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(Brasil) Décimo Primeiro Comunicado de Individualistas Tendendo ao Selvagem (Sociedade Secreta Silvestre/ITS-Brasil)

Comunicado original en portugués publicado el 03 de agosto 2016.

Fotos acá: https://mega.nz/#!pk8UlTpB!tVANbcThPxekw_ElOsBRVMv0HNKILwINsYOzjiQK2Ig


“Sólo quiero ver las ciudades arrazadas, la selva creciendo mientras gozamos con las fabricas quemadas, salvajes somos y salvajes seremos, entre la vida y la muerte danzaremos […] si la muerte llega seguiremos destruyendo el infierno, asqueroso mundo te veré caer riendo, en este enfrentamiento eterno […]” – N.D, El Acecho de La Muerte

Pindorama – Os seres silvestres e indômitos desde o fundo das florestas cantam e nos convidam a travar uma amoral guerra selvagem lado à lado. Dos mais escuros becos da podre urbe escutamos o incivilizado eco daqueles que não falam humano e não tardamos a aceitar o chamado reforçado pelas vozes de nossos antepassados que lá no fundo amaldiçoam e clamam pela destruição total do mundo civilizado. Em bando e como bárbaros nos ajuntamos e afiamos nossos punhais, trocamos os pentes de nossas pistolas e preparamos a nossa gama de explosivos para defender com garras e presas a conspiração eco-extremista contra a civilização e o progresso humano que se estende a estas terras e que por aqui ferozmente começa.

Sociedade Secreta Silvestre é uma das materializações ocultas do eco-extremismo aderente ao Individualistas Tendendo ao Selvagem nestas terras amazônicas.

As autoridades brasileiras se prepararam o quanto puderam contra os extremistas do ISIS e até mesmo prenderam uma de suas células aqui no Brasil, mas não esperavam por nós eco-extremistas. Estrategicamente esperamos as vésperas dos Jogos Olímpicos Rio 2016 para atacar e declarar GUERRA aos hiper-civilizados e a seu mundo morto de concreto e aço bem como a todos os seus pilares e aparatos tecnológicos.

Nós não somos apenas lobos solidários como berrará as autoridades e a mídia brasileira, somos uma matilha que rosna contra tudo o que é civilizado!

Orgulhosamente atendemos ao chamado dos furacões, dos terremotos, das tempestades de raios, das erupções vulcânicas, dos maremotos, avalanches, ondas de calor, inundações e de todas as outras catástrofes naturais PELA DEFESA EXTREMISTA DA NATUREZA SELVAGEM!

Como uma incurável peste surgimos e como ondas violentas de vento que indiscriminadamente varrem tudo pela frente nos alastraremos causando terror e devastação por onde quer que passemos. Nosso alvo? A civilização em sua totalidade e o progresso humano! E isso SEM GARANTIA ALGUMA de que não caiam “inocentes” civis em meio a nossos atos terroristas.

Somos feras selvagens, delinquentes incivilizados, terroristas amorais e uma máfia de inimigos eternos de tudo o que é civilizado e a partir de agora publicamente DECLARAMOS GUERRA àqueles que sustentam a civilização e à seus cúmplices, e também apontamos as nossas armas contra toda e qualquer estrutura que garanta o sustento e a expansão do mundo cívico.

Jogos Olímpicos em nossa mira

Não por acaso SSS/ITS-Brasil deu as caras nesta data. É época de véspera dos Jogos Olímpicos Rio 2016, evento de grande movimentação cidadã nacional e internacional, um show com muito glamour em medida apropriada para manter repletas de lixo as mentes dos civis desta sociedade morta. Dia 5 o mundo se voltará mais uma vez a uma celebração à nível mundial que tem como falido slogan a frase “Um novo mundo”.

Caros cidadãos, temos o imenso prazer de dizer-lhes que se existe algum inferno ele se assemelha à atual realidade mundana e dizemos também que dias melhores não virão, não importa quantas doses de esperança tomem. É momento para a desgraça!

O lema dos jogos olímpicos menciona uma “busca” por algo diferente do inferno que as próprias mãos humanas forjaram. De modo hilário movimentos “revolucionários” também buscam “um novo mundo”. Esta frase é até mesmo o slogan da absurda alterglobalização que pregam diversos movimentos esquerdistas. Todos estão à procura do “mundo novo”, da “terra prometida”, da “Nova Canaã”, e isso até mesmo grande parte dos anarquistas. Seguem distintos caminhos, mas em rumo semelhante em busca de alguma “solução” ou “melhora”, entretanto todas as rotas levam ao mesmo precipício.

Afirmamos que NÃO há mudança possível que supere o abismo cívico que cheira à morte e nós eco-extremistas sabemos muito bem disso. Não há caminhos a se avançar, há passos a regressar. Não há nada que mudar neste mundo, há TUDO a se destruir. SSS/ITS-Brasil junto a ITS-México, Chile e Argentina também se coloca à cargo disso e implacavelmente põem em sua amoral e indiscriminada mira os Jogos Olímpicos Rio 2016. Somos e seremos inimigos eternos de toda a cidadania e de todo o civismo e este evento não passará despercebido por nossa frente. O espírito selvagem do Jaguar morto após ser USADO e DESCARTADO no evento de passagem da tocha olímpica no estado do Amazonas encarna em nós e clama por violentos ataques. Propagaremos o máximo terror sobre este evento cidadão hipócrita que simula uma ridícula paz e união no mundo como se tudo ao redor estivesse bem. Enquanto a Natureza Selvagem morre a civilização segue mais uma vez festejando dentro do mundo artificial que consome tudo o que é natural, e por isso para este festejo mundial deixaremos as nossas bombas!

Nossos bandos afins no Rio de Janeiro e São Paulo estão tão bem preparados quanto as dezenas de milhares de covardes mobilizados para fazerem a segurança pública dos Jogos e garantimos que nos estados na qual temos presença o evento não passará ileso sem que seja severamente atentado. Nós sabemos que brechas existem e elas serão devidamente utilizadas. Não somente as imperiais instalações olímpicas poderão ser alvos, mas objetivos imóveis/móveis aos arredores também poderão ser atacados. Não nos importamos com possíveis civis “inocentes” sendo mutilados ou mortos, afinal os cúmplices da civilização devem tombar junto a ela. Portanto, civis, se não quiserem ser alcançados por nossas explosões, permaneçam trancafiados à sete chaves no porão de suas casas. Turistas, se não quiserem ter o mesmo fim retornem às suas pútridas cidades. Vocês não são nem nunca serão bem recebidos, a não ser por nossos explosivos…

Vemos as estruturas olímpicas como uma profunda manifestação do urbanismo e da modernidade bem como da própria expansão da civilização. A Natureza Selvagem novamente foi apunhalada e desta vez para dar lugar às instalações dos jogos. A exemplo disso vemos o golpe civilizado ao pouco que resta de Mata Atlântica para a construção de um campo de golfe na Barra da Tijuca que servirá às Olimpíadas Rio 2016. Sem piedade alguma o fizeram e sem piedade alguma atacaremos os jogos. Este evento não é neutro e será multiplamente golpeado de modo selvagem. Aqueles que colaboraram/colaboram com ele, incluindo até mesmo civis, cairão! A enojada tocha olímpica carrega um simbolismo cínico que nos faz cuspir em sua representação. Ela traz a simbolização do Céu, das Montanhas e do Mar, aqueles mesmos que ironicamente o próprio avanço da civilização indiscriminadamente empurra ao abismo e a sociedade respalda! Os/as hipócritas envolvidos neste evento fazem jorrar cinismo perante ao mundo ao dizerem “defender” algo da Natureza com essa ridícula menção. A partir de agora mostraremos a eles o que é uma verdadeira defesa da Natureza Selvagem!

Com isso declaramos guerra a este destrutivo evento mundial desta sociedade morta que consome a Natureza Selvagem. A paz social será orgulhosamente rompida e mutilada.

E para dar início ao ataque selvagem, SSS/ITS-Brasil assume a responsabilidade pelo atentado em frente ao shopping Conjunto Nacional, realizado no centro da capital do Brasil, num movimentado setor e há poucos metros de uma das instalações que serão utilizadas nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ontem pela noite plantamos no local um explosivo de fragmentos com 3 quilos de pólvora negra num recipiente de panela de pressão e desaparecemos nas sombras. O artefato provocou uma forte explosão que logo espalhou terror entre os civis, seguranças e funcionários que ali se acercavam. De longe sob a escuridão tranquilamente observávamos enquanto o vento soprava levemente confrontando a cacofonia urbana… as luzes da cidade não conseguiam vencer o céu estrelado preenchido por um expressivo luar… e foi em meio a isso que um forte estrondo e uma bola de fogo nos fez sorrir. Atentamos numa zona militarizada e embaixo do nariz das “forças de segurança”. Embora a explosão não tenha ocorrido como esperávamos seguiremos aperfeiçoando nossas técnicas para causar a máxima destruição possível a cada nova ação.

Ah, Conjunto Nacional, edifício emblemático do setor comercial e um dos símbolos da destruição da Natureza Selvagem… Os shoppings são os estandes da civilização que vendem artificialidades para essa hipócrita sociedade morta, são um um aglomerado de distribuidores que oferecem lixos a essa apodrecida sociedade civilizada e a seus civis e tudo isso ao custo da destruição frenética da Natureza Selvagem. Ontem o CN seguia firme em seus assassinos negócios e hoje se vê abalado como a estrutura de um prédio atingida por um sismo de magnitude máxima. Desta vez o ataque ocorreu fora do prédio, amanhã poderá ser em seu interior…

Declaramos que é apenas o começo da guerra eco-extremista contra a civilização e o progresso humano no “Brasil”. Todas as estruturas e indivíduos que garantem o sustento e a expansão da sociedade tecno-industrial e consequentemente a destruição da Natureza Selvagem agora convertem-se em alvos nossos.

As estruturas civilizadas voarão pelos ares como pássaros selvagens e arderão em chamas até alcançarem as cinzas e aqueles que promovem a destruição do Natural pagarão com sangue por suas ações, sangue este oferecido ritualisticamente à própria indômita Natureza assim como de forma grandiosa fez ITS-México ao assassinar a um trabalhador da UNAM, instituição incubadora de progressistas.

As únicas leis que reconhecemos são as leis da Natureza Selvagem. Esta é uma guerra de vida ou morte e a travaremos até as mais extremas consequências. Causaremos atos de terror e destruição enquanto estivermos de pé e isso será até a nossa morte ou a de todos os nossos inimigos.

Nós somos os produtos mais repugnantes que esta civilização podre já há criado. Habitamos as sombras, enojamos a cidadania, cuspimos no civismo e vandalizamos a onde quer que passemos. Desprezamos o trabalho, odiamos as escolas e incendiamos as universidades. Somos iconoclastas hereges inimigos supremos de Cristo e adoradores do paganismo, os que incendeiam igrejas com padres, pastores e até mesmo fiéis dentro, niilistas amorais apologistas da violência e do crime, os que escolheram a química ao invés das leis para dar seguimento à confecção de explosivos que dilaceram corpos e destroem estruturas, asquerosos delinquentes sem compromissos com a vida civilizada e que estão contra o futuro e contra tudo o que é o progresso humano, nós somos aqueles que não temem pelo amanhã e que escolheram o hoje e o agora para desferir os seus golpes… assim elegemos e sem nenhum passo atrás assim será…

Finalizamos o primeiro comunicado da Sociedade Secreta Silvestre (décimo primeiro de Individualistas Tendendo ao Selvagem) com o seguinte recorte que faz parte da publicação eco-extremista “Ishi e a Guerra Contra a Civilização“, e que possui sua versão em português:

“O eco-extremismo não terá fim, porque é o ataque selvagem, o “desastre natural”, o desejo de deixar que o incêndio arda, dançando em torno dele. O anarquista recua e o esquerdista se espanta, porque sabem que não podem derrotá-lo. Continuará, e consumirá tudo. Serão queimadas as utopias e os sonhos do futuro civilizado, restando apenas a Natureza em seu lugar.”

Sejamos perigosos…

Com ITS-México, Chile, Argentina e outros cantos do mundo, adiante máfia de eco-extremistas!

Cumplicidade com grupos Terroristas Niilistas na Itália que esfacelam a paz social! Adiante Clã Terrorista Niilista Cenaze, Seita Niilista Momento Mori e afins!

Saudações à convicta CCF que incendiou a Grécia!

Avante grupos eco-anarquistas e niilistas que espalham o terror pelo Chile!

Saudações ao Grupo de Hostilidades Contra a Dominação que também está em guerra nestas terras!

ADIANTE COM FOGO, BALAS E BOMBAS PELO SELVAGEM E CONTRA A CIVILIZAÇÃO E CONTRA TUDO O QUE É CIVILIZADO!

PELA DEFESA EXTREMISTA DA NATUREZA SELVAGEM!

ATÉ A TUA MORTE OU A MINHA!

(es-en) “Individualidades antisociales por la caída de la civilización” abandonan bomba falsa

Comunicado reivindicativo de las “Individualidades antisociales por la caída de la civilización, Grupúsculo Espíritus del bosque. Tomando la responsabilidad del abandono de una bomba falsa en club nocturno en Torreón Coahuila, México. Ataque Egoísta y  Salvaje, en guerra contra a civilización.

¡Larga vida a los individualistas que atacan la sociedad civilizada!

¡Animo eco-extremistas, eco-anarquistas y nihilistas terroristas!


Luz artificial, luz de muerte

Su luz opaca la belleza de las estrellas, siguen las nefastas risas artificiales invadiendo la incertidumbre de la noche. No-vivos, danzan por los ríos de concreto sintiéndose tan libres, sintiéndose los amos y señores de todo lo que no comprenden. Inmersos en una existencia basada en actividades superfluas, siguen como corderos aquello que es normal para la civilización; trabajar, beber, dormir, trabajar, beber, dormir, así hasta la muerte. Para nosotros, esos no-vivos, son cómplices del avance de la civilización tecno-industrial y su tan venerado progreso, al estar inmersos en su rutina. Una felicidad ficticia y sedada ¿a costa de qué? ¿Quién está pagando el avance de la vida civilizada?, la respuesta es más que clara; La Naturaleza Salvaje. Mientras los gases tóxicos de los autos envenenan el aire, ellos beben hasta perder la conciencia, como si nada pasara, como si los daños irreparables hacia la Tierra, fueran sólo cosa de cuentos y películas.

El ecocidio avanza a una velocidad de pesadilla, esta vez va disfrazado de humanismo y progreso. El teatro del progreso en el que todos quieren ser el protagonista ha iniciado. Éxito y progreso van de la mano y todos los no-vivos quieren ir acompañados de ambos. Para ellos su éxito se basa en la acumulación de objetos (inertes, a los que la civilización les asigna un valor), ven a un ser humano, sea masculino o femenino como sólo un cuerpo para complacer su deseo sexual, para complacer la práctica y pensamientos fecundados por esta civilización hipersexualizada. ¿Enserio no-vivos? ¿Tan interesante es charlar sobre marca de bebidas alcohólicas? Su mundo, sus vidas, se basan en que club nocturno se emborracharán el siguiente fin de semana. ¿A eso le llaman vida?

Nuestro pesimismo, el pesimismo que crece cada día más dentro de nosotros. No esperamos que nada cambie, no tenemos la falsa y ridícula esperanza de que el humano logre cambiar su pensamiento y su actuar en pos de salvar a La Naturaleza Salvaje, siendo el mismo humano su único destructor. ¿Todo está perdido? Sí. Sólo La Naturaleza Salvaje podrá rendir cuentas, de todo el daño que ha sufrido.  ¿Entonces por qué actúan? se preguntarán. Actuamos porque somos individualidades egoístas, que desean mantener sus instintos salvajes, atacar todo aquello que resulte ajeno a nosotros, la civilización no logrará arrancarnos el salvajismo de nuestros antiguos. Ellos en su momento defendieron con su vida sus costumbres y el entorno salvaje en el que vivían, nosotros seguiremos con esa guerra, aunque la guerra contra la civilización este ya perdida. A vivir y morir como salvajes, individualistas y egoístas.

Como ya lo mencionamos para nosotros todo está perdido, aun así, nuestro latir indómito no nos permite ser no-vivos. Es por eso que el día 22 de julio del 2016 (según el calendario gregoriano) arropados por la luz natural del sol, creamos tensión. Abandonando un artefacto de apariencia sospechosa a las afueras de un club nocturno de nombre “JINX” ubicado en Torreón Coahuila, México, esto porque consideramos a los bares y clubes nocturnos, como fenómenos ajenos que corrompen la belleza natural de la noche. Es gracioso como unas simples latas enrolladas con algunos cables despertaran semejante movilización de las fuerzas del orden, tanta fue la ineptitud de los policías municipales y estatales, que se vieron obligados a llamar a un equipo especial antibombas de la SEDENA. Esto sólo nos da motivos para burlarnos. ¡Gran preparación de las fuerzas del orden! (si como no). El artefacto fue encontrado por los empleados del club nocturno, alrededor del mediodía, la idea principal era; que fuera encontrado por la noche, en el horario donde el club recibe a todos los no-vivos sedientos de diversión. Por ahora disfrutamos de la tensión creada en las autoridades y en los transeúntes que pasaban por el lugar.

“!Axkan kema, tehuatl, nehuatl!”, fue el mensaje que se podía leer en un pedazo de hoja junto con el artefacto, la prensa local dijo que se trataba de un mensaje de amor, efectivamente un mensaje de amor a La Naturaleza Salvaje, y un mensaje de odio a la civilización. El próximo paquete no será “una broma de mal gusto”.

¡Por la defensa extrema de La naturaleza salvaje!

¡Por mantener vivos nuestros instintos salvajes!

¡Larga vida a los anarquistas anti civilización, eco extremistas y nihilistas terroristas!

¡Muerte a la civilización y sus lacayos!

Abrazo cómplice a Tamara Farías, salvaje individualista que no titubeo en meter una bala en la cabeza de un guardia bancario.

¡Axkan kema, tehuatl, nehuatl!

¡Hasta tu muerte o la mía!

– Individualidades antisociales por la caída de la civilización –Grupúsculo Espíritus del bosque


“Antisocial Individualities for the fall of civilization” abandon a false bomb

Artificial light, light of death

In the opaque light, the beauty of the stars, the nefarious artificial laughter invades the uncertainty of the night. The non-living dance on the rivers of concrete feeling so free, feeling to be masters and lords of all that they don’t understand. Immersed in an existence based on superfluous activities, they follow along like lambs with all that is normal for civilization: work, drink, sleep, work, drink, sleep, all the way until death. For us, these non-living are accomplices in the advancement of techno-industrial society and its venerated progress, being immersed in its routine. A sedate and fictitious happiness, but at what cost? The answer is all too clear: Wild Nature. While toxic gases from cars poison our air, they drink to the point of losing consciousness, as if nothing were happening, as if the irreparable damages to the Earth were things that only existed in stories or in the movies.

Ecocide advances at a nightmarish pace, this time dressed up as humanism and progress. The theater of progress in which all want to be the protagonist has begun. Success and progress go hand in hand, and all of the non-living want to be accompanied by both. For them success is based on the accumulation of objects (inert ones, the ones which civilization values). They see another human being, either male or female, as only a body to use to pleasure themselves sexually; and to take pleasure in the practice and thoughts fostered by this hyper-sexualized civilization. Really, non-living ones? It’s so interesting to talk about various brands of alcoholic drinks? Their world, their lives, are based on the night club in which they get drunk next weekend. And this is what they call life?

Our pessimism, the pessimism that grows by the day within us. We aren’t expecting anything to change. We don’t have false and ridiculous hope that the human changes his thinking and actions in order to save Wild Nature, since the same human is its only destroyer. Is all lost? Yes. Only Wild Nature can give account for all that she has suffered. So why do you act then? We act since we are egoist individualities who want to maintain our wild instincts and attack all that is alien to us. Civilization will not take from us the savagery of our ancestors. They in their time defended their customs and the environment in which they lived with their lives. We will continue that war, even if the war against civilization has been lost. To live and to die like savages, individualists and egoists.

As we mentioned, for us all is lost, even so, our untamed heartbeat does not permit us to be among the non-living. That’s why on July 22nd, 2016 (according to the Gregorian calendar), clothed with the natural light of the sun, we created tension. We abandoned a device of suspicious appearance outside of a nightclub named “JINX” located in Torreón, Coahuila, México. The reason for this location is that we consider bars and night clubs to be alien phenomena that corrupt the natural beauty of the night. It’s funny how some simple cans wrapped up in some cables can mobilize so many among the forces of order. Such was the ineptitude of the municipal and state police that they were obligated to call an anti-bomb squad of the SEDENA. This gives us significant cause to mock them. What great preparedness of the forces of order! (of course) The device was found by the employees of the night club around noon.

The intention was for it to be found at night, the time when the club receives all of the non-living thirsty for diversion. For now we are enjoying the tension it caused among the authorities and the passersby.

“Axkan kema, tehuatl, nehuatl!” was the message that could be read on the piece of paper bound to the device. The local press said that it was a love letter, and that is correct: it was a love letter to Wild Nature, and a threatening letter against civilization. The next package will not just be a “joke in bad taste.”

For the extreme defense of Wild Nature!

To keep alive our savage instincts!

Long life to the anti-civilization anarchists, eco-extremists, and nihilist terrorists!

Death to civilization and its lackeys!

An accomplice embrace to Tamara Farías, savage individualist who did not hesitate to put a bullet in the head of a bank security guard!

Axkan kema, tehuatl, nehuatl!”

Until your death or mine!

-Antisocial Individualities for the fall of civilization

Eco-extremismo, la nueva cara del terror en México

Desde la prensa mexicana.

8 de julio.

“Los pensamientos surgidos en un momento de terror tienen el misterio y los ojos petrificados de los iconos bizantinos”
-E.M. Cioran, El ocaso del pensamiento

El 11 de septiembre del 2001 nuestra perspectiva del mundo cambió mientras las torres del World Trade Center, ubicadas en el corazón de Manhattan, Nueva York, caían a pedazos después de haber sido impactadas dos aviones comerciales secuestrados por integrantes del grupo yihadista Al Qaeda, mientras que en un acto similar el edificio del Pentágono resultaba gravemente dañado.

A partir de ese momento, extremismo o “terrorismo” dejo de ser sólo una palabra y se convirtió en una sombra siniestra dispuesta a atacar en el momento menos esperado, causando el mayor daño posible y dejando a la sociedad sumida en el caos. Sin embargo, lo más preocupante es la frecuencia con lo que estos ataques se están llevando a cabo pues condicionan al imaginario colectivo y lo sumen en un estado de paranoia, simplemente en lo que va del año pueden contabilizarse más de una treintena, entre los que destacan los ocurridos en París, Bruselas y Orlando, pero sin contar los hechos que casi a diario se llevan a cabo en Oriente Medio.

El Eco-extremismo

Menos visibles y comentados han sido los actos de extremismo cometidos a últimas fechas en México por un grupo radical conocido como “Individualistas tendiendo a lo salvaje” que buscan desequilibrar el desarrollo tecnológico de la sociedad mediante ataques bien planeados a los pilares de este crecimiento como lo son los centros educativos y científicos. Los llamados “eco-extremistas” argumentan que están “en contra del progreso humano, el cual corrompe y degrada todo lo bello que hay en este mundo”.

Este grupo, que también tiene presencia en Argentina y Chile, señalan que no reconocen ninguna autoridad más que la de la “Naturaleza Salvaje”, en sus propias palabras: “matamos porque rechazamos cualquier moral que nos quieran imponer, porque no lo consideramos ni “malo” ni “bueno”, sino como una respuesta desde nuestra individualidad a toda la destrucción que genera el progreso humano”.

No es un grupo nuevo, viene operando desde el 2011 y de hecho, ha ido multiplicándose en distintas células que tienen presencia en el centro del país, los métodos van desde las cartas bombas hasta el ataque frontal, se han adjudicado al menos media docena de estos actos en lo que va del año, siendo el más reciente el asesinato del jefe de servicios de la facultad de Química, José Jaime Barrera Moreno, a quien el pasado lunes 27 de junio fue encontrado muerto por una herida en el pecho provocada por un arma punzocortante, pero no es el primero y aseguran que no será el último.

En una entrevista concedida a Ciro Gómez Leyva en Radio Fórmula, fechada el 1 de julio de 2016, dieron a conocer que fueron los responsables de 8 ataques realizados durante el mes de abril, mismos que no tuvieron cobertura mediática a pesar de haber sido concretados tal y como lo tenían planeado.

En ese mismo ejercicio periodístico dieron a conocer que a pesar de los ataques y asesinados perpetrados en México no han detenido a ningún integrante del grupo lo cual se debe, a que en sus propias palabras, las instituciones de seguridad del país son “una BURLA”.

Sin embargo, a pesar de ser un grupo activo en constante expansión aseguran que su única finalidad es la destrucción pues nos encontramos en un punto en que ningún cambio y ninguna revolución serán suficientes para llevar a cabo un cambio social, pues todo esta corrompido de manera irreversible. En este sentido, también señalan que no apuestan por “la caída de la civilización, ni tenemos como finalidad la destrucción de esta”, lo que algunos podrían ver como una contradicción pero en el aspecto más básico de la existencia, en la Naturaleza Salvaje, es lo que sucede cuando un animal herido se encuentra arrinconado, ataca hasta que ya no pueda más, los “eco-extremistas son como las abejas, las cuales entierran su aguijón para herir a su oponente  (la civilización) dando pelea sabiendo que morirán en el intento, ya que está claro que en esta guerra no saldremos victoriosos.”

El mundo está cambiando ante nuestros ojos y la mayor parte de esos cambios están basados en el terror nacido del sistema en que nos encontramos inmersos, por lo que la información podría significar la diferencia, no se trata de saberlo todo sino de ser conscientes de dichos cambios para fluir en consecuencia, ya sea para reencontrarnos como sujetos sociales o para seguir destruyéndonos.

Uma guerra sem baixas civis: uma defesa eco-extremista da violência indiscriminada

Traducción al portugués del texto de Chahat-Ima, en el que hace un defensa del ataque indiscriminado.

Traducido por “Anhangá”


Sendo um propagandista eco-extremista, percebo as reações dos leitores anarquistas e esquerdistas ao ler sobre as ações de ITS e outros grupos eco-extremistas. A primeira reação geralmente é de repulsão. Como pode ser que os eco-extremistas executem atentados contra as pessoas e a propriedade, como incendiar ônibus ou enviar pacotes-bombas que podem causar danos a “civis inocentes”? E se uma criança estiver perto do explosivo? Ou se a secretária do cientista, também uma mãe e uma esposa, abre o pacote e morre ao invés do cientista? De onde vem esta obsessão com a violência niilista onde inocentes são mortos? Isso não ajuda a “causa” pela destruição da civilização? Não é um sinal de que os eco-extremistas estão mentalmente perturbados, talvez irritados com seus pais, precisam tomar seus medicamentos, são uns excluídos, etc.?

Em realidade, a oposição dos esquerdistas, anarquistas, anarco-primitivistas, e vários outros tipos de pessoas que se opõem à violência eco-extremista, é hipócrita, é hipocrisia à nível de que Nietzsche e qualquer outro pensador adepto poderia refutar. Posto que a civilização, assim como qualquer ideologia, se baseia na violência indiscriminada, e no esforço de esconder esta violência à luz do dia.

Vamos fazer os cálculos: a oposição à violência eco-extremista pode ser considerada desde o ponto de vista da regra de ouro cristã: “trate os demais como você gostaria que fosse tratado”, “você não iria gostar que alguém explodisse uma bomba no ônibus em que estivesse viajando”, “você não quer perder os dedos em uma explosão, ou que alguém dê tiros em sua cabeça quando você apenas está trabalhando para triunfar”, “todos temos o direito de trabalharmos e ganhar a vida honestamente”, certo? Mas a probabilidade de estar próximo a uma explosão eco-extremista é mínima, você tem mais probabilidade de ganhar na loteria. Em comparação, a probabilidade de morrer em um acidente de carro é muito mais alta, e a probabilidade de morrer por uma doença causada por comer comida processada, como câncer ou cardiopatia, é ainda mais alta. Costumam dizer, em último caso, alguém morreu de “causas naturais”, mas, por outro lado, se alguém morre em um ataque — “baixa civil” — na guerra eco-extremista é uma tragédia. Isso é um absurdo.

Claro, uma condenação da violência eco-extremista neste caso, é uma aprovação tácita da violência do Estado ou da civilização. Para o liberal burguês, “a violência terrorista” é horrível, uma vez que somente o Estado pode determinar quem deve perder a vida (por exemplo: se alguém vive no Iêmen ou Afeganistão teria mais a temer do que apenas acidentes de carros, pois há “drones” que lançam morte diariamente, porém não há nenhum inconveniente porque tudo foi aprovado pela democracia yanqui). Por outro lado, parece que a esquerda e os anarquistas tem mais direto a criticar a violência, posto que se opõem ao Estado e ao capitalismo. De qualquer forma ainda inventam fantasias onde tomam o poder e executam aos parasitas ricos que foram julgados e sentenciados à morte em suas reuniões, e os matam de maneira cruel e sem piedade, não considerando que os burgueses também são pais, filhos, cônjuges, etc. E obviamente, a violência na dita Revolução será a menor possível, uma vez que, poucos inocentes morreram desnecessariamente em uma revolta popular.

Colidimos com a Grande Ilusão da Civilização, que nos obriga a nos preocupar com pessoas que nunca vamos conhecer, a ter empatia com o cidadão abstrato, o companheiro, e um filho de Deus. Devemos nos preocupar vendo um ônibus queimado, ou um escritório destruído, ou os vestígios de um artefato explosivo deixado do lado de fora de um ministério do governo. Nós somos obrigados a nos perguntar coisas como: o que aconteceria se minha filha estivesse em frente a este edifício? E se minha mulher estivesse neste escritório? Se eu fosse este cientista morto e coberto de sangue no estacionamento? Bom, se assim fosse, o que mudaria? Mas, na realidade, você não estava ali, então, porque está fazendo este filme?

Não é esta a grande narrativa da civilização, que todos nós estamos envolvidos nesta questão? É mentira, porque não estamos. Você é um elo a mais na cadeia, e se a Grande Máquina da civilização escolhe te rejeitar, você será jogado ao lixo. Você não tem nenhuma agenda pessoal, a moralidade é uma ilusão. Somente cobre a violência e morte necessária para produzir a comida que você come e a roupa que veste. É perfeitamente aceitável que numerosos animais morram, que queimem os bosques, que pavimentem os campos, que milhões sejam feitos escravos em fábricas, que sejam erguidos monumentos para as pessoas que destruíram o mundo dos selvagens, que sacrifiquem os sonhos e a sanidade mental dos que vivem hoje para obter um “amanhã melhor”, mas pela amor de Deus, não deixem uma bomba em frente a um ministério do governo, isso não aguentamos!

Aqui te apresento a chave para tua libertação: você não deve nada à sociedade, e não tem que fazer o que te pedem. Essas pessoas que são assassinadas no outro lado do mundo não se preocupam com você, e nunca se preocuparão. Você é uma pessoa a mais nos números de Dunbar: será uma notícia no jornal e será esquecido. Se identificar com a morte de um cidadão ou um “filho de Deus” a milhares de quilômetros de você, é a maneira em que a sociedade te manipula para que faça o que te é ordenado: é uma ferramenta para tua domesticação e nada mais.

O poeta estadunidense Robinson Jeffers escreveu que, a crueldade é algo muito natural, mas o homem civilizado acredita que é contrária à natureza. Os europeus observaram que alguns grupos indígenas do norte da Alta Califórnia, eram os mais pacíficos e ao mesmo tempo os mais violentos: pacíficos porque não tiveram guerras organizadas, violentos porque usaram a violência para solucionar problemas interpessoais. Os que se opõem com mais fervor à violência eco-extremista, estão defendendo o direito exclusivo do Estado e a civilização de determinar quais, entre os seres humanos, devem viver ou morrer. As pessoas com esta atitude são propriedade exclusiva do Estado, então como se atrevem os eco-extremistas, a desafiar este direito absoluto que existe há mais de dez mil anos, as leis que determinam a vida e a morte?

