Tag Archives: Herencia salvaje

[pt] Atentados Explosivos de Outubro

“A única forma possível de começar uma declaração deste tipo é dizendo que detesto escrever. O processo por si só resume o conceito de “pensamento legítimo”. O que está escrito tem uma importância que nega a oralidade… É um dos caminhos do mundo branco para a destruição das culturas dos povos não-europeus, a imposição de uma abstração sobre a prática oral de um povo… Na verdade, não me importo se minhas palavras chegam aos brancos ou não, eles já demonstraram, através de sua história que não podem ouvir, nem ver, que sabem apenas ler (claro, há exceções, mas as exceções apenas confirmam a regra). É preciso um grande esforço de cada um dos índios do continente americano para não ser europeizado. A força deste esforço pode vir apenas da tradição, de suas formas e caminhos, dos valores tradicionais que nossos anciãos retém. Deve vir do aro, das quatro direções do vento, das relações: não pode vir das páginas de um livro ou de mil livros… Mas há outro caminho. Há o caminho tradicional dos Lakota e os caminhos dos outros povos indígenas deste continente. É o caminho que sabe que os humanos não têm o direito de degradar a Mãe Terra, que existem forças além de tudo o que as mentes europeias conceberam, que os seres humanos devem estar em harmonia com todas as relações ou tais coisas eliminarão a desarmonia…

A arrogância europeia de atuar como se estivesse acima da natureza de todas as coisas pode apenas resultar em total desarmonia e em um reajuste que corta o tamanho da arrogância do ser humano, que lhe dê um gostinho da realidade que está além do seu alcance ou controle e restaure a harmonia. Não há necessidade de nenhuma teoria revolucionária para isso, está além do controle humano. Os povos naturais deste planeta sabem e não precisam teorizar sobre isso. A teoria é abstrata, nosso conhecimento é real. A racionalidade é uma maldição, pois pode fazer com que os humanos esqueçam a ordem das coisas de maneira que outras criaturas não podem fazer. Um lobo nunca esquece seu lugar na ordem natural.

A Mãe Terra foi abusada, os poderes foram abusados, e isso não pode seguir para sempre. Nenhuma teoria pode alterar essa simples verdade. A Mãe Terra retaliará, todo o ambiente retaliará e os agressores serão eliminados, as coisas completam o círculo de volta ao ponto de partida. Essa é a revolução, e esta é uma profecia do meu povo, do povo Hopi e de outros povos corretos.” – Wanbli Othinka, Para que a América viva a Europa deve morrer.

A questão agora é o que fazer com estas palavras. Apenas guardá-las (como vocês acadêmicxs frequentemente fazem) nos cofres do conhecimento inútil, para depois trazê-las à tona em alguma conversa, escrito ou debate através do qual alimentarão seu ego miserável? Ou realmente levarão a sério pela primeira vez algo que não visa a um benefício egoísta?

Porque, sejamos sincerxs, muitxs de vocês sabem que tanto a antropologia quanto a própria academia são besteiras, mas sabem que através dela podem obter certos benefícios civilizados: conforto, reconhecimento, poder dentro de sua sociedade. Então apenas se desculpam e até mentem para si mesmxs dizendo que daquele lugar darão sua contribuição para melhorar as coisas, mas nós sabemos que não é assim, sabemos que a grande maioria só quer ganhar dinheiro e obter confortavelmente suas possibilidades. Esta sociedade hipocritamente quer o bem para todxs, mas o bom é inimigo do melhor, e o que é bom para vocês, é mau para a terra, para xs indivíduxs que não desejam se submeter a esta ordem mundial doentia. Para nós, o único caminho digno e honrado é a guerra contra esta sociedade civilizada, a essa ordem tecnoindustrial e, sobretudo, à escuridão que prolifera dentro do coração humano e que se materializa diante de nossos olhos nessa grande catástrofe apocalíptica que testemunhamos horrorizadxs, mas que nos alimentamos dia a dia.

Hoje, muitos espíritos de sábixs ancestrais se vendem por qualquer miséria, alienadxs, buscam escapar de seu sofrimento, e tentando fugir dele, ele aumenta cada vez mais, alçando o círculo de autodestruição. Isso que acontece a nível aparentemente pessoal, acontece a nível macro, como espécie completa. Por este motivo, nós deixamos de ignorar a voz dos espíritos, NOSSA PRÓPRIA VOZ, e enfrentar uma guerra espiritual, que é travada em nosso interior, e que ao mesmo tempo se manifesta em nossa vida, atacando também materialmente esta sociedade e cada um de seus bastiões.

12 de Outubro:

Segundo a “história oficial”, há quinhentos e vinte e sete anos uma frota europeia chegou a estas terras em busca das Índias. Foi assim que começou a devastação de nosso mundo sagrado, o mundo de nossos avós.

Com os europeus, uma nova e decadente forma de se compreender a realidade e se relacionar com ela foi trazida aqui (isto é, de se relacionar com o Grande Espírito, o TODO).

O respeito à vida e seus ciclos, a medicina sagrada, a sexualidade e eté a alimentação, a nossa magia e nossas Deidades foram alteradas por uma cosmovisão inferior e medíocre chamada catolicismo, uma religião criada vários séculos antes por outros europeus ambiciosos (romanos) com a intenção de criar súditxs a partir da psiquê, formar escravxs em massa (em todo o império), tentando garantir a perpetuidade de sua tirania.

Isso só poderia ser alcançado cobrindo os olhos e ouvidos espirituais de todos os povos subjugados (poderíamos dizer que a conquista aconteceu primeiro na Europa). A perda das almas ao separar (cada vez mais) x indivídux de seus ciclos, de seus arredores, de seu pai céu, de sua mãe terra e das estrelas irmãs, de sua medicina, das energias e seres vivos, de todo o conhecimento guardado com amor pelos antepassados.

Vocês, antropólogxs, ouviram a voz de nossos povos e deturparam suas palavras por conveniência, acreditam que tudo pode ser traduzido para sua pobre língua ocidental, seu raciocínio medíocre. A antropologia é outra expressão da arrogância ocidental e dos rasteiros e traidores que são xs brancxs. (Lembre-se que a brancura é uma aculturação, um modo de pensar, de ser, se relacionar e assumir um lugar no mundo, e não apenas uma cor de pele específica). Eles se envolvem com uma determinada comunidade, retiram toda a informação que podem, deformam-na com sua interpretação corrupta para compartilhá-la com seu mundo (e claro, exaltar seu próprio nome) e utilizam o conhecimento obtido para seus propósitos egoístas, muitas vezes em detrimento da própria comunidade que lhes abriu as portas. Vocês ocidentais trancadxs em suas academias não fazem nada além de masturbar seus egos e contar mentiras.

O conhecimento que eles obtém quase sempre é usado para manter a ordem macabra (que eles costumam dizer que odeiam), fortalecendo o progresso de sua sociedade degenerada (sociedade da qual somos inimigxs).

São ridículos seus discursos humanistas sobre paz, respeito pela alteridade ou inclusão. Quem disse que queremos ser incluídxs no inferno deles? Não queremos ser escravxs do mundo ocidental, queremos atacá-lo para iluminar sua escuridão.

Há quinhentos e poucos anos seus progresso chegou à nossa mãe, tentando destruir tudo em nome de sua ambição. Vocês foram e são os verdadeiros demônios!

A modernidade e tudo o que agora atormenta a vida no planeta não seriam possíveis sem o cristianismo, sem a razão instrumental, sem o desejo de possuir tudo.

Eles levaram seu germe imundo a cada canto do planeta e se enriqueceram com nosso sofrimento. Mas não é mais tempo para lamentos, são tempos de guerra e fé! É por isso que atacamos este símbolo da arrogância, brancxs “ensinando” sobre nossxs ancestrais, que ofensa asquerosa nos cospem na cara!

