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[pt-it] Mensagem Póstuma a Kevin Garrido, de um Individualista Tendendo ao Selvagem

“(…) E com isso eles acreditaram ou pensaram que iriam me intimidar; uma catarrenta cuspida no rosto do poder e uma guerra até as últimas consequências foi e é minha furiosa resposta. (…)”

“(…) Senti a solidão por tantos meses que meu hermético coração já se acostumou com a constante ameaça de um bisturi atrás dele, nada nem ninguém conseguirá apagar as cicatrizes que ali estarão para o resto de minha vida e com as quais abraçarei a morte vingando tudo o que a mim e aqueles que estão comigo conseguiram fazer. (…)”

“(…) Jamais irei suprimir em minhas memórias os chutes e socos contra a polícia e suas feias caras de covardia, os dias e noites correndo com fogo nas mãos em direção à autoridade, os alarmes soando de lojas ardendo, xs cidadãos correndo e gritando apavoradxs enquanto um ônibus queimando iluminava a noite. As noites onde a cidade retumbava por uma explosão e seu esplendor causando terror. Jamais esquecerei a polícia correndo para se esconder ante uma chuva de tiros nem as belas curvas de uma bala .40… (…)”

“(…) Nos tempos difíceis nunca abandonamos a luta, talvez os cães ladraram ao nosso redor, mas suas respirações nunca nos atingia, estivemos olhando um ao outro, assegurávamos nossas decisões, checávamos as nossas armas, perguntávamos a nosso ódio e dizíamos “vamos novamente… desta vez até o fim…” (…)”

“(…) À cidadania eu espero que explodam infinitas bombas, porque a “imunda vida cidadã não é encontrada apenas nos quartéis”. Estou contra a civilização e considero a cidadania/humanidade o alvo mais civilizado (me incluo), são xs que estão grudadxs ao progresso e se esforçam para seguir destruindo todo o indômito, todo o selvagem pelo sujo e asqueroso papel chamado dinheiro. (…)”

Quão difícil é escrever algumas palavras para se despedir de um guerreiro indomável. Eu nunca te conheci, Kevin, mas isso não foi um impedimento para sentir o que sinto no coração. Somente por tuas ações e escritos pude reconhecer a nossa terrível afinidade.

Nossos olhares nunca se cruzaram nem nunca nos dirigimos uma sequer palavra, mas sempre senti em meu interior esta magnífica conexão espiritual. Desde quando você orgulhoso cuspia na cara de policiais em frente as câmeras, desde o momento em que meus ouvidos escutaram em êxtase: “Abaixo às jaulas da sociedade civilizada”, a partir daquele momento o meu coração soube.

Estou profundamente triste por tua partida, irmão, não nego isso. Era de madrugada e como eu não costumo acessar a internet a este horário, não podia acreditar, a medida em que lia eu suplicava para que fosse apenas uma confusão de nomes, mas não, era tu, compa. Imediatamente senti um frio na barriga e meu coração doeu, meus olhos se encheram de lágrimas…

Estou triste, é verdade, mas a morte deve ser amada, assim como amamos a vida, e assim como se anseia e vive a vida, da mesma forma se deve viver e ansiar a morte. E tua morte, a morte dos guerreiros, é a mais bela. Estou triste, é verdade, mas há algo em tua partida que me enche de regozijo. E é que tu morreste dando guerra nas asquerosas prisões, tu te foste dando guerra até as últimas consequências e tenho certeza de que tu ansiava pela morte, irmão, o meu espírito sente isso, tu queria nos deixar lutando como fizeram os selvagens araucanos…

Saber que já não estás mais lá e que tu partiste aos abismos me inunda de um sentimento de felicidade ancestral. Para lá partiste agora, compa, os abismos são teu novo lar. Aqueles abismos onde habitam as almas de outros guerreiros. Para aqueles abismos que eu só visito quando saio com minha carga explosiva, para aqueles abismos que eu também habitarei em algum momento. Espero com ânsias por este dia. Por agora, me espere irmãozinho, que logo riremos juntos como demônios!

Saúde os ancestrais por mim, saúde a Caupolicán e Lautaro, saúde a Lola Kiepja e aos espíritos de Kloketen, saúde a Punki Mauri e diga a ele que ainda continuamos honrando seu nome, diga-lhe que é verdade, “a morte disse que nos ama”. Saúde a tantos outros guerreiros e diga-lhes que nos aguardem, que antes de morrer abraçaremos o Caos…

Por lá nos veremos, irmão, mas não ainda. Eu ainda respiro e vivo e tenho meu sangue ardente correndo em minhas veias. E enquanto ser assim atentarei com todas as minhas forças contra a civilização. Na companhia de meus cúmplices e na solidão te prometo em teu nome à tua memória seguir dando guerra.

Compa, não te prometo vingança, não. Te prometo seguir em meu caminho de atentados contra a humanidade e seu progresso, te prometo fogo e pólvora, sangue, feridas e mortos.

Me dá vontade de sair amanhã mesmo para honrar teu nome, meu corpo deseja isso, mas me aguento e me acalmo, tenho e temos artefatos prontos, mas ainda não é o momento. Enquanto isso, acendo uma vela e um incenso como um ato simbólico à distância para me despedir de ti, com canção “A Danza das Ánimas” de SM, e com um uivo ao céu escuro concluo o ritual.

Que vontade de ir a teu velório me despedir e derramar lágrimas sobre teu caixão. Eu só me limito a lembrar-te à distância e escrever-te estas palavras, que teus próximos te despeçam como um guerreiro.

Assim é a vida e a morte dos guerreiros, lembrem-se de que os guerreiros não morrem simplesmente, não. A morte de um individualista libera a energia do Caos e sua alma sempre permanece conosco, nos acompanha e nos guia.

Um guerreiro morreu, morreu abraçando o Caos e isso nunca é esquecido, não o esquecerei, não o esqueceremos.

Irmão, daqui da mesma terra em que habitamos me despido com os olhos lacrimosos e um sorriso orgulhoso. Siga dançando no abismo!

¡Mauri, Seba, Mark, Kevin, como os ancestrais morreram!

Pela vida no Caos, pela morte no Caos!

Sempre em minha memória e nas andanças de ITS!

O que virá por aí é por ti, Kevin, é por vocês!

Abro os meus braços a ti, porque nós somos os únicos que permanecerão, para lutar contigo, viver ou morrer

Um Individualista Tendendo ao Selvagem

Italiano:

“(…) E con ciò hanno creduto o pensato di intimidirmi; uno sputo di catarro di fronte al potere e una guerra alle ultime conseguenze era ed è la mia risposta furiosa. (…) “

“(…) Ho sentito la solitudine di così tanti mesi che il mio cuore ermetico si è già abituato alla costante minaccia di un bisturi dietro di esso, niente e nessuno sarà in grado di cancellare le cicatrici che rimarranno per tutta la vita e con cui abbraccerò la morte vendicando tutto ciò che io e quelli che sono con me siamo riusciti a fare. (…) “

“(…) Non cancellerò mai dalla mia memoria i colpi diretti di calci e pugni alla polizia e le loro brutte facce vigliacche, i giorni e le notti che corrono con il fuoco nelle mani verso l’autorità, gli allarmi che urlano all’unisono di locali in fiamme. I cittadini corrono e urlano terrorizzati mentre un piccolo incendio illumina la notte. Le notti in cui la città mormora per un’esplosione e il suo splendore ha causato terrore. Non dimenticherò mai la polizia che corre al riparo, prima di una pioggia di colpi o delle belle curve di un proiettile da quaranta millimetri … (…) “

“(…) Nei momenti difficili non abbiamo mai abbandonato il combattimento, i cani possono abbaiare intorno a noi, ma il loro respiro non ci ha mai toccati, ci siamo guardati, abbiamo preso le nostre decisioni, abbiamo controllato le nostre armi, abbiamo parlato al nostro odio e abbiamo detto “andiamo di nuovo … questa volta fino alla fine …” (…) “

“(…) Spero che sulla cittadinanza esplodano infinite bombe, perché” la sporca vita di città non si trova solo nelle caserme “. Sono contrario alla civilizzazione e alla cittadinanza / umanità che considero l’obiettivo più civilizzato (incluso me stesso), sono coloro che sono attaccati al progresso e insistono nel continuare a distruggere tutto l’indomito, tutto il selvaggio per la sporca e abietta plastica chiamata denaro. (…) “

Quanto è difficile scrivere poche parole per dire addio a un guerriero indomabile. Non ti ho mai incontrato Kevin, ma non è stato un impedimento per sentirti nel cuore cento volte. Semplicemente dalle tue azioni e dai tuoi testi ho potuto riconoscere la nostra terribile affinità.

I nostri occhi non si sono mai guardati e non ci siamo mai parlati, ma ho sempre sentito dentro me, quella magnifica connessione spirituale. L’attimo in cui sputi fieramente di fronte alle telecamere, nel momento in cui le mie orecchie ascoltavano in estasi: “Abbattiamo le gabbie della società civilizzata”. Da quel momento il mio cuore sapeva.

Sono profondamente rattristato dalla tua dipartita fratello, non lo nego. Era mattina presto e siccome non avevo avuto modo di controllare Internet, non potevo crederci, mentre leggevo ho supplicato che fosse solo una serie di nomi, ma no, eri te compa. Ho subito stretto il petto e il cuore mi faceva male, gli occhi si sono riempiti di lacrime …

Sono triste, è vero, ma la morte deve essere amata proprio come amiamo la vita, e così come la vita anela e vive, allo stesso modo in cui la morte deve essere vissuta e desiderata. E la tua morte, la morte dei guerrieri è la più bella. Sono triste, è vero, ma c’è qualcosa nella tua dipartita che mi riempie di gioia. Sei morto combattendo in carceri ripugnanti, sei rimasto in guerra fino all’ultimo e sono sicuro che tu anelavi alla morte fratello, il mio spirito lo sente, tu volevi lasciarci combattendo come gli araucani selvaggi …

Una sensazione di felicità ancestrale mi riempie della consapevolezza che non ci sei più e che sei partito per l’abisso. La, ora compa, gli abissi sono la tua nuova casa. Quegli abissi che abitano l’anima di altri guerrieri. Quegli abissi che visito solo quando esco con il mio ordigno esplosivo, quegli abissi che vivo anch’io in un dato momento. Non vedo l’ora che arrivi quel giorno, per ora stringimi fratello, dopo rideremo insieme come demoni!

Salutami gli antichi, Caupolican e Lautaro, salutami Lola Kiepja e gli spiriti del kloketen, salutami punki Mauri e digli che onoriamo ancora il suo nome, digli che è vero, “la morte dice che ci ama”. Salutatemi tanti altri guerrieri e digli di attendere prima di morire per abbracciare il Caos …

Perché ci vedremo l’un l’altro fratello, ma non ancora. Ancora respiro, e vivo, e ho il sangue che mi brucia nelle vene, affinché attenterò, con tutte le mie forze contro la civilizzazione. In compagnia dei miei complici e in solitudine prometto nel tuo nome alla tua memoria di continuare a dare guerra.

