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Comunicado 74 de ITS: Dois Feridos Em Detonação Numa Igreja


Traducción al portugués del comunicado 74 de ITS.

“Muitos nos catalogarão como loucos. A loucura é apenas uma palavra para o quão longe alguém está disposto a chegar para cumprir seus objetivos.”

“E quando tua existência for inundada com o sangue de teus sonhos, lembra-se que: o abandono é mais perigoso que a esperança.”

Prestes a completar um ano de vida como um grupo ativo, muitas coisas mudaram desde que começamos a trilhar este caminho de confrontação. Nós evoluímos e aprendemos com nossas próprias experiências e com os ensinamentos de nossos irmãos e irmãs. Aprendemos com a natureza selvagem e seus ciclos, e assim como a natureza não para, nós também não.

Na quinta-feira do dia 27 de dezembro deixamos uma bomba na porta da igreja Agios Dyonisios, no coração de Atenas. No meio de uma zona aparentemente “segura” e vigiada e em um clima de histeria anti-terrorista, entramos e saímos da zona sem problema algum, destroçando sua ilusão de segurança. (1)

Nosso presente de Natal consistia em uma caixa contendo uma lata de refrigerante cheia de pólvora negra misturada com pregos e estava amarrada com arame a duas garrafas com gasolina (uma de 500 ml e outra de 250 ml), além de um punhado de pregos grudados na lata para aumentar o “efeito metralhadora”. O artefato tinha um duplo sistema de ativação, por uma parte um relógio temporizador e pela outra um sistema armadilha que provocava a explosão caso fosse feita uma tentativa de abrir a caixa.



Este não foi um ato simbólico, nossa intenção era que explodisse quando tivesse começado a missa prevista para aquela manhã, seja pela ativação do sistema cronometrado ou pela sua abertura, com o desejo de causar o maior dano possível aos sacerdotes e/ou seus rebanhos de crentes.

Por fim, um policial e um empregado da igreja acabaram feridos. Se suas feridas não foram mais graves ou até mesmo letais foi por pura sorte ou talvez porque o dispositivo não explodiu com a força esperada. Tomamos isso como uma lição para a próxima vez.

Atentamos contra a igreja porque odiamos esta instituição desprezível e seu trabalho histórico para o desenvolvimento da sociedade civilizada ocidental. Odiamos seus templos, sua fé, sua moral, seus sacerdotes, seus rebanhos. Nós rimos diante dos sinais de indignação e rechaço dos papagaios dos meios de comunicação, dos políticos, da polícia e especialmente dos hipócritas da igreja, e vamos rir mais ainda quando leiam isto.

Contudo, o nosso ataque não foi dirigido apenas contra a igreja, mas contra toda a sociedade.

Se atentamos indiscriminadamente contra a sociedade é, entre muitas outras razões, porque não cremos na dicotomia de “inocentes” ou “culpados”.

Não acreditamos em toda esta propaganda esquerdista que nos diz que o cidadão, o povo, está totalmente alienado e manipulado. Cada qual faz as suas escolhas, a maioria das pessoas apoia e defende diretamente ou indiretamente a civilização, o sistema, o existente, ou como queiram chamar porque ele lhes proporciona o que querem, o que desejam e necessitam. A realidade é que o sistema tecnoindustrial satisfaz a seus escravos em troca de suas vidas e dignidade. Até certo ponto lhes proporciona uma vida estável, segura e tranquila, lhes promete sonhos dourados e, no caso de não ser suficiente, está cheio de entretenimento barato, vícios e lazer.

Acreditar que o problema é apenas a civilização e o progresso tecno-industrial é miopismo. A sociedade (ou seja, não apenas como “entidade” abstrata ou conjunto de relações e interações entrelaçadas entre si, mas como um conjunto de comunidades, grupos e indivíduos que a compõem) é nos dias de hoje absolutamente dependente do mundo/vida artificial criado pelo sistema tecnoindustrial. Simplesmente a humanidade não pode (nem quer) viver nem sobreviver sem os “avanços” feitos pelo progresso científico-tecnológico-industrial, mesmo que para a sociedade do consumo tecnoindustrial sustentar-se a natureza selvagem tenha que pagar o preço com sua destruição.