Termino este discurso com duas citações (apócrifos?) de Joseph Stalin, a primeira é: ” não se pode fazer omelete sem quebrar alguns ovos”. Os que se opõem ao eco-extremismo dirão que estamos sacrificando a vida de inocentes para estabelecer nosso Paraíso na terra. Qualquer pessoa com a mínima inteligência para ler um pouco, perceberá que isso é uma mentira. O eco-extremismo não busca quebrar alguns ovos para fazer um omelete, pelo contrário, ele quer destruir a caixa inteira, e se alguns ovos se quebrem neste acontecimento, de qualquer forma, quantos ovos são quebrados em uma propriedade industrial a cada dia?

A segunda citação é: “uma única morte é uma tragédia, um milhão de mortes é uma estatística”. Não é esta a lógica da civilização, do esquerdista e do anarquista? Pretendem ignorar que o mundo está sendo destruído pela civilização, se perturbam um pouco pelos selvagens que morreram defendendo a terra de seus ancestrais, fazem um videogame em sua imaginação onde estrangulam os capitalistas dormindo em suas camas, mas se veem um ônibus queimado ou um laboratório destruído, gritam, “Meu Deus, que barbaridade!”.

Talvez você acredite que estes atos são poucos efetivos, talvez acredite que são atos de sociopatas, ou o que quer que seja. Não queremos mudar o mundo, preferimos vê-lo consumido em chamas. E se você não vê a destruição da Terra, dos rios, montanhas, florestas e oceanos, esta é a verdadeira loucura, não podemos te ajudar, e não queremos te ajudar. Apenas se agache quando ver-nos chegar.

Dialogo entre un “Eco-extremista” y un “Salvajista”

Enviado al mail.

1 Introducción

MictlanTepetli* es un propagandista de la tendencia del Eco-extremismo de la zona de Zacatecas, él mantuvo una interesante conversación con uno de los representantes de la tendencia Salvajista de los Estados Unidos.

En la conversación se abordan temas como el ataque indiscriminado y el terrorismo, el paganismo y el individualismo, la reacción y el trillado tema sobre la revolución.

Este intercambio de ideas, críticas y discusiones al parecer han hecho que los salvajistas cambien algunos postulados y han orillado a que se replanteen estrategias como la “revolución” (así lo marca en su texto “Revisiting Revolution”).

De cualquier forma, la discusión es rica en opiniones y experiencias, siendo un aporte de vital importancia para el desarrollo de la tendencia terroristica eco-extremista.

Discusión en inglés:

http://wildism.org/hg/article/dialogue-on-wildism-and-eco-extremism/

*El sobrenombre proviene de dos palabras en náhuatl, “Mictlan” que era considerado el inframundo mesoamericano y “Tepetl” o “Tepetli” que significa montaña, junto significa “Montaña del Inframundo”, haciendo alusión a las montañas escarpadas que eran resguardo de los teochichimecas durante sus guerras contra los españoles, y que los invasores católicos consideraban que ahí habitaban los demonios y el propio diablo.

John Jacobi

Por tres razones, he decidido participar en este debate con un simpatizante de Individualistas Tendiendo a lo Salvaje (ITS), y sus posiciones de lo que ellos llaman “eco-extremismo”.
En primer lugar, espero obtener un mejor entendimiento de ITS desde alguien que está más familiarizado que yo con los hechos que se desenvuelven en México. También, obviamente, tiene una mejor comprensión de sus comunicados, puesto que yo no puedo leer sus textos en idioma español con mucha facilidad.
En segundo lugar, espero aclarar mis propias posiciones en relación con ITS. Esto es especialmente importante, porque ellos y sus simpatizantes han utilizado gran parte de la misma lengua, ideas y referencias que el Instituto Salvajista (Institute Wildist). De hecho, uno de los nuestros antiguos colaboradores, Último Reducto, ahora se conoce que tuvo una gran influencia ideológica en el grupo ITS, así como Ted Kaczynski. (Ni UR ni Kaczynski apoyan a ITS). Es importante, entonces, para revelar las opiniones divergentes, especialmente en cuanto a la estrategia, a través de esta discusión con MictlanTepetli. Por supuesto, MictlanTepetli sólo puede representarse a sí mismo y representar  lo que él piensa, por obvias razones de carácter legar que tendría con comunicarse con un miembro real de ITS, esta es la mejor opción disponible. Además, no parece que las opiniones de MictlanTepetli difieran mucho de las de ITS, esto de acuerdo con algunos socios salvajistas que hablan español.
En tercer y último lugar, espero criticar lo que me parecen ser posiciones peligrosas, inútiles o sin sentido dentro de la ideología eco-extremista. Esto es especialmente importante porque los grupos de ITS continúan creciendo, y muchos otros que no son terroristas han empezado a defender la tendencia. Esto no es del todo un problema, ya que las creencias de ITS y las de los eco-extremistas no están lejos de la realidad, al menos para algunas de sus células más inteligentes que emiten comunicados. Sin embargo, soy escéptico o simplemente no puede apoyar cinco elementos de su ideología: (1) el individualismo, tal vez; (2) su postura acerca de la revolución; (3) su postura sobre la violencia indiscriminada; (4) su postura sobre el terrorismo; (5) y su posición sobre su comprensión científica y/o su “paganismo”.

En cuanto a la primera, necesito una aclaración antes de poder rechazarla o aceptarla. Si por el “individualismo” se refieren al egoísmo filosófico y sus conclusiones lógicas, entonces yo apoyo la idea. Además, si por el “individualismo” ellos entienden simplemente que significa el refiere en primer lugar a ellos y sus cercanos, y por lo tanto no son colectivistas en el sentido humanista, entonces yo también apoyo la idea. Pero si por “individualismo” quieren decir que no pueden nunca subordinarse a un grupo más grande con la posibilidad de realizar una acción más eficaz, entonces, casi en todos los casos rechazo esa posición, y no creo que sea incompatible con el nihilismo egoísta.

Con respecto a la revolución, creo que el término “revolución” ha sido la fuente de mucha confusión, y creo que sería mejor para los individuos que se han deshecho de esta idea, que se asocien con la palabra por completo. Muy simple, la pregunta es si las condiciones son tales que (1) un movimiento anti-industrial puede formarse; (2) un movimiento anti-industrial puede ayudar significativamente el colapso de la industria. Creo que esto es posible, y deseable, si es posible. Por lo tanto, yo defiendo el término “revolución”, aunque tiendo a caracterizarla como una “reacción”, ya que es anti-progresista. Voy a explicar más sobre esta posición a detalle más adelante.

En cuanto a su postura sobre la violencia indiscriminada, creo que es aborrecible y no estratégica. Y en cuanto a su postura sobre el terrorismo, pienso que en su mayoría es no estratégica, y, cuando se utiliza la violencia indiscriminada, creo que se aborrecible. Hay una excepción a cada uno de éstos. En primer lugar, creo que es prudente tomar el poder de la palabra “terrorista“, que el estado trata de fijar en cualquier grupo rebelde en la actualidad. Por lo tanto, cuando digo que no abogo por el terrorismo, quiero decir una cosa muy en específico que ITS está haciendo, y que explicaré más adelante. En principio no me importa si los eco-extremistas aceptan la etiqueta de “terrorista”, como una manera de reiterar su poder; Yo, sin embargo, dudo de la eficacia de la medida. En segundo lugar, parece que ITS y los eco-extremistas  pueden tener un significado en particular con “violencia indiscriminada”. Al menos por lo que yo puedo decir de mi limitada comprensión, parece como que no están abogando por bombardear a civiles. Parece en cambio que ellos están diciendo, que una vez que han decidido sobre un objetivo, no se preocupan por quien se interponga en su camino — que tienen que ejecutar el ataque, determinados, y considerando las víctimas que en esa instancia dificultarían su capacidad de hacer el acto. Mientras sigo siendo ambivalente acerca de tales cosas, es evidente que esto no es pura y simple locura, al igual que no es una locura para los militares ejecutar sus ataques con determinación  mientras se encuentran en una zona de guerra. Si esto es lo que significa para la mayoría de los eco-extremistas, entonces estoy preocupado por los medios inadecuados de expresarlo. Por supuesto, eso es su problema, pero voy a aclarar lo que significa en este debate, porque no estoy asociado con sus medios de expresión imprudentes.

En cuanto a su postura sobre el “paganismo“, sólo puedo decir que no lo entiendo del todo. Parece como un juego, y claramente no es la forma más eficaz para ir sobre la consecución de un objetivo político. Si los eco-extremistas son realmente paganos en el sentido literal, con visiones del mundo cosmológicas paganas, entonces, sinceramente dudo que van a ser eficaces para arremeter contra el sistema industrial O la conservación de la naturaleza y la resalvajización, dos cosas que dicen por las que se preocupan. Si ellos están dificultando su capacidad de defender las cosas que valoran, entonces por supuesto que es razonable preguntarse si en realidad ellos las valoran.

En contraste con ITS y los eco-extremistas, yo y los salvajistas tenemos tres elementos básicos de nuestra ideología: (1) una visión científica del mundo; (2) la crítica del progreso; (3) el imperativo de RESALVAJIZACIÓN. Este último viene con algunas ideas acerca de una reacción anti-industrial. En resumen, creemos que es posible participar en una resalvajización inmediata que construya al mismo tiempo un movimiento capaz de perturbar la industria sin posibilidad de su reparación, si tal cosa es posible. También creemos que por esto vale la pena participar en la industria, incluso si sólo se colapsa en una localidad específica, y no creemos que un movimiento sea inservible si no perturba la industria a nivel mundial. Voy a explicar las razones de esto en mi discusión con MictlanTepetli sobre revolución.

Gracias a MictlanTepetli por participar en este debate; Gracias a Chahta-Ima para traducir y facilitar la comunicación; y gracias a los lectores que sugirieron que era importante aclarar las diferencias entre salvajistas y eco-extremistas.

MictlanTepetli

He decidido mantener una conversación con John Jacobi por la razón principal de difundir y aclarar algunos puntos inquietantes para algunas personas, referente al Eco-extremismo.

Jacobi pertenece al proyecto autodenominado “Wildist” que en español, se puede traducir como “Salvajistas”, este proyecto no es muy conocido en los países castellanohablantes (pues la mayoría de sus textos están en inglés y no están traducidos al español), por lo que ésta es otra de las razones que tengo para mantener esta discusión.

Tras el texto apertura del Salvajista Jabobi, esto es lo que tengo que decir.

El Eco-extremismo se entiende como una tendencia violenta defendida por individualistas que, han dejado atrás las acostumbradas ataduras provenientes de las ideologías “anti-civilización”, “primitivistas”, “eco-anarquistas”, etc. Esta tendencia es contraria a los códigos morales de la sociedad moderna y defiende de manera extrema la Naturaleza Salvaje, entendida como cualquier entorno natural (en peligro o no), así como también engloba las raíces más primitivas del ser, las cuales se resisten a ser domesticadas.

Se opone enérgicamente y rechaza la modernidad, el progreso humano, la civilización en su conjunto, las ciencias avanzadas, etc.

El Eco-extremismo es una práctica más que una teoría, es mucho más que un montón de palabras detenidas en el discurso, palabras paraliticas y faltas de movimiento que se mosquean por la inmovilidad característica de las corrientes “eco-modernistas”.

Los eco-extremistas se valen del terrorismo para difundir sus ideas, del sabotaje para poner en práctica el reflejo de los pensamientos críticos hacia la civilización, hacia el sistema tecnológico, su ciencia, sus valores y su progreso. Se valen del ataque organizado y/o coordinado para dejar en claro su rechazo total hacia el modo de la vida civilizada.

El eco-extremista atenta con actos porque ha puesto los pies en la tierra, y se ha dado cuenta que aún tiene la herencia guerrera de sus antepasados corriendo por sus venas. Sus antepasados fueron salvajes que con arco, flecha y con su conocimiento milenario de interrelación  con la Tierra, dieron verdaderos problemas a las civilizaciones mesoamericanas y occidentales, ambas non gratas en los territorios en donde deambulaban estos dignos cazadores-recolectores nómadas.

El individualista que reivindica el eco-extremismo ve necesario y está deseoso de ver esta civilización arder como lo vieron los antiguos guerreros en sus feroces victorias contra el enemigo invasor, por eso sus ataques tienen una continuidad y son indiscriminados, en sus atentados no distinguen entre blancos o negros, mujeres u hombres, porque para el eco-extremista todos son seres hiper-civilizados que tienden al progreso y que de una u otra forma contribuyen a la devastación de la Naturaleza Salvaje, a la perdida de la aquellas raíces y características que nos distinguían cuando nos desenvolvíamos como un animal más de los bosques, desiertos, costas y/o selvas.

Jacobi me ha propuesto una conversa en donde se tratarán temas como, el individualismo, la “revolución”, violencia indiscriminada, terrorismo y paganismo, comencemos pues a desmenuzar tales tópicos:

-Individualismo: Los eco-extremistas y los que defendemos dicha tendencia somos individualistas, porque rechazamos el colectivismo humanista que tanto defiende la sociedad de masas, porque  comprendemos desde una perspectiva objetiva que somos dueños y responsables de nuestra propia vida y de nuestros actos. Porque no estamos dispuestos a que gente ajena nos maneje a su antojo, intentando domesticarnos.

Como individualistas comprendemos que somos seres sociales, y no desestimamos unirnos con otros individualistas para poder avanzar dentro de nuestros objetivos concretos.

Todo esto dentro de los parámetros del egoísmo filosófico, defendido tanto por los primeros nihilistas de la región rusa del siglo XIX, y desenterrado de los panteones de la historia por el Eco-extremismo.

-“Revolución”: Los eco-extremistas rechazamos la idea de una “revolución” pues está siempre tiende a deformarse y siempre ha ayudado a mantener la idea del progreso humano moderno.

El concepto lo han tomado un sinfín de “causas” y/o doctrinas políticas como un fin dentro de sus postulados ideológicos. La “revolución” es una prostituta que se vende al mejor postor, que puede ser usada por “amigos” o “enemigos”, es un fantasma manoseado que se posa sobre las bocas y las plumas de los intelectuales o militantes de tal o cual lucha y que, sin lugar a dudas, se presta a bastantes malentendidos y tergiversaciones, es por eso que los eco-extremistas no buscan, ni se esfuerzan, ni le interesa una “revolución”.

El eco-extremismo ha rechazado el término y la “revolución” como un fin o como un medio dentro de nuestra postura, porque dejamos de ser utópicos y dejamos de soñar con un “mejor mañana”.

Lo que los eco-extremistas utilizan son las reacciones, ellos atentan y escriben sobre sobre temas controvertidos, posicionándose de una manera incomoda y políticamente incorrecta, para generar reacciones, las cuales o pueden causar rechazo en la mayoría de aquellos que leen sus comunicados o pueden causar simpatías en los pocos que lo entienden.

El eco-extremismo más que querer dar un salto cuantitativo, se esfuerza por la calidad, no le importa agradarle a las masas, no le interesa quedar bien ante los “revolucionarios”, no se esfuerza por aparentar una cosa que no es.

Los actos y palabras de los grupos eco-extremistas, suelen ser directas con bastantes tintes del realismo  pesimista que impera hoy en día.

Respecto a lo del “movimiento anti-industrial”, quisiera preguntar a Jacobi, ¿Cuáles son los términos que hay que seguir para el levantamiento de ese movimiento? ¿Eres capaz de asegurar que funcionará según esos términos? ¿Por qué los estadounidenses cada que tienen oportunidad hablan de un “movimiento en contra de…”? ¿Esa es su estrategia a seguir desde siempre?

-Violencia indiscriminada: Cuando los grupos eco-extremistas defienden la violencia indiscriminada se refieren a lo que ha escrito la Revista Regresión hace unos meses en su texto titulado “¿Ataques Indiscriminados? ¡¡Pero que chingados les pasa!!”, que dice lo siguiente:

“(…) Ataques Indiscriminados, un ataque de estos no es poner una bomba en la casa de cartón de un vagabundo, no es incendiar un puesto de un vendedor ambulante, NO, cuando nos referimos a Ataques Indiscriminados es que vamos a poner una bomba en algún lugar en específico, empresa, universidad, casa particular, automóvil, institución, etc., en donde esté nuestro objetivo-humano a atacar, sin importar que el explosivo alcance a civiles. Ataque Indiscriminado es incendiar algún lugar simbólico sin importar que haya “gente inocente”, siempre golpeando al Progreso Humano.”

Eso es básicamente lo que entendemos por ese tipo de ataques, y parece que es un tema de gran controversia y enojo en diferentes círculos “radicales”.

Por ejemplo, muchos anarquistas del tipo “insurreccionalista”, “neo-nihilistas”, “eco-anarquistas”, etc., se irritan por el discurso en donde se ha plasmado que a los grupos eco-extremistas no le importa si en sus atentados cae herido o muerto algún civil, se asustan e incomodan por esas palabras, porque saben que los eco-extremistas están dispuestos a todo con tal de llevar a cabo sus ataques.

La doble moral de estos anarquistas no puede ser más visible, pues es bien sabido por aquellos que tienen un conocimiento básico de la historia del anarquismo, que muchos de sus representantes e ideólogos han empleado la violencia indiscriminada para lograr sus objetivos que en ese entonces se centraban en reyes, burgueses y el clero, personajes como Felice Orsini, Ravachol, Émile Henry, Mateo Morral, Paulino Scarfó, Severino Di Giovanni, Mario Buda, entre otros, y organizaciones nihilistas-terroristas como Naródnaya Volia.

Lo que los eco-extremistas hacen, solo es ser sinceros en lo que hacen o harán, lanzan una “alerta de precaución” pues en algunos de sus ataques algunos civiles han sido afectados.

El rechazo por el discurso indiscriminado ha dejado aturdidos a más de uno, generando reacciones, pintando una línea divisoria con bastante notoriedad, entre los que apoyan a los grupos eco-extremistas y los que los rechazan tajantemente.

Hay infinidad de ejemplos, hoy en día, en los que grupos armados (anarquistas, comunistas, etc.), llevan a cabo ataques o dejan bombas en bancos sin la intención de dañar personas, pero en algunos casos esto no les ha funcionado y han dejado civiles muertos o heridos en alguna de sus operaciones, claro, ellos están de lado del “pueblo”, se dicen preocupados por no afectar a civiles, pero cuando pasa, o se dan golpes de pecho o niegan ser los autores o se disculpan. Los eco-extremistas no hacen eso, los eco-extremistas son sinceros y advierten que no se detendrán ante nada ni nadie entre ellos y sus objetivos, ¿Para qué andar con medias tintas?, ¿Para qué hacerse ver como “revolucionarios” bienintencionados, si realmente no lo son? ¿Para qué cargar con una doble moral? Lo mejor es ser directos, ir al grano y hacerse responsables de los actos pase lo que pase.

-Respecto al Terrorismo, esto tiene una connotación social y hasta cultural muy profunda.

Hoy en día vivimos en la era de humanismo, de las “buenas intenciones”, del progreso, del rechazo a la violencia más que nunca, el terrorismo islamista ha tomado un papel muy importante en esta era, una era que ha sido marcada por la violencia, el público está aterrado con la guerra desatada de “hijos de Alá” como respuesta a la guerra contra sus territorios y sus creencias. Y aunque hablar de este tema me llevaría muchas líneas, en resumidas cuentas pienso que los radicales islamistas están en todo su “derecho” de aterrorizar a los engreídos europeos en sus zonas de confort, pero en contra parte también veo que detrás de toda esta “guerra santa” hay intereses económicos muy consolidados, lo que estamos viviendo no es más que una guerra como las de otros siglos solo que con referencias religiosas.

Siguiendo con el tema, pienso que la sociedad realmente reprueba el terrorismo, los eco-extremistas entendemos esta situación como una condición histórica, por eso es que nos hemos lanzado a la defensa de este término, pues es completamente contrario a los valores humanistas que la sociedad moderna defiende hoy en día.

Y es que si nos podemos a recordar las antiguas guerras que llevaron a cabo nuestros antepasados antes, durante y después de la invasión de los colonizadores, podemos percatarnos que el Terrorismo ha estado ahí siempre, solo que con otros nombres. Los españoles no llamaban terroristas a los naturales que se levantaban fieramente contra ellos, los llamaban “salvajes”. La Santa Inquisición no llamaba terroristas a esos salvajes que escupían a sus ídolos blancos, los llamaba “paganos”. Los británicos no llamaban terroristas a los nativos que se juntaron para expulsarlos de sus territorios, los llamaban “indios hostiles”; pero sin embargo en esta era moderna, cualquier calificativo que indique resistencia violenta, antagonismo armado, extremismo defensivo, se le llama Terrorismo, por eso es que los eco-extremistas retóricamente defienden la palabra Terrorismo.

Aquí cabría decir que, si nuestra intención fuera el crear un “movimiento contra la civilización” o “contra el sistema tecnológico-industrial”, nos preocuparía eso de “no ser estratégicos” referente a los términos, respecto a la apariencia de nuestras posturas, pero como no pretendemos tener cientos de simpatizantes, no pretendemos ser una asociación civil, no queremos estar dentro de la legalidad, entonces nos importa un reverendo pito no ser estratégicos al defender el termino Terrorismo, esa es la verdad.

-Paganismo: El eco-extremista tiene creencias paganas muy sólidas respecto a sus vivencias e interacciones en la Naturaleza Salvaje. Rechazan tajantemente el cristianismo y cualquier otra religión, y rescatan del pasado deidades estrechamente relacionadas con la Tierra, con las plantas, con los animales, con el Universo, etc.

El eco-extremista está convencido de que viviendo en esta era moderna en donde todo se ha querido explicar con la ciencia, este aspecto de vital importancia carece ya de significancia, a causa de eso, cierta parte de las creencias nativas se han perdido, ahora las grandes religiones o la ciencia se han posicionado por sobre esta característica muy notoria dentro del ser humano.

Las creencias paganas no pretenden aspirar a posicionarse dentro de la etiqueta de “objetivos políticos”, no es un tema con el que queramos atraer a “más adeptos”, es un asunto más personal.

Queremos rescatar los puntos importantes que nuestros antepasados practicaban como la Guerra contra todo lo Ajeno, la cual está estrechamente relacionada con las prácticas extremas de defensa, sabotaje, terrorismo, ataques indiscriminados, etc., regresar a consumir plantas nativas, curarnos con medicina tradicional, rechazar tajantemente la medicina alopática, relacionarnos con la naturaleza, etc., y dentro de todo eso y más, vemos necesario el crearnos nuestras propias creencias cosmológicas, porque aunque sabemos que somos humanos civilizados, nos aferramos a nuestras raíces más primitivas y salvajes, y las rescatamos hoy en día.

John Jacobi

I
Ahora que hemos dado nuestras declaraciones de apertura, me gustaría tener una extensa discusión sobre cada uno de los puntos principales que expuse (individualismo, “revolución”, violencia indiscriminada, terrorismo, y paganismo). Quiero hablar de estos uno a la vez, ya que cada uno implicará algunos intercambios, pero para este correo electrónico me referiré a dos temas, el individualismo y la violencia indiscriminada, porque el individualismo resulta no ser un problema.

II
En primer lugar, sin embargo, me gustaría dar las razones de los salvajistas que tienen que ver con  terminología adecuada. A menudo la gente descarta estas discusiones como meros debates semánticos, y a veces lo pueden ser, pero la terminología adecuada es importante en algunos casos, y creo que va a ser un tema recurrente en nuestra discusión acerca del eco-extremismo.

Los salvajistas tenemos tres razones por las que destacamos la terminología apropiada:
(1) Sin terminología adecuada, no podemos comunicar con precisión nuestros puntos de vista al público. Obviamente usted está preocupado de eso también, o de lo contrario no estaríamos teniendo esta discusión; ITS y los otros grupos terroristas también están claramente preocupados con esto, ya que con frecuencia emiten textos y comunicados.
(2) Si no usamos la terminología apropiada y constante, no solo hay peligro de confundir al público; confundimos también a nuestros propios miembros. Esto degrada la unidad de acción, ya que las personas que piensan que pueden trabajar con otros salvajistas realmente creen y quieren cosas muy diferentes. Aclarando, la crítica y la honestidad son formas importantes para mitigar ese problema.
(3) Cuando empleamos la terminología adecuada, podemos dedicar menos tiempo a aclarar y a agitar cuestiones semánticas y emplear más tiempo en temas que son más importantes. Por ejemplo, yo solía utilizar el término “izquierdista”, pero esto sólo confunde al público y a los miembros, porque pensaron que me refería a la izquierda política, en la política convencional, cuando realmente estaba refiriéndome a dos tendencias distintas: el progresismo (especialmente el humanismo) y el oportunismo. Ahora, simplemente digo “progresismo”, “humanismo” u “oportunismo”, da a entender a la gente lo que estoy diciendo con mayor facilidad, y los miembros son capaces de evitar debates inútiles que nos detendrán por mucho tiempo.

III
Pasando al tema del “individualismo”. Parece que estamos de acuerdo sobre este tema. También soy un egoísta, y doy mi versión del egoísmo en “Ideology and Revisionism”, publicado en Hunter / Gatherer 1.3. También apoyo el término “individualismo”, ya que socava el colectivismo de la sociedad industrial moderna. Mientras que los eco-extremistas se dan cuenta del valor de los pequeños grupos sociales, no creo que el término “individualismo” sea engañoso o demasiado confuso para esta discusión.

IV
Tengo dos cosas principales que decir acerca de la violencia indiscriminada, pero quiero abordarlo solo momentáneamente. En mi siguiente correo electrónico voy a tratar el tema sobre las personas inocentes. Asimismo, dado que el tema del terrorismo se relaciona, voy a dejar algunos de mis puntos contra el terrorismo en su conjunto para una discusión posterior.
Usted cita la Revista Regresión diciendo, “(…) Ataques Indiscriminados, un ataque de estos no es poner una bomba en la casa de cartón de un vagabundo, no es incendiar un puesto de un vendedor ambulante, NO, cuando nos referimos a Ataques Indiscriminados es que vamos a poner una bomba en algún lugar en específico, empresa, universidad, casa particular, automóvil, institución, etc., en donde esté nuestro objetivo-humano a atacar, sin importar que el explosivo alcance a civiles. Ataque Indiscriminado es incendiar algún lugar simbólico sin importar que haya “gente inocente”, siempre golpeando al Progreso Humano.”

Haciendo caso omiso de la parte sobre la inocencia, entiendo esta cita en el sentido siguiente: cuando un grupo eco-terrorista decide sobre un objetivo, este llevarán a cabo su finalidad incluso si algunas personas se encuentran en el camino. En otras palabras, las células terroristas de los eco-extremistas no van a atacar escuelas o multitudes al azar, pero una vez que deciden que van a atacar un objetivo determinado de infraestructura o a un tecnócrata, deben perseguir solamente ese objetivo sin importar las consecuencias en ese punto.
Si eso es lo que entienden los eco-extremistas que Regresión está diciendo, al menos puedo entender la posición. En el servicio militar, un grupo de hombres comprometidos en la guerra activa no puede vacilar. Tienen que tomar una decisión y durante una operación deben de llevar a cabo tal decisión. Ellos, por supuesto, no disparar a los civiles sólo por hacerlo; pero si un civil intenta detenerlos, ellos tienen que hacer algo o arriesgarse al fracaso. Además, la estructura y el entrenamiento militar están diseñados específicamente para que sus hombres no se sientan demasiado mal en participar en estas acciones. Si ellos se sintieran tan mal, no serían capaces de alcanzar los objetivos. Usted escribió que esto es simplemente la realidad de los conflictos armados, y eso es cierto, y estás en lo cierto diciendo que la gente debe ser honesta acerca de eso (que es una cuestión distinta a que si deben participar en ella).
Pero el problema aquí es, de nuevo, la terminología. Si los eco-extremistas argumentan que los grupos terroristas no deben preocuparse por el daño colateral ocasional cuando se persigue un “lugar específico” u objetivo, entonces, no están siendo indiscriminados — están persiguiendo un objetivo ESPECÍFICO. Por otra parte, si ITS no va a bombardear una escuela o una multitud al azar, y en su lugar se centra en tecnócratas y la infraestructura industrial, entonces ellos están siendo discriminantes. Cuando usted dice, MictlanTepetli, que apoya el eco-extremismo, usted no está diciendo que apoya el ataque indiscriminado. En realidad está diciendo que los ataques deben ser ejecutados determinantemente, y que ITS y otros grupos terroristas no debería de sentir intensos remordimientos por las bajas que SON DE ESPERAR. Esto es, al menos, una posición respetable, y no se involucra en la “politiquería” que algunas células clandestinas que participaron en  revoluciones pasadas. Dicen, por ejemplo, que se preocupan intensamente por el perjudicado. Esto rara vez es cierto, y sólo lo dicen para salvar su reputación. ¿Cree que el militar tiene remordimiento intenso por el ataque de dron que ordenó? Este es el carácter de los conflictos armados, por lo que es descriptiva y respetable. Pero cuando usted y otros eco-extremistas dicen que abogan por el “Ataque Indiscriminado”, suena como que está prescribiendo indiscriminación. Pero si usted está preocupado con la defensa de la naturaleza salvaje, entonces seguramente usted no apoya una denominada célula eco-extremista que ataca al azar y de forma indiscriminada, acto que hace poco o nada para defender la naturaleza salvaje.
Pensemos, si Regresión ha utilizado la terminología adecuada en primer lugar (suponiendo que mi entendimiento es la correcta comprensión de “ataque indiscriminado”), los eco-extremistas serían capaces de explicar con mayor facilidad sus ideas y centrarse en asuntos más importantes, como por qué vale la pena defender la naturaleza salvaje.
Así que para los fines de esta discusión, independientemente de lo que el movimiento eco-extremista en su conjunto decide hacer, ¿podemos estar de acuerdo en sustituir el término “ataque indiscriminado” con “ataque determinado”? No apoyo la primera; al menos puedo entender la segunda.

Por último, estoy de acuerdo que la reacción que toman los anarquistas y otros, en el tema de la violencia indiscriminada, es la postura hipócrita y simple, pero no me importa hablar acerca de ellos, así que no me referiré a eso.

Eso es todo por ahora.

Vive salvaje o muere.

MictlanTepetli

Comencemos pues por el tema sobre la violencia indiscriminada, ya que sobre el individualismo no hay más que decir.

Comprendo muy bien lo que menciona con respecto a la terminología, y sí, hasta cierto punto algunos eco-extremistas hemos querido dejar las cosas claras cuando emitimos un comunicado o un análisis para que no se malentienda nuestra postura, pero por otro lado, hemos sido testigos de que, muchas veces, aunque seamos tremendamente explícitos con nuestras terminologías, habrá siempre gente necia que nunca las comprenderán. Es por eso que nuestros textos y comunicados están dirigidos a un público en especial, están dedicados a los lectores inteligentes que están familiarizados con los temas que exponemos, claro, las palabras de los eco-extremistas han sido extensamente publicadas en los medios convencionales de comunicación,  pero esto no quiere decir que el discurso esté dedicado a la gente en su mayoría.

El eco-extremismo no quiere cambiar la mente de las personas, no pretende “moldear” las conciencias de las masas, los comunicados y textos se lanzan como una moneda al aire, porque solo unos cuantos, se atreven a tomarla.

Por otra parte, algunos eco-extremistas hemos visto la necesidad de dejar claras ciertas terminologías puesto que fue parte de nuestra nueva identidad como tendencia. Nunca hemos negado que el ensayo de “La sociedad industrial y su futuro” fuera una parte importante de nuestra formación, de lo que ahora somos, por esa razón, en el pasado empleábamos términos como “izquierdistas”, “proceso de poder”, “sentimientos de inferioridad”, “libertad y autonomía”, etc., hoy en día los hemos omitido o cambiado por otras palabras, no nos vayan a confundir con los “indomitistas” de Kaczynski.