Compa, non ti prometto vendetta, no. Ti prometto di continuare nel mio percorso di attentati contro l’umanità e il progresso, ti prometto fuoco e polvere nera, sangue, ferite e morti.

Ho voglia di uscire stamane per onorare il tuo nome, il mio corpo lo vuole, ma mi fermo e mi calmo, ho e abbiamo ordigni pronti, ma non è ancora il momento. Nel frattempo una candela e un incenso come atto simbolico in lontananza per dire addio, con la canzone “La Danze delle Anime” dei Sangre de Muerdago, e un ululato al cielo oscuro, conclude il rituale.

Vorrei andare al tuo funerale e dirti addio, e versare una lacrima sulla tua bara. Mi limito solo a ricordarti da lontano e ti scrivo queste parole, che i tuoi intimi ti dicano addio come un guerriero.

Questa è la vita e la morte dei guerrieri, ricorda che i guerrieri non muoiono, no. La morte di un individualista in guerra libera l’energia del Caos e la sua anima rimane sempre con noi, ci accompagna e ci guida.

Un guerriero è morto, è morto abbracciando il Caos e questo non si dimentica, non lo dimenticherò, non lo dimenticheremo.

Fratello, dalla stessa terra in cui abitiamo, ti dico addio con gli occhi pieni di lacrime e orgogliosa sorrido. Continua a danzare nell’abisso!

Mauri, Seba, Mark, Kevin, siete morti come gli antichi!

Per la vita nel Caos, per la morte nel Caos!

Sempre nella mia memoria e nelle avventure delle ITS!

Quello che verrà è per te Kevin, è per voi!

“Ti apro le braccia, noi siamo quelli che rimarranno e combatteranno al tuo fianco, abbracceranno la vita, abbracceranno la morte.”

– Un Individualista Tendente al Selvaggio dal Cile

(it) Senza mediazioni etiche

Publicación afín al Terrorismo Nihilista desde Italia.


IV

La frase espressa dagli Insurrezionalisti in Messico, gettata moralmente contro il gruppo internazionale Eco-estremista ITS, mi ha fatto approfondire…
Approfondire, perché sti Insu-re nel loro pensiero normale-represso, invece di combattere- per modo di dire- le ITS e altri gruppi Estremisti anti-politici, dovrebbero prima pensare agli informatori in seno al giro anarchico…
Cazzi loro, di sicuro, su questa diatriba sterile, basata soprattutto su facili conclusioni, non l’avranno vinta.
Ma dato che l’ho presa, come titolo per questo testo, mi è anche piaciuta, perché rispecchia esattamente quello che sono io e il gruppo terroristico nichilista a cui appartengo ( basta fare due calcoli facili per capire), cioè, quello che è espressione di anti-umanismo e attacco indiscriminato.
Detto così, forse non si riesce a comprendere, quello che voglio dire…
Senza mediazioni etiche, senza passare attraverso una decisione che a che fare con il bene e il male, ma che appartiene al Terrorista anti-umanista, che quando colpisce pensa esclusivamente al proprio bene e al godimento che produrrà l’attentato che ha portato a compimento.
Ma andiamo subito a fare un esempio che ha a che fare con le “mediazioni etiche”:
Joseph Paul Franklin, è stato un assassino seriale razzista [1]; è stato, perché è morto esecutato nelle democratiche prigioni degli Stati Uniti. Nella sua “carriera”, ha ammazzato decine di persone, fatto rapine in banca, messo ordigni esplosivi, e altro, tutto questo, per il suo progetto criminale suprematista/ Rahowa [2], dato che i suoi obiettivi erano primariamente le coppie miste razziali, e lo ZOG [3].
Se uno vede le cose in maniera normale, e si legge la biografia, di Franklin, penserà subito a un estremista (questo è sicuro), ma ne intravede anche una persona che ha fatto della sua vita e delle scelte, un moto che va diretto alla frase “senza mediazioni etiche”.
Su questo punto, io invece, non vedo il suprematista bianco come un individuo che ha fatto della sua vita, un progetto senza nessuna mediazione etica, perché è vero, era un feroce assassinio seriale, si appostava in agguato, e in maniera premeditata, per colpire coppie miste, ma dentro di se, faceva una differenziazione, un discrimine, è probabile che detestasse i misantropi estremisti, nonostante una persona con una visione comune, sicuro, lo avrebbe apostrofato di “misantropia, nichilismo,ecc..”

Franklin voleva una guerra razziale, una guerra, dove il suo nemico sarebbe stato il non bianco, l’ebreo/sionista, forse il cattolico, era ossessionato, dalle coppie miste razziali, è per questo ne faceva un odio estremista, ma non per questo misantropico.
Lui aveva un’etica, attenzione, qua intendo, per etica, non una precisa scelta contro un altra scelta non sua, ma un etica, che apparteneva a un luogo comune, seppur radicale, di razza, comunque un idea, che di sicuro, non avrebbe colpito, con il proprio fucile da caccia, o una pistola, un bianco eticamente puro. La differenziazione che faceva, lo portava direttamente dentro una scelta etica, quindi discriminava, e avrebbe accettato una guerra chiamata “razziale”, è questo significa che avrebbe voluto unirsi ad altri suprematisti, magari creare un battaglione, e per questo, era un neo-nazista (che comunemente è chiamato nazional-socialista. Ricordiamoci che significa nazionale e socialista, e facciamo due conti con la misantropia).
Dunque differiva, faceva delle scelte etiche, ricondotte a un preciso studio biologico, antropologico e scientifico delle razze, e dato che si poneva come suprematista bianco, e voleva fare primeggiare la sua di razza, si poneva direttamente verso una espressa e diretta mediazione etica. Queste mediazioni, certo, non le faceva con altre razze, ma le avrebbe fatte, se avesse dovuto colpire indiscriminatamente dei bianchi puri “che non c’entrano”.
Il punto capitale è questo: la differenza è totale, tra una guerra ideologica, e chi
agisce in maniera indiscriminata. Pensate che un neo-nazista (che voi chiamate misantropo), dopo un terremoto, non vada a controllare se qualche suo “comrade”, è morto o no? O non esulti se nel terremoto sono morti solo neri ed ebrei?
Quindi fa un discrimine ed è per questo, che si pone come un individuo che
dall’altra, si colloca in un etica personale e generale con un ottica di razza
eticamente identificabile.
Un piano preciso delle cose non esiste, manco per una persona che appartiene a un ideologia distinta, ma nel suo agire, in un atto, questo ideologista, sfuggirà all’azione indiscriminata, almeno che al di dentro di tutto questo, esso, non consideri il “colpito” come colui che ha una colpa morale. [4]
Se un suprematista bianco, colpisce una persona per strada a caso, ma gli da una colpa morale, l’azione si svuota del significato di indiscriminato. Il colpire una persona qualunque, che per esso, è colpibile moralmente, è un segno preciso di discrimine.
Vedendone una colpa, un individuo (in questo caso un neo-nazista o suprematista), colpirà in maniera etica, ma non andrà mai a pensare di colpire un bianco, solo per il fatto che è un essere umano.
Franklin può aver colpito nella maniera più feroce, fredda ed estremista, questi sono particolari propri di attitudine personale, ma ha sempre ricondotto le sue azioni, attraverso un odio che mediava eticamente: bianco misto: colpibile. Bianco puro: non colpibile.
Non colpibile, nel senso, che non ne vedeva un nemico, perché apparteneva alla sua stessa razza; razza che in questo senso, ha un concetto ben assestato, di appartenenza generica-massiva, senza capire se si vogliono fare delle differenze tra individuo e individuo.
Allora perché, nel mio giro, abbiamo sempre affermato che il Misantropo è un Individualista, un Egoarca, un Unico? Perché l’odio che emaniamo, non ha che fare con una simulata “mediazione etica”, ma contro l’umanità intera, senza voler fare differenze e senza differenziare un atto fattibile da un altro non fattibile.
In questo senso “senza mediazioni etiche”, è una frase che centra direttamente
l’attacco indiscriminato, perché va alla fonte del dibattito morale scatenato, da
persone che hanno un enorme risentimento dentro di esse: questo dibattito,
questo chiacchierare a voce alta, per non fare vedere lo sporco che si ha ai piedi
della propria coscienza, dice: “ si può colpire un obiettivo, fino a un limite,
questo limite è l’essere umano generico, che non ha colpa alcuna, rispetto allo
Stato…” ecc ecc..che palle!
La differenza tra un suprematista bianco e un Misantropo nichilista indiscriminato, non è- per quest’ultimo, la scelta etica che farà rispetto a un altra scelta etica, che significa “mediare”, ma che questo scegliere non vede la differenza tra umano e umano, certo, un Individuo misantropo, ha precisi obiettivi, perché gli piace il particolare che deve colpire, ma rispetto a un mediatore tra bianchi puri e non puri, non fa nessuna differenza.
Non fa nessuna differenza perché gli piace colpire l’umano, come “accumulo
putrido di umanità”. È l’umanità non ha differenze, perché vegeta su un piano di
sussistenza, non ha nessun interesse a innalzarsi, anzi non si innalza perché
non appartiene all’Individuo superiore.
L’Individuo superiore, quali che siano le azioni estremistiche portate avanti
politicamente, ne vede un allontanamento enorme dalla distruzione della realtà,e
di ogni base etica.
L’azione estremistica politica, ritorna a essere la conservazione di un valore nei
valori, che espressamente “media”, perché non colpirà a caso (come affermano
i vari embargoisti), o in maniera indiscriminata, ma nella propria ricerca di colpa,
attaccherà un nemico eticamente riconoscibile.

È anche se colpirà gente che viene considera innocente, lo farà perché gli da una valutazione e colpa morale, ma che non oltrepassa l’umano e la propria sussistenza vitale.

Schizo

[1] Tanto per capirci, se questo tipo, fosse stato in giro, in questo periodo, l’avrei vista veramente brutta, per voi anti-fascisti anarchici, ci sarebbe stato un nemico pesante da affrontare o da subire. Anche se sembra che nelle azioni omicidiare, a Franklin, non interessasse tanto l’antifascista, e probabilmente manco il dibattito tra una parte e l’altra.
[2] Acronimo di “Guerra santa razziale “.
[3] Tradotto come “Governo d’occupazione sionista”. Termine attribuito inizialmente al neonazista Eric Thomson.
[4] Pensiamo come l’assassino seriale razzista Franklin, colpisse dei “bianchi”, perché per lui avevano la colpa morale di interagire con individui di altre razze.

(it) Collezione di Comunicati delle ITS (e annesso)

Nueva publicación editorial desde algún lugar de Europa.
¡Adelante con los proyectos de propaganda anti-humanista!
¡Ánimo a los complices!


