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[pt] (ESPANHA) Comunicado 52 de ITS — Criminosos Animistas

Já se ouvem os ferozes trovões atingindo as cidades do “Velho Continente”, onde uma massa deformada e artificial de humanoides híper-civilizados não vive, mas vegeta. Já se escuta o vento tempestuoso, aquele que é um presságio para chegada da tragédia. Começam a cair as primeiras gotas de inumanas nuvens negras que cobrem o céu com sua escuridão desconhecida…

Aqui está a tempestade! Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde ia acontecer! Os híper-civilizados olham estranhados ao céu, não sabem ainda o que está por vir… Mas quando olham nos olhos da destruição, do caos, da morte, o terror se apoderará deles e correrão para se esconder. Alguns poucos, no entanto, escutarão o chamado da tormenta, o rugido do trovão, o grito do vento e da chuva, e acudimos a ele com as facas recém afiadas, cheias de ódio pela desprezável humanidade de merda… Porque somos estes selvagens egoístas que desfrutam com a morte, que se regozijam com a miséria humana!

Essa tempestade é a Máfia de ITS. Esse grupo de criminosos eco-extremistas e terroristas niilistas que em janeiro deste ano cruzou o atlântico até a Grécia e que hoje, apenas alguns meses depois, já se encontra operacional em dois outros países europeus.

Atacamos misantropicamente a sociedade tecno-moral de maneira indiscriminada porque nos repugna a humanidade, essa coisa ridícula que apodrece nas cidades cheias de fumaça, que se arrasta do trabalho à casa e de casa ao trabalho, como máquinas sem vida, a cada segundo de sua existência insultado tudo o que para nós é sagrado. Odiamos doentiamente seus costumes, suas rotinas, suas aspirações, suas não-vidas… queremos vê-los todos mortos! Nós vivemos entre vocês seus bandos de lixo humano e fracos, vivemos sem levantar nenhuma suspeita, sendo apenas algumas ovelhas a mais, sorrindo no momento necessário para passar despercebidos, somos essas amáveis criaturas que os cedem amigavelmente o assento no transporte público… por trás destes sorrisos estão escondidas as nossas intenções homicidas!

Golpeamos mortalmente a moral do ataque. Como é que podemos sentir empatia por este estúpido animal domesticado que vive longe de sua essência natural? Por acaso existem humanos inocentes diante da humilhação da Natureza Selvagem? Quem crê nisso é um iludido, um humanista ou um tolo (ou os três). Atacamos, sim, alheios ao dualismo das avaliações humanistas. Tanto faz para nós se é rico ou pobre, se é homem ou mulher, se é branco ou negro, o humano moderno é nosso inimigo e nisso não fazemos chatas distinções moralistas. Ou será que a Natureza Selvagem faz distinções quando se manifesta com a brutalidade que a caracteriza? Fizeram distinções os antigos guerreiros bárbaros deste continente? Esta pergunta você pode fazer para as populações inteiras massacradas por aquelas “bestas do norte” Vikings.

Em nosso atuar não há nenhum fim político a alcançar, não buscamos nenhuma revolução, não temos demandas de nenhum tipo, muito menos queremos voltar atrás no tempo. Atentamos porque essa Força Desconhecida que escondem as montanhas, os bosques, os rios, os animais selvagens, a Lua… essa que portam os tsunamis, os terremotos, os vulcões… essa força está também em nós, em forma de escuros, violentos e primitivos instintos. Nós somos humanos civilizados, mas sabemos que nem todos os séculos da vida civilizada conseguiram eliminar estes instintos. O humano moderno os reprime, os mantém insatisfeitos, os encadeia com sua deusa Razão… nós aguardamos com ancestral paciência os momentos em que libertá-los, para saciá-los momentaneamente abraçando o caos!

Como é possível ver, não fazemos a secular e moderna distinção entre nós como sujeitos e a Natureza como objeto. Somos guerreiros pagãos em defesa extrema do Selvagem, mas não entendemos o Selvagem como algo alheio a nós. Pelo contrário, o Alheio é para nós a vida civilizada a todos os seus níveis, e é por isso que atacamos sem mais considerações que o estratégico.

Carecemos da esperança de um amanhã melhor, somos conscientes do final que nos espera nesta guerra desigual. E ainda sim atacamos, como fizeram os antigos.

Assim, reivindicamos que na noite do dia 18 de abril saímos pela cidade de Valência com um saco de lixo. Nele não havia restos de comida, mas um artefato incendiário de cerca de 5 litros com um pequeno explosivo preso e desenhando para detonar momentos após o artefato ser ativado, isso para expandir o fogo no caso de algum nobre cidadão pensar em apagá-lo. Caminhamos decididos e com os antigos em nossa mente, em nossos bolsos portávamos amuletos pagãos de guerra concedidos pelos espíritos do Desconhecido. Abandonamos o artefato de maneira indiscriminada em plena rua, ao lado de uma fileira de carros. Acendemos o pavio com tranquilidade e desaparecemos do lugar sigilosamente. Embora não pudemos saber os danos causados porque não lemos nada na imprensa local sobre o incêndio, sabemos que o artefato foi ativado, porque uma vez longe do lugar, escutamos a explosão. O pavio artesanal funcionou corretamente e o fogo acudiu a nossa chamada. Aí fica o nosso presente à normalidade e estabilidade da pacífica noite civilizada…

Nesta ocasião o fogo consumiu alvos materiais porque assim desejaram os nossos egos, mas foi também um atentado em que carbonizamos os valores humanistas que regem a vida civilizada, impondo nossa vontade autoritariamente acima das propriedades dos cidadãos anônimos e destruindo o binominal bem-mal para elevar sobre as ruínas os nossos interesses egoístas. Não se sabe quando e onde voltaremos a aparecer, não se sabe qual artefato esconderemos então e se nosso objetivo será material ou humano… que os espíritos nos guiem nesta guerra!

Força para os irmãos e irmãs terroristas da Máfia em América e Europa!

Força também para a Célula Fogo Selvagem e para todos aqueles que atentam anonimamente! E recordamos ao terrorista das 7 bombas, Mark Conditt, com especial respeito!

A Máfia se expande com a tempestade… temos o caos em nossas mãos!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Espanha

– Criminosos Animistas

[pt] (México) Comunicado 51 de ITS — Ouroboros Silvestre

Comunicado 52 de ITS-México traducido al portugués.
Publicado en su original en español y traducido al inglés.


Voltamos a sair com a segurança que nos distingue e com o Selvagem ao nosso lado, confeccionamos os nossos artefatos explosivos improvisados na escuridão e envolvidos da ancestral fumaça do *copal que utilizavam nossos ancestrais para “limpar” o ambiente próximo.

Desta vez nos dirigimos a dois objetivos nas periferias do asqueroso Estado do México, o primeiro um restaurante Toks na avenida López Portillo (limite entre Tultitlán e Coacalco). Ali deixamos, hoje, 18 de abril, antes do amanhecer, uma bomba composta de latas de gás butano e um detonador artesanal, tudo amarrado com arame recozido.

Esperamos apenas alguns minutos e uma bola de fogo de aproximadamente três metros se fez presente junto a um som infernal que retumbou vários metros ao redor. As janelas do restaurante ficaram moídas por nosso atentado. Este ataque realizamos justamente na frente da central de controle de videovigilância municipal, demonstrando que nem suas putas câmeras, nem seus cidadãos modelo, nem seus policiais de merda podem prevenir nem deter nosso desejo terrorista de destruição.

