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(España) Autoridades alertas por actos de ITS en Europa

Desde la prensa española.


09 de septiembre 2019

En 2018 hubo 37 detenidos por terrorismo anarquista. La Memoria Anual del 2018 sostiene que este fenómeno internacional tiene especial incidencia en Madrid y Barcelona. El atentado más grave: un artefacto explosivo colocado en Valencia por el grupo “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje”.

La Fiscalía General del Estado encuadra un “ataque a la sede del Partido Popular”, en Madrid, dentro de lo que denomina “Anarquismo Insurreccionista”, a su vez referido como “terrorismo anarquista”. El ataque en cuestión es investigado en la Audiencia Nacional y consistió en la “obstrucción de cerraduras y fractura de ventanales” de la sede central del PP, sin que conste autoría.

Así se desprende de la Memoria Anual de la Fiscalía General del Estado correspondiente a 2018, dada a conocer este lunes, durante el solemne acto de apertura del Año Judicial, celebrado en el Tribunal Supremo.

En sus primeras líneas ya se refiere a estos actos como “terrorismo anarquista”, y cuantifica 28 actos y 37 detenidos que puedan encuadrarse en este marco, 15 de ellos en Madrid, 6 en Murcia y otros 6 en A Coruña. “La actividad violenta se focalizó en Madrid y Barcelona, teniendo incidencia en dos ocasiones en Gijón”.

De hecho, entre las acciones citadas aparece un “ataque a las vías del AVE”, en Murcia, o la explosión de “un artefacto colocado ante un concesionario de vehículos”, en Barcelona.

También recoge incendios en vehículos de empresas relacionadas con el sector cárnico, en Asturias -atribuidas al Frente de Liberación Animal, AFL-; incendios en cinco vehículos estacionados en la vía pública, atribuidos a “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje”, en Valencia, pero también “daños” a cajeros automáticos por parte del grupo “M’cago en deu”, en Barcelona, o al “ataque” a los escaparates de dos inmobiliarias en Tetúan (Madrid).

Fueron reivindicadas cerca del 50% de las “acciones violentas en los portales web habituales de contrainformación, al contrario que el año anterior” en el que se reivindicaron la totalidad de los ataques.

“Individualistas Tendiendo a lo Salvaje”

La acción violenta de mayor envergadura en el año 2018 fue la activación de un artefacto explosivo en la vía pública en Valencia, ocasionando daños en vehículos. Es la primera acción reivindicada por  “Individualistas Tendiendo a lo Salvaje-Criminales Animistas”.

El grupo ecoextremista centra y justifica su actividad en “eliminar todos los rastros de civilización”, así como frenar “el avance tecnológico de la sociedad, por estar esencialmente condenada y llevando a la humanidad hacia una catástrofe ecológica”.

ITS nació en México en 2011 y tiene ramificaciones en Chile, Argentina, Brasil, España, Escocia y Grecia.

[pt] (ESPANHA) Comunicado 52 de ITS — Criminosos Animistas

Já se ouvem os ferozes trovões atingindo as cidades do “Velho Continente”, onde uma massa deformada e artificial de humanoides híper-civilizados não vive, mas vegeta. Já se escuta o vento tempestuoso, aquele que é um presságio para chegada da tragédia. Começam a cair as primeiras gotas de inumanas nuvens negras que cobrem o céu com sua escuridão desconhecida…

Aqui está a tempestade! Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde ia acontecer! Os híper-civilizados olham estranhados ao céu, não sabem ainda o que está por vir… Mas quando olham nos olhos da destruição, do caos, da morte, o terror se apoderará deles e correrão para se esconder. Alguns poucos, no entanto, escutarão o chamado da tormenta, o rugido do trovão, o grito do vento e da chuva, e acudimos a ele com as facas recém afiadas, cheias de ódio pela desprezável humanidade de merda… Porque somos estes selvagens egoístas que desfrutam com a morte, que se regozijam com a miséria humana!

Essa tempestade é a Máfia de ITS. Esse grupo de criminosos eco-extremistas e terroristas niilistas que em janeiro deste ano cruzou o atlântico até a Grécia e que hoje, apenas alguns meses depois, já se encontra operacional em dois outros países europeus.