Introducción
Como “Uroboro Silvestre” nos sentimos emocionados cuando tradujimos los textos de esta “colección de comunicados” de los individualistas Tendiendo a lo Salvaje (con el anexo en el folleto). Nos dijimos a nosotros mismos: ¿quién, incluso cerca de esta tendencia, se aventuraría, arriesgándose, a traducir textos con ataques de paquetes de bombas, incendios, asesinatos, todo bajo el disfraz del eco-extremismo y el terrorismo? El eco-extremismo es una tendencia que abrumadoramente ha llegado también a Europa, con varias “células” que combaten en una guerra a muerte, contra el sistema tecnológico y su cadena de valores morales.
Nosotros, como pequeño grupo de traducción, damos nuestra contribución para expandir el eco-extremismo, incluso aquí en Italia, donde ya han habido quienes contribuyeron a todo esto en el pasado (hablamos del terrorismo nihilista).
Nuestra meta, como lo anterior dicho, es expandir la Tendencia, tratar de desestabilizar el sistema moral y humanista, inherente en esta parte de Occidente, un sistema que también ha entrado en una perspectiva de “compañerismo” anarquista. Esto no significa que todos los anarquistas en Europa estén en contra del eco-extremismo, de hecho, pero que la moral cristiana ahora es completamente infiltrante dentro de la idea anarquista, incluso la informal, la individual, reduciendo el particularismo que, por ejemplo, en la Federación Anarquista Informal, tenía hasta hace unos años.
Nuestra idea de proyecto, para concluir, es compilar una serie de comunicados, adecuados para producir un folleto con cuerpo, que se desarrolla en el tiempo y el espacio, como una contribución a un debate, que comenzó en 2011, con el nacimiento de un Tendencia: el eco-extremismo.

¡Adelante con la Guerra contra el Sistema Tecnológico y la Civilización!

Collezione di Comunicati delle ITS (e annesso)

(es) MISANTROPÍA EXTREMA ACTIVA

Presentamos con tremendo orgullo Egoísta la traducción de “Misantropia Attiva Estrema”, el filoso y amenazante texto escrito por el peligroso Nechayevshchina.
Al parecer, el escritor habla de un atentado cometido por Nihilistas Misántropos en junio de este año, por lo que si es así, lo celebramos terrorísticamente.
¡Que la afinidad de sangre continúe entre los Eco-extremistas y los Nihilistas Terroristas!


“La lluvia puede lavar la sangre y el hedor, pero mi corazón nunca puede ser purificado, hay una astilla en su núcleo más profundo, y es más frío que un cuchillo…”

Hundiéndome en el centro del alma rota, separada del todo con violencia, por la Experiencia de la sangre sublime de la Misantropía, prevaricar de ataques y Atentados del Ego Único amenaza a otros egos, lo que los desfiguran, haciéndolos a la semejanza del Cristo Redentor, espectros secos: sin gloria, sin impulso vital, que se asemejan al espejo del mundo, brutal espejo que no quiere mirar absolutamente, pensando que podría ser la pesadilla de muerte, dado y recibido, el chorro de sangre que desciende desde las cuencas de la nariz y los ojos, ¿no es éste el ser humano moderno?, y no lo acepta, no quiere dar la vuelta, hacia el espejo que brilla en las profundidades de la conciencia, y la proyección de una imagen distorsionada es lo que altera la apariencia de la realidad verdadera, y donde no hay sinceridad o lealtad, inclinación a dar al próximo lo que le gustaría dar…

El mundo, la sociedad, son la imagen del espejo, por lo que es deformado toda la verdad y la curva hacia la brutalidad de la vida y la muerte, donde el amor es el odio, y todo esto se invierte, y se dispersa en un sinfín de variaciones y mutaciones, metamorfosis de lo que antes había en algo que ahora “ya no está” en un círculo eterno interminable de vuelta al cambio, en una reversión de todo el mundo orgánico y las verdades que se convierten en interpretaciones, donde penetra el Caos y se hunde en las entrañas, y que rasga el fruto maduro de la normalidad, se alimenta de la base y de la esencia del orden humano, en una colisión que arruina las bases de la estructura de la ética-jurídica.
¡Por esto somos los que Negamos el derecho humano!
Este texto tiene la intención de lacerar el elogio a la generalización y experimentar lo que ahora llamaremos lo que es para el Terrorismo Nihilista la: Misantropía Extrema Activa.
Esto se debe separar claramente, y definitivamente de cada pasividad que sigue la idea de que todo puede ser una forma única de vivir el propio odio.
El Odio, para el Terrorista Nihilista, es amor para nosotros mismos, y lo afirmamos como Misantropía Extrema Activa.
Cada Misántropo debería ser un Individuo, pero notamos que en el mundo circundante, en esta sociedad uniforme, todos pretenden ser, lo que otros son, lo que absolutamente no quieren dar…
¿Sientes Individuos que sangran por pasión? Y luego, si es así, comienzan a sobresalir, ya que el Egoísta Único está profundamente celoso de sí mismo, sino también de su Clan de Sangre, nada de esto pasa al ser comparado con algo que no le pertenece…
¿Sientes esta profundidad Abismal penetrándote- destruyendo y creando para destruir?

Ahora vamos a profundizar, la Misantropía ” Extrema Activa” y la “pasividad”, se puede definir en algunos casos como “misantropía”, debido a como en lo anterior hay que distinguir, debemos separarlas- a través de proyectos propios terroristas.
El Misantropía, en general, como de hecho el Nihilismo, tiene en su interior varios puntos, incluyendo la política que se utiliza como una “espada de Damocles” por los anarquistas, para hacer sermones a los demás y para difundir su generalización victimista. Como se dijo, realmente tengo mis dudas que el mismo anarquista o un fascista, pueden estar relacionados con la misantropía, ya que su futuro ahora, no es sólo no dar soporte a todo esto, probablemente incluso estos individuos serían abolidos en el nombre de la sociedad civil nacional. También se encontró que la Misantropía es ampliamente rechazada (de hecho ha dejado bastantes quemaduras en el culo, por lo que sé…) a partir de estos nuevos anarquistas informales, pero podemos llamarlos de forma segura, socialistas, que ponen en su “pensamiento”: el nihilismo político básico, el insurreccionalismo, el comunismo no autoritario, el victimismo feminista, el individualismo colectivo y demás sermones cristianos. Lo importante es que sea igualitario, pero al final también ellos usan una buena dosis de autoritarismo, amenazando con dejar caer las cabezas de los extremistas y los terroristas Amorales.
En resumen, las variaciones son infinitas, pero todo lo que quiero hacer es una distinción clara, yo, por lo tanto, encontré la propia Misantropía Extrema Activa contra la pasividad (que, como se ha definido, también puede ser en ciertos casos- “misantropía”).

Pensemos en un terrible terremoto, de aquellos que en última instancia son el adelgazamiento del nivel de los recursos humanos, haciendo que el aire sea un poco más saludable, esto no reduce el odio Misantrópico Antipolítico que tenemos en confrontación con la zona circundante y contra toda la humanidad…
¿Un terremoto por un Misántropo debe ser entendido como un acontecimiento catastrófico del cual se expande el disfrute egoísta, y lo hace reír en voz alta, abiertamente, y Nihilísticamente…?
No, esto no es precisamente para todo el mundo, y por eso, queremos separarlo claramente del misántropo “a secas”, que al final es sólo un perdedor que siente que debe “definirse”, pero que cuando la brutalidad de la vida se presenta, por sus necesidades de “Afecto” quiere saber “cómo están los otros”.
¿Pero el Misántropo no debería tener una pasión antihumanista?
Y es por eso que este texto asesino está escrito, para hacer que la gente perciba esto, para posicionar la acción, el disfrute sublime, dentro del contenedor de lo absoluto, hacer que todo sea simplemente una definición insulsa.

En un foro, de los de larga data, que todavía existe (si saben del foro del que hablo…), leemos, después del terremoto en las Marcas y Umbría, varios comentarios de un tal caballero “misántropo”, pero creo que a veces las palabras se pierden, y la forma en que preguntan, de que todo esto debe ser resuelto sin la comunicación verbal, pero desafortunadamente están versados en el límite del lenguaje humano, de ahí no logramos salir, pero quién sabe, en pocos años con la robotización que impregna a la sociedad, tal vez haya una forma de atacar sin comunicar, nada más que con el propio odio…
He leído que este señor “misántropo”, está cuidando a sus similares, es decir, las personas que pertenecen a su misma región, y por lo tanto, esta diferencia significa que “para estar totalmente en contra de lo humano” se interesó por lo que trajo la muerte, específicamente porque, estas personas enterradas por un gran terremoto, nacieron en el mismo lugar o en la misma jodida ciudad que él…
Por lo que el sencillo Maverick misántropo se hizo que se convirtiera en una empatía humana compatible, y si usted está interesado: “¿Cómo son mis vecinos?” “Espero que todo esté bien, en lo que a mí respecta, siempre he golpeado en mi ciudad…”
Entonces, este “misántropo”, anula todo lo que dijo el día anterior, y se siente de humor para asegurarse de que todos estén bien…
Entonces, ¿qué es esto? Si la misantropía no pasiva es la que trasciende por completo del odio, esta se convierte en amor a los demás, “otros” que ni siquiera conoces, pero ahora empáticamente, debido a que son de la misma ciudad o región, se han convertido en sus hermanos y hermanas, pero también donde este pasivo subhumano se vuelve atento incluso a lo que hace la política institucional, y “si pudiera” ayudaría a las víctimas del terremoto… ¡Ajajaja!

Así que, repito, hay que hacer una selección, especificando lo que significa Misantropía Extrema Activa, y lo que es la responsabilidad total, la servidumbre al status quo de una idea humanista, la sumisión a clasificar a un ser humano igual a otro, la “empatía, irracionalidad racional, el amasamiento, todos los términos que se declaran enemigos de nosotros los Misántropos Extremistas.

– ¿Por qué Misántropo? Por qué el odio por la raza humana y el instinto Nihilista y salvaje, nos trajo a la Egoarquía, y es específicamente por esta razón que somos misántropos, por la actitud específica Egoarca. No es sólo por odio resentido que uno se convierte en un “misántropo”, solo porque se siente desafortunado (como en el ejemplo del terremoto) y luego se arroja a un supuesto círculo. El “Misántropo es específicamente Ego-Arca” porque escala el pico más alto de su trayectoria individual para mirar debajo del rastreo de lo humano como un gusano, ese el que quiere ser igual a todos y al resto de su especie, por esto el Egoarca Misántropo golpea aquello que está “de bajo”, y que viene a destruir el ambiente, el modo de vida del alcahuete, siendo solidario y promiscuo, con el fin de respirar profundamente y largo infinito Ápice abisal.

– ¿Por qué activo? Por qué El Misántropo Egoarca Nihilista, rechaza el fundamento de la responsabilidad que no tiene una dicotomía moral, sino una distinción que separa el bien específico de la de los valores absolutos y los derechos humanos, que son pasivos. Activo mientras fluye en su sangre la acción y el ataque directo a toda la humanidad. Acción y Atentado entendidos como la destrucción de los parámetros del nivel prescriptivo de personas sanas, la concentración masiva de los valores humanos y la ética, y es por eso que golpea con el texto, la palabra, el artefacto explosivo, el asesinato, el incendio, destruyendo la calma, pensando regular y nivelar la percepción, la comprensión, y lo graba en el relieve y con el látigo de las terminaciones nerviosas, como el Misántropo a lo Lejos ve a la humanidad con el sustrato de su mirada, sus ojos egoicos, buscan y ascienden a un Cumbre Activa contra el pantano de la pasividad.