O segundo artefato abandonamos dentro de um caixa eletrônico do Banco Azteca na mesma avenida (limite entre Coacalco e Ecatepec) quando já havia amanhecido, novamente burlando os esquemas de segurança e as câmeras de vigilância públicas e privadas.

Este banco atacamos porque nós quisemos, em nossas motivações não vão discursos chatos com carga política, nem pseudo-críticas econômicas, simplesmente o atacamos porque o objetivo esteve ao nosso alcance, para zombarmos da civilidade escravizada e para saciar nossos egoístas instintos de ataque. Não importa que tenham sido silenciadas as nossas bombas, de qualquer forma temos mais materiais para detonar e causar destruição e feridas!

As detonações de hoje vão em recordação maldita do terrorista solitário Mark Conditt.

Força para os grupos de ITS na América e Europa!

Ânimo para os misantropos e atentadores incorretos!

Com o Selvagem do nosso lado:

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Estado do México

– Ouroboros Silvestre


* Copal é uma espécie de resina fossilizada. Muitas culturas indígenas no México usam o copal fresco como incenso, usado durante limpezas da energia e curas da aura e durante o temazcal, ou cerimônia do alojamento do suor.

[pt] (Chile) Comunicado 50 de ITS

Traducción al portugués del comunicado 50 de ITS, disponible en su original en español y en inglés.


Outra vez deixamos os nossos refúgios para nos dirigir ao abismo da ação eco-extremista e misantropa. Nós nos lançamos em sua profundidade e conversamos com os seus espíritos habitantes, eles nos aconselham, se alegram e nos aplaudem. Sim, nos aplaudem porque sabem que nem todos tem a vontade e a quantidade de sangue nas veias para visitá-los. Alguns poucos são os que conseguiram ver seus rostos de Caos e formosura, seus corpos de ação que ainda inspiram aqueles que permanecem na superfície. Sabemos que cedo ou tarde nossos espíritos se unirão à eternidade abismal. E quando ali habitemos, aconselharemos e aplaudiremos aos que se atrevam a se jogar e voltar…

Partimos com nossos espíritos encomendados ao Desconhecido, ao Invisível, ao Inominável. Com a bênção da Terra caminhamos pela cidade com a carga explosiva nas costas, com o mecanismo que deseja a ignição e o sangue do inimigo. Andando entre os mortos com o Caos nas mãos, cautelosos nos movemos, descansamos em nossos cúmplices e armas mocadas.

Reivindicamos misantropicamente o abandono de um pacote-bomba nas imediações da Universidade Católica Silva Henriquez (General Jofré 462), na sexta-feira, 13 de abril. Nosso pacote-explosivo sem mensagem estava dirigido principalmente a qualquer estudante imbecil, e estava direcionado também a algum curioso transeunte. Ansiávamos a explosão sanguinária e mortal para qualquer humano, e não nos importávamos com quem fosse, se era pobre ou rico, mulher ou homem, criança ou velho. Com isso deixamos claro também que qualquer inepto e desagradável estudante, de qualquer ramo teórico, de qualquer corrente política é e será um alvo para as ações da Máfia ITS.

Nosso niple de aço cheio de pólvora negra aparentemente não detonou (ainda). Talvez foi parar no lixo e algum dia arrebente os dedos de algum gari ou quem seja. O importante é que as intenções eco-extremistas seguem intactas. A série de atentados de ITS no sul não se detém diante de nada, nem ante as investigações da inteligência chilena nem ante as últimas condenações por terrorismo. Nós, a HMB-ITS, os verdadeiros terroristas, andamos livres, selvagens e na impunidade. Cagamos em andamos para suas novas leis antiterroristas. Nosso caminho egoísta e misantrópico continuará, apesar das adversidades. O som da explosão ou o incêndio os avisará, não tenham cuidado. Somos a ameaça invisível, cautelosa e paciente, somos a máfia ITS.

Pretendíamos com esta explosão inundar de Caos novamente o sul. Não sabemos porque será, mas o sul está calmo ultimamente, parece que alguns se assustaram com a condenação de Flores, mas não nós, e esta tentativa indiscriminada de ferir as pessoas demonstra isso.

Nosso atentado vai em nome de todo o Selvagem da Terra, em nome de seus ciclos e manifestações terríveis para a civilização. O Desconhecido nos chamou alguns dias antes, seu chamado passou despercebido por todos, mas não por nossos corpos, nós escutamos essa mensagem do Selvagem, esse movimento da Terra nos despertou e nos sussurrou ao ouvido: “agora, por meu espírito, atentem”. E assim foi, em seu Nome nos atiramos…

Nosso atentado vai também ao espírito de Mark Conditt. Sim, em seu nome vai nossa tentativa, para ti, guerreiro indiscriminado, por sua gloriosa morte e vida. Suas bombas e sua coragem são um exemplo para os individualistas como nós. Guerreiro Mark, nos vemos no abismo! Seu espirito enaltecemos e procuramos reviver com cada explosão! Em seu nome nos atiramos….

“(…) Honestamente eu preferia estar rodeado por um denso bosque do que de tanto ser humano fedorento e imundo (…)” – Mauricio Morales

Por hora, é tudo. Voltaremos quando menos esperem. Seguiremos pelo caminho indiscriminado contra o mundo civilizado. Dando vida à ITS por mais de dois anos seguimos livres e impunes evitando todos os seus aparatos de inteligência. Já não são mais niples artesanais, já não é pólvora de fósforo, já não são apenas facas, não! Nossos corpos estão íntegros para o que virá, que o Oculto diga quando seja…

Guerra à civilização, à raça humana e ao progresso!

Pela Terra e por nossos Egos, adiante irmãos da máfia na América e Europa!

Glória eterna ao Guerreiro Mark Conditt!

Individualistas Tendendo ao Selvagem

– Horda Mística do Bosque

[it] (Cile) Trentottesimo comunicato delle ITS

Traducción al italiano del comunicado número 38 de ITS, en donde un nuevo grupo se presenta con un fiero aporte para el debate amoral.

Traducción a cargo de Algol.


I. Il sogno.

Ho avuto un sogno, dove l’anarchismo aveva l’aspetto di un essere umano.

Sì, era esattamente una persona normale, testa, gambe, braccia… tutto quello che è necessario.

Nel sogno che ho avuto l’anarchismo era morto.

Improvvisamente, una malattia maledetta e silenziosa, che l’aveva contaminato, senza sintomi, una mattina suonò alla sua porta e gliela porse.

Così.

Semplicemente.

Senza il tempo di agire, comprendere, provare…

Senza scappare.

Nessun avviso.

Nessuna chiamata.

La morte fece il suo lavoro, gli diede le spalle, e proseguì nel suo cammino.

Neanche una parola, un gesto, uno sguardo carico di significati.

Nulla.

II. Il risveglio.

Svegliandomi mi resi conto che era un sogno e mi misi a pensare.

Connessioni strane, riflessioni, impulsi cerebrali…

E dopo risi.

La mia risata diventò incontenibile, profonda, piena. Quasi sconveniente.

Fu una risata tanto forte che avevo lacrime agli occhi, fino ad arrivare a muovere le viscere.

Vi domanderete il perché di questa reazione. Comprensibile.

