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[es] (Estados Unidos) 90 Comunicado de ITS

Nuestra sed de sangre ha sido saciada y alabamos a Pan y Dionisos y todo lo Desconocido por guiarnos hacia esta acción. Como los depredadores del bosque, percibimos el aroma de nuestra víctima y actuamos a partir de nuestra hambre por sangre humana. Nos CAGAMOS en toda la moralidad Occidental y todos nuestros detractores anarquistas Americanos. Nos regocijamos con el alzamiento de la muerte misma desde el mundo Submarino como nuestra cómplice personal. Luego de la acción, celebramos, fornicando mientras la dulce sangre de nuestras víctimas seguía fresca en nuestras manos. Deseándole la muerte a toda la civilización, nuestro grupo de extremistas asesinó felizmente a dos tecno-ejecutivos en la Costa Oeste, Tushar Atre y Erin Valenti. Realizamos los asesinatos sin más razón que el simbolismo de ver a dos endebles apéndices del sistema tecno-industrial yaciendo frente a nosotros primero en agonía, y luego inanimados. No nos importó una mierda Atre y su dinero, o sus empleados y como los abusaba. De todos modos, la muy certera fake news correctamente sostiene que ¡se estaba juntando con la gente equivocada! Nos reímos cuando Valenti se excitó por el hecho de ser secuestrada y cuando declaraba ante sus padres haber “despertado” horas antes de su muerte! La Pantera Submarina estuvo complacida por su sacrificio el cual parece haber aceptado.
Nos acercamos hacia ambas víctimas gritando “¡HOKA HEY!” en memoria de nuestros ancestros tribales quienes solo se mantenían como Jefes de Guerra si el balance de cuerpos se sostenía.

¡Por la muerte de todas las civilizaciones!
¡Que el Jaguar Negro se alze desde el mundo submarino para vengar a nuestros ancestros y satisfacer nuestros deseos de sangre humana!
¡Por la unificación de las Individualidades Salvajes!

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje-Estados Unidos
La ira de la Naturaleza

(pt) Aponte Mais Alto

Alfredo Bonanno abre sua famosa obra, “O Prazer Armado”, com esta passagem:

“Por que diabos estes benditos meninos atiraram contra Montanelli nas pernas? Não teria sido melhor ter disparado na boca? Claro que sim. Mas, além disso, teria sido mais grave. Mais vingativo e sombrio. Deixar fodida uma besta como esta pode ter um lado mais significativo, mais profundo, que vai além da vingança, do castigo pela responsabilidade de Montanelli, jornalista fascista e servo dos grandes senhores. Aleijá-lo significa forçá-lo a desistir, a lembrar-se. Por outro lado, é uma diversão mais agradável que atirar em sua boca, com pedaços de cérebros saindo de seus olhos.”

Claro, matar alguém é muito mais definitivo que deixá-lo coxo, sem dúvida. E talvez haja também consequências legais envolvidas (peso na consciência?). É como quando algumas pessoas dizem que a vida na prisão é pior que a pena de morte. Há um ponto aí, dependendo da perspectiva do observador. Pessoas inocentes podem ser libertadas, mas não podem ser ressuscitadas. Talvez um fascista coxo possa mudar seus costumes, ou talvez você apenas quer que ele sofra. Talvez você durma melhor à noite sabendo que “só o deixou coxo”. Ler a mente de alguém é um exercício fútil, então pararei por aqui.

Mas por que disparar na cara de um fascista seria mais “grave”, mais “vingativo e sombrio”? (“Ma sarebbe stato anche più pesante. Più vendicativo e più cupo.”) Bonnano passa a falar da piedade dos revolucionários, levando em consideração que a revolução está longe de ser piedosa. Para ele, estão apenas de fofoquinha, para se divertirem contra a máquina cinzenta que busca nos oprimir, e outro monte de blá blá blá insurrecional sobre ter esperança, mas sem realmente ter esperança, lutar, mas se divertir ao mesmo tempo, etc. Tudo se resume em ultrapassar estas dicotomias, e é por isso que a coisa menos grave é mais divertida enquanto que a coisa mais sensível (disparar na cara e eliminá-lo) é de alguma forma a coisa mais moral, o mais “sombrio”, e o menos subversivo.

Mas, de acordo com alguns grandes insurrecionalistas sem insurreição, ainda mais subversivo é não fazer completamente nada e fingir que o mundo “normal”, o mundo em que se vive de fato, o de milhões de pessoas, simplesmente não existe. Veja você, tudo se trata de fugas binárias, bem e mal, revolução e vida real, natureza e civilização, o Eu e Você, o Um e os Muitos, etc., apenas afirmando que não existem. (Isso me lembra a história talvez apócrifa da Rainha Vitória apagando a Bolívia do mapa após o Embaixador de Sua Majestade Real ter sido expulso do país e posto nas ruas montando um burro como forma de humilhação). Veja como tudo se trata da percepção; estar consciente em oposição e ser “inconsciente” (estar acordado* NdT 1, como as crianças dizem nos dias de hoje). E neste sentido, fazer qualquer coisa que se assemelhe remotamente ao terrorismo, violência revolucionária, ou mesmo a violência criminal, é cair nas mãos do Binarismo Opressor. Em sua bolha, se você denuncia o Binário desde o começo, você vencerá e terá transcendido. Sim, eu também sou um bastardo em minha imaginação. Meus amigos imaginários também pensam que sou especial (“Insurrecionalistas sem insurreição” me lembra a caracterização do comunista Bukharin dizendo que o anarquista é um liberal com uma bomba. Você pode fazer a aritmética sozinho). Foi aproximadamente na metade da minha vida, mas ainda posso me lembrar da Ideologia Alemã e processando o jovem Marx, seu ponto principal era que a refutação de algo no abstrato não destrói aquilo no mundo físico. Eu não vou entrar em toda a polêmica do “São Marx”, mas vou tentar citar Teses sobre Feuerbach encima de outra problemática hegeliana que o autor comunista aborda:

“O problema de saber se ao pensamento humano pode ser atribuído uma verdade objetiva não é um problema teórico, mas um problema prático. É na prática que o homem tem que demonstrar a verdade, isto é, a realidade e o poder, a mundanidade de seu pensamento. O litígio sobre a realidade ou irrealidade de um pensamento isolado da prática é um problema puramente escolástico…

A vida social é, em essência, prática. Todos os mistérios que levam a teoria ao misticismo encontram sua solução racional na prática humana e na compreensão desta prática.”

Vamos salvar o leitor de toda a questão de “o ponto está em mudar isso”. Outro marxista (Trotsky?) resumiu o princípio mais sucintamente dizendo algo como (parafraseando): “Quando uma ideia busca o controle das massas, se converte em uma força material.” Não importa se uma ideia é “falsa”, se existe um deus ou não, etc. Deveria importar, mas realmente não é assim. Se as pessoas estão prontas para matar ou morrer por ela, é uma realidade física, pode até ser uma realidade física superior (um deus?). O progresso, por exemplo, pode ser um fantasma sem base na “realidade física”, mas essa ideia criou a Hidrelétrica das Três Gargantas na China: a crença firme na ordem, no futuro, na benevolência da dominação do homem sobre a natureza, νόμος sobre φύσις. Você se negar a lidar com isso e retrair sua própria imaginação e opinião significa simplesmente que você acaba protegido por sua fortaleza de opiniões intransponíveis. Isso parece uma vitória pírrica, se é que alguma vez existiu uma.

Mas vamos voltar ao tiro na perna: não poderíamos dizer que este “prazer” está infectado pela ideologia neo-cristã, como um malware criando um backdoor no software insurrecional? Por que não é divertido ver cérebros escorrendo pelo oco de um olho, mas ver um fascista se contorcendo de dor porque lhe espatifaram a patela é legal? Pode ser que haja medo que te considerem um psicopata por matar alguém, mas regojizar-se por deixar alguém coxo não deveria te catalogar no status de psicopata, é? (explique isso para uma pessoa comum para ver se compram a ideia). Não poderia ter nada a ver com todo o assunto de “Não Matarás”, certo? Ou o monopólio absoluto sobre a vida e a morte que o Rei, o Estado, etc., reivindicaram sobre as pessoas por milênios no contexto europeu? Talvez estas pessoas deveriam começar a ser honestas consigo mesmas, mas provavelmente não o farão. Elas não deveriam se surpreender, em todos os casos, quando algum de seus compas chegue a conclusão de que todo o derramamento de sangue é “fascista”, ou se alguns mais ainda confusos flertam com os “movimentos sociais” que promovem a intervenção do Estado para desarmar todo o mundo.

A moeda humana, mesmo para o mais fervoroso insurrecionalsita, para o traidor da espécie mais entusiasta, é preciosa demais. Não vamos invalidar esta moeda, eles exortam; ao fazê-lo, a pessoa cai no cálculo moral da sociedade. Ao ser imoral, reverencia-se a moralidade, em oposição a ter a atitude correta, a “consciência correta”. Uma percepção tão alta pode tornar a travessia de uma rua um ato revolucionário, pode criar abundância do nada, pode partir o mar. Mas em termos de desafiar o humanismo inerente, o cristianismo inerente a todas as ideologias “radicais”, não podemos fazer isso. Desculpe, não vamos prestar-lhes atenção, e seguiremos com a próxima moda da semana que prometa salvar uma sociedade que não quer ser salva, ou ao menos nosso confortável lugar nela.

