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[en] (USA) 90 COMMUNIQUE OF ITS

Enviado al mail.


Our thirst for blood has been satisfied and we praise Pan and Dionysus and all of the Unknowable for leading us to this action. Like the predators of the forest, we caught the sent of our prey and acted from our hunger for human flesh. We SHIT on all Western morality and all of our American anarchist naysayers. We rejoiced as Death itself rose from the Underwater World as our personal accomplices. After the action, we celebrated, fornicating while the sweet blood of our victims remained fresh on our hands. Wishing death to all of civilization, our group of extremists happily murdered two Tech executives in the West Coast, Tushar Atre and Erin Valenti. We conducted the killings for no other reason than the symbolism of seeing two flimsy appendages of the technoindustrial system laying first in agony, and then motionless before us. We gave no fuck about Atre and his money or his employees and how he abused. Although, the very real fake news claims correctly that he was mixed in with the wrong crowd! We laughed as Valenti became aroused at her kidnapping and as she plead with her parents to become awoken in the hours before her death! The Underwater Panther was pleased with her sacrifice which she seems to accepted.
We came before both victims yelling “HOKA HEY!” in the memory of our tribal ancestors who only remained Cheifs of War if the balance of bodies is maintained.

For the death of all civilizations!
May the Black Jaguar rise from the Underwater World to avenge our ancestors and satisfy our urges for human blood!
For the unification of Wild Individualities!

Individualists Tending Toward the Wild-USA
Natures Wrath

(pt) Aponte Mais Alto

Alfredo Bonanno abre sua famosa obra, “O Prazer Armado”, com esta passagem:

“Por que diabos estes benditos meninos atiraram contra Montanelli nas pernas? Não teria sido melhor ter disparado na boca? Claro que sim. Mas, além disso, teria sido mais grave. Mais vingativo e sombrio. Deixar fodida uma besta como esta pode ter um lado mais significativo, mais profundo, que vai além da vingança, do castigo pela responsabilidade de Montanelli, jornalista fascista e servo dos grandes senhores. Aleijá-lo significa forçá-lo a desistir, a lembrar-se. Por outro lado, é uma diversão mais agradável que atirar em sua boca, com pedaços de cérebros saindo de seus olhos.”

Claro, matar alguém é muito mais definitivo que deixá-lo coxo, sem dúvida. E talvez haja também consequências legais envolvidas (peso na consciência?). É como quando algumas pessoas dizem que a vida na prisão é pior que a pena de morte. Há um ponto aí, dependendo da perspectiva do observador. Pessoas inocentes podem ser libertadas, mas não podem ser ressuscitadas. Talvez um fascista coxo possa mudar seus costumes, ou talvez você apenas quer que ele sofra. Talvez você durma melhor à noite sabendo que “só o deixou coxo”. Ler a mente de alguém é um exercício fútil, então pararei por aqui.

Mas por que disparar na cara de um fascista seria mais “grave”, mais “vingativo e sombrio”? (“Ma sarebbe stato anche più pesante. Più vendicativo e più cupo.”) Bonnano passa a falar da piedade dos revolucionários, levando em consideração que a revolução está longe de ser piedosa. Para ele, estão apenas de fofoquinha, para se divertirem contra a máquina cinzenta que busca nos oprimir, e outro monte de blá blá blá insurrecional sobre ter esperança, mas sem realmente ter esperança, lutar, mas se divertir ao mesmo tempo, etc. Tudo se resume em ultrapassar estas dicotomias, e é por isso que a coisa menos grave é mais divertida enquanto que a coisa mais sensível (disparar na cara e eliminá-lo) é de alguma forma a coisa mais moral, o mais “sombrio”, e o menos subversivo.

Mas, de acordo com alguns grandes insurrecionalistas sem insurreição, ainda mais subversivo é não fazer completamente nada e fingir que o mundo “normal”, o mundo em que se vive de fato, o de milhões de pessoas, simplesmente não existe. Veja você, tudo se trata de fugas binárias, bem e mal, revolução e vida real, natureza e civilização, o Eu e Você, o Um e os Muitos, etc., apenas afirmando que não existem. (Isso me lembra a história talvez apócrifa da Rainha Vitória apagando a Bolívia do mapa após o Embaixador de Sua Majestade Real ter sido expulso do país e posto nas ruas montando um burro como forma de humilhação). Veja como tudo se trata da percepção; estar consciente em oposição e ser “inconsciente” (estar acordado* NdT 1, como as crianças dizem nos dias de hoje). E neste sentido, fazer qualquer coisa que se assemelhe remotamente ao terrorismo, violência revolucionária, ou mesmo a violência criminal, é cair nas mãos do Binarismo Opressor. Em sua bolha, se você denuncia o Binário desde o começo, você vencerá e terá transcendido. Sim, eu também sou um bastardo em minha imaginação. Meus amigos imaginários também pensam que sou especial (“Insurrecionalistas sem insurreição” me lembra a caracterização do comunista Bukharin dizendo que o anarquista é um liberal com uma bomba. Você pode fazer a aritmética sozinho). Foi aproximadamente na metade da minha vida, mas ainda posso me lembrar da Ideologia Alemã e processando o jovem Marx, seu ponto principal era que a refutação de algo no abstrato não destrói aquilo no mundo físico. Eu não vou entrar em toda a polêmica do “São Marx”, mas vou tentar citar Teses sobre Feuerbach encima de outra problemática hegeliana que o autor comunista aborda:

