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[PT] (Argentina) Comunicado 73 de ITS: Constelações Selvagens Se Posiciona

Membro de Constelações Selvagens com algumas armas e materiais para fabricar bombas.

Traducción al portugués del comunicado 73 de ITS.

Tomamos a palavra para fazer alguns esclarecimentos sobre uma nota feita por TN, programa de televisão da Argentina em que entrevistaram a Gastón Cavanagh, o jornalista que nos contatou no marco do G20.

I. “Estranha denominação”

Somos Individualistas Tendendo ao Selvagem, “Individualistas” porque nossa luta é por nós mesmos, não pelo povo, a massa ou algum grupo oprimido. Lutamos contra a civilização e a humanidade já que sua existência leva à destruição da natureza selvagem da qual somos parte. Muitos não querem ver, mas cedo ou tarde será evidente já que a forma na qual vive nossa espécie é insustentável, estamos cavando a nossa própria cova e a das outras formas de vida neste planeta.

Os mesmos cientistas que trabalham a serviço do progresso vem há décadas alertando a humanidade sobre as consequências de suas ações. Estamos vivendo a sexta extinção massiva de espécies na história deste planeta, maior que a que ocorreu com os dinossauros. No ano de 2007 a ONU anunciou que cerca de 150 espécies se extinguem a cada dia, e estudos mais recentes elevam esta cifra para cerca de 900, enquanto isso 14.000 hectares de floresta foram cortados apenas no dia de hoje. Com os humanos as coisas também não vão muito bem, os suicídios estão na casa dos 3.000 a cada 24 horas e no mesmo período 22.000 pessoas morrem de câncer, a doença da era moderna. Estes números servem para mostrar a hipocrisia de uma sociedade para a qual “uma única morte é tragédia e um milhão de mortes é estatística”. Neste contexto não deveria ser incomum que algumas pessoas optem por adotar uma postura consistente contra toda esta porcaria de sistema. Assassinamos a 8 pessoas, ferimos mais uma dezena, isso não é NADA comparado ao alcance destrutivo do sistema tecno-industrial, que no tempo em que levamos escrevendo este texto cobrou mais vidas que nossa organização nos 8 anos em que tem operado.

“Tendendo ao Selvagem” é sobre recuperar as ações de resistência de nossos antepassados nativos, aqueles que sabiam que era evidente que a chegada há 500 anos daqueles homens brancos e estranhos em suas embarcações trairia apenas devastação e miséria. Se trata de rejeitar a moralidade que impõe a sociedade e valorizar o natural em detrimento do artificial. Agora é possível ver jovens a bordo da moda “eco-radical”, simpáticos a causa mapuche ou defendendo o feminismo da quarta onda, que vão a manifestações e fazem publicações ameaçantes nas redes sociais, onde juram vingança e morte contra os “machos/especistas/polícia” ou o inimigo da vez. Nós vamos pelas ruas e vemos uma asquerosa instituição que promove a nanotecnologia, a qual será utilizada depois para a domesticação ou destruição da natureza ou para perpetuar a nociva existência humana e em vez de estarmos descarregando nossas frustrações no Facebook/Twitter ou nos afogando em drogas como a maioria dos covardes esquerdistas fazem, fabricamos uma bomba caseira e a deixamos na porta para que sintam as consequências de suas ações. Ou seja, ao contrário das pessoas comuns, assumimos uma atitude frontal contra a aberração moderna em que vivemos. Podem ficar indignados ou nos condenar na mídia, no caso dos jornalistas é o que devem fazer. Mas lá no fundo sabem do que estamos falando, cedo ou tarde a conta deverá ser paga. Quando não mais haja água limpa, quando as florestas morrerem e os mares e rios secarem, saberão que a loucura não estava em se opor a esta forma de vida, mas em perpetuá-la.

II. Nossa Guerra e Nossas Contradições

Tocamos brevemente neste ponto para não sermos muito repetitivos. Usamos a tecnologia, vivemos vidas normais, temos smartfones, carros, casas, computadores. A civilização com sua forma de vida nos dominou, não temos ilusões de mudar isso e pelo contrário, usamos as vantagens da vida civilizada (o companheirismo, preconceitos pela aparência, solidariedade promiscua, etc.) para desenvolver nossas atividades terroristas. Se quiséssemos mudar o sistema através das escolhas de consumo tal como propõe a estúpida moda verde, seria contraditório o que fazemos, mas nossa única meta é semear o caos, e qualquer meio é aceitável.

