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(pt) (Editorial) Revista Ajajema N° 5 – Contra el Progreso Humano Desde el Sur

Quinta editorial de la Revista Ajajema traducida al portugues. Via MA.


EDITORIAL

“(…) I’m out my mind, see fear in your eyes

I’m sick, I despise myself again

The tears never come, my body is numb

I feel like a god amongst the men

Cut out my eyes, feed me with lies

That I don’t never have to see again

I feed the hate, I feed the truth

I give the pain to the youth

Fuck the devil for your wealth

Pistol chilling on my shelf

I control my own death

I don’t need no fucking help (…)”

-X

Começa um novo ciclo para a Terra e com ele chega a nova edição da nossa Revista Ajajema. Novamente fortalecidos pela majestade do frio assassino. O inverno está apenas começando e já foram registradas temperaturas históricas abaixo de zero, tanto na capital quanto em outras regiões. De fato o sul do Chile tem registrado fortes nevascas. O terrível frio exitosamente já conseguiu acabar com a vida de quase uma dezena de humanos… e é apenas questão de tempo para que esse número aumente.

As andanças dos criminosos misantropos de ITS continuam pelo sul. Os individualistas seguem impunes e desejando mais e mais. Seus artefatos são a prova disso e apenas o destino não quis que os dispositivos dos irmãos matassem ou ferissem a alguém. Os demônios não conseguiram se libertar com a explosão terrorística dos pacotes explosivos da Horda Mística do Bosque nem com os artefatos incendiários dos Sulistas Incivilizados. Deve apenas ter sido pelo acaso ou por algumas outras razões. A verdade é que os manos de ação não deixaram de tentar de novo e de novo. Esperamos pacientemente e com máxima alegria o dia em que um desses dispositivos se ativará nas mãos de algum estudante ou executivo, esperamos e sabemos que mais cedo ou mais tarde se desatará o fogo ou a explosão infernal dos irmãos.

É essa a verdade, os cúmplices atentadores do sul continuam em seu caminho mortífero de guerra contra a civilização e o humano. Apenas eles sabem quando e como retornarão. Com o último acontecimento que soubemos da máfia sulista, podemos dizer que os esquerdosos da Universidade Católica Silva Henríquez se salvaram por um fio. Como gostaríamos que alguns de seus combativos e revolucionários estudantes abrissem o presente dos manos da HMB. Que bom teria sido ver um deles com as mãos remendadas que nem as de Landerretche…

Os cúmplices terroristas continuam a guerra e, não, o nosso caminho propagandístico pelo sul não deu para trás nem irá recuar, é por isso que estamos aqui, seguindo “na beirada do desfiladeiro”. Continuamos elogiando e espalhando o germe da tendência Eco-extremista com a nossa quinta edição da Revista.

É assim que o nosso caminho editorial nos preencheu de riquíssimas emoções, vivências e cumplicidades. No caminho, contatamos valiosos irmãos que contribuem na propaganda. Como não lembrar do nosso primeiro número lá em meados do final de Janeiro de 2017, apenas alguns dias depois que ITS-Chile feriu as mãos de Landerretche o nosso projeto saiu. Em uma espécie de zueira sarcástica contra os aparatos de inteligência que buscavam como loucos os irmãos, nós em nosso projeto nos alegramos com o atentado dos manos e chegamos a incluir até mesmo as instruções para fazer um pacote-bomba, alegria e zombaria que seguimos sustentando até hoje. De fato, nossos contatos mafiosos para esta edição conseguiram acessar um set fotográfico do pacote-bomba usado contra a UCSH e outro set de fotos do niple de aço, em abril passado. Estas fotografias são o registro da impunidade Eco-extremista, são as únicas pegadas dos fantasmas misantropos mais buscados do sul. São também as únicas pistas que encontraram do feroz atuar dos manos.

Não nos resta mais nada a não ser seguir em nosso caminho de apologia ao Caos misantropo e é por isso que a partir da nossa toca e com especial carinho saudamos a iniciativa editorial do Brasil com sua “Revista Anhangá“. Saudamos os irmãos do blog “Maldición Eco-extremista” por nos manter informados dos ataques de ITS a nível internacional. Também enviamos abraços cúmplices ao projeto musical “Iconoclasta” que com suas terríveis letras afins nos fez estremecer o espírito. Enviamos também a todos os demais irmãos que se encarregam de apoiar a tendência nos demais blogs em diferentes idiomas. Aos que estão colaborando sempre na edição de vídeos e aos que ultimamente se deram a tarefa de criar e gerir alguns canais no “Telegram”. Sabemos que nas sombras estão sendo gerenciados interessantes projetos de difusão e esperamos que logo venham à tona. Para todos eles e elas, para os que estão aqui e para os que virão, muita força ancestral para os seus projetos!