“O problema de saber se ao pensamento humano pode ser atribuído uma verdade objetiva não é um problema teórico, mas um problema prático. É na prática que o homem tem que demonstrar a verdade, isto é, a realidade e o poder, a mundanidade de seu pensamento. O litígio sobre a realidade ou irrealidade de um pensamento isolado da prática é um problema puramente escolástico…

A vida social é, em essência, prática. Todos os mistérios que levam a teoria ao misticismo encontram sua solução racional na prática humana e na compreensão desta prática.”

Vamos salvar o leitor de toda a questão de “o ponto está em mudar isso”. Outro marxista (Trotsky?) resumiu o princípio mais sucintamente dizendo algo como (parafraseando): “Quando uma ideia busca o controle das massas, se converte em uma força material.” Não importa se uma ideia é “falsa”, se existe um deus ou não, etc. Deveria importar, mas realmente não é assim. Se as pessoas estão prontas para matar ou morrer por ela, é uma realidade física, pode até ser uma realidade física superior (um deus?). O progresso, por exemplo, pode ser um fantasma sem base na “realidade física”, mas essa ideia criou a Hidrelétrica das Três Gargantas na China: a crença firme na ordem, no futuro, na benevolência da dominação do homem sobre a natureza, νόμος sobre φύσις. Você se negar a lidar com isso e retrair sua própria imaginação e opinião significa simplesmente que você acaba protegido por sua fortaleza de opiniões intransponíveis. Isso parece uma vitória pírrica, se é que alguma vez existiu uma.

Mas vamos voltar ao tiro na perna: não poderíamos dizer que este “prazer” está infectado pela ideologia neo-cristã, como um malware criando um backdoor no software insurrecional? Por que não é divertido ver cérebros escorrendo pelo oco de um olho, mas ver um fascista se contorcendo de dor porque lhe espatifaram a patela é legal? Pode ser que haja medo que te considerem um psicopata por matar alguém, mas regojizar-se por deixar alguém coxo não deveria te catalogar no status de psicopata, é? (explique isso para uma pessoa comum para ver se compram a ideia). Não poderia ter nada a ver com todo o assunto de “Não Matarás”, certo? Ou o monopólio absoluto sobre a vida e a morte que o Rei, o Estado, etc., reivindicaram sobre as pessoas por milênios no contexto europeu? Talvez estas pessoas deveriam começar a ser honestas consigo mesmas, mas provavelmente não o farão. Elas não deveriam se surpreender, em todos os casos, quando algum de seus compas chegue a conclusão de que todo o derramamento de sangue é “fascista”, ou se alguns mais ainda confusos flertam com os “movimentos sociais” que promovem a intervenção do Estado para desarmar todo o mundo.

A moeda humana, mesmo para o mais fervoroso insurrecionalsita, para o traidor da espécie mais entusiasta, é preciosa demais. Não vamos invalidar esta moeda, eles exortam; ao fazê-lo, a pessoa cai no cálculo moral da sociedade. Ao ser imoral, reverencia-se a moralidade, em oposição a ter a atitude correta, a “consciência correta”. Uma percepção tão alta pode tornar a travessia de uma rua um ato revolucionário, pode criar abundância do nada, pode partir o mar. Mas em termos de desafiar o humanismo inerente, o cristianismo inerente a todas as ideologias “radicais”, não podemos fazer isso. Desculpe, não vamos prestar-lhes atenção, e seguiremos com a próxima moda da semana que prometa salvar uma sociedade que não quer ser salva, ou ao menos nosso confortável lugar nela.