Bene, perché, nel mio sonno la Morte cercò l’anarchismo (con la doverosa lettera minuscola) esattamente come tutto e tutti.

Lei agì e dopo continuò a occuparsi delle sue cose.

Senza concedere privilegi.

E mentre l’anarchismo stava morendo senza saperlo, continuava a sforzarsi con suoi perché, e i suoi dibattiti, i paragoni, le proposte, la morale della favola, l’obiettivo, le risorse, i tempi, l’interminabile assemblea, le forme e tutto il catalogo di stupidità che, effettivamente, non erano nient’altro che la malattia stessa che lo stava ammazzando.

Indignato, l’anarchismo chiese solidarietà da per tutto.

L’anarchismo, frastornato, non riusciva a rassegnarsi: stava morendo senza essere stato avvisato, neanche un segno o un indizio, niente.

Nessuno si preoccupò, nel frattempo che succedeva tutto questo.

Oh detto meglio, a Nessuno interessò.

Tanti anni di storia, tante battaglie, un’onorata militanza nella scena mondiale, per poi dopo morire tanto banalmente, nell’indifferenza generale.

E questo tipo che rappresentava l’anarchismo nel mio sonno, era incazzato.

Non capivo il perché.

In quel momento estremo doveva incazzarsi per la sua imprevista sparizione, per la maniera in cui si era manifestata la morte –niente di epico, nessun atto eroico, nessun montaggio poliziesco, né carcere, né sterminio, niente, o perché Nessuno si stava rendendo conto della sua morte.

L’anarchismo stava morendo anonimamente, sconvolto, nell’indifferenza generale.

III. L’Epilogo

In questi tempi, per sognare gli anarchici, in realtà devi avere bevuto troppo o consumato qualche erba naturale o sintetica.

In ogni modo quando la mente è libera e si allontana selvaggiamente dal controllo civilizzatore dalla ragione, fa cadere le maschere e rivela, attraverso i sogni, le realtà più inconfessabili.

Amici, l’anarchismo è morto.

Nell’indifferenza generale.

Morì per eccesso di morale della favola.

Lo so già, questa cosa fa ridere fino alle lacrime.

Non manca nessuno.

Cai-Cai

Predatori Changos del Porto (ITS-CHILE)

[it] (CILE) TRENTASETTESIMO COMUNICATO DELLE ITS: RIVENDICAZIONE DELL’INCENDIO AL TRANSANTIAGO

Traducción al italiano del comunicado 37 de ITS. La Bandada Inquisidora Vengativa se responsabiliza de un incendio que destruyó completamente un bus del transantiago en la capital chilena.

¡Por la expansión de ITS en el sur de continente!

*Traducción a cargo del afín de sangre Algol.


Silenziosi come il puma, lunedì 7 agosto affrontiamo un bus di trasporto di masse e greggi. Vediamo i visi dei passeggeri, sono 8 o 9 e tutti hanno la stessa faccia, persi, e dominati dalla socie-sporcizia, disgustati dal lavoro che darà loro un artificiale progresso ed una falsa comodità. Non ci fanno pena, tutti sono uguali, ci fanno schifo, con la loro esistenza perpetuano la stessa società iper-civilizzata che li schiavizza e che ha distrutto tutto lo stato naturale, quella società che ha annichilito i nostri antenati che sapevano convivere con il selvaggio.

Portiamo con noi un congegno, l’abbiamo provato prima, non lasciamo niente a caso, è semplice, due bottiglie ripiene di benzina, miscuglio bollente, una lampada e un orologio con alcune modifiche, che ci da il tempo di sicurezza, ed un interruttore. Lo lasciamo sotto un sedile e ci sediamo al fondo. Calcoliamo il tempo e scendiamo prima che si espanda il fuoco. Benché non siano arse le persone, i danni che abbiamo causato sono maggiori di quello che pensavamo. Questa volta la fortuna è dalla nostra parte: il fuoco ha raggiunto i cavi dei pali e si è propagato a un negozio che si è scoperto essere una ferramenta!! 3 piccioni con una fava: una macchina del transantiago, i fili elettrici e un negozio dove in più vendono macchinari e prodotti chimici! Attenti, che la prossima volta potrebbero essere quelli che li utilizzano!

Questa volta il luogo del nostro attentato fu pianificato affinché fosse in un viale dove si sta costruendo un ingresso del transantiago e nuove linee della metro, dove svariati autobus che trasportano imbecilli occupano spazi che una volta furono selvaggi. Ora è stato nel nord della città, prima in providencia, domani potrebbe essere in qualunque posto di questa sporca capitale o dove ci piace.

E per ultimo… No cara stampa, non era un difetto dell’autobus, non siate ingenui… un’altra volta era diretta in un occhio! No polizia-Pm-giudice-governo- quello che siete, non usate la frase cliché “Cause da indagare.” Non avete potuto farlo con i wuachos di ITS-HMB, neanche con i feroci S.I… Questa è opera nostra e la rivendichiamo. Tentate di trovarci, dove volete, non riuscirete in questo intento, cercateci nelle camere di sicurezza, non ci troverete, perché non c’è nessuno, decidiamo bene quello che facciamo e non siamo disposti a trasformarci in simboli, per primi morti. Siamo già nascosti, in agguato per nuove prede.

Vendetta! I wekufes ci accompagnano e l’oscurità ci protegge.

Guerra contro il progresso umano!

Complicità sincera! Viva la Mafia degli Individualisti Estremisti!

INDIVIDUALISTI TENDENTI AL SELVAGGIO-CILE

BRANCO VENDICATIVO INQUISITORE

[it] (Messico) Trentaseiesimo comunicato delle ITS

Comunicado 36 de ITS responsabilizandose de un atentado incendiario en el Estado de México, traducido al italiano por Algol.

¡Fuerza para la Mafia Eco-extremista!


Il fuoco “parlò”, la mania di incendiare automotori non va via e non andrà mai via.

L’alba del primo giorno di agosto, abbiamo incendiato un camion rimorchio, su un viale alterno a via López Portillo, all’altezza di Fovissste, a Ecatepec, Stato del Messico.

Il nostro ordigno ha consumato la totalità della maledetta macchina, il fuoco è esploso e si espanso minacciando le case confinanti che meritano anch’esse di ardere. Per nulla al mondo ci poteva importare che dei cittadini addormentati potessero risultare feriti, intossicati o quello che sia, dato che tutta questa ripugnante società civilizzata merita di rimanere in mezzo alle ceneri fumanti.

Con questo primo atto dichiariamo alle autorità che siamo tornati, e presto o tardi arriverà un’ondata d’incendi indiscriminati / selettivi, cosicché non stupitevi, se tutto questo aumenterà…

I nostri ordigni sono progettati per bruciare e dopo alcuni minuti per esplodere, cosicché raccomandiamo agli eroi civili che se osano spegnere il Gran Consumatore, che si attengano alle conseguenze.

Perché odiamo le rumorose, ingombranti e nocive macchine, simbolo dello spregevole progresso umano:

Fuoco ed esplosivi contro la civilizzazione!

Con il Selvaggio dalla nostra parte!

Animo criminali!

Individualisti Tendenti al Selvaggio (Stato del Messico)

-Setta Pagana della Montagna

[it] (Messico) Trentacinquesimo comunicato delle ITS

Traducción al italiano del comunicado número 35 de ITS en el cual se responsabilizan de dos atentados contra lugares religiosos.