É uma grande alegria para nós como grupo editorial evidenciar o avance da difusão oral da tendência Eco-extremista, mas a alegria é maximizada quando se trata do avance da guerra e a práxis extremista nas mãos dos ITS. Nós nos alegramos no Caos quando nos inteiramos de que os atentados da Máfia ITS se materializaram na Europa. Primeiro na Grécia, lá por Janeiro deste ano. Apenas alguns dias depois os individualistas aparecem no “Abismo Europeu” que com uma bomba alarmaram a região. Mas a expansão da Máfia não parou por aí, dois meses mais tarde conseguem atentar em terras espanholas, iluminando a noite. Depois novamente atentam os manos da Grécia, e somando a isso há o retorno infernal da SSS-ITS-Brasil, que em pouco mais de um mês regressou com dois atentados separados, sendo que no último queimaram uma igreja.

Desta forma, somos testemunhas do violento e furioso avance da tendência mafiosa, junto aos contundentes atentados e assassinatos perpetrados pelos irmãos no México e de como o modus operandi do pacote-bomba se estendeu pelas terras do sul, tanto no Chile como na Argentina, gerando assim inéditos atentados e violentas explosões. A Máfia ITS conta em sua história com 57 comunicados oficiais e 4 entrevistas. Inimigos mortos, sangue, explosões, incêndios, disparos, conjurações, dezenas de reportagens na TV, Egos, misantropia, paganismo, Caos, primeiras páginas, alarmes nacionais e ridiculosidade policial são algumas das consequências dos atos dos irmãos.

Ante tudo isso nós seguimos firmes e orgulhosos defendendo e propagando o ódio contra toda a civilização, contra o asqueroso humano moderno, contra os seus rituais e os seus costumes. Seguimos com as palavras em nome do Desconhecido, seguimos invocando com cada editorial o espírito assassino dos Fueguinos, Ajajema.

Espírito ancestral: queime a todos, queima-os como você costumava queimar, queima a civilização e seus habitantes, desata a tua vingança…

Irmãos atentadores do sul, continuem com as suas ações de terror, que nós seguimos firmes com a Máfia até as últimas consequências. Continuem nos entregando afiados comunicados e terríveis ações, porque Ajajema por aqui seguirá. Que os demônios antigos sigam controlando as suas mentes. Possuídos pela mística ancestral dos povos antigos, que sigam agindo.

Com as divindades místicas dos Patagões presentes na guerra extremista sempre; com Wöllapatuch, “O Grande Assassino”, com Kenos, com Yoaloch e com os nossos espíritos protetores Yefádschel. Assim também com os de carne e osso; com a ancestral Lola Kiepja, com o índio Selk’nam Tschikiol e com o corajoso Utschich. Viva aos atentados contra a civilização!

E por último. Irmãos, sintamos o frio, assim como sentimos o calor. Que o paralisante gelo nos adormeça o corpo e que isso nos recorde de que estamos vivos, que os efeitos naturais do corpo adaptando-se ao gélido ambiente sintam e desfrutem. Contra a cultura híper-civilizada do humano moderno pervertido que vive no inverno como se estivesse no verão. Malditos imbecis que não podem apreciar a superioridade do clima frio. E que fique claro que isso não é um chamado para morrermos de frio, não. Este é um chamado para sentir a majestosidade do ambiente, para levar nossos corpos, mesmo que seja um pouco, até uma parte de como se desenvolveram os velhos humanos.

Nos montes e em suas cidades, com o Frio e o Calor, que continuem as feitorias de ITS!

A Ajejema segue com sua glória à Máfia…

“(…) Can’t keep my dick in my pants.

I gave her dick, she got mad.

She put her tongue on my dick.

That lil’ bitch got her throat fucked.

Skeet on your main bitch’s forehead.

Don’t want your pussy, just want head (…)”

-X

Grupo Editorial Revista Ajajema

(it) Vagabondo

Traducción al italiano de “Vagabundo”, texto publicado en la Revista Ajajema n5.


Come un egoista con una personalità veementemente anti-sociale e nichilista, dovrebbe essere abbastanza apparente che i miei interessi, le mie passioni e i miei desideri si muovono con una forma completamente contraria agli interessi standard, le leggi e la moralità di qualunque società o stato. Senza che io sia disposto a cedere, retrocedere o compromettermi con nessuno, la mia vita criminale e maledetta, incomincia in gioventù, quando avevo deciso di non sprecare un altro secondo in più della mia vita conformandomi e cercando di ottenere accettazione o approvazione da quelli i quali mi circondavano.

Perché dovrebbe importarmi di essere stimato da altri che in fin dei conti mi ripugnano totalmente, e di cui odio la schifosa esistenza umana tanto quanto la mia?
Respingo quella pratica umiliante che costituisce la fabbrica sociale nella sua totalità, un vile tessuto di debolezza, imbecillità, timidezza e stupidità. Questo rifiuto di tutte forme non è passivo, è qualcosa che ho abbordato sempre con disprezzo assoluto, ostilità e frequentemente con atti di violenza contro quelli che hanno cercato di impormi qualunque tipo di catene sulla mia rigogliosa individualità.