Dejando el tema de la terminología de lado, comenzaré a aclarar algunas cuestiones que tienen que ver con Ataques Indiscriminados con algunos ejemplos:

Hace unos siglos, específicamente durante el periodo de 1550-1600 en la zona reconocida hoy en día como “México”, se desató uno de los mayores conflictos nativos que se tenga registro, a la llagada de los europeos las tribus de cazadores-recolectores nómadas más guerreras que deambulaban por la Gran Chichimeca, opusieron una feroz resistencia a cualquier indicio de domesticación y sojuzgamiento. Estos grupos étnicos habían guerreado tanto contra tribus vecinas, como contra grandes civilizaciones mesoamericanas como la mexica o la tarasca, la recién llegada civilización occidental no fue la excepción.

Muchos de los ataques que llevaron a cabo los salvajes teochichimecas fueron en contra de las caravanas que iban o venían de aquí, de Zacatecas, lugar en donde los europeos habían encontrado plata y que usualmente era saqueada de grandes minas.

Los teochichimecas emboscaban estas caravanas y asesinaban a todos con lujo de extrema violencia, tanto que los invasores llegaron a temblar con la sola mención de estos guerreros nómadas. Nadie escapaba del ataque, lo mismo asesinaban mujeres, hombres, esclavos, mulatos, doncellas, soldados, hasta los mismos caballos eran muertos durante la asechanza, este es un buen modelo de lo que significa el Ataque Indiscriminado dentro de la tendencia del eco-extremismo.

En el ejemplo, el objetivo que tenían en ese entonces los teochichimecas, era sin duda, devolver los golpes que les habían dado los europeos con más violencia, retribuyéndoles de esa forma sus ofensas, otra cuestión era expulsarlos de sus territorios y regresar la plata saqueada a la Tierra, esto no solo se puede leer en algunos libros que citan el conflicto de la “Guerra Chichimeca”, sino que algunos ancianos de los caminos de Zacatecas cuentan que, “hombres desnudos atacaban las carretas que llevaban la plata, y estos la enterraban en entornos hostiles para que los güeros no la encontraran”.

El objetivo que se centraba en golpear a los invasores se manifestaba de esa forma, cualquier persona que estuviera cerca de los blancos era atacada con la misma saña.

Hoy en día los grupos eco-extremistas actúan de la misma forma, por ejemplo, el 28 de agosto de 2011, miembros de ITS penetraron el Laboratorio Nacional de Genoma y Biotecnología en el municipio de Irapuato, Guanajuato, la seguridad del laboratorio de renombre mundial perteneciente al Centro de Investigaciones Avanzadas (Cinvestav), fue violada por este grupo, el cual, según la prensa, había dejado abandonado un artefacto explosivo compuesto de dinamita, el cual el ejército mexicano había desactivado antes de detonarse. En su comunicado del 28 de enero de 2012, ITS había escrito que el atentado estaba dirigido a cualquier investigador o empleado que laborara en el laboratorio, un Ataque sin duda Indiscriminado, pues aunque el explosivo estaba dentro de un lugar estrechamente relacionado con la biotecnología, hubiera podido haber explotado no solo afectando a científicos, si no a algún trabajador de limpia, un empleado de seguridad o cualquier persona ajena a esta ciencia avanzada. El grupo ITS actuó como los teochichimecas, intentó golpear sin importarle afectar a terceros.

Otro ejemplo de Ataque Indiscriminado fue el paquete-bomba que explotó en las manos del vicepresidente de la Alianza Pro Transgénicos (organización liderada por Monsanto México), el ganadero Mario Valdés, quien resultó con heridas graves junto con su secretaria, el 19 de noviembre de 2015, y por el cual el “Circulo Eco-extremista de Terrorismo y Sabotaje” (CETS), se atribuyó la autoría. En este atentado el objetivo quien era Valdés resultó lesionado, pero también su indefensa secretaria, quien seguramente tiene poco que ver con las grandes corporaciones de modificación genética en plantas y semillas, este ejemplo también es considerado por los eco-extremistas como un Ataque Indiscriminado, pues como se evidencia, se ataca a un objetivo en concreto sin velar por la integridad de terceros, algo que es diferente a la terminología del “ataque al azar”.

El 26 de octubre de 2015, el “Grupúsculo Indiscriminado” (GI), abandonó un explosivo dentro de la estación del Metro Chilpancingo en la Ciudad de México a una hora pico, en su comunicado el grupo eco-extremista señalaba que su objetivo era el sistema de transporte por todo lo que representa (destrucción medioambiental, movilidad en las urbes de la sociedad de masas, progreso, etc.), el explosivo fue descubierto por la policía quienes desalojaron la estación y desactivaron la bomba frustrando el atentado. Este es otro ejemplo de Ataque Indiscriminado, el cual despertó el repudio de muchas personas, inclusive de personas que se dicen “contrarias” a los valores del sistema; pero el GI actuó sin pelos en la lengua, justificando el ataque que deseaba golpear al sistema de transporte público sin importar herir o matar personas “inocentes”, todas ellas miembros de una sociedad cómplice de la destrucción de la Naturaleza Salvaje, incluida la humana.

Es así, golpeando de esta manera, que los actos de los grupos eco-extremistas subvierten los valores del sistema tecnoindustrial, mientras este predica humanismo, progreso, solidaridad, buenos sentimientos, etc., los eco-extremistas actúan de manera totalmente contraria a las reglas morales que hacen que la civilización se mantenga en pie hasta ahora. Nosotros defendemos el rechazo total al humanismo, pues nos inclinamos por el terrorismo contra humanos hipercivilizados (misantropía moderna), golpeamos el progreso con la Regresión, no nos solidarizamos con nadie a menos que forme parte de nuestro círculo de allegados, y no predicamos los buenos sentimientos, porque alentamos a que los individualistas sacien sus más oscuros instintos, con criminalidad, ataques indiscriminados, delincuencia, y caos, todo esto en contra de lo Ajeno y en contra de lo que nos quiera domesticar.

“Lo que los eco-extremistas hacen, solo es ser sinceros en lo que hacen o harán, lanzan una alerta de precaución pues en algunos de sus ataques algunos civiles han sido afectados.”

Lo que quiero decir con esto es que ITS y los grupos eco-extremistas no se preocupan en dar señales de alerta cuando están preparando un atentado, digo que ITS y los demás grupos, reivindican el Ataque Indiscriminado por si alguna persona común se topara con ellos, el mensaje es: no intenten hacerse los héroes porque saldrán lastimados, ignoren al individuo que está colocando la carga explosiva o saldrán lastimados. La sociedad moderna mexicana vive inmersa bajo un manto de miedo e indiferencia, queremos que siga así cuando los eco-extremistas hagan lo suyo…

Comprendo que este tema en particular es muy delicado, y es aún más para las autoridades estadounidenses, estoy de acuerdo contigo en cambiar el término “Ataque Indiscriminado” por “Ataque determinado” solamente, para evitar cualquier inconveniente legal para ti. [Sobre esta cita, durante la discusión se decidió seguir usando el término “Ataque Indiscriminado”]

Vive salvaje o muérete (Live free or die).

John Jacobi

I.
Usted dice: “Habrá siempre gente necia que nunca comprenderá.” Amén. Los salvajistas también escriben con la mayor precisión posible, pero no esperamos que todos lo entiendan, y si una pequeña parte de los que simpatizan.

También estoy de acuerdo con casi todo lo demás que usted escribe sobre las actitudes de los eco-extremista respecto a la terminología.

II.
Después de leer algunos de sus comentarios sobre el llamado “ataque indiscriminado”, me di cuenta de que el principal desacuerdo entre los eco-extremistas y los salvajistas se centra en la estrategia. Es decir, tenemos diferentes ideas acerca de lo que implica una reacción anti-industrial. Esto es, creo, a raíz de la mayoría de nuestros desacuerdos sobre el terrorismo, “ataque indiscriminado”, y tal vez por algunas otras cosas de menor importancia también. Esta es también, lo admito, la razón principal de que no he publicado ningún comunicado de ITS y otros eco-extremistas. (Hay otras razones, tales como su mala manera de comunicar, sus contradicciones y su naturaleza impredecible, pero con mucho, la diferencia estratégica es la principal.)

Por esta razón, me gustaría posponer la discusión sobre el “ataque indiscriminado” por sólo un segundo. Me disculpo por esto, y es probable que sea de mala educación, pero es la forma más eficiente de avanzar. Tengo la sensación de que el “paganismo” no es realmente un problema grande, así que me gustaría hacer frente a esto por un segundo, y si no es posible, lo podemos descartar y empezar a hablar de “terrorismo”, “revolución” y “ataque indiscriminado” por completo. También incluiré algunos comentarios acerca de “ataque indiscriminado” en este correo electrónico.

En cuanto al paganismo: Consideré si un salvajista podría ser o no religioso, y determiné que esto es posible, pero es posible sólo de la misma manera que los científicos pueden ser religiosos. Es decir, muchos científicos creen en Dios, y eso no importa, siempre y cuando no traten de justificar su trabajo científico con un poco de “revelación divina” o algo por el estilo.

De hecho, las personas profundamente religiosas (ya sean paganos, o cristianos, o lo que sea) tienen buenas razones para estar en contra de la sociedad industrial. Muchos ven el valor de la religión y el desdén de los secularistas como un constante intento de erradicarlo, lo cual es necesario en la sociedad industrial (como sugieren las tendencias históricas). Por otra parte, aunque hay razones seculares para oponerse a las tecnologías industriales, así, la oposición religiosa a menudo es mucho más potente debido a su atractiva irracionalidad y su apelación emocional. Por ejemplo, la oposición religiosa a la biotecnología es mucho más difícil de contrarrestar que la oposición secular a la biotecnología.

Dicho esto, hay que ser realistas, por lo que voy a añadir algunas advertencias.

En primer lugar, la mayoría de las religiones son progresistas y no coinciden con los valores fundamentales del salvajismo, por lo que los cristianos, por ejemplo, son incompatibles con los salvajistas. Aun así, claramente incluso el cristianismo es compatible con el anti-progresismo, en cierta medida, esto es claro por el alto número de católicos en el movimiento conservacionista tradicional.

En segundo lugar, sigo pensando que los ITS y otros (tal vez, ¿MictlanTepetli?) Solo están jugando. ¿Actualmente ellos creen en deidades solares y deidades del agua, o que son espíritus de animales, o lo que sea? Lo dudo. No me importa esto en un sentido metafórico. De hecho, esto lo escribo en “The Foundations of Wildist Ethics”, section III.B, sobre algunas de mis ideas acerca de la experiencia religiosa en el contexto del materialismo (y trata algunos aspectos de creencias paganas y / o ideas “panteísta”). Pero todavía no puedo evitar pensar que usted y otros eco-extremistas, simplemente está defendiendo el “paganismo” con el fin de cumplir con una estética primitiva, al igual que los punks anarquistas llevan parches y se hacen peinados torpes con el fin de cumplir con una estética radical urbana. Está bien, y en la mayoría de los casos esto es inofensivo, pero es inútil y, en algunos casos puede ser hasta perjudicial, por lo que en general no estoy de acuerdo.

Esto me lleva al tercer punto. Yo personalmente preferiría que los salvajistas fueran estrictos materialistas, y que mantengan puntos de vista en algún lugar dentro del espectro entre ateos y deístas, simplemente porque yo uso esas señales cuando se trata de tomar decisiones, es probable que estemos en una página similar. No puedo estar seguro de eso con los llamados “paganos”. ¿Qué pasa si un espíritu río les dice que hagan algo de cierta manera?

En conclusión, creo que el “paganismo” en realidad no es contradictorio, pero soy escéptico de él, y no lo fomentaría. Sin embargo, probablemente trabe y, a través de una votación, aprobaremos la composición religiosa salvajista de nuestro partido, cuando se forme.

III.
En cuanto al “Ataque indiscriminado”. Un ejemplo en particular quisiera que me lo aclare. Usted escribe:

“Muchos de los ataques que llevaron a cabo los salvajes teochichimecas fueron en contra de las caravanas que iban o venían de Zacatecas, lugar en donde los europeos habían encontrado plata y que usualmente era saqueada de grandes minas.

 “Los teochichimecas emboscaban estas caravanas y asesinaban a todos con lujo de extrema violencia, tanto que los invasores llegaron a temblar con la solo mención de estos guerreros nómadas. Nadie escapaba del ataque, lo mismo asesinaban mujeres, hombres, esclavos, mulatos, doncellas, soldados, hasta los mismos caballos eran muertos durante la asechanza, este es un buen modelo de lo que significa el Ataque Indiscriminado dentro de la tendencia del eco-extremismo.”

Tienes razón en que este no es un “ataque objetivo” como yo lo había descrito anteriormente, aunque tampoco puede ser llamado “ataque indiscriminado”, ya que incluso los teochichimecas no solo atacan a cualquiera — atacaron a personas específicas, caravanas específicas, etc., esto toma un lugar en el espectro entre el “ataque determinado” y el “ataque indiscriminado”. Todavía no apoyo y nunca apoyaré las medidas de que realmente sean indiscriminados, y no lo haré y nunca apoyaré el término “indiscriminado”, porque significa, según los diccionarios, “hecho al azar o sin un juicio cuidadoso”, y en realidad YO sólo apoyo el activismo que se calcula y que es eficaz para hacer del mundo un lugar más salvaje. Sin embargo, esto es todo lo que diré acerca de la terminología, ya que ahora entiendo lo que quiere decir, debido a su ejemplo.

Tengo varias respuestas a esto, pero antes de que esboce mis argumentos en contra, permítame esbozar lo que entiendo de las justificaciones de los eco-extremistas:

(1) ITS y otras grupos terroristas atacan de esta manera porque los teochichimecas hicieron.

(2) ITS y otras grupos terroristas atacan de esta manera porque no son humanistas o incluso progresistas.

(3) ITS y otras células terroristas atacan de esta manera debido a su estrategia global, que es similar a la de los teochichimecas. Usted escribió, que su estrategia era básicamente para asustar a los europeos distantes, por ser más violentos.
(Usted escribe, “En el ejemplo, el objetivo que tenían en ese entonces los teochichimecas, era sin duda, devolver los golpes que les habían dado los europeos con más violencia, retribuyéndoles de esa forma sus ofensas, otra cuestión era expulsarlos de sus territorios y regresar la plata saqueada a la Tierra, esto no solo se puede leer en algunos libros que citan el conflicto de la “Guerra Chichimeca”, sino que algunos ancianos de los caminos de Zacatecas cuentan que, “hombres desnudos atacaban las carretas que llevaban la plata, y estos la enterraban en entornos hostiles para que los blancos no la encontraran”.”)

(4) Por último, los eco-extremistas aparentemente creen que la “inocencia” es un concepto relevante y no creo que nadie (o ¿cualquier humano industrializado?) pueda ser “inocente”, que es lo que justifica el “ataque indiscriminado”. Fuera de todos los argumentos, éste contiene los errores más lógicos, así que necesito una confirmación especial de que esto es lo que usted y otros eco-extremistas están discutiendo, al menos en lo que usted sabe.

Después de confirmar que estos son los cuatro argumentos centrales para el “ataque indiscriminado”, voy a empezar a responder por qué los salvajistas piensan de manera diferente. Sin embargo, ya que esto será publicado, tengo que tener cuidado de no dar alguna sugerencia, ya que podría entenderse que estoy dando asesoramiento a ITS y otros grupos los cuales van a leer este debate. Por lo tanto, en mi explicación de lo que los salvajistas creen yo también comenzaré a explicar lo que entendemos por “reacción anti-industrial”, y entonces esto debería de ser claro el por qué no abogamos por el “ataque indiscriminado” y el “terrorismo”, como YO lo defino. Esto también me permitirá evitar entrar en discusiones acerca de todas las cosas que YO no apoyo, así que en su lugar puede centrarse en el pequeño puñado de cosas que YO apoyo.

Creo que esta conversación comenzará a ponerse interesante una vez que empezamos a hablar de la reacción política. Es lo que espero, porque en uno de los mejores textos eco-extremistas han procedido a fue refutar el concepto, pero en última instancia, todavía creo que están equivocados.

Vive salvaje o muere.

MictlanTepetli

Comienzo con este nuevo punto referente al tema de paganismo con lo siguiente:

Yo MictanTepelti, al defender el paganismo lo estoy haciendo de manera personal, los individualistas que se identifican con el eco-extremismo PUEDEN O NO tener cultos hacia la naturaleza alejados de las grandes religiones, cuando YO hablo de paganismo me refiero estrictamente a mis creencias personales, solamente, no quiero dar a entender que todos los eco-extremistas tienen que apegarse a esta “regla”, eso es lo que quiero que quede claro.

Concuerdo contigo que las personas religiosas pueden tener buenas razones para estar en contra del sistema tecnoindustrial, pero considero que son muy pocas las personas religiosas que realmente se oponen a este sistema y a la civilización, la extensa mayoría de aquellas personas que se dicen tener religión son hipócritas, idiotas y solo buscan consuelo en “algo” más grande que ellos cuando se ven en problemas. La religión desde épocas remotas ha sido el motor de muchos conflictos y guerras encarnizadas, un ejemplo muy claro en México fue la “Guerra Cristera” (1926-1929).

Yo siempre he pensado que el ser humano es creyente por naturaleza, y que esa necesidad de creer en “algo” ha sido tomada por las grandes religiones para enriquecerse y tener a la sociedad comiendo de su mano, de cualquier forma aún existen un puñado de personas que siguen manteniendo sus creencias originales intactas, ejemplos de esto son los nativos no contactados en diferentes partes del mundo, tanto en el Amazonas, como en África, en Australia, etc.

No es raro que usted, considere o desestime a las personas que defendemos el paganismo, diciendo que lo hacemos por mantener una “estética primitiva”, sé que cuesta trabajo aceptar que en este mundo lleno de mentiras y falsedades, existan personas que estamos dispuestos a despojarnos de los vicios civilizados más encarnizados y hemos decidido regresar a nuestras raíces, pese a quien le pese. Yo por ejemplo, provengo de una familia con raíces indígenas, mi bisabuelo cuando aún vivía veneraba a los venados que se encontraba en los montes antes de cazarlos, mi bisabuela cuando aún vivía hacia lujo de la medicina natural, la que da la Tierra, para curar o aliviar enfermedades o dolencias, dándole ese toque de misticismo a las plantas que crecían silvestremente durante cada estación del año.  Que digas o que especules diciendo que mi paganismo puede ser una simplista “estética primitiva” como lo hacen los punks con sus parches, de verdad que me irrita, ya que TÚ ni nadie que NO conozca mi desarrollo interpersonal, puede asegurar eso, pues las creencias que he desenterrado de la historia, de mi historia genealógica, se merecen RESPETO.

Claro, soy una persona civilizada en esta era moderna, tecnológica, industrial y científica, me cuesta trabajo desprenderme de las enseñanzas que me han impartido de joven en los institutos de educación, me cuesta trabajo desestimar la idea de que la lluvia (por ejemplo) viene de un proceso de ciclo hidrológico, o que el rio es simplemente agua, o que el fuego es un conjunto de células incandescentes, o que los explosivos de los grupos de ITS detonan en base a una reacción exotérmica, etc., entiendo muy bien todo eso, puesto que antes de creer en los “Espíritus de la Tierra” (por así llamarlo), también era un materialista ateo que se basaba más en el método científico más que en el animismo, pero ese tiempo para mi acabó cuando tuve una experiencia muy personal con un zorro, un venado y un par de zopilotes en los cerros semidesérticos del norte mexicano.

Repito, soy un humano civilizado, pero me cansé de eso, prefiero desenterrar mi pasado como teochichimeca y defenderlo con uñas y dientes, y aunque soy consciente de que no puedo dar una regresión TOTAL, de esta forma se alimenta mi antítesis contra el sistema tecnoindustrial y la civilización moderna.

En fin, entiendo que los “salvajistas” materialistas como ustedes, se fijen más en lo físico y que no les convenza el plano espiritual, ya que estamos en la Era de la Ciencia, una Era en la que para “todo” hay una explicación, una Era en la que la razón pesa más que las creencias de nuestros ancestros, la Era en la que es más valido un libro de un “buen” escritor que los sabios consejos que dejaron nuestros ancianos, la Era de la amnesia severa, la de la evolución tendiendo al progreso que desestima y reprende los comportamientos salvajes y las creencias que alguna vez nos dieron identidad como especie.

Entiendo que les cueste trabajo aceptar, que defender el paganismo NO es seguir con una corriente, sino es retomar nuestro pasado pese a lo que nos han enseñado desde pequeños.

Continuando con el tema del Ataque Indiscriminado, digo, si te vas a apegar a lo que dicen los diccionarios referentes a una palabra en específico, como por ejemplo, con la palabra “indiscriminado”, te vas a topar también con este significado:

“Que no distingue unas personas o cosas de otras ni establece diferencias entre ellas.”

Esto lo digo apegándome a lo que dicen los diccionarios, pero ya que el eco-extremismo es una tendencia que subvierte todo, no es extraño que confundas “Ataque Indiscriminado” con “ataque al azar”.

Afirmo, niego o aclaro:

1) ITS y otros grupos eco-extremistas atacan  NO SOLO porque los teochichimecas lo hicieron de esa forma, sus taques tienen connotaciones muy variadas que van desde el punto señalado hasta razones en las que se defiende la Naturaleza Salvaje de manera egoísta, razones de venganza, razones para desestabilizar de manera inmediata ciertas instituciones, etc.

2) ITS y otros grupos eco-extremistas atacan de esa manera porque NO son reformistas, ni progresistas, ni humanistas, ni políticamente correctos, es cierto.

3) ITS y otras células se basan en estrategias teochichimecas, pero también de estrategias de guerrilla urbana, experimentación en la vía armada, práctica de actividades delincuenciales como el asalto a mano armada, terrorismo psicológico, etc., utilizan estas armas para lograr sus fines, el cual, uno de los principales es la defensa extrema de la naturaleza salvaje por medio del terrorismo contra científicos, humanistas, ingenieros, religiosos, mineros, empresarios, etc.

4) ITS y los grupos eco-extremistas están conscientes que TODOS los que conformamos esta sociedad y quienes contribuimos de una u otra manera al sistema somos culpables, unos más que otros, eso está claro, pero nadie es INOCENTE, nadie que contribuya o que conforma este sistema es inocente.

Terminado este punto, pongo especial atención en lo que expondrás sobre la “reacción” como la entienden los “salvajistas”, otra cosa más, ¿es mi mal manejo en inglés o pude leer traduciendo tu discusión anterior que hablas sobre hacer un partido político?

John Jacobi

I

Creo que hemos resuelto la discusión sobre “paganismo” y nos hemos puesto de acuerdo en la mayoría de los puntos. Voy a hacer algunas observaciones finales, y entonces no tengo nada más que decir, a pesar de que usted es, por supuesto, libre de responder como mejor le parezca.

(1.) Nunca afirmé que definitivamente los eco-extremistas defienden el paganismo con el fin de cumplir con una “estética primitiva”. Dije que sospechaba eso, pero nada más. A juzgar por su respuesta me ha demostrado, que algunos realmente toman en serio esto, y retiro mi especulación.

(2.) Es irrelevante si encuentra mi análisis como un insulto o una falta de respeto. Esta es una guerra, y yo no lo conozco personalmente. Usted ha expuesto un punto profético y conmovedor acerca de sus propias creencias, y lo acepto como válido. Pero no voy a ocultar el hecho de que encuentro el paganismo un sin sentido, en lo personal. A lo sumo, no voy a ser intencionadamente inflamatorio hacia usted y hacia sus creencias, porque yo respeto su valentía en la lucha en esta guerra por la naturaleza salvaje, y porque no creo que sea prudente quemar los puentes entre dos personas que tienen claramente tantos valores amenazados en común.

(3.) Una vez más, no entiendo cómo se puede “rechazar” la física u otras cosas. Es evidente que estas cosas tienen, al menos, bastante exactitud, de lo contrario no podrían funcionar tan bien como lo hacen. Y sospecho que si realmente “rechaza” esto, significa que no los acepta como cierto en absoluto, puede llegar a ser como las personas indígenas que creían en las “Ghost Shirts”. Considere la posibilidad de leer este extracto de una carta que respondí cuando era editor de “The Wildernist”:

Siempre recuerdo la historia de la Danza de los Espíritus, el cual era un movimiento religioso que algunos indios nativos levantaron finales de 1800. Se derivaba de una profecía por el líder espiritual mesiánica Wovoka, que predicaban que si el “Ghost Dance” (Danza de los Espíritus) era bien realizada, los espíritus de los muertos podrían luchar en nombre de los nativos y hacer que los colonos se fueran. Parte de esto fue la creencia de que los danzantes tenían “Camisas Fantasmas” (“Ghost Shirts”), y que les protegerían de las balas. He oído a una ecologista radical decir que en realidad-en serio- este fue un ejemplo de su superioridad espiritual, de su “unidad con la Tierra”. Al parecer ella no había oído el final de la historia, ya que en 1890 los soldados abrieron fuego contra los nativos en Wounded Knee, y las camisas de fantasmas no hicieron, por cierto, proteger a los doscientos individuos o más, que murieron ese día. La única “unidad con la Tierra” que terminaron experimentando fue la de la unidad de sus cadáveres en cenizas y polvo.

La moraleja de la historia no es, “¡Ja! Mira a esos nativos ignorantes”. Por el contrario, el misticismo Wovoka-ish ha jugado como ejemplo, para saber por nosotros que en la historia los seres humanos sólo parecen ser propensos a este tipo de cosas en innumerables veces. La moraleja de la historia es, sin embargo, que la charla ecologista radical “inarticulable”, “unidad con la naturaleza” y la falta de comprensión es muy probable o por lo menos son propensos a convertirse en otro ejemplo como este. Hasta ahora, no he visto ninguna otra herramienta capaz de combatir esto mejor que la ciencia y la razón.

No voy a decir nada más sobre este tema. Sus creencias están muy bien, siempre y cuando acepte las excepciones que he dado en mi carta anterior. Sólo porque quiero ver ecológicas radicales todas partes RESALVAJIZANDO de la manera más eficaz posible. No me importa si esto significa “revolución” o lo que sea, con tal de que realmente se preocupen lo suficiente por la naturaleza salvaje, para ser eficaces en la defensa de la misma. Esta es sólo una consecuencia lógica de la valoración de lo salvaje de todos modos.

II.
En cuanto al punto de “ataque indiscriminado”, Yo me mantengo firmemente convencido de que “indiscriminada” no es un término apropiado y no se comunica adecuadamente lo que está tratando de decir. Nunca voy a aceptar la terminología, y me mantengo firme con esa posición. Usted escribe, “no es de extrañar que estés confundiendo “ataque indiscriminado” con “ataque al azar”. El problema es que la mayoría de las personas entienden que “ataque indiscriminado” significa “ataque al azar”, y debido a esto se produce toda clase de confusión y muchos debates de distracción que se podrían haber evitado. Esto es obvio a partir de la reacción que ITS y otros grupos terroristas han recibido (aunque esto es en parte debido a la sucia filosofía humanista que retienen muchos “radicales”); pero también es evidente en muchas de mis conversaciones con las personas que están de acuerdo completamente con mis valores, y sospecho que usted también por su cuenta, o al menos lo que usted reclama como propio.

Mi problema y el suyo es que si la gente entiende que “indiscriminado” significa “al azar”, entonces no creo que la gente crea que realmente se preocupan por la naturaleza salvaje, ni que tampoco se preocupan por la resalvajización de la manera más eficaz posible. En su lugar, van a pensar que las personas que abogan por el “ataque al azar” simplemente quieren matar, o tiene algo mal en su cabeza. Además, incluso la definición de “indiscriminado” deja esta impresión, porque los grupos eco-terroristas son discriminados entre los que atacan y entre los que no lo hacen, pues ciertamente no dañarían intencionalmente a otro eco-radical, seguramente no bombardearán un lugar “justo”, porque seguro que no atacaría a los pueblos primitivos. Este problema se ve agravado por la lengua en los comunicados de ITS, que a veces hablan como si TODOS fueras un objetivo, cuando por lo menos creo que limitan sus ataques a la civilización.

Este malentendido es un problema, precisamente porque se aplica a los espíritus indomables que también están buscando defender la naturaleza salvaje, y quizás se quieran unir con otros para hacer su propia resistencia más potente. Quiero trabajar con esas personas, así que no quiero asustarlos, dándoles la impresión de que lo que realmente me importa es la violencia y atacar, en lugar de la naturaleza salvaje y la resalvajización. Todo esto se aplica independientemente de lo que los eco-extremistas en realidad ENTIENDAN con “ataque indiscriminado”. Es obvio que la mayoría de la gente confunda “ataque al azar” con lo que los eco-extremistas quieren comunicar realmente, y esto es en gran parte culpa de los propios eco-extremistas. Vea con esto el conocimiento de que lo que se quiere. No voy a decir nada más acerca de la terminología en este punto.

Pero con respecto al significado real previsto, voy a hacer algunas observaciones.

(1.)
Su ejemplo de las caravanas que atacaban los teochichimecas fue buena, ya que ilustró que ASÍ es como la gente a veces se comportan cuando se les permite vivir como seres humanos naturales, y no están vinculados con filosofías humanistas. Es cierto que si la sociedad industrial se desploma, aunque sólo en una pequeña región, los seres humanos que viven allí recuperarían lentamente sus espíritus salvajes y probablemente considerarían formar bandas o tribus vecinas instrumentalmente. Ellos no pueden atacar sólo por atacar, y puede incluso tener una coalición en el trabajo, pero si es necesario que entren en una guerra y deban ser brutales. Uno de los ejemplos más llamativos de esto es la gente Yanomami.

Por otra parte, después de leer algunos comunicados por diversos grupos de ITS, parece que al menos algunos de ellos están tratando de vivir una vida nómada en la naturaleza, o lo hacen en buena parte de su tiempo. Si esto es cierto, entonces es claro que no son totalmente “primitivos”, pero esto tendría más sentido en que, las personas ajenas a la civilización ven a la máquina tecno-industrial como una amenaza a su forma de vida deseada, atacarían la civilizado de manera similar a los teochichimecas. Tenga en cuenta que esto tiene poco que ver con el COPIADO o IMITADO con los pueblos del pasado. Tiene todo que ver con lo que yo creo que es la condición en el PRESENTE de algunos grupos de ITS.

Esto es interesante para mí, porque estoy trabajando actualmente sobre algunas preguntas acerca de la organización. Es decir, a veces los seres humanos se organizan con el fin de ser más eficaces como grupo de lo que serían como individuos. Pero si su organización es dependiente de algo que necesita ser destruido, entonces usted tiene algunos problemas. ¿En qué medida pueden los eco-radicales depender de la infraestructura técnica y no tradicional, de sus propios objetivos? ITS ofrece una posible manera de solucionar ese problema, si efectivamente están viviendo tan independientemente como les sea posible de la civilización industrial, debido a que su método de resistencia puede continuar incluso cuando las cosas se colapsaran a su alrededor, si esto pasa alguna vez. Hay mucha cautela sobre esto, y lo expondré en mi próximo ensayo titulado “Organización”, pero basta decir que es una cuestión intrigante para mí, y tengo que admitir que una filosofía no-humanista extremadamente radical sería el resultado.

(2.)
Dicho esto, repelo de algunos de los términos que utilizan los eco-extremistas para hablar de los Teochichimecas. Tengo entendido que no todos los eco-extremista encuentra a los Teochichimecas como relevantes, ya que asumo que al menos algunos de ellos no tienen nada que ver con esos pueblos primitivos, y que tiene otros antepasados. Así que esto se aplica principalmente sólo a las células eco-extremista que no hablan a menudo de los Teochichimecas.