III. A Ameaça Invisível

Não está claro para a mídia se deveria nos levar a sério. As reações dos Estados aumentam esta “sombra” que cobre as atividades eco-extremistas. No México, onde nossos irmãos tem estado assassinando o lixo humano desde o ano de 2011, lá conseguiram ignorar em cheio a nossa existência, e agora que governa um partido populista esta postura seguramente irá se intensificar. Por um lado isso outorga maior impunidade aos grupos que demonstraram sua capacidade para atacar com explosivos industriais como C-4 e dinamite, pistolas de diferentes calibres e até metralhadoras, mas por outro dificulta que a ameaça eco-extremista se expanda, embora apenas parcialmente. No Chile deixam de concentrar todos os esforços em nos encontrar para negar a nossa existência ou plantar estranhas teorias conspiratórias. Isso se deve a total ineficácia para pegar aqueles que levam mais de três anos zombando das agências de segurança nacional realizando seus atentados embaixo de seus narizes. Na Argentina deram ampla difusão a nossos atos, mas recuam quando se trata de relacioná-los a nós e a nossas reivindicações. Estamos pensando em estratégias para reverter esta situação.

Em dezembro de 2017 enviamos um pacote-bomba ao reitor da UTN. Naquele momento não revelamos esta informação já que pensávamos em atacá-lo novamente, mas mudamos de ideia depois de descobrirmos que as autoridades sabiam a quem estava dirigido o pacote, algo que não foi disseminado na mídia e que apenas pudemos saber graças a nossos informantes. Os trabalhadores da central de Monte Grande relataram como as porcas e parafusos saíram como balas logo após a explosão perfurando outras encomendas, e como a pessoa mais próxima saiu voando devido a onda explosiva, deixando uma pessoa com o ouvido estourado e outra ferida no ombro. Se o pacote tivesse sido aberto por Guillermo Oliveto em seu escritório e a centímetros de seu corpo como havíamos planejado, não é difícil imaginar qual teria sido o resultado. Então podem ter medo de nós ou nos ignorar, enquanto os sonhos humanistas se vão pelo ralo os piores monstros seguirão espionando no horizonte.

IV. Proliferação do Eco-extremismo

O eco-extremismo na Argentina tem sido uma ameaça intermitente, no ano passado nós não reivindicamos nenhum ato, não atacamos, mas a ameaça existe, com a paciência dos ancestrais esperando sua chegada quando menos esperem. Por enquanto foi a vez da Sociedade Secreta Silvestre e seu atentado que semeou o pânico em Brazlândia, seguido pelo sanguinário envelope-bomba da Horda e todo o impacto que teve. Nossa hora também chegará.

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Argentina

Constelações Selvagens

Notas:

https://www.lavanguardia.com/natural/20170711/424052148874/sexta-extincion-especies-reduccion-poblaciones-animales.html

https://elpais.com/sociedad/2007/05/22/actualidad/1179784806_850215.html

https://www.natura-medioambiental.com/cuantas-especies-se-extinguen-cada-dia/

http://www.worldometers.info/es

(Argentina) 73 Comunicado de ITS: Constelaciones Salvajes se posiciona

Constelaciones Salvajes, grupo de ITS en Argentina, sale al paso de las declaraciones realizadas en un programa televisivo de aquel país.

¡Con el calor del Sur se levanta la amenaza eco-extremista!

¡Que sus brotes crezcan hasta el cielo!


Tomamos la palabra para hacer algunas aclaraciones sobre una nota realizada por TN, medio masivo de Argentina en el cual entrevistan a Gastón Cavanagh, el periodista que se contactó con nosotros en el marco del G20.

Miembro de Constelaciones Salvajes con algunas armas y materiales para fabricar bombas.