Atirar no joelho é atirar nos ramos mais altos. O atacante está claramente perturbado por algo a ponto de usar a violência. Por que você quer ferir essa pessoa? Por que ela tem poder? Quem lhe deu esse poder? Ou quem consente que o tenha? Há mais de “nós” que “deles”, certo? Com quem você realmente está zangado? Você realmente acha que matará a árvore se você podar o suficiente? O que te impede de atirar na raiz? Quando você se vê de frente para o indivíduo e para o coletivo, o que te impede de apontar mais alto, acima dos joelhos, na direção de onde o problema realmente está? Além do bode expiatório para a Massa amorfa que o mantém em sua posição de poder?

Nota do Tradutor:

1. A palavra usada em inglês é “woke”, termo político de origem afro-americana que se refere a uma consciência perceptiva respeito à justiça social e a justiça racial. Nas acepções mais modernas do termo, é usado para falar de consciência social em termos gerais.

(tü) Solgun Suçlu Üzerine

Ey yargıçlar ve kurban edenler, hayvanı başını eğmedikçe öldürmek istemezsiniz, değil mi? Bakın! Solgun suçlu başını eğdi: büyük aşağılama gözlerinden sesleniyor.

“Benliğim aşılması gereken bir şeydir: benliğim bence insanın büyük aşağılanmasıdır”: böyle sesleniyor o gözden.

Kendi başına hüküm verdiği an – onun en yüksek anıydı. Bu yücelmiş kişinin yeniden alçak konumuna dönmesine meydan vermeyin.

Böyle kendi kendisinden ıstırap çeken için hiçbir kurtuluş yoktur, tez bir ölüm gelmedikçe.

Ey yargıçlar, sizin ölüm hükmünüz acıma olmalı, öç alma değil; dikkat edin, öldürürken siz kendiniz yaşamı haklı çıkarmalısınız. Öldürdüğünüz kişiyle barışmanız yetmez. Kederiniz, Üstinsan’a dönük sevginiz olsun: kendi sağ kalımınızı böyle haklı çıkarırsınız. “Düşman” deyin ama “alçak” demeyin, “sakat” deyin ama “rezil” demeyin “ahmak” deyin ama “günahkar” demeyin.

Ve sen, ey kızıl yargıç, kafanın içinde geçenleri yüksek sesle dile getirecek olsaydın, herkes şöyle haykırırdı: “Defol ey haşere, zehirli sürüngen!”

Ama düşünce başka, eylem başka ve eylem fikri başka. Bunlar arasında nedensellik çarkı dönmez. Bu solgun adamı bir fikir soldurdu. Suçu işlediği zaman eylemi için ehildi, ama işledikten sonra bu fikre dayanamadı.

Ve artık her zaman kendisini bir eylemi işleyen olarak görüyordu.Ben buna delilik derim. istisna onda tersine dönerek kural olmuştu.

Tebeşirle çizilen çizgi tavuğu hipnotize eder; onun vurduğu darbe zayıf aklını hipnotize etti. Ben buna eylemden sonraki delilik derim.

Dinleyin ey yargıçlar! Bunun yanında bir başka delilik daha var ve o da eylemden önceki deliliktir. Ah sizler, bu ruhun derinliklerine bence yeter derecede dalamıyorsımuz!

Kızıl yargıç şöyle der: “Bu suçlu neden cinayet işledi? Bir şey çalmak istiyordu da ondan.” Ama ben size diyorum ki, onun ruhu kan istiyordu, ganimet değil: o bıçağın mutluluğuna susamıştı.

Onun zayıf aklı bu deliliği kavrayamadı ve onu ikna etti. “Ne olur ki kandan!” dedi; “hiç olmazsa öldürdüğünden bir şey çalmak istemez misin? Ya da öç almak?”

Ve o, zayıf aklına uydu: aklının sözleri onun üstüne kurşun gibi yüklendi – o nedenle, öldürürken çaldı da. O, deliliğinden utanmak isteği duymadı

Ve şimdi suçunun kurşun yükü yine onu eziyor. Ve zayıf aklı yine öyle durgun, inmeli ve ağır.

Kafasını sallayabilse yükü üstünden yuvarlanacak. Ama bu kafayı kim sallayabilir?

Bu insan nedir? Ruh aracılığıyla dünyaya ulaşan bir yığın hastalık; bunlar orda aylarını yakalamak isterler.

Bu insan nedir? – birbirlerinin yanında nadiren sakin durabilen vahşi bir yılan dolamı -bunlar ayrılıp yola çıkar ve dünyada av ararlar.

Şu zavallı bedene bakın! Onun neyin ıstırabını ve açlığını çektiğini zavallı ruh kendisine göre yorumladı – canice arzu olarak ve bıçağın mutluluğuna duyulan açlık olarak yorumladı.

Şimdi hastalanan kişiye şimdi fena olan fenalık egemen olur. O, kendine acı veren şeyle acı vermek ister. Ama başka çağlar da olmuştur, başka bir fenalık ve iyilik de olmuştur.

Bir zamanlar şüphe ve Kendilik iradesi fenaydı. O zaman sakat olan sapkın ya da sihirbaz haline geldi; sapkın ya da sihirbaz olarak ıstırap çekti ve ıstırap çektirmek istedi.

Ama bu sizin kulağınıza girmiyor. Bana diyorsunuz ki, bu sizin iyi insanlarınıza zarar verir. Ama sizin iyi insanlarınızdan bana ne!

İyi insanlarınızın gerçekte fenalıkları değil de onlardaki birçok şey midemi bulandırıyor. Ah keşke, onların da bu solgun suçlu gibi bir deliliği olsa da o yüzden batsalar!

Gerçekten, onların deliliği hakikat, sadakat veya adalet adıyla anılsın isterdim; oysa onların uzun bir ömür sürmek ve acınası bir kendinden hoşnutluk içinde yaşamak için erdemleri var.

Ben girdap boyunca uzanan bir parmaklığım; bana tutunabilen tutunabilir; ama ben sizin topal değneğiniz değilim.

Zerdüşt böyle dedi.

[en] (Chile) 88 communique of ITS

We incite chaos and destruction and once again we took advantaje of the mob within the demonstrations on these southerner lands, to cause destabilization.

Infiltrated in the midst of the enajenated mob and hooded vandals, we were around with only one target: fire and destruction.

We worship the burning flames, penetrating, see how everything burns, the gasoline has been a good ally.
Armed with bottles filled with flammable liquid, we proceed to burn everything, stealthy and always looking for our affinities, spreaded, we were, we are and we will be here, observing and laughing from the shadows.
Forwards the lumpen, mechas, destructive ones, criminals, looters, thieves and amoral ones.
The day of chaos is coming and we wish death to the city and human progress!

ITS – CHILE

CHAOS INCITERS

(es) Ontología Guerrillera – Sobre Destrucción, Violencia y Acción Directa

Escuchamos sobre violencia todo el tiempo. Hablamos de violencia todo el tiempo.

Calificamos esta violencia como buena y esa violencia como mala. Esta violencia tan necesaria y esa violencia tan innecesaria.

Esta violencia es suya y esa violencia es nuestra. Y la conversación sigue y sigue y sigue.

A menudo no reconocemos cuando hablamos de violencia, ya que la violencia toma tantas formas, usa muchas máscaras y hemos sido criados para defender la mayoría de los actos de violencia como simples factores de la vida cotidiana ordinaria.

Para el pacifista, toda violencia es malvada y debe evitarse a toda costa. Los pacifistas creen en la gran separación cósmica de las fuerzas de la luz de las fuerzas de la oscuridad. Ellos ven el universo como fundamentalmente defectuoso de esta manera. Los pacifistas creen que existe tal característica de la existencia, que puede impregnar todo el Ser, esta noción de maldad y oscuridad, que es algo que debe ser rechazado en todos los puntos.

Decir que algo es malo es presuponer un deber moral, que algo debe o no existir, y que cada ejemplo existente de mal debe ser rechazado y expulsado de la sociedad. Lo malo es, en última instancia, lo que amenaza la maquinaria que es la sociedad.

Pero mientras hablamos de violencia una y otra vez, rara vez hablamos de lo que es la violencia, ni de lo que no es. Oh, claro, hablamos de su violencia e incluso de la nuestra en ocasiones (aunque generalmente santificamos a sus actores, los vivos como héroes y los muertos como mártires que se sacrificaron por Dios, el Dios de la maquinaria de la tecnosfera).

Raramente, si alguna vez, hablamos sobre qué es la violencia, cuáles son los orígenes de la violencia y otras preguntas que podrían considerarse demasiado abstractas o conceptuales para la “realpolitik”.

La violencia parece ser un tipo de acción muy específico (que abarca nuevamente categorías generalizadas), que a menudo se confunde con otra. Entonces, antes de dar cualquier tipo de definición de violencia, discutiré lo que no es: destrucción.

La destrucción como fenómeno es el evento de una singularidad por la cual, debido a ciertas intensidades físicas, se crea una nueva situación, espacio, ubicación, Cosa (etc.). De esta manera, la creación y la destrucción no son en modo alguno una dicotomía, sino más bien la fuerza monista del flujo del movimiento, la energía y la fugacidad en un sentido completamente físico.

Un huracán y un incendio forestal son destructivos, pero no son violentos. En su destrucción crean nuevas situaciones, espacios, ubicaciones; Cosas, por la intensidad de sus lanzamientos energéticos. Un meteorito que mata la mayor parte de la vida en el planeta Tierra, incluidos los dinosaurios (posiblemente los ocupantes más exitosos de este planeta si asumimos una epistemología realista paleontológica), no es violento y no ejerce violencia sobre aquellos que ha matado. El meteorito Chicxulub fue destructivo, y su destrucción condujo a la creación de una situación que resultó en que los mamíferos se volvieran más prevalentes (como una categoría generalizada de especies-Ser) a medida que los dinosaurios se extinguieron.