A menudo suena como si estos eco-extremistas tratan de hacer una o más de estas cosas, de las cuales todas tienen problemas: (i) IMITAR el pasado, (ii) RESTAURAR el pasado, (iii) JUSTIFICAR el presente con el pasado. Hago la siguiente crítica porque creo que el argumento eco-extremista es fuerte, incluso sin hacer referencia al pasado en esas tres maneras, y todas esas tres cosas hacen que se debiliten sus argumentos. Por otra parte, para un grupo que habla mucho acerca de la importancia del presente, no tiene mucho sentido tratar de restablecer e imitar el pasado.

Con respecto a (i), proporciono una cita de Gordon McCormick  en “Terrorist Decision Making” en la “Annual Review of Political Science”:

“También es evidente que las organizaciones terroristas suelen heredar o adoptan un “guion” preexistente  o una teoría de la victoria en lugar de diseñar un programa que se adapte a sus requisitos específicos u objetivos operativos y estratégicos. Muchos terroristas, en este aspecto, pertenecen a “una tradición de acción histórica” (Dunn 1972). Las (Interpretadas) experiencias de sus predecesores no sólo demuestran que la acción es posible, también puede proporcionar a los terroristas un conjunto de procedimientos, tácticas y reglas de oro para llevar a cabo en sus propias campañas (Johnson 1973, McCormick 1993).
Los precedentes históricos pueden ser guías atractivas. Para aquellos que deseen sustituir un régimen, pero no tienen experiencia previa en derribar gobiernos, que es típicamente el caso, un modelo histórico puede proporcionar una inmediata (previamente embalados) receta para la acción. El problema que esto plantea para la toma de decisiones racional no es que tales precedentes se utilicen como auxiliares estratégicos, per se, sino que a menudo se adoptan sin una crítica. En la medida en que esto sea cierto, el concepto de las operaciones de un grupo no es tanto un producto de cálculo estratégico que de un legado histórico, que puede o no puede ser adecuada a las circunstancias actuales. (For a discussion on the imitative nature of terrorism, ver Redlick 1979; Heyman 1980; Heyman & Mickolus 1980, 1981; Midlarsky et al. 1980; Hacker 1981; Hamilton & Hamilton 1983; Oots 1986b; Hoffman 1993, 1998.)

Este ensayo también es útil para explicar las diferencias entre muchas de las ideas que los eco-extremistas han abrazado y algunas de mis propias posiciones. También explica un fenómeno, que Yo sospecho que algunos de sus grupos de ITS están experimentando, donde los grupos terroristas se vuelven progresivamente más extremos, incluso sin razón en así, simplemente porque están aislados y obligados a vivir en condiciones no naturales, paranoicos (porque si no lo hicieran el poder prevaleciente los aplastaría).

Con respecto a (ii), doy varias citas que apoyan mi impresión:

* Usted escribe: “Prefiero recuperar mi pasado como un teochichimeca”
* Usted escribe, “se trata de la recuperación de nuestro pasado”
* El quinto comunicado de ITS (2016) escribe: “Con un orgullo pagano  rescatamos hoy en la actualidad, toda esa sabiduría, tenacidad y arrojo de aquellas primitivas y anónimas vidas, proyectándolas en el ataque contra la civilización hoy.”

Y varios otros. Yo no estoy buscando restaurar el pasado de ninguna manera. Deseo restaurar _salvajizar_, y para ello el pasado es solo un indicador, ya que a menudo el pasado solo es el nivel de salvajismo que quiero existía. Por ejemplo, podemos conocer un poco sobre el comportamiento natural del ser humano examinado a los seres humanos naturales, pero esto a menudo requiere un cierto conocimiento del pasado. Para dar un ejemplo científico, tenga en cuenta las prácticas de la psicología evolutiva y sus intentos de discernir lo ancestral, el ambiente adaptado (ver http://www.cep.ucsb.edu/primer.html).

Noto que no invalidan una lectura alternativa a las citas anteriores: entiendo el intento personal para restaurar los aspectos de su propio linaje. Pero eso es personal y tiene poco que ver con la mayoría de los otros. Prefiero hablar simplemente del valor de lo salvaje y mi búsqueda de la resalvajizacion.

El punto final (iii) es una deducción de lo que algunos de los eco-extremistas han escrito sobre el pasado y mis lecturas sobre los grupos terroristas. Parece como si “porque los teochichimecas lo hicieron” funcione como una justificación lógica. Pero esto obviamente es un non sequiter. No descarto su profundo poder como un motivador emocional, un elemento irracional importante para la resistencia, lo que no se puede descuidar. Pero, en este caso al menos, los dos no se solapan, y no es válido decir que lo que hacen los eco-extremistas está bien porque los teochichimecas lo hicieron. Debido a que esas personas vivían en un tiempo diferente, que estaban menos preocupados por la resalvajización y que estaban más preocupados por proteger a su pueblo de ataques externos. Este último puede ser un elemento en la resistencia de grupos salvajistas, pero a propósito, la razón de nuestra reacción es porque valoramos lo salvaje y tratamos de restaurarla.

III.
Con eso, indico que es el momento para hacer frente a las preguntas en torno a la reacción, lo que significa a gran escala, la revuelta anti-progresista con el objetivo de deshacer algún tipo de “progreso”. Aunque las reacciones pequeñas son posibles, a menudo simplemente llamo a ese tipo de acción “resalvajizar”, mientras que reservo “Reacción” para resalvajización a gran escala.

Aquí está la posición básica salvajista:

Abogo por la resalvajización porque soy anti-progresista y valoro la naturaleza salvaje. Estamos de acuerdo en estos puntos. Pienso también que están de acuerdo que la resalvajización es un acto religioso. La resalvajización es la yihad salvajista: buscamos quemar los ídolos de la civilización, los grandes edificios del Progreso y la arrogancia tecnocrática.

También busco defender y restaurar la naturaleza salvaje de la manera más eficaz posible. Reconozco que muchos espíritus indomables que se verían atraídos por el savajismo, tendrían que seguir trabajando de manera individual o en grupos muy pequeños, simplemente debido a su carácter antisocial. Pero entonces, si es que realmente se preocupan por la naturaleza salvaje, se debe procurar de resalvajizar de la manera más eficaz posible, de manera individual o en pequeños grupos. En otras palabras, no creo que cada salvajista vaya a ser adecuado para el trabajo en grupo.

Sin embargo, siempre que sea posible, el trabajo en grupo es muy útil, ya que es una forma más eficaz para que los individuos actúen. Por ejemplo, algunos pueblos primitivos forman coaliciones con el fin de combatir más eficazmente la civilización. Por lo tanto, la gran pregunta para los salvajistas es, ¿cómo pueden organizarse de una manera que no traicionen sus valores y también promulguen la máxima cantidad de daños?

Creo que la cantidad máxima de daño posible, puede tomar muchas formas. Creo que el colapso de la industria al por mayor es posible, y creo que es posible construir un movimiento capaz de hacer esto si surge la oportunidad. Por otra parte, creo que “construir” un movimiento con este objetivo REQUIERE una acción en el presente, resalvajizando en el presente, y no se puede equiparar al modo “en espera”. Por último, incluso si actuamos con este objetivo en mente, nuestras acciones presentes pueden Y DEBEN lograr las mismas cosas. Busco resalvajizar de la manera más efectiva posible ahora con la vista puesta en el mayor daño que debería ser posible.

En una crítica del editor de “Ediciones Isumatag”, ex socio mío, algunos eco-extremistas argumentaron que la única revolución exitosa global fue la Revolución Industrial, y que otras revoluciones se han limitado a regiones limitadas. Sin embargo, esta crítica no es muy fuerte. Es precisamente debido a que la infraestructura industrial se extiende por todo el mundo, que un colapso de la infraestructura industrial podría ser global. Por otra parte, incluso si sólo se derrumba una región limitada, ¡eso sería suficientemente bueno! ¡Piense acerca de la naturaleza que se ha hecho salvaje, los lugares liberados por los animales salvajes por todas partes! Y si uno lee la historia de, por ejemplo, la Revolución Francesa, a pesar de que se produjo en un solo país, tuvo un efecto en muchas naciones, incluidas las situadas en el océano, y que probablemente cambió la trayectoria de la historia del mundo. Por ejemplo, el revolucionario e insurgente Simón Bolívar se inspiró en los ideales de la Revolución Francesa y los llevó a muchos lugares en América del Sur. Puedo imaginar ideales salvajistas propagándose de una manera similar internacionalmente.

Por último, me pregunta acerca de un “partido”. Me refiero a un partido político, pero este es una fiesta a diferencia de los demás; se trata de un “partido de combate”. No es una burocracia, y será muy pequeño. Me gustaría no hablar mucho al respecto por el momento, sin embargo, debido a que sería mejor para mí hablar de ese tema en particular, después de que haya escrito mi ensayo sobre el mismo. Por ahora debería ser suficiente decir que la parte en donde nos estamos formando los salvajistas, tiene un papel muy específico y que se reconoce el papel de otros tipos de organización dentro del movimiento. Los salvajistas que trabajan con la parte que están haciendo cosas muy particulares, tienen el fin de hacer que nuestra reacción global sea más eficaz.

Probablemente “partido” no es una palabra muy buena, y voy a admitir que no me gusta mucho. Sin embargo, comunica el carácter y propósito general del grupo de personas que no están muy familiarizados con la política, y que es útil por varias razones.

He aquí un comentario final. Creo que puedo caracterizar la diferencia entre la estrategia de eco-extremista y la estrategia salvajista, al menos en este momento, como la diferencia entre el fuego y el agua. Uno se consume inmediatamente y con fuerza, quemando todo a su paso, difícil de contener. Pero el otro lentamente, metódicamente, pero muy poderosamente, lleva hacia abajo el medio ambiente circundante. Y a veces, durante las temporadas especiales, se torna ferozmente como una inundación, no solo dejando devastación, sino también el renacimiento, como la mayoría de cosas lo hacen en la naturaleza. Elijo el agua sobre el fuego porque puedo hacer lo que sea necesario asumir con ese carácter, que no todos pueden admitirlo necesariamente; y también parece ser un arma más poderosa, capaz de apagar el fuego mismo, capaz de desgastar a la piedra que el fuego no puede tocar. Espero que esta metáfora haya ayudado en algo.

Espero su respuesta. ¡Vive salvaje o muere!

MictlanTepetli

Concuerdo que es irrelevante para la conversación considerar tus palabras como falta de respeto referente a mis creencias envueltas de Paganismo, aunque pienso que en una discusión sana debe existir de ambas partes, un mínimo de respeto por lo que cada uno defiende y cree, también de que se debe que ser cuidadoso al especular y lanzar suposiciones como las que mencionaste, en fin, sin más dramas continuaré la conversa.

Tu ejemplo de los Nativos que murieron pensando que las “camisas fantasma” les protegerían de las balas de los blancos es muy interesante, aunque en realidad mi rechazo a la física  o a las ciencias avanzadas no es tan absoluto que digamos, más bien es un rechazo parcial, puesto que como escribí en mi anterior respuesta, repito “(…) aunque soy consciente de que no puedo dar una regresión TOTAL, de esta forma se alimenta mi antítesis contra el sistema tecnoindustrial y la civilización moderna.”

Como decía, no puedo prescindir completamente del cientificismo que me han enseñado desde temprana edad, pero si lo puedo rechazar de manera intermitente, prefiriendo al mismo tiempo, retomar mis raíces aunque siendo un humano moderno que se enorgullece de las enseñanzas de sus antepasados.

Obviamente si un chamán me indica que me arriesgue a enfrentar a un montón de hombres armados solo con la “protección” de los espíritus de mis ancestros asesinados, estoy seguro que no lo haré, o quizás buscaría la forma de hacerlo pero de manera inteligentemente para salir con vida.

Respecto al tema del Ataque Indiscriminado, agradezco tu preocupación del cual haces gala enfocándote en cambiar el término por uno que sea más “entendible para el público”, pero sigo defendiendo esa terminología y quiero pensar que la mayoría de los eco-extremistas también lo hacen y lo continuaran haciendo.

Respecto a esto, quiero dejar muy en claro que:

-El Eco-extremismo como tendencia rompe con los estereotipos de muchos grupos u organizaciones radicales armadas o de acción directa, así pues, el Eco-extremismo es una provocación y una subversión de los valores civilizados humanistas que imperan hoy en la sociedad.

-El Eco-extremismo genera reacciones, negativas en su mayoría, y si continuamos empleando la terminología del Ataque Indiscriminado es para seguir ensanchando ese carácter provocador y retorico, el cual nos caracteriza.

-Un lector inteligente de los textos, análisis, comunicados, publicaciones y reivindicaciones eco-extremistas, se dará cuenta de que el Ataque Indiscriminado que se emplea por los grupos como ITS y otros, NO es un ataque al azar.

-El Eco-extremismo se explica en los actos, y aunque las palabras lo respaldan, es una tendencia más allegada a la práctica que allegada a cuidar terminologías.

-El Eco-extremismo no pretende ser un movimiento. Sé de antemano que aunque no nos interese, muchas veces las cosas que ha hecho o dicho ITS y los demás grupos se vuelven una tremenda polémica dentro de círculos o movimientos “primitivistas”, “anarquistas”, “salvajistas” etc., pero en realidad nos preocupa poco como nos ven los demás, nos importa mínimamente que los demás entiendan nuestras razones, solo el terrorista indiscriminado del tipo eco-extremista entiende los actos y las palabras de otro terrorista indiscriminado del tipo eco-extremista o nihilista, y con eso me basta, el Eco-extremismo está dando muestras de expansión en varios países por lo que se ha visto últimamente, este ejemplo real es la evidencia de que vamos por MÁS.

Sobre los Teochichimecas, la mayoría de los grupos eco-extremistas en México se basan en esos antepasados (Guachichiles, Tepehuanes, Irritilas, Raramuris, Zacatecos, etc.), pues son un referente histórico, encontramos en ellos un ejemplo inspirador de guerra y valentía que nos llena de orgullo y que sin duda reivindicamos, así como lo hacen los eco-extremistas del Sur de América, pero ellos en vez de tener como referencia histórica a los Teochichimecas tienen a los Selknam, Haush, Yamana y Alakalufes, antepasados igual de dignos y guerreros.

Aunque pienso que es erróneo de tu parte decir que queremos regresar a ser completamente como ellos “imitando el pasado” (i).

Yo, MictlanTepelti también soy de la firme idea de una resalvajización individual y grupal que pueda disfrutar en el PRESENTE  y no solo anhelarla, soñarla o desear que pase en el FUTURO que quizás no lo vea, pero pienso que a la par de esa resalvajización es necesario voltear a ver el pasado y tener una idea de cómo es que vivían nuestros antepasados, y en base a ese conocimiento, comenzar a tener experiencias que respalden esas referencias. Si quisiéramos imitar el pasado, seguro que el Eco-extremismo no se hubiera hecho público, en vez de que Yo no estuviera respondiéndote desde una computadora, estaría viviendo desnudo con actitud desafiante  en las zonas norteñas de la antigua Mesoamérica Septentrional.

Yo y los eco-extremistas no queremos “restaurar el pasado” (ii), simplemente queremos aprender todo lo que se pueda de ello y retomar las cosas rescatables y emplearlas en el presente, es claro que ya no vivimos en esa época y que muchas situaciones ya no son rescatables, pero en medida de nuestras posibilidades lo haremos poco a poco.

Hace unas semanas en el blog “Maldición Eco-extremista”, fue publicada una nota de la prensa en la cual abordaba el tema de la tribu de los Ka’apor de la zona brasileña del Amazonas, la tribu está siendo amenazada por los talamontes legales e ilegales que entran a sus territorios saqueando los ecosistemas, la guerra que esta tribu ha llevado a cabo desde hace tiempo es extremista por lo que el conflicto se agrava día con día. Organizaciones humanistas como Greenpeace se ofrecieron a “ayudar” a los Ka’apor e instalaron cámaras de video vigilancia y detectores de movimiento en los árboles que rodean los territorios de la tribu, queriendo así intervenir en el conflicto y tratar de apaciguar a los salvajes, lo que pasó fue todo lo contrario, pues los Ka’apor siendo una tribu guerrera y monitoreando su territorio ubicaron a los talamontes y el conflicto se agudizó. Así como el ejemplo de esta tribu, los grupos eco-extremistas emplean la tecnología a su alcance y detonan bombas, incendian lugares y asesinan objetivos para continuar con la guerra, si estuvieran empecinados en “restaurar el pasado” como lo mencionas, quizás sus armas de ataque serían arco y flechas, atlatl y lanza.

“Justificar el presente con el pasado” (iii) no suena muy descabellado, aunque no lo comparto de todo ya que la justificación central no es “porque los teochichimecas así lo hicieron”, repito de nuevo lo que escribí en mi respuesta pasada:

“ITS y otros grupos eco-extremistas atacan  NO SOLO porque los teochichimecas lo hicieron de esa forma, sus taques tienen connotaciones muy variadas que van desde el punto señalado, hasta razones en las que se defiende la Naturaleza Salvaje de manera egoísta, razones de venganza, razones para desestabilizar de manera inmediata ciertas instituciones, etc.”

Respecto a lo que llamas Resalvajizar (Rewilding), concuerdo contigo que aquellos que realmente respeten y amen la Naturaleza Salvaje son los que trabajan de manera individual o con un grupo reducido, siempre con iniciativas propias. Aunque uno de los problemas que quizás tendrán que enfrentar los salvajistas es la organización, reunir a ese tipo de personas preocupadas REALMENTE por la Tierra y coordinar actos (cuales sean), ya que si mal no recuerdo, en Estados Unidos hay una cantidad impresionante de corrientes ecologistas muchas incompatibles entre ellas.

Hace años que discutía con una persona que era afín a la idea de crear un “movimiento anti-industrial” para contribuir al “colapso de la civilización”, en mi crítica yo expuse varias problemáticas que se pueden presentar, esto en base a experiencias históricas de movimientos políticos en el pasado, tres de las principales fueron:

1. La organización (como lo mencioné arriba).

2. Las escisiones que seguro se presentarán durante el proceso de esa organización, las cuales indudablemente detienen la labor de los iniciadores. De hecho los salvajistas estaban trabajando de la mano con los “indomitistas” españoles (Último Reducto, etc.) si mal no recuerdo, y la unión fracasó, ¿quisieras contarme un poco de lo que pasó?, ¿crees que esta sea la primera escisión del “movimiento” del futuro? ¿No te parece muy pronto que haya separaciones de este tipo, antes de que se concrete ese movimiento?

3. La amenaza que puede representar un movimiento público que se dedique a impulsar el “colapso” de la civilización (aunque sea en una pequeña zona, como mencionas), puede ser seria, y no es un juego de niños idealistas. Esta amenaza puede ser vista alarmantemente por los que defienden a toda costa las estructuras de la civilización, las grandes potencias mundiales y las grandes industrias no estarán tranquilas sabiendo que un movimiento ha sido creado, y que quiere derribar lo que tanto trabajo les ha costado construir, ante esta situación ¿sería más conveniente manejar el supuesto movimiento públicamente? ¿O de manera clandestina?

Si es público, los integrantes de dicho movimiento se arriesgan a ser detenidos, y que sus planes de provocar la “mayor destrucción posible” contra el sistema tecnoindustrial quede en un acto frustrado.

Si es clandestino, quizás tengan más posibilidades de manejar las situaciones un poco más alejadas de las consecuencias que se suscitan en una guerra, las cuales son arrestos, torturas, desapariciones, vida clandestina, etc. Aunque quizás el trabajo de ese movimiento pueda ser más lento en la rama clandestina. ¿Qué opinas sobre esto Jacobi?

Sigo concordando totalmente con la idea expuesta por “Reacción Salvaje” en su crítica a “Ediciones Isumatag”,  en la que se leía que la única Revolución que ha existido realmente ha sido la Revolución Industrial, la que ha triunfado hasta ahora, ya que TODAS las “revoluciones” que se han presentado en la historia solo han cambiado un régimen por otro más liberal o para cambiarlo por otro más totalitario, da igual.

Aunque estoy de acuerdo que un “cambio drástico” en algún sector del planeta, pueda tener consecuencias de carácter mundial, me gustaría saber cómo es que se llevaría a cabo, los llamados “indomitistas” kaczynskianos también defienden lo mismo, solo que nunca han mencionado cómo es que piensan hacerlo.

¿Hay alguna diferencia entre el movimiento que proponen los salvajistas con el movimiento que proponen los indomitistas?

Ya que no quieres hablar sobre el “partido político combativo” del que te refieres, dejaré el tema, aunque me hubiera gustado saber cómo es que se pretende gestionar un partido de esa índole sin caer en la chocante burocracia.

En México y creo que en la mayoría de los países de América Latina, los partidos políticos son órganos extremadamente odiados por grandes sectores poblacionales, son organismos que se manejan por mentiras, los manejan hipócritas que solo quieren el poder para hacer lo que se les plazca, son sinónimo de corrupción y de acarreo. Quizás en Estados Unidos los partidos políticos son otra cosa, ya que veo que la tasa de abstenciones es mínima, comparada a la de abstenciones en votaciones en México por ejemplo.

Me queda clara la metáfora, los salvajistas son el “agua” que va lenta pero segura, espero que sea así como lo dices, porque los eco-extremistas somos el “fuego”, y estamos dispuestos a consumir todo lo que podamos antes de que nos quememos (suicidamente) a nosotros mismos junto con todos los hipercivilizados que podamos llevarnos a la muerte.

John Jacobi

I. ESPIRITUALIDAD

Usted dijo: “Obviamente si un chamán me indica que me arriesgue a enfrentar a un montón de hombres armados solo con la “protección” de los espíritus de mis ancestros asesinados, estoy seguro que no lo haré, o quizás buscaría la forma de hacerlo pero de manera inteligentemente para salir con vida.”

¿Pero no sugiere esto porque usted sea un materialista y que usted considere el materialismo como una manera más eficaz de resistir a los intentos de personas ajenas que utilizan engaños para obtener control sobre usted? Soy una persona espiritual. Como materialista considero el Cosmos con asombro y mediante la razón y la sinrazón, sé que conviven por igual con él, el estudio del proceso de creación a través de la teoría evolutiva, excursionismo a través de esqueletos de piedra de la tierra, lavando en el rio la sangre de la tierra, etc., pero en última instancia, me no posiciono la existencia de nada que no sea material – ¡que es lo suficientemente bello! – y no considero a chamanes o a cualquier tipo de maestro como una fuente infalible de conocimiento. En cambio, creo que la investigación empírica, lógica, y otros métodos científicos para conocer el mundo, han demostrado ser formas superiores de conocer el mundo, ya sea que estén presentes en culturas primitivas o industriales. Y están presentes en las culturas primitivas.

Consulte “”Zoological classification system of a primitive people” de Jared Diamond (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17739593), en este Diamond muestra “casi uno-a-uno la correspondencia entre Fore [taxonomía] y las especies que reconocen los taxonomistas europeos”.

Ver también “The Art of Tracking: The Origin of Science” de Louis Liebenberg (http://www.cybertracker.org/tracking/tracking-books/276-the-art-of-tracking-the-origin-of-science), en la que Liebenberg ilustra cómo el razonamiento científico se puede remontar a los métodos utilizados por los de cazadores / recolectores para rastrear y cazar animales.

Esto es, al menos, mi propia creencia. Usted no tiene que responder si no quiere. Simplemente quería dejar claro que al aceptar el materialismo científico no dejamos de lado la espiritualidad o la irracionalidad. Estas cosas son importantes para mí porque me encanta el humano completo, no sólo algunas partes. Pero me gustaría mucho recibir la plenitud espiritual de lo que considero como creencias verdaderas, crueles o no, o no tradicionales. Una vez más, escribo sobre estas cosas en “The Foundations of Wildist Ethics,” sección III.B” (http://www.wildism.org/hg/1/1/hg1-1foundations.pdf).

Termino con una cita de Edward Abbey:
“¿Creencia? ¿En qué creo? Creo en el sol. En la roca. En el dogma del sol y de la doctrina de la roca. Creo en la sangre, en el fuego, en la mujer, en los ríos, en las águilas, en la tormenta, en los tambores, flautas, banjos y caballos de cola de escoba…”

II. ATAQUE INDISCRIMINADO

Contrariamente a lo que dije antes, no tengo mucho más que decir acerca de los ataques indiscriminados, especialmente después de leer más sus comunicados y algunas partes de la Revista Regresión.

Usted escribe que a mí me preocupa cómo el público entiende el concepto de ataque indiscriminado. Esto es verdad hasta cierto punto, pero mi principal preocupación es cómo otros eco-extremistas y eco-radicales entienden el concepto de ataque indiscriminado. Usted escribe, por ejemplo, que los lectores inteligentes entienden el significado de la terminología, pero los lectores inteligentes pueden no ser los únicos inspirados para actuar. Esto es especialmente cierto cuando el lenguaje de los comunicados es tan sucio, temerario, y abierto a interpretaciones erróneas.

Usted señala que esto está permitido por nuestros fundamentos morales no humanistas. A modo de ejemplo se señala el carácter salvaje de los ataques Teochichimecas en contra de civilizadores cristianos y se toma nota de la forma en que las tribus amazónicas, recientemente han amenazado de atacar a todos los que amenazan su forma de vida. Reconozco este punto como válido.

Sin embargo, tengo algunos puntos restantes que tienen que ver con el concepto de ataque indiscriminado y lo que significa seriamente para los eco-extremistas.

1.)
Vivimos en el presente, y en el presente la principal preocupación para los amantes de la naturaleza es la resalvajización (presumiblemente) de la manera más eficaz. Incluso si nuestros valores no permiten condenar explícitamente los principios de los eco-extremistas, sino que tampoco condena explícitamente ni se convierten en un imperativo (como saben). Como tal, ya sea para  participar en tal acción es completamente una cuestión de (a) carácter individual y de decisiones (b) y de estrategia. Puesto que (a) es tan variado entre los individuos, no voy a hablar sobre lo mismo, excepto para decir que yo estoy repelido por algunos que implícita o explícitamente condonan el ataque indiscriminado. Pero sólo puedo determinar mi propio comportamiento, por supuesto. En lo que respecta, (b), no puedo dar algunas sugerencias específicas, ya que puedo crearme problemas legales. Es suficiente decir que no creo que el ataque indiscriminado sea una muy buena idea. Si el enemigo es mucho más fuerte que tú, lo que se puede hacer es persuadirlo con un palo para cansarlo, pero si persuadirlo es demasiado difícil o demasiado rápido entonces el enemigo se habrá impuesto completamente. Esto siempre es un riesgo, pero “vive salvaje o muere” no quiere decir que yo deseo morir; la muerte no es mi objetivo, y no la voy a pedir. La muerte es solo el precio que estoy dispuesto a pagar.

2.)
Hay por lo menos una discriminación que es importante: los que luchan contra la civilización y aquellos que no lo hacen. Olvide lo que pienso sobre los que no luchan contra la civilización; Creo que he explicado lo suficiente mi postura general sobre tal cuestión. Sin embargo, obviamente, yo y otros salvajistas no apoyamos herir a los que nos acompañan en nuestra guerra contra la industria. La lectura de algunos comunicados, parece que ITS y otros grupos eco-extremistas hacen esta distinción también. Por ejemplo,

En comunicado 5 (2016), “Consideramos enemigos a cada uno que contribuya a todo el proceso sistemático de domesticación y alienación, si, los científicos, ingenieros, investigadores, físicos, ejecutivos, humanistas, y ¿porque no? -apoyando la idea y la práctica del ataque indiscriminado- también contra la sociedad en su conjunto.

¿Porque la sociedad? Porque esta tiende al progreso, al progreso del sistema tecnológico e industrial, contribuye a la consolidación y al avance de la civilización. Pudiéramos pensar que ellos son solo borregos que hacen lo que les dicen y ya, pero nosotros no lo vemos tan simple, la gente sigue una línea dentro de este sistema porque quiere, si tuvieran elección seguro que les gustaría vivir como los execrables millonarios, pero se pudren en su pobreza siendo así los eternos fieles sirvientes de un sistema que nos subyuga como animales domésticos.”

En el comunicado 4 (2016), “ITS no se doblega frente a la moral corriente y sabe que, o se está con la Tecnología, o se está en Guerra contra ella. Los primeros mueren y los indecisos también”

Teniendo esto en mente, el ataque indiscriminado plantea al menos dos problemas. En primer lugar, ¿cómo alguien puede decir quién está y no está luchando pasivo, o en la banca en el contexto de “ataque indiscriminado”? Si un eco-terrorista pone en marcha una bomba en una clase de graduados de ciencias de la computación, ¿cómo saben que los alumnos de esa clase no están traduciendo comunicados o ensayos, pirateando ordenadores de industrias, etc.? Hasta hora, no he hecho ningún comentario sobre las tácticas terroristas, y no lo haré. Pero suponiendo que van a realizar un atentado parecido hay que tenerlo en cuenta, reconozco las limitaciones inherentes a las tácticas. Reconozco que siempre habría algún tipo de compensación. Pero  el “ataque indiscriminado” aumenta drásticamente las posibilidades de que los eco-radicales matarían a uno de los suyos.

Obviamente hablo de contexto personal. Soy un estudiante de ciencias de la información, y creo que los piratas informáticos y los ciberpunks pueden hacer mucho para ayudar a la desestabilización actual de la sociedad industrial. Por ejemplo, los yihadistas terroristas, anarquistas, eco-terroristas, insurgentes africanos, y muchos otros, actualmente están forzando a los gobiernos para llevar a cabo vigilancia de masas, y esto molesta a los ciudadanos — pero solo si lo saben. Los ciberpunks, que en realidad a menudo tienen tendencias radicales y eco-anarquistas, están dejando que los ciudadanos sepan a través de fugas de información y del periodismo, lo que crea un clima desenfrenado favorable para los eco-radicales. Esto porque yo soy ciberpunk y por qué apoyo firmemente el movimiento. Esta es la razón por la que yo y otros estamos confundidos por la retórica eco-extremista: ¿ser eco-extremistas significa que cualquier persona que no lucha contra la civilización con explosivos, incendios y terrorismo corre el riesgo de morir? ¿No hay otras maneras de resalvajizar?

Para que quede claro, yo no digo lo anterior porque tenga miedo de la muerte. Al asistir a la universidad, una universidad de investigación no menos, y con especialización en ciencias de la información, reconozco abiertamente que estoy en LA zona de guerra. Las universidades son, por supuesto, uno de los sitios principales de la lucha de los eco-radicales – He dicho esto una y otra, y sé que estoy en riesgo.

Como sea, olvide por un momento el terrorismo, cualquiera que sea el estado de esas tácticas. Considere la posibilidad de que hay cuatro o cinco salvajistas de estudiantes en cada una de unas pocas universidades. Eso es más que suficiente para llevar a cabo una acción sofisticada, no terrorista que, sin embargo, sea muy eficaz. Por ejemplo, los estudiantes saben cosas de la universidad mucho más que cualquier radical que esté fuera de ella; están mejor conectados; tienen más acceso; etc. Por otra parte, cuando los estudiantes se rebelan, los medios de comunicación suele ser favorables para ellos, y la policía no puede ser tan dura por el temor a una reacción. En estas circunstancias, los eco-radicales pueden aprovechar el caos debido a las ventajas estratégicas que se dan casi exclusivamente para ellos, los estudiantes. Además, incluso si esto no da lugar a demandas materiales, se capacita a los eco-radicales para que puedan aprovechar mejor las situaciones futuras. A través de las medidas, AHORA nos preparamos para el futuro próximo, y estamos mejor preparados para aprovechar cualquier oportunidad que pueda surgir. En realidad no hay otra manera de prepararse adecuadamente. Y por supuesto, NUNCA se lograrán demandas materiales sin un “espectro táctico”.

Con esta táctica algunos grupos podrían ser, (1) posiblemente más eficaces que los terroristas aislados; (2) estar mejor protegidos contra la represión para que puedan seguir actuando; (3) capacitarse para el futuro sin tener que depender el futuro; (4) mejores condiciones para evitar el riesgo de herir o mutilar a uno de los suyos.

