos.”

Ahora, no soy el mayor admirador de la prosa histriónica. Me sostengo la nariz y hago todo lo posible por traducir estas cosas. Pero el sentimiento no está lejos de lo que yo siento. Aunque soy el primero en admitir que la naturaleza cambia y cambia a menudo, lo que los humanos modernos hacen con el medio ambiente sigue siendo repulsivo y enloquecedor. No es el cambio el problema, es la tasa de cambio más la arrogancia detrás de esto, la miopía, el fracaso por dejar de dañar nuestro entorno que es sólo una extensión de nuestra herida y alienación entre sí. Llegué a la conclusión hace algunos años que si tú no puedes amar tu entorno, el agua, los árboles, el aire que respiras, etc., tú no quieres nada. Y sí, para mí, en ese mundo, ITS tiene sentido. Llámame psicópata o lo que sea, no me importa.

Al igual que los eco-extremistas de La Laguna, miro ese lugar tan distante ahora en mis recuerdos de infancia, pero también al lugar donde crecí, a los ríos y pantanos que se secaron cuando el agua se utilizó para regar los campos y ayudar al ganado sediento. Miro los ríos por aquí que los antiguos temporeros dicen, solían ser claros cuando estaban creciendo; se podía ver su fondo, pero ahora son grises y opacos. Miro los pinos y los cipreses y a los pocos grandes cipreses, gruesos y sabios, anudados por la edad y la ferocidad: el resto de árboles viejos que no fueron cortados para hacer la Gran Ciudad que puedo ver a través de Ok’wata. El eco-modernista y el progresista me dirán que deje a la naturaleza salvaje irse, para no llorar, y para mirar hacia delante. Rechazo eso, lo niego con todo mi ser. Mientras que otros híper-civilizados no ven más que centros comerciales y parques, veo una escena de crimen, de hecho, la escena del único crimen que vale la pena abordar. Mi existencia y la existencia de los que amo se basa en una mentira, un orden social que no tiene derecho a estar aquí. O tiene un “derecho”, pero no merece mi respeto o lealtad. Ni una onza de eso.

Admito que no puedo ser animista como los pueblos primitivos lo fueron. Sé que las estrellas son sólo bolas muertas de gas, que la luna es una roca fría en órbita alrededor de la Tierra, que la enfermedad es el resultado de microbios y virus y no de un poderoso shaman a tres aldeas de distancia echando hechizos, y así sucesivamente. Sé estas cosas, pero porque las conozco ese es el problema. Las conozco por el sistema, para el que soy un medio y no un fin. Las conozco a causa de un sistema que es racional cuando se dirige a esas cosas, materia inanimada que puede manipular, pero no tiene idea cómo organizar y controlar animales humanos reales en muchas circunstancias. Las conozco a causa del sistema que pone en peligro la Tierra por el bien de los dólares o de las ideologías estúpidas. Mi adhesión a un “animismo” es mi preferencia por no haberlas conocido. Por supuesto, eso no es posible ahora, no puedo darme una lobotomía con respecto al conocimiento moderno. Pero puedo estar bien consciente del precio, y declarar que todavía no vale la pena.

Tengo una excepcional formación teológica / espiritual, aunque sea en mi catolicismo ancestral y en otros caminos espirituales que he investigado al azar. Tengo que admitir que la adhesión al “animismo” me deja frío porque sé demasiado acerca de los rituales y los dogmas para ir inventando mi propio credo. Nunca voy a ser capaz de evocar a los dioses mesoamericanos y maldecir a la gente con una cara seria. Pero tampoco voy a ser capaz de condenar a las personas que lo hacen, todo lo contrario. Puede que no sea capaz de creer que los árboles, las rocas, los ciervos, los caimanes, las bayas, etc., tienen espíritu, y todos están sufriendo debido a nuestra aflicción contra el planeta por nuestra negligencia y codicia, pero yo reconozco que me gustaría hacerlo. Sin embargo, tengo esos momentos de atención, esos momentos de asombro y admiración que todos debemos tener ante la Naturaleza Salvaje, y eso es suficiente para mí, supongo.

Lo apopático es la escuela del pensamiento teológico que afirma que sólo podemos acercarnos a lo Divino o lo Transcendente a través de la negación. Es decir, conocemos lo Divino no por lo que es, sino por lo que no es. Mi propia creencia en el animismo es que todas las ideologías humanas caen de plano, todas son el resultado de volcarse a la propia cabeza, hacia las ideas y certezas de uno, en lugar de salir. Los ojos están destinados a ver las cosas, los oídos para escucharlas, las lenguas para saborearlas, etc. Las cosas son primarias, no las facultades que las perciben y procesan. Mi verdadero ser está fuera de mí, y el sentido del hombre está fuera de su propia historia… No puedo concluir esta reflexión mejor que citando el poema de Robinson Jeffers, “Credo”, en su totalidad:

Mi amigo de Asia tiene poderes y magia, arranca una hoja azul de una joven goma-azul

Y mirándolo, recolectando y calmando

El Dios en su mente, crea un océano más real que el océano, la sal, el real

Pésima presencia, el poder de las aguas.