Atacamos misantropicamente a sociedade tecno-moral de maneira indiscriminada porque nos repugna a humanidade, essa coisa ridícula que apodrece nas cidades cheias de fumaça, que se arrasta do trabalho à casa e de casa ao trabalho, como máquinas sem vida, a cada segundo de sua existência insultado tudo o que para nós é sagrado. Odiamos doentiamente seus costumes, suas rotinas, suas aspirações, suas não-vidas… queremos vê-los todos mortos! Nós vivemos entre vocês seus bandos de lixo humano e fracos, vivemos sem levantar nenhuma suspeita, sendo apenas algumas ovelhas a mais, sorrindo no momento necessário para passar despercebidos, somos essas amáveis criaturas que os cedem amigavelmente o assento no transporte público… por trás destes sorrisos estão escondidas as nossas intenções homicidas!

Golpeamos mortalmente a moral do ataque. Como é que podemos sentir empatia por este estúpido animal domesticado que vive longe de sua essência natural? Por acaso existem humanos inocentes diante da humilhação da Natureza Selvagem? Quem crê nisso é um iludido, um humanista ou um tolo (ou os três). Atacamos, sim, alheios ao dualismo das avaliações humanistas. Tanto faz para nós se é rico ou pobre, se é homem ou mulher, se é branco ou negro, o humano moderno é nosso inimigo e nisso não fazemos chatas distinções moralistas. Ou será que a Natureza Selvagem faz distinções quando se manifesta com a brutalidade que a caracteriza? Fizeram distinções os antigos guerreiros bárbaros deste continente? Esta pergunta você pode fazer para as populações inteiras massacradas por aquelas “bestas do norte” Vikings.

Em nosso atuar não há nenhum fim político a alcançar, não buscamos nenhuma revolução, não temos demandas de nenhum tipo, muito menos queremos voltar atrás no tempo. Atentamos porque essa Força Desconhecida que escondem as montanhas, os bosques, os rios, os animais selvagens, a Lua… essa que portam os tsunamis, os terremotos, os vulcões… essa força está também em nós, em forma de escuros, violentos e primitivos instintos. Nós somos humanos civilizados, mas sabemos que nem todos os séculos da vida civilizada conseguiram eliminar estes instintos. O humano moderno os reprime, os mantém insatisfeitos, os encadeia com sua deusa Razão… nós aguardamos com ancestral paciência os momentos em que libertá-los, para saciá-los momentaneamente abraçando o caos!

Como é possível ver, não fazemos a secular e moderna distinção entre nós como sujeitos e a Natureza como objeto. Somos guerreiros pagãos em defesa extrema do Selvagem, mas não entendemos o Selvagem como algo alheio a nós. Pelo contrário, o Alheio é para nós a vida civilizada a todos os seus níveis, e é por isso que atacamos sem mais considerações que o estratégico.

Carecemos da esperança de um amanhã melhor, somos conscientes do final que nos espera nesta guerra desigual. E ainda sim atacamos, como fizeram os antigos.

Assim, reivindicamos que na noite do dia 18 de abril saímos pela cidade de Valência com um saco de lixo. Nele não havia restos de comida, mas um artefato incendiário de cerca de 5 litros com um pequeno explosivo preso e desenhando para detonar momentos após o artefato ser ativado, isso para expandir o fogo no caso de algum nobre cidadão pensar em apagá-lo. Caminhamos decididos e com os antigos em nossa mente, em nossos bolsos portávamos amuletos pagãos de guerra concedidos pelos espíritos do Desconhecido. Abandonamos o artefato de maneira indiscriminada em plena rua, ao lado de uma fileira de carros. Acendemos o pavio com tranquilidade e desaparecemos do lugar sigilosamente. Embora não pudemos saber os danos causados porque não lemos nada na imprensa local sobre o incêndio, sabemos que o artefato foi ativado, porque uma vez longe do lugar, escutamos a explosão. O pavio artesanal funcionou corretamente e o fogo acudiu a nossa chamada. Aí fica o nosso presente à normalidade e estabilidade da pacífica noite civilizada…

Nesta ocasião o fogo consumiu alvos materiais porque assim desejaram os nossos egos, mas foi também um atentado em que carbonizamos os valores humanistas que regem a vida civilizada, impondo nossa vontade autoritariamente acima das propriedades dos cidadãos anônimos e destruindo o binominal bem-mal para elevar sobre as ruínas os nossos interesses egoístas. Não se sabe quando e onde voltaremos a aparecer, não se sabe qual artefato esconderemos então e se nosso objetivo será material ou humano… que os espíritos nos guiem nesta guerra!