Nella misura in cui ho imparato a vivere con la mia forza di volontà, le pareti carcerarie della scuola non hanno potuto contenermi più né l’immondizia ha potuto raggiungermi, cosicché ho passato tutto il mio tempo non andando a scuola e inizialmente ho goduto di questo tempo libero recentemente acquisito girando per i boschi e edifici abbandonati, ascoltando musica, disegnando e scrivendo. Continue reading (it) Vagabondo

AJAJEMA Nº 5

REVISTA AJAJEMA 5


Editorial

“(…) I’m out my mind, see fear in your eyes

I’m sick, I despise myself again

The tears never come, my body is numb

I feel like a god amongst the men

Cut out my eyes, feed me with lies

That I don’t never have to see again

I feed the hate, I feed the truth

I give the pain to the youth

Fuck the devil for your wealth

Pistol chilling on my shelf

I control my own death

I don’t need no fucking help (…)”

-X

Comienza un nuevo ciclo para la Tierra y con ello nuestra Revista Ajajema sale una vez más. De nuevo potenciados por la majestuosidad del frio asesino. El invierno recién comienza y ya se han registrado históricas temperaturas bajo cero, tanto en la capital como en las demás regiones, de hecho el sur de chile ha registrado potentes nevazones. El terrible frio ha conseguido con éxito apagarles la vida casi una decena de humanos ya… es sólo cuestión de tiempo para que esa cifra se incremente.

Las andanzas de los delincuentes misántropos de ITS continúan por el sur. Los individualistas siguen en la impunidad con ansias de más, sus artefactos lo demuestran y sólo el destino no ha querido que los dispositivos de los hermanos maten o hieran a alguien. Los demonios no han podido liberarse con la explosión terroristica de los paquetes explosivos de la Horda Mística del Bosque ni con los artilugios incendiarios de los Sureños Incivilizados. Ha de ser por el azar o por otras razones, lo cierto es que los cabros de acción no han dejado de intentarlo una y otra vez. Esperamos pacientemente y con alegría máxima el día cuando uno de esos dispositivos se active en la jeta de algún estudioso o algún ejecutivo, esperamos y sabemos que más temprano que tarde se desatará el incendio o la explosión infernal de los hermanos.

Esa es la verdad, los cómplices atentadores del sur continúan en su camino de guerra a muerte en contra de la civilización y el humano. Sólo ellos saben cuando y cómo regresarán. Con lo último que hemos sabido de la mafia sureña podemos decir que se han salvado por un pelo los izquierdosos de la Universidad Católica Silva Henríquez. Como nos hubiera gustado que alguno de sus combativos y revolucionarios estudiantes fuese el que abriera el regalo de los cabros de la HMB. Que bonito hubiera sido ver a uno con las manos mas parchada que las de Landerretche…

Los cómplices terroristas continúan la guerra y, era que no, nuestro camino propagandístico por el sur no ha dado y no dará pie atrás, por eso aquí seguimos “al pie del cañón”. Continuamos alabando y esparciendo el germen de la tendencia Eco-extremista, con nuestra ya, quinta entrega.

Es así como nuestro camino editorial nos ha plagado de riquísimas emociones, vivencias y complicidades. En el trayecto hemos contactado con valiosos hermanos que contribuyen en la propaganda. Cómo no recordar nuestro primer numero por allá por fines de enero del 2017, a días de que ITS-Chile le rasguñara las manos a Landerretche sale nuestro proyecto. En una especie de burla sarcástica en contra de los aparatos de inteligencia que buscaban como locos a los hermanos, nosotros en nuestro proyecto nos regocijábamos con el atentado de los cabros, incluyendo hasta las instrucciones para hacer un paquete-bomba, regocijo y burla que seguimos sosteniendo hasta el día de hoy. De hecho, nuestros contactos mafiosos para esta edición lograron acceder a un set fotográfico del paquete-bomba usado contra la UCSH y otro set de fotos del niple de acero, en abril pasado. Estas fotografías son el registro de la impunidad Eco-extremista, son las únicas huellas de los fantasmas misántropos mas buscados del sur. Son también, las únicas pistas que encontraran del actuar fiero de los cabros.

No queda más que seguir en nuestra senda de apología del Caos misántropo y es por eso que desde esta tribuna y con especial cariño saludamos la iniciativa editorial de Brasil con su “Revista Anhanga”. Saludamos a los hermanos del blog “Maldición Eco-extremista” por mantenernos al tanto de los atentados de ITS a nivel internacional. También le mandamos abrazos cómplices al proyecto musical “Iconoclasta” que con sus terribles letras afines nos ha hecho estremecer el espíritu. Y a todos los demás hermanos que se encargan de sostener la tendencia en los demás blogs de diferentes idiomas. A los que están colaborando siempre en la edición de videos y a los que últimamente se han dado a la tarea crear y gestionar unos canales de la red social “Telegram”. Sabemos que entre las sombras se están gestando interesantes proyectos de difusión que esperamos que pronto vean la luz. Para todos ellos y ellas, para los que están y los que vienen, ¡mucha fuerza ancestral para sus proyectos!