A humanidade não irá renunciar por nada seu estilo de vida descontrolado e insaciável, em sua cabeça não há lugar para pensamentos sobre o impacto negativo que causam ao meio ambiente e a vida selvagem. De qualquer forma, é tarde demais para corrigir qualquer coisa. Os pactos ambientais, as campanhas das ONGs, a reciclagem e o falso ecologismo promovido pelo chamado “Capitalismo Verde” são inúteis e uma fachada para descarrego de consciência. Enquanto isso as notícias recentes afirmam que 60% da vida animal selvagem em todo o mundo foi eliminada desde 1970 até os dias de hoje. (2)

Portanto, a humanidade moderna em si é parte do problema, já que sua forma de vida representa uma ameaça extrema à natureza selvagem. Por estas e outras razões nos posicionamos como inimigos da humanidade.

Nós nos alegramos em ver como esta sociedade sucumbe ante a desgraça e sua própria decadência, e também como as atividades criminosas e o canibalismo social tomam conta das metrópoles. Nos alegramos em ver como o selvagem se vinga implacavelmente açoitando suas cidades e seus indefesos cidadãos com terremotos, vulcões, tempestades, inundações, incêndios e outras catástrofes, lembrando-lhes quão insignificantes são todas as suas realizações humanas.

Nos alegramos quando nossos dispositivos detonam no meio de suas malditas áreas urbanas e aterrorizam os cidadãos, quando vemos que nossos cúmplices em outras partes do mundo continuam a espalhar o vírus da ideia e a ação individualista extremista. Nos alegramos com o rastro das vítimas e a destruição que vamos deixando para trás.

Isso foi uma amostra do que está por vir. Com isto enviamos uma mensagem, não apenas às autoridades estatais ou à sociedade, mas a todos aqueles que se posicionam como nossos inimigos. Não trememos a mão na hora de derramar sangue. Não mostraremos consideração nem misericórdia com nossos inimigos.

Nossas palavras e nossos atos escandalizaram a muitos, até mesmo aqueles que se proclamam “anti-sociais”, niilistas e blá blá blá. Eles tem um duro discurso contra a complacência e o servilismo da cidadania, enchem páginas de palavras hostis contra a massa e a culpabilizam por ser cúmplice do sistema, mas arrancam os cabelos se um civil é ferido ou morto, e que neste momento já passa da categoria de “cúmplice do sistema” a “vítima inocente”. Evidentemente não esperamos que nos entendam nem que compartilhem ou justifiquem o que dizemos ou fazemos. De qualquer modo tampouco pedimos o apoio nem a aprovação de ninguém, quer gostem ou não.

Não somos um punhado de revolucionários nobres nem uma guerrilha bem-intencionada que luta pela justiça, igualdade ou alguma outra ilusão humanista. Não estamos aqui para solucionar problemas, senão para criá-los. Somos um instrumento implacável de vingança da Natureza Selvagem.

Dedicamos nosso atentado em memória do guerreiro Kevin Garrido, que já vive eternamente em nossa memória e em nossos atos.

Força aos individualistas em guerra contra o existente!
Força a nossos irmãos e irmãs de ITS na América e Europa!

Nada acabou, voltaremos…

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Atenas

-Seita Iconoclasta

Notas:

(1) https://www.zougla.gr/greece/article/ekriksi-sto-kolonaki
(2) https://www.lifo.gr/now/perivallon/213206/i-anthropotita-sarose-tin-agria-zoi-eksafanisame-to-60-ton-allon-plasmaton-mesa-se-liges-dekaeties

Mais notícias:

https://m.chron.com/news/world/article/Greek-policeman-injured-in-small-explosion-13492730.php
https://www.wsj.com/articles/bomb-explosion-in-athens-fuels-fear-of-new-generation-of-terror-11545907002?mod=hp_lead_pos10

[es] (Grecia) 74 comunicado de ITS: Dos heridos en detonación en iglesia

“mucho nos catalogarán como locos. La locura es sólo una palabra para cuan lejos está uno dispuesto a llegar para cumplir sus objetivos.”

