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[PT] (Estados Unidos) Comunicado 90 de ITS

Nossa sede por sangue foi saciada e louvamos Pã, Dionísio e a todo o Desconhecido por nos guiarem nesta ação. Como os predadores da floresta, percebemos o cheiro de nossa vítima e atuamos a partir de nossa fome por sangue humano. Estamos pouco nos fodendo com a moralidade ocidental e todos nossos detratores anarquistas americanos. Regozijamo-nos com a elevação da própria morte desde o fundo dos mares como nossa cúmplice pessoal. Após a ação, comemoramos, fornicando enquanto o doce sangue de nossas vítimas seguia fresco em nossas mãos. Desejando a morte a toda a civilização, nosso grupo de extremistas assassinou alegremente a dois tecno-executivos na Costa Oeste, Tushar Atre y Erin Valenti.

Realizamos os assassinatos por não mais razão do que o simbolismo de ver dois apêndices fracos do sistema tecno-industrial morrendo diante de nós, agonizando e logo inanimados. Não estávamos interessados no dinheiro de Atre, ou seus empregados e como ele os abusava. De qualquer forma, as notícias falsas muito precisas corretamente argumentam que estavam se juntando às pessoas erradas! Nós rimos quando Valenti se excitou pelo fato de ser sequestrada e quando declarava diante de seus pais ter “acordado” horas antes de sua morte! A Pantera Subaquática ficou satisfeita com o sacrifício que ela parece ter aceitado.

Nos aproximamos das duas vítimas gritando “HOKA HEY!” em memória de nossos ancestrais tribais que apenas se mantinham como Chefes de Guerra se o equilíbrio de corpos fosse mantido.

Pela morte de todas as civilizações!

Que o Jaguar Negro suba do mundo subaquático para vingar nossos antepassados e satisfazer nossos desejos de sangue humano!

Pela unificação das Individualidades Selvagens!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Estados Unidos

-A Ira da Natureza

[PT] (Chile) Comunicado 89 de ITS

“De fato, a reivindicação fundamental do anarquismo, a fim de eliminar todo princípio, ordem ou governo –Arkhé–, implica, no entanto, e como apontam os eco-extremistas, na subsistência fundamental do Social, e nisso, do Humano. Frente a isso, como vimos, o eco-extremismo busca exatamente a eliminação do Humano e sua “Regressão” ao “selvagem” e ao “individual”, para erigir o “não-humano”, eliminando assim o dualismo metafísico. É por isso que os Eco-extremistas não se consideram nem atuam como simples anarquistas. Não buscam unicamente a eliminação de todo princípio. O que buscam é a eliminação do sujeito Humano.”

“(…) NÃO, “eles não tem mais animosidade pelas pessoas da Concertación que pelas mesmas pessoas de direita”: para eles dá no mesmo se assassinam a alguém de direita, de esquerda, de cima, de baixo, negro, branco, chinês, judeu, palestino, heterossexual, homossexual, homem ou mulher, criança ou idosos, deficiente ou campeão olímpico, pobre ou rico, burro ou inteligente. Para eles, qualquer Humano civilizado merece estar morto.”

O que é o Eco-extremismo – Análise de “Individualistas Tendendo ao Selvagem

“O mundo é como uma ampulheta, do lado de cima está a civilização, com todas suas rígidas estruturas que buscam garantir a lei e a ordem, sustentadas pelo peso de suas estruturas legais e morais que trabalham para manter o conjunto coeso. O lado inferior é o Caos, e pouco a pouco, a areia vai caindo. Com ela caem todas as ilusões do progresso, todos os sonhos sobre mundos de conforto e segurança. Hoje, o lado superior ainda está cheio o suficiente, mas aos poucos o Caos vai tomando forma. É apenas uma questão de tempo para que o mundo da superioridade humana se dissolva nas ondas eternas de Caos e Selvagismo. Enquanto isso, preferimos desfrutar da queda, ao invés de nos apegarmos como néscios às miragens de uma civilização cuja própria existência se baseia em uma guerra contra o imperturbável avanço do tempo que, como marés selvagens, desfaz tudo gradualmente.”

– Oitava entrevista com ITS.