Força para os irmãos e irmãs terroristas da Máfia em América e Europa!

Força também para a Célula Fogo Selvagem e para todos aqueles que atentam anonimamente! E recordamos ao terrorista das 7 bombas, Mark Conditt, com especial respeito!

A Máfia se expande com a tempestade… temos o caos em nossas mãos!

Individualistas Tendendo ao Selvagem – Espanha

– Criminosos Animistas

[en] (Spain) 52 Communique of the ITS

It can be heared the fierce thunders hitting the cities of the “Old Continent”, where a deformed and artificial mass don’t live but vegetate. It can be heared the tempestuous wind, that one which predicts the advent of something tragic. The first drops begin to fall from inhumane black clouds that cover the sky with their unknown darkness…

The storm is here! Everybody knew that sooner or later it would arrive! Hyper-civilized look surprised the sky, they don’t know what is coming yet… But when they look at the eyes of the destruction, the chaos, the death, the terror will seize them and they will run to hide. A few, however, listen the call of the storm, the roar of the thunder, the shout of the wind and the rain, and attend it with the knives freshly sharpened, full of hate for the despicable shitty humanity… Because we are those egoistical savages who enjoy the death, who take delight with human misery!

That storm is the ITS Mafia. That group of eco-extremist criminals and nihilist terrorists which in January of this year crossed the Atlantic to Greece and that today, only a few months later, is operative in another two european countries.

We attack misanthropically the techno-moral society in a indiscriminate way because the humanity disgusts us, this ridiculous thing that decays in the cities full of smoke, that crawls from work to home and from home to work, like machines without life, insulting everything sacred for us every second of its existence; we sicklily hate its customs, its routines, its aspirations, its no-lifes… we want to see all of them dead! We live among you, weak human trash, we live without raising any suspiction, being just a few more sheeps, smiling in the needed moment to go unnoticed, we are those nice creatures who give you the seat in the public transport… behind this smiles are occulted our homicidal intentions!

We deliver a mortal blow to the moral of attack, how are we going to feel empathy with this stupid domesticated animal who lives distant from its natural essence? Are there innocent humans in the humiliation of the Wild Nature? Anyone who believes this is naive, a humanist or a fool (or the three). We attack, yes, foreign to the dualism of the humanist assessments, we don’t care if rich or poor, if man or woman, if white or black, modern human is our enemy and we don’t make boring humanist distinctions. Does Wild Nature make distinctions when it manifests with its characteristic brutality? ¿Did the ancient barbarian warriors of this continent make distinctions? You can make this question to the entire populations massacred by those vikings “northen beasts”.

There isn’t any political objective to reach in our acting, we don’t look for any revolution, we don’t have demands of any type, we don’t want to go back in time either. We attempt because that Unknown Force hidden in the mountains, forests, rivers, wild animals, in the Moon… carried by tsunamis, earthquakes, volcanoes… that force is within ourselves too, in the form of dark, violent and primitive instincts. We are civilized humans, but we know that all the centuries of civilized life haven’t achieved to eliminate this instincts. Modern human represses them, keeps them dissatisfied, chains them with its goddess Reason… we wait with ancient patience the moments when we liberate them, when we momentarily satiate them embracing chaos!

As can be seen, we don’t make the secular and modern distinction between us as subjects and Nature as object. We are pagan warriors in extreme defense of the Wild, but we don’t understand the Wild as something alien to us. To the contrary, for us the alien is the civilized life at all levels, and because of this we attack it without more regard than the strategical one.

We lack hope in a better tomorrow, we know the end that awaits us in this unequal war. And despite this we attack, like the ancient did.