Saibam que cada causa tem um efeito, e que cada ação é uma reação. Nós não somos amigxs, vocês não são bem-vindxs nesta Terra. Seu estilo de vida não será mais tolerado por nós. Europeus, gringxs, colizadorxs que traem seu sangue, saibam que o punhal os aguarda ao dobrarem cada esquina. Somos xs Jovens Guerreirxs que se preparam para iluminar a noite com relâmpagos. Sorrimos à morte porque amamos a vida.

Somos filhos do sol e da lua!
Somos Tlahuele Iknoyotl!
Somos a Conspiração do Trovão!

https://www.eluniversal.com.mx/nacion/sociedad/uam-reporta-hallazgo-de-artefacto-explosivo-en-edificio-de-unidad-iztapalapa

https://www.paralelo19.mx/nacional/item/8607-encuentran-artefacto-explosivo-en-uam-iztapalapa

(it) UN’AFFERMAZIONE DIONISIACA DELL’ESISTENZA

È in “Ecce Homo” che Nietzsche rivela il significato dello Zarathustra e il motivo per cui è all’opposto della singolarità del “persiano” nella storia. “Zarathustra [storico] è stato il primo a vedere nella lotta tra il bene e il male la vera ruota motrice l’ingranaggio delle cose – la trasposizione della morale al metafisico, come forza, causa, fine a se stessa, è opera sua ”. E questa sarebbe precisamente la risposta al perché. Ora, se Zarathustra era responsabile del recepimento della morale nella metafisica, della creazione dell’errore più fatale, Zarathustra doveva anche essere il primo a riconoscerlo. Pertanto, spetta a Zarathustra [Nietzschiano] svolgere il compito di “il superamento della moralità dalla verità, il superamento di sé del moralista nel suo opposto” (Ecce Homo, Perché io sono un destino, §3)
Questo è il motivo per cui Zarathustra non solo parla in modo diverso, ma è anche diverso (cfr. Ecce Homo, Prologo, §4), e questa differenza può essere vista dalle prime pagine di “Così Parlò Zarathustra”. Se il profeta persiano ha introdotto i principi del bene e del male nel mondo, sottoponendo così la cosmologia alla morale, allora lo Zarathustra nietzscheano fa implodere le dicotomie dei valori. Per ristabilire l’innocenza del divenire. Se il risultato del pensiero metafisico e della affabulazione cristiana era il dualismo dei mondi, spetta a Zarathustra dissipare questo malinteso riunendo physis e logos, riconciliando l’uomo con il divenire, annichilendo l’opposizione tra ego e fatum. Per aver rotto con l’unità tra physis e logos, per aver spopolato un mondo pieno di dei in cui la religione è diventata soprattutto un “teismo monotono” (L’Anticristo, §19), per svalutare questo mondo e nominarne un altro essenziale, eterno e immutabile, la cui cultura socratico-ebraica-cristiana divenne nichilista sin dal suo inizio. Ecco perché la morte di Dio costituisce l’atto più grande che consente “una storia più elevata di tutta la storia fino ad oggi” (Gaia Scienza, §125).
È la morte di Dio che permette a Zarathustra di attraversare il nichilismo. È suo compito scacciare i pericoli derivanti dal collasso dei valori superiori. Se si è in un mondo soprasensibile, è in un mondo reale che i valori trovavano legittimità, il compito ora è quello di annientare il terreno anche da cui sono stati eretti in modo da poter creare nuovi valori. Dato che il compito per antonomasia zarathustriano è quello di dissipare il malinteso dello Zarathustra storico, superare le barriere imposte dalla dualità dei mondi risultanti dalla affabulazione di un mondo reale in tutta la cultura occidentale, è il passo decisivo per il ritorno dell’uomo all’uomo, condizione per l’affermazione dell’esistenza. È nel ripristinare l’innocenza del divenire che si possono generare nuovi valori, ora in linea con la terra. Questa è quindi la prospettiva dalla quale il filosofo intende intraprendere la trasvalutazione di tutti i valori.
In effetti, prima della stessa finitudine l’uomo inventò la metafisica, costruì il cristianesimo e stabilì valori morali. Per sbarazzarsi della sofferenza imposta dalla morte, la metafisica ha generato un altro mondo, un mondo vero e immutabile, che per secoli è rimasto sede e origine di tutti i valori morali. Allo stesso modo, la religione cristiana, al fine di riscattare questa esistenza, inventò l’aldilà e fabbricò il regno di Dio per legittimare le azioni umane. Inoltre, è stato concepito un uomo che aspira alla felicità attraverso la ricerca del piacere e la fuga del dolore, a cui sono stati imposti norme di condotta attraverso lo sguardo del risentimento. Pertanto, le dottrine morali, perché basate sul piacere e sul dolore, sono diventate semplici accessori con cui misurare “il valore delle cose”, motivo per cui sono semplicemente “falsi modi di pensare e di ingegnosità”. (Al di là del bene e del male, §225)
Per questo motivo, la metafisica, la religione cristiana e le dottrine morali sono solo un mezzo che l’uomo ha trovato per giustificare l’esistenza. “Dubitando e svalutando il mondo che siamo”, il vero mondo creato dalla metafisica, “ora è stato il nostro attacco più pericoloso alla vita” (Frammento Postumo 14 [103] della Primavera del 1888); inducendo l’uomo a cercare un altro mondo, a voler essere diversamente e ad essere altrove, “il concetto di” Dio “è stato finora l’obiezione definitiva contro l’esistenza” (Il crepuscolo degli idoli, I quattro grandi errori §8 ); e poiché le dottrine morali si basano solo sul piacere e sul dolore, sono diventate solo accessori con cui il valore delle cose è ingenuamente misurato (cfr. Al di là del bene e del male, §225), motivo per cui è da confutare non solo il mondo reale e la favola cristiana, ma anche le stesse dottrine morali.
In questo senso, quando Nietzsche concepisce una trasvalutazione di tutti i valori, la concepisce con un doppio pregiudizio. Da un lato, l’obiettivo principale è quello di annientare il terreno da cui sono stati finora generati i valori, sia che si tratti della metafisica, della favola cristiana o delle dottrine morali. È su questo punto che il filosofo rivendica il compito di dinamitare le fondamenta, demolire le fondamenta e rovesciare gli idoli, evidenziando così l’intera faccia corrosiva della propria filosofia. D’altra parte, il filosofo lavora attraverso il volto costruttivo e affermativo, che non solo cerca di trasformare in “oro” (cfr. Lettera di Nietzsche a Brandes del 23/05/1888) quello che fino ad allora era odiato dall’umanità, o cioè l’efficacia stessa, ma crea anche nuovi valori che sono in linea con la prospettiva della Terra. Pertanto, la sopravvalutazione di tutti i valori non è altro che la soppressione totale del mondo reale e le conseguenti aggregazioni in modo che l’uomo possa riconciliarsi e reinserirsi affermativamente nel proprio mondo nella prospettiva del divenire. Una volta riconciliati, uomo e mondo devono condividere lo stesso destino in cui non c’è ego ma solo fatum. Questo fatum, che, dal punto di vista di una filosofia dionisiaca, deve essere dichiarato incondizionatamente.
In questo senso, Zarathustra è concepito dal filosofo come il cambiamento di prospettiva, la figura in base alla quale tutta la dualità, forgiata sotto gli auspici della prospettiva generata dallo storico Zarathustra, deve lasciare il posto alla visione agonistica della volontà di potenza, alla lotta stessa, di impulsi antagonisti che nella fluidità del divenire creano e si distruggono eternamente. Zarathustra è il personaggio destinato a realizzare una visione dionisiaca del mondo, a sperimentare l’amor fati. È suo compito generare una filosofia dionisiaca, quella filosofia eroica (cfr. Frammento postumo 1 [83] di luglio-agosto 1883) in grado di sostenere la realtà del divenire. Ecco perché, per il filosofo, Zarathustra è il più affermativo degli spiriti, “in lui tutti gli opposti si fondono in una nuova unità. Le forze più basse e più alte della natura, le più dolci, le più leggere, le più terribili, sgorgano da una sorgente con certezza perenne … Ma questa è l’idea stessa di Dioniso. “(Ecce Homo, Così Parlò Zarathustra 6).
Pensato nel contesto di una filosofia essenzialmente affermativa, Zarathustra è direttamente associato alla figura di Dioniso. Simbolo della dinamica del divenire, della tensione tra gli opposti nel gioco della creazione-distruzione, Dioniso viene visto da Nietzsche, non solo come il nome del flusso eterno del divenire, come l’incarnazione della creazione, come distruzione presente nel cosmo, ma anche come “affermazione religiosa della vita, di una vita, non negata e dimezzata” (Frammento Postumo14 [89] della Primavere del 1888). È nell’affermazione incondizionata del divenire come flusso eterno di creazione-distruzione che Dioniso serve come parametro per il personaggio. Zarathustra può svolgere il suo compito solo se incorpora le caratteristiche stesse del dio greco, poiché è solo in questa accessibilità agli opposti che “Zarathustra si sente come la forma suprema di tutto ciò che è” (Ecce Homo, Così Parlò Zarathustra , §6)