Es una alegría enorme para nosotros como grupo editorial, evidenciar el avance de la difusión oral de la tendencia Eco-extremista pero la alegría es maximizada cuando se trata del avance de la guerra y la praxis extremista de la mano de los ITS. Nos regocijamos en el Caos cuando nos enteramos que los atentados de la mafia ITS se materializaron en Europa. Primeramente en Grecia por allá por enero de este año. Solo días mas tarde los Individualistas aparecen en el “Abismo europeo”, con un codo-bomba alarmaron a la región. Pero la expansión de la mafia no paro ahí, dos meses mas tarde logran atentar en tierras españolas iluminando la noche. Después atentan nuevamente los wachos de Grecia, sumando a esto el regreso infernal de la SSS-ITS-Brasil, que en poco más de un mes regresó con dos sendos atentados, en el último quemaron una iglesia.

De esta manera somos testigos del violento y furioso avance de la tendencia mafiosa. Sumado a los contundentes atentados y asesinatos perpetrados por los hermanos en México. A como el modus operandi del paquete-bomba se ha extendido por las tierras del sur, tanto en Chile como en Argentina, generando así inéditos atentados y violentas explosiones. La mafia ITS cuenta en su historia con 57 comunicados oficiales y 4 entrevistas. Enemigos muertos, sangre, explosiones, incendios, disparos, conjuros, decenas de reportajes en TV, Egos, misantropía, paganía, Caos, primeras planas, alarmas nacionales y ridiculez policiaca son algunas de las consecuencias de los actos de los hermanos.

Ante todo esto nosotros seguimos firmes y orgullosos defendiendo y propagando el odio contra la toda la civilización, contra el humano moderno asqueroso, contra sus rituales y sus costumbres. Seguimos con las palabras en nombre de lo Desconocido, seguimos invocando con cada editorial el espíritu asesino de los Fueguinos, Ajajema.

Espíritu ancestral: quémalos a todos, quémalos como quemabas antaño, quema la civilización y sus moradores, desata tu venganza…

Hermanos atentadores del sur, continúen con sus acciones de terror, que nosotros seguimos firmes con la mafia hasta las ultimas consecuencias. Sigan entregándonos filosos comunicados y terribles acciones, que la Ajajema acá sigue, que los demonios antiguos sigan controlando sus mentes. Poseídos por la misticidad ancestral de los pueblos antiguos, sigan dándole a la acción.

Con las divinidades místicas de los Patagones presentes en la guerra extremista siempre; con Wöllapatuch “El Gran Asesino”, con Kenos, con Yoaloch y con nuestros espíritus protectores Yefádschel. Así también con los de carne y hueso; con la ancestral Lola Kiepja, con el indio Selk’nam Tschikiol y con el valeroso Utschich. ¡Vivan los atentados contra la civilización!

Y por ultimo. Hermanos, sintamos el frio, así igual como sentimos el calor, que el paralizante hielo nos entumezca el cuerpo y que eso nos recuerde que estamos vivos, que los naturales reflejos del cuerpo adaptándose al gélido ambiente se sientan y gocen. Contra la cultura híper-civilizada del humano moderno pervertido que vive el invierno como si estuvieran en verano. Malditos imbéciles que no logran apreciar la superioridad del clima frio. Y que quede claro que este no es un llamado a dejarnos morir de frio, no. Esto un llamado a sentir la majestuosidad del ambiente, a llevar nuestros cuerpos aunque sea un poco, a como se desenvolvían los viejos humanos.

¡En los montes y en sus ciudades, con el Frio y el Calor, ¡que continúen las fechorías de ITS!

La Ajajema continúa con su loor a la mafia…

“(…) Can’t keep my dick in my pants.

I gave her dick, she got mad.

She put her tongue on my dick.

That lil’ bitch got her throat fucked.

Skeet on your main bitch’s forehead.

Don’t want your pussy, just want head (…)”

-X

Grupo Editorial Revista Ajajema

(SUR) REVISTA AJAJEMA Nº 4

SORPRESIVAMENTE HA SALIDO UN NÚMERO ESPECIAL DE LA REVISTA AJAJEMA, ANIMANDO DESDE LUEGO AL SEGUIMIENTO DE LA PROPAGANDA ANTI-HUMANISTA.
¡ADELANTE CON LAS PALABRAS Y LOS ACTOS FILOSOS CONTRA LA CIVILIZACIÓN!


REVISTA AJAJEMA 4

EDITORIAL

“(…) Porque no los frenan ni aunque existiera un mañana (…)”
-M

Luego de un corto tiempo y gracias a los esfuerzos y voluntades afines salimos nuevamente, con una edición especial de Ajajema, enmarcada en el paso del despreciable viejo por tierras sureñas, su visita fue lo más terrible que pudo imaginar, incendios aquí y allá, amenazas de bomba, mensajes intimidatorios, todo aunado a la desestabilización y al caos que sacudió Tierras Malditas durante esos días, nosotros nos alegramos del fuego y del nerviosismo que se desató, no nos importa si los actos fueron de algunos anarquistas ateos, o de personas con ideologías políticas pegadas a doctrinas rojizas, lo que importa es el Caos y lo celebramos enormemente. Sobre esto, destacamos que no porque el santo padre se haya ido y no esté más en tierras sureñas, las actividades de hostigamiento contra todo centro de evangelización tenga que parar, ¡NO!, las actividades terroristas y de sabotaje para los credos inquisitoriales debe tener una continuidad, ¡que esos bastardos revivan el terror que sintieron cuando los Araucanos quemaron por completo ciudades enteras! ¡Que vuelvan a sentir la furia de Lautaro y Caupolicán!