Traducción a cargo de Algol.


Non bisogna sperare di stare simpatico a tutti, bensì che si stanchino di odiarti”

Continuando con gli attacchi contro i centri religiosi intrapresi dai fratelli del Clan del Popocatzin il 14 Luglio con il loro fragoroso pacco-bomba che ha lasciato un ferito grave a Città del Messico, rivendichiamo egoisticamente i seguenti atti durante questa settimana:

-Abbandono di un pacco-bomba dentro il Gran Tempio dei Testimoni di Geova ubicato sul viale Lopez Portillo, di fronte alla stazione del mexibus De la Cruz-San Mateo, nel municipio di Coacalco, Stato del Messico.

-Ordigno incendiario composto di benzina, napalm e altri elementi infiammabili, attivato sulla porta di una chiesa cattolica su Avenida Lago de Guadalupe, ad Atizapán, Stato del Messico.

Fratelli complici -che parlino gli atti invece delle parole!

Che la minaccia anti-umanistica dei gruppuscoli delle ITS, dei gruppi del Terrorismo Nichilista e degli individui antisociali continui a dispetto di qualunque ostacolo!

Fuoco, bombe, pallottole, minacce e coltelli contro i rappresentanti di TUTTE le religioni, compresi i burocrati “d’elite” delle chiese sataniste!

I passi di guerra e confronto dei nostri antenati ci guidino nell’agguato!

Morte alla morale dell’attacco!

¡Axkan kema, tehuatl, nehuatl! (Fino alla tua morte o la mia! Ndt)

Individualisti Tendenti al Selvaggio (Stato del Messico)

-Uroboro Silvestre

[it] (Messico) Trentaquattresimo comunicato delle ITS- Torreón

Traducción al italiano del comunicado número 34 de ITS desde Torreón, Coahuila. Responsabilizándose de un atentado indiscriminado en un lugar público de la ciudad norteña.

¡Por el avance del terrorismo indiscriminado que escupa la cara del humanismo!


“Preferisco che niente sia vero, prima che voi abbiate ragione, prima che la vostra verità abbia ragione! ”

F. Nietzsche

La nostra strada è una tempesta scomoda, nauseabonda, spregevole e altre qualifiche peggiorative che gli umanisti non smettono di gridare. Gli atti delle ITS come le sue parole non smettono di offendere la grande orda di anarchici figli dei sinistrorsi. Sembra che non sappiano affrontare quest’aspetto tanto terrificante: La morte dell’anarchismo. Si rifiutano di staccarsi dal putrefatto cadavere, piangendo senza consolazione alcuna, come un mucchio di donne pianse con grande sorellanza il corpo barcollante di Lesvy Osorio che fu assassinata dalle nostre sorelle e fratelli che camminano nelle orribili strade di Città del Messico. (a) Assassinio che provocò una gran indignazione, fino a che il più radicale del sinistrorso giurò di “ammazzare gli eco-estremisti”mentre una lacrima scivolava dalla sua guancia provocata dalla morte di una sconosciuta. Che mondo tanto bello e altruista!

Perché piangere per il mondo iper-civilizzato e i suoi umani?! Quante lacrime meritiamo noi umani che non abbiamo fatto nient’altro che portare la Terra alla sua sconfitta, dalla nostra condizione di homo sapiens. Non meritiamo nessuna lacrima, culliamo l’estinzione. Ma l’umano beve, mangia, respira, fotte, dorme, consuma, vive… sentendosi Dio, l’essere più illuminato ed indispensabile dell’esistenza. Gli anarchici di cuore nobile che si dicono anti-antropocentristi, rinnegandosi e strillando che l’attacco indiscriminato danneggia gli “innocenti” non sono nient’altro che ipocriti. Per caso l’iper-civilizzato non si sente Dio? Oh quello è solo la conformazione del potere? Come se il giovane del quartiere più marginale non pensasse di maneggiare una Lamborghini, portare catene d’oro e possedere dieci donne nel suo letto. Deplorevolmente per chi lo crede: NON esistono innocenti. La civilizzazione – in questa epoca tecno-industriale – ha modellato l’umano, educandolo, facendolo diventare docile quando questo si crede violento, il servo che è sorridente perché si dice libero, è diventato iper-civilizzato.

Gli eco-estremisti non vedono innocenti nel momento in cui attaccano, emergono sempre di più con attacchi come tempesta indiscriminata, diventando ciechi nell’abbandonare la speranza e scelgono la misantropia. Affermando questa Tendenza che percorre il sentiero della misantropia, rivendichiamo che: Alcuni giorni fa abbiamo abbandonato un’altra busta esplosiva con quantità maggiore di polvere nera, di quella che esplose con la giovane Michelle in Alameda Zaragoza nel mese di aprile. (b) Anche questa volta lo abbiamo abbandonato in un ALTRO posto pubblico: Il Bosque Venustiano Carranza nella città di Torreón. Non sappiamo che cosa è successo con la busta, pensiamo che sia stato scoperto dai poliziotti che percorrono detta unità. Può essere che un giorno di questi l’ordigno male intenzionato esploderà su un’altra curiosa come Michelle, che misogini sono questi eco-estremisti che mettono bombe affinché esplodano sulle donne! Poveri… se sapessero…

Per l’attacco indiscriminato!

Continuando il cammino della misantropia!

Ogni speranza è morta!

Non vediamo uomini o donne, ma solo una massa d’iper-civilizzati!

Abbraccio complice ai gruppi delle ITS del sud, e ai nuovi gruppi che condividono le nostre parole!

Forza ai taglienti teorici “nordamericani” che rispondono e chiudono la bocca a tutti i “anarchici chiaccheroni”, forza ai nostri fratelli del centro del Messico che hanno fatto tremare i miserabili anarchici da quelle parti!

Nulla termina!

Individualisti Tendenti al Selvaggio-Torreón

Clan occulto Punta di Selce

Dall’inferno di 42 gradi centrigradi, Torreón, luglio 2017

(a) http://www.excelsior.com.mx/comunidad/2017/05/11/1162883

(b) http://www.milenio.com/policia/sobre_explosivo-carta-alameda_zaragoza-explosivo-vendedores-bateria-milenio_0_937706520.html

(es-it) REBENTANDO LOS BARROTES DE LAS JAULAS ANÁRQUICAS: BREVES REFLEXIONES DESDE UN EX-ANARQUISTA

Publicamos la traducción al italiano y el artículo de este texto tomado de la Revista Ajejema n° 2. La traducción corre a cargo del Proyecto Amokläufe, pero antes de que estos den el texto, se detienen un poco a responder brevemente a las infamias delaciones que dijo uno de los apestosos izquierdistas radicales del proyecto 325 sobre ciertas personas en uno de sus recientes textos de supuesta crítica a ITS (y del cual habla rápidamente el traductor).

Nosotros desde Maldición Eco-extremista manifestamos nuestro total apoyo cómplice y terrorista hacia todos los grupos de ITS que están siendo constantemente atacados por la mierda insurreccional tanto de México como de Europa, nuestro apoyo total hacia los representantes de la Tendencia del Terrorismo Nihilista en Europa, para los Misántropos Antisociales y los Egos fieros que deciden salir de las cloacas del humanismo y enfrentar con todo lo políticamente incorrecto esta basura.

Ya lo dijo ITS, ¡aún con caza de brujas, la hechicería continúa!