Atirar no joelho é atirar nos ramos mais altos. O atacante está claramente perturbado por algo a ponto de usar a violência. Por que você quer ferir essa pessoa? Por que ela tem poder? Quem lhe deu esse poder? Ou quem consente que o tenha? Há mais de “nós” que “deles”, certo? Com quem você realmente está zangado? Você realmente acha que matará a árvore se você podar o suficiente? O que te impede de atirar na raiz? Quando você se vê de frente para o indivíduo e para o coletivo, o que te impede de apontar mais alto, acima dos joelhos, na direção de onde o problema realmente está? Além do bode expiatório para a Massa amorfa que o mantém em sua posição de poder?

Nota do Tradutor:

1. A palavra usada em inglês é “woke”, termo político de origem afro-americana que se refere a uma consciência perceptiva respeito à justiça social e a justiça racial. Nas acepções mais modernas do termo, é usado para falar de consciência social em termos gerais.

[en] (Chile) 89 Communique of ITS

“Indeed, the fundamental claim of Anarchism in order to eliminate any principle, order or government –Arkhé– implies, however, and as the Eco-extremists point out, the fundamental subsistence of the Social, and in that, of the Humane.
Against this, as we have seen, Eco-extremism seeks exactly the elimination of the Human and its “Regression” to “the wild” and the “individual”, to erect the “Non-human”, thus eliminating metaphysical dualism. That is why Eco-extremists do not consider themselves or act as mere anarchists. They do not only seek the elimination of all principles. What they are looking for is the elimination of the Human subject.”

“(…) They DON’T “have more animosity to people who were from the Concertación than to the same people on the right”: they do not care exactly if they kill someone from the right, from the left, from above, from below, black, white, Chinese, Jew, Palestinian, heterosexual, homosexual, male or female, child or elderly, disabled or Olympic champion, poor or rich, dumb or intelligent. For them, any civilized Human deserves to be dead.”
-What is Eco-extremism?
An analysis of “Individualists Tending Towards the Wild”

“The world is like an hourglass, on the side above is civilization, with all its rigid structures that seek to ensure law and order, supported by the weight of its legal and moral frameworks that work to keep the whole cohesive. The lower side is Chaos, and bit by bit, the sand is falling. With it fall all the illusions of progress, all dreams about worlds of comfort and safety. Today, the upper side is still full enough, but little by little, Chaos is taking shape. It is only a matter of time for the world of human superiority to dissolve in the eternal waves of Chaos and Savagery. Meanwhile, we prefer to enjoy the fall, rather than clinging as fools to the mirages of a civilization whose very existence is based on a war against the imperturable advance of time that, like wild tides, gradually undoes everything.”

-Eighth interview to ITS.

We arrive at the moment when the gates of hell open and the darkest instincts are unleashed. The invisible threat unfolds now, in broad daylight, stealing, looting, burning …

We wander on the streets of Santiago with our daggers and our homemade devices looking for chaos, and to go straight to the point, we are awarded the most notorious acts of which we take part in the middle of the riots:

– Indiscriminate arson of luxurious and not luxurious cars, at least three were completely burned.
– We stabbed a wanna-be-hero citizen who tried to alert the army with his screams in order to capture us , with a couple of stabs we left him on the ground, losing blood, we hope that he swelled the list of casualties.
– We beat the crap out of a woman who tried to film us while we were setting some cars on fire, we did not kill her so later we can’t be labeled as machistas and all that garbage, HA! as if we care!

The forces of the earth along with all its mysticity have awakened us from our rest whispering their anathema in our ears: “May the whole world burn”, and we have responded as before, dancing among the flames celebrating the awakening of the new warriors who move like the young Kloketen, just as we did there in 2016 with our first attacks.

They can call us fascists, infiltrators, agents of disorder, WE DON’T CARE, we are extremist terrorists and if we have to “infiltrate” with the anarchists to loot a supermarket or burn a bus we will do it, if we have to “inflitrate” with far right militants and take advantage of the chaos to burn synagogues as it will be. Because we are like the storm that unleashes without warning, like the tsunami that devastates everything and makes no distinctions of class, gender or anything. We were, we are and we will continue to be UNKNOWN WILD NATURE.

This is a call to all agitators, the psychopaths, to the worst of the worst in society, to become part of the riots to take the destabilization one step further, we know that for years these icy lands of the South have It has been the home of countless demons that now have their chance to go out like us, with the chaos in their hands to become part of this war and enjoy the disaster seeing how everything falls apart.

A war salute for the “Chaos Inciters”, a new group of ITS in Chile that also took part in the riots, wherever they may be, may the Unknown keep you safe little brothers!

Always on the side of Chaos!
Against human progress and its filthy civility!

Individualists Tending Towards the Wild- Chile
Mystic Horde of the Forest

(Chile) 89 comunicado de ITS

Enviado al mail.