È quindi da questa prospettiva che, dalle prime pagine di “Così Parlò Zarathustra”, il personaggio figura come l’annunciatore di una svolta completa nella nostra cultura. Incarnando la proposta nietzscheana di porre fine alla morale in decadenza, Zarathustra mostra, dalle prime linee del lavoro, ciò a cui l’esperienza e la sua dottrina si oppongono. Proprio come Gesù all’età di trenta anni lascia la terra natale, così Zarathustra lascia la sua terra. Per quanto diverso, non è nel deserto che il personaggio si ritira, ma verso le montagne. E a differenza del personaggio evangelico, che si ritira per quaranta giorni, Zarathustra si ritira per dieci anni. Tuttavia, a differenza dei Vangeli (cfr Lc 3,23), non è all’età di trent’anni ma all’età di quarant’anni che inizia il suo ministero e, a differenza di Platone, non è fuori dalla caverna, ma è internamente che diventa saggio.
Opposto al cristianesimo e al platonismo, deve tornare al simposiaco degli uomini. Proprio come il sole che, dopo aver bruciato la terra, passa dietro l’oceano, portando la sua luce anche negli inferi (cfr. Così parlò Zarathustra, Prologo, §1), Zarathustra, dopo essere stato saturo della propria saggezza, deve abbandonare anche la montagna e scendere a valle. Zarathustra deve declinare, deve attraversare il nichilismo e incarnare l’eterno ritorno, poiché può solo affermare l’esistenza nel desiderio di sperimentarlo, dionisicamente, ancora e ancora. Con ciò, il filosofo intende generare una nuova concezione dell’uomo capace di sperimentare il divenire, mentre si presenta, sotto l’affermazione senza restrizioni effettive, specialmente in ciò che è più terribile e doloroso.
Una simile concezione riunisce un’accettazione incondizionata del divenire che, nel flusso eterno della circolarità del tempo, si svolge ininterrottamente nel processo eterno di creazione e annientamento di se stesso. In questo senso, non è un caso che nei successivi scritti, specialmente in “Ecce Homo” (cfr. Così parlò Zarathustra, §6), il filosofo si riferiva alla figura di Dioniso stesso come un’affermazione illimitata di vita ed esistenza. Per questo motivo, c’è una stretta connessione tra Dioniso e il personaggio di Zarathustra, poiché è responsabilità di quest’ultimo incorporare allo stesso tempo la suprema distruzione e creazione caratteristica di Dioniso. In questo senso, Zarathustra è l’affermatore per eccellenza, poiché è lui che “contraddice con ogni parola questa affermazione degli spiriti; in lui tutti gli opposti si fondono in una nuova unità ”(Ecce Homo, Così parlò Zarathustra §6).
In questo senso, il divenire è dionisiaco, poiché la parola “dionisiaco” esprime già “il sentimento di unità tra la necessità di creare e annientare” (Frammento Postumo 14 [14], della Primavera del 1888). Il mondo stesso è dionisiaco, è il pieno divenire, un cambiamento seguito da un altro, in cui ad ogni stadio raggiunto un altro succede. Il mondo stesso è una totalità nella generazione permanente e nella distruzione di se stesso. È un processo, un’interrelazione e una lotta permanente, un’interconnessione dei campi di forza, come dinamica in costante tensione. Privo di nómos e telos, non si sottomette a poteri trascendenti né a nessuna sostanza che ne garantisca la coesione. Questa unità dipende esclusivamente dall’interrelazione delle molteplici forze. È per il carattere molto dinamico della forza che si esercita, così come è per la volontà di diventare più forte, che il conflitto diventa incessante. Per questo motivo, “questo mondo è la volontà di potenza – e nient’altro che questo” (Frammento Postumo 38 [12] Giugno 1885). Non è un essere, ma un pathos da cui proviene (cfr. Frammento Postumo 14 [79] della primavera del 1888). Non si adatta alle caratteristiche di un essere metafisico o trascendente, poiché come qualità di ogni evento in cui la forza stessa viene effettuata è un fenomeno universale e assoluto (cfr. Al di là del bene e del male, §22).
Pertanto, la vita e la volontà di potenza sono identificate, poiché come insegna Zarathustra stesso: “dove c’è vita c’è anche volontà: ma non volontà di vita, ma – questo è ciò che ti insegno – volontà di potenza” (Così parlò Zarathustra, II, Della superazione di sé stessi). Attivo in ogni essere vivente, è efficace in ogni elemento che, di fronte alla resistenza di altri elementi circostanti, innesca una lotta permanente e agonistica per più potere. In questa costante comparsa di vincitori e vinti, le gerarchie stabilite non sono mai definitive, poiché in questo costante processo di creazione e distruzione ogni vita vive a spese di un’altra vita (cfr. 1886) e “la nostra vita, come tutta la vita, è allo stesso tempo una morte perpetua” ( Frammento Postumo 37 4 giugno – luglio 1885).
È così che Nietzsche, come “discepolo del filosofo Dioniso (Ecce Homo, Prologo, §2), rivendica il divenire, la distruzione, il flusso e la necessità del processo permanente di annientamento e creazione. In questo intende affermare la vita così com’è, “Questo mio mondo dionisiaco che si crea eternamente, che distrugge eternamente se stesso, questo mondo misterioso di voluttà, questo mio al di là del bene e del male” (Frammento Postumo 38 [12] giugno-luglio 1885) Dioniso figura quindi a Nietzsche, come espressione della sua forza effettiva.
Incorpora le condizioni necessarie affinché la vita sia assimilata e affermata senza restrizioni. Tanto che in “Ecce Homo” il filosofo esprime chiaramente che un prerequisito per la natura dionisiaca è proprio la “durezza del martello, il piacere stesso di distruggere”. Osa, non si tratta di fare concessioni a idoli affermati o di generare valori immutabili radicati nell’altro mondo, ma piuttosto di stare in piedi come un martello contro i valori che svalutano la vita, con l’obiettivo della distruzione, perché è preminente, condizione per la creazione. “L’imperativo: ‘diventare duro!’ La certezza fondamentale che tutti i creatori sono duri, è il vero marchio di natura dionisiaca” (EH, Così Parlò Zarathustra, §8), aggiunge ulteriormente il filosofo.
Pertanto, la durezza di una filosofia a martellate, una filosofia essenzialmente basata sull’accettazione incondizionata dell’eterno ritorno, costituisce una prerogativa di base per creare e distruggere. È in questa prospettiva che Zarathustra, assumendo le stesse caratteristiche di Dioniso, figura in “Così parlò Zarathustra” come danzatore e distruttore. In questo senso, non è sorprendente che il filosofo abbia pubblicato un’opera intitolata: “Il crepuscolo degli idoli o come si filosofa con il martello”. Allo stesso modo, non c’era da meravigliarsi se scrisse nel prologo di questa stessa opera: “Questo piccolo libro è una grande dichiarazione di guerra; e per quanto riguarda l’analisi degli idoli, questa volta non sono solo idoli di questa epoca, ma idoli eterni ” (Il crepuscolo degli idoli, Prologo) . Fu anche in una guerra dichiarata che il filosofo non solo cercava di modellare la nascita e il rovesciamento del mondo reale, ma, soprattutto, di collocare il suo prediletto personaggio come contrappunto alla prospettiva del mondo reale.
Quindi il Zarathustra [nietzschiano] non è solo un antagonismo alla negazione della prospettiva della vita, non è solo un individuo con la missione di annullare il malinteso storico generato dal profeta persiano, è prima di tutto l’incarnazione di Dioniso, che, nell’accettazione incondizionata del divenire, non solo afferma l’esistenza nella forma migliore e peggiore, ma emancipa e riscatta l’uomo dal suo più grande errore, dalla prospettiva del mondo reale. Nell’insegnare che l’uomo deve essere superato e che l’oltreuomo è il senso della terra (cfr. Così parlò Zarathustra, Prologo, §3), Zarathustra, nella propria annessione dell’eterno ritorno e l’esperienza nell’amor fati, indica l’abbondanza della vita al contrario dell’indebolimento della vita.
È a questo proposito che il filosofo contrappone la concezione del mondo con quella concepita dalla filosofia socratica-platonica-cristiana. Mentre la prima considera la sofferenza parte integrante dell’esistenza e la accetta, la seconda la concepisce come punizione e castigo, e quindi la respinge. Se la prospettiva della prima è di celebrare la vita e il mondo, la seconda è di negarla e denigrarla. Da un lato, Dioniso, dall’altro, il Crocifisso, e la differenza non è nel martirio ma nel suo significato, poiché mentre “il dio sulla croce è una maledizione sulla vita, un dito puntato per riscattarlo, il Dioniso diviso a pezzi è una promessa di vita: rinascerà per sempre e tornerà dalla distruzione ”(Frammento Postumo 14 [89] della primavera del 1888).
Pertanto, una filosofia dionisiaca, come la concepisce Nietzsche, è quella che afferma il fatum senza riserve, che accetta l’affermazione attraverso l’uomo, che interpreta la vita, non concependo più l’uomo in opposizione al mondo, ma entrambi in armonia. Il dionisiaco è anche la filosofia che concepisce l’uomo come creatore e non più come creatura, che si diverte a distruggere e creare e che, contrariamente alla prospettiva del mondo reale, si rivolge a ciò che è terreno, poiché questa è l’unica realtà esistente. Questa è senza dubbio la massima espressione di una filosofia che vuole essere soprattutto affermativa e dionisiaca. E forse è per questo che il filosofo è stato anche in grado di sentenziare alla fine di “Ecce Homo” (Perché io sono un destino, §9): “Sono stato capito? – Dioniso contro il crocifisso…”