¿Por qué Extremista? El Misántropo Activo nunca podría ser un hombre normal insertado en un contexto común en la sociedad. El Misántropo, como el anterior, que es específicamente Egoarca (recordando a los que creen en los cuentos de hadas “Stirnerianos para todos”), existe en el interior del núcleo fundacional de la autoridad, de la supremacía y de la primacía que la rodea, la preeminencia que se perfecciona por la acción de la posesión autoritaria y avances para destruir y reconstruir para destruir, la ley humana sin fin que compensa un propósito consecuente…
El Misántropo es Activo y Extremo, tanto, por qué tiene en su sangre el crimen amoral, y no sólo no se asusta de este elemento crucial, sino que pone en práctica las técnicas aprendidas con el Terrorismo, específicamente a través de Su Proyecto Ilegal.
¿Por qué decir una mierda por otro? ¿Por qué afirmar que el Egoarca no es autoritario? ¿Por qué no declarar que el Terrorista Nihilista es criminal?
Las palabras son contenedores vacíos solo si no contienen la sangre que gotea dentro de su propio Ápice Abisal, pero se llenan cuando se experimentan de una manera Amoral. “Palabra” no en el sentido estricto del significado humano y de la sociedad que la usa, me refiero a la afirmación- aunque en un contexto en la parte trasera de la fuerza limitativa- Nihilística en un descenso oculto y sin la estructura de la ética jurídica y de sus paredes compensatorias.

Por lo tanto el Terrorista Nihilista a través de su Proyecto Misántropo en contra de la totalidad de la existencia, inyecta las técnicas de criminalidad amoral, no meramente por un fin materialístico o idealístico (una rapiña, sólo para estar seguro, tienen de su lado el conjunto de tiempo para seguir atacando al Estado… esto como ejemplo), sino como el sentir propio, como una parte infinita dentro del cuerpo y la mente, que se define y se afirma:
¡El Misántropo Extremo Activo es un Criminal Amoral!

Volvamos a este texto, sobre el tema de la pasión común, y cómo es totalmente pasivo y se puede volver a conectarse a las branquias de esa Misantropía, es “cómplice”, sólo por un leve vacío de plazo incluso sólo en un sentido del odio común.
¿Qué es más pasivo, al concentrarse en lugares que están en consonancia con el absoluto de la vida, ya que uno quiere divertirse como los demás (es decir, con el “todo”)?
La persona que se masifican, siente que está haciendo algo que es cualquier cosa, ¿no hace eso por odiar pasivamente?
¿Crees que puedes amar estos lugares, esas formas de hacer, ese status quo, ese progresivo conformismo?
Amar Activamente es para el Individuo su propia especificidad.
Entonces, ¿por qué no golpear activamente estos lugares y estas personas abarrotadas?

No ser individuos, significa el hacinamiento para con los demás, acercarse a un entorno ordinario, se encuentra en una posición masiva egoístamente, sin querer elegir, pero lo hacen porque el “resto” lo hace…
Golpear indiscriminadamente estos lugares pasivos para el Misántropo Activo Extremista, es uno de los puntos esenciales que posee primacía sobre los valores humanos universales y únicos de la sociedad, destruyendo todo y haciendo prevalecer al Único, antes de ser finalmente condenado al “infierno”, o simplemente, antes de ser arrestado gracias a un infame de estos probables anarquistas modernos, quienes supuestamente son coherentes, y que usan la delación para deshacerse de sus enemigos. Y hago hincapié en “enemigos”, tal como los conocemos, pues para ellos, se trata de una “guerra”, y hasta que vean muertos o detenidos a sus enemigos modernos (es decir, los extremistas y terroristas anti-políticos), van a utilizar todos los métodos que su límite puede aplicar… y este primero de la delación.
Así que cuanto más se acumula más la pasividad, se cae en la totalidad de la existencia, en la persecución de su incorporación en la otra, en una fusión generalista entre los individuos, la reducción y adelgazamiento de cada momento vivido pasivamente, en toda una unificación global, que hace al uno igual al otro, con el fin de “juntarse”, porque no reconocemos otra sangre Afín, se prefiere ser niveladas y hacer que se corresponda en todo lo similar.
El “Misántropo” no es sólo un término tonto, bueno, solo para los frikis que se sienten “solos”, es la razón por la que fundé la “Misantropía Extrema Activa”, de respirar mucho tiempo en Mi Ego, y reírme mucho sobre las cenizas de esta sociedad decadente…

¿Por qué no golpear lo que llaman “convivencia”?
¿Cómo puede un Misántropo Activo y Extremista no tener un odio sublime por la convivialidad?
Una vez más tenemos que separarnos del mundo conocido, seguro, confiable, horizontal, para percibir un significado en nuestra Cueva Oscura, Arrogante, Vertical, Elevada, en Profundidad, Original, Extremista.
Un Misántropo Extremista Anti-político, debe tener en la sangre un Odio repleto, pero con sus propias peculiaridades, la especificidad y el amor de sí mismo, tener la sonrisa de los que se alegran, y para atacar a la “risa meliflua” en rodajas, lo que abre la boca y dientes a la fuerza, porque lo absoluto a su alrededor lo está haciendo …
Golpear, significa un atentado contra la vida y los lugares donde se halla la convivencia, donde se ve la masa humana, que es la masa que crea el odio Único, que quiere atacar y destruir, un punto en el tiempo, que es la estable paz social, ansiedad de unirse en la totalidad de lo existente, junto con otros, para ser iguales, equivalentes, ordinarios.
Atentado que golpea el cuerpo y la mente, las heridas, los muertos, las sacudidas, la mueca de dolor…

Lo que hace el Odio Activo y Misántropo, es el intento de levantarse, para progresar, para inscribir otra “muesca” en sus propias armas ilegales, para consumir su cuerpo y quemarlo en el Ritual Nihilístico.
Atacar criminalmente es equivalente a ir directamente a la raíz: a la acumulación como un valor y referencia de comportamiento.
Destruir para separar la “cosa de igual valor”, donde una persona se combina con otra, en una forma de vivir y pensar que cae dentro del mismo esquema y área de generalidad.
Segregar significa hacer que la acumulación y la convivencia sean frágiles y temblorosas, y es por eso que el Terrorista Misántropo ataca.

Andamos por un instante, de las partes de la Torre Spaccata, atravesada por Casilina, el tren ” Roma Laziali-Giardinetti ” no llega allí, en esta parte de las paradas periféricas está la ciudad eterna en Centocelle. Pero llegan fácilmente, ocultos, precisos, y fuertemente Odiadores, los individuos, los cuales colocan un dispositivo explosivo dentro de un automóvil y frente a él, ¿dónde? En una parroquia, donde se encuentra la llamada “convivencia”, un lugar de supuesta paz, de equilibrio del mundo y la sociedad, es con una explosión, que crean resentimiento, timidez entre los demás, aumentando de paranoia pasiva… testigo de las decenas de llamadas telefónicas al 112.

“Una fuerte explosión frente a la parroquia de Torrespaccata”, dicen los periodistas infames y deleitados, que tienden, como siempre a crear la misma confusión adecuada para crear Terror (del que se alimenta el Misántropo Criminal y Antipolítico…): ¿cerca o frente de la parroquia? ¿La bomba es una carta o con temporalizador? ¿Estaba dentro del maletero del vehículo o debajo de él? ¿Robaron el coche o no?

http://roma.repubblica.it/cronaca/2018/06/07/news/roma_bomba_carta_sotto_auto_in_sosta_a_torre_spaccata-198378016/amp/
https://www.ilmessaggero.it/roma/cronaca/bomba_carta_a_torre_spaccata-3782333.html#

http://www.lastampa.it/2018/06/07/roma/una-bomba-carta-sotto-auto-in-sosta-a-torre-spaccata-la-gente-urla-attentato-DB6YPM9ZUs0DOJMgFBysPI/pagina.html

Para lo cual:
¿Por qué debería golpear o atentar aquello que no me interesa, o meter en un caldero la totalización de la Misantropía?
¿Por qué no puedo discriminar contra otros misántropos y su forma de ser?
Si lo hiciera, entonces tal vez habría previsto lo que significa “egoarca”, no sólo su significado de síntesis o lo que dicen los profesores y estudiantes de la enseñanza de Stirner, sino aquel inherente a mi Profundo Abisal.
Por lo que un comunista, anarquista o un nazi son totalmente incompatibles con la Misantropía Extrema Activa, y sólo puede utilizar el sufijo o el uso metódico de la palabra “misántropo”.

Cierto, si se basa sólo el término de la palabra “misántropo” para designar un significado de odio, entonces todo se puede definir de esta manera, con toda razón se puede utilizar este magma en una profundidad insondable, la cual se convierte en un término simple, para ser un poco más malo para el “Yo Odio a la raza humana…”
Como en el texto anterior, sé que todos usan su ego para ganar y predominar, por lo que cualquier grupo político puede insertar la palabra “misántropo” dentro de su propio proyecto…
Y precisamente por esto (como para el Terrorismo Nihilista), ¿puedo distinguirme y encontrar la Misantropía Extrema Activa… no?
Es como decir, que, para los amantes de los sonidos extremos en la música, que si me gusta el sonido inquietante y un grupo como Funeral Doom como “esotérico”, entonces al mismo tiempo debo tener afición al ruido áspero de “Merzbow” …
Debido a que son ambos grupos de música perturbadora, ¿deberían gustarme al unísono?
¿Por qué un sonido, o imagen lírica, está sujeto a un límite absoluto de “todo lo que es extremo, y que destruye lo normal, entonces es esto bueno…?
Elijo lo que me gusta como “extremo y destructivo”, punto, y específico que para mí y mis distinciones, no pasan por un valor dicotómico determinista, siempre que persiga el amo a mí mismo.
Por ejemplo, los anarquistas modernos y sus sermones siempre tiran en esta cosa, que el misántropo es un nazi, porque hay ciertos grupos – en su camino extremistas- como la “Misanthropic Divisio”, organización neonazi establecido en Ucrania y se incluyen, entre ‘otro, en el’ Batallón de Azov ‘, para luchar contra la guerra de guerrillas de los separatistas pro-rusos del Donbass durante la Guerra del Este de Ucrania.
¿Por qué poner todo esto junto con la Misantropía Activa Extrema? Solo porque odian a la raza humana, específicamente a través de una idea nacional-socialista, que falla, ya que al final, no odian a la raza blanca…
¿Qué mierda tan supurante es el nacionalsocialismo?, ¿una acumulación de valores comunes, qué tiene que ver con la Misantropía Única?
Los valores en general o formas de pensar, ese olor a carroña, que luchan para escalar las alturas del Egoarca individual, que se entregan a una visión limitada de la vida y la muerte, que, con sus actos ilegales determinan la construcción de un futuro “en el futuro” donde puedan vivir en la armonía de su maldita sociedad… construyen, no destruyen, piensan en el futuro, no atacan solo por el presente” presente “…
Por supuesto, como lo dije arriba, si lo usa sólo como un término, “misántropo”, entonces todo se vuelve absoluto…