No estoy tratando de convencer para que se embarquen en ciertas tácticas. Yo sólo estoy explicando el enfoque salvajista y algunas de las razones por las que el ataque indiscriminado no tiene sentido para mí, como una política estratégica.

Tenga en cuenta también las repercusiones de las prácticas indiscriminadas de los yihadistas salafistas: “Si bien, la minimización de la elitista retórica salafista ha suavizado el golpe de estas retractaciones, en cierta medida, Al-Qaeda se ha puesto en una situación insostenible con respecto a una cuestión, esta es de que Al-Qaeda se ha visto obligado a defenderse contra los cargos que sus acciones conducen a la muerte de incontables musulmanes inocentes, ante esto Al-Qaeda utiliza acusaciones de apostasía para justificar estas muertes ideológicamente; si se sostiene de manera pragmática diciendo que el fin justifica los medios, o si Al-Qaeda trata realmente de reducir al mínimo las muertes musulmanes es irrelevante. La disminución de las encuestas de opinión en el mundo musulmán, reflejan el hecho indiscutible de que Al-Qaeda no ha de redimir al Islam, pero ha tenido éxito en matar a musulmanes inocentes en gran número. A pesar de sus muchas adaptaciones, es la mayor debilidad de Al-Qaeda, y sigue siendo una debilidad permanente de la yihad global que Occidente sigue exponiendo “(de http://www.terrorismanalysts.com/pt/index.php/pot/article/view/braniff-towards-global-jihadism/html).

Ahora, reconozco cuando usted dice que no está tratando de reclutar a gente, y en su mayor parte estoy totalmente de acuerdo con usted. No debemos hacer de nuestros valores y objetivos “más aceptable” sólo para tener números más grandes de simpatizantes. Pero le recuerdo una vez más que estoy interesado en el ataque más eficaz contra la industria del que seamos capaces de hacer, suponiendo que, como mínimo, esto significa resalvajización efectiva por individuos y por grupos pequeños. Esto significa, por ejemplo, que atacar a la gente “en la banca” en realidad no tiene ningún sentido. En el peor de los casos, ese tipo de retórica incluso podría debilitar el ataque contra la industria por individuos innecesariamente alienantes quienes fueron alguna vez como yo o como usted.

Por otra parte, para que no olvide cómo ha sido la retórica provocativa eco-extremista, tenga en cuenta estas citas en los recientes comunicados de ITS:

Del comunicado 5 (2016), “Nada, absolutamente nada garantiza que no se hieran civiles. De hecho, nuestros ataques están pensados para causar el mayor daño posible y si en unos de estos atentados caen más vidas de las que teníamos pensado, mejor aún. Y lo decimos de esta manera, sin remordimiento ni culpa, porque estamos totalmente convencidos de lo que pensamos y de la vida que elegimos, y ya lo demostramos con actos concretos: frente al obstáculo sabemos cómo actuar. Las posibles bajas civiles no serán “un error de cálculo”, ya no serán “una consecuencia de esta lucha”, serán una elección, una consiente y placentera ELECCIÓN.”

Del comunicado 1 (2016), “Nos llena de regocijo los tornados que azotan y destruyen áreas urbanas, lo mismo que con las tormentas que inundan y hace ver en aprietos a los ciudadanos indefensos”

Esto no hace nada por comunicar el amor por la naturaleza; no hace nada para comunicar la importancia de la defensa radical; lo único que hace es hacer que la gente (¡incluido yo, un compañero eco-radical!), sospeche que algunos de los eco-extremistas son sociópatas y que no son más que oportunistas que utilizando la eco-defensa justifican su violencia. Por ahora me doy cuenta de que este no es el caso con muchos eco-extremistas, pero sigue siendo el punto.

3.)
Incluso si no somos humanistas, todavía somos capaces de sentir empatía. Obviamente, esto puede ser refutado por decir que estamos en guerra, y es cierto, y reconozco la necesidad de una defensa purista de la naturaleza salvaje y todo lo que ello conlleva. Pero como una persona que ama TODO lo humano, espero desalentar la distorsión de la naturaleza humana que se produce en todos los movimientos radicales, una distorsión que hace que el hombre olvide el lado de su espíritu que no es un guerrero, sino que es simple y quiere cosas simples. Para ello, en mis conversaciones con los salvajistas jóvenes, con frecuencia cito un videojuego que solía jugar llamado “Caballeros de la Antigua República II”. En ella, un personaje dice: “El jedi… los Sith… lo no entiendes. Para la galaxia que son la misma cosa: sólo son hombres y mujeres con demasiado poder, pelean por la religión, mientras que el resto arde”. En última instancia creo en mi causa; Creo en la Reacción. Pero esta cita hace ver mis compromisos críticamente. Espero que le ayude a hacer eso también.

En suma: abrumadoramente mi mayor problema con el ataque indiscriminado y la retórica eco-extremista es el camino que divide a compañeros eco-radicales que comparten casi la totalidad de sus valores, y el camino que no logra recordar que hay una diferencia entre un espectador civilizado y un espectador eco-radical.

Por último, una pregunta: En el texto “¿Ataques Indiscriminados? ¡Pero qué chingados les pasa!” Regresión escribe: “Como decimos, todos pueden expresar su incompatibilidad con el eco-extremismo indiscriminado que defendemos, eso lo han hecho también los autodenominados “Célula Revolucionaria Paulino Scarfó” (CRPS), en su comunicado de febrero de este año, en el cual hacen alusiones indirectas del atentado de ITS en Chile”

¿Esto quiere decir que algunos eco-extremistas no necesariamente apoyan el ataque indiscriminado? No sé quiénes son la Célula Revolucionaria Paulino Scarfó. De cualquier manera, creo que usted me puede considerar como un eco-radical que cuestiona la validez del “ataque indiscriminado” y definitivamente no le gusta la terminología.

III. TEOCHICHIMECAS
Sus puntos sobre la restauración, imitación, y hacer referencia al pasado son bien tomadas. Entiendo sus argumentos ahora.

IV. RESALVAJIZACIÓN  Y REACCIÓN

(A)
En primer lugar, quiero aclarar los significados de resalvajización y reacción, que ha faltado explicar en mi correo electrónico anterior. Creo que podemos ver la conservación como un gran círculo, la resalvajización está dentro de éste, y la reacción dentro de ese. Estos términos tienen en cuenta la progresión de la lucha de espíritus indomables, hombres y mujeres que no pueden vivir sin las cosas salvajes. Al principio trataron de conservar lo que quedaba, pero no fueron lo suficientemente lejos y no fueron capaces de lograr mucho. Ahora hemos empezado a RESALVAJIZAR, pero esto indica que hay que pasar de una mera actitud conservadora a ser totalmente reaccionario. Así, la reacción es la más extrema defensa purista de la naturaleza salvaje posible; es RESALVAJIZACIÓN total, sin concesiones. Como escribo en el próximo documento, “Carta para la Conservación del partido”:

“Pero cuando cualquier movimiento con la esperanza de conservar algo precioso y sagrado, debe por necesidad, girar sus ojos hacia la restauración, debe también tomar en cuenta que el tiempo de la acción más radical puede estar cerca. Este es el estado de nuestro mundo: nos hemos movido más allá la simple conservación y, al ver nuestros esfuerzos destruidos por la industria y por sus efectos, han comenzado a participar en el acto restauracionista de resalvajizar. Pero la defensa simple no es suficiente, y es evidente que lo que se necesita es una completa y salvaje reacción de la Revolución Industrial”.

(B)
Por lo menos, los salvajistas abogan que los individuos y los cuadros de resalvajización sean lo más eficazmente posible. Si todo esto es nuestra resistencia cada vez más ascendente, que así sea. Pero nosotros en el Instituto Salvajista creemos que una acción más eficaz es posible, y yo estaré reseñando y justificando nuestras ideas en los próximos números de la Revista Hunter/Gatherer. Esto significa abordar las tres preguntas que usted ha enunciado, especialmente en la cuestión de la organización.

1.) Organización
Tendré más que decir acerca de esto pronto, después de terminar mi ensayo “Organización”. Por ahora voy a recordarle que partimos de la suposición de individuos y grupos pequeños. Todo lo demás se construye en la parte superior de eso, y voy a pasar tiempo justificándolo. Pero por ahora, absolutamente lo más importante para la coordinación entre los grupos es una ideología unificada. Para los salvajistas, se trata de los tres elementos de los que hablé antes: (1) la creencia en el mundo material y el uso de la razón para entenderlo; (2) la crítica a todas las formas de progresismo; (3) la creencia en el valor de lo salvaje y el imperativo asociado a RESALVAJIZACIÓN. Casi todo lo demás es extra, tal vez para añadir sabor local o comunicar idiosincrasias de individuos salvajistas (como el paganismo o mi espiritualidad materialista).
También es importante la comunicación y la propaganda. Pero éstos presentan algunos problemas prácticos, ya que no queremos ser demasiado dependientes, en gran medida, de internet. Como ya he dicho, voy a escribir más sobre esto pronto.

2.) Faccionalismo
En una entrevista que pronto será publicada con The Fifth Column, un periodista me preguntó cómo creo que podemos evitar el faccionalismo y promover la unidad. Yo he dicho esto:

“¿Faccionalismo entre quién? ¿Ambientalistas, anti-civilizadores, conservacionistas? Creo que estamos de acuerdo en que si las diferencias son marcadas, el faccionalismo en realidad puede ser muy útil. El enfoque “big tent” podría ayudar a los objetivos temporales o movimientos reformistas, pero para un movimiento político radical, una pequeña población unificada es sin duda mejor que una muy amplia pero desunida. Así que yo no trabajo exactamente contra el faccionalismo. Estoy de acuerdo con la ruptura de un movimiento grande si un puñado de nosotros no está de acuerdo en algunos puntos fundamentales, que no tienen solución.”

No creo que el faccionalismo sea inherentemente malo. De hecho, los Bolcheviques eran altamente escindidos pero echaron abajo a toda una nación. Y los yihadistas salafistas son EXTREMADAMENTE escindidos, sin embargo, son la fuerza terrorista dominante en la actualidad.

Esto es posible porque yo no estoy tratando de construir un movimiento que consista en la totalidad de resalvajizar. Todo lo que se requiere es un pequeño grupo de salvajistas que fueran capaces de utilizar la revuelta de masas por sus fines, formados en la psicología de masas, formados, en la creación de redes, formados en la infiltración y el espionaje. No tiene que haber unidad entre todo el movimiento ecologista – lo cual nunca va a suceder.

En cuanto a mi relación con los indomitistas, no voy a entrar en los detalles. Basta con decir que se escindió sobre todo para que pudiera actuar de manera autónoma, porque tenía algunos desacuerdos con UR en particular. Sin embargo, yo considero que son de la misma categoría de eco-radicalismo como yo, porque defienden los tres principios centrales del salvajismo. A menos que exacerben la desunión entre nosotros mediante la emisión de una crítica y así sucesivamente, no tengo nada malo que decir acerca de ellos, aparte del hecho de que estoy de acuerdo con algunos aspectos de su estrategia. Vea a continuación las diferencias entre nosotros.

3.) La ilegalidad
Estoy por encima del suelo porque lo que creo que es más útil y necesario para que avance el salvajismo se puede hacer sobre el suelo. No estoy interesado en las bombas y el terrorismo, y puedo hacer lo que necesito hacer públicamente. Sin embargo, si en algún momento el gobierno decide no seguir sus propias leyes de libertad de expresión o algo así, estoy dispuesto a continuar mi trabajo clandestinamente; o estoy dispuesto a ir a la cárcel; o yo estoy dispuesto a morir. Tomo en serio el lema, “Vive salvaje o muere”. De hecho, es necesario para la membresía en el partido antes mencionado, que los miembros estén dispuestos a pasar a la clandestinidad en cualquier momento, si el gobierno decide hacer nuestro trabajo ilegal (como ocurrirá si nos hacemos fuertes).

Soy consciente de que si ITS llega a los Estados Unidos, si el ELF revive, si el FC vuelve, si Earth First” es restaurado, si los  eco-radicales comienzan a incitar a la reactivación predicha por John Muir, voy a ser un objetivo. Estoy dispuesto a aceptar las consecuencias. Esto es la guerra, MictlanTepetli. Hacemos lo que sea necesario y podemos estar seguros de que no será fácil encerrados. Recuerda:

Soy el espíritu indomable que con la naturaleza
destruye los ídolos de la soberbia del hombre…

Soy la naturaleza salvaje, que se resiste a la dominación
y que prevalecerá hasta el final
Sin embargo, en la actualidad estoy dispuesto a
vivir salvaje o morir

Dicho esto, hay al menos algunos ejemplos históricos de escisiones públicas y clandestinas. PETA financió al ALF durante muchos años. Earth First! funcionaba como la cara pública del eco-radicalismo, mientras tanto FC y el ELF estaban llevando a cabo sus actos de terrorismo ecológico. Sinn Feinn es la cara pública para el IRA. La lista sigue y sigue. Tenga en cuenta que usted como propagandista del eco-extremismo debe ser completamente clandestino.

(C)
Usted dice que cada revolución ha dado lugar a un cambio de régimen totalitario o liberal. Pero incluso aparte del hecho de que es un olvido colapso al por mayor, la cuestión es la siguiente: aunque la resalvajización sea través de toda una región esto deja espacio para unos pocos líderes totalitarios, ellos no van a tener la capacidad técnica para controlar tanto como el régimen anterior. Mira ejemplos actuales: Egipto, Siria, Somalia, y así sucesivamente, todos los que sufren trastornos extremos de modo que ahora es (1) muy difícil para los autócratas controlar esa región; (2) muy difícil de industrializar esas regiones; (3) muy difícil para que las mega-potencias industriales vigilen la región. (También voy a señalar que algunos de estos países tienen ahora algunas de las más bajas emisiones de carbono en el mundo, a causa de la guerra y que la revolución ha causado a la producción industrial.) Y encima de todo eso, la inestabilidad es suficiente para que los yihadistas salafistas utilicen las áreas de base para hacerse más fuertes, para que realicen ataques aún más eficaces para promover su yihad. Y voy a señalar que, incluso con las escisiones yihadistas, incluso con todas las cosas que van en contra de los yihadistas en general, son un movimiento global.

(D)
“¿Hay alguna diferencia entre el movimiento que proponen los salvajistas con el movimiento que proponen los indomitistas?”

Creo que las diferencias son las siguientes:
1.) Los salvajistas son más propensos a tolerar el desorden que viene con la política radical. Los indomitistas son demasiado pedantes. No se dan cuenta que la resistencia radical es polifacética y abarca personajes de mala muerte, menor que circunstancias ideales, etc.

2.) Los salvajistas están más dispuestos y mejor equipados en hacer lo que hay que hacer. Los indomitistas se ahogan por su cultura de la crítica y la lucha contra la crítica. Esto no quiero decir que estoy en contra de la crítica, pero no es suficiente. Tenemos que entrenar activamente salvajistas para que la resalvajización sea eficaz.

3.) Los salvajistas abogan por un “método de escalera”, donde cada acción se acumula a una acción mayor. Como he dicho antes, si nuestra resistencia equivale a la acción individual y en grupos pequeños, entonces que así sea. Pero creo que puede ser más que eso. Creo que puede ser coordinado con al menos un grado marginalmente mayor, y estoy dispuesto a hacer esto. Los indomitistas tienden a pensar que podemos dar un paso gigante de una vez, y que a veces parece como si aceptarán nada menos que el gran paso. Pero eso simplemente no es efectivo en el trabajo de la revuelta. Empezamos débiles y nos hacemos fuertes en el proceso de resalvajización; nosotros no construimos silenciosamente la fuerza en el fondo y ENTONCES viene la resalvajización. Resalvajizandonos  ENSEÑANDO y ENTRENANDO individualmente.

¡Por el fuego, el agua, el viento y la tierra!
¡Vive salvaje o muere!

MictlanTepetli

Continúo:

I. ESPIRITUALIDAD

Me da gusto saber que no pones el racionamiento científico por encima de la espiritualidad y la irracionalidad, muy pocos materialistas que conozco hacen eso, muchos de ellos son más parecidos a una máquina que está programada para responder preguntas con la racionalidad artificial e impuesta por el modernismo.

¿Sabes? Hoy en día es muy difícil conocer personas que sean realmente shamanes, en México los originarios que son verdaderos “hombres de conocimiento” no se exponen, esconden celosamente sus enseñanzas, y si las comparten, es solo a un muy reducido grupo de personas muy específicas. Estos casos son contados, la mayoría de los “chamanes” en México son charlatanes, embusteros que se cuelgan del pseudo-espiritualismo para obtener dinero, renombre o cosas materiales. Uno necesita ser inteligente, conocedor y observador para desenmascarar a estas personas falsas, desgraciadamente muchas personas, a las que los sega las creencias animistas son fácilmente engañados por esos estafadores.  Así son las cosas por acá.

Considero que un espiritualista y un materialista siempre estarán peleados, porque cada una de las partes busca la razón, uno la razón divina y la otro la razón científica.

Algunos materialistas preguntan ¿Cómo es que crees en dios (cualquiera) si no lo ves?

Los espiritualistas preguntan a la par ¿Cómo es que crees en el bosón de Higgs si tampoco lo ves?

Pienso que lo mejor sería equilibrar la balanza y no desestimar una cosa ni otra totalmente, lo he escrito anteriormente, soy un ser humano moderno y ya no puedo pensar como mis antepasados, ya no puedo decir simplemente que el agua cae del cielo porque “es un regalo de los dioses”, sé que cae agua del cielo porque es resultado del proceso hidrológico, aunque me gustaría no saber eso y quedarme con las creencias de mis antepasados, desafortunadamente no lo puedo hacer.

Así que equilibrar la balanza es lo único que me queda…

 II. ATAQUE INDISCRIMINADO

Respecto al punto 2 tengo que decir lo siguiente:

Lo que quisiera recordar y puntualizar aquí, y que es de vital importancia entender antes que nada, es que los contextos en los que se desarrollan las diversas luchas en defensa de la Naturaleza Salvaje son diversos, tanto aquí en México, como en los diversos estados del territorio nacional, como seguramente en Estados Unidos.

Cuando tú pones especial énfasis en que es un peligro detonar bombas sabiendo que quizás resultarían heridos o muertos eco-extremistas, eco-radicales y/o personas que tengan entre sus objetivos la desestabilización de la civilización o del tecno-sistema, pienso que estas siendo muy catastrofista ya que pones escenarios imaginarios que son muy difíciles de visualizar, y me atrevo a decir que tal vez imposibles.

En la historia de ITS (el grupo eco-extremista con más años), nunca ha habido el caso de que un eco-extremista, eco-radical o persona de esa índole haya resultado herido o muerto. Aunque el tema seguro que lo tendrían en mente los grupos eco-extremistas que han atentado en algún momento, estoy seguro que si algún día llegara a pasar eso, los grupos lo sentirían mucho, pero eso no los detendría en su accionar, como digo, sería una desgracia pero hasta ahí, quizás lo sentirían más o menos como si alguno de sus compañeros resultara encarcelado por sus actividades extremistas, pero ese es un precio que se tendría que pagar.

Cuando pones el ejemplo de que si alguna bomba es dejada en una clase de ciencias de la informática, quizás lastime a personas que puede que traduzcan comunicados o ensayos o que sean piratas informáticos, déjame decirte que en México no pasaría eso, te explico; la extensa mayoría de las personas que estudian ese tipo de ingenierías no están relacionadas con temas como estos, quizás las personas que puedan quedar lastimadas sean activistas de izquierda que generalmente no tienen una crítica profunda respecto a las problemáticas con la tecnología o la civilización, los activistas de izquierda mexicanos generalmente son progresistas y en su etapa de juventud se las dan de muy rebeldes, pero cuando crecen y consiguen empleos, se les olvida esa rebeldía, así que para los eco-extremistas no hubiera ni el más mínimo problema en que su explosivo dañe o mate a ese tipo de personas.

Quizás en Estados Unidos las aulas en donde se imparten ciencias de la informática tengan presencia eco-radicales o hackers afines a la desestabilización de la civilización, si hubiera eco-extremistas en Estados Unidos te tendrías que preocupar, porque las universidades son blanco especifico, pero hasta la fecha, yo en lo personal no sé que existan eco-extremistas gringos, así que puedes estar tranquilo, por ahora.

Esto es cuestión del contexto, imaginemos que existiera un eco-extremista o un grupo de estos en Estados Unidos, y estos quisieran dar un golpe en una universidad, seguro que, por el contexto en el que se desenvuelven,  no arriesgarían a que otros que piensen de la misma forma que ellos (o similar), resulten heridos o muertos en un atentado, los eco-extremistas gringos tendría que ser más selectivo en sus atentados y no tan abiertos.

En Estados Unidos últimamente he visto que esto de la resalvajización se ha hecho viral, la cantidad de programas televisivos sobre supervivencia o “primitivismo” es impresionante, comprendo que haya cada día más personas que se radicalicen en tu país, que más personas se quieran sumar a esta crítica profunda contra el tecno-sistema, y que todo esto se esté volviendo un movimiento, de ahí la preocupación tuya de que los eco-extremistas “cuiden” sus ataques, pero en México no es así y por lo que he visto en América del Sur tampoco lo es.

Las veces que en México se han atentado en universidades, los grupos eco-extremistas han elegido bien el objetivo, han focalizado un punto, lo han estudiado y lo han atacado, los que resultan heridos o son las personas-objetivos o algún trabajador de la universidad, no más, así que no hay cabida para pensar que tal vez exista un herido o un muerto eco-extremista o eco-radical o cualquier otro que quiera la desestabilización de la civilización.

ITS en el periodo 2011-2014, atacó 9 centros universitarios varios de ellos hasta en dos ocasiones, el saldo de heridos por sus explosivos fue de 4 personas, el saldo de muertos fue solo uno. En ninguno de los casos hubo ni siquiera activistas, ni anarquistas ni comunistas heridos, y mucho menos eco-radicales o eco-extremistas “pasivos”.

Aquí quiero puntualizar que el eco-extremismo es sinónimo de ilegalidad, TODOS los eco-extremistas se encuentran transgrediendo una ley o burlando a la autoridad, unos detonando explosivos, otros generando incendios, otros realizando amenazas de bomba, otros atracando, otros ensanchando vínculos con la delincuencia común, otros que se dedican solo a transportar explosivos o material ilegal, otros editando revistas sobre esos actos, otros actualizando blogs sobre esos actos, otros traduciendo comunicados sobre esos mismos actos, es decir, TODOS los eco-extremistas están dentro de la misma “mafia”, TODOS contribuyen al ensanchamiento de la actividad delincuencial que tanto daña al normal funcionamiento de la civilización, es por eso que un eco-extremista que sea pasivo NO puede existir, ya que cuando algún individualista se declara eco-extremista se vuelve un individualista ilegalista, un criminal.

Continuando quiero aclarar que cuando yo menciono que apuesto y tiendo también por la resalvajización solo estoy hablando de MI resalvajización y la resalvajización de MI GRUPO, que más daría yo porque el sistema se derrumbara completamente y ver resurgir de nuevo un planeta libre de toda atadura civilizada, pero NO, soy un eco-extremista y por ende pienso que el mañana, el futuro NO existen, lo que me queda es este pedazo de mierda en el que estoy parado y estoy consciente de que no soy el salvador de la Tierra, que lo único que se puede “salvar” es mi propia vida y la manera en la que me relaciono con mi grupo de afinidad. La Naturaleza Salvaje soy YO, y mi grupo que se aferra a no dejar morir los instintos de animales que aun poseemos, nos despojaron de todo, hasta de un sitio en el cual habitar libremente, nos alejaron de nuestros entornos salvajes, de nuestras tierras ancestrales y las sepultaron bajo el cemento, así que la única Naturaleza Salvaje soy yo y mi grupo, y resalvajizarla es a lo que tiendo. Claro, existen eco-extremistas que si tienen un lugar en la Naturaleza Salvaje al que defender, y ellos trabajan en lo suyo. Y es que la verdad de las cosas es que, poner una sola significación absoluta de lo que es el eco-extremismo sería caer en lo incorrecto, ya que dentro de esto como sabes, existen pensamientos diferentes y corrientes más radicales que otras, aunque a todos nos unen los mismos principios que mencioné en mis primeros intercambios epistolares virtuales.

Con este tema vuelve a hacerse presente el factor del contexto, por ejemplo los eco-extremistas que viven de nómadas generalmente tienen lugares a donde llegar cuando cambia el clima de los entornos, es decir, tienen un lugar que defender, en su caso ellos están interesados por la resalvajización de esos lugares y el alejamiento de la civilización, aunque siempre por métodos violentos e ilegales, nunca bajo negociación.

Los eco-extremistas como yo que vivimos en las apestosas ciudades, quienes NO contamos con un entorno en el cual desenvolvernos libremente y el cual necesite ser defendido o resalvajizar, nos “acoplamos”  a los cambios y actuamos según nuestras capacidades pero siempre en el marco de la ilegalidad, aunque, debo reconocer, que si se da la oportunidad de que cierto sector en el que nos encontremos se viera arrasado por una guerra civil o algún conflicto que destruyera la ciudad, nos comprometeríamos a resalvajizar esa zona, de eso no hay ninguna duda.

Así que una misma casusa nos une, tanto los grupos eco-extremistas nómadas que defienden sus territorios (sin ninguna reivindicación) y se preocupan por la resalvajización de esas zonas, como nosotros, los eco-extremistas de las ciudades que ponemos en práctica las actividades delincuenciales y reivindicamos nuestros actos, preocupándonos por nuestra resalvajización, siempre poniendo por delante  la Naturaleza Salvaje.

Continuando con el punto 2, mencionaste los ataques indiscriminados de Al Qaeda en donde muchos islamistas han caído en combate, hay que recordar que para ellos, morir en un atentado perpetrado por ellos mismos o por otros de su misma corriente es una bendición según su religión, porque si la estrategia del ataque indiscriminado de Al Qaeda fuera débil, el grupo ya habría dejado de existir desde hace ya algunos años, pero por el contrario, se posiciona como una de las mayores amenazas terroristas de la historia, estoy seguro que si el Estado Islámico cae derrotado, Al Qaeda seguirá de pie, pues tiene un respaldo más pertinente que el EI, aun continuando con sus ataques indiscriminados.

La retórica eco-extremista es muy clara y de hecho, es parte de una estrategia mucho más profunda que de unos simples “sociópatas que utilizan la bandera ecologista radical para justificar su violencia”, como quizás algunos nos vean.

La estrategia de los grupos eco-extremistas está dentro de la llamada “guerra de nervios” o “terrorismo psicológico”, en donde los extremistas hacen ver que no les importa nadie en los atentados que realizan. Este es un mensaje para las autoridades, grandes corporaciones y demás objetivos de estos grupos, ya que la mayoría de esos comunicados son leídos por la inteligencia mexicana, chilena o argentina (países en donde el eco-extremismo tiene presencia activa); con esto, se pretende prender los focos rojos de esas corporaciones, para generar cierta desestabilización y cierta preocupación en tales esferas en el presente.

Un ejemplo de esto fue el primer comunicado de “Reacción Salvaje” en donde se adjuntaron fotos de dos encapuchados sosteniendo escuadras y una ametralladora, el contenido del comunicado fue claro, el mensaje que era comunicar la fusión de varios grupos en uno solo fue explícito, pero la “cereza del pastel” fueron las fotos, ¿Qué tendrían que estar haciendo esas dos personas en las fotos sosteniendo armas?

El comunicado se publicó en Agosto de 2014 y en este el grupo “Reacción Salvaje” advertía de posibles atentados terroristas. Ante esto, los expertos de inteligencia ordenaron que se redoblara la vigilancia policiaca en dos fechas en específico, el 16 de Septiembre y el 2 de Octubre.

Para el 16 de Septiembre de ese año, durante el conmemorativo desfile militar en el centro de la capital mexicana, un fuerte operativo de vigilancia fue desplegado, ¡hasta las carriolas fueron revisadas! (algo que llamó la atención de los chillones de los derechos humanos), todo esto tras la preocupación del gobierno ante la amenaza de RS y de otros grupos de la delincuencia organizada. Aunque no hubo ningún atentado en el desfile el nerviosismo se hizo presente, el terrorismo psicológico funcionó.

Para Octubre, durante la manifestación en la cual cada año se generan gran cantidad de disturbios por la conmemoración de la matanza de estudiantes en Tlatelolco de 1968, también se desplegó un fuerte operativo policiaco intentando “neutralizar” cualquier amenaza, aunque en la manifestación se presentaron algunos conatos de violencia y enfrentamientos con la policía, no hubo mayores amenazas con las que la autoridad no estuviera acostumbrada a lidiar. Aunque la preocupación estaba latente por la amenaza de RS y sus grupúsculos, el que se redoblara la vigilancia, en esas conmemoraciones en las que los “expertos” en contrainsurgencia adelantaron que serían las fechas de los atentados de RS, evidenciaron nerviosismo y paranoia.

Aparentemente las autoridades pensaron que la amenaza de RS había sido falsa, hasta que el 20 de Noviembre al finalizar una manifestación en el centro de la capital mexicana, en repudio por la matanza de estudiantes de Ayotzinapa, comenzaron los disturbios, la violencia se desbordó, la policía contenía el fuego y las piedras que caían desde varios bloques de manifestantes, anarquistas, comunistas y entre ellos, dos grupúsculos de RS que se infiltraron en la manifestación popular, no para pedir justicia, ni para “solidarizarse” con el pueblo, sino para empujar a esa manifestación a un enfrentamiento a muerte con las esferas políticas, aprovechando la ira de la gente para conseguir desestabilizar. La emblemática puerta de Palacio Nacional fue el objetivo, si los manifestantes hubieran penetrado Palacio Nacional, la policía seguramente hubiera disparado contra los inconformes, y el conflicto hubiera podido haber resultado  o en una matanza más o en una guerra civil, dos grupúsculos de RS reivindicaron el intento de hacer esto posible en un comunicado días después de lo sucedido, por desgracia el acto se quedó en un intento, aun así hubo una desestabilización.

En el comunicado firmado por “Grupúsculo A Sangre y Fuego” y “Grupúsculo Danza de Guerra” de RS, se exponía lo siguiente:

“Los disturbios frente al emblemático Palacio Nacional, no fueron un hecho aislado, fue un acto evidente del ensanchamiento de la crisis económica, política y social que vive el país. El acto puso a temblar al gobierno federal, el cual desde ayer, ha ido chillando con los medios masivos difundir su prostituido mensaje de “tolerancia de estado”, para meterle en la cabeza a la expectante sociedad lo malo de la situación y que por ende, que esta rechace este tipo de actos.

Para nosotros estos enfrentamientos, en este tipo de condiciones, son totalmente útiles para incrementar las tensiones que derivan en el debilitamiento de las esferas del poder.

Provocar tensiones violentas para que los granaderos carguen en contra de la ciudadanía y que a su vez, esta decida defenderse en el momento para hacer más grande el conflicto, es uno de nuestros objetivos, en el camino de la desestabilización.

Los nefastos integrantes del gabinete de seguridad y la bocona prensa, habían propagado en septiembre el rumor de que nosotros teníamos “pensado” efectuar algún tipo de atentado, durante la conmemoración de la independencia o durante la marcha del 2 de octubre. Su equivocada predicción fue solo una visión paranoide de nuestros próximo actuar derivada de su preocupación por la emisión de nuestro primer comunicado del 14 de agosto. Aunque todos saben muy bien, (y no es nuevo) que dentro de las movilizaciones desde la desaparición de mencionados estudiantes, que han terminado en disturbios y daños a propiedad, participan organizaciones guerrilleras y anarquistas, con este hecho evidenciamos que los grupúsculos terroristas de RS también están dentro. Porque cuando la crisis se agrava, es mejor empujarla a lo peor…

Como ya habíamos escrito con anterioridad, RS no es un grupo que “entiende” o que “respete” a las masas, no participamos en sus manifestaciones para “solidarizarnos”, ni para clamar “paz” y “justicia”, los grupúsculos de RS queremos impulsar y ver a este sistema y a esta civilización ardiendo y cayendo por las problemáticas de sus integrantes.