Chegamos ao momento em que as portas do inferno se abrem e os instintos mais sombrios são liberados. A ameaça invisível se desenvolve agora, em plena luz do dia, roubando, saqueando, queimando…

Nas ruas de Santiago vamos com nossos punhais e nossos artefatos caseiros buscando o caos, e indo direto ao ponto, nos responsabilizados pelos atos mais notórios dos quais participamos no meio dos distúrbios:

– Incêndios indiscriminados de carros de luxo e não luxuosos, pelo menos três queimaram completamente.

– Facadas a um cidadão-herói que tentou colocar militares contra nós com seus gritinhos. Levou algumas estocadas e os deixamos no chão, perdendo sangue, e esperamos que já tenha engrossado a lista de mortos.

– Surra em uma mulher que tentou filmar nossos rostos enquanto incendiávamos alguns carros . Não a matamos para que mais tarde não saíssem por aí nos chamando de machistas e toda essa porcaria, como se nos importássemos com isso.

As forças da terra juntamente com toda a sua misticidade nos despertaram do nosso descanso sussurrando sua anátema em nossos ouvidos: “Que o mundo inteiro arda”, e nós respondemos como antes, dançando entre as chamas que celebram o despertar dos novos guerreiros que se movem como os jovens Klóketen, assim como fizemos lá em 2016 com nossos primeiros atentados.

Nos chamem de fascistas, infiltrados, agentes da desordem, NOS DÁ NO MESMO, somos terroristas extremistas e se tivermos que “nos infiltrar” com os anarquistas para saquear um supermercado ou queimar um ônibus, faremos isso, se tivermos que “nos infiltrar” com militantes da extrema direita e aproveitar o caos para incendiar sinagogas, assim será. Porque somos como a tempestade que se desata sem avisar, como o tsunami que destrói tudo e não faz distinções de classe, de gênero nem nada. Fomos, somos e seguiremos sendo NATUREZA SELVAGEM DESCONHECIDA.

Este é um chamado a todos os provocadores, os psicopatas, aos piores dos piores da sociedade, para que provoquem distúrbios para levar à desestabilização um passo adiante. Sabemos que há anos estas terras geladas do Sul foram o lugar de incontáveis demônios que agora têm sua oportunidade de sair como nós, com o caos entre as mãos para fazer parte desta guerra e desfrutar do desastre vendo como tudo se desmorona.


Saudações de guerra aos “Incitadores do Caos”, um novo grupo de ITS no Chile, que também participou dos distúrbios. A onde quer que estejam, que o Desconhecido os proteja, irmãozinhos!

Sempre do lado do Caos!

Contra o progresso humano e sua suja civilidade!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Horda Mística do Bosque

[PT] (Chile) Comunicado 88 de ITS

Incitamos o caos e a destruição e mais uma vez nos aproveitamos da multidão nas manifestações nestas terras do sul, para gerar instabilidade.

Infiltrados no meio da horda alienada e de vândalos encapuzados estivemos andando com um único objetivo: o fogo e a destruição.

Adoramos as chamas ardentes penetrantes e apreciar como tudo arde. A benzina tem sido uma boa aliada. Armados com garrafas de líquido inflamável seguimos queimando tudo, sigilosos e sempre atentos aos nossos afins, dispersos seguimos e seguiremos aqui, observando e rindo das sombras.

Ânimo ao lumpem, bandidos, destruidores, aos delinquentes, saqueadores, ladrões, amorais.

O dia do caos se aproxima e desejamos a morte à cidade e ao progresso humano!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

– Incitadores do Caos

[PT] (México) Comunicado 87 de ITS

Aproveitando o clamor popular, a exigência de justiça, a administração tolerante das autoridades capitalinas e a incompetência da polícia, nós membros de Individualistas Tendendo ao Selvagem nos infiltramos na manifestação de ontem e participamos dos distúrbios gerados no centro da asquerosa Cidade do México.

Mais uma vez o Caos se apoderou das ruas e nossos grupúsculos juntamente com outros antissociais raivosos destroçaram vários alvos ao alcance de suas mãos. Esta não é a primeira nem a última vez que nos infiltramos em uma marcha pacífica, que fique claro que ITS aproveita qualquer oportunidade para desencadear o Caos, a confusão e a desestabilização, não damos a mínima para suas demandas (de quem quer que seja).