[en] (Mexico) 91 Communique of ITS

Through this text we take responsibility for the following acts:

-December 19: Arson attack in the substation of Federal Commission of Electricity in Santa Marta Acatitla, Iztapalapa, Mexico City. The fire caused a black-out in dozens of neighborhoods that remained without electric supply, being thus a sucessful attack and being an evidence that we still lurking.

-December 24: While the christmas celebrations were about to begin, we set on fire the popular Market of la Merced, it was more than ready, the flames spread quicky due to the huge amount of garbage that is storaged there.
We are glad to mention that two people died because of our flames, loses of wich we feel no regrets at all, this is a War against society, we do not care if its members are rich or poor, we act indiscriminately, without mercy for anyone, this is already known by many people. Do not be surprised of the fact that we will continue killing directly and indirectly automatons whose only purpose is to be in the midst of sea of scum who live one of the most populated cities of the world.

We look at you with hatred, your celebrations disgust us, you created us and now face the consequences.

Individualists Tending Towards the Wild – Mexico City

https://cnnespanol.cnn.com/2019/12/25/alerta-procuraduria-cdmx-arranca-investigacion-de-mortal-incendio-en-la-merced/

(tü) Benim Yetkim

Kafadaki Kaçıklık

Sen kaçıksın be adam! Kafasında büyük şeyler ve tanrılar dünyası kuran ve kurduklarına da inanan sen, hayaletler ülkesi kurup kendini onlara karşı vazifelendiriyorsun, oysa o, sana el sallayan bir idealdir. Senin saplantın var!

Tımarhanedeki zavallı bir delinin, Tanrı baba olduğu ya da Japonyanın kralı, kutsal tin ve benzeri olduğu kuruntusuna düşmesiyle, huzur içinde yaşayan bir vatandaşın, iyi bir hıristiyan, dinci bir protestan, sadık bir vatandaş, erdemli bir insan ve benzeri olmasını kendi kaderi olduğunu sanması – bir ve aynı “saplantıdır”. İyi bir hıristiyan, dinci protestan ve erdemli insan ve benzeri olmamaya kalkışamayan ya da çalışamayan kişi, dindarlığın ve erdemliğin esiri ve kölesidir.

Evet, tüm dünyada hayalet kol geziyor!

Seninle beslenen kalbim, doyuma ulaşan gereksinimlerim ve seni sevdiğim için üstüne pervane oluyorsam, bu herhangi bir üstün varlık adına yapılmamaktadır, ki sen bunun kutsallaşmış bedenisin, ve seni bir hayalet olarak ya da görünüşteki bir tin olarak gördüğümden de değil, bizzat egoist hazzımdan dolayı: sen özün itibariyle benim için değerlisin, çünkü senin varlığın üstün varlık değildir, senden üstün ve senden genel de değildir. O biriciktir, senin gibi, çünkü sen biriciksin.

Hak toplumun tinidir. Toplumun bir iradesi varsa, işte bu irade haktır: Toplumun varlığı sadece hakka dayanır. Toplum sadece bireyler üzerine tahakküm kurmakla var olabildiği için, hak onun hükmeden iradesidir. Aristo adaletin toplumun yararına olduğunu söyler.

Var olan her hak yabancı haktır, bana “verilen” ve “hisseme düşendir”. Tüm dünya bana hak verseydi, haklı mı olurdum? Devlet ya da toplum tarafından eldeettiğim bir hak yabancı bir hakkın aynısı değil midir? Bir aptalın bana hak vermesi üzerine, kendi hakkıından şüphelenirim; onun hak vermesini beğenmiyorum. Bir bilgenin de bana hak vermesiyle haklı olmam. Benim haklı olup olmadığım aptalın ve bilgenin hak vermesinden tamamen bağımsızdır.

Bununla birlikte şimdiye kadar bu hakkı elde etmeye çalıştık. Hak arıyor ve bu amaçla da bir mahkemeye baş vuruyoruz. Hangi mahkemeye? Kralın, papazın ya da halk mahkemesine vb. Bir sultan mahkemesi, sultanın hak olarak belirlediği bir haktan başka hak verebilir mi? Sultanın bana verdiği hakka uygun olmayan bir hak ararsam, sultan mahkemesi bana hak verir mi? Örneğin, sultana göre hak olmayan ağır ihaneti bana hak olarak tanıyabilir mi? Benim hakkımı umursamayan o, bir sansür kurulu olarak, düşünce özgürlüğü hakkını bana verebilir mi? Ne arıyorum öyleyse ben bu mahkemede? Ben benim hakkım olanı değil, sultansal hak, yabancı hak arıyorum. Yabancı hak benim hakkımla uyum sağladığı sürece şüphesiz benim de hakkımdır.