¿Por qué los anarquistas modernos quieren hacer incluso de politologos- no atacan el estalinismo, y en cuanto a la “División”, fue (también) como una provocación por parte de varios grupos de “música industrial”?
¿No fue el estalinismo una selección subjetiva y materialista de personas y de la historia de la humanidad?
¿Podría ser llamado “Misantropía” en general? Claro…
Todo esto, a través de este texto asesino, no determina, se replantea otra cosa que destruye la identidad única y específica fundada de la Misantropía Activa Extrema, perteneciente al Nihilista Terrorista y al Extremismo Anti-política.
Negamos los derechos humanos, y las leyes nacionales, sociales, populares, masivas, comunistas, normales, democráticas, la empatía, la igualdad, la mayoría de la minoría, con el humanismo en las ideologías e ideales, pasados y presentes…
¿Lo que es más Majestuoso es la Tendencia a superar al hombre, la creencia de que existe, sus leyes morales estrictas, la doctrina de la ética-jurídica?
Atacando a la sociedad de una manera Extremística y Terrorística, para ir más allá del hombre.
El Solemne Atentado Misantrópicos Activo y Extremo ataca al Dios de la humanidad, sus valores socialistas y nacional, al anarquismo moderno * y sus doctrinas de redención-cristianas, la búsqueda del progreso humano y la sociedad tecno-moral, la estabilidad y la euritmia, que tiende a ser superior al valor “hombre”, y empujando a través de la práctica el Ataque Indiscriminado y Selectivo para la Destrucción Nihilista…

¡NECHAYEVSHCHINA!

(it) Vagabondo

Traducción al italiano de “Vagabundo”, texto publicado en la Revista Ajajema n5.


Come un egoista con una personalità veementemente anti-sociale e nichilista, dovrebbe essere abbastanza apparente che i miei interessi, le mie passioni e i miei desideri si muovono con una forma completamente contraria agli interessi standard, le leggi e la moralità di qualunque società o stato. Senza che io sia disposto a cedere, retrocedere o compromettermi con nessuno, la mia vita criminale e maledetta, incomincia in gioventù, quando avevo deciso di non sprecare un altro secondo in più della mia vita conformandomi e cercando di ottenere accettazione o approvazione da quelli i quali mi circondavano.

Perché dovrebbe importarmi di essere stimato da altri che in fin dei conti mi ripugnano totalmente, e di cui odio la schifosa esistenza umana tanto quanto la mia?
Respingo quella pratica umiliante che costituisce la fabbrica sociale nella sua totalità, un vile tessuto di debolezza, imbecillità, timidezza e stupidità. Questo rifiuto di tutte forme non è passivo, è qualcosa che ho abbordato sempre con disprezzo assoluto, ostilità e frequentemente con atti di violenza contro quelli che hanno cercato di impormi qualunque tipo di catene sulla mia rigogliosa individualità.

Nella misura in cui ho imparato a vivere con la mia forza di volontà, le pareti carcerarie della scuola non hanno potuto contenermi più né l’immondizia ha potuto raggiungermi, cosicché ho passato tutto il mio tempo non andando a scuola e inizialmente ho goduto di questo tempo libero recentemente acquisito girando per i boschi e edifici abbandonati, ascoltando musica, disegnando e scrivendo. Continue reading (it) Vagabondo

(it) Delazioni a catena..Si, chiaro, a Città del Messico!

Per molto tempo abbiamo detto che l’anarchismo moderno è marcio, che questa dottrina politica sta morendo, e non è una bugia, da qualche tempo abbiamo dimostrato che la presunta “solidarietà” attuata da certi gruppi “anti-carcerari”, è più di una menzogna ipocrita. Che la “fraternità” e il “cameratismo” sono pura merda e aria fritta, e che questo “felice” movimento si basa sulla delazione, sulla doppia morale e sulle apparenze superficiali dei suoi massimi rappresentanti (eccetto alcuni esempi nobili). Questa volta, rendiamo pubblica la lettera (e la sua traduzione in inglese) dell’individualista “Tripa” dal Messico: le sue parole e la sua vita dentro la conflittualità, questo è uno degli esempi degno di onore.

Il “Tripa”, è stata una delle persone più impegnate nel movimento anarchico in Messico, in questa lettera divulga molti aspetti della sua situazione (lontano dalla “vittimizzazione degli attivisti”), rivelando la merda in cui il movimento anarchico è sommerso non solo in Messico, ma a livello internazionale …

E prima che i giudici anarchici inizino la loro cerimonia per bruciare le streghe, vogliamo dire che il nostro sostegno sarà sempre con gli individualisti che rompono con le “lotte “convenzionali , è che alla fine vengono “isolati” anche dal loro stesso movimento. Dall’altra ci sono i “compagni” che si scagliano ferocemente contro i loro nemici, dimostrando la loro coerenza individuale. Così come con l’individualista Kevin Garrido in Cile, oggi, da parte di Maldición Eco-extremista, rivendichiamo la nostra completa complicità con Mario Lopez “Tripa”, che la fuga continui, con il suo instancabile percorso di scontro.

Forza fuggiasco criminale!

Oggi come ieri, gridando ai quattro venti:

Misantropia e natura sempre!

Maldición Eco-extremista blog


Lettera pubblica di Mario Lopez Tripa

“Quello che si interpone sulla nostra strada, lo sconfiggeremo”

Prima di tutto, un enorme e cordiale saluto.

Poco più di cinque anni e mezzo fa, mi esplose accidentalmente una delle due bombe che trasportavo, fortunatamente fu la bomba meno potente, che era destinata agli uffici del partito politico PRD. L’altra era per una delle sedi del PRI. In quello momento non mi importava un cazzo, quale partito politico fosse, se fosse stata “Morena” allo stesso modo avrei attentato alla loro sede. Fu la notte del 26 di giugno dell’anno 2012, giusto un giorno dopo il mio compleanno. Il migliore regalo che mi ero dato, era l’incidente, mi dicevano gli investigatori che mi sorvegliavano all’ospedale.

Il motivo per il quale esplose la bomba- motivo che fino ad ora era stato un mistero ed un pettegolezzo all’interno del movimento anarchico e dello spettro insurrezionalista- secondo il vox populi, oscillava tra “avere composto la bomba in maniera errata o a bassa pressione o che la persona di nome Felicity Ryder e io eravamo in competizione su chi metteva più bombe e per questo motivo esplose, (pettegolezzo che è girato tra i circoli anarchici del D.F. fino a oggi, è che ha prodotto unicamente un danno per me), che esplose per volontà, ecc.”…non c’è stato altro motivo che è il seguente: che ho azionato la bomba nel posto sbagliato, cioè, che
l’ho attivata vicino a un trasformatore elettrico, pertanto, passando sotto a questo, il campo elettromagnetico emanato era più che sufficiente per scaldare il filamento della lampadina di 1.5 volt, è che fece detonare la dinamite; la seconda bomba non esplose perché in quel momento non era collegata ancora all’interruttore circuito. Ma questo errore fu dovuto a una distrazione che ho avuto in quel momento, una distrazione che non potrò mai perdonarmi ne trascurare.

Ora si può dormire tranquillamente, il dilemma è risolto, non ho nulla in più da dire rispetto a questo.

Tuttavia, questa lettera non è unicamente per chiarire perché esplose la bomba, ma è anche per comunicare alla platea di spettatori anarchici una circostanza successa durante questi anni, dopo essermi sottratto dalla giustizia dello Stato. Tutto questo, apertamente, su una delazione, una delle molte, è che uso come esempio, è che espongo, per fare partire una riflessione o l’azione contundente rispetto a chi non deve essere necessariamente torturato per denunciare compagni anarchici o fare pettegolezzo su di essi e così metterci in un pericolo potenziale.
Ci sono due cose che spiego nella lettera presente, questo comunicato pubblico, o come lo si vuole chiamare. Scusate se sono arrogante, se sono duro o aggressivo, ma letteralmente non me ne fotte un cazzo di quello che pensate; queste qualifiche sono destinate, rispetto al tuo stato di coraggio, ai tuoi sentimenti di inferiorità, la tua bassa autostima, i tuoi pregiudizi, la tua ideologia di merda, oppure, la tua maniera di vedere le cose che esporrò, della tua prospettiva e la tua critica ben focalizzata. Quello che farò, è omettere la verbosità e andare diretto al sodo.

Delazioni a catena

Bene, più di un anno fa un individuo anarchico che negli ultimi anni ’90 fino alla metà del 2000 era in prigione a causa di un “crimine comune”, in un paio di assemblee aperte (mi costa dire, almeno due di queste realizzate all’interno della Biblioteca Sociale Reconstruid) ha affermato che la Croce Nera del Distretto Federale diceva che “i compagni che erano in fuga (riferendosi a Chivo e io) stavano semplicemente passeggiando da (dissero il luogo) a (dicendo anche quest’altro luogo) con il denaro che ci viene dato in supporto, affermando che è così che paghiamo i nostri viaggi dal Messico ai paesi del Centro America, andata e ritorno.

Innanzitutto voglio chiarire, che non so se la CNA ha emesso tale affermazione delatrice, ma so che quelle parole sono uscite dalla bocca di quell’individuo che è amico e compagno della CNA-DF. Perché lo conosco a causa di varie versioni di varie persone distinte che non si conoscevano tra loro ma che erano in quelle assemblee aperte. E lo so perché lo conosco e so che tipo di persona è.

Rispetto a questo ho un paio di cose da affermare, sempre assumendomi il rischio che implica fare questo tipo di dichiarazioni in maniera pubblica, benché alla fine dei conti che un compagno carcerato o in fuga debba dire cose che possano pregiudicarlo in qualche modo, non è sempre colpa sua, come molti vogliono fare vedere, ma è una responsabilità collettiva che ricade dentro il movimento anarchico, poiché grazie alla gran boccaccia di alcuni, molti compagni si sentono, e ci sentiamo pressati- rispetto a diffondere questo tipo di risposte – soprattutto quando quelli che formano ancora il cosiddetto “movimento” anarchico e ancora peggio, lo spettro
insurrezionalista, non ha una reazione diretta verso questo tipo di infamie e verso questo tipo di individui. La maggioranza degli insurrezionalisti passano il tempo nello scrivere azioni nei loro comunicati pomposi, facendo azioni per non perdere il loro posto nello scena-spettacolo, ma nel momento in cui si devono usare le armi per ammonire i delatori e i chiacchieroni, nessuno fa niente. Quello che gli importa realmente è la loro notevole immagine, lo status, l’immagine dei loro gruppi anarco-punks di musica rivoluzionaria e cose così. Allora cosa rimane della chiamata di Solidarietà Rivoluzionaria di cui si fregiano gli insurrezionalisti? La Solidarietà Rivoluzionaria si riduce unicamente a comunicati, esplosioni, espropriazioni o azioni vistose per diventare visibili nel micro mondo irreale anarchico?