Para os sem cérebro, esclarecemos que, esta é uma pequena reivindicação de NOSSA responsabilidade naqueles distúrbios. Com isso não significa que fomos os TOTAIS responsáveis pela bela violência ocorrida há algumas horas, o mérito também é de outros com quem compartilhamos capuzes, suor, provocação e efusividade.

Pelo Oculto e o Desconhecido:

Individualistas Tendendo ao Selvagem – México

[es] (Estados Unidos) 90 Comunicado de ITS

Nuestra sed de sangre ha sido saciada y alabamos a Pan y Dionisos y todo lo Desconocido por guiarnos hacia esta acción. Como los depredadores del bosque, percibimos el aroma de nuestra víctima y actuamos a partir de nuestra hambre por sangre humana. Nos CAGAMOS en toda la moralidad Occidental y todos nuestros detractores anarquistas Americanos. Nos regocijamos con el alzamiento de la muerte misma desde el mundo Submarino como nuestra cómplice personal. Luego de la acción, celebramos, fornicando mientras la dulce sangre de nuestras víctimas seguía fresca en nuestras manos. Deseándole la muerte a toda la civilización, nuestro grupo de extremistas asesinó felizmente a dos tecno-ejecutivos en la Costa Oeste, Tushar Atre y Erin Valenti. Realizamos los asesinatos sin más razón que el simbolismo de ver a dos endebles apéndices del sistema tecno-industrial yaciendo frente a nosotros primero en agonía, y luego inanimados. No nos importó una mierda Atre y su dinero, o sus empleados y como los abusaba. De todos modos, la muy certera fake news correctamente sostiene que ¡se estaba juntando con la gente equivocada! Nos reímos cuando Valenti se excitó por el hecho de ser secuestrada y cuando declaraba ante sus padres haber “despertado” horas antes de su muerte! La Pantera Submarina estuvo complacida por su sacrificio el cual parece haber aceptado.
Nos acercamos hacia ambas víctimas gritando “¡HOKA HEY!” en memoria de nuestros ancestros tribales quienes solo se mantenían como Jefes de Guerra si el balance de cuerpos se sostenía.

¡Por la muerte de todas las civilizaciones!
¡Que el Jaguar Negro se alze desde el mundo submarino para vengar a nuestros ancestros y satisfacer nuestros deseos de sangre humana!
¡Por la unificación de las Individualidades Salvajes!

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje-Estados Unidos
La ira de la Naturaleza

(pt) Aponte Mais Alto

Alfredo Bonanno abre sua famosa obra, “O Prazer Armado”, com esta passagem:

“Por que diabos estes benditos meninos atiraram contra Montanelli nas pernas? Não teria sido melhor ter disparado na boca? Claro que sim. Mas, além disso, teria sido mais grave. Mais vingativo e sombrio. Deixar fodida uma besta como esta pode ter um lado mais significativo, mais profundo, que vai além da vingança, do castigo pela responsabilidade de Montanelli, jornalista fascista e servo dos grandes senhores. Aleijá-lo significa forçá-lo a desistir, a lembrar-se. Por outro lado, é uma diversão mais agradável que atirar em sua boca, com pedaços de cérebros saindo de seus olhos.”

Claro, matar alguém é muito mais definitivo que deixá-lo coxo, sem dúvida. E talvez haja também consequências legais envolvidas (peso na consciência?). É como quando algumas pessoas dizem que a vida na prisão é pior que a pena de morte. Há um ponto aí, dependendo da perspectiva do observador. Pessoas inocentes podem ser libertadas, mas não podem ser ressuscitadas. Talvez um fascista coxo possa mudar seus costumes, ou talvez você apenas quer que ele sofra. Talvez você durma melhor à noite sabendo que “só o deixou coxo”. Ler a mente de alguém é um exercício fútil, então pararei por aqui.