Mientras el calor golpea fuerte todavía, los ánimos de los guerreros no disminuyen, y es por eso que esto sigue creciendo, tanto en la difusión como en los actos.
En este corto intervalo fuimos testigos de cómo la espora eco-extremista volvió a su vuelo, viajando kilómetros y kilómetros, atravesando el océano hasta el viejo continente, como fue con los vikingos que desembarcaban amenazantes en tierras cristianas llevando con ellos sus hachas, espadas y flechas, pero más que nada, su paganismo y ferocidad, de la misma forma llegaron los guerreros extremistas de ITS hasta el interior de la fortaleza Europa, de todas formas, los bárbaros siempre estuvieron ahí, disfrazados, camuflados, aprendiendo, esperando… Hasta ahora que con fuertes actos hicieron su aparición y no dejaron a nadie exento, primero en Grecia, la cuna de la civilización occidental se hicieron presentes dos grupos de la Mafia con incendios sobre autos, una iglesia y una torre de telecomunicación, de esa forma dejando su huella los cómplices de la Secta Iconoclasta y los Cazadores Nocturnos. Apenas 17 días después, Misanthropos Cacoguen desde el Reino Unidos hace publica su afiliación al grupo internacional, revindicando el incendio a dos buses destinados al transporte de viejos culiaos, y la colocación indiscriminada de un paquete bomba en la zona céntrica de la pútrida metrópoli de mierda. Pruebas claras de que la amenaza invisible se está destapando, que la expansión del eco-extremismo y las ideas afines son reales y tienden a más.
En el sur es el calor abrazador el que cubre y alimenta los espíritus de los cabros afines, quienes siguen tramando bajo las sombras, en el norte es el majestuoso frío, las heladas y las oscuras noches invernales que tapan a los y las individualistas a cada paso que dan. Ahora en Europa, los wachos dirán, si las fuerzas de sus antepasados, de los espíritus o únicamente el poder de sus egos y su individualidad los apañan para la conspiración. Tienen nuestro apoyo, como órgano difusor para la Mafia de ITS, como hermanos de sangre y guerra, estaremos deseando que lo Desconocido los cuide en sus andanzas, y que su furia se desate contra todo.
Escupiendo sobre el Papa y su visita con odio a toda su religión y seguidores.
Maldiciendo al humano moderno y su falsa superioridad.
Honrando al espíritu de Ajajema y a nuestros antepasados guerreros, mantenemos el dedo en el renglón.

Grupo Editorial Revista Ajajema

MALDICIÓN PARA EL SANTO PADRE

Texto tomado de la revista Ajajema en su numero 3.

ME se suma a las maldiciones para con este despreciable ser, hacemos nuestra las palabras de “Místico del Bosque”.

Porque la llegada de este mísero anciano a tierras sueñas no pasara desapercibida por los espíritus de los antiguos ni de los nuevos. ¡Que empiece la desgracia…!


“No he venido a llamar a justos, sino a pecadores”

-Lucas 5:32

Alguien ya llega al sur.

La masa enardecida lo esperara ansiosa.

Imponente ser.

-Llegará.

Máxima eminencia.

Anciano y mojigato.

Lo llaman papá.

-Llegará.

Enviado del mismísimo Dios.

El portador de la paz.

Hacedor del “bien”

-Llegará.

Predicando amor.

Solidaridad.

El “bien”.

-Llegará.

Enemigo del Caos.

Del Odio.

De la Guerra.

-Llegará.

Tierras ancestrales pisará.

Paganos suelos sentirá.

Y ni se inmutará.

-Llegará.

Él no recuerda.

Que en nombre de su Dios, salvajes perecieron.

Lo olvida.

-Llegará.

Su Dios tiene las manos llenas de sangre de los antiguos.

Por su Dios empalaron guerreros.

Cortaron cabezas, pezones y testículos.

-Llegará.

Olvidando siglos de sangre.

De muertes.

En nombre de su Dios.

-Llegará.

Y cuando pise suelo sureño, la desgracia empezará.

La de Ajajema.

La de Watauinéiwa-sef.

La de las hermanas Tanu y Xalpen.

-Llegará.

Cuando pise suelo ancestral será maldecido por los espíritus araucanos.

Él y sus fieles.

Y su mismo Dios.

-Llegará.

Olvidando su historia exterminadora.

Aparecerá con total inocencia.

Con la más grande desfachatez.

-Llegará.

Ahora son “buenos”.

Su Dios es amor y bondad.

Ahora repudian la muerte y la sangre.

-Llegará.

¡Desvergonzado!

¡Infeliz!

¡Desgraciado!

-Llegará…

Me entere que llegaras, que tu inmundo ser tocará tierras sagradas. Que en el nombre de tu Dios de amor hablarás. Cuando tu pestilente hedor recorra las tierras sureñas recuerda que te maldigo, que te maldecimos. Que nos cagamos en tu puto Dios, que juramos venganza por cada salvaje evangelizado y asesinado.