I. “Extraña denominación”

Somos Individualistas Tendiendo a lo Salvaje, “Individualistas” porque nuestra lucha es por nosotros mismos, no es por el pueblo, la masa o algún grupo oprimido. Luchamos contra la civilización y la humanidad ya que su existencia lleva a la destrucción de la naturaleza salvaje de la cual formamos parte, muchos no lo quieren ver, tarde o temprano será evidente ya que la forma en la que vive nuestra especie es insostenible, estamos cavando nuestra propia tumba y la del resto de formas de vida en este planeta. Los mismos científicos que trabajan al servicio del progreso llevan décadas alertando a la humanidad sobre las consecuencias de sus acciones. Estamos viviendo la sexta extinción masiva de especies en la historia de este planeta, mayor que la que ocurrió con los dinosaurios. En el año 2007, la ONU anunció que cerca de 150 especies se extinguen por día, estudios más recientes dejan el número en torno a las 900, mientras que tan solo en el día de hoy 14.000 hectáreas de bosque fueron taladas. A los humanos no les va mucho mejor, los suicidios se cuentan por los 3000 cada 24 horas y en el mismo lapso de tiempo 22.000 personas mueren de cáncer, la enfermedad de la era moderna. Estas cifras sirven para mostrar la hipocresía de una sociedad para la cual “Una única muerte es tragedia y un millón de muertes es estadística”. En este contexto no debería ser raro que unas cuantas personas decidan adoptar una postura consistente contra toda esta porquería de sistema. Hemos asesinado a 8 personas, hemos herido a unas cuantas decenas más, eso no es NADA comparado al alcance destructivo del sistema tecno-industrial, que en el tiempo que llevamos escribiendo esto se ha cobrado más vidas que nuestra organización en los 8 años que lleva operando.

“Tendiendo a lo Salvaje” se trata de recuperar las acciones de resistencia de nuestros antepasados nativos, para quienes era evidente incluso hace más de 500 años que la llegada de aquellos hombres blancos y extraños en sus embarcaciones solo traería devastación y miseria. Se trata de rechazar la moralidad que impone la sociedad y valorar lo natural por sobre lo artificial. Ahora ves a todos los niños abordo de la moda “eco-radical”, amigados a la causa mapuche o defendiendo el feminismo de la cuarta ola, van a manifestaciones y hacen publicaciones amenazantes en las redes sociales, donde juran venganza y muerte contra los “machos/especistas/policía” o enemigo de turno. Nosotros vamos por la calle y vemos una asquerosa institución que promueve la nanotecnología, la cual será utilizada después para la domesticación o destrucción de la naturaleza o para perpetuar la nociva existencia humana y en lugar de estar descargando nuestras frustraciones en facebook/twitter o ahogándolas en drogas como la mayoría de los cobardes izquierdistas, fabricamos una bomba casera y la dejamos en la puerta para que sientan las consecuencias de sus acciones. Es decir, a diferencia de la persona común, tomamos una actitud frontal contra la aberración moderna en la que vivimos. Podrán indignarse o condenarnos mediáticamente, en el caso de los periodistas deben hacerlo. Pero en su interior saben de lo que estamos hablando, tarde o temprano la cuenta quedará saldada. Cuando no quede agua potable sin contaminar, cuando se mueran los bosques, y los mares y ríos se sequen, sabrán que la locura no estaba en oponerse a esta forma de vida, sino en perpetuarla.

II. Nuestra guerra y nuestras contradicciones

Tocamos brevemente este punto para no ser demasiado reiterativos. Usamos la tecnología, vivimos vidas normales, tenemos smartphones, autos, casas, computadoras. La civilización con su forma de vida nos ha dominado, no tenemos ilusiones de cambiar eso y por el contrario, usamos las ventajas de la vida civilizada (el amiguismo, prejuicios por apariencia, solidaridad promiscua, etc.) para desarrollar nuestras actividades terroristas. Si quisiéramos cambiar al sistema mediante las elecciones de consumo, como señala la estúpida propuesta de la moda verde, sería contradictorio lo que hacemos, pero nuestra única meta es sembrar el caos, cualquier medio es aceptable.

III. La amenaza invisible

Los medios no tiene claro si deben tomarnos en serio. Las reacciones de los Estados acrecientan esta “sombra” que cubre las actividades eco-extremistas. En México, donde nuestros hermanos han estado asesinado basura humana desde el año 2011 han resuelto ignorar de lleno nuestra existencia, ahora que gobierna un partido populista esta tendencia seguramente se vea acrecentada. Esto por un lado le otorga mayor impunidad a los grupos que han demostrado su capacidad para atacar con explosivos industriales como C-4 y dinamita, pistolas de diferentes calibres e incluso ametralladoras pero por el otro lado dificulta que la amenaza eco-extremista se expanda, aunque solo parcialmente. En Chile pasan de centrar todos sus esfuerzos en encontrarnos, a negar nuestra existencia o plantar extrañas teorías conspirativas, esto se debe a su total inoperancia para atrapar a quienes llevan más de tres años burlándose de las agencias de seguridad nacional realizando atentados bajo sus narices. En Argentina le han dado amplia difusión a nuestros actos, pero reculan a la hora de relacionarlos con nosotros y nuestras reivindicaciones, estamos pensando estrategias para revertir esa situación.