Publico Nihilisticamente afín la traducción de un texto de un ex-anarquista, “REVENTANDO LOS BARROTES DE LAS JAULAS ANÁRQUICAS-BREVES REFLEXIONES DESDE UN EX-ANARQUISTA”, editado por los afines de sangre de la “REVISTA AJAJEMA” (segundo número), para escribir una nota de salida-en el debate amoral- del texto “Eco-extremismo y el ataque indiscriminado – La Iglesia de ITS México” por L (Inglaterra), del sitio anarco-insurrecionalista “325”, que respondiendo a los Terroristas de ITS , que de manera académica y seria, ponen en conocimiento unas pocas líneas del texto la existencia de un “pseudo-nihilista” que ven –al menos eso entendimos– a uno de nuestros afines de sangre. Dicho esto y de manera rápida:
1° Responderemos (también) porque sentimos un clan de sangre, y si él quiere, responderá el afín “pseudo-nihilista” en cuestión (jaja!)
2° Responderemos como y cuando más nos plazca, cuando queramos y como queramos, rápido o lento, a nuestra voluntad, en definitiva, cuando quiera y/o cuando queramos nosotros.
3° Utilizamos una manera sencilla y pobre de la jerga diciendo esto para usted, o para que tú/usted averigüe cuanto/usted tenga en consideración. “Más que tú sí cabrón!”
4° Observamos que finalmente haya utilizado su simpática amoralidad para especificar algunas cosas que sólo usted sabe de algunas personas (a buen entendedor, pocas palabras…), y finalmente hayas descubierto lo tan puro que eras antes.
Con estas simples y serias líneas, damos nuestra total afinidad, en lo más profundo de nuestro Ego y Actuar, a los Siete y al Clan Terrorista Nihilista, a los Terroristas de ITS, a los proyectos electrónicos y editoriales Eco-extremistas, a aquellos Antisociales Misántropos, electrónicos y de Acción, a los Individualistas Anárquicos y a los grupos Extremistas en Europa que han atentado, y expresamos nuestra cercanía y afinidad con la Tendencia Anti-política.
Adelante con los Proyectos Extremistas que Destruyen la sociedad tecno moral!
Proyecto Amokläufe-del profundo y oscuro culto nihilístico.

REBENTANDO LOS BARROTES DE LAS JAULAS ANÁRQUICAS: BREVES REFLEXIONES DESDE UN EX-ANARQUISTA

1.-

Puta que cuesta hablar olvidándose de todo el rosario aprendido en años previos. Cuesta escribir sin grandilocuencias ni fanfarronerías. Este texto busca explicar por qué dejamos de creer en el anarquismo.

Simplemente escribir “creer”, en el sentido de acto de fe o como quieran llamarle, aún provoca una especie de cortocircuito en nuestros domesticadas cabezas. Otro cortocircuito es dejar de “eskribir con k” y optar por escribir correctamente porque esto no va sólo al mundillo anarco sino a todo el que quiera leer y comprender nuestras razones.

Han sido meses de muchos cortocircuitos. Comer lo que sea más fácil de conseguir, no buscar posiciones, pintas ni formas de vivir “ultronas” que en nada aportan y sólo sirven para visibilizar a la “ofensiva”… ¡Ah, la ofensiva…! No queda más que alejarse de la manada de ovejas negras y sus reuniones autorreferentes, lejos de “la ofensiva” que tiene toda la forma de defensiva.

De a poco comienza a darnos lo mismo.

2.-

Los moldes mentales son una jaula peor que cualquier cárcel, casi al mismo nivel que la civilización. Lo decimos con cierta dificultad: somos anarquistas en retirada, en salida, en duda, toda una vida encerrados en la inocencia y luego en la corriente política ácrata. Empezamos a comprender que el Estado, e incluso la forma de ser/resistir de alguien que rechaza cualquier autoridad, no es el principal problema de lo que entendemos –ahora- por libertad.

No somos tan descarados para decir que rompimos los moldes ya. Ha sido un proceso largo, a veces doloroso, pero el contacto totalmente informal con la gente que ha formado la punta de lanza de la Tendencia ha ayudado bastante. Leerlos por internet especialmente, ya que no los verán en una tocata o una junta anticarcelaria con venta de comida vegan. Y algunos contactos más cercanos, sin rostro, que pese lo frío de la red han llenado de calidez este proceso de revisión de nuestros esquemas mentales.

También ha ayudado el leer a ex compas… Bueno a uno en realidad: Kevin Garrido, anarquista que fue detenido realizando una acción netamente anticarcelaria, pero quien en cana se ha ido impregnando de la Tendencia. Se nota que está pasando por el mismo proceso que nosotros. Se nota también que por lo mismo se queda más solo, dejado de lado por sus cobardes ex amigos anticana que lo dejaron en la enrejada.

3.-

Cuántos años estuvimos convencidos de que el ataque insurreccional era urgente. Lo defendimos a muerte, lo mismo que la afinidad y el informalismo. Siempre creímos en la solidaridad entre compañeros y la dimensión internacional de la lucha. Bla, bla, bla. Nos reímos ahora, porque por años fueron puntales fijos y sólidos de cómo queríamos transformar el mundo. Ahí estuvimos en ferias de libro, mítines hasta que nos sentimos clandestinos, recolección en encomiendas y en cuánta junta participamos. Como anarquistas vivimos de lo espontáneo y el activismo. Las palabras nunca faltaron, siempre fueron muchas, pero sólo eso.

Vivir tensionando nos tuvo conformes, alegres, marcó nuestras vidas y no renegamos de dicho pasado. En retrospectiva creemos que nos domesticó esta jodida civilización. Claro que nos sentíamos salvajes, con un espíritu libre y con breves pero intensas salidas de dicha domesticación.

Hasta ahora.

Hasta el momento (no sabemos cuándo, pero de a poco, con tensión) que ha surgido la necesidad de aclarar algo que nos distingue y nos hace diferentes de los “otros”, que no es solamente un modo de sentir y ver las cosas sino que también en la guía de nuestro actuar.

Porque la acción anarquista es diferente a otras. Se apoya en una delicada pero firme moral anarquista en la cual todas las iniciativas tienen una específica y clara finalidad, un objetivo preciso.

Ése es el nudo central de la cuestión de la desilusión. No es lícito –en las leyes del anarquismo monacal- matar o herir a personas que no están relacionadas directamente con la acción terrorista. Perdón, sé que a mis antiguos camaradas les molesta esa palabra: terrorismo. Incluso es una ofensa si les dicen así. Consideran la vida humana un bien que debe ser preservado no sacrificable. Simple y esencial.

El espectador o víctima casual representa aquella vida. Pero ¿la vida o la cárcel del atacante, es menos valiosa? A ese nivel se ve preso en sus esquemas el anarquista informal. A ese nivel ve coartados sus proyectos, sean cual sean.

¿No será que la ausencia de acción es la garantía de su propia moralidad?

Moralidad que no es otra que miedo a morir… o miedo a la cana.

Mientras todos esos compas están enfrascados dentro de ese debate moral otros han pasado a una ofensiva real. El anarquismo es parte de un pasado que no va a repuntar. El método amoral del terrorismo mafioso-nihilista claramente aventajó y actualmente es lo que pudo llegar a ser nuestra tan conocida “ofensiva”.