La destrucción y la creación son el flujo monista de la vida, donde la vida y la muerte son la misma cosa. Son lo mismo en cada presente, temporalmente atados por las dimensiones físicas del Ser encarnado, el Ser salvaje como elijo llamarlo. Como tal, la destrucción (/ creación) es un aspecto de lo que es salvaje (o natural, si lo prefiere).

– VIOLENCIA COMO VIOLACIÓN.

La violencia se presenta no como destrucción, sino como violación. Esto no significa que la violencia se define por la intención de violar. No, la percepción de una acción o evento no altera su fisicalidad, solo las relaciones de aquellos dentro o hacia ella. Como tal, la violencia puede ocurrir sin intención de violar.

Entonces, ¿qué significa violar? Violar algo es afirmar autoridad (no poder) sobre un espacio, lugar, momento, individuo o grupo dado, e interrumpir el flujo salvaje y auténtico de las energías vivas en las construcciones (no creaciones) de la supuesta autoridad, que se afirma a través de la violencia.

La violación es un acto de violencia, donde los violadores se afirman como una autoridad sobre la que están violando. La violación interrumpe el flujo salvaje y auténtico de las energías vivas de las personas violadas, mediante la usurpación de su cuerpo, y las convierte en un objeto construido de los recursos de placer del violador.

Esta autoridad proviene de las mitologías de la civilización, que rodean las jerarquías de otros a quienes se les otorga la capacidad de dominar y oprimir a través de privilegios innatos. Esto no quiere decir que la violación y otros actos de violencia no ocurran fuera de la civilización; más bien, la civilización es la monopolización de la violencia y una fuerza que intensifica la violencia, hasta tal punto que corrompe al Ser en algo no auténtico y completamente diferente de lo que es salvaje.

Los mitos de la autoridad (de nuevo, no del poder) son lo que es la violencia. La civilización se define por la maquinaria de la tecnosfera, el cuerpo de la metrópoli, la materialidad de su ideología. Su violencia no crea ni puede crear, sino que construye. Se construye a través del lenguaje y de lo que la civilización considera recursos.

Civilizar, domesticar, afirmar autoridad, construir, mecanizar es ser violento; mientras que ser destructivo (/ creativo) es ser salvaje, vivo, natural.

Esta definición puede resultar incómoda para aquellos que han estado involucrados (o han sido voces activas) en grupos de resistencia cuyas tácticas han incluido a aquellos generalmente considerados violentos. De hecho, muchos han tratado de justificar el uso de la violencia, y esto no solo se limita a los grupos dentro de las naciones “occidentales”, como ALF, ELF, DGR, etc., sino también a los combatientes de la resistencia indígena en sus llamamientos a esos “ciudadanos”. quienes buscan oprimirlos. Pero esto es simplemente un malentendido provocado por las limitaciones del lenguaje como un medio para transmitir el significado.

Las acciones de estos radicales no son violentas, sino destructivas (/ creativas) y, como tales, no están vinculadas al autoritarismo de la violencia y su fealdad. Eso no quiere decir que no haya grupos que se llamen radicales, sino que solo quieran reconstruir la misma maquinaria de violencia a la que supuestamente se oponen. Más bien, resistencia / revuelta / rebelión / etc., es destructiva / creativa, no violenta.

– CREACIÓN / DESTRUCCIÓN DE GUERRILLA.

¿Qué significa esto para la práctica radical, eco-anarquista, ontológica-anarquista o de otra manera? Simplemente significa que somos agentes de destrucción; somos la creación de la destrucción, apoyamos la destrucción de las construcciones violentas de la civilización, en maquinaria, lenguaje, mitos, formas socio-normativas de interacción y todo lo demás que abarca la metrópoli, el Leviatán, el estado, la economía.

Esta acción de destruir la realidad construida por la civilización es la actividad de la ontología guerrillera, que equivale a destruir la maquinaria y los mitos de la civilización, y crear eventos, espacios, lugares, situaciones que permiten que el flujo anárquico del Ser salvaje se mueva libremente.

La ontología de guerrilla generalmente no se ha visto en el sentido que describo aquí. Fue descrito por primera vez por Robert Anton Wilson y definido en Wikipedia como:

“El objetivo de la ontología de guerrilla es exponer a un individuo o individuos a ideas, pensamientos y palabras radicalmente únicas, para invocar la disonancia cognitiva, lo que puede causar cierto grado de incomodidad en algunas personas a medida que sus sistemas de creencias se ven desafiados por nuevos conceptos. . ”

Entonces, al extraerse de la filosofía y los escritos de Wilson, la ontología guerrillera se asocia típicamente con prácticas espirituales discordianistas de la nueva era.

El anarquista ontológico Hakim Bey describe su concepto de la Zona Autónoma Temporal como una práctica en ontología de guerrilla, y es donde el término se ubica primero dentro del pensamiento anarquista. Deberíamos expandir el concepto más allá del simple quietismo y puro estilo de vida, para ser la base de ataques destructivos (/ creativos) de sabotaje, resistiendo a la civilización en una revuelta basada en la Vida. Pero para hacer esto debemos explorar qué es ser guerrillero. Los guerrilleros son luchadores que utilizan un enfoque basado en la guerrilla para llevar a cabo la guerra. Entonces, ¿cuál es el modo de ataque guerrillero?

Che Guevara, el famoso guerrillero marxista de la revolución cubana, declaró en su trabajo Guerrilla Warfare: A Method que el objetivo de la estrategia guerrillera es la toma del poder. Ahora, obviamente, en el caso del Che, y el proyecto marxista en el que estuvo involucrado con Castro, la toma del poder se tradujo en la reconstrucción del Leviatán bajo su autoridad, no en la liberación, la libertad salvaje o cualquier cosa realmente deseable. Pero este es un problema relacionado con la autenticidad del proyecto en cuestión, no en el enfoque en sí. Y dada la habilidad del Che como guerrillero, me siento cómodo con este objetivo del método, independientemente de su resultado ideológico.

Entonces, a partir de esta presuposición, seguiremos que el modo de ataque de la guerrilla se basa en el objetivo de tomar el poder, y para nuestros propósitos, esta toma del poder es destructiva (/ creativa), no constructiva y violenta.

Grupos guerrilleros, como el Talibán, Al-Qaeda, Movimiento Revolucionario Túpac Amaru, Khmer Rogue, El Ejército Rojo Japonés, La Guerrilla Ñancahuazú, M-19, El IRA, Nuevo Ejército del Pueblo, Movimiento Peronista Montonero, Ejército Democrático de Grecia, Gratis El Movimiento Papua, La Brigada Enojada, J2M, Individualistas que tienden hacia lo salvaje, YPJ e YPG, Conspiración de células de fuego, Movimiento para la emancipación del Delta del Níger y otras organizaciones similares, han tomado como su enfoque la toma de estrategias y tácticas de poder que se basan en actos de sabotaje, emboscadas, incursiones, enfoques de estilo de golpe y fuga y otros medios de ataque, mientras se evita la guerra a gran escala del enfoque militarista tradicional.Esto no es para abogar por todas las formas específicas de guerra irregular que estos grupos y grupos como ellos usan o han usado: bombardear a “civiles” (por ejemplo) solo por el hecho de que es feo y solo logra incitar a la civilización a dominar a través de un mayor autoritarismo medio.

– POR QUÉ GUERRILLA.

¿Por qué utilizar tácticas de guerra irregular con ataques a pequeña escala como emboscadas y sabotaje? ¿Por qué no atacar de frente? Veamos un potencial histórico que llevó a la ruina a discutir por qué no.

Después de que los romanos la golpearan y violaran a sus hijas, la druida celta y la reina Boudicca encabezaron una campaña de guerrilla que casi dejó a los romanos fuera de Gran Bretaña. Las tribus Iceni bajo el liderazgo de Boudicca promulgaron rebeliones y emboscaron ciudades bajo el dominio romano. A través de sus tácticas de guerrilla, agotaron con éxito la posición romana en Gran Bretaña hasta casi la derrota.

Si nunca hubieran contratado directamente al ejército romano, con su armamento y armadura tecnológicamente superiores, los Iceni y Boudicca probablemente habrían visto a los invasores coloniales romanos derrotados en una victoria celta empapada en sangre. Lamentablemente se enfrentaron a los romanos en una batalla abierta y los celtas perdieron.

Por lo tanto, parece razonable abogar por tácticas de tipo guerrillero dado el poder tecnológico del imperio y nuestros medios de ataque disponibles.

Un luchador de la resistencia, dentro de la resistencia anti-cívica y eco-radical, cuyo enfoque ha utilizado gran parte de lo que puede considerarse un enfoque guerrillero, es Theodore Kaczynski (más conocido como el infame UNABOMBER). La infamia de Kaczynski proviene no solo de su campaña de bombardeos y su famoso manifiesto, Industrial Society and its Future, sino de sus años de eludir al FBI y otros agentes institucionales que intentaron localizarlo.

La ideología de Kaczynski ha sido un aspecto central del movimiento eco-extremista, que abraza activamente las narrativas de violencia. Una de las cosas claras en los escritos de Kaczynski es que, si bien presenta excelentes informes analíticos sobre tecnología, su política sigue vinculada a las narrativas de la historia (/ civilización). El movimiento eco-extremista parece igualmente vinculado a las narraciones de la historia, y confunden su deidad santificada de la Naturaleza Salvaje con una fuerza violenta, cuando la naturaleza es destructiva (/ creativa) y no viola nada.