Ecco le cose che ho da dire.

Primo. I soldi che noi spendiamo, sono dei tuoi amici della CNA-DF che ti proteggono? Quanti soldi di merda mi hai dato per mangiare? Sai se quello che hai affermato è vero? Perché non mi hai fatto arrivare una lettera a titolo personale se avevi qualche dubbio, codardo di merda!!! Codardo di merda, non mi hai detto mai niente, e ti senti bene nel buttare merda su di me, quando sai che non mi è tanto facile essere al tuo posto? Perché
quando sapevi, che io sapevo già, invece di farti vedere, sei scappato a Guadalajara fingendo di stare a Tijuana e viceversa , e i tuoi protettori ti hanno sicuramente aiutato ad andartene negli Stati Uniti, sei andato via scappando di paura o che cosa? Inoltre da molto tempo io, (Chivo non lo so) non ho ricevuto più nulla dal movimento anarchico, se non pura merda, e molto meno denaro.

Secondo. Questo tipo di pettegolezzi mettono solamente a rischio i compagni in fuga o in prigione, perché indipendentemente che sia verità o no, i dati che si danno, creano sempre una reazione di delazione a catena, poiché alcuni parlano e altri lo riproducono, ma alla fine tutto si altera, e si trasformano in informazioni che possono unicamente, o aiutare la polizia a localizzare i compagni in fuga, bene, o ingrandire i pretesti e le indagini contro i compagni in prigione.

Non contento di dire queste cose su di noi due (su Chivo e me) questo ragazzo parla di alcune persone che in passato, cioè nella mia vita “legale”, erano i miei compagni di lotta (specificando questo come diversità di modi di intervento) e di vita. Questo individuo li accusa di “prendere soldi per la banda (i compagni) per i nostri viaggi”.
Tralasciando di dire, che la fuga è sempre mobilità costante – anche se si va a fare compere a San Cristobal de las Casas, approfittando per vendere alcuni giubbotti della Northface e quello che si ottiene per la loro vendita – questo tipo di affermazioni mettono evidentemente a rischio quegli individui i quali, da quando sono scappato, non ho più visto e manco saputo cosa hanno fatto. Li mette a rischio dato che quelle chiacchiere e “calunnie”, possono produrre un’indagine contro queste persone per ostruzione della giustizia. Un indagine che sebbene, potrebbe partire da un indagine propria dello Stato, essi la possono assumere come una conseguenza della lotta, ma un indagine non possono assumerla così come tale, quando questa ha come radice le stronzate di un individuo che vuole emergere tra i più giovani e impressionare le ragazze.

A individui come questi cosa gli succede? Come trattare con essi o farli riflettere? Dovremo ritornare ai vecchi codici rivoluzionari o con la riflessione basta?

Fortunatamente, oggi, ho l’umore adatto per descrivere questa situazione, ci sono tuttavia molte ma molte situazioni e molti individui e individui che durante questi anni, da quando è esplosa la bomba e da quando sono fuggito, non hanno fatto che parlare di cose che hanno messo a rischio me e altre persone, non hanno fatto che inventare pettegolezzi, tirare merda… ma non mi affliggo più di tanto perché per ogni problema c’è una soluzione e a poco a poco le cose emergono.

Infine, un aneddoto, vediamo se ricordate.

Qualche giorno prima di lasciare la mia città ho incontrato uno dei miei avvocati (a quel tempo ero ancora in una situazione “legale”, cioè non riuscivo ancora a fuggire dalla giustizia dello Stato, sia chiaro!!) mi disse che qualche giorno prima era andato alla corte federale (che ordinò il mio secondo arresto il 20 gennaio del 2014) per richiedere una proroga di un paio di giorni per presentarmi a firmare. Durante quella visita, il
giudice, oltre a invitarlo cordialmente a prendermi volontariamente per firmare, gli disse che ero già fottuto (trafitto era la parola ) perché dopo il mio arresto due donne di nazionalità spagnola erano andate a parlare con lei e avevano detto tutto di me, avevano parlato di tutto (non so davvero cosa sia “tutto”) e mi avevano “affondato”. All’inizio abbiamo dubitato di quella “informazione” proveniva da un servitore dello Stato,
più tardi, tra la paranoia, pensavamo che fossero le compagne Amellie e Fallon che nel mezzo di quello che gli era successo , che era molto forte, avevano detto delle cose (non so cosa potessero davvero dire in realtà),
ma alla fine, dopo aver riflettuto molto sull’argomento, cercando informazioni, analizzando, ricordando, comunicando con queste compagne, e chiedendo loro onestà, ma soprattutto, vedendo le cose chiaramente dopo
quello che è successo quando sono scappato e la merda che per tre anni certe persone hanno fatto della mia vita in fuga, avevamo ragione e oggi posso tranquillamente dire che non c’è dubbio su chi fossero gli infami
che volevano fottermi..

Dico questo, nel caso in cui il giudice non stesse mentendo al mio avvocato … alla fine, qual è la differenza nel momento che si cerca di sapere chi mente, se è un giudice o un anarchico?

Prendi questo aneddoto come preludio alla mia prossima lettera in cui creo un’umile riflessione individuale sulla militanza, ma soprattutto una critica alla lotta anarchica insurrezionale nel periodo intenso in cui l’ho vissuta.

“Quando la neve cade e i venti bianchi soffiano, il lupo solitario muore ma la mandria sopravvive”

Attentamente:

Mario Lopez “Tripa”.

Da qualche parte in questo mondo infermo, misantropia e natura sempre!

10 di febbraio dell’anno 2018

Tradotto da: Anarchici-Individualisti per la “Propaganda del fatto”
(Frazione “anti-infamità!”)

(it) Anarchici Indiscriminati: Tirando fuori dall’oblio gli anarchici terroristi del secolo XIX

Traducción cómplice al italiano del texto “Anarquistas Indiscriminados: sacando del olvido a los anarquistas terroristas del siglo XIX”, publicado en la Revista Regresión nº 6.


Come sogno a volte un mondo tutto in armonia: ogni tendenza basata sul proprio modo di fare, senza mai scontrarsi, senza mai umiliarsi, per essere più forti nel domani, quando dovremo correre tutti verso la gran battaglia della rivoluzione! Ma sono solo tutti sogni.”

Severino Di Giovanni, lettera a Hugo Treni, 15 Maggio del 1930

L’Era nella quale ci dipaniamo molte volte cambia l’essenza le cose, modifica la realtà e la trasforma in una pantomima che va a braccetto con le scarpe del progresso. La modernità ha cambiato molti ambiti, tanto l’ambiente naturale, come i comportamenti umani, fino alle ideologie politiche, questa Era esige ai cittadini, (ribelli o non) di opporsi con tutte le forze a qualunque forma di violenza inumana. I valori morali difesi dalla civilizzazione nel suo insieme sono come un lavaggio di

cervello, fa si che ci sommergiamo nell’amnesia individuale, e difendiamo

l’ignoranza collettiva.

Molte ideologie politiche sono state mal interpretate in questa Era moderna e a poco a poco sono state poste come se fossero qualcosa di originale, fino a difenderle. Sono evolute in qualcosa di banale e insopportabile , e in questo caso anche l’ideologia anarchica, con il tempo, è mutata e si è trasformata in una qualcosa che non corrisponde a quello che era al principio.

Da un po’ di tempo, fino ad ora, alcuni anarchici respingono il concetto e la pratica degli Attacchi Indiscriminati difesi dagli eco-estremisti. Per gli anarchici moderni parlare di un atto che cerca di colpire l’obiettivo senza dare nessuna importanza che vengano colpiti anche i civili è come un peccato verso “l’umanità libera” e “autogestita” futura, è parlare di atti “Irresponsabili” che non sono compatibili con la “morale rivoluzionaria”: questo è certo, nella pratica degli Attacchi Indiscriminati la morale non ha nessuna importanza, né la rivoluzione, né niente di questo, conta solo colpire…

È qualcosa di poco chiaro per noi, che gli anarchici di oggi si scandalizzino per questa pratica, poiché furono questo tipo di atti quelli che, anticamente, diedero loro apparenza e che li fecero – un paio di secoli fa – nemici reali del governo, del clero, della borghesia e dell’esercito. Per dimostrare questo e suddividere il testo poniamo il seguente elenco, che è stata preso da differenti documenti che riscattano la vera storia degli anarchici reali, seppellita nella menzionata amnesia

individuale e collettiva propagata dalla cultura moderna e progressista che impera oggi giorno. La Storia Nera, farà vedere ad alcuni anarchici moderni (i cosiddetti “nichilisti”) le suore a fianco dei demoni anarchici che seminarono il terrore e la violenza nella loro epoca.

-14 di gennaio del 1858: L’anarchico Felice Orsini ed il suo compagno attentano a Napoleone III. Per questo attentato utilizzano tre “Bombe Orsini”, la quale viene battezzata col nome del suo creatore maledetto. Bomba che era composta da una palla dura di metallo riempita di dinamite. Al suo esterno aveva alcune piccole aree ripiene di fulminato di mercurio, un esplosivo molto delicato che si attiva tutto d’un colpo con la forza.

La prima cade sull’autista dalla carrozza, la seconda contro gli animali che li accompagnavano, e la terza distrugge il vetro della stessa carrozza, nell’attentato otto persone muoiono e 142 risultano ferite.

17 di febbraio del 1880: Il nichilista Stepan Khalturin membro della società segreta nichilista russa “Naródnaya Volia”, fa esplodere una bomba nel Palazzo d’Inverno in Russia, 8 soldati muoiono e 45 civili sono feriti.

-5 di luglio del 1884: Un esplosivo di alto potenziale esplode in un magazzino sul Lungomare di Santa Monica, Spagna, un facchino del posto rimane dilaniato dall’esplosivo abbandonato indiscriminatamente.

-4 di maggio del 1886: Un meeting convocato da organizzazioni anarchiche a Chicago, che ripudiano la repressione che avevano sofferto gli operai scioperanti fuori dall’azienda McCormik il 1 di maggio, viene disperso dalla polizia che carica violentemente quelli che vi assistevano. Nella schermaglia, un esplosivo casalingo viene lanciato contro i poliziotti.

L’attentato si prende la vita di uno di essi e ne lascia ferito gravemente un altro. Si scatena una battaglia per le strade dove la polizia ferma decine di persone, e dove cinque di essi vengono condannati a morte. La polizia fa irruzione nelle case dei supposti autori dell’assassinio, dove vengono trovati approvvigionamenti, esplosivi, armi e nascondigli segreti con propaganda anarchica. Dopo, i condannati furono chiamati “i martiri di Chicago.”

Il movimento anarchico tradizionale ha etichettato gli anarchici di Chicago come “bianchi popcorn”, poiché alcuni di questi attentatori erano un pericolo per l’epoca.