Recuerda también que por ahí andaremos, por entre tus fieles merodearemos, con niples y baterías, con botellas y relojes, con cuchillas y pistolas, con maldiciones y hechizos, con paganías y satanías, con eco-extremismo y nihilismo.

Con los espíritus fueguinos, los pillanes araucanos, los disfraces y cuerpos pintados de los kloketen, con la furia de las féminas Yosi y con todo lo antiguo: maldecimos tu ser inmundo, tu falsa inocencia y a tu impotente y decadente Dios…

¡Que la maldición de la tierra y de los mares, de la cordillera y de los ríos caiga sobre ti y toda tu religión!

¡Invocamos a los espíritus de los nativos, los invocamos para que dejen caer toda su furia contra el cristianismo y sus secuaces!

Atentamente:

-Un Místico del Bosque

(SUR) REVISTA AJAJEMA Nº 3

Con alegría criminal publicamos la tercera entrega de la Revista Ajajema, aporte filoso para la propagación del caos desde el sur del continente, proyecto nacido desde el anti-humanismo, apologizador del terrorismo y el vandalismo.

REVISTA AJAJEMA Nº 3


Contenido:
-Editorial
-El mundo espiritual de los Fueguinos (segunda parte)
-Semillas de odio
-Kuifi Mapuche Piam
-El camino de las estrellas violentas
-Busca tu YO espiritual
-Mi autoridad
-Apología del Caos
-A los hocicones
-Método criminal: Los mafiosos de la “Banda de la Magliana”
-Temporalizador cacero
-Método clandestino
-Maldición para el santo padre

Editorial

“El que tenga miedo a morir que no nazca (…)”

-E

Las lunas pasan, los soles pasan, y de esta forma la revista Ajajema sale a la luz por tercera vez. A dos ciclos majestuosos de la Tierra y en contraste total con nuestra segunda edición en ese entonces teniendo como escenario salvaje el frio paralizante, las nubes oscuras y la lluvia (invierno). Ahora salimos con el calor infernal, los cielos despejados y el fuego como constante amenaza (verano).

Los ciclos ancestrales de la Tierra continúan su curso y con ellos avanza la tendencia criminal de los Individualistas Tendiendo a lo Salvaje, afirmándose y realzándose contundentemente tanto en el norte como en el sur. Es así como persisten violentamente las andanzas de los hermanos y hermanas, con aciertos y fallos continúan los atentados.

Desde el último número de nuestra revista hemos visto como los hermanos y hermanas en el norte han llevado a cabo valiosas acciones. En este último periodo de tiempo los ITS han hecho público 15 comunicados, de los cuales 11 han sido reivindicaciones y 4 han sido respuestas públicas y/o análisis críticos. De estos 11 comunicados, 7 han sido publicados desde México, 2 desde chile y 2 desde Argentina.

En lo que respecta al sur, el avance de la mafia ha tendido a más. Con incendios, intentos indiscriminados de quemar a humanos y paquetes-bombas se han hecho notar los ITS del sur. Fuimos testigos de cómo el Bandada Inquisidora Vengativa calcinó por completo un bus del transantiago, con pasajeros aun dentro quemó el bus, el tendido eléctrico de la calle y una ferretería. También fuimos espectadores de como la Horda Mística del Bosque con su histórico atentado con paquete-bomba en enero causó tremenda alarma en tierras sureñas, de cómo su atentado ha sido felizmente replicado, dando inicio así a una nueva modalidad de ataque en tierras sureñas. Atentado replicado tanto es su confección como en su ejecución por otros grupos al otro lado de la cordillera. Así fue que el grupo trasandino Constelaciones Salvajes llevó a cabo su primer paquete explosivo, el regalo lo abandonaron en la entrada de una connotada casa de estudios, lamentablemente el explosivo fue desactivado. Pero los hermanos tenían algo más que decir y ya empezando el mes de diciembre se reivindicaron otro paquete, esta vez sí exploto, pero antes de tiempo dejando a dos heridos. Además, poco antes de este último paquete la mismísima HMB en Chile se animaba a concretar a un par de acciones indiscriminadas contra la masa humana híper-civilizada. Estos, colocaron dos dispositivos incendiarios en buses del transporte público, pero esta vez con la clara intención de herir a cualquier persona, dispositivos que lamentablemente se frustraron. De hecho y como explicaron los wachos en su comunicado, los buses iban llenos de gente por lo que los resultados hubieran sido tremendos mediáticamente, prometiendo causar serios daños en las carnes de algún humano moderno.

Esto es la prueba de que la guerra contra la civilización no se detiene ni retrocede ante nada. Ni ante las amenazas de las autoridades gubernamentales con sus aparatos de inteligencia con sus estériles amenazas. Ni ante los llamados chillones de algunos radicales anarquistas preocupados por la expansión de las ideas incorrectas. Estos últimos han mostrado su verdadera cara, aquella más progresista e izquierdista digna de cualquier organización social. Esta gente, espantada por las acciones de los guerreros, han hecho llamados vanos para rechazar todo lo que tenga que ver con eco-extremismo. Si hasta de coscachos se han ido algunos anarcos por andar de héroes antiautoritarios o antifascistas, como pasó en Estados Unidos en una feria anarquista.