Con respecto a la UNABOMBER (como entidad política), Kaczynski fue un fracaso, tanto en términos históricos como antihistóricos, quien, a pesar de sus muchos aspectos brillantes, se encontró en las trampas de una prisión mucho más intensa que la que usted y yo. nos encontramos ubicados dentro. ¿El movimiento eco-extremista post-Kaczynskiista haría bien en recordar esto, o tal vez esto es algo que su nihilismo pesimista pseudoactivo (pasivo) simplemente acepta?

Quizás estoy siendo injusto con Kaczynski. Es cierto que tanto el entorno eco-radical como el anarquista son fracasos colosales en la búsqueda de los resultados deseados fuera de algunos proyectos personales más pequeños. El imperio ahora se ha extendido básicamente por todo el cuerpo de la Tierra y el colapso ecológico es básicamente una certeza. Pero la furia enérgica de la rebelión desafiante que recorre mi cuerpo me lleva a seguir adelante, canalizando el poder de la naturaleza, a ser una fuerza destructiva sobre la civilización, creando espacios / lugares / ubicaciones / situaciones indomables.

– RESISTENCIA INDÍGENA.
Veamos otras luchas, peleas y bailes.

Los pueblos indígenas de lo que ahora llamamos Australia promulgaron una guerra contra los colonos que no tiene principio ni final aparente fuera de la historia; Una realidad vivida de la guerra contra la realidad que está construyendo la máscara de civilización británica. Esta guerra fue llevada a cabo por líderes solitarios “descarados”, cuyos ataques fueron coordinados sin organización formal, generalmente en forma de guerra de emboscada. En lugar de formar organizaciones, milicias y otras categorías generales de guerra organizada, practicaron su guerrilla mucho más como comunidades / sindicatos de egoístas, trabajando en ayuda mutua para resistir la civilización.

¿Cómo era su resistencia? Bueno, muchos de los guerrilleros se dedicaron a formar bandas, que se centraron en la venganza, a través de infligir sabotaje interminable y guerra psicológica. El sabotaje es básicamente lo que llamamos destrucción de propiedad en la forma en que los radicales ecológicos están muy familiarizados. La guerra psicológica tomó la forma de burlarse, humillar y hostigar a los invasores, amenazando e intimidando como medio de ataque psíquico.

Entre los guerrilleros de líderes solitarios de los australianos indígenas se incluye el famoso guerrero Pemulwuy, quien se creía que no podía ser asesinado con armas de fuego. Pemulwuy luchó contra los invasores británicos a través de incursiones de emboscada y mató a los funcionarios británicos en venganza contra su violencia hacia su comunidad y la tierra donde vivía. Al igual que Kaczynski y otros guerrilleros similares, Pemulwuy falló y se encontró a merced de sus enemigos (el enfoque de un ataque australiano indígena de líder solitario parece extraer algo de los ataques de ontólogos guerrilleros).

¿Significa esto que comenzamos a matar a funcionarios o partidarios del Imperio como Pemulwuy? No necesariamente, ya que parece haber medios prácticos mucho más prudentes para infligir daño al Leviatán. Estos medios tienen más potencial para realmente interrumpir sus narrativas, no solo sirven como base para que los civilizados restablezcan y hagan que esas mismas narrativas sean más violentas. No veo el intento de asesinar a funcionarios del gobierno, o matar a algunas personas domesticadas, como una actividad que tiene un potencial pragmático para un resultado deseable, y parece un desperdicio.

La guerra de ontología de guerrilla parece mejor llevada a cabo mediante 2 tipos de ataque de emboscada. El primero, el sabotaje, es bien conocido por los radicales ecológicos. Este tipo de ataque a través de la destrucción de “propiedades” ha tenido grados relativos de éxito para grupos como ELF, ALF, Earth First !, the Hunt Saboteurs y otros grupos eco-anarquistas (Esto se afirma con el reconocimiento de que, debido a la pura escala de la autoridad del Imperio en este punto, necesitamos un pesimismo honesto con respecto a su potencial y sus fallas en el pasado).

La segunda forma de ataque de emboscada que se defiende aquí es la utilización de la guerra psíquica, para crear sensaciones de desenfreno dentro de las conciencias de los domesticados. Esto significa destruir las comodidades tecnológicamente inducidas que alejan a los domesticados del horror del desierto de lo Real, la situación apocalíptica que se encuentra ante nosotros, en una percepción que puede mirar poco más.

Romper trampas de tejón y crear angustia psicogeográfica no va a detener al Imperio ni al colapso ecológico que es un subproducto de su violencia. Pero esta no es nuestra tarea. Lo Real está atravesando esta Realidad, a través de huracanes, incendios forestales, a través del óxido sobre el metal de la tecnosfera y muchos más ejemplos de los que podría enumerar. Wild-Being es en última instancia ineludible; La civilización es la construcción de una ilusión fantasmal, y colapsará.

Nuestro objetivo como ontólogos guerrilleros es ser agentes de destrucción, terroristas poéticos y luchadores involuntarios, perturbando la historia y resistiendo su violencia. Y esto se logra mejor mediante una emboscada mediante el sabotaje de la maquinaria de la civilización (“destrucción de la propiedad”) y mediante la guerra psicológica, en lugar de ataques de cabeza, que siempre resultan en una mayor intensidad de la violencia de la civilización y sus agentes.

Por Julian Langer.

[en] (CHILE) 8th ITS interview

– Wich are your motivations?
We already exposed our motivations many times. And in order not to be repetitive, we will answer that when we carry out an attack we do it as a part of the revenge of wild nature against humankind, because of all the devastation that have been caused by it. This revenge can be seen in the great “natural disasters” that hit the cities but also in the “deviant” behaviours of terrorists like us. It might be motivated by an intellectual inclination or a more spiritual sense, but the important es that we are able to hear the earth agony screams with every new megaproject aimed to the progress, or with the permanente presence of tons of concrete asphixiating the earth, and the expansion of the urban spot finishing eco-systems. In darkness we feel the cry of the felled trees, the screams of the mountains broken in half. This is unstandable for us and for this reason we preffer to die in this war rather than passively accept all this.

– Why to use violence as a form of answer?
The earth is not avenged asking for mercy of trying to awake the conscience of the brainless mass. Humankind invades, tear apart, mutates, destroy, extinguish and degrades. We use what we have at hand to counter that: explosives, firearms, knives, etc. We already get rid of the western morality and the values derived from the illustration, we developed our points of view learning from the ancient. Why should we learn from a doctrine that is 200 years old and is heading towards the self-destruction of the specie in that short period of time while we can learn from the cosmos and its process that exists even before that what our mind is able to figure out? The roots of our thoughts comes from this primordial source, that tough us, among other things, that violence is never something bad or good, but is a integral part of the everything, a manifestation that is present in certain circumstances, and it happened that we live in an era of a total war declared from one specie against the whole biosphere; the anthropocene. When if not now, the violence is an adecuated form of answering?

– What is your opinion about what the media said about you?
Thats a broad question as the media have been talking a lot about us. Mostly we could say that clearly they do not understand us at all and in consequence they talk pure nonsense about us. There are some cases in wich they hit the nail, or at least they have been close. But what is important to us is the fact that they stand out our danger and the true nature of the threat that we represent, and that they did it in abundance. If they named us inconsistent, fascists, right-wing or left-wing false flags, or any other of those accusations, we do not care at all, also we already set up clear and dismantled every one of them.

– Are you an organised group or simply individual actions?
In first place we are an orgnized criminal group, were of course there is place for individual actions, each individualist or group of individualists act as seems better to them. Some groups carry out murders, some others send parcel-bombs and others use industrial explosives to blow up infrastructures and cause tragedies, some take responsibility for their actions and some others no, ITS is about satiate the wild impulses of the individualists, and that we do it to spare.

– What is your relationship with anarchism, misanthropy and nihilism?
1. With the anarchism, at the current moment the relation is of rupture, although there is no dishonor in accepting that many eco-extremists and some members of ITS come from anarchism, mostly from insurrectionalist and eco-anarchist tendencies. It is true that back in the day there were some bounds with the anarchist scene, but nowdays most of the anarchist detest our tendency and they do good, as their western and illustrated education teaches them that everything that goes stray from the path of christian morality is a sin with other name, we can call it counter-revolutionary, aberrant, vile or whatever. Most anarchists believe that they are fighting the system, but the only thing they do is enforce some values as egalitarianism or solidarity and take them to extremist positions, this is a disapointment generated when the system does not meets strictly with the values that promote. We saw that on TV, represented in the super-hero movies. The system promotes in different degrees of subtlety racial or gender equality, but then you can see cops beating up black people or some thugs trying to rape a woman, the anarchist can’t handle that, and as batman or superman, he chooses to jump over the limits of the law to enforce those values taught to him, thus is generated a conflict with the authorities in wich they see themselves as antagonic to the system in some way, when it is obvious that they are not. The same can be applied with economical, environmental injustices, or any other issue generated by the system that is addressed using the same values that the system promotes.
Eco-extremists, on the opposite, take the anti-values of the system as egoism, indiscriminate violence, contempt for human life, and adopt them for our path of real antagonism and confrontation against the progress of the civilized world and all its concepts. Some have said, wrongly, that we are a mirror of the civilization itlself because we fall into “religious thoughts” or because our beliefs in an authority as the wild nature is for us. This is absolutely wrong as our paganism is recovered from our oldest ancestors and we accept authority as a undeniable reality when we are facing forces that goes beyond our understanding. Or is it not the most civilized thing in the world to play to know everything (to believe that the confines of the real correspond to the limited scope of our knowledge)? Does it not fall into the scientist and artificializing mentality when you want to play the social engineer who strips the being of his attributes either gender or species to create a “flat tab” where to trace the destiny of the future human being, one who will live in supposedly pacified societies, and will be able to choose at any moment of his life what his sexual orientation will be, his relationships, his way of feeding, etc. etc. etc. That is only possible living in a controlled and artificial environment, which in turn is only possible at the cost of the annihilation of wild nature. It is the snake eating its own tail. To seek an alleged improvement or perfectioning of humanity, whether from a progressive and “bourgeois” or a leftist perspective, the result is the destruction of the only possible environment for that humanity.
We say it with no shame and to make it clear, we SHIT in those progresists dreams. For us, a person born with dysfunctional brain or with atrophied body must be abandoned in the forest to become the dinner of an animal. For us, a person who is born with a cock but thinks he is female or vice versa is nothing more than a mentally weak person confused by the labels and roles of civilization. In real life, in the crudity of wild nature, there is no time for such modernist faggotry bullshit.