Therefore, we claim that the night of April 18th we went out in the city of Valencia with a
trash bag, in it there wasn’t food waste but an incendiary device of approximately 5 liters, with a small explosive adhered and designed to detonate moments after the activation of the device, this to expand the fire and in case some noble citizen thought of extinguish it. We walked determined and with the ancients in our mind, in our pockets we carried pagan war amulets given by the spirits of the Unknown. We abandoned the device indiscriminately in the street, near a line of cars, we ignited the fuse with tranquility and disappeared from that place stealthily. Although we couldn’t know the damage caused because we didn’t read anything about the arson in the local press, we know that the device was activated because when we were far from the place we listened the explosion, so the artisanal fuse ignited correctly and the fire came to our call. There goes our gift for the normality and stability of the peaceful civilized night…

This time the fire consumed material objectives because our egos desired it, but it was also an attempt in which we carbonized the humanist values that govern the civilized life, imposing authoritatively our will above the properties of the anonymous citizens and destroying the good-evil binomial raising over its ruins our egoistical interests. Who knows when and where are we going to appear again, who knows what device or weapon will we hide then and if our objective will be material or human… may the spirits guide us in this war!

Force for the terrorists brothers and sisters of the Mafia in America and Europe!

Force for the Wildfire cell and for all those that attempt anonymously! And we remember the terrorist of the 7 bombs, Mark Conditt, with special respect!

The Mafia expands… we have chaos in our hands!

Individualists Tending Toward the Wild-Spain

-Animist Criminals

(España) Comunicado 52 de ITS

La alegría nos hincha el pecho con el ego característico de los individualistas, esta vez al saber que un nuevo grupo de ITS ha surgido de las asquerosas urbes europeas. La Mafia del Caos continúa su deleitante camino de destrucción, con su retórica intacta y con la seguridad criminal adelante siempre!!
¡Que los grupúsculos de ITS en América y Europa continúen su Guerra!
¡Apoyo total a los terroristas indiscriminados!


Se oyen ya los fieros truenos golpear las ciudades del “Viejo Continente”, donde una masa deforme y artificial de humanoides híper-civilizados no vive sino vegeta. Se oye ya el viento tempestuoso, aquel que premoniza la llegada de algo trágico. Empiezan a caer las primeras gotas de inhumanas nubes negras que cubren el cielo con su oscuridad desconocida…

¡Aquí está la tormenta! ¡Todos sabían que tarde o temprano iba a ocurrir! Los híper-civilizados miran extrañados al cielo, no saben aún lo que está por llegar… Pero cuando miren a los ojos a la destrucción, al caos, a la muerte, el terror se apoderará de ellos y correrán a esconderse. Unos pocos, sin embargo, escuchamos el llamado de la tormenta, el rugir del trueno, el grito del viento y de la lluvia, y acudimos a él con los cuchillos recién afilados, llenos de odio por la despreciable humanidad de mierda… ¡Porque somos esos salvajes egoístas que disfrutan con la muerte, que se regocijan con la miseria humana!

Esa tormenta es la Mafia de ITS. Ese grupo de criminales eco-extremistas y terroristas nihilistas que en enero de este año cruzó el atlántico hasta Grecia y que hoy, sólo unos pocos meses más tarde, ya se encuentra operativo en otros dos países europeos más.

Atacamos misantrópicamente a la sociedad tecno-moral de manera indiscriminada porque nos repugna la humanidad, esa cosa ridícula que se pudre en las ciudades llenas de humo, que se arrastra del trabajo a casa y de casa al trabajo, como máquinas sin vida, cada segundo de su existencia insultando todo lo que para nosotros es sagrado; odiamos enfermizamente sus costumbres, sus rutinas, sus aspiraciones, sus no-vidas… ¡queremos verlos a todos muertos! Vivimos entre vosotros, débil basura humana, vivimos sin levantar ninguna sospecha, siendo sólo unas cuantas ovejas más, sacando las sonrisas en el momento necesario para pasar desapercibidos, somos esas amables criaturas que os ceden amigablemente el asiento en el transporte público… ¡detrás de esas sonrisas se ocultan nuestras intenciones homicidas!