Por nosotros que sigan chillando los maricas, que nosotros no damos pie atrás con la difusión. Si los atentados continúan, pues nuestras palabras apologistas seguirán apoyando complicemente las ideas eco-extremistas, nihilistas-egoístas y misántropas, eso está más que claro.

Lo cierto es que las oscuras intenciones de los y las individualistas continúan siendo una amenaza, los wachos de la tendencia continúan libres y rampantes merodeando por todos lados, al acecho y conspirando entre fieros cómplices.

“(…) Yo no tengo un tornillo suelto, yo nací sin todas las piezas (…)”

-J

Mientras tanto en estas tierras ya se ha elegido un nuevo presidente de la república, vemos como la masa híper-civilizada continua con sus preciados ritos humanistas. Con altísima participación ciudadana se confirma lo que siempre hemos sabido; el humano ciudadano quiere y anhela la comodidad, que no haya delincuencia, vivir en paz, tener un buen trabajo y una buena casa, etc. Y esto ojalá que sirva (lo dudamos) para que todos esos que se llenan la boca con llamados a “concientizar a la gente para que se rebele contra el sistema” y esas cosas aburridas, y que entren en cuenta de que al ciudadano no le interesa lo más mínimo “despertar” o “rebelarse”, no le interesa tampoco ni el anarquismos y ni siquiera el comunismo, ni mucho menos el eco-extremismo (por suerte). De todas formas sabemos que los necios continuarán soñando con el “despertar de la masa”, van a continuar esos comunicados-biblias que dan sueño…

Yendo a otro tema, estamos al tanto de que un despreciable ser llamado “papa” visitará estas tierras en unos días. Pues nada, esperamos que cuando pise suelo sagrado se muera de un infarto a corazón el muy canalla, que las animas malditas de los guerreros mapuches se encarguen de su inmundo cuerpo…

Así nuestro proyecto de difusión y de propaganda de las ideas contras el progreso y la humanidad sale de nuevo. Con el calor quemando fuerte, pero con las tierras australes mojadas siempre eso sí. Le seguimos dando a la difusión terrorista. Potenciadas nuestras palabras y maldiciones con las terroristas acciones de los cabros y cabras de la mafia eco-extremista/nihilista. Pero también con la majestuosidad de los ciclos salvajes de la Tierra, con el calor feroz, con el sol alimentando los montes y los bosques, la Tierra y los campos. Con toda la salvajedad y la energía lumínica del cielo… continuamos con la difusión de las ideas contra la civilización y el progreso humano.

Con el espíritu de Ajajema merodeando por los sures…

Con las voluntades de los guerreros individualistas…

Grupo Editorial Revista Ajajema

 

 

(es) LA NOCHE DEL MUNDO INFERNAL

Tomado de Ajajema nº 2.

Traducido del original en italiano del trabajo “INCUBO”, escrito por Orkelesh y editado por “Casa Editrice Ferox”.


Miraste el ocaso.
Percepción y presentimiento.
Por alrededor, en cada lugar, y dentro de cada tesoro escondido.
Olfatee tu olor, mezclado en los poros dilatados del presente.
Perdido, en los destellos luminosos de una realidad triste y opaca, huiste de cada espejo alejado del manto del toque humano.
Tú figura, tu postura, fue apariencia inexistente, criatura deforme que se expandió aumentando el dominio sobre el otro, y sobre lo que tenías cerca.
¿A quién tenías cerca? ¿Alguien tiene el coraje para hacerlo?
La fría superficie de tu cuerpo emanó un olor potente, fuerte y punzante.

Alguien, algún pobre ser mortal ha sentido dentro de sí algo, esa sensación que nadie al final quiere buscar. Miraste a la humanidad y la observaste, bajo tu mirada arrogante y fugaz, sin dar una señal de lo que estabas pensando.

Viniste en mi sueño.

Entraste aquí, en mi invocación, sublime audacia, y me aferré al profundo y hermético orden del secreto que anhelo, ascendiendo a un elemento inexistente que se esconde a sí mismo, y a los ojos plácidos de la humanidad vacua.

Tu rostro pálido fue mi ilusión y al mismo tiempo las ilusiones de los que estaban junto a mí.

Tu rostro hablaba de mundos lejanos, distantes, oscuros e inaprensibles, sin que existiera la necesidad de viajes.

Monstruoso, te equivocaste, y recorriste con grandes pasos mi habitación, con una luz tenue y fija hacia la pared, hecha de sucesiones y geométrica representación.

Querías, alzaste hacia ti la luz proyectada, se parecía a la esperanza caduca de la sociedad y de lo humano, vagando a través de las puertas del conocimiento.

Supremo, afirmaste, mientras yo era encadenado a la cama, por un vínculo a la

Tierra, tú no sentiste ni quisiste saber, la cosa que vi y soñé en mi sueño.

Fue la luz que se “mostró” en la pared regular, que te irritó.

Una luz que consideraste como el mundo exterior peleando “inútilmente”, contra el mundo interior, aquel del no conocimiento y de la inexistencia de cada valor fundamental.