Él cree que nada es real excepto cuando lo hacemos. Yo humildemente he encontrado en mi sangre

Se crió al oeste del Cáucaso el misticismo más duro.

La multitud está en mi mente, pero creo que el océano en la bóveda de hueso está sólo

El océano de la bóveda del hueso: ahí está el océano;

El agua es el agua, el acantilado es la roca, vienen choques y destellos de realidad. La mente

Pasa, cierra los ojos, el espíritu es un pasaje;

La belleza de las cosas nació ante los ojos y fue suficiente para sí misma; La desgarradora belleza

Permanecerá cuando no haya corazón que romper.


Apophatic animism

One objection that eco-extremist thought gets over and over again is that it lapses into mysticism / superstition as if it were some New Age fad, this time with bombs. To tell the truth, grappling with eco-extremist writings both as a translator and a thinker myself, I have to admit that I too have problems at times with this newfound “spirituality” of certain eco-extremist writings. For example, I am going to cite a passage from an untranslated article that is a sort of “self-criticism” for having taken seriously the communiques of a group called “Guamera Eco-extremist War.” After having shown that their over-the-top communiques were most likely the result of “trolling”, they then cast this curse:

“We shit on their lies, we cast bloody fluids on their suspicious intentions, and we curse their bodies and minds with all of our deities.

May the dark Mesoamerican lords Tlacotecolotl and Miclantecutli torment them and devour them alive!

May the pagan curses take away their sleep and destroy these impostors!

TEHUIHUICALLIZTLI TLAMI MICQUI!”

The modern person of course can’t help but roll their eyes at that, and I have the same temptation. I don’t because, while the good anarchist or leftist may condemn “superstition” because they think that they know history, I know history even better so I think twice about doing it. Hegel wrote somewhere that, while ancient Greeks could bow to idols, modern man no longer can. That is because he has made an idol of himself, of his scientific achievement and understanding of the world. While I will go further than many “anti-civilization” advocates in my appreciation of modern science and technology (mainly because of what they do, not for what they stand for), I know full well that they too are a product of a certain form of religious thinking, of a genealogy that goes back past Einstein and Newton and into the Renaissance magic, Neoplatonism, Scholasticism, Aristotle, the Pre-Socratics, etc. To refuse the “mystification” of Nature based purely on Enlightenment rationality seems to stop well short of the historical origins of “rationality” in the West. I don’t see secular thinking as anything other than a minor deviation from all of those trends. 

That might be a good point on the abstract level, but in concrete terms, modern people are radically separated from “spirituality” as anything other than a consumer choice. Eco-extremism itself has made this point, as in Halputta Hadjo’s long essay, “The Calusa: A Savage Kingdom?“:

Before discussing Calusa religion and the Spaniards’ opposition to it, I feel that it is appropriate to discuss briefly the schism in the modern mind between religion and knowledge. To get immediately to the point, religion for the vast majority of its existence has been an eminently practical thing. That is, how people believed and how they knew were one in the same. That is because human beings usually do not have the luxury to make leaps of faith, hoping against hope. “Blessed art they who have not seen, yet believe,” would have been an unfathomable premise to any “primitive” person, and this was most likely the case with the Calusa. Their spirits and their environment were one, their religious practice and their way of life were one, and there was no reason to doubt them because they were based on the things that constituted their daily reality. The Calusa believed in a world full of gods, something that we cannot possibly conceive of in our very Western and very secularized mentality. Thus, challenging their beliefs was challenging their way of life. Out of most of the peoples of their region, it was the Calusa who held out the longest in their beliefs. They were never conquered, but rather disappeared gradually, along with the spiritual world which they inhabited.

In the modern West, we don’t see that it is our spirits, or rather the Earth, that feed us. Civilization feeds us, technology clothes us, morality protects us, etc. Thus, it is no surprise that even the most “radical” of hyper-civilized ideologues looks back at past systems of approaching the world and finds them wanting. He feels no connection to them, he might respect them, but he isn’t going to subjugate himself to any numinous entity, or pretend that he’s its messenger, etc.

How then does one approach the idea of “paganism / animism” (yeah, there’s a difference, but I don’t care at this point)? How does one recover “gods”, is it even necessary, desirable, etc.? I feel Halputta Hadjo in his essay already addressed that point at the end of that work, but I will provide my own approach. The following is my own (half-assed) attempt to be an animist in the 21st century, with all of the contradictions in thought and none of the cool rituals. It’s my attitude, and mainly my realization that I will probably never have what I need, because feeling that I “need” it is the problem in the first place.