Asestamos un golpe mortal a la moral del ataque, ¿cómo vamos a sentir empatía por ese estúpido animal domesticado que vive alejado de su esencia natural? ¿Es que acaso hay humanos inocentes en la humillación de la Naturaleza Salvaje? Quien crea esto último es un iluso, un humanista o un necio (o las tres). Atacamos, sí, ajenos al dualismo de las valoraciones humanistas, nos da igual si rico o pobre, si hombre o mujer, si blanco o negro, el humano moderno es nuestro enemigo y en esto no hacemos aburridas distinciones moralistas. ¿O es que la Naturaleza Salvaje hace distinciones cuando se manifiesta con la brutalidad que le caracteriza? ¿Hicieron distinciones los antiguos guerreros bárbaros de este continente? Esta pregunta podéis hacérsela a las poblaciones enteras masacradas por aquellas “bestias del norte” vikingas.

En nuestro actuar no hay ningún fin político a conseguir, no buscamos ninguna revolución, no tenemos demandas de ningún tipo, tampoco queremos volver atrás en el tiempo. Atentamos porque esa Fuerza Desconocida que esconden las montañas, los bosques, los ríos, los animales salvajes, la Luna… esa que portan los tsunamis, los terremotos, los volcanes… esa fuerza está también en nosotros, en forma de oscuros, violentos y primitivos instintos. Nosotros somos humanos civilizados, pero sabemos que ni todos los siglos de vida civilizada han conseguido eliminar estos instintos. El humano moderno los reprime, los mantiene insatisfechos, los encadena con su diosa Razón… ¡nosotros aguardamos con ancestral paciencia los momentos en los que liberarlos, en los que saciarlos momentáneamente abrazando el caos!

Como se ve, no hacemos la laica y moderna distinción entre nosotros como sujetos y la Naturaleza como objeto. Somos guerreros paganos en defensa extrema de lo Salvaje, pero no entendemos lo Salvaje como algo ajeno a nosotros. Al contrario, lo Ajeno es para nosotros la vida civilizada a todos sus niveles, y por ello la atacamos sin más miramiento que el estratégico.

Carecemos de esperanza en un mejor mañana, somos conscientes del final que nos espera en esta guerra desigual. Y aún así atacamos, como hicieron los antiguos.

Así pues, reivindicamos que la noche del 18 de abril salimos por la ciudad de Valencia con una bolsa de basura, en ella no había restos de comida sino un artefacto incendiario de unos 5 litros, con un pequeño explosivo adherido y diseñado para detonar momentos después de que el artefacto se activase, esto para expandir el fuego y por si a algún noble ciudadano se le ocurría apagarlo. Caminamos decididos y con los antiguos en nuestra mente, en nuestros bolsillos portábamos paganos amuletos de guerra otorgados por los espíritus de lo Desconocido. Abandonamos el artefacto de manera indiscriminada en plena calle, al lado de una fila de coches, prendimos la mecha con tranquilidad y desaparecimos del lugar sigilosamente. Aunque no hemos podido saber los daños causados porque nada leímos en la prensa local sobre el incendio, sabemos que el artefacto se activó porque una vez lejos del lugar escuchamos la explosión, por lo que la mecha artesanal se prendió correctamente y el fuego acudió a nuestra llamada. Ahí va nuestro regalo a la normalidad y estabilidad de la pacífica noche civilizada…

En esta ocasión el fuego consumió objetivos materiales porque así lo desearon nuestros egos, pero también fue un atentado en el que carbonizamos los valores humanistas que rigen la vida civilizada, imponiendo nuestra voluntad autoritariamente por encima de las propiedades de los anónimos ciudadanos y destruyendo el binomio bien-mal para elevar sobre sus ruinas nuestros intereses egoístas. Quién sabe cuándo y dónde volveremos a aparecer, quién sabe qué artefacto o arma esconderemos entonces y si nuestro objetivo será material o humano… ¡que los espíritus nos guíen en esta guerra!

¡Fuerza para los hermanos y hermanas terroristas de la Mafia en América y Europa!

¡Fuerza también para la Wildfire Cell y para todos aquellos que atentan anónimamente! ¡Y recordamos al terrorista de las 7 bombas, Mark Conditt, con especial respeto!

La Mafia se expande como la tormenta… ¡tenemos el caos en nuestras manos!

Individualistas Tendiendo a lo Salvaje-España
-Criminales Animistas