“En efecto, la pretensión fundamental del Anarquismo en orden a eliminar todo principio, orden o gobierno –Arkhé–, implica no obstante, y como bien señalan los Eco-extremistas, la subsistencia fundamental de lo Social, y en ello, de lo Humano.
Frente a esto, como hemos visto, el Eco-extremismo busca exactamente la eliminación de lo Humano y su “Regresión” a “lo salvaje” y a lo “individual” , para erigir lo “No-humano”, eliminando así el dualismo metafísico. Por eso los Eco-extremistas, no se consideran ni actúan como simples anarquistas. No buscan
únicamente la eliminación de todo principio. Lo que buscan es la eliminación del sujeto Humano.”

“(…) NO “le tienen más animadversión a la gente que era de la Concertación que a la misma gente de derecha”: les da exactamente lo mismo si asesinan a alguien de derecha, de izquierda, de arriba, de abajo, negro, blanco, chino, judío, palestino, heterosexual, homosexual, hombre o mujer, niño o anciano, discapacitado o campeón olímpico, pobre o rico, tonto o inteligente. Para ellos, cualquier Humano civilizado merece estar muerto.”
-¿Qué es el Eco-extremismo?
Análisis de “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje”

“El mundo es como un reloj de arena, del lado de arriba está la civilización, con todas sus rígidas estructuras que buscan asegurar la ley y el orden, sostenidas por el peso de sus entramados jurídicos y morales que trabajan para mantener el conjunto cohesionado. El lado inferior es el Caos, y poco a poco, la arena va cayendo. Con ella caen todas las ilusiones del progreso, todos los sueños sobre mundos de confort y seguridad. Hoy en día, el lado superior aún esta lo bastante lleno, pero poco a poco, el Caos va tomando forma. Es solo cuestión de tiempo para que el mundo de la superioridad humana se disuelva en las olas eternas de Caos y Salvajismo. Mientras tanto, nosotros preferimos disfrutar de la caída, antes que aferrarnos como necios a los espejismos de una civilización cuya misma existencia se basa en una guerra contra el avance imperturable del tiempo que al igual que las mareas salvajes, poco a poco todo lo deshace.”

-Octava entrevista a ITS.

Llegamos al momento en el que se abren las puertas del infierno y se desatan los instintos más oscuros. La amenaza invisible se desenvuelve ahora, a plena a luz del día, robando, saqueando, quemando…

Por las calles de Santiago vamos con nuestros puñales y nuestros artilugios caseros buscando el caos, y para ir directo al punto, nos adjudicamos los actos más notorios de los que tomamos parte en medio de los disturbios:

– Incendio indiscriminado de autos lujosos y no lujosos, por lo menos tres ardieron por completo.
– Puñaladas a un heroe-ciudadano que intentó dirigir a los militares hacia nuestra captura con sus chillidos, un par de estocadas y lo dejamos en el suelo, perdiendo sangre, esperemos que haya engrosado la lista de muertos.
– Paliza a una mujer que intentó filmar nuestros rostros mientras procedíamos a incendiar unos autos, igual no la matamos para que luego no nos anden tildando de machistas y toda esa basura, JA! como si nos importara!

Las fuerzas de la tierra junto con toda su misticidad nos han despertado de nuestro descanso susurrando su anatema en nuestros oidos: “Que el mundo entero arda”, y hemos respondido como hasta ahora, danzando entre las llamas celebrando el despertar de los nuevos guerreros que se mueven como los jóvenes Klóketen, así como lo hicimos nosotros allá por el 2016 con nuestros primeros atentados.

Que nos llamen fascistas, infiltrados, agentes del desorden, NOS DA IGUAL, somos terroristas extremistas y si tenemos que “infiltrarnos” con los anarquistas para saquear un super o quemar una micro lo vamos a hacer, si tenemos que “inflitrarnos” con militantes de la extrema derecha y aprovechar el caos para incendiar sinagogas pues será. Porque somos como la tempestad que se desata sin avisar, como el tsunami que arrasa todo y no hace distinciones de clase, de genero ni nada. Fuimos, somos y seguiremos siendo NATURALEZA SALVAJE DESCONOCIDA.

Esto es un llamado a todos los provocadores, los psicópatas, a lo peor de lo peor de la sociedad, a que se hagan parte de los disturbios para llevar la desestabilización un paso más lejos, sabemos que desde hace años estas tierras heladas del Sur han sido el hogar de incontables demonios que ahora tienen su oportunidad de salir como nosotros, con el caos entre las manos para hacerse parte de esta guerra y disfrutar del desastre viendo como todo se desmorona.