Mas por que disparar na cara de um fascista seria mais “grave”, mais “vingativo e sombrio”? (“Ma sarebbe stato anche più pesante. Più vendicativo e più cupo.”) Bonnano passa a falar da piedade dos revolucionários, levando em consideração que a revolução está longe de ser piedosa. Para ele, estão apenas de fofoquinha, para se divertirem contra a máquina cinzenta que busca nos oprimir, e outro monte de blá blá blá insurrecional sobre ter esperança, mas sem realmente ter esperança, lutar, mas se divertir ao mesmo tempo, etc. Tudo se resume em ultrapassar estas dicotomias, e é por isso que a coisa menos grave é mais divertida enquanto que a coisa mais sensível (disparar na cara e eliminá-lo) é de alguma forma a coisa mais moral, o mais “sombrio”, e o menos subversivo.

Mas, de acordo com alguns grandes insurrecionalistas sem insurreição, ainda mais subversivo é não fazer completamente nada e fingir que o mundo “normal”, o mundo em que se vive de fato, o de milhões de pessoas, simplesmente não existe. Veja você, tudo se trata de fugas binárias, bem e mal, revolução e vida real, natureza e civilização, o Eu e Você, o Um e os Muitos, etc., apenas afirmando que não existem. (Isso me lembra a história talvez apócrifa da Rainha Vitória apagando a Bolívia do mapa após o Embaixador de Sua Majestade Real ter sido expulso do país e posto nas ruas montando um burro como forma de humilhação). Veja como tudo se trata da percepção; estar consciente em oposição e ser “inconsciente” (estar acordado* NdT 1, como as crianças dizem nos dias de hoje). E neste sentido, fazer qualquer coisa que se assemelhe remotamente ao terrorismo, violência revolucionária, ou mesmo a violência criminal, é cair nas mãos do Binarismo Opressor. Em sua bolha, se você denuncia o Binário desde o começo, você vencerá e terá transcendido. Sim, eu também sou um bastardo em minha imaginação. Meus amigos imaginários também pensam que sou especial (“Insurrecionalistas sem insurreição” me lembra a caracterização do comunista Bukharin dizendo que o anarquista é um liberal com uma bomba. Você pode fazer a aritmética sozinho). Foi aproximadamente na metade da minha vida, mas ainda posso me lembrar da Ideologia Alemã e processando o jovem Marx, seu ponto principal era que a refutação de algo no abstrato não destrói aquilo no mundo físico. Eu não vou entrar em toda a polêmica do “São Marx”, mas vou tentar citar Teses sobre Feuerbach encima de outra problemática hegeliana que o autor comunista aborda:

“O problema de saber se ao pensamento humano pode ser atribuído uma verdade objetiva não é um problema teórico, mas um problema prático. É na prática que o homem tem que demonstrar a verdade, isto é, a realidade e o poder, a mundanidade de seu pensamento. O litígio sobre a realidade ou irrealidade de um pensamento isolado da prática é um problema puramente escolástico…

A vida social é, em essência, prática. Todos os mistérios que levam a teoria ao misticismo encontram sua solução racional na prática humana e na compreensão desta prática.”

Vamos salvar o leitor de toda a questão de “o ponto está em mudar isso”. Outro marxista (Trotsky?) resumiu o princípio mais sucintamente dizendo algo como (parafraseando): “Quando uma ideia busca o controle das massas, se converte em uma força material.” Não importa se uma ideia é “falsa”, se existe um deus ou não, etc. Deveria importar, mas realmente não é assim. Se as pessoas estão prontas para matar ou morrer por ela, é uma realidade física, pode até ser uma realidade física superior (um deus?). O progresso, por exemplo, pode ser um fantasma sem base na “realidade física”, mas essa ideia criou a Hidrelétrica das Três Gargantas na China: a crença firme na ordem, no futuro, na benevolência da dominação do homem sobre a natureza, νόμος sobre φύσις. Você se negar a lidar com isso e retrair sua própria imaginação e opinião significa simplesmente que você acaba protegido por sua fortaleza de opiniões intransponíveis. Isso parece uma vitória pírrica, se é que alguma vez existiu uma.