Devlet tek tek insanların birbirleriyle kavga etmelerine izin vermiyor; düelloya karşı çıkıyor. Kavga edenlerin polisi çağırmamalarına rağmen polis cezalandırıyor; bu durum bir Ben ile bir Sen arasındaki kavga olarak kabul görmüyor. Aile reisinin çocuğunu dövmesine benzetiliyor. Aile hak sahibidir ve aile adına da baba, ben biricik olarak bu hakka sahip değilim.

Vossische Zeitung “hukuk devletini“ bize takdim ediyor. Hukuk devletinde her şeyin kararı bir yargıç ve bir mahkemenin elinde olması gerekiyor. Bu gazeteye göre, üst-sansür-kurulu “hakkın olduğu“ bir “mahkemedir”. Nasıl bir hak? Sansür hakkı. Sözkonusu mahkemenin yargısını haklı bulmak için, sansürü haklı bulmak gerekiyor. Aynı zamanda ama bu mahkemenin bir koruma sunduğu söyleniyor. Evet, tek bir sansürcünün yanılgısına karşı koruma: Bu mahkeme, isteminin yanlış yorumlanmasına karşı sadece sansür yasama kurulunu koruyor, yazanlara karşı ama kendi yasasını “hakkın kutsal yetkisiyle” daha da pekiştiriyor.

Haklı ya da haksız olduğumu yargılayan benim, benden başka bir yargıç yoktur. Başkaları sadece, benim hakkımı onaylayıp onaylamadıklarını ve bunun onlarca da haklı olup olmadığını yargılayabilirler.

(México) 91 COMUNICADO DE ITS

Por este medio nos reivindicamos los siguientes actos:

-19 de diciembre: Incendio en subestación de la Comición Federal de Electricidad de Santa Marta Acatitla, Iztapalapa, en la Ciudad de México. El incendio afectó a decenas de colonias que se quedaron sin el servicio eléctrico, siendo un ataque exitoso dando la prueba de que seguimos acechantes.

-24 de diciembre: Mientras la celebración navideña estaba a punto de empezar, incendiamos el popular Mercado de la Merced, este estaba más que puesto, las llamas avanzaron rápidas por la cantidad de basura que se vende ahí.
Nos alegra mencionar que hubo dos personas muertas tras nuestras llamas, de las cuales no lamentamos para nada sus pérdidas, esto es una Guerra contra la sociedad, no nos importan que sus integrantes sean ricos o pobres, actuamos indiscriminadamente, sin contemplaciones para nadie, eso ya más de uno lo sabe, que no se extrañe que sigamos matando directa e indirectamente autómatas que su única finalidad es estorbar en el mar de gentuza que vive en una de las ciudades mas pobladas del mundo.

Los vemos con repudio, nos asquean sus celebraciones, ustedes nos crearon y ahora la beben o la derraman.

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje – Ciudad de México

https://cnnespanol.cnn.com/2019/12/25/alerta-procuraduria-cdmx-arranca-investigacion-de-mortal-incendio-en-la-merced/

[en] (Greece) Zografou bomb could be linked to new group

17 de diciemrbe 2019

The counterterrorism department of the Greek Police (ELAS) believes the culprits that planted an explosive device across the road from a police precinct next to the campus of the National Technical University of Athens (NTUA) in Zografou, eastern Athens, Monday were young members of anti-establishment groups experimenting with bomb making, possibly linked to a group calling itself the Iconoclastic Sect.

Investigators found significant similarities between the devices wiring with that of an bomb planted by the Sect outside the NTUAs civil engineering department in April 2018.

The same group had planted a bomb outside the Church of Agios Dionysios in Kolonaki, central Athens, in late December last year, which exploded and injured a church employee and a police officer. As with Monday’s incident, there was no warning phone call.

According to police sources, the explosive device in Monday’s attack consisted of gunpowder (of the type used in large firecrackers etc) in a tightly closed metal tube inside a 5-liter plastic container filled with nails. The device had a timer.

Investigators were unable to determine when exactly the perpetrators had planned for the bomb to go off. They believe that the aim was for it to detonate either during the night or in the early morning, but this did not occur due to some kind of fault.

The bomb was found at around 9 a.m. by the police precinct chief, who noticed it as he was parking his motorcycle. A bomb disposal unit destroyed the device in a controlled explosion.

The Iconoclastic Sect has claimed responsibility for a string of attacks since last year. In one of their statements regarding the explosion in Kolonaki last December they bemoaned the fact it did not cause more mayhem. Although the injuries were not serious and [the two wounded] escaped death by chance because the explosion was not as strong as we thought, we learnt our lesson for the next time, the group said at the time.

The text had been published on a Spanish-language website titled Eco-extremist curse (Maldicion Eco-extremista), and members of the group declared themselves members of an international federation of eco-extremists called Individualists Tending toward the Wild (ITS).

[ελ] Μηδενιστές τρομοκράτες θέλουν νεκρό αστυνομικό- Φόβοι για χτύπημα μέσα στις γιορτές

22 de diciembre 2019

Τα παρακλάδια της διεθνούς τρομοκρατικής οργάνωσης its, που δρουν στην χώρα μας με τις ονομασίες «Εικονοκλαστική σέκτα» και «κυνηγοί της νύχτας» εκτιμούν στελέχη της αντιτρομοκρατικής υπηρεσίας πως βρίσκονται πίσω από την αποτυχημένη απόπειρα βομβιστικής επίθεσης στο αστυνομικό τμήμα Ζωγράφου.

Τα παρακλάδια της διεθνούς τρομοκρατικής οργάνωσης its, που δρουν στην χώρα μας με τις ονομασίες «Εικονοκλαστική σέκτα» και «κυνηγοί της νύχτας» εκτιμούν στελέχη της αντιτρομοκρατικής υπηρεσίας πως βρίσκονται πίσω από την αποτυχημένη απόπειρα βομβιστικής επίθεσης στο αστυνομικό τμήμα Ζωγράφου. Στελέχη της αντιτρομοκρατικής, έχουν σκιαγραφήσει των προφίλ των υπόπτων και εκτιμούν πως οι βομβιστές, είναι τρία τουλάχιστον άτομα περίπου 30 ετών που κινούνται στους πανεπιστημιακούς χώρους. Πρόκειται δηλαδή για φοιτητές που περνούν απαρατήρητοι από το πλήθος και τις αρχές.

Ατομικιστές που τείνουν στο άγριο

Η οργάνωση its, είναι η συντομογραφία της φράσης «Ατομικιστές που τείνουν στο άγριο» και η δράση τους έχει διαπιστωθεί στην Ισπανία, την Σκωτία, την Βραζιλία, το Μεξικό, την Αργεντινή, την Ελλάδα και την Χιλή, εκεί όπου στις 4 Ιανουαρίου, είχε τοποθετήσει εκρηκτικό μηχανισμό στην πρωτεύουσα Σαντιάγο. Πρόκειται για ακραίους τρομοκράτες, οι οποίοι αδιαφορούν για τυχόν αθώα θύματα που θα έχουν από τις ενέργειες τους. Χαρακτηριστικό παράδειγμα ο εκρηκτικό μηχανισμός που τοποθέτησαν στην πανεπιστημιούπολη του Ζωγράφου και είχε στόχο το αστυνομικό τμήμα της περιοχής. Η βόμβα περιείχε δεκάδες καρφιά, ώστε να προκαλέσει όσο το δυνατόν περισσότερα θύματα. Όπως και σε άλλες περιπτώσεις, δεν ενημέρωσαν με τηλεφώνημα τις αρχές ώστε να αποκλείσει το σημείο, δείγμα πως ήθελαν νεκρούς. Όπως άλλωστε έχουν αναφέρει σε παλαιότερη προκήρυξή τους τα μέλη της its, ««Δεν είμαστε εδώ για την επίλυση προβλημάτων, αλλά για να τα δημιουργήσουμε, είμαστε ένα αμείλικτο όργανο εκδίκησης», αναφέρει η ομάδα που στη Χιλή στις 4 Ιανουαρίου τοποθέτησε εκρηκτικό μηχανισμό στην πρωτεύουσα της χώρας, Σαντιάγο.