En diciembre del 2017, enviamos un paquete-bomba al decano de la UTN, en su momento no revelamos esta información ya que pensábamos atacarlo de nuevo, cambiamos de idea luego de averiguar que las autoridades sí sabían a quien iba dirigido el paquete, algo que no trascendió en los medios y que solo pudimos saber gracias a nuestros informantes. Los trabajadores de la central de Monte Grande relataron como las tuercas y tornillos salieron como balas luego de la explosión perforando otras encomiendas, y como la persona más cercana salió volando a causa de la onda expansiva, a uno se le reventó el oído, a otro se le lastimó el hombro. Si el paquete lo hubiera abierto Guillermo Oliveto en su escritorio y a centímetros de su cuerpo tal y como lo habíamos planeado, no es difícil imaginar cual hubiera sido el resultado. Pueden temernos o pueden ignorarnos, mientras el sueño humanista se va por el desagüe los peores monstruos seguirán asomándose en el horizonte.

IV. Proliferación del eco-extremismo

El eco-extremismo en Argentina ha sido una amenaza intermitente, en este año que pasó nosotros no reivindicamos ningún acto, no hemos atacado pero la amenaza esta ahí, con la paciencia de los ancestrales esperando su llegada cuando menos lo esperen. Por ahora fue el turno de la Sociedad Secreta Silvestre y su atentado que sembró el pánico en Brasilândia, seguido por el sanguinario sobre bomba de la Horda y todo el impacto que ha tenido, nuestra hora también va a llegar.

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje – Argentina

Constelaciones Salvajes

Notas:

https://www.lavanguardia.com/natural/20170711/424052148874/sexta-extincion-especies-reduccion-poblaciones-animales.html

https://elpais.com/sociedad/2007/05/22/actualidad/1179784806_850215.html

https://www.natura-medioambiental.com/cuantas-especies-se-extinguen-cada-dia/

http://www.worldometers.info/es/

(Argentina) La presencia de ITS amenaza la seguridad del G-20

Con el orgullo criminal característico de la propaganda eco-extremista. Publicamos una nota realizada por el programa Argentino “Periodismo Para Todos” donde se menciona aunque solo brevemente una nota que hicieron con ITS-Argentina, Constelaciones Salvajes a partir del minuto 14 del video. En un audio enviado por los integrantes del grupo se hace un repaso general de los planteos de la tendencia y se habla sobre el G-20, la cumbre internacional que se realizará en Argentina en los próximos días.

Por un lado, se menciona a los grupos eco-extremistas como una de las dos amenazas más grandes a nivel nacional en el marco de esta cumbre, junto con los anarquistas radicales quienes tuvieron protagonismo en varios ataques fallidos recientemente en Argentina. Es importante recalcar como opera la amenaza invisible de los eco-extremistas en todos los países donde se encuentran los grupos afines, donde pasan de ser abordados como grupos minoritarios a estar en la agenda inmediata de seguridad nacional. La propaganda de la tendencia crece acompañada por los actos terroristas, aunque se escuchen los mismos comentarios de siempre, de quienes tachan de “poco serio” a un grupo que se atreve a enfrentarse al progreso de la humanidad sin concesiones ni medias tintas. Es de esperar que las posturas incorrectas que enaltecen lo salvaje sean tachadas de lo peor por progresistas basura y críticos de pacotilla quienes desde su cómodo lugar de jueces determinan “lo sensato y lo serio”. Pero la locura eco-extremista no tendrá fin, aunque muchos no puedan aceptarlo.
¡Ánimo grupos terroristas de ITS, en el Sur, en el Norte y en Europa!
¡Que sigan los envenenamientos, los bombazos y las amenazas!

ME

*La foto fue enviada por CS para reforzar lo dicho en el mensaje hablado.