Y si para eso tenemos que infiltrarnos en las manifestaciones recientes con palos, explosivos, fuego, incluso armas de fuego, que quede claro que lo haremos.

¡Por la desestabilización del podrido sistema tecnoindustrial!”

La amenaza estaba cumplida, la guerra de nervios como estrategia había funcionado y el terrorismo psicológico se había hecho realidad. Este ejemplo quizás sirva para vislumbrar la estrategia de la retórica eco-extremista.

Lo mismo pasa con los comunicados de ITS, el grupo se fundamenta en la guerra de nervios, cuando emiten ese tipo de mensajes, con eso se quiere generar la desestabilización y la preocupación en las personas encargadas de mantener las cosas en normal funcionamiento, aunque con esto, muchos rechacen a ITS o entiendan sus palabras de una manera diferente.

ITS, para muchos se posiciona como un grupo de psicópatas o locos, aunque estoy seguro que NO lo son, en muy pocas ocasiones se ha hablado de estas razones detrás de las palabras de sus comunicados, y muy pocas personas lo han entendido.

Respecto al punto 3, esto es lo que tengo que responder a tu pregunta:

La “Célula Revolucionaria Paulino Scarfó” es un grupo de anarquistas insurreccionalistas de Chile que criticó la reivindicación del ataque incendiario de “ITS-Sureños Incivilizados”, en el cual, un camión de pasajeros llamado “Transantiago” quedó reducido a cenizas durante el día en la capital chilena, en su reivindicación se podía leer:

Si bien, en esta oportunidad el atentado estaba pensado solo para destruir e incendiar el bus, no nos hubiera importado absolutamente nada si hubiera salido herido algún civil. Nuestros actos están más allá del clasismo torpe y necio. Despreciamos la masa, la ciudadanía, el pueblo, o como lo quieran llamar. Tenemos consideraciones solo por nosotros, los nuestros y la naturaleza salvaje.”

Estas palabras fueron incomodas para ese tipo de grupos, por lo que la “Célula” critico lo dicho de manera indirecta.

Cabe resaltar que ese grupo de anarquistas insurreccionalistas NO es un grupo eco-radical, ni MUCHO MENOS un grupo eco-extremista.

Aunque debo reconocer que algunos grupos eco-extremistas no hacen mención del término “Ataque Indiscriminado”, quizás porque no estén completamente de acuerdo con él o porque simplemente no lo quieren emplear.

IV. RESALVAJIZACIÓN Y REACCIÓN

Referente al punto de Organización no tengo mucho que decir, solo que espero leer pronto su ensayo sobre ese tema para poder despejar algunas dudas que aún me quedan.

Sobre el Faccionalismo, me parece interesante saber su posición frente a tal situación, muchas personas toman las escisiones dentro de un grupo como malas, pues un grupo que tal vez alguna vez fue fuerte y se parte queda debilitado, aunque algunos otros grupos que tienen escisiones les sirven para avanzar y desarrollar nuevos métodos. Algo parecido pasó con ITS, el grupo juntó esfuerzos para unirse con otros grupos en 2014, de esa unión surgió “Reacción Salvaje”, después de un año de actividad el grupo se separó, fraccionándose en varios grupos eco-extremistas, aunque ITS siguió internacionalizándose, RS solo fue un encuentro de aprendizaje y conocimiento para los nuevos grupos que le presidieron después de la disolución y la escisión.

Sobre la Ilegalidad me da gusto saber que está dispuesto a pasar a la clandestinidad si así las condiciones lo requieren, muy pocas personas tienen ese compromiso, y me genera simpatía su proyecto despejando algunas dudas, ya que hasta ahora, lo considero un esfuerzo sincero y serio por la defensa de la Naturaleza Salvaje y su resalvajización.

Regresando al tema de la “revolución”, si partimos sobre los ejemplos que mencionas de las regiones en conflicto como Egipto, Siria, Somalia, estaría de acuerdo que esas zonas son muy difíciles de controlar para los gobiernos, que son zonas en donde el desarrollo industrial se ha detenido, y que las mega-potencias no pueden tener vigilado dichos lugares, pero el asunto es que ese tipo de regiones solo pueden ser vistos como ejemplos, ya que ni Egipto, ni Siria, ni Somalia están en Estados Unidos, y esto lo digo puesto a que los contextos son extremadamente distintos, a lo que la pregunta central de este tema sería, ¿los salvajistas están pensando en contribuir al colapso de la civilización en una pequeña parte de Estados Unidos? O ¿están quizás, centrándose en otro lugar con muchas más posibilidades de poder experimentar la resalvajización y con posibilidad de detener la industria?

Lo que pienso también, sobre este mismo tema es que, está claro que por ejemplo, el levantamiento contra la dictadura de Gadafi (dentro de la “primavera árabe”), en Libia fue conocida como una “revolución”, no cambió más que un gobierno por otro, el país está desde el año 2011 en una crisis, y como mencionas, hay ciudades hasta ahora que no han podido ser reconstruidas y que la industria se ha detenido totalmente, todo esto no es completamente  gracias a las “revoluciones” o a las revueltas fallidas, sino a todo el contexto en el que se ha desarrollado la guerra civil en ese país, influyen muchos factores como la desestabilización de la economía, la toma de ciudades y caminos estratégicos tanto para los combatientes del Estado Islámico como para el ejército libio, la corrupción en la que está hundido el país, la negativa de la inversión privada para invertir en un país como ese, etc. Factores que no se tendrían que tomar a la ligera, y que se deben de tomar en cuenta en un contexto de este tipo, para poder dar ejemplos reales a los lectores interesados en la desestabilización de la civilización, en el colapso de cierta zona y en la resalvajización a posteriori.

Continuando, quedo satisfecho con las diferencias entre salvajistas e indomitistas, por lo que no hay más que decir sobre este tema.

¡Con la fuerza de la Naturaleza Salvaje de nuestro lado!

John Jacobi

I.

Creo que hemos discutido lo suficiente en relación con respecto a la espiritualidad y el ataque indiscriminado. Tengo poco más que decir sobre cualquiera de estos elementos, y en su mayoría sólo preguntas para usted. Usted ha respondido a todas mis preguntas anteriores y se dirigió a todos mis reparos anteriores muy adecuadamente, y no tengo mucho que decir, excepto que lo entiendo.

Algunas preguntas.
En primer lugar, ¿hay libros, grupos o documentos que usted u otros eco-extremistas pueden estudiar en relación con estrategia?

En segundo lugar, usted dice que cree que el futuro no existe. ¿Se refiere metafóricamente? ¿Cómo se puede poner tanto énfasis en el pasado, pero no tener en cuenta la existencia misma del futuro? Esta es una cuestión conceptual, y no una estrategia.

En tercer lugar, ¿qué se quiere lograr con la guerra de nervios? Puedo ver que tiene la clase técnica del miedo; puedo ver que aumenta la presencia de la policía y de la seguridad; etc. Pero ¿lo tangible lo logra? Me pregunto con especial referencia a la parada militar, ya que las personas asustadas eran en su mayoría no-técnicos, si he entendido bien.

II. Algunas respuestas.

“…debo reconocer, que si se da la oportunidad de que cierto sector en el que nos encontremos se viera arrasado por una guerra civil o algún conflicto que destruyera la ciudad, nos comprometeríamos a resalvajizar esa zona, de eso no hay ninguna duda.”
Exactamente, y como usted señala más adelante en su carta, esas oportunidades están dadas por muchas circunstancias fuera del control de los eco-radicales. El punto es estar preparado para ellas, y me dijo antes, se prepara mediante la acción PRESENTE, a través de lo que conforman sus valores ahora. ¿Quién está más preparado para tomar ventaja de una multitud de formación: la persona que simplemente ha hablado de hacerlo o la persona que lo ha hecho antes y ha aprendido algunas lecciones?

“¿Los salvajistas están pensando en contribuir al colapso de la civilización en una pequeña parte de Estados Unidos? O ¿están quizás, centrándose en otro lugar con muchas más posibilidades de poder experimentar la resalvajización y con posibilidad de detener la industria?”

Los salvajistas en este momento están en varios lugares en los Estados Unidos, Alemania y el Reino Unido. Había una persona en China, pero se perdió el contacto. Hay un puñado de estudiantes que han adoptado la etiqueta y muchos más están prestando atención. En total, somos muy pequeños y demasiado débiles para contribuir a un colapsar en pequeñas regiones de los Estados Unidos. Mientras escribo mi ensayo, “Organización”, si alguna vez podemos hacer eso, sería en un tiempo indefinible en el futuro.
Por ahora, nuestros objetivos son los siguientes:
(1) globalizar la ideología salvajista (1. visión materialista del mundo, incluyendo sus consecuencias egoístas, nihilistas, y espirituales; 2. crítica del progreso, incluyendo el progresismo social; 3. la necesidad imperiosa de RESALVAJIZACIÓN)
(2) enlazar a diversos grupos juntos para que de sus acciones se benefician mutuamente
(3) contribuir a la desestabilización y la tensión en el curso de la globalización de la ideología

Para lograr 1 y 3, estamos y estaremos enfocados en lugares que son “sitios de convergencia” para muchas industrias. Las universidades son un ejemplo de esto. En las universidades hay mucha investigación y hay muchas personas importantes relacionadas con la ingeniería genética, la inteligencia artificial, computación, y otras cosas. Son, como dijo un escritor, “la columna vertebral del sistema científico y tecnológico” en los Estados Unidos.
También para lograr 1 y 3, vamos a trabajar de forma más directa para la designación salvajista.
Y mientras se hace lo anterior, también estaremos logrando el punto 2, porque vamos a estar empujando El Programa de resalvajización. Si muchos grupos, moderados y radicales y extremistas, están citando El Programa de resalvajización como una demanda, a continuación, al menos podemos dar a los moderados una “mordida” y lograr algunas cosas buenas con respecto a la defensa de la naturaleza salvaje.
Además, creo que el actual Programa de resalvajización se extiende en Canadá y México, por lo que todo el continente está cubierto por el Programa. Para los salvajistas fuera de este continente, podrían decidir formular su propio programa, lo que proporcionaría un medio de unión para sí mismos, y lograr cosas, beneficiando a sus hermanos eco-radicales.
La esperanza es que mediante la globalización de la ideología, incluso si los gobiernos logran debilitarnos, las ideas estarán esperando en muchos lugares para otros espíritus indomables las tomen. Y si podemos tener éxito en frustrar los intentos del gobierno en algunos lugares, podemos mirar en hacer aún más. Todo esto está cubierto en mi ensayo, por lo que espero conocer su opinión sobre el mismo antes de decir cualquier otra cosa.

Termino con un poema que pronto será publicado:
Incluso en Arcadia
Usted no es tan inteligente
como para cambiar el mundo
sin consecuencias
que usted no quisiera.
Lo sé
esto se siente como una grieta
en contra de su cráneo,
un insulto
al templo de la arrogancia que ha
construido en su corazón,
pero yo estoy
aquí para burlarme de usted y
destruir el templo falso.
Estoy aquí
para responder a las oraciones de
los contenidos conmigo, y
prender el fuego a la obra de
los que me aborrecen.
Todo lo que usted tiene de intención
es de hacer siempre venir con
lo que no hace,
que le deja sólo para
hacer sus apuestas
en un mundo con el que nunca ha podido
Entender completamente.
Si usted entiende
nada, que sea que
los actos que mal comenzaron con
las promesas de bondad.
Pero, por supuesto,
no se puede confiar en usted
Mantenga eso en mente.
Por supuesto tú
confiaste en sus propios pactos
por encima de mí. Pero yo soy,
y se cumplirá mi pacto
con tanta seguridad como la carrera de los océanos la arena,
con tanta seguridad como la marea sube por la noche y por la mañana,
tan cierto como que las rocas se desmoronan y se construyen,
mientras usted continúa
la construcción de su torre de Babel.
Cuando cae, los contenidos
cantaran mi pacto en voz alta y
golpearán las piedras y
las modas de las piedras con los martillos y
aplastarán las piedras contra los
cráneos de aquellos que se atrevieron a pensar
que sabían. Cantarán:
Soy naturaleza salvaje, poderosa y cruel;
su trabajo nunca se comparará con la mía.
Recuerda esto, porque si se le olvida,
los que me aman estarán llenos de
la rabia de un trueno del balanceo
y te llenarás de pesar.

Su sangre será para calmar la sed de los árboles que mueren;
sus cráneos y huesos fertilizarán el suelo estéril.
su espíritu se siente durante el pisoteo de los pies de danza
de los que no hay que olvidar que ellos también morirán algún día.

Soy naturaleza salvaje, poderosa y cruel;
Recuérdalo, y que no se olvide.
Así que abandonen sus
torres, abandonen su
aventura de escape.
Dejen su cuerpo a un animal bruto
sea lo que es, y no trate de cubrir
sus imperfecciones. Di
todo lo que necesita. Si usted fuera
todavía de momento,
que se sabe que incluso
las piezas de las que el odio
incluyen.
Usted puede construir Arcadia,
fortificarla con piedras y buenas intenciones
pero incluso allí, estaré.

MictlanTepetli

I

Continúo.

Respondiendo a tus preguntas:

Sobre estrategia

En lo personal no leo por ahora ningún libro que trate sobre estrategia, puesto que las estrategias que siguen los eco-extremistas se desarrollan en el presente, se desenvuelven según las condiciones que se den en el aquí y en el ahora, no tenemos un libro “predilecto” en el cual nos basemos para nuestro actuar, a veces hay que soltar los libros para conocer la Realidad.

Aunque podemos tomar varios ejemplos en estrategias pasadas, eso no quiere decir que las llevemos al cien o que les tengamos fe.

Le recuerdo que el eco-extremismo NO le interesa ser “eficaz” como movimiento, o como algún tipo de doctrina ideológica, hacemos lo que nos dicta el corazón y solo nos importa salir victoriosos de las situaciones que nos depara el presente. Eso es todo.

Sobre el futuro

Cuando digo que el futuro NO existe, me adentro en el concepto propio del pesimismo nihilista tanto filosóficamente hablando como parte de mi estilo de vida en la Realidad, es por eso que yo y ningún otro eco-extremista, NO apuestan por la creación de un movimiento “anti-tecnológico”, “anti-industrial”, “anti-civilización”, etc., que pretenda arrojar resultados futuros.

El presente es lo único que existe, el futuro es incierto y lleno de incertidumbre, los eco-extremistas hemos comprendido que todo está chingadamente jodido, no queda nada que construir, la esperanza a muerto, lo único que queda es enfrentar este decadente presente con actos y palabras que subviertan, reten y destruyan los valores morales de la civilización, eso es todo.

Al comenzar esta conversación yo le pregunté:

“¿Por qué los estadounidenses cada que tienen oportunidad hablan de un “movimiento en contra de…”? ¿Esa es su estrategia a seguir desde siempre?”

Y lo preguntaba porque, siempre que hay oportunidad ustedes los gringos, es decir las personas que comparten la cultura estadounidense (reformistas y no reformistas), siempre quieren crear “movimientos”, es como si trajeran en las venas un sentimiento muy característico que los empuja a querer siempre “arreglar” las cosas, y la Naturaleza Salvaje no escapa a ese sentimiento.

Desde que Kaczynski propuso la disparatada idea futurista de una “revolución contra el sistema tecnoindustrial”, muchos han seguido esa idea, con varios matices claro, tanto que se han propuesto para la consecución de esa finalidad el levantamiento de un movimiento con bases, sólido, y que no se desvirtúe, lo que veo es que tanto los salvajistas como los indomitistas apuestan a un futuro incierto, a un movimiento que aunque lo constituyan teóricamente la prueba de fuego estará en la práctica, es emocionante ponerle un toque de complejidad a la “conspiración” para el colapso de la civilización, eso lo acepto, pero me sigue pareciendo una idea alineada a las mismas estrategias de siempre.

Los eco-extremistas hemos entendido que NO somos los “salvadores de la Tierra”, que NO hay nada porque trascender, que la Guerra es aquí y ahora, y que seguir lineamientos solo nos posiciona como un grupo más dentro de la historia de muchos grupos guerrilleros, subversivos, rebeldes, etc., y te aseguro que el eco-extremismo no es una tendencia más.

Tengo la seguridad de lo que YO y los MIOS defendemos es una causa UNICA, una Guerra que solo pocos la pueden entender, la cual no aspira a “algo más grande”, si no que se desenvuelve en la peligrosidad de nuestras actitudes contra toda esta basura de sistema.

FC dijo en su ensayo “La sociedad industrial y su futuro”:

“No se puede diseñar el papel de un nuevo tipo de sociedad. Es decir, no se puede planificar teóricamente con antelación una nueva forma de sociedad, luego establecerla y esperar que funcione tal y como había sido planeado que lo hiciese”

Esas palabras también cubren la idea futurista del “movimiento anti-industrial”, NO puedes planificar teóricamente el colapso de la civilización, luego ponerlo en marcha y esperar a que funcione tal y como lo habías planeado. Con esto, no estoy diciendo que tú en específico, quieras que ese plan resulte a la perfección, pero lo que me gustaría resaltar con esto es que el tiempo que una persona invierte en crear un movimiento puede o no tener frutos, de nueva cuenta es una cuestión incierta.

Como lo escribí en mi pasada carta, me entusiasma saber que exista gente que incluso está dispuesta a morir por la Naturaleza Salvaje, y por lo que he leído en estos intercambios de pareceres, su discurso me parece serio, pero dejando de lado los elogios, el eco-extremista no apuesta a movimientos futuristas, ni juega a ser el “salvadores de la Tierra”, por las razones expuestas.

Ah! Y yo nunca dije que No tener fe en el futuro era una estrategia…

Sobre la Guerra de nervios.

La guerra de nervios es parte del Terrorismo y el Ataque Indiscriminado, parte fundamental del eco-extremismo, lo tangible cuando se cumplen los propósitos en la Guerra de nervios es la sangre derramada del objetivo, sus heridas, los daños materiales causados. Y lo que se propone con esto es retribución.

II

Comprendo lo que abarca el Programa salvajista, parte de lo que opino sobre los movimientos  está arriba expuesto.

Gracias por el poema.

John Jacobi

I
Hay muchas cosas todavía que decir, pero esta conversación debería haber sido suficiente en contornear las formas las cuales dicen que el eco-extremismo y el salvajismo son similares y diferentes en la filosofía y en el enfoque. En un momento, voy a dar mi declaración final, pero voy a responder brevemente a algunas cosas en su última carta.

En primer lugar, sospecho que es necesaria una conversación sobre el futuro y el presente, dado que esto parece ser importante, aunque tal vez sea un menor punto de diferencia entre las dos tendencias eco-radicales. Al igual que los otros temas tratados en este intercambio, parece que empezamos con una base filosófica similar: Soy un pesimista y un nihilista, por ejemplo. Sin embargo, lo que interpretamos como las implicaciones de estas ideas parecen diferir. Tal vez en los próximos meses voy a emitir un ensayo sobre mis pensamientos con respecto a este aspecto del eco-extremismo.

En segundo lugar, se dice que ve una tendencia entre los norteamericanos que siempre quieren construir un “movimiento” sobre una queja. Esto puede ser cierto, sin duda, pero no es distintivo de América del Norte. Como sabe, los indomitistas en España dicen lo mismo; al igual que muchos cypherpunks en Alemania, políticos en Francia, políticos en Rusia, y así sucesivamente. En lugar de ser una cosa distintiva de América del Norte, sospecho que es un producto del colectivismo humanista, la tendencia de los adoctrinados en la ideología a pensar que “estamos todos juntos en esto.”

Creo que estamos de acuerdo en este punto. Lo que no se da cuenta de que, leyendo mi última carta, es que yo no soy un fan de los “movimientos”. A veces uso la palabra simplemente porque no conozco nada más para describir lo que tengo en mente, pero no deseo fomentar la solidaridad indiscriminada como un vil técnico. Un individuo está obligado, nada más, que a sí mismo y a su condición material – a partir de ahí podemos formar coaliciones, pero siempre estas cosas son secundarias y subordinadas a la voluntad del individuo. El punto de mi ensayo en “Organización” es expresar un posible camino a seguir sobre esta base. El problema es que nada de eso se ha hecho antes, excepto tal vez los nativos que formaron coaliciones contra los colonos, pero eso fue un momento muy diferente, con condiciones muy diferentes. Así que lo que he propuesto no puede trabajar, sino como un individuo que persigue algo eficaz que puede hacer ahora, sobre todo porque el trabajo presente eso conlleva, y cada paso probable en el camino, beneficie la defensa de la naturaleza salvaje mediante la protección de las tierras silvestres y, si las personas deciden hacerlo, el monkeywrenching. (NdT: Eco-sabotaje)

Así que no sólo se mide la eficacia por el daño material inmediato causo a la infraestructura industrial, por fuego o bombas. No descarto estas cosas en todos los casos, pero en mi propio corazón me resulta también aceptable lo que sea necesario para preservar las pocas áreas naturales que nos quedan, para utilizar esas tierras silvestres, y mirar a las decenas de cientos de criaturas salvajes que ya no estaría aquí sin ese trabajo. Este es mi punto de partida. Es por esto que hablo menos de incendio o de ataque, y más sobre vida silvestre y las criaturas de quien depende sustancialmente el mundo salvaje que amo.

Y estoy, quizás, más dispuestos que usted y otros eco-extremistas en mirar hacia el futuro. No encuentro esa filosofía como coherente, en realidad, y dudo que lo sigue en la forma en que la han expresado; debemos tener en cuenta el futuro, o de lo contrario habríamos muerto, evolutivamente eliminados. Pero lo que los eco-extremistas están haciendo – y lo aprecio porque es necesario – es que están señalando que hay un límite a lo que podemos compensar  en el presente para el futuro. No podemos seguir diciendo “tal vez un día”. Hay un tiempo para la defensa y el ataque más inmediato, medidas más drásticas, un enfoque más purista. Esto es, de hecho, el significado de la Reacción. Por supuesto, todavía hay una compensación. Pero no estoy dispuesto a embarcarme en cualquier “plan de diez años” que no está de acuerdo con lo que esté haciendo en cada momento. No habrá ningún sacrificio de tres años de trabajo pesado, para algunas mayores metas futuras – prometiendo que ha sido una herramienta primaria del sistema técnico con el fin de aplacar a los conservacionistas por un tiempo suficiente hasta que desaparezcan, se quemen, o mueran.

En su lugar, los salvajistas proponen un curso de acción que podemos estar orgullosos en cada momento, lo que podemos decir, incluso si no se va a ninguna parte, sabemos que hemos hecho bien. Mantenemos los potenciales futuros en mente, seguro, pero no hay ninguna expectativa de que van a llegar. Nosotros sólo reconocemos el futuro, porque si tenemos que elegir entre el curso PRESENTE de acción, que sin duda no va a ir a ninguna parte, y el actual curso de acción que podría ir a algún lugar, vamos a elegir la segunda. Pero no vamos a sacrificar el presente para el futuro potencial. Ese es mi punto: mira lo que podemos hacer ahora, digo, conservación de tierras silvestres, Monkeywrenching, o simplemente disfrutar de lo salvaje y de nosotros mismos, y estas cosas si su naturaleza así lo quiere. No espere a que algún mesías llegue. Puede que no haya mesías – ¡tal vez incluso si logramos lo que queremos!

Usted puede construir Arcadia,
fortificarla con piedras y buenas intenciones
pero incluso allí, estaré.

Por último, no vamos a salvar la naturaleza. Eso es estúpido y arrogante. Si algo es salvado, será por la naturaleza misma. Yo podría, por supuesto, decir esto de una manera más elocuente y filosófica, pero sospecho que lo va a entender y a aceptar.

Soy naturaleza salvaje, poderosa y cruel;
su trabajo nunca se comparará con la mía.

Y con eso, voy a dar mi declaración final.

II.
Si bien no puedo tolerar el eco-extremismo, así mismo tampoco lo condeno, y mis pensamientos finales sobre la tendencia son los siguientes:

* Estoy totalmente en desacuerdo con algunas terminologías que los eco-extremistas utilizan para comunicar sus ideas, y, en relación, también soy ambivalente acerca de algunos aspectos de su carácter y de cómo se expresa en los comunicados terroristas.

* Respeto el hecho de que MictlanTepelti, al menos, me ayudó a entender algunos aspectos del eco-extremismo, que estaba seguro de que iba a encontrar idiotas y rechazar inmediatamente.

* Reconozco que el eco-extremismo es obviamente relevante, tocan un acorde entre los que están familiarizados con la política anti-civilización, y que presenta un desafío real para la sociedad tecnoindustrial, como se evidencia por la forma en que su tendencia ha crecido desde el primer comunicado de ITS.

* Ahora entiendo que muchos de los actos que ITS y que otras células terroristas dentro de la tendencia eco-extremista han hecho, no son errores o actos injustificados, como yo percibía como un hablante nativo de inglés, un extranjero, y un observador con ideas preconcebidas. En cambio, casi todos estos actos han sido cuidadosamente pensados, que es convincente, aunque sigo en desacuerdo con el razonamiento que sustenta su justificación.

* Debo admitir que el eco-extremismo logra precisamente lo que he dicho debería ser la principal preocupación en el actualmente débil movimiento anti-civilización. A saber, el eco-extremismo está globalizando una ideología anti-civilización, que está nuevamente evidenciándolo por el crecimiento de la tendencia. Todavía no estoy seguro de cómo alinear con las ideas salvajistas esta tendencia, y como tal, sin embargo, no puedo decir si me importa estar asociada a ella. Sin embargo, un gran aspecto tanto de los eco-extremista y el enfoque salvajista es su individualismo: cada individuo y de cuadros es RESALVAJIZAR de la manera más efectiva que consideren oportuno, y ellos – y sólo ellos – son responsables de sus propias acciones. No puedo controlar lo que los eco-extremistas hacen, pero con tal de que están actuando de acuerdo a los valores implícitos en resalvajizar, a saber, la veneración de lo salvaje y un desdén por los ídolos de la civilización, en lugar de motivaciones perversas como el auto-engrandecimiento y una fetichización de la criminalidad, puedo decir que estoy seguro de que la reacción natural contra la sociedad industrial continuará en la dirección correcta – hacia atrás, por supuesto.

*No creo que los métodos que utilizan las eco-extremistas son aplicables a todos los anti-civilización, y creo que está de acuerdo de eso MictlanTepelti. Las condiciones de los que están cerca del ecuador, en los próximos años van a hacerse necesariamente  más violentas y, debido a la inestabilidad causada principalmente por el cambio climático, permiten un comportamiento más superficialmente combativo. Esto no quiere decir que los eco-extremistas están haciendo lo correcto (y sospecho que, en lo personal, por lo menos algo de lo que están haciendo está equivocado), pero sí significa que, independientemente de lo que la lucha ecuatorial parece, los más al norte y al sur deben participar en las tácticas adecuadas a sus propias condiciones. Como se ha dicho ya, esto depende de las personas y los cuadros de decidir y el partido de combate para coordinar.

Por último, agradezco mucho a MictlanTepelti tanto por su disposición a hablar conmigo sobre estas materias y por su continua lucha contra la sociedad industrial. Que su muerte sea digna y salvaje, su cadáver comida para los animales y fertilizante para la fauna forestal.

Vive salvaje o muere.

MictlanTepetli

Voy a dar por terminada mi parte en esta conversación, no sin antes agradecer a J. Jacobi por su tiempo y esfuerzo en estos intercambios ideológicos y personales.

También doy las gracias a Chahta-Ima por su labor de traducción, ya que al principio había muchos malentendidos a causa de la ausencia de una fuete traductora.

Comienzo para terminar:

El eco-extremismo ha tomado un importante lugar dentro de las corrientes críticas y opuestas a la civilización y al sistema tecnoindustrial, y sin querer estarlo, claro.

Desde el principio, hemos notado que dentro de estos críticos hay algunas posturas que predominan, en Gringolandia muchos teóricos “importantes” como Zerzan, K. Tucker, etc., han hecho a un lado el eco-extremismo, ignorándolo y/o rechazándolo, ellos y sus secuaces arrojan pestes de ITS y de los grupos eco-extremistas en sus publicaciones y en sus radios cada que tienen oportunidad, no les conviene que sus ideas altamente rentables sobre la “esperanza de un futuro primitivo” se vengan abajo, dejarían de tener contribuciones monetarias y ya no serían invitados a charlas y conferencias. Su chocante primitivismo está vendido al mejor postor, está prostituido, es altamente progresista, es un reverdecimiento del izquierdismo, pero al mismo tiempo es solo un fraude y en vez de ser una contribución honesta y real solo es una falsedad, otro comercial de TV en donde te ofrecen lo más novedoso para “luchar contra el sistema”.

Claro, todavía hablan sobre iluminar con fuego y de destruir cosas, pero nunca hacen nada al respecto. Sabemos muy bien las circunstancias del Green Scare de la última década. Regresión escribió sobre eso en su edición más reciente (número 5). Sin embargo, se dan la vuelta y condenan las acciones eco-extremistas y pretenden que se les diga cómo hacer las cosas desde la seguridad de su lado de la frontera… Y luego tienen el descaro de hablar mierda y censurar o ignorar artículos y comunicados eco-extremista. Pero eso no importa, es lo que suponemos. Como si la defensa extrema de la Naturaleza Salvaje necesitara de dichos medios para que escucharan sus ensordecedores y penetrantes sonidos, y menos aún para sordos y mudos autoproclamados anarquistas que se agobian cuando alguien habla con demasiada dureza, y cuando alguien no sigue la secuencia de los comandos de izquierda.

Todo lo que les huela a violencia, terrorismo, etc., como actitudes tomadas en consecuencia al exterminio civilizado está fuera de lugar, no lo dicen públicamente, pero lo demuestran en sus actos, sus actos timoratos le dicen al FBI: “nosotros no somos los violentos, nosotros tenemos esperanza en un futuro bonito, los terroristas son los eco-extremistas, a nosotros no nos miren…”

El eco-extremismo llegó para quedarse, pese a quien le pese.

Dentro de esas posturas predominantes gringas se encuentra también las que parten de “la sociedad industrial y su futuro”, ensayo de Ted Kaczynski (alias Freedom Club), sus discípulos se hacen llamar “indomitistas”, generalmente más españoles que gringos, de ellos ya he escrito lo suficiente, también “Reacción Salvaje” se ha posicionado en contra de sus postulados en un texto explicito titulado, “Algunas respuestas sobre el presente y NO del futuro”.

Earth First! es otra de las posturas predominantes pero por ahora me guardaré mis críticas…

Siguiendo con la predominancia arriba expuesta, surgen los “salvajistas”, postura que no es progresista pero que sin en cambio se rige bajo la misma estrategia, la “creación de un movimiento”.

Jacobi, en ese punto le recuerdo que estamos hablando de los críticos gringos y no de los europeos. Cuando yo escribí que ustedes los norteamericanos siempre quieren arreglarlo todo con la construcción de un movimiento, estoy siendo específico y lo repito, ustedes los norteamericanos. Usted ha dicho que los “indomitistas” españoles tienen la misma idea, y le respondo: SI es cierto, solo que la idea principal ha sido copiada de un gringo: Kaczynski.

Si usted no quiere que “se le eche en el mismo saco” junto con los “indomitistas”, “zerzanianos” y demás gentuza, debería cambiar la terminología de “movimiento”, así como ha cambiado el término de “revolución” por el del “reacción”, solo por poner un ejemplo.