Un saludo de guerra para los “Incitadores del Caos”, nuevo grupo de ITS en Chile que también se ha hecho partícipe de los disturbios, allá donde estén, ¡que lo Desconocido los guarde hermanitos!

¡Siempre del lado del Caos!
¡Contra el progreso humano y su sucia civilidad!

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje- Chile
Horda Mística del Bosque

[en] (Chile) 88 communique of ITS

We incite chaos and destruction and once again we took advantaje of the mob within the demonstrations on these southerner lands, to cause destabilization.

Infiltrated in the midst of the enajenated mob and hooded vandals, we were around with only one target: fire and destruction.

We worship the burning flames, penetrating, see how everything burns, the gasoline has been a good ally.
Armed with bottles filled with flammable liquid, we proceed to burn everything, stealthy and always looking for our affinities, spreaded, we were, we are and we will be here, observing and laughing from the shadows.
Forwards the lumpen, mechas, destructive ones, criminals, looters, thieves and amoral ones.
The day of chaos is coming and we wish death to the city and human progress!

ITS – CHILE

CHAOS INCITERS

(it) LA GERARCHIA

Anche Nietzsche ha il suo Socrate. Sono i pensatori liberi. Dicono: “Di cosa ti lamenti? Come sarebbe il trionfo dei deboli, se loro stessi non formassero una forza superiore?”

“Ci inchiniamo al fatto compiuto”: questo è il positivismo moderno: è destinato a portare avanti la critica dei valori, è inteso a respingere qualsiasi chiamata a valori trascendenti, che sono dichiarati fuori moda, ma solo nel ritrovarli, come forze che guidano il mondo attuale. Chiesa, morale, Stato, ecc.: Solo il loro valore viene discusso per ammirarne la forza e il contenuto umano.

Il libero pensatore ha la singolare abitudine di voler recuperare tutti i contenuti, tutto il positivo, ma senza mai interrogarsi sulla natura di questi contenuti che sono considerati positivi, né sull’origine né sulla qualità delle corrispondenti forze umane. È ciò che Nietzsche chiama “fatalismo”.

Il libero pensatore vuole recuperare il contenuto della religione, ma non chiede mai se la religione non contenga proprio le forze inferiori dell’uomo, che piuttosto dovrebbero desiderare di rimanere esterne. Ecco perché non è possibile fidarsi dell’ateismo di un libero pensatore, anche se è un democratico e un socialista: “La Chiesa ci disgusta ma il suo veleno no…”.

Questo è ciò che caratterizza principalmente il positivismo e l’umanesimo del libero pensatore: il “fatalismo”, l’incapacità di interpretare, l’ignoranza delle qualità della forza. Dal momento in cui qualcosa appare come una forza umana o come un fattore umano, il libero pensatore applaude, senza chiedersi se quella forza non è di bassa estrazione, e questo fatto è l’opposto di un fatto nobile: “Umano, troppo umano” .

Poiché non tiene conto delle qualità delle forze, il libero pensiero, per vocazione, è al servizio delle forze reattive e traduce il suo trionfo. Perché l’atto è sempre quello dei deboli contro i forti; “l’atto è sempre stupido, e mi è sempre sembrato più un bue che un dio.”

Al libero pensatore Nietzsche oppone lo spirito libero, lo stesso spirito di interpretazione che giudica le forze dal punto di vista della loro origine e delle loro qualità: “Non ci sono fatti, solo interpretazioni”.

La critica del libero pensiero è un tema fondamentale nel lavoro di Nietzsche. Senza dubbio perché questa critica scopre un punto di vista secondo cui diverse ideologie possono essere attaccate allo stesso tempo: positivismo, umanesimo, dialettica. Il gusto per l’atto nel positivismo, l’esaltazione del fattore umano nell’umanesimo, la mania di recuperare i contenuti umani nella dialettica.

La parola gerarchia ha due significati in Nietzsche. Significa, in primo luogo, la differenza tra le forze attive e reattive, la superiorità delle forze attive rispetto a quelle reattive. Nietzsche può quindi parlare di “un grado immutabile e innato nella gerarchia”; e il problema della gerarchia è lo stesso di quello degli spiriti liberi.

Ma la gerarchia indica anche il trionfo delle forze reattive, il contagio delle forze reattive e la complessa organizzazione che viene da esse, dove hanno vinto i deboli, dove i forti sono contaminati, dove lo schiavo che non ha cessato di essere uno schiavo prevale su un Signore che ha cessato di essere: il regno della legge e della virtù. E in questo secondo senso, la moralità e la religione sono ancora teorie della gerarchia.