Mas vamos voltar ao tiro na perna: não poderíamos dizer que este “prazer” está infectado pela ideologia neo-cristã, como um malware criando um backdoor no software insurrecional? Por que não é divertido ver cérebros escorrendo pelo oco de um olho, mas ver um fascista se contorcendo de dor porque lhe espatifaram a patela é legal? Pode ser que haja medo que te considerem um psicopata por matar alguém, mas regojizar-se por deixar alguém coxo não deveria te catalogar no status de psicopata, é? (explique isso para uma pessoa comum para ver se compram a ideia). Não poderia ter nada a ver com todo o assunto de “Não Matarás”, certo? Ou o monopólio absoluto sobre a vida e a morte que o Rei, o Estado, etc., reivindicaram sobre as pessoas por milênios no contexto europeu? Talvez estas pessoas deveriam começar a ser honestas consigo mesmas, mas provavelmente não o farão. Elas não deveriam se surpreender, em todos os casos, quando algum de seus compas chegue a conclusão de que todo o derramamento de sangue é “fascista”, ou se alguns mais ainda confusos flertam com os “movimentos sociais” que promovem a intervenção do Estado para desarmar todo o mundo.

A moeda humana, mesmo para o mais fervoroso insurrecionalsita, para o traidor da espécie mais entusiasta, é preciosa demais. Não vamos invalidar esta moeda, eles exortam; ao fazê-lo, a pessoa cai no cálculo moral da sociedade. Ao ser imoral, reverencia-se a moralidade, em oposição a ter a atitude correta, a “consciência correta”. Uma percepção tão alta pode tornar a travessia de uma rua um ato revolucionário, pode criar abundância do nada, pode partir o mar. Mas em termos de desafiar o humanismo inerente, o cristianismo inerente a todas as ideologias “radicais”, não podemos fazer isso. Desculpe, não vamos prestar-lhes atenção, e seguiremos com a próxima moda da semana que prometa salvar uma sociedade que não quer ser salva, ou ao menos nosso confortável lugar nela.

Atirar no joelho é atirar nos ramos mais altos. O atacante está claramente perturbado por algo a ponto de usar a violência. Por que você quer ferir essa pessoa? Por que ela tem poder? Quem lhe deu esse poder? Ou quem consente que o tenha? Há mais de “nós” que “deles”, certo? Com quem você realmente está zangado? Você realmente acha que matará a árvore se você podar o suficiente? O que te impede de atirar na raiz? Quando você se vê de frente para o indivíduo e para o coletivo, o que te impede de apontar mais alto, acima dos joelhos, na direção de onde o problema realmente está? Além do bode expiatório para a Massa amorfa que o mantém em sua posição de poder?

Nota do Tradutor:

1. A palavra usada em inglês é “woke”, termo político de origem afro-americana que se refere a uma consciência perceptiva respeito à justiça social e a justiça racial. Nas acepções mais modernas do termo, é usado para falar de consciência social em termos gerais.

(tü) Solgun Suçlu Üzerine

Ey yargıçlar ve kurban edenler, hayvanı başını eğmedikçe öldürmek istemezsiniz, değil mi? Bakın! Solgun suçlu başını eğdi: büyük aşağılama gözlerinden sesleniyor.

“Benliğim aşılması gereken bir şeydir: benliğim bence insanın büyük aşağılanmasıdır”: böyle sesleniyor o gözden.

Kendi başına hüküm verdiği an – onun en yüksek anıydı. Bu yücelmiş kişinin yeniden alçak konumuna dönmesine meydan vermeyin.

Böyle kendi kendisinden ıstırap çeken için hiçbir kurtuluş yoktur, tez bir ölüm gelmedikçe.

Ey yargıçlar, sizin ölüm hükmünüz acıma olmalı, öç alma değil; dikkat edin, öldürürken siz kendiniz yaşamı haklı çıkarmalısınız. Öldürdüğünüz kişiyle barışmanız yetmez. Kederiniz, Üstinsan’a dönük sevginiz olsun: kendi sağ kalımınızı böyle haklı çıkarırsınız. “Düşman” deyin ama “alçak” demeyin, “sakat” deyin ama “rezil” demeyin “ahmak” deyin ama “günahkar” demeyin.

Ve sen, ey kızıl yargıç, kafanın içinde geçenleri yüksek sesle dile getirecek olsaydın, herkes şöyle haykırırdı: “Defol ey haşere, zehirli sürüngen!”

Ama düşünce başka, eylem başka ve eylem fikri başka. Bunlar arasında nedensellik çarkı dönmez. Bu solgun adamı bir fikir soldurdu. Suçu işlediği zaman eylemi için ehildi, ama işledikten sonra bu fikre dayanamadı.