En cuanto al futuro, sigo pensando lo mismo, y de hecho el eco-extremismo se basa mucho en la pérdida de fe en el futuro, le repito, todo está jodido y el presente hace ver que el futuro es gris y está plagado de horrores, el eco-extremismo no espera a la construcción de un movimiento, ni espera el “gran colapso”, ni la llegada de ningún mesías, ni propone planes, ni métodos, ni realiza programas elaborados y estudiados basados en los libros más “convincentes” y las estadísticas que nos dan, el eco-extremista actúa según sus posibilidades para golpear donde esté, aquí y ahora, porque comprende que no hay futuro, la esperanza murió y que lo único que queda es resistirnos a nuestras raíces más primitivas, nuestros ancestros así lo hicieron, y aunque sabían que morirían defendiéndose de lo ajeno que traía la civilización y la modernidad, nunca se rindieron, así como ellos, los eco-extremistas han comprendido a viva voz todo este asunto y lo llevamos a acabo.

Nuestra guerra es políticamente incorrecta, extremista y al mismo tiempo suicida porque no pretendemos ganar, no somos un ejército, ni queremos serlo, sabemos que no tenemos oportunidad frente al monstruo del progreso, sabemos que moriremos, pero lo haremos atacando o en el mejor de los casos empleando la maña para propagar la Guerra.

El Eco-extremismo se expande, solo unos pocos lo entienden, un porcentaje mínimo lo practica, algunos se podrán hacer de oídos sordos, podrán ignorarnos, pero saben que estamos ahí…

Termino con dos frases, la primera de Chahta-Ima plasmada en su texto titulado “Ishi and the War Against Civilization”, el cual recomiendo su lectura, y la segunda escrita por la Casa Editorial Nechayevshchina en su texto “La mutilazione della parola “inocente”:

“El Eco-extremismo no tendrá fin, porque es el ataque salvaje, el “desastre natural”, el deseo de dejar que el incendio arda, bailando alrededor de él.”

“(…) ha terminado la era de los buenos sentimientos, y de la “mierda cambiada por oro”,  y ha comenzado la era de los individuos que se enfrentan a la sociedad  en toda su integridad”

(Mexico) Grupo terrorista advierte más asesinatos

Desde la prensa mexicana:

2 de julio

La Procuraduría de Justicia del Gobierno de la Ciudad de México ya investiga el asesinato de un trabajador de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), del jefe de servicios de la Facultad de Química, José Jaime Barrera Moreno, crimen que se atribuyó un grupo extremista denominado Individualistas Tendiendo a lo Salvaje (ITS). En un comunicado publicado en un blog, la agrupación afirmó que acuchillaron al trabajador universitario, quien fue encontrado sin vida la mañana del pasado martes dentro de Ciudad Universitaria, tal como consta en la indagatoria CI-FCY/COY-1/UI-I/CD/1122/06-2016, sin que hubieran sido ubicados testigos del crimen, ni cámaras de seguridad que lo registraran. El cadáver tenía una herida de arma blanca bajo la axila izquierda que causó que se desangrara hasta fallecer. “Apuñalamos ayer al jefe de Servicios Químicos de la Facultad de Química de la UNAM (…) Ya lo habíamos dicho en nuestro primer comunicado en enero de este año, ‘los heridos y muertos que causemos serán una ofrenda de sangre para la Naturaleza Salvaje’, y no bromeábamos”, señala el comunicado digital, publicado este miércoles.

“Apuñalamos al jefe de servicios de la Facultad de la Química de la UNAM; nuestro cuchillo perforó su carne, músculos y venas, desangrándolo y dejándolo sin vida. Es una pena que no le pudiéramos arrancar el cuero cabelludo como victoria, será para la siguiente”, reza el comunicado.

“Ejecutamos a ese hombre para demostrar que no sentimos respeto por la vida de los hipercivilizados universitarios ni de ningún otro”, se lee en su comunicado.

El grupo extremista ITS opera en México desde por lo menos el año 2009 y se ha enfocado en blancos vinculados a la ciencia o la comercialización de productos de origen animal, asesinando y utilizando explosivos caseros.

Según el diario Reforma, en un principio, acorde con informes de la Policía capitalina, se les clasificó junto a grupos subversivos y anarquistas, pero desde hace por lo menos tres años se les considera una agrupación radical diferente a los anarcos.

El ITS se autodenomina “individualista-terrorista”, y es partidario del “ecoextremismo”, una ideología radical que plantea “un rechazo violento al progreso humano, la ciencia y el pacifismo por considerar que destruye la Tierra y desaparece los instintos del individuo”. El cuerpo del trabajador fue hallado la noche del lunes pasado en un pasillo de la universidad, de acuerdo con los reportes de la Procuraduría General de Justicia de la Ciudad de México (PGJDF), “A cuidarse mejor, estudiantes, docentes, investigadores de la UNAM y otras universidades, que no dudaremos en atacar mortalmente de nuevo…”, afirmó la organización el miércoles.

Hoy por la mañana, en entrevista con el periodista Ciro Gómez Leyva, que se dio a través de misivas, el grupo advirtió que en sus próximas acciones tendrán la característica de que a sus víctimas les arrancarán el cuero cabelludo. El equipo de Ciro Gómez Leyva cuestionó al grupo sobre por qué matar, cuando han realizado otro tipo de acciones no tan radicales, a lo que les respondió que “¿por qué no?, ¿es un pecado, ¿es un delito, ¿está mal? seguro que más de uno dijo que sí. Respondemos para ser claros, nosotros matamos porque esto es una guerra”.

Y agregó que asesinaron al jefe de Servicios Químicos de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) “para recordarles que podemos atacar en cualquier momento a quien sea dentro de la universidad, para demostrarles que nuestros objetivos se han ampliado”.

Recordó que 2011 se dedicaron a atacar a los científicos e investigadores, ahora a todos los que integran la comunidad universitaria puede y son un objetivo en potencia por el simple hecho de formar parte de la comunidad estudiantil y progresista de la máxima casa de estudios.

“Advertimos meses pasados a las autoridades de la UNAM, advertimos que si nuestros ataques seguían siendo silenciados que se atuvieran a las consecuencias y el resultado fue la escandalosa muerte dentro de Ciudad Universitaria como escarmiento”, agregó el grupo en una carta. Indicó que a sus integrantes les da igual “que haya sido un trabajador, el mismo escándalo hubiera acontecido si hubiera sido un estudiante o un maestro, o en el mejor de los casos un investigador de renombre. El objetivo; la UNAM, fue golpeado de nueva cuenta, las autoridades desmoralizadas y nosotros con otra muerte más en nuestra historia”.

Apenas el 1 de Julio el Jefe de Gobierno de la Ciudad de México, Miguel Angel Mancera, durante una entrevista declaró que el crimen no puede ser relacionado directamente con ITS, pues no reúne las características de los objetivos de la agrupación, aunque ITS en la entrevista que dio a Radio Formula ya se había adelantado a las delacraciones de las autoridades con lo siguiente: “Ya sabemos que las autoridades capitalinas están preparando sus investigaciones tan torpes y faltas de argumentación como siempre para indicar que nosotros no fuimos para no alarmar más a la comunidad universitaria”.

El grupo aseguró que no piden nada, que no tienen exigencias o pliegos petitorios y cuestionaron si se podría negociar la pérdida de la raíces como humanos naturales que se resisten a la artificialidad de la civilización.

El ITS es un grupo radical que afirma ser “individualistas-terroristas con objetivos egóicos (sic), políticamente incorrectos, amorales e indiscriminados”, que asegura contar con células violentas como “Grupo Oculto Furia de Lince” y otras.

En diciembre de 2014, el periódico Milenio publicó un reportaje en el que cita documentos oficiales del Centro Nacional de Planeación, Análisis e Información para el Combate a la Delincuencia (Cenapi), en el que reconoce al ITS como un grupo subversivo que opera como “guerrilla urbana”, y que incluso sus actividades se han ampliado fuera del territorio nacial en este año, llegando a formar grupos en Chile y Argentina.

No es la primera vez que se adjudican hechos violentos: el 8 de noviembre de 2011 asesinaron de un disparo en la cabeza al catedrático especializado en biotecnología de la UNAM en Cuervanaca Morelos, también el 18 de mayo pasado, murió por heridas de bala el estudiante de Informática Ángel León de la Cruz, matriculado en el Instituto Politécnico Nacional (IPN). Las primeras versiones de su asesinato indicaban un intento de asalto, pero un grupo eco-extremista distinto a ITS se adjudicó en internet el crimen como un “atentado directo”. Asimismo, el 8 de agosto de 2011, el ITS dijo ser autor de la detonación de una bomba en el Área de Investigaciones de Nanotecnología del Instituto Tecnológico de Estudios Superiores Monterrey, campus Estado de México, donde resultaron con heridas graves el coordinador del Centro de Desarrollo Empresarial y el director del Doctorado en Ciencias de la Ingeniería y especialista en construcción de robots. En diversos blogs, supuestos integrantes de ese grupo también han reivindicado bombas afuera de universidades públicas y privadas, institutos científicos y oficinas de gobierno, cuyo objetivo es herir y matar a población civil.

Ishi e a Guerra Contra a Civilização

Nos han enviado el trabajo editorial de “Ishi y la Guerra Contra la Civilización”, y orgullosamente lo presentamos, editado por Revista Regresión y traducido meticulosamente al portugués por “Tocaia Eco-extremista”, este trabajo escrito originalmente por Chahta-Ima, cuenta la historia del ultimo salvaje de la tribu de los Yahi, tribu que violentamente desapareció tras cruentos enfrentamientos contra los europeos que llegaron a invadir sus tierras, ahora conocidas como California. A Ishi lo han catalogado con la etiqueta del mito del “buen salvaje”, principalmente los antropólogos humanistas, pero dentro de su historia se esconde la verdadera esencia de su pasado guerrero y su aparente pero mañosa adaptabilidad a la civilización.

¡Que Öme resurja de Norte a Sur!

¡Complicidad con Tocaia Eco-extremista!

*Dejamos también la segunda edición de este mismo trabajo en versión PDF en inglés aquí:

https://mega.nz/#!F88URLYK!-XM3ZDo6Oc9cE_sKavrzhdg_K6J4E1z5FE9WGbg7y88

La versión en PDF en español:

https://mega.nz/#!Yh8Q3IbQ!KcNbtyc18qCKkfw2s4qCFPzNA66rtIH5vFR5rlzzhOs

Y la versión portuguesa en PDF para descargar:

https://mega.nz/#!xtVjBb6C!wa7iHV_tYWIWXvAKkT6Oyt0ZBWnNdg41L4uFVInjMco


A aparição do eco-extremismo e as táticas que utiliza, tem causado muitas controvérsias nos círculos radicais à nível internacional. As críticas de Individualistas Tendendo ao Selvagem (ITS) e outros grupos alinhados, tem recebido uma ampla gama de acusações de loucura ultra-radical. Um aspecto destacado desta polêmica gira em torno da ideia do ataque indiscriminado. A amarga retórica por parte dos eco-extremistas pode exacerbar a hostilidade para com estas táticas entre os incrédulos. Como muitos se referem, no entanto, parecia que ITS e outros grupos eco-extremistas estão envolvidos em detonações de explosivos em centros pré-escolares e lares de idosos, ou seja, objetivos aleatórios ao invés de objetivos de importância específica para o sistema tecno-industrial (laboratórios, ministérios governamentais, etc.). Deve-se admitir que muitos dos envolvidos em polêmicas contra o eco-extremismo tem a priori uma inclinação negativa contra qualquer argumento, não importando o quão bem esteja elaborado, afinal, como eles mesmos admitem, a manutenção da civilização e a domesticação é de seu próprio interesse. Não é o ponto discutir com eles. Por outro lado, o eco-extremismo ainda tem muito o que dizer, então aqueles que tem ouvidos para ouvir, que ouçam.

O mais amistoso seria perguntar por que ITS e seus aliados devem “retirar-se” da ideia do ataque indiscriminado. Por que fazer dano às pessoas que estão tratando de ajudar? Em outras palavras, a civilização e a destruição que se desata sobre o mundo são culpa de um pequeno setor da sociedade moderna, e há que se concentrar em convencer a grande maioria que não tem a culpa, com a finalidade de ter o equilíbrio das forças necessárias para superar os males que atualmente nos afligem. Fora isso, é apenas a má forma. É compreensível que “coisas ruins” ocorram até mesmo em ações bem planificadas. O mínimo que podem fazer aqueles que se submetem a elas é que peçam desculpas. Isso é apenas boas maneiras. Alguns anarquistas chilenos fizeram algo recentemente, explodiram bombas de ruído às quatro da manhã, quando ninguém estava por perto com a intenção e expressar sua “solidariedade” com quem solicitou o anarquismo internacional para orar por… quero dizer, expressar sua solidariedade nesta semana. Mas se você tem que fazer algo, o mínimo que pode fazer é minimizar os danos e expressar seu pesar se algo der errado (mas acima de tudo, então você deve fazer nada…).

Claro, o eco-extremismo rechaça esta objeções infantis e hipócritas. Estas pessoas estão expressando sua superioridade moral enquanto brincavam com fogos de artifício no meio da noite e logo se dedicam a outras coisas pelo mundo, sem nenhuma razão aparente? Querem um biscoito ou uma estrelinha por serem bons meninos? O eco-extremismo admitirá facilmente que esse anarquismo devoto é piedoso e santo. Os eco-extremistas não querem ajuda destes anarquistas piedosos. Se os anarquistas que se inclinam para a esquerda buscam ganhar popularidade no manicômio da civilização, é claro, o eco-extremismo se rende.… Parabéns de antecedência.

Houve críticas contra os eco-extremistas dizendo que não é assim que se trava uma guerra contra a civilização. Ok, vamos em frente e dar uma olhada mais de perto a uma guerra real contra a civilização. Os editores da Revista Regresión já escreveram uma extensa série de artigos sobre a Rebelião do Mixtón e a Guerra Chichimeca, que se estendeu por grande parte do território do México durante o século XVI, aqui recomendamos encarecidamente seu trabalho. Neste ensaio, vamos aumentar seus argumentos recorrendo a um exemplo muito amado de um “tenro” e trágico índio, Ishi, o último da tribo Yahi no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Neste exercício não pretendemos saber de tudo dos membros de uma tribo da Idade da Pedra que foram caçados até sua extinção pelos brancos. Na medida em que qualquer analogia histórica é falha, ipso facto, aqui vamos pelo menos tentar tirar lições de como o Yahi lutou, suas atitudes em relação à civilização sendo o último homem, e como a forma de sua cultura problematiza os valores anarquistas e os de esquerda advindos do iluminismo. Este ensaio pretende mostrar que a guerra do Yahi contra a civilização também foi indiscriminada, carente de valores ocidentais como a solidariedade e o humanismo, e foi um duelo de morte contra a vida europeia domesticada. Em outras palavras, é um modelo de como muitos eco-extremistas veem sua própria guerra travada a partir de sua individualidade. Ishi, longe de ser o modelo do “bom selvagem”, foi o último homem de pé em uma guerra travada contra os brancos, com a maior quantidade de brutalidade e “criminalidade” que o agora extinto Yahi pode suportar.

O Yahi

Em 29 de agosto de 1911, um homem de cor marrom, nu e com fome, com cerca de cinquenta anos de idade foi encontrado do lado de fora de um matadouro perto de Oroville, Califórnia. O homem foi rapidamente detido e encarcerado na prisão da cidade. No início, ninguém podia se comunicar com ele em qualquer idioma conhecido. Logo, os antropólogos chegaram de San Franciso e descobriram que o homem era Yahi, um bando situado mais ao sul da tribo Yana, conhecido localmente como “índios escavadores” ou “índios Mill Creek/Deer Creek”. Durante muito tempo se suspeitava que um pequeno grupo de “índios selvagens” ainda viviam na região montanhosa do norte inóspito da Califórnia. Os antropólogos fizeram os arranjos para que o último “índio selvagem” vivesse com eles em seu museu, e que os ensinasse sobre sua cultura em San Francisco. Depois de haver encontrado um (imperfeito) tradutor Yana, não puderam obter outro nome do índio que não fosse apenas “Ishi”, a palavra Yana para “homem”. Esse é o nome pela qual ficou conhecido no momento de sua captura até sua morte, quatro anos e meio mais tarde.

Os Yahi eram um ramo meridional de uma tribo maior chamada Yana, encontrada no norte da Califórnia, ao norte da cidade de Chico e do rio Sacramento. Antes da chegada dos europeus, havia talvez não mais de 3.000 Yana em suas terras tradicionais fazendo fronteira com os Maidu ao sul, os Wintu ao oeste, e a tribo Shastan ao norte. Falavam a língua Hokan, as raízes das quais compartilharam com tribos em toda a América do Norte. Como tribo, os Yana, em particular, eram muito menores que seus vizinhos, mas ainda sim havia uma reputação de brutalidade contra eles. Também se especula que o Yana pode primeiro ter vivido nas terras baixas mais produtivas antes de ser levado para a região montanhosa menos produtiva por seus vizinhos muito maiores e mais ricos ao sul, particularmente. Como Theodora Kroeber comenta em seu livro, “Ishi in Two Worlds”:

“Os Yana foram menores em número e mais pobres em confortos materiais se comparados aos seus vizinhos do vale, a quem eles consideravam combatentes suaves, relaxados e indiferentes. Assim como as tribos de montanhas em outras partes do mundo, os Yana, também, eram orgulhosos, valentes, engenhosos e rápidos, e foram temidos por povos maidu e wintu que viviam nas terras baixas.” (25)

Steven Shackley, em seu ensaio, “The Stone Tool Technology of Ishi and the Yana”, escreve sobre a relação dos Yahi com seus vizinhos imediatos:

“Pelo motivo de ter de viver em um ambiente tão marginal, os Yahi nunca tiveram boas relações com os grupos dos arredores em qualquer período de tempo. Evidência arqueológica regional sugere que, os falantes de línguas hokanas, provavelmente os que poderiam ser chamados de proto-Yana, viviam em um território muito maior que incluía a parte superior do vale do rio Sacramento, assim como as colinas da Cascata do Sul até a “Intrusão Penutia” em algum momento há mais de 1000 anos. Estes grupos que falavam idiomas Penutian foram os antepassados dos Maidu e Wintu/Nomlaki, que viviam no vale do rio no momento do contato espanhol e Anglo. A violência considerável sugere neste momento, no registro arqueológico e do proto-Yana, evidentemente, que não se moveram a um habitat menor ou mais marginal de bom grado. A violência nas mãos de estrangeiros não era nova, com a chegada dos anglo-saxões a partir de 1850, os Yahi tinham mantido relações de inimizade em um longo período de tempo com grupos que falavam idiomas Penutian, que haviam tomado à força a terra inferior e seus arredores por algum tempo.” (Kroeber y Kroeber, 190)

Em geral, no entanto, os Yana viveram como a maioria das tribos, se agarraram ao ciclo das estações e tinham pouca estratificação social. A única diferença importante entre os Yana é que tinham dualidade sexual na linguagem, ou seja, uma forma diferente na língua Yana era utilizada por cada sexo. Como explica Theodora Kroeber:

“Os bebês de ambos sexos estavam sob cuidado da mãe, com uma irmã mais velha ou a avó ajudando. Sua primeira fala, foi a do dialeto da mulher, sempre se fala das mulheres e dos homens, e os meninos na presença de meninas e mulheres. Quando o menino crescia e era independente da atenção da mãe, era levado por seu pai ou irmão mais velho a onde quer que fossem, durante maiores períodos de tempo a cada dia. Na idade de nove ou dez anos, muito antes da puberdade, passava a maior parte de suas horas na companhia masculina e dormia em vigília na casa dos homens. Portanto, o menino aprendeu seu segundo idioma, o dialeto dos homens.” (29-30)

Kroeber explica que a fala feminina era muitas vezes um discurso “cortado” com as palavras masculinas que tem mais sílabas. Embora as mulheres usassem apenas um dialeto da língua, conheciam a variante masculina também. Theodora Kroeber especula que na língua Yana, longe de ser uma curiosidade linguística, a divisão estrita das palavras pode ter feito dos Yahi mais intransigentes à interferência do mundo exterior. Ela escreve:

“É um aspecto psicológico desta peculiaridade no idioma, que não está sujeito à prova, mas que não deve ser descartado. O Yahi sobrevivente parece que nunca perdeu sua moral em sua longa e desesperada luta pela sobrevivência. Poderia a linguagem haver desempenhado um papel nesta tensão contínua da força moral? Ela havia sido dotada a suas conversações com o hábito da cortesia, formalidade, e o uso carregado de um forte sentido na importância de falar e de se comportar desta ou daquela maneira e não de outra, de modo que não permitia o desleixo seja ele de palavra ou de comportamento.” (Ibid, 31)

Theodora Kroeber examina este aspecto da vida Yana mais tarde em seu livro, quando descreve a relação de Ishi com seu primeiro intérprete mestiço Yana, Sam Batwi:

“Ishi era um conservador cujos antepassados haviam sido homens e mulheres de retidão; cujo pai e avô e tios haviam levado com dignidade a restrição das responsabilidades de serem os principais de seu povo. As maneiras de Ishi eram boas; as de Batwi cheiravam a crueza da cidade fronteiriça, que era o que melhor conhecia e que, por costume da época, sabia de seus cidadãos menos esclarecidos… É muito possível que no primeiro encontro, Ishi e Batwi reconheceram que eram de diferentes estratos da sociedade Yana, Batwi era o menos considerado…” (153)

A maior parte da cultura Yahi era muito similar às culturas indígenas da Califórnia em geral. Os esforços dos homens centravam-se na caça e a pesca nos rios, em especial com o salmão como alimento disponível. Os esforços das mulheres eram centrados na coleta, armazenamento e preparação de bolotas e outras plantas como parte de sua dieta básica. O antropólogo Orin Starn, em seu livro “Ishi’s Brain: In Search of America’s Last “Wild” Indian”, afirma o seguinte em relação ao conservadorismo dos Yahi, em particular, (71):

“No entanto, os Yahi eram também uma comunidade encarnada a seus costumes. É possível que tenham casado com tribos vizinhas (ocasionalmente sequestravam mulheres em meados do século XIX), mas os estrangeiros eram absorvidos pelo caminho Yahi. Em outras partes da América nativa, antes de Colombo, houve instabilidade na mudança – doenças, guerra, migração, invenção cultural, e adaptação. No sudeste, por exemplo, os lendários Anasazi de repente desapareceram no século XII, por razões ainda não discutidas. Ao longo do tempo, no entanto, o Yahi mostrou mais continuidade e instabilidade que outros grupos. Relativamente poucas modificações ocorreram em suas pontas de lança, nos primeiros acampamentos, no fato de amassar bolotas, ou outras rotinas da existência yahi. Ao que parece, os antepassados de Ishi seguiram mais ou menos o mesmo modo de vida durante muitos séculos.”

Como eram muito do norte, a neve e a falta de alimentos foram fatores que surgiam frequentemente nos tempos de escassez no inverno. No entanto, os Yana sabiam como prosperar na terra que lhes foi dada, como Kroeber resume em seu retrato da vida Yana e sua relação com as estações do ano:

“O inverno era também o tempo de voltar a recontar a velha história da criação do mundo e como foram feitos os animais e os homens, o tempo para escutar outra vez as aventuras do Coiote e da Raposa e da Marta do Pinho, e a história do Urso e dos Cervos. Assim, sentado ou deitado perto do fogo na casa coberta de terra, e envolvido em mantos de pele de coelho, com a chuva que cai lá fora ou com o espetáculo da lua brilhante que caía com sua luz para baixo em Waganupa ou distante em Deer Creek, o ciclo Yana das mudanças de estações estava completado ao dar outra volta. A medida que as cestas de alimentos estavam vazias, uma por uma, o jogo se manteve oculto e escasso, os sonhos dos Yana se dirigiram a um tempo, não muito distante, quando a terra foi coberta novamente com o novo trevo. Sentiram o impulso de serem levantados e despertaram em um mundo, às vezes muito distante, em um grande oceano que nunca haviam visto, o salmão brilhante foi nadando em direção à boca do rio Sacramento, seu próprio fluxo de origem dos Yana.” (39)

Starn também cita um canto entonado por Ishi aos antropólogos que resume o fatalismo Yahi (42):

Serpente de chocalho morde.
Urso cinzento morde.
E vão a matar as pessoas.
Deixe que assim seja.
O homem sairá ferido ao cair da rocha.
O homem cairá quando estiver colhendo pinhões.
Ele nadará na água, à deriva, morre.
Eles caem por um penhasco.
Serão atingidos por pontas de flecha.
Eles irão se perder.
Terão que remover as lascas de madeira de seu olho.
Serão envenenados pelos homens maus.
Vão ser cegos.

Os Yahi em Guerra

Como era de se esperar, a invasão dos europeus poderia ter até mudado algumas tribos pacíficas a hostis e selvagens. Como Sherburne F. Cook declarou em seu livro, “The Conflict Between the California Indian and White Civilization”:

“O efeito geral destes eventos provoca uma mudança em todo o horizonte social dos indígenas, particularmente nos Yokuts, Miwok, e Wappo. As forças disruptivas, previamente discutidas com a referência a sua influência na diminuição da população, tiveram também o efeito de gerar um tipo totalmente novo de sociedade. Para colocá-lo em essência: um grupo sedentário, tranquilo e muito localizado, se converteu em um grupo belicoso e seminômade. Obviamente, este processo não foi completado em 1848, nem afetava a todas as partes componentes das massas de nativos igualmente. Mas seus inícios haviam se tornado muito aparentes.” (228)

No entanto, nem todos os índios reagiram ferozmente à invasão do Anglo branco. Os Maidu, vizinhos do vale dos Yahi mais para o sul, parecia que não haviam posto muita resistência ao ataque dos brancos próximos a suas terras, como o escritor maidu, Marie Potts, indicou:

“A medida em que chegaram mais homens brancos, drenaram a terra. Os ranchos se desenvolveram tão rápido que, depois de havermos tido um país de montanhas e prados para nós mesmos, nos convertemos em obreiros ou desabrigados. Sendo pessoas pacíficas e inteligentes, nos adaptamos como melhor pudemos. Sessenta anos mais tarde, quando demos conta de nossa situação e apresentamos nosso caso ao United States Land Commission, nosso pedido se resolveu por setenta e cinco centavos o acre.

Não ouve levantamentos na zona maidu. Os colonos brancos que chegaram a nossa zona estavam contentes de ter mão de obra indígena, e os registros mostram, por vezes, um negócio justo”. (Potts, 10)

Como observado anteriormente, os Yahi eram hostis, até mesmo com tribos indígenas próximas a eles, e de maneira brutal. Ms. Potts se refere às relações dos Yahi com os maidu:

“Os Mill Creeks (Yahi) eram o que para nós “significa” gente perigosa. Haviam matado muitos de nós, até mesmo pequenos bebês. Eles vigiaram, e quando nossos homens estavam ausentes na caça ou em alguma atividade, atacaram as mulheres, as crianças e os mais velhos. Quando o homem voltou da caça encontrou sua esposa morta e seu bebê caído no solo, comido pelas formigas.

Depois os Mill Creeks haviam matado a numerosos brancos, se inteiraram de que os brancos estavam reunindo voluntários para invadi-los e puni-los. Com isso, estabeleceram um sistema de alarme para serem alertados, vivendo na mira de canhões, em uma zona improdutiva”. (Ibid, 41)

Quando os colonos brancos chegaram a encontrar ouro na Califórnia na década de 1840 e início da década de 1850, trouxeram com eles o modus operandi de “o único índio bom, é o índio morto”. Não havia amor entre eles e os Yahi, então os Yahi foram persuadidos a aprimorar suas formas rígidas e intransigentes em uma guerra de guerrilhas de terror contra os brancos. Stephen Powers que escreveu sobre em 1884, descreve o Yahi na seguinte passagem:

“Se os Nozi são um povo peculiar, eles [os Yahi] são extraordinários; se o Nozi parece estrangeiro da Califórnia, estes são duplamente estrangeiros. Parece provável que esteja presenciando agora um espetáculo sem paralelo na história humana – o de uma raça bárbara em resistência à civilização com armas em suas mãos, até o último homem e a última mulher, e o último pappoose… [Eles] infligiram crueldade e torturas terríveis em seus cativos, como as raças Algonkin. Seja como for, as abominações das raças indígenas podem ter perpetrado a morte, a tortura em vida era essencialmente estranha na Califórnia.” (Heizer y Kroeber, 74)

O antropólogo californiano Alfred Kroeber, especula sobre as tendências bélicas dos Yahi:

“Sua reputação bélica pode ser, em parte, devida a resistência oferecida contra os brancos por um ou dois de seus bandos. Mas se a causa disso era, em realidade, uma energia superior e a coragem ou um desespero incomum ajudado pelo entorno, ainda pouco povoado, e o habitat facilmente defensável, é mais duvidoso. Eram temidos por seus vizinhos, como os maidu, eles preferiram estar famintos na montanha ao invés de se enfrentar. O habitante da colina tem menos a perder lutando que o habitante rico. Também está menos exposto e, em caso de necessidade, tem melhor e mais numerosos refúgios disponíveis. Em toda a Califórnia, os povos das planícies se inclinaram mais para a paz, embora fossem fortes em quantidade numerosa: a diferença é a situação que se reflete na cultura, não em qualidade inata.” (ibid, 161)

Jeremías Curtin, um linguista que estudou as tribos indígenas da Califórnia no final do século XIX, descreve a natureza “renegada” da tribo de Ishi:

“Certos índios viviam, ou melhor, estavam de tocaia, os Miil Creek rondavam em lugares selvagens ao leste da Tehama e ao norte de Chico. Estes índios Mill Creek eram fugitivos; estavam fora da lei de outras tribos, entre outros, dos Yanas. Para ferir a estes últimos, foram a um povoado Yana aproximadamente em meados de agosto de 1864, e mataram a duas mulheres brancas, a senhora Allen e a senhora Jones. Quatro crianças também foram dadas como mortas, mas depois se recuperaram. Depois dos assassinatos perpetrados pelos Mill Creek, eles voltaram a casa inadvertidamente, e com eles, levando vários artigos saqueados.” (Ibid, 72)

Um cronista detalhou outra atrocidade yahi na seguinte passagem:

“A matança das jovens Hickok foi em junho de 1862. Filhos do povo Hickok, duas meninas e um menino foram colher amoras em Rock Creek, cerca de três quartos de uma milha de sua casa, quando foram rodeados por vários índios. Primeiro dispararam contra a menina mais velha, ela tinha dezessete anos, atiraram e deixaram-na completamente nua. Em seguida, dispararam contra a outra jovem, mas ela correu a Rock Creek e caiu de cara na água. Não levaram sua roupa, pois ela ainda tinha seu vestido. Neste momento, Tom Allen entrou em cena. Ele transportava madeira de construção para um homem chamado Keefer. De imediato atacaram a Allen. Foi encontrado com o coro cabeludo arrancado e com a garganta cortada. Dezessete flechas haviam sido disparadas contra ele, e sete o atravessaram.” (Ibid, 60)

Mrs. A. Thankful Carson, esteve cativa pelos Mill Creeks ou índios Yahi, também descreveu outros exemplos de brutalidade Yahi:

“Um menino de uns doze anos de idade morreu da forma mais bárbara: cortaram-lhe os dedos, a língua, e se supõe que pensavam em enterrá-lo com vida, mas quando foram vê-lo já estava morto. Em outra ocasião, um homem chamado Hayes estava cuidando de suas ovelhas. Em algum momento durante o dia, ele foi a sua cabana e se viu rodeado por quinze índios. Eles o viram chegar: ele virou-se e correu, os índios começaram a disparar flechas sobre ele, foi de árvore em árvore. Por último, atiraram com uma arma de fogo que atravessou seu braço. Ele conseguiu escapar da captura por um estreito buraco”. (Ibid, 26)

Outro cronista local, H.H Sauber, descreve o raciocínio de caça dos Yahi ao extermínio:

“Uma vez assassinaram a três crianças em idade escolar a menos de dez milhas de Oroville, e a mais de quarenta milhas de Mill Creek. Pouco depois, mataram a um carreteiro e dois vaqueiros durante a tarde, e foram vistos à distância em carroças carregadas com carne bovina roubada através das colinas, antes que ninguém soubesse que eram eles por trás do ato. Outras vítimas, demasiadamente numerosas para mencioná-las, haviam caído em suas implacáveis mãos. Em suma, eles nunca roubaram sem assassinar, embora o delito pudesse ajudá-los no início, o fato só poderia exacerbar mais os brancos a se voltarem contra eles”. (Ibid, 20)

Alfred Kroeber fez eco sobre esse sentimento em 1911 com um ensaio sobre os Yahi, onde afirmou:

“O Yana do sul, os Mill Creeks, se reuniram com um destino muito mais romântico que seus parentes. Quando o americano veio à cena, tomaram possessão de suas terras para a agricultura ou pecuária, e à base da ponta do rifle propuseram a eles que se retirassem e não interferissem, como ocorreu antes de que houvesse passado dez anos após a primeira corrida do ouro, os Mill Creeks, como muitos de seus irmãos, resistiram. Não se retiraram, no entanto, após o primeiro desastroso conflito aprenderam a esmagadora superioridade das armas de fogo do homem branco e sua organização e humildemente desistiram e aceitaram o inevitável. Em troca, apenas endureceram seu espírito imortal na tenacidade e o amor à independência, e começaram uma série de represálias energéticas. Durante quase dez anos mantiveram uma guerra incessante, destrutiva e principalmente contra si próprios, mas, no entanto, sem precedentes em sua teimosia com os colonos dos municípios de Tehama e Butte. Apenas recuperados de um só golpe, os sobreviventes atacavam em outra direção, e em tais casos não poupavam nem idade nem sexo. As atrocidades cometidas contra as mulheres brancas e contra as crianças despertaram o ressentimento dos colonos em maior grau, e cada um dos excessos dos índios foi mais que correspondido, e, no entanto, embora o bando tivesse diminuído, mantiveram a luta desigual.” (Ibid, 82)

Theodora Kroeber tenta moderar estas contas com as suas próprias reflexões sobre a brutalidade e “criminalidade” dos Yahi:

“Os índios tomavam sua parte, os cavalos, mulas, bois, vacas, ovelhas, quando e onde pudessem, sem esquecer de que estes animais eram alimento e roupa para eles. Fizeram cobertores e capas destas peles, secaram os coros, e fizeram “charqui” ou “jerki” da carne que não era comida fresca. Em outras palavras, trataram os animais introduzidos pelos europeus da mesma forma que faziam com os cervos, ursos, alces, ou coelhos. Eles parecem não ter percebido que os animais foram domesticados, e o cachorro era o único animal que eles sabiam que estava domesticado. Roubaram e mataram para viver, não para acumular rebanhos ou riquezas, os índios realmente não entendiam que o que eles levavam era a propriedade privada de uma pessoa. Muitos anos mais tarde, quando Ishi havia passado da meia idade, se enrubescia de uma dolorosa vergonha cada vez que recordava tudo isso aos padrões morais dos brancos. Ele e seus irmãos Yahi haviam sido culpados de roubo.” (61)

Theodora Kroeber em seu trabalho não parece abordar profundamente o estilo brutal dos Yahi na guerra, sublinhando que o que ocorreu era apenas para enfrentar a invasão massiva dos brancos sobre suas terras.