4.-

¡Somos una especie que desde sus orígenes fue gregaria y ahora en guerra más aún! ¡Aunque no podamos ver los rostros de los guerreros de ITS, sabemos que nos hermanamos en una tribu que toca los tambores de guerra y llama a reunirnos en torno a la fogata!

Seguimos pensando que los grupos humanos necesitan vivir en comunidad. El problema es que no vemos que sea posible hoy. La civilización avanzó en su depredación de la Tierra al punto que casi no quedan humanos salvajes; los que quedan están amenazados y sólo se mantienen aislados por la espesura de la jungla.

Que quede claro. Nosotros también somos humanos civilizados. Vivimos en medio de esta falsa jungla de cemento, aislados de la vida comunitaria, natural. Tampoco creemos que ITS se sientan realmente salvajes. Si algunos de ellos creen en las fuerzas sobrenaturales, en dioses precolombinos, es porque pueden. Y basta, no hay más explicación. Rompimos con el molde civilizado de la ultra anarca.

Por ejemplo, nos damos cuenta de que en nada ha servido pregonar el ateísmo para enfrentar la religión civilizada. Y también claro que creemos en la autoridad, siempre ha existido y existirá. Como clan amoral siempre habrá quien dirija mejor o realice alguna tarea de mejor forma.

Sentimos -porque con eso nos basta, ya no necesitamos argumentos dogmáticos- que el animismo y los espíritus que acompañaban a los pueblos salvajes es algo positivo. Los compas ecoextremistas persiguen fines egoístas, y a mucha honra, si creen en las ánimas es su opción. Es SU sentimiento. En sentimiento que nace de la naturaleza humana. Y es un argumento mucho más válido que rechazar estas fuerzas sólo a causa de la razón anarquista, que es igual de nefasta que cualquiera de las religiones del mundo hípercivilizado.

5.-

¿El lector necesita mayores razones? Búscalas, pero búscalas de verdad.

Rompe los moldes que te asfixian. Vuelve a criticar, incluso los cánones anarquistas. Cualquier enemigo que te pintaron no es el único. La naturaleza y nuestros ancestros indomesticados deben ser vengados. La culpable es la sociedad ultracivilizada en su totalidad.

Tú, yo, todos.

Así sabrás que de nada sirve vivir en resistencia, o vivir tensionando como decían… Que aunque hagas activismo por 5 mil años más, todo será igual. La fuerza destructora del progreso no puede ser frenada. Pero sí aterrorizada, castigada y purgada. Y para esto no puedes seguir siendo un anarquista, lo sentimos. Al menos no al estilo de la actualidad.

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ROMPENDO LE SBARRE DELLE GABBIE ANARCHICHE : BREVE RIFLESSIONI DA UN EX-ANARCHICO

Pubblichiamo Nichilisticamente affini la traduzione di un testo di un ex anarchico “REVENTANDO LOS BARROTES DE LAS JAULAS ANÁRQUICAS- BREVES REFLEXIONES DESDE UN EX-ANARQUISTA”, editato dagli affini di sangue della “REVISTA AJAJEMA” (secondo numero), per scrivere una nota sull’uscita – nel dibattito amorale- del testo “Eco-extremism and the indiscriminate attack – The Church of ITS Mexico” by L (UK)”, del sito anarco-insurrezionalista “325”, che rispondendo alle Terroristiche ITS, ha in maniera dotta, e seriosa, portato alla conoscenza in qualche riga del testo, l’esistenza di uno “pseudo-nichilista”, che rimanda- almeno abbiamo capito noi- a uno dei nostri affini di sangue. Detto questo e in maniera rapida:

1° Risponderemo Noi (anche), perché ci sentiamo un clan del sangue, e se vorrà, risponderà l’affine “pseudo-nichilista” in questione (aahah!).

2° Risponderemo come e quando più ci aggrada, quando vogliamo e come vogliamo, veloci o lenti, a nostro piacimento, insomma, quando avremo voglia e/o vorremo noi.

3° Usiamo un semplice e povero modo di dire gergale per te o voi, e per farti/farvi capire quanto ti/vi abbiamo in considerazione: “Ma chi ve se incula”!

4° Notiamo che finalmente avete usato la vostra simpatetica amoralità nello specificare alcune cose che solo voi sapete di alcune persone (a buon intenditor, poche parole..), e finalmente vi siete scoperti tanto puri eravate prima.

Con queste semplici e seriali righe, diamo la nostra totale Affinità, nei più profondi abissi del nostro Ego e Agire, alle Sette e Clan Terroristi Nichilisti, alle Terroristiche ITS, ai progetti elettronici e editoriali Eco-estremisti ,a quelli Antisociali Misantropici elettronici e di Azione, agli Individualisti Anarchici e i gruppi  Estremistici in Europa che hanno Attentato, è che hanno espresso vicinanza e affinità con le Tendenze Anti politiche!

Avanti per i Progetti  Estremistici che Distruggano la società tecno morale!

Progetto Amokläufe- dal profondo e oscuro culto nichilistico.

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Link originale per lo scaricamento della Rivista:

http://maldicionecoextremista.altervista.org/revista-ajajema-n-2/

e da qua:

http://maldicionekoextremista.torpress2sarn7xw.onion/2017/06/24/revista-ajajema-n-2/

 REVISTA AJAJEMA N° 2

DESCARGAR CON TOR (DISPONIBLE SÓLO POR UN MES):

http://z7zbg7sxhxfergpo.onion/dq2zh7gjt45jhhwnhpao-5gwahqeas4dnrody

DESCARGAR SIN TOR:

https://mega.nz/#!HpkUDI5A!RlcNKj4x7BAEdwNt7kESkoUsmFRzGry5ZAhsEnxnu64

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1.-

Cazzo quanto costa parlare dimenticandosi di tutto il rosario imparato in anni precedenti. Costa scrivere senza magniloquenze né spacconerie. Questo testo cerca di spiegare perché smettiamo di credere nell’anarchismo.

Semplicemente scrivere “credere”, nel senso di atto di fede o come vogliano chiamarlo, provoca ancora una specie di cortocircuito nelle nostre addomesticate teste. Un altro cortocircuito è  “scrivere con la k”  che preferire scrivere correttamente perché questo non va bene solo all’ambiente anarchico bensì in chiunque voglia leggere e comprendere le nostre ragioni.

Sono stati mesi di grossi cortocircuiti. Mangiando quello che è più facile da ottenere, non cercare posizioni, macchie né forme di vivere “ultronas” e dare apporto a nulla, cosa che serve solo per visibililzzare “l’offensiva”…Ah, l’offensiva! Non rimane altro che allontanarsi dal branco di pecore nere e le sue riunioni autoreferenti, lontano da “l’offensiva” che ha una forma tutta difensiva.


Da poco sentiamo la stessa cosa.

 

2.-

Le forme mentali sono una gabbia peggiore che qualunque prigione, quasi allo stesso livello della civilizzazione. Lo diciamo con una certa difficoltà: siamo anarchici in ritirata, in uscita, in dubbio, tutta una vita rinchiusi nell’innocenza e dopo nella corrente politica anarchica. Incominciamo a comprendere che lo Stato, e perfino la forma di essere/resistere di chi respinge qualunque autorità, non è il principale problema di quello che comprendiamo- ora- della libertà.