2.About misanthropy we could say that it is something very important within the eco-extremist thought, while it is a dysfunctional approach in a more global framework, to address this modern era is very accurate. We are constantly surrounded by humanoids, our enviroment is shaped by the human intervention, and that has only brought misery and devastation. How not to hate the human?

3. Nihilism is one more weapon in this war, it ends with the hope of future changes or revolutions that will never come, but also tear apart the whole framework of moral values that covers the the predominant thought of this era. Leaving us with nothing but the Nothing itself. Some throw themselves into that abyss of denial and total rejection, which is perfectly valid, we, the eco-extremists thar write this words, set above the acceptance of a limited and defective mind, and the place of Nothingness is filled with the adoration of the Unknown, the Occult and the Unnamable, the primitive, unknowable forces that underlie the All and move the threads of our existence. On some occasions they take the name of Ajajema, Anhangá, Gualichu, Mictlantecuhtli or even Satan, and on others they simply manifest themselves as Wild Nature. To these dark forces we throw our praises and in them we deposit our intentions with the faith that they take care of us in every dangerous attempt of attack.

– What meaning have for you the wild?
For us, Wild Nature as a concept is somewhat contradictory. On the one hand we have Nature, which currently functions as an image of the spectacular type created by civilization to sustain domestication, that is, it is a reflection or a ghost and not a “material reality”, and acts by establishing a separation between We (humans) and the wild. The wild are impulses or instincts that inhabit our interior. Nature does not exist or is dead (rather, it was murdered), now there is only civilization and its backyard, forests, rivers, mountains and as a whole all the remaining ecosystems are “reserves”, “ecological parks” and in short, spaces that were subjected to territorialization control. That they are still green and not gray is something circumstantial and responds only to the interests of civilization. This reality hit us like a ton of bricks. That is why when eco-extremists fight for wild nature we do it in a double sense, on the one hand claiming revenge for all that civilization buried or domesticated for its petty purposes and on the other holding on to the internal savagery that separates us from the total submission, that part of us that remains human and therefore wild and animal and consequently it is neither civilized nor artificial, we all carry it inside, the difference is that we listen to it and let it loose.

– Who is Kevin Garrido for you?
Kevin Garrido was for us an unbreakable warrior, of those who are no longer around. Endowed with the same strength that Cuautemokzin had when when he was tortured by the Spanish lackeys of Cortes, inflicting burns on his feet so that he would reveal the location of the gold of the mexicas, he remained stoic and only said while looking at his ally: “Am I in a bed of flowers? ”

– What do you think about the attack on Huechuraba police department?
It was really nice, hahaha. We rejoice knowing that many cops were wounded, when things like that happens the motivations behind the act doesn’t matter to us, the same would have been that an earthquaque shakes the police station, the unpredictable violence of Chaos dropped once more, breaking with civilized peace, that is always a cause of celebration for eco-extremists.

– Do you consider that the fire of Cerro San Cristóbal was an eco-extremist action?
Of course not, and you know that very well. Regardless if the one to blame are some harmful humans or the supreme will of the wild nature, it is clear that the eco-extremists were not responsible nor can the action be categorized as eco-extremist if we use the meaning we give to the term.

– We found out that the University of Chile spent many millions of pesos in security measures recommended by the ANI (such as iris recognition cameras and turnstile barriers) after the attack at the Faculty of Physical and Mathematical Sciences of the University of Chile on 2016. Although the device did not detonate, do you consider this attack as successful?
We also knew about those expenses in security measures. The attack was undoubtedly a resounding success, since in each eco-extremist hit, not only the destruction but also the terror and the destabilization are sought, the last two without doubt that were generated. And if the faculty was armored, we don’t care. There are always new and better targets.

– Why did you name Dr. Javier Ruiz del Solar, Dr. Paulo Araya, Dr. María Elena Lienqueo, Dr. Guido Garay and Luz Martínez in the statement after the bomb in Beauchef? Is it because of their research?
Progressist individuals who are dedicated to the improvement of civilization will always be among the possible objectives of eco-extremist action.

– What are your bounds with eco-extremists from Mexico or Argentina?
Of pure affinity and complicity. With the eco-extremists from Argentina is more direct because as its known there are some members of HMB that detatched themselves from the original gropu and move to those lands in order to start a new terrorist project with the name of Red Blood Sect, always under the ITS acronym. Do not forget that there are also eco-extremists in Brazil, Greece, Spain and United Kingdom. The ITS mafia expands in every latitudes and it does not seems to stop. It should not be ruled out that in the not so distant future there will be coordinated actions of greater caliber such as simultaneous indiscriminate killings.

– Who is Camilo Gajardo Escalona?
As said in the 86 communique, we don’t know who is Camilo Gajardo Escalona, but we figure out that is nothing but a scapegoat used by the cops to hide their incompetence, wich is on the eye of everyone. If they think that they managed to stop ITS their illusions will not go very far.

– Eco-extremist activities will continue?
Have no doubt about it, in the South, in the North and in Europe, it will continue hand in hand with natural disasters and all forms of crime.
*The world is like an hourglass, on the side above is civilization, with all its rigid structures that seek to ensure law and order, supported by the weight of its legal and moral frameworks that work to keep the whole cohesive. The lower side is Chaos, and bit by bit, the sand is falling. With it fall all the illusions of progress, all dreams about worlds of comfort and safety. Today, the upper side is still full enough, but bit by bit, Chaos is taking shape. It is only a matter of time for the world of human superiority to dissolve in the eternal waves of Chaos and Savagery. Meanwhile, we prefer to enjoy the fall, rather than clinging as fools to the mirages of a civilization whose very existence is based on a war against the imperturable advance of time that, like wild tides, gradually undoes everything.

– Do you want these answers to be published?
Of course, the better would be if they are printed in some media with great impact on this lands. And if not, for sure the guys from Maldicion Eco-extremista will publish them.

Long live Wild Nature, Chaos and Misanthrophy!

May the War against human progress continue!

Individualists Tending Towards the Wild – Chile
Mystic Horde of the Forest

(es/en) Ejercicios Espirituales Eco-extremistas

Tomado de Atassa n° 2.


“Et introibo ad altare Dei”
(Voy al altar de Dios)

Vengo de una familia evangélica, pero hace tiempo que eliminé los valores que me enseñó. Me convertí en humanista, y volver a creer y rechazar el ateísmo fue un tremendo golpe para el intestino. Tuve que comenzar de nuevo con otra visión, muy personal y particular. Tomó un poco de tiempo, pero luego entendí que mi creencia en algo más nunca se había ido, y realmente no rezo, ya que entiendo que rezar es repetir las cosas, y no me gusta hacerlo porque me educaron para no rezar, sino para hablar con Dios. Todavía hago esto (en momentos específicos, por supuesto), para dar la bienvenida a los solsticios, para expresar gratitud por la llegada de una nueva fase lunar, y especialmente por una luna roja; estar agradecido por el frío, el calor, la lluvia, el aire y el fuego.
Hay rituales que me gusta realizar. Tengo cráneos de animales salvajes y domésticos en mi altar, donde quemo copal. En las tradiciones mesoamericanas, el copal representa la limpieza espiritual. Cuatro veces al año (el año mexica, y no el gregoriano) voy a lugares sagrados con una ofrenda. Estos son lugares sagrados para mí y no para mis antepasados: sus lugares sagrados están ahora cubiertos de edificios, centros comerciales y carreteras. Vengo a los cuatro lugares sagrados con ofrendas como piedras de río, ramas de mezquite, velas de sebo y carbones de mi último fuego (cuatro cosas). De rodillas hablo con el medio, casi siempre ante un árbol, una roca, un río o un barranco (cuatro cosas). Ahí fumo una pipa de abedul, mezclada con salvia, eucalipto, menta y tabaco lacandón (cuatro cosas). Estas son las únicas veces que fumo y no es para drogarme ni nada de eso. Esas hierbas no hacen alucinaciones y solo sirven para ayudar a la meditación, como lo hicieron para mis antepasados.
He indicado que cuatro es un número importante para mí, como lo es para muchas culturas. Hay cuatro fases de la luna, cuatro estaciones del año, cuatro direcciones cardinales y cuatro cosas sobre la tierra (las estrellas, el cielo, la luna y el sol). Cuatro cosas que respiran, las que nadan, las que vuelan, los de cuatro y dos patas. Cuatro son las fuerzas más importantes en la cultura mexicana: quetzalcóatl, huitzilopochtli, xipe totec y tezcatlipoca.