Ishi

Apesar de ter “a vantagem do campo” e um foco excepcionalmente energético para atacar a seus inimigos, os Yahi foram caçados gradualmente e destruídos até que restassem apenas alguns. Em 1867 e 1868, no massacre da caverna Kingsley foram mortos 33 Yahi homens, mulheres e crianças, sendo este o último grande golpe dos brancos aos últimos Yana selvagens.

Como Theodora Kroeber afirma:

“Ishi era uma criança de três ou quatro anos de idade na época do massacre de Tres Lomas, idade suficiente para recordar as experiências carregadas de terror. Ele tinha oito ou nove anos quando houve o massacre da caverna Kingsley e, possivelmente, fez parte da limpeza da caverna e da eliminação ritualística dos corpo das vítimas. Entrou na clandestinidade, na qual cresceria sem ter mais de dez anos de idade”. (Ibid, 91)

Com a derrota militar aberta dos Yahi, os selvagens começaram um tempo de clandestinidade, que A.L. Kroeber classificaria como; “a menor e mais livre nação do mundo, que por uma força sem precedentes e a teimosia do caráter, conseguiram resistir à maré da civilização, vinte e cinco anos mais até mesmo do que o famoso bando Geronimo, o Apache, e durante quase trinta e cinco anos depois de que os Sioux e seus aliados derrotaram Custer”. (Heizer y Kroeber, 87)

Os restantes Yahi ocultos e perseguidos, se reuniram e roubaram tudo o que puderam em circunstâncias difíceis. Acendiam suas fogueiras de modo que não era possível ver desde longas distâncias, tinham seus assentamentos não longe dos lugares que os brancos normalmente viajavam e frequentavam. Logo, sua presença se converteu em um rumor e, em seguida, uma mera lenda. Ou seja, apenas alguns anos antes de Ishi adentrar à civilização, seu acampamento foi encontrado próximo a Deer Creek em 1908. Ishi e alguns índios restantes escaparam, mas ao longo de três anos, Ishi estava sozinho, havia tomado a decisão de caminhar em direção ao inimigo, onde estava seguro de que, sem dúvida, iriam matá-lo, assim como fizeram com o resto do seu povo.

Em 1911, no entanto, através da benevolência problemática dos vencedores, Ishi passou de um inimigo declarado a uma celebridade menor, se mudando então para San Francisco e tendo um fluxo constante de visitantes que iam ao museu onde viveu. As pessoas estavam fascinadas por este homem que era a última pessoa real da Idade da Pedra na América do Norte, alguém que podia fabricar e esculpir suas próprias ferramentas ou armas de pedras e paus. Ishi “fez as pazes” com a civilização, e até mesmo amigos. Desenvolveu suas próprias preferências de alimentos e outros bens, e manteve meticulosamente sua propriedade assim como tinha feito quando viveu quarenta anos na clandestinidade. Porém, em menos de cinco anos de ter chegado à civilização, Ishi, o último Yahi, sucumbiu a talvez uma das doenças mais civilizadas de todas: a tuberculose.

No entanto, houve alguns detalhes bastante interessantes que são fonte indicativa da atitude de Ishi frente a vida na civilização. Ishi se negou a viver em uma reserva, e escolheu viver entre os brancos, na cidade, distante dos índios corruptos que há muito tempo haviam se entregado aos vícios da civilização.

Como T. T. Waterman declarou em uma referência indireta a Ishi em um artigo de uma revista, ele escreveu:

“Sempre acreditamos nos relatos de várias tribos formadas por estes renegados Mill Creek. A partir do que aprendemos recentemente, parece pouco provável que houvesse mais de uma tribo em questão. Em primeiro lugar, o único membro deste grupo hostil que nunca foi questionado, [diga-se, Ishi], expressa o desgosto mais animado com todas as demais tribos. Parece, e sempre pareceu, mais disposto a fazer amizades com os próprios brancos que com os grupos vizinhos de índios. Em segundo lugar, todas as outras tribos indígenas da região professam o horror mais apaixonado para os Yahi. Este temor se estende até mesmo ao país hoje em dia. Mesmo os Yahi e os Nozi, embora falassem vários dialetos de uma mesma língua (o chamado Yana), expressavam a mais implacável hostilidade entre si. Em outras palavras, os índios que se escondiam ao redor das colinas de Mill Creek durante várias décadas depois da colonização do vale, eram provavelmente a remanescência de um grupo relativamente puro, já que havia poucas possibilidades de mescla.” (Heizer y Kroeber, 125)

[Cabe apontar aqui que Orin Starn rechaça a ideia da pureza étnica dos Yahi no período histórico, mas não mostra nenhuma razão por trás disso (106). Esta questão será tratada mais adiante.]

Em seu cativeiro voluntário na civilização, Ishi se destacou por sua sobriedade e equanimidade para com aqueles ao seu redor, dedicado às tarefas que lhe foram atribuídas no museu em que vivia, e também para mostrar a fabricação de artefatos que utilizava para a sobrevivência. Theodora Kroeber descreve a atitude geral de Ishi em relação ao seu entorno civilizado:

“Ishi não foi dado ao voluntariado, ele criticava as formas do homem branco, porém era observador e analítico e, quando pressionado, podia fazer um julgamento ou ao menos algo assim. Estava de acordo com as “comodidades” e a variedade do mundo do homem branco. Ishi e muito menos qualquer outra pessoa que tenha vivido uma vida de penúrias e privações subestimam uma melhora dos níveis de prioridade, ou o alcance de algumas comodidades e até mesmo alguns luxos. Em sua opinião, o homem branco é sortudo, inventivo, e muito, muito inteligente; porém infantil e carente de uma reserva desejável, e de uma verdadeira compreensão da natureza e sua face mística; de seu terrível e benigno poder.”

Perguntado como hoje em dia caracterizaria a Ishi, [Alfred] Kroeber disse:

“Era o homem mais paciente que conheci. Me refiro a que dominou a filosofia da paciência, sem deixar traço algum de autopiedade ou de amargura para adormecer a pureza de sua alegria. Seus amigos, todos testemunham a alegria como uma característica básica no temperamento de Ishi. Uma alegria que passou, dada a oportunidade, a uma suave hilaridade. O seu era o caminho da alegria, o Caminho do Meio, que deve perseguir em silêncio, trabalhando um pouco, brincando e rodeado de amigos.” (239)

Desde o ponto de vista eco-extremista ou anti-civilização, estes últimos anos de Ishi pareceram problemáticos, mesmo contra a narrativa desejada. Até mesmo Theodora Kroeber utiliza a magnanimidade aparente de Ishi como foi, “aceitar gentilmente a derrota” e, “os caminhos do homem branco”, “até ser um apoio das ideias do humanismo e do progresso” (140). No entanto, esta é uma simples questão de interpretação. Não se pode julgar uma pessoa que viveu quarenta anos na clandestinidade, e viu a todos seus seres queridos morrerem violentamente, pela idade, ou por doenças, e fazer um julgamento sobre tudo quando ele estava à beira da inanição e da morte. Apesar de tudo, Ishi agarrou-se à dignidade e a sobriedade que é, ironicamente, a essência do selvagismo como Ishi o via. Acima de tudo, no entanto, Ishi deu testemunho deste selvagismo, se comunicava, e rechaçava aqueles que o haviam dado as costas e abraçado os piores vícios de seus conquistadores. Como os editores da Revista Regresión declararam em sua resposta em relação com os chichimecas que haviam se “rendido” aos brancos no século XVI. O artigo, da revista “Ritual Magazine”:

“San Luis de la Paz no estado de Guanajuato é a última localização chichimeca registrada, especificamente na zona de Misión de Chichimecas, onde é possível encontrar os últimos descendentes: os Chichimecas Jonáz, que guardam a história contada de geração em geração sobre o conflito que pôs em xeque o vice-reinado naqueles anos.”

Um membro do RS (Reacción Salvaje) conseguiu estabelecer conversações com algumas pessoas deste povoado, dos quais evitaram seus nomes para prevenir possíveis ligações com o grupo extremista.

Nas conversações os nativos engrandecem a selvageria dos chichimecas-guachichiles, enaltecem orgulhosamente seu passado em guerra, eles mencionaram que, após o extermínio dos últimos selvagens, caçadores-coletores e nômades, os demais povos chichimecas que haviam se salvado da morte e da prisão decidiram ceder terreno e ver os espanhóis que seguiam sua religião, que compartilhavam seus novos mandatos e que se adaptariam à vida sedentária, tudo isso a fim de manter viva sua língua, suas tradições e suas crenças. Inteligentemente os anciões daquelas tribos juntamente com os curandeiros (madai coho), que haviam descido os montes para viver em paz depois de anos de guerra, decidiram adaptar-se, desde que suas histórias e seus costumes não fossem também exterminados, de modo que fossem deixados como herança às gerações futuras.”

Se não fosse por Ishi ter adentrado à civilização no lugar de escolher morrer no deserto, nunca conheceríamos sua história, ou a história do último bando livre de índios selvagens na América do Norte. Portanto, mesmo na derrota, a “rendição” de Ishi é realmente uma vitória para a Natureza Selvagem, uma vitória que pode inspirar aqueles que vem atrás dele para participar em lutas semelhantes de acordo com a nossa própria individualidade e habilidades.

Cabe apontar por meio de um posfacio que muitos historiadores “revisionistas” veem a história de Ishi de uma maneira muito mais complicada que a história inicial contada pelos antropólogos que o encontraram. Alguns estudiosos pensam que devido a sua aparência e a forma com que polia suas ferramentas de pedra, Ishi pode ter sido racialmente maidu ou ter metade do sangue maidu-yahi. Isso não seria surpreendente, pois os Yahi muitas vezes invadiam tribos vizinhas para levarem mulheres (Kroeber y Kroeber, 192). Os linguistas descobriram que os Yahi tinham muitas palavras adotadas do espanhol, postulando que alguns do bando de Ishi haviam deixado as colinas em um passado não muito distante e trabalharam para os pecuaristas espanhóis no vale, regressando às colinas somente quando chegaram os anglo-saxões hostis. Embora os estudiosos pensem que estejam descobrindo as matizes da história Yahi, na verdade muitas de suas ideias estavam nos informes originais, sem destacar.

Além disso, o próprio Starn, aliás, bastante revisionista, admite a possibilidade de que Ishi e seu bando permaneceram escondidos nas colinas devido a um conservadorismo notável em sua forma de vida e visão de mundo:

“Esse Ishi estava aqui tão detalhado e entusiasta [em recontar os contos Yana], Luthin e Hinton insistem, evidenciaram “seu claro respeito e amor” para as formas tradicionais Yahi, no entanto, a vida foi difícil para os últimos sobreviventes nos confins das inacessíveis colinas. Além do temor de ser enforcado ou fuzilado, a decisão tomada por Ishi e seu pequeno bando de não se render também pode ter mensurado apego a sua própria forma de vida: uma fumegante tigela de bolota cozida em uma manhã fria, as preciosas noites estreadas, e o ritmo tranquilizador das estações.” (116)

Lições da guerra Yahi

Serpenteei desde o início deste ensaio, mas o fiz de propósito. A intenção foi deixar que Ishi e os Yahi, a última tribo selvagem da América do Norte, falassem por si mesmos, ao invés de envolver-me em polêmicas simples onde slogans desleixados desviam a atenção real e profunda do tema. O que está claro é que os Yahi não fizeram a guerra como cristãos ou humanistas liberais. Eles assassinaram a homens, mulheres e crianças. Roubaram, atacaram secretamente, e fugiram para as sombras depois de seus ataques. Não eram muito queridos até mesmo por seus companheiros índios, aqueles que deveriam ter sido tão hostis à civilização como eram antes. Mesmo a perspectiva de uma derrota certa não os impediu que dessem início a uma escalada de ataques até que restassem apenas alguns deles. Uma vez alcançado esse ponto, literalmente resistiram até o último homem. Com isso, o eco-extremismo compartilha ou ao menos aspira a muitas destas mesmas qualidades.

Os Yahi foram um exemplo perfeito do que o eco-extremista procura, como observado no editorial da Revista Regresión número 4:

“Austeridade: as necessidades materiais são um problema para os membros desta decadente sociedade, embora alguns não as vislumbrem e se sintam felizes cobrindo-as com a vida de escravos que levam. A maioria das pessoas está sempre tentando pertencer a certos círculos sociais acomodados, sonham com luxos, com comodidades, etc., e para nós isso é uma aberração. A simplicidade, manejá-la com o que tenha em mãos, e afastar-se dos vícios civilizados recusando o desnecessário são características muito notórias dentro do individualista do tipo eco-extremista.”

Os Yahi, assim como muitas das tribos chichimecas que estavam no que hoje é o México, viveram em uma “inóspita” região montanhosa ao contrário de seus vizinhos mais acomodados e numerosos nas terras baixas; isso foi o que ocorreu, mesmo antes da chegada dos europeus. Estes vizinhos, em particular os Maidu, não se defenderam contra a civilização, já que sua vida relativamente acomodada fez com que resultasse mais favorável a aceitar a forma de vida civilizada. Ao contrário dos reinos mesoamericanos, os Maidu não conheciam a agricultura, mas estavam, no entanto, já “domesticados” a certo nível.

Foi a cultura dura e espartana dos Yahi que fortaleceu sua oposição aos europeus, até mesmo quando mostraram um poder superior, inclusive quando estava claro que se tratava de uma guerra de extermínio que provavelmente perderiam. Redobraram seus esforços e lutaram sua própria guerra de extermínio na medida do possível, sem diferenciar nem mulheres nem crianças. Através da astúcia, o engano, e tendo um conhecimento superior da paisagem, empreenderam uma campanha de terror contra os brancos, uma campanha que confundiu a todos os que estudaram as tribos indígenas da região. Até mesmo outros índios os temiam (também outras pessoas que dizem se opor à civilização excomungando os eco-extremistas), já que não dividiam o mundo em dicotomias ordenadas de índios contra brancos. Para eles, aqueles que não estavam do seu lado eram inimigos e foram tratados como tal.

A guerra dos Yahi foi indiscriminada e “suicida”, assim como a luta eco-extremista pretende ser. “Indiscriminada” no sentido de que não é regida por considerações humanistas ou cristãs. Não tinham considerações por quem poderia ter sido “inocente” ou “culpado”: foram atacados a todos os não-Yahi, a todos os que haviam se rendido às formas genocidas do homem branco. Os Yahi não pretendiam fazer amizade com outras tribos, mesmo quando Ishi chegou à civilização, se negava a se associar com os índios de sua região que se renderam tão facilmente à civilização branca. Para preservar sua dignidade, preferiu permanecer com o vencedor em vez de estar com os vencidos. A guerra Yahi era “suicida”, uma vez que não teve considerações com seu futuro: seu objetivo era viver livre no aqui e agora, e atacar aqueles que estavam os atacando, sem medir as consequências. Isto se deve a sua forma de vida que foi forjada às margens dos terrenos hostis, e grande parte de sua dignidade focou-se no ataque aos que eles consideravam flexíveis e não autênticos. Não havia futuro para os Yahi na civilização porque não havia espaço para um compromisso com a civilização.

Aqui vou especular (puramente baseado em minha opinião) a respeito de porque que alguém poderia adotar pontos de vista eco-extremistas em nosso contexto. Claro, há muito furor, talvez até mesmo raiva envolvida. Penso que ali seria necessário realizar tais ações. No entanto, o que faz o amor eco-extremista? Os seres humanos modernos estão tão distantes da Natureza Selvagem, tão insensíveis, adotando um modo de vida a qual dependem da civilização para todas suas necessidades, se queixam caso alguém resulte ferido devido a explosão de um envelope, no entanto, minimizam a importância ou até mesmo apoiam a destruição de uma floresta, um lago ou um rio para o benefício da humanidade civilizada. São tão insensíveis à sua natureza que pensam que a própria natureza é um produto de sua própria inteligência, que as árvores apenas caem nas florestas para que possam ouvi-las, e que a condição sine qua non da vida na Terra é a contínua existência de oito bilhões de famintos e gananciosos. Se alguém está cego pelo ódio, é o humanista, os esquerdistas e sua apologia da “lei e a ordem”, que faz de sua própria existência uma condição não negociável para a continuidade da vida na Terra. Se lhes for dada a escolha de optar entre a destruição do planeta e de sua própria abstração amada chamada “humanidade”, prefeririam destruir o mundo ao ver a humanidade falhar.

O que é ainda mais triste é que a maioria dos seres humanos civilizados nem sequer estão agradecidos pelos nobres sentimentos dos anarquistas e esquerdistas. Para eles são apenas punks que lançam umas bombas e que deveriam dar uma relaxada, ir a uma partida de futebol, e deixar de incomodar aos demais com sua política ou solidariedade. A esquerda/anarquista tem Síndrome de Estocolmo com as massas que nunca vão escutá-los, e muito menos ganhar sua simpatia. Eles querem ser vistos com bons olhos pela sociedade, embora a sociedade nunca dará qualquer atenção, e muito menos a eles. Se negam a ver a sociedade como inimiga, e é por isso que estão juntos a ela, sem entender o porque do sonho iluminista ter falhado, por isso todos os homens nunca serão irmãos, por isso a única coisa a qual os seres humanos civilizados são iguais é em sua cumplicidade na destruição da Natureza Selvagem. O objetivo deles é ser os melhores alunos da civilização, mas serão sempre os criminosos, os forasteiros, os anarquistas sujos que precisam conseguir um trabalho.

O eco-extremismo crescerá porque as pessoas sabem que este é o fim do jogo. Na verdade, desde os muçulmanos aos cristãos a todo tipo de outras ideologias, o apocalipse está no ar, e nada pode detê-lo. Isso é porque a civilização é a morte, e sempre foi. Sabe que o homem não pode ser dominado, que a única maneira de fazer isso é submetê-lo para transformá-lo em uma máquina, para mecanizar seus desejos e necessidades, para eliminar a partir do profundo de seu caos, que é a natureza selvagem. Neste sentido, o espírito de Ishi e os Yahi permanecerão e sempre estarão reaparecendo quando você menos esperar, como uma tendência e não como uma doutrina, como um grito que combate hoje sem medo do amanhã. O eco-extremismo não terá fim, porque é o ataque selvagem, o “desastre natural”, o desejo de deixar que o incêndio arda, dançando em torno dele. O anarquista recua e o esquerdista se espanta, porque sabem que não podem derrotá-lo. Continuará, e consumirá tudo. Serão queimadas as utopias e os sonhos do futuro civilizado, restando apenas a natureza em seu lugar. Para o eco-extremista, este é um momento de alegria e não de terror.

– Chahta-Ima
Nanih Waiya, primavera de 2016
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Bibliografia

“The Physical and Demographic Reaction of the NonmissionIndians in Colonial and Provincial California” in Cook, Sherburne F. The Conflict Between the California Indian and White Civilization. Berkeley: University of California Press, 1976.
Heizer, Robert and Kroeber, Theodora (Editors). Ishithe Last Yahi: A Documentary History. Berkeley: University of California Press, 1979.
Kroeber, Karl and Kroeber, Clifton (Editors). Ishiin Three Centuries. Lincoln: University of Nebraska Press, 2003.
Kroeber, Theodora. Ishiin Two Worlds. Berkeley: University of California Press, 1976.
Potts, Marie. The Northern Maidu. Happy Camp, CA: NaturegraphPublishers Inc. 1977.
Starn, Orin. Ishi’sBrain: In Search of America’s Last “Wild” Indian. New York: W.W. Norton & Company, 2004

PGR reservó información sobre grupo que se adjudica homicidio de empleado de la UNAM

Nota de la presa mexicana sobre el atentado homicidiario de ITS “Mafia Eco-extremista/Nihilista”.


30 de junio 2016

Este grupo es responsable de por lo menos una docena de atentados cometidos entre 2011 y 2013 que incluyen paquetes explosivos y cartas bomba, que han dejado varios heridos y muertos.

La Procuraduría General de la República (PGR), tiene reservada por doce años la información relacionada con el grupo subversivo o eco-extremista denominado “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje” (ITS), que se atribuye el asesinato del Jefe de Servicios Químicos, de la Facultad de Química de la Universidad Nacional Autónoma de México.

De acuerdo con una solicitud de acceso a la información, la PGR tiene iniciada una averiguación previa en contra de dicho grupo, por parte de la Subprocuraduría Especializada en Investigación de Delincuencia Organizada (Seido), por lo que la información se encuentra reservada.

Incluso la Policía Federal (PF) que depende de la Comisión Nacional de Seguridad (CNS), reconoce que participó en una investigación contra dicho grupo ordenada por el Ministerio Público de la Federación y de igual forma señala que la información sobre la misma ésta reservada por estar dentro de una averiguación previa.

La PGR tampoco precisa si consigno la averiguación o esta sigue abierta, aunque señala que tiene que ver con hechos ocurridos en 2011, año en el que este grupo inició sus actividades y se adjudicó atentados y homicidios en contra de catedráticos de diversas casas de estudio en el país.

Mientras que la Secretaria de Gobernación (Segob), señaló, en respuesta a otra solicitud de acceso a la información, que no tiene en sus archivos datos sobre el ITS u otras organizaciones similares.

En contraste el Centro de Investigación y Seguridad Nacional (Cisen), que depende de la Segob, respondió a otra solicitud de acceso a la información, que con información proporcionada por los mismos grupos, se han detectado 17 grupos que se autodenominan “anarquistas” y “eco-extremistas”.

Según sus propias referencias informativas, estos grupos dicen tener presencia en 14 estados; Aguascalientes, Chiapas, Ciudad de México, Estado de México, Guanajuato, Hidalgo, Jalisco, Nuevo León, Oaxaca, Puebla, Querétaro, Veracruz y Zacatecas.

Igualmente el Cisen revela los nombres de estos grupos de acuerdo a sus propias referencias; entre ellos Reacción Salvaje. Este grupo ésta relacionado con “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje”, y se autodefinen como grupos “eco-extremistas”.

ITS ha anunciado a través de diversos comunicados, que ha iniciado una nueva guerra abierta en contra del sistema tecnoindustrial y subraya la fusión de al menos una docena de células con capacidad operativa en por lo menos 11 entidades del país, incluida la Ciudad de México.

Este grupo es responsable de por lo menos una docena de atentados cometidos entre 2011 y 2013 que incluyen paquetes explosivos y cartas bomba, que han dejado varios heridos y muertos.

Según ellos, forman parte de un grupo internacional que se inició en México y se ésta extendiendo en varias partes del mundo comenzando por Chile hacia Argentina, según ellos están en contra de quienes promueven el desarrollo tecnológico.

Eco-extremistas se atribuyen crimen en Facultad de Química de CU

Desde la prensa mexicana:

29 de junio

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje es el nombre del grupo; advirtieron que habrá más ataques

La noche del lunes 27 de junio, José “N” fue asesinado al salir de su empleo en Ciudad Universitaria, afuera de la Facultad de Química de la UNAM. De acuerdo con las primeras investigaciones, el o los homicidas le clavaron un cuchillo en el pecho. Este miércoles, sus presuntos asesinos difundieron el detalle del ataque, mediante un comunicado en el que se hacen llamar ‘Individualistas Tendiendo a lo Salvaje” (ITS).

Y aunque esta no es la primera vez que se adjudica un asesinato, este grupo de ‘eco-extremistas’ advierte que habrá más atentados.

“…nuestro cuchillo perforó su carne, músculos y venas, desangrándolo y dejándolo sin vida. Es una pena que no le pudiéramos arrancar el cuero cabelludo como victoria (así como lo hacían nuestros antepasados en guerra), será para el siguiente…”, detalló este grupo radical en un comunicado que circula en internet en foros cerrados con coincidencias “ideológicas”.

El grupo

‘Individualistas Tendiendo a lo Salvaje’ (ITS) se adjudicó el asesinato de José “N”, de 50 años de edad, quien hasta el pasado 27 de junio trabajaba en la jefatura de Servicios de la Facultad de Química de la Máxima Casa de Estudios.

Los autodenominados ‘eco-extremistas’ no detallan por qué escogieron a José “N” como víctima, pero sí explican por qué en Ciudad Universitaria.

“…una de las cunas del progreso humano, lugar donde se forjan las engreídas mentes profesionales que se han propuesto la vil finalidad de construir un ‘mejor mañana’”.

El problema, advirtieron en su comunicado, es que ellos no creen en un “mejor mañana”, ni en la revolución, ni en el anarquismo, ni en la izquierda.

Según la misiva, su objetivo es vengarse de quien ha atentado contra la tierra, por lo que el asesinato del trabajador de la UNAM, así como de otros académicos y estudiantes, se ha convertido en “una ofrenda de sangre para la Naturaleza Salvaje”.

“Nadie, ninguna persona dentro de esta pútrida civilización merece consideración, y menos los apestosos progresistas y humanistas que se esconden en las facultades de esta universidad y de otras (…) A cuidarse mejor, estudiantes, docentes, investigadores de la UNAM y otras universidades, que no dudaremos en atacar mortalmente de nuevo…”, advirtieron.

Un asesinato no podría ser ocultado por las autoridades de la Universidad, ni de la Ciudad de México, como pasó con otros dos “atentados” el 25 de abril pasado y que fueron perpetrados por “Grupo Oculto Furia de Lince”, aseguraron los eco-terroristas.

“…las autoridades acallaron sus ataques. Ahora no van a poder acallar esto…”, escribieron.

Esa referencia es a un explosivo de activación electromecánica que fue hallado en el estacionamiento de la Facultad de Arquitectura. Ese mismo día, otro artefacto de las mismas características fue abandonado en la entrada del Edificio A de la Facultad de Ingeniería.

¿Quiénes son los eco-terroristas?

El 26 de enero de este año y a manera de relanzamiento, la organización difundió un primer comunicado.

“Individualistas Tendiendo a lo Salvaje, es la continuación del proyecto eco-terrorista comenzado en el año 2011. Después de la muerte de Reacción Salvaje en 2015, hemos decidido seguir…”, dijeron en su publicación.

En el mismo documento descartaron ser revolucionarios, anarquistas, izquierdistas o primitivistas. Simplemente dijeron ser defensores de la Naturaleza Salvaje.

“Adelante con la Guerra contra el Sistema Tecnológico y la Civilización! Si ellos no respetan la Tierra, nosotros tampoco respetaremos sus vidas! Muerte al Progreso, a las Ciencias Avanzadas y a la Modernidad, cáncer infecto que amenaza nuestras vidas y entornos!”, aseguraron.

La organización también enlistó una serie de hechos los cuales se adjudicaron y entre los que destaca el asesinato del investigador del Instituto de Biotecnología de la UNAM, Ernesto Méndez Salinas, en 2011, quien fue ultimado de un disparo en la cabeza mientras circulaba en su automóvil en una avenida principal de Cuernavaca Morelos.

En aquella ocasión las autoridades anunciaron que las líneas de investigación eran “robo” o simplemente una persecución para causarle un daño deliberado.

La misma organización se ha adjudicado ataques en centros de enseñanza en el Estado de México, Guanajuato, Hidalgo, Morelos y recientemente en Jalisco.

La existencia de este grupo ha sido reconocida hasta ahora por las autoridades del Estado de México, que tras el ataque al Tec de Monterrey, campus Atizapán en agosto de 2011, cuando hicieron estallar un artefacto hiriendo a Armando Herrera Corral, coordinador del Centro de Desarrollo Empresarial y Transferencia de Tecnología, y a otro científico, Alejandro Aceves López.

El entonces procurador mexiquense, Alfredo Castillo Cervantes, declaró en aquella ocasión que se había “identificado como probables responsables a un grupo denominado Individualidades Tendiendo a lo Salvaje, por sus siglas ITS”.

La prensa solicitó información a la UNAM sobre el asesinato en sus instalaciones y sobre las amenazas de éstos grupos; y a la Procuraduría de Justicia de la Ciudad de México que lleva el caso y que investiga la identidad y responsabilidad del asesinato de José

https://www.gcmx.mx/eco-terroristas-asesinan-a-trabajador-la-unam-demostrar-salvajismo/

Asesinan a trabajador de la Facultad de Química de la UNAM

Desde la prensa mexicana:

José Jaime Moreno Barrera, jefe de servicios químicos de la Facultad de Química de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), fue asesinado la noche de ayer dentro de Ciudad Universitaria.

Reportes de la investigación señalan que alrededor de las 19:50 horas, la víctima de 50 años de edad fue atacada con un cuchillo bajo un puente de la Facultad.

Moreno Barrera fue apuñalado en el lado izquierdo del pecho, lo que le causó la muerte. El cuerpo fue hallado por personal de seguridad de la UNAM.

Al respecto, Teresa Santos, apoderada legal de la UNAM, indicó que no existen cámaras en el lugar del crimen, pero que entregarán los videos de algunas cercanas.

Hasta el momento, se desconoce el móvil del homicidio.

http://www.24-horas.mx/pgj-cdmx-investiga-asesinato-de-trabajador-de-la-unam-en-cu/