Ve artık her zaman kendisini bir eylemi işleyen olarak görüyordu.Ben buna delilik derim. istisna onda tersine dönerek kural olmuştu.

Tebeşirle çizilen çizgi tavuğu hipnotize eder; onun vurduğu darbe zayıf aklını hipnotize etti. Ben buna eylemden sonraki delilik derim.

Dinleyin ey yargıçlar! Bunun yanında bir başka delilik daha var ve o da eylemden önceki deliliktir. Ah sizler, bu ruhun derinliklerine bence yeter derecede dalamıyorsımuz!

Kızıl yargıç şöyle der: “Bu suçlu neden cinayet işledi? Bir şey çalmak istiyordu da ondan.” Ama ben size diyorum ki, onun ruhu kan istiyordu, ganimet değil: o bıçağın mutluluğuna susamıştı.

Onun zayıf aklı bu deliliği kavrayamadı ve onu ikna etti. “Ne olur ki kandan!” dedi; “hiç olmazsa öldürdüğünden bir şey çalmak istemez misin? Ya da öç almak?”

Ve o, zayıf aklına uydu: aklının sözleri onun üstüne kurşun gibi yüklendi – o nedenle, öldürürken çaldı da. O, deliliğinden utanmak isteği duymadı

Ve şimdi suçunun kurşun yükü yine onu eziyor. Ve zayıf aklı yine öyle durgun, inmeli ve ağır.

Kafasını sallayabilse yükü üstünden yuvarlanacak. Ama bu kafayı kim sallayabilir?

Bu insan nedir? Ruh aracılığıyla dünyaya ulaşan bir yığın hastalık; bunlar orda aylarını yakalamak isterler.

Bu insan nedir? – birbirlerinin yanında nadiren sakin durabilen vahşi bir yılan dolamı -bunlar ayrılıp yola çıkar ve dünyada av ararlar.

Şu zavallı bedene bakın! Onun neyin ıstırabını ve açlığını çektiğini zavallı ruh kendisine göre yorumladı – canice arzu olarak ve bıçağın mutluluğuna duyulan açlık olarak yorumladı.

Şimdi hastalanan kişiye şimdi fena olan fenalık egemen olur. O, kendine acı veren şeyle acı vermek ister. Ama başka çağlar da olmuştur, başka bir fenalık ve iyilik de olmuştur.

Bir zamanlar şüphe ve Kendilik iradesi fenaydı. O zaman sakat olan sapkın ya da sihirbaz haline geldi; sapkın ya da sihirbaz olarak ıstırap çekti ve ıstırap çektirmek istedi.

Ama bu sizin kulağınıza girmiyor. Bana diyorsunuz ki, bu sizin iyi insanlarınıza zarar verir. Ama sizin iyi insanlarınızdan bana ne!

İyi insanlarınızın gerçekte fenalıkları değil de onlardaki birçok şey midemi bulandırıyor. Ah keşke, onların da bu solgun suçlu gibi bir deliliği olsa da o yüzden batsalar!

Gerçekten, onların deliliği hakikat, sadakat veya adalet adıyla anılsın isterdim; oysa onların uzun bir ömür sürmek ve acınası bir kendinden hoşnutluk içinde yaşamak için erdemleri var.

Ben girdap boyunca uzanan bir parmaklığım; bana tutunabilen tutunabilir; ama ben sizin topal değneğiniz değilim.

Zerdüşt böyle dedi.

[en] (Chile) 88 communique of ITS

We incite chaos and destruction and once again we took advantaje of the mob within the demonstrations on these southerner lands, to cause destabilization.

Infiltrated in the midst of the enajenated mob and hooded vandals, we were around with only one target: fire and destruction.

We worship the burning flames, penetrating, see how everything burns, the gasoline has been a good ally.
Armed with bottles filled with flammable liquid, we proceed to burn everything, stealthy and always looking for our affinities, spreaded, we were, we are and we will be here, observing and laughing from the shadows.
Forwards the lumpen, mechas, destructive ones, criminals, looters, thieves and amoral ones.
The day of chaos is coming and we wish death to the city and human progress!

ITS – CHILE

CHAOS INCITERS