Puedes hacer tus propias oraciones, tus propias disciplinas; saber lo que sabes probablemente no será difícil, ya que probablemente siempre haya hierbas, animales, figuras, horas y ciertas oraciones involucradas. Debes elegir lo que es correcto para ti, buscar con qué elemento de la tierra te identificas más; algo puede surgir de esa base…
Hay otros rituales “más locos”, como las ofrendas de mi propia sangre derramadas en esos cráneos para protegerse, o cortarse las rodillas para que la sangre fluya hacia la tierra como un signo de conexión con ella como lo hacen los danzantes tradicionales aquí. A veces también perforan los lóbulos de sus orejas con espinas de maguey hasta que sangran.
Hago “bautismos de fuego” para terminar un ciclo y comenzar otro, con lo que se conoce como el “fuego nuevo”, hago un fuego de fricción con un taladro hecho con dos palos de eucalipto (el taladro) y uno de quiote (un tallo grande de la flor de la planta de maguey azul) como base. Cuando los palos se ponen rojos, digo algunas palabras y me quemo la piel. Bueno, eso es un poco extremo, pero creo que el dolor es inevitable, el sufrimiento es solo una opción. Creo que el dolor nos hace más fuertes, espiritual y físicamente, por lo que quemarse no es gran cosa, ni recibir un corte o rasguño que duele durante algunos días. Sé que mis creencias están marcadas en mi cuerpo.
Como dije, puedes hacer tus propias disciplinas y ser tu propia guía, sabiendo que el maestro te está mirando y está enseñando cosas valiosas todos los días.

“Permiso wacho”
Como tú, fue un esfuerzo comenzar a creer de nuevo (pero no creer en ese algo, más para sacar de mi cabeza ese hábito anarquista tonto de ateísmo). Voy a una colina, que es tan lejos y salvaje como tiendo a ir. No llevo a cabo rituales más significativos en este momento. Siempre busco la luna de noche; La saludo y le pido que proteja mis pasos. Le pido que me dé fuerzas, y realmente solo converso con ella, siempre descalzo con los pies en la tierra. Me gusta sentir el frío, creo que es realmente necesario. Es cierto que el frío puede ser insoportable, pero los humanos modernos no pueden soportar muchas cosas. Así que trato de soportarlo y lo siento en mis huesos; así como siento el calor en verano, no se puede perder el frío en invierno.
Yo también hago lo otro. Cuando saco una planta, una rama o una flor para beber o para otro uso, siempre pido permiso. Cuando tomo hojas para hacer té de limón, siempre digo de manera coloquial: “perdón, amigo” o “perdón, hermano” y luego arranco las hojas. Realmente, siendo la persona civilizada que soy, trato de renunciar a los vicios y costumbres civilizados tanto como sea posible. Voy solo a la naturaleza y contemplo las estrellas. Converso con los insectos.
Recuerdo que cuando era adolescente oraba todos los días antes de irme a la cama, “Nuestro Padre que eres … bendice a mi familia, dame salud … etc.” La cuestión es que solo estaba haciendo los movimientos, y en ningún momento fui sincero y real. Llegué al punto de que incluso el solo pensar en rezar me desanimó, pero lo hice porque dijeron que así era como amabas a Cristo. Siempre me pareció muy restrictivo tener que hacerlo por obligación.
Siempre antes de salir a la calle y especialmente antes de una acción, me encomiendo a los espíritus de los fueguinos, les agradezco y les pido protección. Mi intención es sumergirme en todo esto, aprender cosas que hicieron los antiguos, traerlos de vuelta a nuestra era actual.

Las luces del viernes por la noche
Mis epifanías llegan en momentos extraños e inoportunos. El último fue en un partido de fútbol de secundaria. Mis dos hijos querían ir a un partido de fútbol, ​​donde consumían bocadillos y bebían refrescos, y observaban a sus compañeros mayores participar en este ritual de la vida suburbana. A menudo pienso, “cómo era este lugar antes de la civilización”. No es difícil, ya que las aguas y la vegetación siempre parecen derramarse donde no los queremos, los hipercivilizados. Leí sobre la vida de las personas que vivieron aquí antes que los europeos, qué comieron y de qué hicieron sus casas; sobre sus dioses y tabúes. Es difícil de imaginar y, sin embargo, tan simple. Sobre las luces del estadio, vi el dosel de pinos, y más allá de ellos, tal vez un pantano de cipreses, y luego los ríos, el lago, los mares… Y todas las zarigüeyas, armadillos, ciervos, zorros y mapaches que se arrastran en ellos. Si el ojo de mi mente fuera más agudo, tal vez vería los fantasmas de los pumas, osos, lobos y bisontes que también alguna vez vagaron por estos bosques. Traté de mirar por encima de la civilización para ver qué hay antes y más allá, pero mi visión no llegó tan lejos. Mis ojos volvieron al juego y esas luces encendidas un viernes por la noche…
Esa es la verdadera epifanía: nuestro fracaso para ver, nuestra comprensión de que no somos dignos de ver lo que está más allá de nuestra oscura realidad. Aquí “digno” no denota juicio moral, sino metafísico. No vemos porque no podemos, y la razón por la que no podemos ser inherentes a nuestro ser más íntimo. Ya no vemos el mundo como deberíamos, las estrellas ya no pueden dirigirnos a casa, los bosques no nos nutren, los animales ahora son solo plagas. Incluso si trabajáramos toda la vida, no nos redimiríamos. Somos el producto de esta orden y somos derrotados mientras continúe.
Algunos dirían que nosotros, los monstruos y psicópatas de la sociedad, deberíamos simplemente suicidarnos, que deberíamos dejar a todos los demás en paz para continuar con sus sueños de una sociedad mejor o de la continuidad de la sociedad tal como es. No, gracias, mientras estés aquí no podré dormir profundamente en la tumba. Incluso si mi única vocación es, en voz baja, burlarse de su entusiasmo afectado y sonrisas falsas, valdrá la pena. La realización de mi pequeñez e impotencia ante lo Incognoscible (lo Desconocido, deus ignotus) es una oración suficiente para mí, y mi odio hacia aquellos que se creen más que esta pequeñez es el único sacrificio que puedo dar.
Pero, ¿qué es lo incognoscible?, ¿quién es él o ella o eso?, desde mi juventud lo he buscado, he deseado refugiarme debajo de él, quedarme en ese momento cuando me envuelve, me trae a mí mismo y se une conmigo. Pero cuando me convertí en hombre, finalmente aprendí que solo captas momentos de ello. No puede reproducirlo, no puede comprarlo. No hay forma de convocarlo desde el cielo o desde donde habita y se derrumbará. Dejé de ser materialista porque me di cuenta de que lo Uno, lo Bueno, lo Verdadero, lo Hermoso y el Amor existen, pero de ninguna manera podemos captarlo de forma completa, permanente y segura. Tan pronto como los agarramos, ya se nos están escapando de las manos…
Pero he visto el esplendor de lo Incognoscible: en los dedos de fuego que es el cielo sobre las pampas, o en una montaña en las afueras de Córdoba en Argentina, en la cúpula negra del firmamento sobre el desierto de Mojave, en las rocas golpeadas junto al mar frente a Point Lobos, en el coro de pájaros muy por encima del pantano… Lo vi con mayor lucidez cuando sostuve a mi hijo mayor por primera vez. Entonces me di cuenta de que nunca lo entendería, que lo que sea que lo haga lo que es no es algo que yo pueda comprender o dominar. No lo tengo, nadie lo sabe. Es en el acto mismo de ser un animal mortal que nos sorprende como el mysterium tremendum et fascinans del que hablan los teólogos. Sabemos que somos más pequeños que eso, lloramos por él como un niño lactante llora por su madre. Puede venir, o puede que no, pero siempre se irá de nuevo, porque su plenitud probablemente nos rompería.
Toda filosofía, toda moralidad, toda ley, todo arte, toda literatura, toda cultura, no son nada ante ella. Son casi una blasfemia contra ella. Necesitamos estas blasfemias porque no podemos hacer otra cosa, pero cuando el Humano piensa que es supremo, que crea el fruto del trabajo y el genio de lo Incognoscible, es en ese punto que el Humano se vuelve repugnante, vil y digno de ataque. No me considero nihilista porque rechazo como en un berrinche todo lo que es bueno y bello en este mundo (incluso lo que se podría discernir como “productos de la civilización”). Soy un nihilista reacio porque creo que esas hazañas de genio, esas cosas que hacen que la vida sea hermosa o que valga la pena vivir, no son el producto (o al menos no el único producto) del ser humano. Su orden y esplendor se encuentran en otra parte; el pensamiento, la cultura, la ley, la moral, etc., solo pueden servir como los recipientes de lo Incognoscible que flota por encima de ellos como una fuente de luz evasiva.
De todos modos, en esta noche, o en los momentos en que puedo mirar por la ventana en el trabajo temprano en la mañana, las veces que me llevo el agua a la cara en un lago o río, los pocos minutos tranquilos cuando los mosquitos zumban en mi oído al atardecer, entonces sé que lo Incognoscible también me llevará algún día. Un día, volveré a la gran corriente que late en el corazón de todo, y ese día estaré agradecido de que ya no tendré que luchar o ser un cobarde. Finalmente escucharé (sin escuchar) al Humano silenciado incluso si yo también soy silenciado, y la Voz Silenciosa de la Naturaleza Salvaje susurrando eternamente en las ramas.