Η δράση τους στην Ελλάδα και τα «χτυπήματα»

Το παρακλάδι της its στην Ελλάδα, έκανε την εμφάνισή της για πρώτη φορά, στις 27 Δεκεμβρίου του 2018, όταν μέλη της «Εικονοκλαστικής Σέκτας» τοποθέτησαν εκρηκτικό μηχανισμό έξω από την εκκλησία του Αγίου Διονυσίου στο Κολωνάκι. Από την έκρηξη της βόμβας, τραυματίστηκαν ένας νεωκόρος του ναού και ένας αστυνομικός. Όπως και στην περίπτωση της βόμβας στου Ζωγράφου, έτσι και σε αυτή την περίπτωση δεν υπήρξε προειδοποιητικό τηλεφώνημα. Στις 17 Ιανουαρίου του 2019 με ανάρτησή σε Ισπανικό ιστότοπο αναρχικών ιδεών, η οργάνωση «Εικονοκλασιτκή Σέκτα» αναλάμβανε την ευθύνη για την επίθεση, τονίζοντας μεταξύ άλλων ««Δεν είμαστε μια χούφτα ευγενών επαναστατών ή μια καλοπροαίρετη αντάρτικη ομάδα που αγωνίζεται για δικαιοσύνη, ισότητα ή κάποια άλλη ανθρωπιστική ψευδαίσθηση. Δεν είμαστε εδώ για να λύσουμε τα προβλήματα, αν δεν τα δημιουργήσουμε, είμαστε ένα αδυσώπητο όργανο εκδίκησης της Άγριας Φύσης. Αφιερώνουμε την επίθεσή μας στη μνήμη του πολεμιστή Kevin Garrido, που ζεί για πάντα στη μνήμη μας και στις πράξεις μας. Ενισχύστε τους ατομικιστές σε πόλεμο! Βοηθήστε δυνατά τους αδελφούς και τις αδελφές μας της Αμερικής και της Ευρώπης! Τίποτα δεν έχει τελειώσει, θα επιστρέψουμε…”.

Αυτή ήταν η βόμβα που εξερράγη στις 27 Δεκεμβρίου στον Άγιο Διονύση στο Κολωνάκι και είχε τραυματίσει 2 άτομα. Στην πρόσφατη περίπτωση του Ζωγράφου, οι αρχές εκτιμούν ότι δεν θα υπάρξει ανάληψη ευθύνης, από τη στιγμή που η ενέργεια και η θανατηφόρα πρόθεση έμειναν ημιτελής για αυτό βρίσκονται σε επαγρύπνηση πιθανής επανάληψης. Δεδομένο θεωρείται πως πρόθεσή των αγνώστων είναι η εγχώρια τρομοκρατία να δηλώσει και πάλι παρούσα και αναβαθμισμένη. Στα υψηλόβαθμα στελέχη του υπουργείου προστασίας του Πολίτη, έχει προκληθεί ιδιαιτέρως προβληματισμό η πρόθεση «τυφλού» τρομοκρατικού χτυπήματος με στόχο αστυνομικούς αλλά και πολίτες στου Ζωγράφου. Σε περίπτωση έκρηξης, οι συνέπειες για τους διερχόμενους, φοιτητές, πολίτες, αλλά και τους αστυνομικούς, θα ήταν ολέθριες καθώς τα καρφιά θα εκτοξεύονταν με μεγάλη ταχύτητα προς κάθε κατεύθυνση. Ο μηχανισμός που δεν εξερράγη λόγω κάποιου λάθους στην συνδεσμολογία, έχει μεταφερθεί στα εγκληματολογικά εργαστήρια της ΕΛ.ΑΣ προκειμένου να γίνει μια προσπάθεια εντοπισμού δακτυλικών αποτυπωμάτων και γενετικού υλικού του κατασκευαστή της ή του ατόμου που την μετέφερε μέσα στο χώρο της Πανεπιστημιούπολης. Παράλληλα άνδρες της αντιτρομοκρατικής, αναζητούν βιντεοληπτικό υλικό, από το σημείο, αναζητώντας το όχημα του μεταφορέα. Κάτι βέβαια που δεν είναι καθόλου εύκολο καθώς η βόμβα θα μπορούσε να μεταφερθεί και σε έναν σάκο. Δεδομένο θεωρείται πως πρόθεσή των αγνώστων είναι η εγχώρια τρομοκρατία να δηλώσει και πάλι παρούσα και αναβαθμισμένη. Τα στελέχη της αντιτρομοκρατικής εκτιμούν πως ο κίνδυνος για ένα επόμενο χτύπημα των τρομοκρατών μέσα στην περίοδο των εορτών είναι πολύ πιθανό. Όπως αναφέρουν άλλωστε αξιωματικοί της ΕΛ.ΑΣ, « οι τρομοκράτες θέλουν νεκρό αστυνομικό, κάτι που θα επιδιώξουν να πετύχουν με κάθε τρόπο, είτε βόμβα, είτε ακόμη και με πιστόλι, σε μια προσπάθεια να δείξουν πως η εγχώρια τρομοκρατία είναι παρούσα», όπως χαρακτηριστικά αναφέρουν.

[ελ] Βόμβα στο ΑΤ Ζωγράφου: Ο εκρηκτικός μηχανισμός είχε καρφιά – Γιατί δεν υπήρξε προειδοποιητικό τηλεφώνημα

16 de diciembre 2019

Νέες διαστάσεις μετά τον εντοπισμό του εκρηκτικού-εμπρηστικού μηχανισμού που τοποθέτησαν άγνωστοι κοντά στο ΑΤ Ζωγράφου το πρωί της Δευτέρας δίνει η πληροφορία ότι στον μηχανισμό που εξουδετερώθηκε με ελεγχόμενη έκρηξη οι δράστες είχαν τοποθετήσει και καρφιά!

Η παρουσία των καρφιών δείχνει ότι οι άγνωστοι που άφησαν το κουτί με τον μεταλλικό σωλήνα, μέσα στον οποίο βρέθηκε ο εκρηκτικός μηχανισμός, ήθελαν να προκαλέσουν μεγάλη ζημιά ή ακόμα και θύματα.

Tο σημείο εξάλλου που είχαν αφήσει το κουτί -σε τοιχίο μέσα από την Πανεπιστημιούπολη- κοντά στην περιοχή που σταθμεύει το όχημά του ή τη μοτοσικλέτα του ο διοικητής του αστυνομικού τμήματος φαίνεται να επιβεβαιώνει την εκδοχή αυτή.

Αυτό που προβληματίζει τους αξιωματικούς που έχουν αναλάβει την έρευνα είναι το γιατί δεν υπήρξε προειδοιποιητικό τηλεφώνημα για έναν μηχανισμό που είχε καρφιά, ρολόι, πυρίτιδα και ένα μπουκάλι με συνδεσμολογία που, κατά πληροφορίες, έχει χρησιμοποιηθεί στο παρελθόν από τρομοκρατικές οργάνωσεις.