Se si confrontano i due sensi, vedi che il secondo è come l’altra faccia del primo. Facciamo della Chiesa, della morale e dello Stato i signori o i detentori di ogni gerarchia.

Noi, che siamo essenzialmente reattivi, che prendiamo i trionfi della reazione con una metamorfosi dell’azione, e gli schiavi dei nuovi padroni – noi, che non riconosciamo la gerarchia più del suo rovescio, abbiamo la gerarchia che meritiamo.

Nietzsche chiama schiavo il debole o non meno forte, ma a chi, a prescindere dalla sua forza, è separato da ciò che può. Il meno forte è forte quanto il forte se va fino alla fine, perché la beffa, la sottigliezza, la spiritualità e persino il fascino con cui completa la sua minima forza appartengono proprio a questa forza e non la rendono meno. La misurazione delle forze e la loro qualificazione non dipendono affatto dalla quantità assoluta ma dalla relativa realizzazione. Forza o debolezza non possono essere giudicate dal risultato della lotta e del successo.

Perché, ancora una volta, è un dato di fatto il trionfo del debole: è anche l’essenza del fatto. Si può solo giocarecon le forze tenendo conto, in primo luogo, della loro qualità, attiva o reattiva; secondo, l’affinità di questa qualità con il polo corrispondente della volontà di potenza, affermativa o negativa; in terzo luogo, la sfumatura della qualità che presenta la forza in questo o in un altro momento del suo sviluppo, in relazione alla sua affinità. Allora, la forza reattiva è:

1° la forza utilitaristica, adattamento e limitazione parziale;

2.º la forza che separa la forza attiva da ciò che può, che nega la forza attiva (trionfo dei deboli o degli schiavi);

3.º la forza separata da ciò che può, che nega se stessa o si rivolge contro se stessa (regno dei deboli o schiavi).

E, parallelamente, la forza attiva è:

l.º le forza plastiche dominano e soggiogano;

2.º la forza che va fino alla fine di ciò che può;

3.º la forza che afferma la sua differenza, che fa della differenza un oggetto di piacere e affermazione.

Le forze saranno determinate in modo concreto e completamente, solo se si tengono in conto, queste tre coppie di caratteri a loro volta.

(CHILE) 88 COMUNICADO DE ITS

Enviado al mail.


Incitamos al caos y la destrucción y una vez mas nos aprovechamos de la multitud en las manifestaciones de estas tierras del sur, para generar desestabilidad.

Infiltrados en medio de la horda enajenada, en medio de encapuchados vandálicos anduvimos nosotros con un único objetivo: el fuego y la destrucción.

Adoramos las llamas calcinadoras, penetrantes,ver como todo arde, la bencina a sido buena aliada, Armados con botellas de líquido inflamable,procedemos a quemarlo todo ,sigilosos y siempre atentos a nuestros afines, esparcidos,seguiamos,seguimos y seguiremos aquí, observando y riendo desde las sombras .
Ánimo al lumpen, mechas, destructores, a los delincuentes, saqueadores ,ladrones,amorales
Se acerca el día del casos y deseamos la
Muerte a la cuidad y al progreso humano!

ITS -CHILE

INCITADORES DEL CAOS

(en) Eulogy for Abe

If you follow the online world of anti-civ discussion you might already be aware of the departure of Abe Cabrera from this world, apparently as a reaction to the responses to his writing projects.

For anyone reading this who are unaware of Abe or his projects, I will briefly sum Abe up, as best I can.
My first time encountering Abe was in September 2016, after reading content from his 2 blogs Wandering Cannibals and Atassa (both now deleted). Abe’s writings were relentless and unforgiving. He had a near Artaudian energy to his approach, which sparked in me immediate interest.

We soon after became “friends” through Facebook and I found myself caught between contradictory feelings towards him. What respect I had and have for Abe, regarding his engaging, critical and unforgiving arguments, became forced up against disappointment towards his vulgarity as a troll, the narcissism he revelled in as his infamy grew and the apparent lack of creativity, as he continually parroted the ideas of other’s within the eco-extremist milieu, which he was the English language voice of, and became reduced to perpetual negation. (Perhaps I was naïve to have hoped for much more from him. Maybe he was perfectly all he could have been.)