Ah, como gritaste, monstruoso delante de mí, molestabas mi vista, que no pudo a atrapar tu instinto de muerte, aquel toque seductor y frío al mismo tiempo.

¡He aquí! Fue el tiempo que no existió más, no entendía el flujo de los instantes, no leyó la variación de la luz, la proyección de la sombra se paró ante la aplicación de su sonido mortal y cruel.

El tiempo -afirmaste, lo matamos, esta aparente verdad, que es llamada así por el humano mortal. Matamos el valor del tiempo, vamos a aniquilar el alzamiento de los acontecimientos y de las formas, conceptos y materia. Tu anormal rostro pronunciaba palabras de honor y horror. Ahora un humano debía ser engullido, en su caverna, donde succionas su linfa vital.

Fue el momento en que te eludía a través de mis ojos y mi mirada, que me sedujiste, apenas bajé de la cama.

¿Cayó La noche? Las pulsaciones articularon mi expresión en cada momento, tuve que crear una idea, y realizar mi pregunta hacia ti.

Ibas impasible, y anticipaste la producción de mi idea, aquella que tenía intención de llevar a cabo, participando en tu debate, con un impulso y sonidos de la boca, que pensé podían ser articulados.

Un áspero acento remarcaba aquello que debía expresarte, en una gutural expresión de señales y palabras…

Qué quieres de mí -dijiste, que pretendes mortal, estoy aquí y en todo, voy hacia atrás y estoy en mi reino, no puedes calcular, no puedes rodear, ni siquiera pensar, ni limitar mi cuerpo o mis movimientos. “Oscuro presagio, desconocido y olvidado del vacío, expresión de vida, de la humana sociedad, íntimo e irreal, presagio que limpia las extremidades adormecidas por la languidez del valor absoluto y utópico.”

Eso quería expresarle, la nada, en comparación a su poder iracundo y seductor.

Sólo fue un instante, un veloz movimiento de sonidos de la boca, nada comparado a la magnitud de la destrucción de la sociedad, del valor dado a las cosas, contra todo lo que se perfila regular y utópico.

Su imagen se posó en la pared, se volvió deforme y se levantó, volviéndose normal, cayó en un vacío sin luz, era su poder, su instinto de muerte que debía ser transmitido, sin que pudiéramos saber “dónde y porque”, desgarrando la garganta de la conciencia, en lo profundo de un abismo dónde miles de remolinos se comían el vacío y a los remolinos.

Espirales y ondas en toda la habitación, todo tambaleaba, se sentía el paso de un ciclo que terminaba y nacía, para morir, expresión de aquella subida a la cima del conocimiento, amplificando el dolor del deseo de lo que perseguía.

Ahora, sólo ahora, veía y sentía, que llevaba en mi mano un cadáver, los restos de algo que se parecía a un humano, y mientras “miraba”, eso que sus fauces comían, destrozaban y tragaron, predijeron la muerte de lo humano, por la selección y la conexión, en su viaje sin rumbo, para aniquilar y destruir el concepto del hombre, sus esperanzas, y su tiempo.

Miraste el ocaso.

La Mafia del Sur

Tomado de Ajajema Nº 2.


En las heladas tierras del fuego

como un centenar de fogatas ardientes

En Pindorama con el calor de su suelo

el mundo Amazónico y su esencia imponente

De lado a lado de la cordillera

en el mar helado y en la escollera

en las tierras del Puma o de la Pantera

del Kapibara o del escorpión

En suelo Mapuche donde Leftraro luchó

como el feroz Galvarino y otros salvajes

con el puke en el pecho que nunca cedió

motor de su fuerza y de su coraje

Con los Querandies y sus flechas de fuego

como el peligro en sus dardos y voleadoras

como su venganza arrolladora

que mato españoles y a sus barcos hundió

Con los Selknam y sus deidades

sus bailes y sus rituales

la grandeza del Hain y su inmenso poder

oculto secreto para la mujer

Con la hostilidad de los no-contactados

Con los Tupinambás y su fiereza

La nación del Munduruku y su legado

los despiadados corta-cabezas

Como un volcán haciendo erupción

o un terremoto que sacude el suelo

con el poder del viento en los vendavales

las inmensas trombas y los huracanes

Con la fuerza eterna que tienen los mares

y el estruendoso clamor de una tormenta

librando una guerra de fuerzas dispares

abrazando la muerte de forma violenta

Surgen aquellos de mirada sangrienta

latiendo fuerte su corazón

Indómitos seres de gestos sinceros

cargando en el pecho una herida abierta

Se arrojaron al conflicto inmediatamente

caminando a orillas de la extinción

mientras crecían peligrosamente

junto a otros clanes en expansión

Sin ser presa de la desesperación

aunque esta por momentos se muestre

abrazando en el alma cada espacio silvestre

odiando la urbe en la cual crecieron

Ese clan de valiosos guerreros, hermanándose todos en la misma tendencia

alistándose con gran paciencia

y borrando sus huellas sabiamente

La Mafia de los ITS, en el sur de este continente.

Espíritu Pwelche