Τα σενάρια που εξετάζουν οι αρχές είναι τρία:

το πρώτο θέλει τους δράστες να μην ήθελαν να ειδοποιήσουν τις αρχές με στόχο να πραγματοποιήσουν ένα «τυφλό» χτύπημα

το δεύτερο θέλει να τους «νίκησαν» οι συγκυρίες. Να άφησαν, δηλαδή, το κουτί στο τοιχίο και να το είδε ο διοικητής του ΑΤ Ζωγράφου πριν να προλάβουν να κάνουν το προειδοποιητικό τηλεφώνημα

το τρίτο σενάριο -που συγκεντρώνει και τις μικρότερες πιθανότητες- είναι ο μηχανισμός να μην μπορούσε να εκραγεί καθώς στόχος των δραστών ήταν απλά να στείλουν μήνυμα ότι έχουν την επιχειρησιακή δυνατότητα και να κατασκευάσουν έναν τέτοιο μηχανισμό και να τον αφήσουν «κάτω από τη μύτη» των αρχών, δίπλα σε ένα αστυνομικό τμήμα.

Οι πυροτεχνουργοί της ΕΛΑΣ ενημερώθηκαν για τον μηχανισμό από τον διοικητή του ΑΤ Ζωγράφου που είδε στις 9:15 το πρωί, όταν πήγε να πάρει τη μοτοσικλέτα του, το κουτί με καλώδια να εξέχουν από αυτό.

Οι άνδρες του Τμήματος Εξουδετέρωσης Εκρηκτικών Μηχανισμών που εκλήθησαν, αφού πραγματοποίησαν έλεγχο, διαπίστωσαν ότι επρόκειτο για εκρηκτικό μηχανισμό και προχώρησαν στη συνέχεια σε ελεγχόμενη έκρηξη.

[en] (Mexico) RESPONSIBILY CLAIM FOR EXPLOSIVE ATTACKS ON OCTOBER

“The only possible way to start such a statement is to say that I hate writing. The process itself summarizes the European concept of “legitimate thinking.” What is written has an importance that is denied to the spoken… It is one of the paths of the white world to the destruction of the cultures of non-European peoples, the imposition of an abstraction on the oral relationship of a people… Actually I don’t care if my words reach the targets or not, they have already shown, through their history that they cannot hear, nor see, that they can only read (of course, there are exceptions, but the exceptions only confirm the ruler).

Sen needs a great effort on the part of each one of the American Indians to not be Europeanized. The strength of this effort can only come from tradition, its forms and paths, the traditional values ​​that our elders retain. It must come from the hoop, from the four directions of the wind, from relationships: it cannot come from the pages of a book or a thousand books …

But there is another way. There is the traditional path of the Lakota and the paths of the other American Indian peoples. It is the path that knows that humans have no right to degrade Mother Earth, that there are forces beyond everything that European minds have conceived, that humans must be in harmony in all relationships or those things will end up eliminating disharmony …
-The European arrogance of acting as if they were above the nature of all things – can only result in total disharmony and in a readjustment that cuts the arrogance of the human being, gives it a taste of the reality that is beyond of your reach or control and restore harmony. There is no need for any revolutionary theory for this, it is beyond human control. The natural peoples of this planet know it, and do not need to theorize about it.
The theory is an abstract, our knowledge is real.

Rationality is a curse since it can cause humans to forget the order of things in ways other creatures cannot. A wolf never forgets his place in the natural order.

Mother Earth has been abused, the powers have been abused, and this cannot continue forever. No theory can alter this simple truth. Mother Earth will retaliate, the whole environment will retaliate and the abusers will be eliminated, things complete the circle back to the starting point. That is the revolution, and this is a prophecy of my people, the Hopi people and other right people. ”

Wanbli Othinka, For America to live Europe must die.

The question now is what to do with these words, just keep them (as intellectuals usually do) in the coffers of useless knowledge, and then be able to bring them out in some talk, writing or debate through which to feed your miserable ego? Or really take for once something that is not aimed at selfish benefit.

Because, let’s be honest, many of you know that both anthropology and the academy itself are bullshit, but you know that through it you can obtain certain civilized benefits: comfort, recognition, power within your society. So they just excuse themselves and even lie to themselves saying that from that place they will make their contribution to improve things, but we know that it is not so, we know that the vast majority just want to earn money and get comfort to their possibilities, hypocritically this society says it wants good for everyone, but good is the enemy of the best, and what is good for you is bad for the earth, for individuals who do not want to submit to this sick world order. For us, the only dignified and honorable path is the war to this civilized society, to this techno-industrial order and above all to the darkness that proliferates within the human heart, and which materializes before our eyes in this great apocalyptic catastrophe that we witness horrified, but feed day by day.

Many spirits from wise ancestors today are sold for any misery, alienated people seek to escape their suffering, and when they try to flee from it, it increases more and more, increasing the circle of self-destruction. What happens at the apparently personal level, happens at the macro level, as a complete species. For this reason, we decided to stop ignoring the voices of the spirits, OUR OWN VOICE, and face a spiritual war, which is being waged in our interior, and that at the same time manifests itself in our life, by attacking this rotten society and each one of its bastions.

October 12
According to the “official history” five hundred and twenty-seven years ago, a European fleet arrived in these lands in search of India. This is how the devastation of our sacred world began, the world of our grandparents.

With Europeans, a new and decadent way of understanding reality and relating to it (that is, of relating to the Great Spirit, the EVERYTHING) was brought here.

Respect for life and its cycles, sacred medicine, sexuality and even food, our magic and our Gods were changed by a lower and mediocre worldview, called Catholicism, a religion created several centuries earlier by other ambitious Europeans (Romans) with the intention of creating subjects from the psyche, taking slaves massively (throughout their empire) trying to ensure the perpetuity of their tyranny.

This could only be achieved by covering the spiritual eyes and ears of all subjugated peoples (we could say that the conquest happened first in Europe). The loss of souls through separating the individual (more and more) from their cycles, from their surroundings, from their father sky, their mother earth and their sisters stars, from their medicine, from energies and living beings, from every knowledge lovingly guarded by ancestors.

You, anthropologists, have heard the voice of our peoples, and have misrepresented your words for convenience, you think that everything can be translated into your poor western language, your mediocre reasoning.

Anthropology is another expression of Western arrogance and betrayal of the whites. (Remember that by whiteness we mean an acculturation, a way of thinking, of being and relating and assuming its place in the world, but not a specific skin color). They get involved with a certain community, take out all the information they can, deform it with their corrupt interpretation to share it with their world (and incidentally extol their name) and use the knowledge obtained for their selfish purposes, often to the detriment of the same community that opened their doors.

You Westerners locked in your academies do nothing but masturbate your egos and tell lies.

The knowledge they obtain is almost always used to maintain the macabre order (which they often say they hate) by strengthening the progress of their degenerate society (society of wich we are enemies).
Their humanistic speeches about peace, respect for others or inclusion are ridiculous. Who said we want to be included in their hell? We don’t want to be slaves of the western world, we want to attack it to illuminate its darkness.

(México) Atentados explosivos de octubre

Enviado al mail, publicado algo tarde, pero publicado.


“La única forma posible de comenzar una declaración de este tipo es decir que detesto escribir. El proceso en sí mismo resume el concepto europeo de “pensamiento legítimo”. Lo que está escrito tiene una importancia que se le niega a lo hablado… Es uno de los caminos del mundo blanco para a destrucción de las culturas de los pueblos no europeos, la imposición de una abstracción sobre la relación oral de un pueblo… En realidad, no me importa si mis palabras llegan a los blancos o no, ellos ya han demostrado, a través de su historia que no pueden oír,, ni ver, que sólo pueden leer (por supuesto, hay excepciones, pero las excepciones solo confirman la regla).