“y cuando tu existir se inunde con la sangre de tus sueños recuerda siempre que: El abandono es más peligroso que la esperanza.”

A cerca de cumplir un año de vida como grupo activo, muchas cosas han cambiado desde que comenzamos a andar este camino de confrontación. Hemos evolucionado y aprendido tanto de nuestras propias experiencias como de las enseñanzas de nuestros hermanos y hermanas. Hemos aprendido de la naturaleza salvaje y de sus ciclos, y al igual la naturaleza no se detiene, nosotros tampoco.

El Jueves de 27 de Diciembre hemos dejado una bomba en la puerta de la iglesia Agios Dyonisios, en pleno corazón de Atenas. En medio de una zona aparentemente “segura” y vigilada y en un clima de histeria anti-terrorista, hemos entrado y salido de la zona sin problema alguno, destrozando su ilusión de la seguridad. (1)

Nuestro regalo navideño consistia en una caja conteniendo una lata de refresco rellena de polvora negra la cual tenia clavos pegados y estaba atada con alambre a dos botellas con gasolina (una de 500ml y otra de 250ml), así como un puñado de clavos a modo de metralla pegados a la lata. El artefacto tenia un doble sistema de activación, por una parte un reloj temporizador y por la otra un sistema trampa el cual provocaba la explosión si se intentaba abrir la caja.

Este no ha sido un acto simbólico, nuestra intención era que estallara una vez comenzado los oficios religiosos previstos para esa mañana, ya fuera por activación del sistema temporizado o por su apertura, con el deseo de provocar el mayor daño posible a los sacerdotes y/o sus rebaños de creyentes.

Finalmente un policía y un empleado de la iglesia resultaron heridos, si sus heridas no han sido mas graves o incluso letales ha sido por pura suerte o quizás por que el artefacto no reventó con la fuerza esperada, tomamos esto como lección para la próxima vez.

Atentamos contra la iglesia es por que odiamos esa institución despreciable y por su labor histórica para el desarrollo de la sociedad civilizada occidental. Odiamos sus templos, su fe, su moral, sus sacerdotes y sus rebaños. Nos reimos ante las muestras de indignación y rechazo de los loros de los medios, los políticos, la policía y sobre todo de los hipócritas de iglesia, y más aun nos vamos a reir de sus reacciones cuando lean esto.

Sin embargo nuestro atentado no iba dirigido únicamente contra la iglesia, sino contra la sociedad entera.

Si atentamos indiscriminadamente contra la sociedad es, entre otros muchos motivos, por que no creemos en la dicotomía de “inocentes” o “culpables”.

No nos creemos toda esta propaganda izquierdista que nos cuenta que el ciudadano, la gente, está totalmente alienada y manipulada. Cada cual hace sus elecciones, la mayoría de la gente apoya y defiende directa o indirectamente a la civilización, el sistema, el exitente o como lo quieran llamar porque éste les proporciona lo que quieren, lo que desean y necesitan. La realidad es que el sistema tecnoindustrial satisface a sus esclavos, a cambio de su vida y su dignidad. Hasta cierto punto les proporciona una vida estable, segura y tranquila, les promete sueños dorados y por si fuera poco les atiborra a entretenimiento barato, vicios y ocio.

Creer que el problema es per se la civilización y el pogreso tecno-industrial es quedarse corto de miras. La sociedad (es decir, no sólo como “ente” abstracto o conjunto de relaciones e interacciones entrelazadas entre sí, sino como el conjunto de las comunidades, grupos e individuos que la forman) es a dia de hoy absolutamente dependiente del mundo/vida artificial creado por el sistema tecnoindustrial. Sencillamente la humanidad no puede (ni quiere) vivir ni sobrevivir sin los “avances” logrados por el progreso científico-tecnológico-industrial, aún siendo que para que la sociedad de consumo tecnoindustrial pueda sostenerse la naturaleza salvaje ha de pagar el precio con su destrucción.