Chicomoztoc—Karukinká —Nanih Waiya

Diciembre 2017

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(en) Eco-extremist Spiritual Exercises

“Et introibo ad altare Dei”

I came from an evangelical family, but I have long ago disposed of the values that it taught me. I became a humanist, and coming to believe again and rejecting atheism was a tremendous blow to the gut. I had to start again with another vision, a very personal and particular one for sure. It took some work, but afterwards I understood that my belief in something more had never left, and really I don’t pray, since I understand praying to be repeating things, and I don’t like doing that since in my upbringing we didn’t say prayers but talked to God. I do this still (in specific moments of course), to welcome solstices, to express gratitude for the coming of a new lunar phase, and especially for a red moon; to be thankful for the cold, the heat, the rain, the air, and fire.
There are rituals that I like to perform. I have skulls of wild and domesticated animals on my altar, where I burn copal. In the Mesoamerican traditions copal represents spiritual cleansing. Four times a year (the Mexica year, not the Gregorian one) I go to sacred places with an offering. These are places sacred to me and not my ancestors–their sacred places are covered with commercial buildings and highways. I come to the four holy places with offerings like river stones, mesquite branches, tallow candles, and coals from the last fire (four things). On my knees I speak to the environment, almost always before a tree, a rock, a river, or a ravine (four things). There I smoke a birch pipe, mixed with salvia, eucalyptus, domesticated mint, and Lacandon tobacco (four things). These are the only times I smoke and it’s not to get high or anything like that. Those herbs don’t make one hallucinate and only serve to assist meditation, as they did for my ancestors.
I have indicated that four is an important number for me, as it is for many cultures. There are four phases of the moon, four seasons of the year, four cardinal directions, and four things over the earth (stars, the sky, the moon, and the sun.) Four things breathe, those that swim, that fly, and those of four legs and two legs. Four are the most important forces in Mexica culture: quetzalcoatl, huitzilopochtli, xipe totec, and tezcatlipoca.

You can make your own prayers, your own disciplines; knowing what you know it will probably not be difficult, as there are probably always herbs, animals, figures, hours, and certain prayers involved. You should pick what is right for you, seek what element of the earth you most identify with; something can grow out of that base….
There are other “crazier” rituals, like blood offerings of my own blood spilled out on those skulls for protection, or cutting one’s knees so that the blood flows down to the earth as a sign of connection to it as the traditional dancers do over here. They also sometimes puncture their earlobes with maguey thorns until they bleed.
I do “baptisms of fire” to end one cycle and begin another, with what is known as the “new fire,” I make a friction fire with a drill made of two eucalyptus sticks (the drill) and and one of quiote (a large stalk of the flower of the blue maguey plant) as the base. When the sticks get red hot, I say some words and burn my skin. Well, that’s a little extreme, but I believe that pain is inevitable, suffering is only one option. I believe that pain makes us stronger, spiritually and physically, so getting burnt is no big deal, nor is getting a cut or scrape that hurts for some days. I know that my beliefs are marked on my body.
As I said, you can make your own disciplines and be your own guide, knowing that the master is watching and teaching you valuable things every day.

“Permiso wacho”
Like you it was an effort to start believing again (but not to believe in that something, more to get out of my head that dumb anarchist habit of atheism). I go to a hill, that’s as far and wild as I tend to go. I don’t carry out more significant rituals right now. I always look for the moon at night; I greet her and ask her to protect my steps. I ask her to give me strength, and really just converse with her, always barefoot with my feet on the earth. I like to feel the cold, I think it’s really necessary. It’s true that the cold can be unbearable, but modern humans can’t stand many things. So I try to bear it and I feel it in my bones; just as I feel the heat in summer, the cold in winter can’t be missed.
I also do the other thing. When I take out a plant or a branch or flower to drink or for another use, I always ask permission. When I take leaves to make lemon verbena tea, I always say in a colloquial manner, “excuse me, buddy” or “excuse me, brother” and then I pull the leaves off. Really, being the civilized person that I am, I try to renounce civilized vices and customs as much as possible. I go into the wild by myself and contemplate the stars. I converse with the insects.
I remember when I was a teenager I prayed every day before going to bed, “Our Father who art… bless my family, give me health… etc.” The thing is, it was just going through the motions, and at no point was I sincere and real. It got to the point that even thinking about praying put me off, but I did it because they said that that was how you loved Christ. I always found that very constricting, having to do it out of obligation.
Always before going out into the street and especially before an action, I commend myself to the spirits of the Fuegians, I thank them and I ask them for protection. My intention is to immerse myself in all of this, learn things that the ancients did, to bring them back in our current age.

Friday night lights
My epiphanies come at odd and inopportune times. The last one was at a high school football game. My two children wanted to go to a football game, where they consumed snacks and drank soda, and observed their older peers participating in this ritual of suburban life. I often think, “what this place was like before civilization.” It is not hard, as the waters and greenery always seem to be spilling in where they are not wanted by us, the hyper-civilized. I read about the lives of the people who lived here before the Europeans, what they ate and what they made their houses of; about their gods and taboos. It’s hard to imagine and yet so simple. Over the stadium lights, I saw the canopy of pines, and beyond them, perhaps a cypress swamp, and then the rivers, the lake, the seas… And all of the possums, armadillos, deer, foxes, and raccoons crawling in them. If my mind’s eye were sharper, perhaps I would see the ghosts of the cougars, bears, wolves, and bison who also once roamed these woods. I tried to look over civilization to see what is before and beyond it, but my vision did not reach that far. My eyes returned to the game and those blaring lights on a Friday night…
That is the real epiphany: our failure to see, our realization that we are not worthy of seeing what is beyond and above our dark reality. “Worthy” here does not denote moral judgment, but a metaphysical one. We will not see because we can’t, and the reason we can’t inheres to our innermost being. We no longer see the world as we should, the stars can no longer direct us home, the forests do not nurture us, the animals now are only pests. Even if we worked a lifetime, we would not redeem ourselves. We are the product of this order, and we are defeated as long as it continues.
Some would say that we, the freaks and psychopaths of society, should just commit suicide, that we should just leave everyone else in peace to continue with their dreams of a better society or of the continuance of society just as it is. No thank you, as long as you’re here I will not be able to sleep soundly in the grave. Even if my only vocation is to, under my breath, mock your affected enthusiasm and fake smiles, it will be worth it. The realization of my smallness and helplessness before the Unknowable (lo Desconocido, deus ignotus) is enough of a prayer for me, and my hatred of those who think themselves more than this smallness is the only sacrifice I can give.
But what is the Unknowable? Who is he, or she, or it? From my youth, I have sought it, I have longed to take shelter under it, to stay in that moment when it engulfs me, brings me into itself, and unites with me. But when I became a man, finally I learned that you only catch moments of it. You can’t reproduce it, you can’t buy it off. There’s no way to summon it from Heaven or from wherever it dwells and it will come down. I stopped being a materialist because I realized that the One, the Good, the True, the Beautiful, and Love exist, but not in any way we can grasp completely, permanently, surely. As soon as we grab for them, they are already slipping through our fingers…

But I have seen the splendor of the Unknowable: in the fingers of flame that is the sky over the pampas, or on a mountain outside of Cordoba in Argentina, in the pitch black dome of the firmament over the Mojave Desert, in the rocks battered by the sea off of Point Lobos, in the chorus of birds high above the swamp… I saw it most lucidly when I held my eldest child for the first time. I realized then that I would never understand it, that whatever makes it what it is is not something for me to comprehend or dominate. I don’t own it, no one does. It is in the very act of being a mortal animal that it strikes us as the mysterium tremendum et fascinans spoken of by theologians. We know we are smaller than it, we cry for it like a nursing child cries for its mother. It may come, or it may not, but it will always leave again, because its fullness would probably break us.
All philosophy, all morality, all law, all art, all literature, all culture, are nothing before it. They are almost a blasphemy against it. We need these blasphemies because we can do no other, but when the Human thinks that it is supreme–that it creates the fruit of the Unknowable’s labor and genius–it is at that point that the Human becomes repugnant, vile, and worthy of attack. I don’t consider myself a nihilist because I reject as in a tantrum all that is good and beautiful in this world (even that which could be discerned to be the “products of civilization”). I am a reluctant nihilist because I believe that those feats of genius, those things that make life beautiful or worth living, are not the product (or at least not the sole product) of the Human. Their order and splendor lie elsewhere; thought, culture, law, morality, etc. can only serve as the vessels of the Unknowable that floats high above them like an elusive source of light.
All the same, on this night, or in the moments when I can look out the window at work early in the morning, the times I bring the water to my face in a lake or river, the quiet few minutes when the mosquitoes buzz in my ear at sunset, then I know that the Unknowable will one day take me too. One day, I will return to the great current that pulses at the heart of everything, and on that day I will be grateful that I will no longer have to fight or be a coward. I will finally hear (without hearing) the Human silenced even if I am silenced as well, and the Still Small Voice of Wild Nature whispering eternally in the branches.

Chicomoztoc—Karukinká —Nanih Waiya

December 2017

[pt] (Chile) Comunicado 86 de ITS: Desmentindo a prisão de um dos nossos

Seguimos aqui, observando e rindo desde as sombras, enquanto os policiais festejam com o suposto membro detido de ITS. Saibam que estão como sempre EQUIVOCADOS e, por incompetência, novamente ficam no ridículo como em todos estes anos.

Os mortos nos protegem e é por isso os exaltamos antes do atentado, as deidades malditas do Sul nos cobrem com o seu manto e saímos ilesos de novo e de novo.

Já estamos acostumados às invenções dos canas e deste lado das cordilheiras isso não é novidade. Por acaso se lembram da piada que foi o Caso Bombas? Ou as constantes montagens fracassadas contra o povo mapuche onde resultaram policiais processados? Claro, e a maior PIADA que tem sido todas as indagações e investigações desde que dilaceramos a pele do fedido mineiro em 2017.

A mentira tem pernas curtas, e deverão engolir todas as suas palavras quando voltarmos a desencadear o Caos cedo ou tarde nestas terras do sul.