-18 gennaio del 1889: un dipendente di 70 anni muore facendo esplodere un esplosivo abbandonato su un pianerottolo, sulle scale dell’edificio dove viveva il suo datore di lavoro, in Spagna.

-8 febbraio del 1892: In quella che è stata definita “Ribellione di Jerez de la Frontera”, Spagna, più di 500 contadini tentano di conquistare la città, mossi dagli anarchici, dove due abitanti ed un contadino rimangono uccisi. Per questo la polizia intraprende una campagna di repressione contro il movimento anarchico di allora, le autorità catturano gli anarchici che pianificarono ed eseguirono la ribellione, è che infine vengono condannati a morte.

Il giorno dopo, il 9 febbraio, alla vigilia delle esecuzioni, un’esplosione scoppia nella Piazza Reale di Barcellona. La bomba viene abbandonata in uno dei “maseteros” di un giardino vicino al solito luogo dove si riuniva la polizia segreta. Benché secondo gli storiografi, l’attacco era diretto contro la polizia, la detonazione causò numerose vittime civili posto che la piazza era molto frequentata. Tra gli assassini c’era uno straccivendolo che risulterà morto, una domestica e il suo fidanzato con le gambe amputate, tra gli altri.

La vendetta anarchica per l’esecuzione dei loro compagni è feroce, l’anarchico italiano Paolo Schicchi che aveva pubblicato vari giornali esaltando la violenza tra i quali “Pensiero e Dinamite”, aveva scritto prima dell’attentato: “Affinché la rivoluzione sociale trionfi completamente bisogna distruggere tutta quella razza di ladri e assassini che chiamiamo borghesia. Donne, vecchi, bambini, tutti devono essere soffocati nel sangue”.

Alcuni anarchici si commossero per l’attentato e lo respinsero con forza dicendo: “Non possiamo credere che sia anarchico quello che ha preso il petardo della Piazza Reale. (..) [Fu un atto] tipico di selvaggi, che non possiamo attribuire più che a nemici infiltrati della classe lavoratrice; l’avevamo già espresso a Maggio; così l’abbiamo dichiarato in riunioni pubbliche e dappertutto, e così lo ripetiamo oggi: lo sparo di petardi è una vigliaccheria. Può glorificarsi fino all’eroismo chi si gioca faccia a faccia la vita per un’idea generosa; può definirsi, fino a vantarsi se si

ama quello che è successo a Jerez, ma non potrà mai né attenuarsi quello

che prepara una cosa sbagliata nell’ombra che non sa a chi toccherà [Attacchi indiscriminati”]

-11 marzo del 1892: Ravachol pone una bomba a la casa del giudice Bulot

(anti-anarchico), in Francia.

-27 marzo del 1892: Ravachol fa esplodere un bomba nella casa del procuratore Benot. Sebbene, questi due attacchi non lasciano vittime, hanno impresso un marchio dell’inizio di un epoca di sangue e dinamite, che avrebbe colpito gli acerrimi nemici (e chiunque fosse stato incrociato sulla loro strada) di questi anarchici.

-30 marzo del 1892: Ravachol è fermato nel Ristorante Lhérot per l’attentato al Ristorante Véry. Il giorno seguente del giudizio, terroristi anonimi fanno esplodere una bomba nel Ristorante Lhérot lasciando vari feriti.

Si deve menzionare che Ravachol era considerato dagli anarchici dell’epoca un “delinquente comune” poiché i suoi attacchi furono considerati fuori dalla morale anarchica.

-7 novembre del 1893: Santiago Salvador, un anarchico spagnolo lancia una bomba Orsini dentro il Teatro dal Liceo a Barcellona, Spagna. Mentre la gente godeva dell’opera, Salvador lancia indiscriminatamente l’esplosivo sul pubblico: sangue, schegge e corpi mutilati volano da per tutto, il risultato, 22 morti e 35 feriti.

-9 dicembre del 1893: L’assassinio di Ravachol da parte della ghigliottina francese, fa si che molti anarchici comincino ad adottare ferocemente la “propaganda del fatto” come vendetta per il suo assassinio. L’anarchico Auguste Vaillant lancia una bomba di grande potenza alla Camera di Deputati in Francia, 50 persone rimangono ferite.

-12 febbraio del 1894: L’anarchico individualista Émile Henry lancia una bomba contro il Caffè Terminus a Parigi per vendetta dell’esecuzione di Vaillant. Assassina una persona e ferisce 20 borghesi.

-7 giugno del 1896: Un attentato avviene in mezzo alla processione del Corpus Christi a Barcellona, Spagna. Un anonimo terrorista lancia una Bomba Orsini, la quale secondo molti, era stata ideata originalmente per ferire e ammazzare le autorità presenti, invece , la bomba si effonde e trova un gruppo di civili che stava vedendo il ritorno della processione per strada. La bomba esplode infernalmente, lasciando 12 morti e 70 feriti. Dopo l’attentato si genera indignazione, gli anarchici dicono che non sono stati, le autorità li incolpano lo stesso e ne arrestano oltre

400, ma solo 5 sono condannati a morte. Dopo molti anni di discussione ampia, alcuni argomentano che per i costanti attentati in Spagna da parte degli anarchici, le autorità avevano commesso l’attacco per incolparli e che la loro attività si è fermata. Altri argomentano che l’autore fu un anarchico francese chiamato Girault, fuggito dopo il massacro. In qualunque modo, l’attentato di Corpus Domini può essere una lezione storica o un modello da seguire nell’Attacco Indiscriminato.

-31 maggio del 1906: L’anarchico Mateo Morral lancia un mazzo di fiori verso la carrozza dove stavano il re Alfonso XIII e sua moglie Victoria Eugenia, a Madrid. Nel mazzo di fiori era nascosta una Bomba Orsini. La bomba si imbatte nella costruzione elettrica del tram e devia verso la moltitudine e l’esplosivo detona: 25 persone muoiono (15 militari) e 100 civili risultano feriti, mentre il re e la regina escono illesi.

-4 luglio del 1914: Un rifugio anarchico è distrutto da una terribile esplosione. Il posto ubicato in Via Lexington a New York era un magazzino di esplosivi. Il risultato lascia 4 anarchici ed un civile fatti a pezzi per l’esplosione, e 20 civili feriti sparsi per strada. La polizia incolpa membri anarchici dell’IWW e della Croce Rossa Anarchica come cospiratori.

-22 luglio del 1916: Un potente esplosivo detona durante la sfilata del “Preparedness Day” a San Francisco, California. La bomba nascosta in una

valigetta, attivata da un orologio e riempita di dinamite e pezzi di metallo causa 10 civili morti e 40 feriti. La polizia sospetta dei leader sindacali o anarchici del gruppo degli anarchici galleanisti, che erano chiamati così dalla stampa dato che che il loro leader era Luigi Galleani, un anarchico individualista italiano arrivato negli Stati Uniti, con l’obiettivo di scatenare il caos ed il terrorismo in questo paese. Inoltre era editore del periodico radicale “Cronaca Sovversiva.” Uno dei tanti paragrafi del giornale recita il seguente scritto di Galleani: “La tempesta è arrivata e presto si innalzerà, distruggendo e annientando tutti voi nel sangue e il fuoco … Vi dinamizzeremo!”

E non stava scherzando …

L’anarchico Gustavo Rodríguez nella sua chiacchierata intitolata “Illegalismo anarchico, Valga la ridondanza!” uscita nel 2011 da qualche parte in Messico, segnala quello che segue rispetto a due, dei tanti attentati perpetrati dai galleanisti: “Questo gruppo ha innumerevoli aneddoti ma ci sono varie azioni che meritano per lo meno una breve menzione, come l’attentato eseguito il 24 novembre del 1917 contro il Quartiere della Polizia della Città di Milwaukee, dove esplose una bomba a tempo, molto potente, con vari chili di polvere da sparo nera. L’ordigno era stato costruito da Mario Buda, che era l’esperto di esplosivi del gruppo, a proposito del modo in cui, avvalendosi anche delle sue capacità, avrebbe aiutato Luigi Galleani nel creare un manuale per esplosivi che circolasse con successo tra gli anarchici insurrezionali e che apparentemente sarebbe stato tradotto da Emma Goldman – Beh, si è appreso che il piano era molto ingegnoso poiché, a causa della grande attività anarchica dell’epoca, le stazioni di polizia erano molto ben protette e avevano anche grandi controlli al momento dell’accesso a questi luoghi;

perché il gruppo per potere introdurre la bomba nella caserma, la collocò innanzitutto nelle fondamenta di una chiesa della città, passando

l’informazione a un personaggio che sospettavano essere informatore della

polizia. Rapidamente la “squadra” degli esplosivi si mobilitò e ritirò la bomba dalla chiesa, trasportandola nella stazione di polizia, pensando che il meccanismo di attivazione avesse fallito. Minuti dopo avere comprovato che l’ordigno si trovava nelle installazioni, lo fecero esplodere ammazzando nove poliziotti ed un civile. Buono, con l’attentato riuscirono a prendere “due piccioni con una fava” perché non solo avevano realizzato il loro obiettivo, ma inoltre, permise loro di smascherare l’informatore.

Un altro attentato che merita di essere menzionato, è quello realizzato da Néstor Dondoglio nella città di Chicago nel 1916. Dondoglio era un cuoco di origine italiana che si faceva chiamare Jean Crones. Sapendo che c’era l’idea di realizzare un gran banchetto in onore dell’arcivescovo di quella città, l’arcivescovo Mundelein, (con l’assistenza di un nutrito gruppo della gerarchia cattolica), si presentò come volontario dicendo che voleva donare le sue abilità e regalare i suoi squisiti piatti ai commensali, avvelenando circa duecento invitati, e inserendo l’arsenico nella zuppa.

Nessuna delle vittime morì perché nella sua ansia per eliminarli, Dondoglio utilizzò troppo veleno che provocò immediatamente vomito alle vittime, che riuscirono a espellere il veleno. Morirà solo, due giorni dopo l’avvelenamento, il curato O´Hara, parroco della chiesa di St.

Matthew in Brooklyn, New York, che era stato cappellano nel patibolo della prigione di Raymond St. Dondoglio, immediatamente dopo l’attentato, si trasferì nella Costa Est, dove venne nascosto da un compagno del gruppo fino alla sua morte nel 1932″.

-27 febbraio del 1919: Quattro galleanisti muoiono dopo che esplode anticipatamente una bomba in una fabbrica tessile di Franklin, Massachusetts.

-29 aprile del 1919: Anarchici galleanisti inviano 30 pacchi-bomba a notabili figure di autorità negli Stati Uniti: in uno dei casi un domestico del senatore Thomas W. Hardwick in Georgia, perde le due mani e sua moglie soffre bruciature dopo che il pacchetto che aprono esplode, e che i galleanisti avrebbero abbandonato fuori dalla casa dell’obiettivo.

-2 giugno del 1919: Il galleanista Carlo Valdinoci muore cercando di mettere una bomba nella casa dell’avvocato Mitchell Palmer, in cui muoiono due civili per la tremenda esplosione.