But I maintained interest in him, as he and his project succeeded in challenging the sensibilities and aesthetics of the vast majority of the anarchist milieu. During what will remain in my memory as the EE (eco-extremism) vs IGD (It’s Going Down website) saga of 2017, the upset caused by the Atassa journal Abe edited and contributed content towards shook anarchist discourse to the core. He and the eco-extremists he was a voice for challenged many of the presuppositions of its contemporary anarchist ideologues and forced us, particularly those of us anarchists within the anti-civ conversation, to stand naked and acknowledge those aspects of the wild that are most challenging to our world-views, which are in many ways still tied to the logic of civilisation and domestication.
As his infamy grew, Abe seemed to get more and more cultish, claiming to worship demons and becoming seemingly more and more interested in the super-natural. His final upload to his Wandering Cannibals blog exemplified this, with his appeals to Christian-type (albeit perhaps of an inverted Christianity) eschatological discourse (all of the blogs content can be found at this link https://ia801505.us.archive.org/33/items/wccontent69420/Zhu%205.pdf).

I cannot deny that the cultish aspects of Abe’s projects became increasingly disappointing, but his, strangely reminiscent of Jim Jone’s suicide, abandonment of the digital world is even more disappointing and I cannot deny being sad to have lost his voice from this aspect of the conversation.

I’ve seen some claim that Abe’s departure from the digital world was a reaction to hate from antifa type left-anarchists, but I do not believe this (or rather, I do not want to believe this). I’d rather believe that this has been done as an act of theatre of cruelty, an act of trolling par-excellent, where Abe intended that I, and others who took interest in his projects, would be disappointed in him and he could “lulz” as we ponder his disappearance. Alongside this, I’d like to think that this was a clever ploy to spark interest in the second issue of Atassa, leaving those of us who are interested in his thoughts forced to go to the journal for his ideas, rather than his blogs.

Whatever is the case, I hope this eulogy can stand as testament to an individual/writer/thinker/troll who was, if nothing else, undeniably provocative and interesting. He was in many ways ugly and worthy of critique and criticism, but was also brilliant in many ways and I will miss him. (And I hope he is thoroughly disgusted by this, should he ever read it).

by Julian Langer

(es) Towards A Radical Mysticism

“It was a though we’d been living for a year in a dense grove of old trees, a cluster of firs, each with its own rhythm and character, from whom our bodies had drawn not just shelter but perhaps even a kind of guidance as we grew into a family.”

“Other animals, in a constant and mostly unmediated relation with their sensory surroundings, think with the whole of their bodies.”
2 passages from David Abram’s Becoming Animal: An Earthly Cosmology

Caught between the differing narratives of both Jewish and Catholic families, a father constantly shifting between Christian and Buddhist traditions, and my mothers death when I was 7, I’ve always had a strained relationship with “God”, the divine and religious/spiritual thought. I explored various faiths and became somewhat of an experimental practitioner during my teens, exploring Christianity, Neo-Paganism, Buddhism, Hinduism and other faiths, some what divorced from those of the families I was born into.

Then I died (not in the melodramatic sense of edgy gothy “nihilists” and emo-kid aesthetics). My experiences as a young cancer patient in my late teens gifted me a more intimate relationship to death than that of my mother’s passing and the years that had followed from then, up until the point of my diagnosis. The experience of being little more than flesh tore away from me my relationship to these Symbols that had bridged my sense of self with my fundamental existential lack and formed (unstable) pathways for me to navigate the world as I encountered it.

This was both a horrifying experience and a liberating one. In the year prior to my diagnosis I had started exploring existentialist thought, through a somewhat Buddhist-existentialist practice and the individualist anarchism of Armand and similar thinkers, and as my relationship with the realm of “spiritual”/religious thought disintegrated through the experiences of the MRI machines, the brain surgeries, the steroids and the radiation therapy, existentialist thought served as a form of semiotic encoding to help me travel from despair to Life, as embrace of the Absurd and return to the body – (this was initially through Camus and Nietzsche in particular).

In the following year post-treatment, as I explored my relationship with my body through various means and my personal creativity, I came across 2 texts that encoded something I’d seen, experienced and known throughout my entire life, and that granted me words with which to articulate them – all that discourse has ever really granted me (or grants anyone as far as I can see) is new words to articulate the experience of their being-in-the-world; their experience of the Real (the wild) mediated by the Symbolic/technology. These 2 texts were Heidegger’s The Question Concerning Technology and Freud’s Civilisation and it’s Discontents. After reading these works on what it means to live within civilisation and the language they granted me, I then started on the “pathway” that led to my writing Feral Consciousness and worlds of thought and discourse I currently immerse myself (my-Self) within.