Sen necesita un gran esfuerzo por parte de cada uno de los Indios Americanos para no ser europeizado. La fuerza de este esfuerzo solo puede venir de la tradición, de sus formas y caminos, los valores tradicionales que conservan nuestros mayores. Debe venir del aro, de las cuatro direcciones del viento, de las relaciones: no puede venir de las páginas de un libro o de un millar de libros…

Pero hay otro camino. Esta el camino tradicional de los Lakota y los caminos de los otros pueblos Indios Americanos. Es el camino que sabe que los humanos no tienen derecho a degradar a la Madre Tierra, que hay fuerzas más allá de todo lo que las mente europeas han concebido, que los humanos deben estar en armonía en todas las relaciones o dichas cosas terminarán eliminando la disarmonía…
-La arrogancia europea de actuar como si estuvieran por encima de la naturaleza de todas las cosas – puede solo resultar en total disarmonía y en un reajuste que corte de tamaño la arrogancia del ser humano, le de una probada de la realidad que está más allá de su alcance o control y restaure la armonía. No hay necesidad de ninguna teoría revolucionaria para esto, está mas allá del control humano. Los pueblos naturales de este planeta lo saben, y no necesitan teorizar sobre ello.
La teoría es un abstracto, nuestro conocimiento es real.

La racionalidad es una maldición desde que puede causar que los humanos olvide el orden de las cosas en formas que otras criaturas no pueden hacerlo. Un lobo nunca olvida su lugar en el orden natural.

La Madre Tierra ha sido abusada, los poderes han sido abusados, y esto no puede seguir para siempre. Ninguna teoría puede alterar esta simple verdad. La Madre Tierra tomará represalias, todo el ambiente tomará represalias y los abusadores serán eliminados, las cosas completan el círculo de vuelta al punto de partida. Eso es la revolución, y esto es una profecía de mi pueblo, del pueblo Hopi y de otros pueblos correctos.”

Wanbli Othinka, Para que América viva Europa debe morir.

La pregunta ahora es qué hacer con estas palabras, ¿solamente guardarlas (como suelen los académicxs) en las arcas del conocimiento inútil, para después poder sacar a relucirlas en alguna charla, escrito o debate a través del cual alimentar su miserable ego? O de verdad tomar en serio por una vez algo que no vaya encaminado a un beneficio egoísta.

Porque, seamos sincerxs, muchxs de ustedes saben que tanto la antropología como la academia misma en sí son una mierda, pero saben que a través de ella pueden obtener ciertos beneficios civilizados: comodidad, reconocimiento, poder dentro de su sociedad. Así que solo se excusan e incluso se mienten a sí mismos diciendo que desde ese lugar harán su aporte para mejorar las cosas, pero nosotrxs sabemos que no es así, sabemos que la gran mayoría solo quiere ganar dinero y obtener comodidad a sus posibilidades, hipócritamente esta sociedad dice querer el bien para todos, pero lo bueno es enemigo de lo mejor, y lo que es bueno para ustedes, es malo para la tierra, para lxs individuos que no desean someterse en este orden mundial enfermo. Para nosotrxs el único camino digno y honorable es la guerra a esta sociedad civilizada, a este orden tecno-industrial y por sobre todo a la oscuridad que prolifera dentro del corazón humano, y que se materializa frente a nuestros ojos en esta gran catástrofe apocalíptica que presenciamos horrorizados, pero alimentamos día con día.

Muchos espíritus provenientes de sabios ancestros hoy día se venden por cualquier miseria, alienados van buscando escapar de su sufrimiento, y al tratar de huir de él, este se aumenta más y más, acrecentando el círculo de la autodestrucción. Esto que sucede a nivel aparentemente personal, sucede a nivel macro, como especie completa. Por esto, nosotrxs decidimos dejar de ignorar a las voces de lxs espíritus, NUESTRA PROPIA VOZ, y hacer frente a una guerra espiritual, que se libra en nuestro interior, y que al mismo tiempo se manifiesta en nuestra vida, atacando también de forma material esta podrida sociedad y cada uno de sus bastiones.

12 de Octubre
Según la “historia oficial” hace quinientos veintisiete años, arribó a estas tierras una flota europea en busca de las Indias. Así fue como comenzó la devastación de nuestro sagrado mundo, el mundo de nuestrxs abuelxs.

Con lxs europeos se trajo hasta aquí una nueva y decadente forma de comprender la realidad y relacionarse con ella (Es decir, de relacionarse con el Gran Espíritu, el TODO).

El respeto a la vida y sus ciclos, la medicina sagrada, la sexualidad e incluso la alimentación,nuestra magia y nuestrxs Dioses fueron cambiados por una cosmovisión inferior y mediocre, llamada catolicismo, una religión creada varios siglos antes por otros ambiciosos europeos (romanos) con la intención de crear súbditos desde la psique, formar esclavos masivamente (a lo largo de todo su imperio) tratando de asegurar la perpetuidad de su tiranía.

Esto solo podría lograrse a través de tapar los ojos y oídos espirituales de todxs lxs pueblos subyugados (podríamos decir que la conquista sucedió primero en Europa). El extravío de las almas a través de separar al individuo (cada ves más) de sus ciclos, de su entorno, de su padre cielo, su madre tierra y sus hermanxs estrellas, de su medicina, de las energías y seres vivos, de todo el conocimiento guardado amorosamente por lxs ancestrxs.

Ustedes, antropólogos, han oído la voz de nuestros pueblos, y han tergiversado sus palabras a conveniencia, creen que todo puede ser traducido a su pobre lenguaje occidental, a su raciocinio mediocre.

La antropología es otra expresión de la soberbia occidental y de los rastreros y traidores que son lxs blancxs. (Recordad que la blanquitud es una aculturación, un modo de pensar, de ser y relacionarse y asumir su lugar en el mundo, mas no un color de piel específico). Se involucran con cierta comunidad, sacan toda la información que pueden, la deforman con su interpretación corrupta para compartirla con su mundo (y de paso ensalzar su nombre) y utilizan el conocimiento obtenido para sus fines egoístas, muchas veces en detrimento de la misma comunidad que les abrió las puertas.

Ustedes los occidentales encerrados en sus academias no hacen más que masturbar sus egos y contar mentiras.

El conocimiento que obtienen casi siempre es usado para mantener el orden macabro (que muchas veces dicen odiar) fortaleciendo el progreso de su degenerada sociedad (sociedad de la que somxs enemigxs).
Son ridículos sus discursos humanistas sobre paz, respeto a la otredad o inclusión ¿Quién dijo que queremos ser incluidxs en su infierno? No queremos ser esclavos del mundo occidental, queremos atacarlo para iluminar en su oscuridad.

Hace quinientos y pico de años que su progreso llegó a nuestra madre, tratando de destruirlo todo en nombre de su ambición, ¡ustedes han sido y son los verdaderos demonios!

La modernidad, y todo lo que ahora azota la vida en el planeta, no habría sido posible sin su cristianismo, sin su razón instrumental, sin sus ganas de poseerlo todo.

Llevaron su germen nauseabundo a cada rincón del planeta y se han enriquecido con nuestro sufrimiento. Pero ya no es tiempo de lamentos, ¡es tiempo de guerra y fe!

Es por eso que atacamos este símbolo de la arrogancia, blancos “enseñando” sobre nuestrxs ancestrxs, ¡que asquerosa ofensa nos escupen en la cara!

Sepan que cada causa tiene un efecto, y cada acción una reacción. No somos amigos, ni son bienvenidxs en esta Tierra. Su estilo de vida no será mas tolerado por nosotrxs. Europeos, gringos y colonizadxs que traicionan a su sangre, sepan que el cuchillo aguarda al doblar cada esquina, somos lxs Jovenes Guerrerxs que se preparan para iluminar con relámpagos. Sonreímos a la muerte porque amamos la vida.

¡Somos hijos del sol y de la luna!

¡Somos Tlahuele Iknoyotl!

¡Somos la Conspiración del Trueno!

https://www.eluniversal.com.mx/nacion/sociedad/uam-reporta-hallazgo-de-artefacto-explosivo-en-edificio-de-unidad-iztapalapa

https://www.paralelo19.mx/nacional/item/8607-encuentran-artefacto-explosivo-en-uam-iztapalapa