Non siamo tanto sfacciati da affermare che avevamo già rotto queste forme. È stato un processo, a volte doloroso, ma il contatto completamente informale con la gente che ha formato la punta di lancia della Tendenza ci ha aiutato abbastanza. Leggere loro specialmente in internet, poiché non li vedrete in una tocata o una riunione anti carceraria  o, nel commercio di cibo vegan. Contatti più vicini a noi, senza viso, nonostante il freddo della rete, hanno riempito di calore questo processo di revisione dei nostri schemi mentali.

Ci aiutato anche leggere un ex compagno.. Buono, uno in realtà: Kevin Garrido, anarchico che fu arrestato realizzando specificatamente un’azione anti carceraria, ma la Tendenza alla fine è cresciuta. Notiamo che sta avvenendo lo stesso processo anche per noi. Notiamo anche che tutto questo rimane solo qualcosa in più, dato che è stato lasciato da una parte dai codardi vecchi ex amici che lo hanno lasciato nella prigione.

3.-

Per anni fummo convinti che l’attacco insurrezionale fosse urgente. Lo difendevamo a morte, come l’affinità e l’informalità. Abbiamo creduto sempre nella solidarietà tra compagni e la dimensione internazionale della lotta. Bla, bla, bla. Ridiamo ora, perché per anni furono punti fissi e solidi di come volevamo trasformare il mondo. Andavamo alle fiere dei libri, ai comizi, fino a sentirci clandestini, usati come dei pacchi, a tante riunioni cui abbiamo partecipato. Come anarchici vivevamo lo spontaneismo e l’attivismo. Le parole non mancavano mai, erano sempre molte, ma solo quello.

Vivere in questo modo sfiancante ci rese coerenti, allegri, segnò le nostre vite e per questo non rinneghiamo il nostro passato. In retrospettiva crediamo che questa fottuta civilizzazione ci rendesse addomesticati. Indubbiamente ci sentivamo selvaggi, con uno spirito libero e con brevi ma intense fuoriuscite da quest’addomesticamento.

Fino a ora.

Fino al momento (non sappiamo quando, ma con il tempo, in tensione) cui è nata la necessità di chiarire quello che ci distingue e ci fa differenti dagli “altri”, che non è solamente un modo di sentire e vedere le cose ma anche una guida del nostro agire.

Perché l’azione anarchica è differente da altre. Si appoggia su una delicata ma ferma morale anarchica nella quale tutte le iniziative hanno una specifica e chiara finalità, un obiettivo preciso.

Questo è il nodo centrale della questione della delusione. Non è lecito- nelle leggi dell’anarchismo monacale- ammazzare o ferire persone che non sono relazionate con l’azione terrorista. Perdono, so che ai miei antichi compagni disturba questa parola: terrorismo. È anche un’offesa per loro, se li chiamano così. Considerano la vita umana un bene che deve essere preservato -non sacrificabile. Semplice ed essenziale.

Lo spettatore o vittima casuale rappresenta quella vita.  Ma la vita o la prigione di chi attacca, è meno preziosa? A che livello si vede carcerato nei suoi schemi l’anarchico informale. A quel livello che vede coartati i suoi progetti, qualunque essi siano.

Non sarà che l’assenza di azione è la garanzia della sua moralità?

Moralità che non è altro che paura di morire …o paura dell’invecchiamento.

Mentre tutti questi compagni sono imbottigliati dentro questo dibattito morale altri sono passati ad un’offensiva reale. L’anarchismo è parte di un passato che non appare. Chiaramente il metodo amorale del terrorismo mafioso-nichilista  lo ha superato ed attualmente  è quello che è potuto  essere la nostra “offensiva” tanto conosciuta.

4.-

Siamo una specie seguitrice fino dalle sue origini ed ora è in guerra ancora di più! Benché non possiamo vedere i visi dei guerrieri delle ITS, sappiamo che siamo fratelli in una tribù che batte i tamburi di guerra e richiama a riunirci intorno al falò!

Continuiamo a pensare che i gruppi umani devono vivere nelle comunità. Il problema è che  vediamo che non è possibile oggi. La civilizzazione  è avanzata nella sua depredazione della Terra al punto che quasi non rimangono umani selvaggi; quelli che rimangono sono minacciati e rimangono isolati e soli nella profondità della giungla.

Che rimanga chiaro. Anche noi siamo esseri umani civilizzati. Viviamo in mezzo a questa falsa giungla di cemento, isolati dalla vita comunitaria, naturale. Non crediamo che neanche le ITS si sentano realmente selvaggi. Se alcuni di essi credono nelle forze soprannaturali, negli dei precolombiani, è perché possono. E basta, non c’è più spiegazione. Abbiamo voluto rompere con l’impronta civilizzata dell’ultra anarchico.

Per esempio, ci rendiamo conto che niente è servito a bandire l’ateismo per affrontare la religione civilizzata. E indubbiamente crediamo anche nell’autorità, è esistita e sempre esisterà. Come clan amorale avremo sempre chi comanda  meglio o realizzi delle mansioni in maniera migliore.

Sentiamo – perché con questo ci basta, non abbiamo bisogno oramai di argomenti dogmatici-che l’animismo e gli spiriti che guidavano i popoli selvaggi, erano qualcosa di positivo. I compagni eco estremisti perseguono fini egoisti, e hanno molto onore, se credono nelle anime, nelle loro scelte. È il LORO sentimento. Il sentimento che nasce dalla natura umana. È un argomento molto più valido, rispetto al respingere queste forze a causa della ragione anarchica che è nefasta  come qualunque delle religioni del mondo iper civilizzato.

5.-

Il lettore ha bisogno di maggiori ragioni?  Cercale, ma nella realtà.

Rompi i modelli che ti asfissiano. Torna a criticare, perfino i diritti anarchici. Qualunque nemico che hanno dipinto non è l’unico. La natura e i nostri antichi selvaggi devono essere vendicati. Il colpevole è la società ultra civilizzata nella sua totalità.

Tu, io, tutti.

Così saprai che non serve a niente vivere resistendo, o vivere  sfiancandosi come dicevamo… Anche facendo attivismo per 5 mila anni, tutto sarà uguale. La forza distruttrice del progresso non può essere frenata. Ma terrorizzata sì, castigata e purgata. E per questo non puoi continuare a essere un anarchico, lo sentiamo. A meno non quello attuale.

[en-it] (Mexico) Thirty-Second Communique of the Individualists Tending Toward the Wild

Traducción al inglés e italiano del comunicado 32 de ITS, en donde se adjudica la detonación de un paquete-bomba dirigido originalmente contra una repulsiva iglesia, pero que hirió a un humanista curioso.

¡Que la sangre de los híper-civilizados fluya como los canales de aguas negras de sus propios desperdicios!


“Curiosity killed the cat.”

We’ve gotten to the point that wounding people not associated with the target is all the same to us, and more because it takes away the joy of striking at those who we choose. In any case the joy at having caused human suffering and bloody wounds persists.

This time we didn’t go out to strangle, stab, or shoot anyone. We didn’t go out to burn, but we did go out with a package-bomb that was tremendously effective when we abandoned it at one of the institutions most detested by us and our ancestors always thirsty for vengeance.

This time, as a target we picked an abject Catholic church located on Avenida de los Insurgentes Norte, in Colonia Lindavista, Delegación Gustavo A. Madero, north of Mexico City.