From these experiences with discourse and corresponding immediate embodied experiences I’ve undergone throughout my life, I’ve come to view eco-radical, anarchist and active-philosophy as practices of iconoclasm – as revealing what is underneath the icons of the Symbolic, technology, and seeking to destroy them. And my interests have been directed increasingly towards a type of ontological anarchism, based in deconstruction of the machine (both semiolinguistically and in its embodied form), the practice of creative radical semiotics and an ecophenomenology pursuing relationalities that civilisation attempts to deny through domestication, both within the body of the machine and as-close-to outside its territorialised-ontotheology as I can get living on this island in the North Sea, which has been the geographic-stage of the production of history and empire for almost as long as civilisation itself – the creation of Temporary Autonomous Zones.

So if this practice I’ve been engaged with is an attempt to form relationship with and reveal to others something concealed(/repressed/suppressed), and if Mysticism is a practice based in sense-perceptual experience (super or otherwise) of something rendered secret/concealed, then the green nihilism of attempting to destroy those aspects of the Leviathan I have means of destroying is some-what-of-a practice of Mysticism (something ontological anarchism has always found itself tied to).

Mysticism as a term invokes the image of something of a theistic-ideologue, which is a platform I’ve long distanced myself from, particularly within the context of the God of classical theism, and taken a somewhat Nietzschean aesthetic around. But I would not consider myself an atheist, in the general sense of the term, and am relatively comfortable with naming wild-Being as divine, as it is all power, all presence, all that is “knowable” (inside and outside language) and all love(/hate/desire/value). Nor would I consider myself a pantheist or a pagan, as my sensations of the acosmic egoistic transient present render me unable to embrace the notion that there exists an absolute existing totality these/this theology requires, and I’d find myself being inauthentic if I embraced the term animism for my practice, given my historical-geographical context within the narrative of History.

So regarding “God”, gods, the spirit, Life, death and the divine(, and the practice of radical semiotics) I feel like my relationship to wild-Being is one of a hylozoic-Mysticism, born from a practice of eco-radical ontological anarchism and the iconoclasm of feral-deconstruction – a radical Mysticism.

Now this morning I awoke to see this piece by a contemporary of mine within this world of anti-civ discourse I find myself within, within which he attempts to denounce mysticism through embrace of religious-type thought and self-renouncing denial of the immediacy of embodied subjectivity and a seemingly anti-civ scholasticism, which seems highly confused (and somewhat cultish). This follows from the apparent trajectory of the eco-extremist school of thought they (Cabrera) immerse themselves within and their Atassa project and its focus of thought. But, while I have some interest in eco-extremism as a phenomena and as a political movement, and the Atassa project, I find much ugliness in this scholasticism.

Scholasticism as an approach to discourse is (as I understand it) an attempt to gain scientific knowledge of the “revealed truth” of a religious dogma, through a dialectical approach – this is apparently being done, under Cabrera’s project, as a Catholic-Marxist scholasticism of dialectics-in-reverse. The methods of scientific “knowledge” has many issues, that those of us sympathetic to radical scepticism are familiar with, and religious dogma also presents problems for this approach, which again many within this world of discourse are very familiar with. Alongside these, there is the issue of the dialectic approach to discourse, which we might be condemned somewhat to engage with in this world of discourse (given how much Hegelianism and Marxism are part of this world). To quote Karl Popper “(t)he whole development of dialectic should be a warning against the dangers inherent in philosophical system-building” and to quote Nietzsche “I mistrust all systematizers and avoid them. The will to a system is a lack of integrity.”.

The dialectical approach is one based inherently in historicism, whose holist determinism presents itself as the narrative of the master-signifier of the supreme Other I have no desire to embrace and I find to be nothing more that the narrative of the mythic-illusion of civilisation, which I desire the destruction of. It’s semiolingusitic lexicon is nothing more to me than the cartography of those who wish to deny me the immediacy wild-Being and positivism of my subjectivity. My subjectivity might always be somewhat mediated through discourse, by my socialisation within this culture and the subsequent internalisation that is the general trajectory of normal-development (mine as described when I started this piece). But this doesn’t lead me to wish to deny myself the ecophenomeological authenticity of my embodied subject-sensitive rationality. Discourse and study, to me, is best done as an anarchist venture de-systematised epistemologically-free and as a venture not to discover some truism to be revealed, but to find words/signs/languages to reduce the limits language constructs for our worlds and to articulate our experiences as living feral beings, not to embrace the death of History.

So I cannot share in Cabrera’s rejection of Mysticism and embrace of scholasticism, with its apparent encouraging others to do the same. Rather I feel compelled to embrace, and feel anti-civ eco-radicals are best served embracing the iconoclastic Mysticism of ecophenomenological relationalities with wild-Being and the ontological anarchist deconstruction of the technosphere/the Leviathan/civilisation.