La casa dell’avvocato è completamente distrutta dall’esplosione. Anche varie case vicine soffrono danni. Una nota trovata tra i resti distrutti, dell’anarchico mescolato con i civili e le macerie diceva: “Ci sarà un bagno di sangue; noi non sfuggiremo; lo farà chi deve morire: l’ammazzeremo perché è necessario; ci sarà molta distruzione”.

-3 giugno del 1919: Un vigilante notturno muore nell’esplosione di una bomba abbandonata da galleanisti nei tribunali di New York.

-16 settembre del 1920: Mario Buda, (anarchico della banda di Galleani) fa esplodere la prima automobile-bomba, (o piuttosto carrozza-bomba), della storia. Lascia dentro una carrozza stazionata di fronte a Wall Street una mortifera bomba di 45 chili di dinamite con sufficienti schegge, attivata da un orologio. L’esplosione avviene e tutto vola al suo passaggio, i cavalli della carrozza, impiegati, fattorini, civili, e chiunque nelle vicinanze della carrozza-bomba. L’infernale esplosione distrugge le installazioni della Banca Morgan. Qualcosa come 38 persone muoiono e 400 risultano ferite in questo formidabile Attacco Indiscriminato.

-23 marzo del 1921: Un gruppo di anarchici individualisti lancia una bomba dentro il teatro Diana a Milano, Italia, pensata per assassinare il commissario Gasti ed il re Vittorio Emanuele. La terroristica bomba lascia 20 morti e 100 feriti, la maggioranza civili.

-29 novembre del 1922: Tre carabinieri tentano di arrestare gli anarchici individualisti Renzo Novatore e Sante Pollastro vicino a Genova, Italia.

Nello scontro Novatore cade morto da una pallottola in fronte, mentre Sante si difende fieramente e assassina a colpi di pistola due dei carabinieri, mentre l’ultimo lo lascia in vita disarmandolo.

-16 maggio del 1926: Una bomba composta da due pallottole di cannone svuotate e riempite con polvere da sparo, esplode spaventosamente nell’Ambasciata degli Stati Uniti a Buenos Aires, Argentina. Il buco che perfora la parete, dove potrebbe entrare ed uscire un uomo, impressiona le autorità. L’onda d’urto distrugge i finestroni di case e negozi vicini. Benché in questo caso non ci siano civili lesionati, questo atto si aggiunge a molti altri che realizzò Severino Di Giovanni con la sua banda.

Attacchi che evolsero col passare del tempo trasformandosi in mortiferi attentati terroristi.

-22 di luglio del 1927: Una potente bomba esplode di sera nel quartiere Palermo, Buenos Aires, l’obiettivo è il monumento a Washington, benché l’esplosione sia ampia il monumento presenta danni minimi. Allo stesso tempo un’altra bomba esplode nell’agenzia Ford, l’esplosione spezza i finestroni, l’automobile di esposizione e distrugge tutti i vetri nel raggio di quattro isolati. Continue reading (it) Anarchici Indiscriminati: Tirando fuori dall’oblio gli anarchici terroristi del secolo XIX

(es) LA NOCHE DEL MUNDO INFERNAL

Tomado de Ajajema nº 2.

Traducido del original en italiano del trabajo “INCUBO”, escrito por Orkelesh y editado por “Casa Editrice Ferox”.


Miraste el ocaso.
Percepción y presentimiento.
Por alrededor, en cada lugar, y dentro de cada tesoro escondido.
Olfatee tu olor, mezclado en los poros dilatados del presente.
Perdido, en los destellos luminosos de una realidad triste y opaca, huiste de cada espejo alejado del manto del toque humano.
Tú figura, tu postura, fue apariencia inexistente, criatura deforme que se expandió aumentando el dominio sobre el otro, y sobre lo que tenías cerca.
¿A quién tenías cerca? ¿Alguien tiene el coraje para hacerlo?
La fría superficie de tu cuerpo emanó un olor potente, fuerte y punzante.

Alguien, algún pobre ser mortal ha sentido dentro de sí algo, esa sensación que nadie al final quiere buscar. Miraste a la humanidad y la observaste, bajo tu mirada arrogante y fugaz, sin dar una señal de lo que estabas pensando.

Viniste en mi sueño.

Entraste aquí, en mi invocación, sublime audacia, y me aferré al profundo y hermético orden del secreto que anhelo, ascendiendo a un elemento inexistente que se esconde a sí mismo, y a los ojos plácidos de la humanidad vacua.

Tu rostro pálido fue mi ilusión y al mismo tiempo las ilusiones de los que estaban junto a mí.

Tu rostro hablaba de mundos lejanos, distantes, oscuros e inaprensibles, sin que existiera la necesidad de viajes.

Monstruoso, te equivocaste, y recorriste con grandes pasos mi habitación, con una luz tenue y fija hacia la pared, hecha de sucesiones y geométrica representación.

Querías, alzaste hacia ti la luz proyectada, se parecía a la esperanza caduca de la sociedad y de lo humano, vagando a través de las puertas del conocimiento.

Supremo, afirmaste, mientras yo era encadenado a la cama, por un vínculo a la

Tierra, tú no sentiste ni quisiste saber, la cosa que vi y soñé en mi sueño.

Fue la luz que se “mostró” en la pared regular, que te irritó.

Una luz que consideraste como el mundo exterior peleando “inútilmente”, contra el mundo interior, aquel del no conocimiento y de la inexistencia de cada valor fundamental.

Ah, como gritaste, monstruoso delante de mí, molestabas mi vista, que no pudo a atrapar tu instinto de muerte, aquel toque seductor y frío al mismo tiempo.

¡He aquí! Fue el tiempo que no existió más, no entendía el flujo de los instantes, no leyó la variación de la luz, la proyección de la sombra se paró ante la aplicación de su sonido mortal y cruel.

El tiempo -afirmaste, lo matamos, esta aparente verdad, que es llamada así por el humano mortal. Matamos el valor del tiempo, vamos a aniquilar el alzamiento de los acontecimientos y de las formas, conceptos y materia. Tu anormal rostro pronunciaba palabras de honor y horror. Ahora un humano debía ser engullido, en su caverna, donde succionas su linfa vital.

Fue el momento en que te eludía a través de mis ojos y mi mirada, que me sedujiste, apenas bajé de la cama.

¿Cayó La noche? Las pulsaciones articularon mi expresión en cada momento, tuve que crear una idea, y realizar mi pregunta hacia ti.

Ibas impasible, y anticipaste la producción de mi idea, aquella que tenía intención de llevar a cabo, participando en tu debate, con un impulso y sonidos de la boca, que pensé podían ser articulados.

Un áspero acento remarcaba aquello que debía expresarte, en una gutural expresión de señales y palabras…

Qué quieres de mí -dijiste, que pretendes mortal, estoy aquí y en todo, voy hacia atrás y estoy en mi reino, no puedes calcular, no puedes rodear, ni siquiera pensar, ni limitar mi cuerpo o mis movimientos. “Oscuro presagio, desconocido y olvidado del vacío, expresión de vida, de la humana sociedad, íntimo e irreal, presagio que limpia las extremidades adormecidas por la languidez del valor absoluto y utópico.”

Eso quería expresarle, la nada, en comparación a su poder iracundo y seductor.

Sólo fue un instante, un veloz movimiento de sonidos de la boca, nada comparado a la magnitud de la destrucción de la sociedad, del valor dado a las cosas, contra todo lo que se perfila regular y utópico.

Su imagen se posó en la pared, se volvió deforme y se levantó, volviéndose normal, cayó en un vacío sin luz, era su poder, su instinto de muerte que debía ser transmitido, sin que pudiéramos saber “dónde y porque”, desgarrando la garganta de la conciencia, en lo profundo de un abismo dónde miles de remolinos se comían el vacío y a los remolinos.

Espirales y ondas en toda la habitación, todo tambaleaba, se sentía el paso de un ciclo que terminaba y nacía, para morir, expresión de aquella subida a la cima del conocimiento, amplificando el dolor del deseo de lo que perseguía.

Ahora, sólo ahora, veía y sentía, que llevaba en mi mano un cadáver, los restos de algo que se parecía a un humano, y mientras “miraba”, eso que sus fauces comían, destrozaban y tragaron, predijeron la muerte de lo humano, por la selección y la conexión, en su viaje sin rumbo, para aniquilar y destruir el concepto del hombre, sus esperanzas, y su tiempo.

Miraste el ocaso.

(es) El Nihilista Inhumano

Traducción del texto en italiano “Il Nichilista Inumano”, tomado del trabajo editorial “Inumano” escrito por el criminal y afín de sangre Orkelesh, editado por “Casa Editrice Ferox”.


Soy Nihilista y Terrorista.

Nos rompemos los huevos, tú humanista, cerdos del terreno del nirvana.

Mi Tendencia es inhumana y ferozmente amoral.

Animal cruel, vamos a poner bajo tierra la clemencia y la misericordia de estos cerdos heroicos.

Nos movemos, Clan de Sangre, y absorbemos la bondad y la disposición a la sonrisa “tirada”, en donde la vida, es generalmente reconocida.

Soy Nihilista y Terrorista.

Me place repetirlo, y repito que soy cruel ¡Voy a experimentar, sentir la emoción mortal, comprender dónde está, y golpear!

¡Si! En este mundo de mierda, descolorido y cálido.  ¿Cálido? ¡Ajajaja!

La “cosas y la personas” no existen, ¡no!

Camino por las calles, cuyo olor, hoy, del asfalto, fresco, huele al lamentable paso del hombre aterrorizado.

Lo siento, sí, lo siento, también, ya lo he expresado, y lo repito: ¿cuánta y qué paranoia pasiva tienes tú?

Mi “paranoia” es mi animalidad, atroz y siniestra, inocuo, siento indulgencia y la falsa espontaneidad terrenal.

¿Cuantos, de ustedes humanos, se mantienen en la “tierra”?

Lo oculto, mi sendero profundo y oscuro, se une a mi feroz modus operandi.

Quiero y pretendo destruir, aquel límite de conciencia.

Ah, ¿mi conciencia?, ¿o es solo un postulado de la “verdad”, la respiración de la normalidad, dentro de mí?

Me muevo sensible, una percepción que a veces falla a “costo”, porque estoy impulsando un deseo lacrimógeno:

Siento dentro de mi nariz, huele a sangre, pica, apesta, expresa un sentido de distopía.

Soy Nihilista y Terrorista.

No, no leo el síntoma perceptivo del hombre común.

No, odio y siento una ambición salvaje en la destrucción de este mundo y de la especie humana.

Un acto, un solo y único acto, con resentimiento ardiente, a aniquilar en su momento, fugado, expulsando la rarefacción de mi conciencia.

Sí, sí, expulsemos la concienzuda visión mortal, les digo a los Fraternos de Sangre… ¡Destruyamos: al “gentil”, clemente, dulce, humano, bueno, compasivo, generoso, indulgente, magnánimo, misericordioso, apacible, manso, cariñoso, suave, tierno, amoroso, benevolente”…!

¡Somos Nihilistas Inhumanos!