La humanidad no va a renunciar su estilo de vida desenfrenado e insaciable por nada, en su cabeza no hay lugar para pensamientos sobre el impacto negativo que causan al entorno y a la vida salvaje. En cualquier caso es demasiado tarde para corregir lo que sea, los pactos mediambientales, las campañas de las ONG, el reciclaje y el falso ecologismo promovido por el llamado “Capitalismo Verde” son inutiles y una fachada para lavar conciencias. Mientras, recientes noticias afirman que el 60% de la vida animal salvaje en todo el mundo ha sido eliminada desde 1970 hasta nuestros dias.(2)

Por lo tanto, la humanidad moderna en sí es parte del problema, ya que su forma de vida representa una amenaza extrema para la naturaleza salvaje. Por estas y otras razones, nos posicionamos como enemigos de la humanidad.

Nosotros nos regocijamos de ver como vuestra sociedad sucumbe ante la desgracia y su propia decadencia, de ver como la actividad delincuencial y el canibalismo social se adueña de las metrópolis.

Nos regocijamos de ver como lo salvaje se venga implacablemente azotando sus ciudades y sus indefensos ciudadanos con terremotos, volcanes, tormentas, inundaciones, incendios y otras catástrofes recordándoles cuan insignificantes son todos sus logros humanos.

Nos regocijamos cuando nuestras artefactos detonan en medio de sus malditas areas urbanas y aterrorizan a los ciudadanos, cuando vemos que nuestros cómplices en otras partes del mundo continúan esparciendo el virus de la idea y la acción individualista extremista. Nos regocijamos del reguero de víctimas y destrucción que vamos dejando a nuestro paso.

Esto ha sido una muestra de lo que está por llegar. Con esto mandamos un mensaje, no solo a las autoridades estatales o a la sociedad, si no a todos aquellos que se han posicionado como nuestros enemigos. No nos tiembla la mano a la hora de derramar sangre.
No mostraremos consideración ni misericordia con nuestros enemigos.

Nuestras palabras y nuestros actos escandalizarán a muchos, incluso a aquellos que se proclaman “anti-sociales”, nihilistas y bla bla. Ellos tienen un duro discurso contra la complacencia y el servilismo de la ciudadanía, que llenan páginas de palabras hostiles contra la masa y la culpabilizan de ser cómplice del sistema pero se tiran de los pelos si un civil resulta herido o muerto, y que en ese momento ya pasa de la categoría de “cómplice del sistema” a “víctima inocente”. Evidentemente no esperamos ni que nos entiendan ni que compartan o justifiquen lo que decimos y hacemos, de todos modos tampoco pedimos el apoyo ni la aprobación de nadie, tanto si les gusta o no.

No somos un puñado de revolucionarios nobles ni una guerrilla bienintencionada que lucha por la justicia, la igualdad o alguna otra ilusión humanista. No estamos aquí para solucionar problemas si no para crearlos, somos un instrumento implacamble de venganza de la Naturaleza Salvaje.

Dedicamos nuestro atentado a la memoria del guerrero Kevin Garrido, ya vives por siempre en nuestra memoria y en nuestros actos.

¡Fuerza a los individualistas en guerra con lo existente!
¡Fuerza a nuestros hermanos y hermanas de ITS en America y Europa!

Nada ha acabado, volveremos…

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje – Atenas

-Secta Iconoclasta

Notas:

(1) https://www.zougla.gr/greece/article/ekriksi-sto-kolonaki
(2) https://www.lifo.gr/now/perivallon/213206/i-anthropotita-sarose-tin-agria-zoi-eksafanisame-to-60-ton-allon-plasmaton-mesa-se-liges-dekaeties

Más noticias:
https://m.chron.com/news/world/article/Greek-policeman-injured-in-small-explosion-13492730.php
https://www.wsj.com/articles/bomb-explosion-in-athens-fuels-fear-of-new-generation-of-terror-11545907002?mod=hp_lead_pos10