That’s how it went when in the early evening of July 13th, we abandoned our bomb in the gardens of that church. It was in a black box which contained a galvanized nipple full of nails and marbles. The package had an electromechanical switch, that is, it exploded when the top was opened. On the package was written, “A gift for the House of the Lord, with love.” We did this thinking that the bomb would be taken into the church and it would explode in the “house” of the Western god imposed for centuries.

But, as the press knows, our package-bomb did not explode in the church, but a curious and dumb man was passing by, saw the package, and seeing the word, “gift,” put aside his “Christian honesty,” (which of course only happens in Mexico, son of a bitch!), and, upon opening it at a bus stop, an infernal detonation tore through his old and disgusting flesh. His fingers were blown off, his hands were severely burned, his guts were hanging out, and surely his eardrums were punctured, all that for being a dumbass. They say that you get what you deserve, and it seems in this case, the saying is true…

Let it be known that the attack was directed at the church, but in any case, a meddling Good Samaritan “sacrificed” himself without realizing it, and received wounds that were intended for the religious of that vomit-inducing place. Let it be known as well that if the church and its faithful came out safe and sound in this eco-extremist attack, we aren’t going to rest until we see their churches burned, and we slit the throats of its priests and nuns, and indiscriminately wound religious society as a whole, Amen.

Let’s see if with this the PGJ continues to deny our existence as they have been doing for some time. Maybe they’ll invent some stupid excuse to cover the sun with a finger as they are wont to do at this point. Maybe now the authorities, after reading of our taking responsibility for this action, will retract what they have said previously and deny that the man was wounded by a bomb, but rather was wounded by an accumulation of gas that came out of the ground or some other stupidity of that type, HA!

The investigative police, the agents of the Attorney General’s Office, and the useless people in the Task Force already know who is responsible for this attack. You and we know that the galvanized nipple had the initials “ITS” written on it. But for some reason you said nothing about it to the press, naughty kids!

The “demons” of the natives massacred by the invading Christians are on the loose, no one and nothing will detain their fury.

The attacks continue in the form of murders, arson, package-bombs, and in general, in the deformed “form” of CHAOS!

Courage to the individualist egoists, the eco-extremists, the nihilist terrorists who have shaken off the sickness of humanism and strike without any regrets!

Wounds, blood, suffering, and death to the hyper-civilized!

With the Unknowable at our side:

Individualists Tending Toward the Wild – Mexico City

-Popocatzin Clan

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(Messico) Trentaduesimo comunicato delle ITS: Rivendicazione del pacco-bomba in GAM

“La curiosità ha ucciso il gatto”.

Siamo arrivati a un punto nel quale ferire persone aliene all’obiettivo desiderato per noi è uguale, in più perché ci tolgono (in qualunque modo) il piacere di colpire chi NOI scegliamo. In ogni modo il godimento per il dolore umano e le ferite sanguinolente persistono.

Questa volta non siamo usciti per strangolare, accoltellare o sparare a nessuno, non siamo usciti per incendiare, ma siamo emersi con un pacco-bomba estremamente effettivo per abbandonarlo in una delle istituzioni più detestate da noi e i nostri antenati, sempre assetati di vendetta.

Ora, come obiettivo abbiamo scelto un’abietta chiesa cattolica ubicata sopra Via del los Insurgentes Norte, nella colonia Lindavista, delegazione Gustavo A. Madero, a nord di Città del Messico.

Così al tramonto del 13 Luglio, abbandoniamo la nostra bomba dentro una scatola nera, nella zona dei giardini di detta chiesa. Questa conteneva un tubo galvanizzato ripieno di chiodi e biglie. Il pacco era con attivazione elettromeccanica, cioè, quando forzando il coperchio, si genera l’esplosione. La scatola aveva una legenda che diceva, “Donazione per la casa del Signore, con tutto l’amore.” Questo era stato pensato affinché la bomba fosse portata dentro la chiesa ed esplodesse nella “casa” del (imposto da secoli) dio occidentale.

Come abbiamo saputo dai giornali, (1) la nostra bomba-scatola non è esplosa nella chiesa, ma un uomo curioso e idiota che passava in zona, vede il pacchetto e vedendo la parola “Donazione”, ha fatto la sua parte nell’“onestà cristiana”, prendendo l’impegno con cattiveria, portandola lontano dal nostro obiettivo (in realtà questo succede solo in Messico puttana madre!), e aprendolo a una fermata di un autobus (2). Un’infernale esplosione scuote la sua vecchia e immonda carne, le dita sono fatte a pezzi, le mani sono seriamente bruciate, lo stomaco è ferito, e in maniera sicura i timpani sono esplosi, tutto perché è stato un coglione. Dicono che uno riceve quello che merita, e apparentemente in questo caso, il detto ha indovinato…

Che si sappia dunque, che l’attentato era diretto alla chiesa, tuttavia, un buon samaritano ficcanaso si è “sacrificato” inconsciamente e ha ricevuto le ferite che erano pensate per dei religiosi di questo posto stomachevole. Che si sappia anche, per adesso, che la chiesa come istituzione e i suoi apprendisti si sono salvati da quest’attentato eco-estremista. Non ci riposeremo fino a che non vedremo bruciate le loro chiese, fino a sgozzare curati e suore, fino a ferire indiscriminatamente la società religiosa in generale, amen.

Vediamo con questo se la PGJ continua a negare la nostra esistenza come lo fa da qualche tempo. Magari può inventare stronzate per coprire il sole con un dito, com’è abituato a farlo. Magari ora l’autorità, dopo avere letto questa rivendicazione, si ritiri e neghino che l’uomo non fu ferito da una bomba, bensì da un’accumulazione di gas che è provenuta dal sottosuolo o stronzate di questo tipo, SI!

La Polizia Investigativa, gli agenti della procura, e gli incapaci del gruppo di Forza di Lavoro sanno già chi sono i responsabili di quest’attentato (3), tanto voi quanto noi sappiamo che il tubo galvanizzato utilizzato aveva scritto sopra la sigla ITS, solo che per chissà quale ragione non lo hanno detto alla stampa, furbi!

I “demoni“ dei nativi massacrati dai cristiani invasori sono liberi, e niente e nessuno può fermare la loro furia.

Gli attacchi continuano in forma di assassini, fuoco, pacchi-bomba, e in generale, nella “forma” disforme del CAOS!

Forza agli egoisti individualisti, gli eco-estremisti, i nichilisti terroristi che sconquassano la malattia dell’umanesimo e colpiscono senza alcun rimorso!

Ferite, sangue, sofferenza e morte per gli iper-civilizzati!

Con l’ignoto dalla nostra parte:

Individualisti Tendenti al Selvaggio – Città del Messico

-Clan di Popocatzin

Note:

  1. http://www.jornada.com.mx/ultimas/2017/07/14/un-hombre-lesionado-por-explosivo-en-callejon-de-gam
    https://megalopolismx.com/noticia/24151/estalla-caja-caritativa-en-delegacion-gam-un-hombre-resulto-herido-de-gravedad

  2. http://www.enfoquenoticias.com.mx/noticias/pgj-investiga-lesiones-de-un-hombre-al-detonarle-artefacto-explosivo-en-gam

  3. http://www.radioformula.com.mx/notas.asp?Idn=698619&idFC=2017

Ps: Merda, perché in Messico, non ci sono vecchi primitivisti come il frocio di Zerzan? Che sia la stessa cosa per i progressisti…