Não sabemos quem é Camilo, a verdade é que ele não forma parte da Máfia ITS, portanto, nada teve a ver com os atentados a Laderretche, Louis de Grangue e os outros que o acusam. Esses são apenas NOSSOS, e aqueles que hoje se alegram com a captura de um perigoso terrorista deverão acabar aceitado que provavelmente não prenderam mais que um vândalo, porque os supostos “materiais para a fabricação de artefatos explosivos” qualquer um pode ter em casa: parafusos, fita isolante, fósforos, carvão, etc. Mas de tudo o que estão dizendo, o mais engraçado é o do “lobo solitário”, que nem mesmo o senhor Chadwick acredita, nem o promotor, ou qualquer pessoa com um pouco de senso comum. Uma só pessoa esteve fabricando e enviando explosivos, ferindo pessoas de influência e tudo isso sem ajuda de ninguém? HAHAHA gostaríamos de ter um cúmplice assim dentro da Horda.

O chamado do selvagem nos convocou para a defesa feroz da natureza selvagem, e seguiremos até o fim por este caminho, pelo caminho do terror e dos explosivos, das feridas e assassinatos. E se algum dia realmente nos prenderem ou matarem, desde os infernos seguiremos com nossa guerra, como Kevin, como Mark, como Mauricio e como todos os antigos que enfrentaram o avanço da civilização.

Morte à civilização e ao progresso humano!

Morte a suas mentiras e truques!

Até que matem o último eco-extremista, continuaremos em guerra!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Chile

-Horda Mística do Bosque

(es/en) Manifiesto Salvaje del Bosque

Enviado al mail.


Cada día, cada segundo, la máquina no para. El progreso y el desarrollo humano avanzan, con el ritmo frenético de una locomotora sin frenos. Su camino va dejando una huella enorme de sangre, putrición, basura y muerte.
Dentro de sus engranes, peor que ratones de laboratorios, viven masas de seres encerrados, apenas orgánicos, empujan y hacen andar su motor. Son su gasolina, alimentan su andar.

Este aparato se dirige con una rápidez increíble hacia el holocausto. Chocará inevitablemente contra el muro de su propia arrogancia. El peso de su propio poder será lo que le hará explotar. La causa de su grandeza es al mismo tiempo la de su colapso.

Aún mientras la locomotora aumenta de manera imbécil su velocidad, mientras se vuelve más evidente la catastrofe que se acerca, más se aferran sus habtitantes a él. Buscan quien les mienta y los tranquílice. LLoran, estúpidos y débiles se abrazan a sus juguetes y aparatos. ¿Renunciar a lo ganado? ¿cómo abandonar el coche, el celular, la droga, la nueva serie? Sólo queda seguir hacia adelante, aumentar la velocidad.

Son estos mismos seres “racionales” y “humanos”, los mejores defensores del sistema en su totalidad. Defensores del progreso, de la masacre planetaria. Ni siquiera sus mejores guardias armados, policías o militares, son tan efectivos. Son la familia, los “compañeros” y “amigos”, escuderos de la moral y las buenas costumbres quienes tratarán de detenerte de actuar, y serán quiénes te entregarán si lo haces.

Serán quienes se horrorizarán y escandalizarán ante la explosión de una bomba “indiscriminada” que mate a otros espectadores inútiles, o cuando escuchen que han enviado un explosivo que ha herido a un amastreador de porros a una obesa cenadora. Al mismo tiempo ignorarán (si es que se llegan a enterar) la extinción de una nueva especie, del exterminio masivo que ocurre en la Amazonia o en la Lacandona.

En un mundo en el que los últimos reductos de naturaleza salvaje son domesticados, talados, asesinados al gusto de la humanidad, en el que chorrean y nos ahogan mares de sangre animal y humana por doquier, donde el individuo ha sido castrado hasta convertirlo en un pinche consumidor, donde dentro de la máquina, civilizados se destrozan y canibalizan sin parar como ratas encerradas, donde el aire se ha vuelto irrespirable, donde los ríos apestan a mercurio, donde la tierra ha sido envenenada y salada, el planeta entero convertido en un desierto de acero y concreto, nos piden esperar. Tener esperanzas y buenas intenciones. Que si dejamos de usar popotes y bolsas de plástico todo se solucionará. Que se vayan a la mierda. Y de paso métanse todo su puto plástico y sus buenas intenciones por el culo.

Ante su esperanza y pasividad nosotros practicamos la magia del delito y de la acción. Acción violenta, nihilista y extremista. Golpeando su máquina, sí, pero también a quienes la ocupan, habitan, soportan, dirigen y mantienen.

Sabemos que estas acciones no detendrán el curso de las cosas. Que con bombazos, balazos y veneno no salvaremos el mundo. Tampoco aspiramos a hacerlo. Lo único que queremos es ver brotar la sangre del civilizado, causar terror en su corazón , que los responsables de la tragedia no puedan dormirtranquilos en sus camas de seda sabiendo que probarán parte del infierno que han desatado.

Con nuestros actos no buscamos convencer a nadie más que a nosotros mismos. Tampoco queremos su aprobación o apoyo. Sólo lo hacemos para cumplir con una satisfacción egoísta e individual de pasar de espectadores a guerreros. ¿Qué puede ser más emocionante que burlar sus sistemas de seguridad y hacerles reventar un explosivo en sus fortalezas mejor cuidadas? ¿Qué puede ser mejor que cargar y dejar una bomba en un lugar público lleno de gente, cámaras y guardias y salir impune?
Quizá sólo el escuchar que el golpe ha funcionado, que has vuelto a causar muertos y heridos…

Estamos ante el escenario más desolador posible. El abismo está de frente y envolviendonos. Pero este no nos asusta. Sin pensar en ideas morales y humanistas nos hundimos en él. Emergemos guerreros, despiadados, desalmados y preparados. No pedimos nada y hacemos la guerra de manera TOTAL. Sin treguas y sin peros. Ante nuestro combate nos oponen el encierro o la muerte. Sordos estúpidos. No entienden que nosotros somos y venimos de la muerte, germinamos en ella. Con ella bailamos y ansiamos volver a su seno. Les tocaremos sus sombrías tonadas a las puertas de sus casas y mansiones, y quieran o no, beberemos juntos de sus licores.

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Wild Manifesto of the Forest

Every day, every second, the machine doesn’t stop. Human progress and development move forward, with the frenetic rythm of a train without brakes. In its path, is leaving a huge trace of blood, roteness, waste and death.
Within its gears, worse than laboratory mice, masses of locked-up beings live, barely organic, they push and make the machine work. They are its fuel, they feed the machine.

This machine is heading towards the holocaust at incredible speed. It will crash inevitably against the wall of its own arrogance. The weight of its own power is what will make it explode. The cause of its greatness will be at the same time the cause of its collapse.

Yet even the machine stupidly increases its speed, while the coming catastrophe is more and more evident, more their inhabitants cling to it. They search for someone who lie and calm them. They cry, stupid and weak embrace their toys and devices. give up what was earned? How to give up the car, the cellphone, the drugs, the new serie? The only thing left is to keep going forward, increase the speed.

Are those “rational” and “humane” beings, the best defenders of the system on its totality. Defenders of the progress, of the planet-wide massacre. Not even their best armed guards, cops or military, are so effective. They are the family, the “partners” and “friends”, shield bearers of the moral and the good manners who will try to stop you from taking action, and will be the ones who will give you to the authorities if you do anything.

They are the ones who will be horrified and scandalized before the blast of an “indiscriminate” bomb that kills other useless spectators, or when they heard about a parcel bomb that wounded some university staff or a obese senator. At the same time they will ignore (if they even find out) about the extinction of another specie, about the massive extermination happening in Amazon or Lacandone.

In a world in wich the last redoubts of wild nature are being domesticated, felled, murdered to please humankind, in wich seas of animal and human blood drips and drown us everywhere, in wich the individual has been castrated until he has become a stupid consumer, in wich within the machine, the civilized ones destroy and cannibalize each other all the time like cornered rats, in wich the air has become unbreathable, in wich the rivers smells mercury, in wich the land has been poisoned and salted, the whole planet has become into a desert of steel and concrete, they told us to wait. To have hopes and good intentions. That if we stop using plastic straws and bags everything will be solved. Fuck you all. And shove all your fucking plastic and good intentions up your asses.

In contrast to their hope and passivity we practice the magic of crime and action. Violent, nihilist and extremist action. Hitting their machine, yes, but also those who occupy it, inhabit it, endure it, rule it and keep it working.

We know that this actions will not stop the course of the things. That with bombs, bullets and poison we will not save the world. But we do not have any aspirations to do so anyway. The only thing we want to see is the blood of the civilized ones sprouting out, cause terror in their hearts, that the ones responsibile for this tragedy will not sleep quietly on their silk beds knowing that they will taste a part of the hell that they unleashed.

With our actions we are not looking to convince anyone except ourselves. We also don’t ask for the approval or support of anyone. We do it just to fulfil our egoist and individual satisfaction passing from spectators to warriors. What can be more exciting than mock all their security systems and blast a bomb in their best secured fortresses? What can be better than carry and plant a bomb in a public space full of people, cameras and guards and get away with it?
Maybe only to listen that the hit worked out, and you caused death and wounded again…

We are facing the bleakest scenario possible. The abyss is in front and embracing us. But we are not afraid of it. Without thinkin in moral and humanist ideals we drown on it. We emerge as warrios, merciless, ruthless and ready. We ask nothing and we wage a TOTAL war. Without truce or excuses. In front of us stands prison and death. stupid deaf. You don’t understand that we are and come from the death, we germinate on her. With her we dance and we are looking forward to come back to her bosom. We will play her grim melodies at the doors of your houses and mansions, and even if you want or not, we will drink together her liquor.

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