My own coming into the anti-civilization critique comes from a sense of place. Indeed, influential books for me in the past few years have not been about theory, but about where I plant my feet now and where I have planted them. For example, I took great pleasure in translating ITS’s Sixteenth Communique from the city of Torreón, Coahuila. This is the city my grandparents are from, and my mother was raised in a small village on its outskirts. I often went there as a child for the holidays, and my one sense was always that it was ugly and unappealing. A desert with not much to look at, smelling of farm animals and dilapidated adobe buildings, I did not look forward to my visits there. Indeed, I’ve sort of blotted out the memory of the landscape from my head. So this part of the communique rang true for me:

Wild Nature has been destroyed, the ideal future is so grey and inert. We attack from this reality. We are individualists waging a war of revenge. We do so in the name of the mountain that was destroyed to make a super-highway, for the flora and fauna destroyed in the name of progress. In our being we hold the essence of the river that disappeared when they built the great dam…

Torreón and its citizens deserve it, those who in practice collaborated with the spread of techno-industrial civilization. You look to the horizon and you see the black artificial hill created by the “socially responsible” Peñoles Corporation, as well as poisoned water, contaminated air, and flora and fauna annihilated by the ceaseless expansion of the city. For all of that… three dead seems very little.

Now, I am not the greatest fan of the histrionic prose. I hold my nose and do my best to translate that stuff. But the sentiment is not far from what I feel. While I am the first one to admit that nature changes and changes often, what modern humans do to their environment is still repulsive and maddening. It’s not the change that’s the issue, it is the rate of change plus the hubris behind it, the shortsightedness, the failure to stop hurting our surroundings that is merely an extension of our hurting and alienating each other. I came to the conclusion some years ago that if you can’t love your surroundings, the water, the trees, the air you breath, etc. you will love nothing. And yes, for me, in that world, ITS makes sense. Call me a psychopath or whatever, I don’t care.

Like the eco-extremists of the Laguna, I look at that place so distant now in my childhood memories, but also to the place where I grew up, to the rivers and swamps that dried up when the water was used to irrigate fields and support thirsty livestock. I look to the rivers around here that the old timers say used to be clear when they were growing up; you could see to the bottom of them, but now they are now grey and opaque. I look to the baby pines and cypresses, and to the few great cypresses, thick and wise, knotted with age and fierceness: the remaining old growth trees that weren’t cut down to make the Great City I can see across Ok’wata. The eco-modernist and progressivist will tell me to let Wild Nature go,, to not mourn but to look forward. I refuse this, I refuse it with all my being. While the other hyper-civilized see nothing but strip-malls and parks, I see a crime scene, indeed, the scene of the only crime worth addressing. My existence and the existence of those I love is based on a lie, a social order that has no right to be here. Or it does have a “right”, but it doesn’t deserve my respect or loyalty. Not one ounce of it.

I admit that I can’t be an animist like primitive peoples were animists. I know that stars are just dead balls of gas, that the moon is a cold rock orbiting the Earth, that illness is the result of microbes and viruses and not of a powerful shaman three villages away casting spells, and so on. I know these things, but why I know them is the problem. I know them because of a system for which I am a means and not an end. I know them because of a system that is rational when it addresses things, inanimate matter that it can manipulate, but has no idea how to organize and control actual human animals in many circumstances. I know them because of a system that endangers the Earth for the sake of dollars or dumb ideologies. My adherence to an “animism” is my preferring not to have known them. That is of course not possible now, I can’t give myself a lobotomy regarding modern knowledge. But I can be well aware of the price, and state that it still isn’t worth it.

I have an exceptional theological / spiritual formation, though it is in my ancestral Catholicism and some other spiritual paths I have investigated haphazardly. I have to admit that an adherence to “animism” leaves me cold because I know too much about ritual and dogmas to go about concocting my own. I am never going to be able to conjure up Mesoamerican gods and curse people with a straight face. But neither am I going to be able to condemn people who do, quite the contrary. I may not be able to bring myself to believe that the trees, the rocks, the deer, the alligators, the bayous, etc. all have spirits, and all are suffering due to our afflicting the planet with our carelessness and greed, but I acknowledge that I would like to do so. Still, I have those moments of attentiveness, those moments of awe and wonder that all of us should have before Wild Nature, and that is enough for me I suppose.

Apophaticism is the theological school of thought that states that we can only approach the Divine or Transcendent through negation. That is, we know the Divine not through what it is, but through what it isn’t. My own belief in animism is that all human ideologies fall flat, all are the result of turning in to one’s own head, towards one’s ideas and certainties, rather than turning out. Eyes are meant to see things, ears to hear them, tongues to taste them, etc. Things are primary, not those faculties of ours that perceive and process them. My true being is outside of myself, and the meaning of man is outside of his own history… I can’t conclude this reflection better than by citing Robinson Jeffers’ poem, “Credo,” in its entirety:

My friend from Asia has powers and magic, he plucks a blue leaf from the young blue-gum

And gazing upon it, gathering and quieting

The God in his mind, creates an ocean more real than the ocean, the salt, the actual

Appalling presence, the power of the waters.

He believes that nothing is real except as we make it. I humbler have found in my blood

Bred west of Caucasus a harder mysticism.

Multitude stands in my mind but I think that the ocean in the bone vault is only

The bone vault’s ocean: out there is the ocean’s;

The water is the water, the cliff is the rock, come shocks and flashes of reality. The mind

Passes, the eye closes, the spirit is a passage;

The beauty of things was born before eyes and sufficient to itself; the heartbreaking beauty

Will remain when there is no heart to break for it.